Com o caminhoneiro safado 6


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Enquanto continuávamos a viagem e eu só observava aquela sacola ali, não ousei perguntar o que tinha, aproveitei pra passar uma pomada no meu cu, descansar e dormir de bunda pra cima, de vez em quando acordava com um belo tapa na bunda vindo do Fernando que ria, sentia aquilo como um gesto de carinho, fomos viajando até escurecer, paramos rápido pra comer e continuamos viajando, Fernando não dizia quase nada eu já havia descansado o suficiente e já estava sentindo vontade de levar rola, Fernando não havia gozado ainda e eu olhava pra sacola ali.
-Tá curiosa putinha? Logo vai descobrir o que tem ali, mas já vai pegando uma cueca tua aí.
Eu fui peguei a boxer branca quando Fernando começa a diminuir a velocidade e vai entrando em um posto, não era muito grande e estava lotado, poucas vagas e Fernando sempre escolhe as mais isoladas, passamos na frente de um hotel bem feio, um restaurante pequeno, só o bar ali estava lotado, entramos na vaga, Fernando e eu vamos tomar banho, ele sempre se imponto o banheiro era bem sujo alagado, ele me manda fazer a limpeza interna e fica me esperando, voltamos até o caminhão e ele abre a sacola.
Na sacola tem fita, uma coleira com uma corrente, um consolo médio e uma mascara preta de látex, que deixava amostra meus meu nariz, boca e olhos, Fernando mandou eu vestir a cueca que tinha um pequeno furo no lugar do cu, e mandou eu calçar o tênis, colocou a coleira e mim e mandou eu descer enquanto me segurava pela corrente.
-Agora eu quero te fuder quero, se doer pode gemer pode reclamar e pode pedir pra parar, eu quero judiar de você minha putinha.
Eu já entendi o recado, ele queria chamar atenção mesmo, e por mais que eu adorasse ele me foder com força eu teria que fingir que não queria.
Assim que ele desceu eu dei um leve empurrão nele, ele me puxou forte pela corrente.
-como é que é, o que você acabou de fazer pro teu macho?
Meu rosto perto dele e ele me deu uma cuspida, e um tapa.
-Abre a boca putinha.
Eu não abri e ele me deu outro tapa mais forte, então abri a boca, e ele cuspiu de novo, colocou de costas e eu comecei a dizer que não, que não queria, ele pegou a corrente e prendeu na carroceria do caminhão, não me dando muito espaço pra mexer minha cabeça, pelo furinho da minha cueca ele rasgou e expos todo meu rabo ali, ele me deu alguns tapas e eu sempre falando que não queria, logo começaram a aparecer algumas pessoas ali, Fernando fez questão de falar no meu ouvido.
-Tá vendo putinha eles vieram aqui pra assistir eu arrombar esse rabinho.
Fernando olhou pra eles com a rola de fora deu uma cuspida na mão passou no meu cu, depois uma cuspida na cabeça do pão e posicionou na porta no meu cuzinho, e meteu tudo de uma só vez, e não adianta isso sempre doí, por mais que você já tenha dado sempre te uma dorzinha, eu urrei eu tinha que aumentar, Fernando meteu com força o tempo todo ele não havia gozado durante o dia inteiro e vieram jatos de porra dentro de mim, ele tirou de dentro do meu cu e um pouco de porra pingou do meu cu, eu ali com a cueca rasgada e gozada, Fernando entrou no caminhão os outros caras estavam já batendo punheta enquanto eles me viam daquele jeito, Fernando pegou um cinto desses de calça mesmo e voltou, e começou a me bater na bunda, eu dava alguns gritos não muito altos e ele batia mais forte, ele batia e a porra saia do meu cu, até minha bunda ficar bem vermelha.
Fernando então guardou o cinto pegou a mascara me tirou do local onde eu estava preso colocou a mascara.
-Agora eu vou passear com o meu cachorrinho putinha.
Me pegou e puxou pela coleira, e eu fui andando com a cueca rasgada, a bunda gozada e toda vermelha de apanhar, passamos perto dos caras e andamos um pouco, demos uma volta me zoaram muito e tiraram fotos eu estava adorando passeamos até voltarmos pro caminhão, não havia mais ninguém por perto Fernando me prendeu na frete do caminhão.
Eu na frente do caminhão preso pude ver, aquele lugar mais parecia um puteiro, de madrugada era cheio de prostitutas e travestis fazendo programa, vinham até algumas pessoas de carro, e todos eles passavam por mim riam, se assustavam, mas ninguém realmente se preocupava, como se eu fosse algum garoto de programa também que tivesse topado aquele programa, enquanto na verdade eu era só um escravo do meu dono, obedecendo e feliz por estar sendo humilhado, pelo menos meu rosto não aparecia, pois algumas pessoas tiraram fotos e nesse momento eu fiz questão de mostrar meu cuzinho gozado e a bunda vermelha.
Enquanto isso Fernando pelo radio amador estava me oferecendo pra quem quisesse, de repente apareceu um homem negro com seus 1,85 de altura, uma barba mal feita, que conversou com o Fernando, ele estava armado, então Fernando veio ate mim e me pegou pela coleira e falou.
-Parece que aqui não posso te vender, mas pra não ter problemas ele conversei bem e ele vai te dar um trato gostoso, até ele me devolver você vai obedecer ele.
Me puxou e entregou a coleira pro cara que fumava um cigarro. Dessa vez eu não estava gostando da historia, mas não poderia desagradar meu macho, muito mais gerar qualquer confusão pro lado dele mas aquele homem parecia nojento, não parecia nada amigável, ele me puxou pela coleira e me empurrou sem nenhuma delicadeza mandando eu andar na frente dele e deu um tapão na minha bunda, esse realmente doeu, talvez pela cinta de antes, mas seguimos, e fomos em direção ao hotel.
Entrei naquele hotel que era mais usado pra trepar do que pra dormir, fui andando algumas pessoas me olhavam, algumas prostitutas riam de mim eu abaixei minha cabeça e segui, alguém chegou e entregou uma chave e então descobri o nome daquele homem, Seu Jairo. Logo ele pediu pra trocar as chaves.
-Me da a do quarto lá de fora, essa aqui vai sofrer e eu não quero ninguém atrapalhando.
O moço trocou a chave e sempre serio continuou o trabalho, Seu Jairo me puxou forte pela coleira e fomos indo passamos por um corredor longo cheio de portas onde de algumas se ouvia que estavam fazendo sexo ali dentro, seu Jairo sempre me empurrando e falando.
-Anda vagabunda.
-Vai aprender a não mexer no puteiro dos outro.
-quero ver se não vai aprender a obedecer.
Chegamos no quartinho e Seu Jayro me deu o primeiro tapa na cara, ali senti que realmente seria pesado, ele falou.
-Vai limpar esse cu que não vou fuder rabo gozado.
Fui limpar o meu rabo usei o chuveirinho deixei bem limpo e voltei, ele me deu outro tapa que fez com que eu caísse no chão, meu rosto ardia esquentava, ele me puxou pela coleira de novo, mandou eu abrir a boca e jogou a cinza do cigarro na minha boca e logo depois deu uma cuspida.
-Pra não queimar a boca vagabunda.
-não vai agradecer
E levei outro tapa na cara, ele tirou a roupa e me jogou na cama com força, veio pra cima de mim e começou a me beijar forçado eu tentava empurrar mas não conseguia ele me segurou pelo pescoço com uma das mãos e me deu um tapa mandando eu abrir a boca e deu um beijo depois cuspiu na minha cara.
-tu vai aprender a obedecer vagabunda.
E voltou a me beijar, enfiou dois dedos na minha boca e depois meteu com tudo no meu cu.
-Já ta macio aqui em bom de levar rola.
Ele levantou me puxou pela coleira e me encostou na beirada da cama, de barriga pra cima e começou a meter a rola dele na minha boca, senti aquele gosto amargo, a rola dele fedia, os pentelhos tinham cheiro de mijo, eu sentia o saco dele no meu nariz e nos olhos devido a mascara, ele me engasgava eu ficava quase sem ar tirava a rola e dava alguns tapas na minha cara, até se cansar disso, depois me colocou de joelhos e ficou na minha frente, eu imaginei que devia chupar ele, mas levei mais três tapas fortes e comecei a chorar, e pedir pra parar.
-É assim que eu gosto.
E me deu mais um tapa, me puxou pela coleira e beijou enfiando aquela língua nojenta na boca, me virou de costas colocou a camisinha e veio metendo a rola, ele me puxava pela coleira, e depois empurrava minha cabeça contra a cama com força, e eu pedia pra ele pra parar, ele tirou a rola de dentro de mim e viu aquele buraco oco no meu rabo, abriu a porta e gritou.
-quem quer ver essa putinha sofrer, Francisco essa tu vai ter que filmar.
Nisso vieram dois homens e Francisco, um velho magrelo mais nojento ainda que pegou o celular e começou a filmar. Seu Jairo me puxou pelo cabelo e na frente da câmera falou.
-Isso aqui e o que acontece quando uma putinha entra aqui e quer ganhar dinheiro sem minha permissão.
Ele fez questão de me mandar abrir a boca e cuspir dentro, dava pra ver meus olhos chorando a boca babada de tanto chupar, Seu Jairo me joga no chão e enfia a rola na minha boca ate o talo e segura firme.
-Agora vocês vão ver ela sofrer de verdade.
Ele segurou eu forcei pra sair já sem ar ele continuou um pouco e soltou, eu tossi bastante e ele deu um tapão na minha cara.
-De novo, vem.
E atolou de novo, sempre que soltava me dava um tapão forte, os outros caras batiam punheta, ele então me ergueu e me jogou na cama.
-De 4 vagabunda.
Ele veio me puxou forte pela coleira e meteu em mim com tudo de novo, com a outra mão ele dava tapas na minha bunda.
-Essa vagabunda vai aprender.
-Toma vagabunda.
Empurrou a minha cabeça pra baixo e meteu forte, tirou a rola.
-Filma esse cu arrombado Francisco, olha o buracão dele.
Mandou eu ficar de pé e meteu a rola no meu rabo, eu ficava na ponta dos pés por sorte o coturno ajudava, ele me segurou olhando pra câmera e falava.
-Fala pra eles que tem um macho te comendo, fala pra eles que minha rola tá atolada no teu rabo.
Depois disso ele deu uma forçada no meu rabo me fazendo sentir dor.
-Fala pra eles que você é uma vagabunda e tá aprendendo que não pode cobrar pra dar o cu.
Ele estocava, me fez andar com a rola dele atolada no rabo.
-Vamo desfila pra eles ver como vagabunda anda.
Eu chorava pq estava doendo muito, ele então me empurrou no chão e mandou eu subir logo pra cama, mandou eu ficar de 4 bem na beirada.
-olha o estrago nesse rabo.
Meteu 3 dedos que entraram fácil, e foi subindo pra 4 ele estava tentando me fistar, eu tentei sair e ele me puxou pela coleira, ele forçava e nesse momento eu não aguentei eu gritei, eu implorava pra ele parar, pedia pra não fazer isso e ele continuava forçando, mas não entrava, ele me colocou sentado na cama e começou a seção de tapas, na cara.
Cansado ele sentou na cama e mandou eu chupar ele eu deitado na cama, ele mandou eu erguer bem a bunda e falava.
-Filma bem Francisco, filma essa vagabunda.
-Francisco me da teu cinto.
Enquanto eu chupava ele deu a primeira cintada.
-mais rápido vagabunda
E depois mais cintadas
-Chupa com gosto vagabunda, eu quero que tu faça direito.
E mais cintadas até ele gozar e segurar minha boca atolada ali eu senti aquele liquido nojento dele grosso viscoso, mas engoli tudo.
Ele tirou a mascara de mim e deu pra ver como meu rosto estava vermelho.
-gosto putinha?
Eu abaixei a cabeça e levei outro tapa, ele então jogou a mascara na cama mandou eu tirar a coleira e falou vamos ali fora, como o quarto que estávamos era separado alguns metros do restante dos outros quartos, fomos e ele falou pra olhar pra ele e eu levei outro tapão forte.
-vai pro chão, de 4 no chão.
Se os outros homens acompanharam e ele falou.
Gozem em cima dele, quem gozar ganha uma cerveja, ele já estavam em ponto de bala, Seu Jairo pegou uma cerveja pra cada um e entregou pra eles que já estavam bêbados, os caras gozaram na minha cabeça nas costas e na minha cara então Seu Jairo falou.
-Bebe rápido que vamo todo mundo mija nessa vagabunda, pega a câmera Francisco.
Ele veio ate a minha frente mandou eu ficar de joelhos e falou.
-Essa putinha ainda ta muito bonita.
Começou a dar mais tapas.
-Quero ver você chorando vagabunda.
Ele dava tapas fortes e até eu realmente começar a chorar e pedir pra parar, eu coloquei a mão na frente e então ele falou.
-Ela ta pronta, filma Francisco.
-Vamo mija nessa vagabunda.
E ele começou a mijar em mim na minha cara, na minha boca, os outros também começaram a mijar, me segurou pelo cabelo e falou.
-Filma a cara dessa vagabunda mijada aqui.
Francisco filmava e ia rodando, mijo dos outros caras escorria pela minha bunda que ardia, eu estava acabado, o rosto vermelho, marcado a bunda, as costas marcadas, tudo ardia, mas meu cu era o que mais doía. Eles terminaram, ele me entregou a coleira e a mascara e falou.
-Vamos lá vou te devolver.
Me fez atravessar o hotel mijado gozado e cheio de marcas, todos me olhavam, na posta ele falou, tão vendo o que acontece se alguma vagabunda tenta se dar bem aqui sem a minha permissão, e fomos seguindo até o caminhão, chegamos lá Fernando me viu no estado que tava.
-Ta aqui tua vagabunda, ela sofreu mas é bem obediente, como tu falou, tu tem sorte de ter uma vagabunda boa como essa.
Fernando olhou pra mim como se nada tivesse acontecido e falou pro seu Jairo
-Desculpa cara, minha intensão não era atrapalhar teus negócios, só queria ver essa putinha acabada, você fez melhor do que eu esperava.
Seu Jairo respondeu.
-Não tem problema, eu até me diverti, mas eu tenho que mante a moral aqui.
Seu Jairo saiu e foi embora, Fernando mandou eu ir tomar banho e entrou no caminhão, fui até o banheiro me lavei bem me limpei, só pensava no meu macho, em voltar pra ele e dormir descansar pois estava exausto.
Voltei pro caminhão limpo penteado, entrei e ele estava sentado no banco do motorista nu, virei pra ele e falei.
-Perdão senhor, eu não queria causar problemas, ele me usou abusou, filmou me bateu muito.
Comecei a chorar e soluçar, Fernando veio até mim e me deu um tapa forte.
-Eu gostei do que ele fez com você, dessas marcas, coloca a coleira.
Eu coloquei a coleira e ele me deu outro tapa e segurando pela nuca me arrastou pra cama, e já foi metendo em mim de novo.
-Isso tudo é pra tu saber como tu é putinha, como tu nasceu pra dar esse cu, pra levar mijada, pra levar porra na cara, pra apanhar, tu existe pra agradar macho é pra isso que tu serve.
Falava isso e bombava com força até encher meu cu de porra, me virou de frente e falou.
-Esse cu ta mais largo, o que foi que ele fez?
Eu demorei alguns segundos pra responder e levei um tapa, e falei que ele havia tentado enfiar a mão no meu rabo, mas não havia conseguido.
-Ele não conseguiu, mas teu macho vai conseguir.
Começou a meter dois dedos no meu cu e a porra escorria, foi aumentando os dedos e a porra ajudava pois lubrificava um pouco mas sujava a mão dele, ele forçava e eu mordia o travesseiro pra não gritar até ele conseguir enfiar a mão toda no meu cu, eu chorava de dor mas não me importava, meu macho podia fazer o que quisesse comigo, ele sim podia. Ele brincou um pouco e tirou a mão de dentro.
-Lambe agora, quero ela bem limpa.
Eu lambi toda a mão dele suja de porra, com gosto até deixar bem limpa, Fernando então pela janela jogou uma agua sobre a mão dele e passou a mão com um pouco de agua pelo meu cu, e eu senti um alivio.
-Agora dorme, que tu tá acabado.
Falou isso e me deu outro tapa na cara e deitou pra dormir me abraçando de conchinha.

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Comentários


foto perfil usuario 10paulofernantes10

10paulofernantes10 Comentou em 13/04/2017

Não planejo desistir andrew19cm e ainda tem muita historia pela frente

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Comentou em 12/04/2017

Meu sonho um macho bruto me dominando

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Comentou em 12/04/2017

Meu sonho um macho bruto me dominando

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andrew19cm Comentou em 07/04/2017

eu to amando seu conto, não desista dele pf




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico 10paulofernantes10

Nome do conto:
Com o caminhoneiro safado 6

Codigo do conto:
99088

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/04/2017

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0


Online porn video at mobile phone


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