Com o fiscal do concurso


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Sempre me apresento, pois acho mais fácil pra quem está lendo apenas esse conto ou até pra relembrar, então se você já leu algum conto meu ou não se importa com a descrição pode pular direto para a história.
Meu nome é Lucas, 25 anos, sou branco, tenho 1,83, 89kg, malho e tenho um corpo legal, em forma, tenho um pouco de barriga, o que modéstia a parte, não acho que me deixa menos gostoso. Cabelo raspado na máquina 4, pelos no peitoral e pernas e uso barba.

Há uns dois meses fui prestar um concurso em uma cidade vizinha a minha, fui com o meu carro e chegando lá as instruções de sempre até chegar à sala em que eu deveria fazer a prova e a melhor surpresa do dia: o fiscal que me recebeu na porta. Um cara lindo, branquinho, um pouco mais alto que eu e um sorriso de deixar tonto.

Durante a prova, mal conseguia me concentrar e só olhava para aquele carinha, fui com uma bermuda bem folgada, então de vez em quando dava umas belas pegadas no pau também. Não sabia reconhecer naquele momento se ele correspondia ou não às olhadas. Se fazia, estava sendo muito discreto. Algo esperado já que qualquer olhada a mais ali poderia ser bastante prejudicial.

Pedi pra usar o banheiro e quem me acompanhou foi ele, fomos meio que nos olhando, mas sem falar uma palavra. Ele só falou comigo a hora que chegamos na porta do banheiro e eu precisaria passar pelo detector de metais.

Ao terminar a prova, fui tirar meu carro do estacionamento que havia deixado e, como muita gente já tinha ido embora, encontrei uma vaga bem na frente da entrada do prédio. Onde todos teriam de sair.

Refleti por alguns minutos se deveria ficar ali esperando ele sair ou não, enquanto mexia em alguns aplicativos de pegação, nada muito relevante ou que fosse pra frente. A movimentação de pessoas saindo do prédio começou aumentar conforme o horário final da prova se aproximava. A movimentação já tinha parado e nada de nenhum fiscal sair. Demorou muito, acredito que mais de meia hora pra que eu o avistasse passando o portão.

Logo que o vi, abaixei o vidro e fiz um sinal que ele não viu, mas ao passar pelo carro para atravessar a rua, o chamei pelo nome que lembrei do crachá. Ele virou para trás e me reconheceu. Voltou um pouco e se dirigiu até a porta do passageiro. Perguntei se ele tinha algum compromisso ou se topava fazer algo.

Ele disse que topava, mas que deveríamos sair logo dali para não pegar mal pra ele. No carro, conversamos um pouco. Ele me disse que morava na cidade há pouco tempo e não conhecia muita coisa. Pedi pra ele procurar um motel pelo celular e colocar no gps, ele se assustou um pouco, disse que achou que iríamos tomar alguma coisa e conversar. Mas o convenci a irmos direto para o motel.

Chegando lá, ele quis tomar um banho e eu abri uma cerveja do frigobar. Quando ele terminou, disse que também ia tomar uma ducha, mas ele pediu pra que eu não fosse e perguntou se eu me importava de transar do jeito que eu tava mesmo. Estava suado de esperar no carro. Disse que não me importava, mas ele então deveria limpar meu suor com a língua.

Na hora ele tirou minha camiseta e meteu o nariz no meu suvaco, cheirando e linguando com vontade. Desceu até o meu peitoral e lambia os mamilos, subindo até meu pescoço e o beijando. Me beijou com vontade, como se esperássemos muito por aquilo (de fato, esperamos algumas horas). Ele estava enrolado na toalha e decidi mantê-lo assim por um tempo. Tirei minha bermuda e fiz ele cheirar meu pau por cima da cueca. Cheirava e passava a língua, pedindo pra eu tirar a cueca e enfiar o pau todo na sua boca.

Tirei a cueca sim, mas mandei ele ajoelhar na cama e cheirar a cueca primeiro. Perguntava se ele estava gostando do cheiro e ele respondia apenas gemendo um sim. Disse que era a hora de ele cheirar direto da fonte e deveria colocar o nariz nos meus pentelhos, sem relar no pau ou levava tapa na cara. Ele cheirou e se deliciava, mas encostou no pau e teve que levar um tapinha, mas soltou um gemido de tesão que quase me deixou doido.

Ordenei que ele pegasse uma outra cerveja pra mim no frigobar e me servisse. Tomei enquanto ele começava a me chupar. Quando ele parou, estava quase no fim da cerveja e me veio a vontade de mijar. Perguntei se ele curtia levar mijo e ele disse que sim. Mandei ele ajoelhar no box do chuveiro e me esperar. Antes, tirei a toalha do corpo dele e mandei um tapão naquela bunda que ficou até marcada.

Ajoelhado no box, ele recebia meu mijo na boca e deixava escorrer pelo corpo. Pouco engolia. Eu batia com meu pau no seu rosto e continuava mijando nele. Ele fazia cara de tesão e me provocava pra dando uns tapinhas no rosto, como que pedindo pra eu fazer igual. Terminei de mijar e deixei ele ali, ajoelhado, me dirigindo a cama, onde deitei com o pau apontando pra cima.

Ele saiu do banheiro e eu perguntei o que ele ainda estava esperando pra sentar. Ele pegou uma camisinha e encapou minha pica e - para minha surpresa - sentou de uma vez, já praticamente cavalgando e engolindo com vontade meu pau. Tive que segurar muito forte para não gozar.

Mudamos para a posição de frango assado e ele começou a mijar nele mesmo, sujando até a cama um pouco. Mas aquilo me deu tanto tesão que enchi a camisinha de porra. Gozei enquanto cuspia em sua boca. Nos levantamos e ele gozou enquanto eu o punhetei no banho.


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Comentários


foto perfil usuario gutoalex

gutoalex Comentou em 08/04/2017

Nossa eu te lamberia suado, gosto do cheiro e gosto de uma rola suada

foto perfil usuario macho sungao

macho sungao Comentou em 22/03/2017

já fui fiscal de concurso. Nunca peguei candidato mas outros fiscais com certeza rodaram na minha rola.

foto perfil usuario branquelopassivo

branquelopassivo Comentou em 19/03/2017

Delicia..Adoro uma mijada assim!!!




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico lucasjoao

Nome do conto:
Com o fiscal do concurso

Codigo do conto:
98211

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/03/2017

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
0


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