A vingança da empregada.


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Meu nome é Márcia, tenho 28 anos, 1,65, 58 quilos e ótima apresentação, trabalho como empregada doméstica pois é uma profissão onde todos da minha família sabe fazer com gosto, inclusive eu. Sou humilde, solteira e sem filhos, mas não boba. Curto bastante a vida.
Era o meu primeiro dia no trabalho. Fora contratada por indicação dos meus antigos patrões que estavam satisfeitos com os meus serviços domésticos mas que estavam se mudando de cidade.
Dona Mila, uma senhora muito da mal encarada com seus 70 e alguns me recebera como dito anteriormente com a cara mais amarga do mundo. Em suas poucas palavras ela disse que a Dirce, a cozinheira, me passaria a rotina da casa.
Dirce, uma negra bem encorpada e idosa já trabalhava na casa há mais de 20 anos. Caminhamos pelos cômodos e Dirce após me passar meus afazeres fez uma ressalva. "Garota, você é novinha, bonitinha e Dona Mila é o ciúmes em pessoa, jamais dirija a palavra ao Sr Nilson pois todas as outras empregadas saíram por este motivo".
Me amedrontei, mas essa era a minha fonte de renda e eu precisava muito trabalhar.
No dia seguinte cheguei bem cedo para o trabalho, vesti meu uniforme e comecei a limpeza pelas salas. Coincidentemente quando eu estava na sala de café da manhã entrou o Sr Nilson para fazer refeição. Ele desejou um bom dia, eu só fim um sinal com a cabeça e dali saí imediatamente.
Aproveitei o grande volume de roupas na lavanderia e comecei a separar e colocar as que a bruxa permitia na máquina, pois o resto seria todo lavado na mão. Concentrada nos meus afazeres fui interrompida por Sr. Nilson me dizendo que eu não havia respondido o bom dia dele.
Nilson: "Garota, lhe dei bom dia na sala e você me ignorou"
Eu: "não tenho permissão para lhe dirigir a palavra"
Nilson: "você não precisa de permissão para conversar com as pessoas"
Eu: "senhor, preciso desse emprego, me deixe seguir com ele, a sua mulher não gosta que falem com o senhor"
O velho então se retirou da lavanderia com uma cara estranha. Apesar dessa tensão meu primeiro dia tinha sido um sucesso.
No dia seguinte eu tive que polir a prataria da casa e fiz isso na mesa da cozinha. Dirce, com um aspecto ainda de incerteza sobre a minha pessoa começou a me atualizar dos patrões:
Dirce: "Dona Mila é extremamente depressiva, ela faz uso de remédios controlados que a fazem dormir até as 11h da manhã. Sr Nilson sai cedo para o trabalho, ele tem histórias de traição, por isso dona Mila faz tanta questão de não dirigir a palavra a ele, mas ele já é velho, mais de setenta, nem dá conta de mais nada".. E riu..
Passado o almoço dona Mila pede que eu vá ao quarto dela. Chegando lá a velha me encarou e disse:
Mila: "o meu marido me disse que você não quis dirigir a palavra a ele".
Eu: "sim senhora"
Mila: "eu acho bom mesmo, você não é digna de dirigir a palavra a um homem tão honrado e poderoso, a sua laia não tem classe para se misturar com nós, quero deixar bem claro que aqui você é uma empregada, nada mais do que isso. Agora retire-se e retome o seu serviço".
Humilhada e com gosto de choro na boca eu saí daquele quarto com pronta para me demitir.
Chorando eu cheguei na cozinha e Dirce veio ao meu encontro.
Dirce: "garota, eu nem preciso perguntar o que aconteceu, Dona Mila é um demônio".
Terminei meu segundo dia afim de não voltar, mas as cobranças não paravam.
No terceiro dia, resolvia que seria muito centrada e objetiva em meu serviço para que não tivesse problemas.
Estava remontando a gigantesca cristaleira em cima de uma escada e Sr Nilson passou por mim e esbravejou:
Nilson: "me acompanhe agora pois quero lhe passar algumas ordens".
Sem saber o que fazer eu segui o senhor até o depósito no fundo da casa.
Entramos e Sr. Nilson trancou a porta. Ele veio até mim e meteu as mãos em meus seios.Tentei tirá-las dali, mas o velho estava muito tarado. Ele me agarrou por trás da cabeça e me beijou, tudo ali era a força, mas por mais que eu quisesse me defender eu estava meio que sentindo um prazer em esculachar a velha.
Nilson: "tá vendo que quem manda aqui sou eu? Aquela mulher não manda nada"
De suas calças ele arrancou um pênis médio e em repouso e me ordenou chupá-lo. Eu então me abaixei e comecei a fazê-lo. Fiquei chupando e nada acontecia, mesmo assim o velho gemia.
Sr. Nilson se vestiu e esbravejou: "toda vez que aquela diaba lhe humilhar lembre-se de que ela não apita em nada."
No depósito eu fiquei por algum tempo tentando acreditar que aquilo tinha acontecido mesmo. Por mais louco que tenha sido eu fiquei excitada, me molhei toda.
Continuei meus afazeres e ao voltar pra casa achei um bilhete dentro da minha bolsa:

"Você é um sonho de mulher, se quiser continuar se encontrando comigo melhoro a sua vida. Nilson".

Eu me sentia uma prostituta, mas ao mesmo tempo me sentia vingando daquela vaca que me humilhara.
Nossos pegas continuaram acontecendo no depósito, mas Sr Nilson nunca conseguira uma ereção para me penetrar. Foi então que um dia eu sugeria que tivéssemos uma transa de verdade.
Sr. Nilson então disse: "chegue amanhã as 7h".
Obediente que sou lá estava eu pontualmente às 7h me trocando no quartinho da casa. Sr Nilson abre a porta de supetão e diz: "não coloque o uniforme, fique nua".
Eu: "mas e a Ruth Sr. Nilson"
Nilson: "hoje ela não virá ao trabalho"
Eu: "e a sua esposa"
Nilson: "ontem eu dobrei a dose do remédio, ela está em sono profundo".
Começamos a nos beijar intensivamente, Sr Nilson que estava comente de samba-canção começou a projetar um falo bastante interessante, sim, ele havia usado viagra.. Estávamos no meio da casa, foi então que Sr. Nilson me puxou para o quarto dele. Lá estava a velha desmaiada. Eu com cara de espanto só segui ordens. Deitamos do lado da velha e Nilson começou a me chupar. O velho entendia do riscado, sabia direitinho onde tinha q meter a língua. A velha roncava e eu me divertia.
O velho baixou a samba-canção e o mastro estava pronto. Eu molhadíssima senti ele enfiando e movimentando seu pênis. Ele me fodeu, muito mesmo, parecia que há anos ele queria isso, comer outra na frente da esposa que ele tanto odiava, mas que por motivos financeiros ainda mantinha o casamento.
O velho depois de tanto me penetrar tirou o pau e mandou que eu chupasse e o masturbasse. Botei em minha boca e o massageei. O velho então começou a se contorcer e dizer que ia gozar. De repente uma grande e amarela gota de esperma pingou de seu pênis. Sr Nilson disse que na idade dele era normal gozar só aquilo. Eu estava realizada e Sr Nilson parecia um adolescente.
Por fim, continuamos nossa vida dentro daquela casa, mas duas vezes por semana Dona Mila tomava o dobro de remédios sem perceber..


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Comentários


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trovão Comentou em 28/02/2017

Simplesmente sensacional!!! Adorei o fato de foder na cama ao lado da velha diaba de merda! Parabéns!

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eutoaquipraver Comentou em 28/02/2017

lindo conto, é tão bom ver uma mulher que realmente gosta de fuder e não tem vergonha disso, bj

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dink69 Comentou em 28/02/2017

Adorei o conto bem feito pra velha kkkk




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico belisco

Nome do conto:
A vingança da empregada.

Codigo do conto:
97394

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
28/02/2017

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
0


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