A mãe evangélica da minha menina


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A mãe evangélica da minha menina

Olá minhas queridas amigas, mais uma aventura das minhas vai ser aqui relatada por mim, espero que gostem e comentem. Vossos comentários me deixam às vezes muito excitada.
Esse é o vosso contributo para que eu continue relatando minhas aventuras sexuais. Só espero que gozem muito enquanto estão lendo.
Não sei se vocês se lembram da Tininha, essa mesmo. A filhinha do casal de evangelicos que se mudaram para o prédio onde eu moro e sua mãe um dia me pediu se sua filha podia fazer umas pesquisas na internet enquanto eles não instalavam a deles. A Tininha se tornou minha amante e do meu companheiro Júlio. Nestes últimos meses a menina tem dado sua bucetinha e seu cuzinho para nós frequentemente.
Mas eu sentia também um desejo enorme pela sua mãe, Carolina. É uma evangélica com seus 40 anos, embora as roupas que sua religião a obrigava a vestir dava para entender que por de baixo delas deveria estar um corpo delicioso como mais à frente vão ver que estou falando verdade.
Como a total confiança que eu criei com Tininha eu tentava sempre saber como era lá em sua casa o relacionamento entre seus pais. Como eram as relações sexuais das pessoas da sua religião. Aos poucos a menina ia se abrindo para mim. Fiquei sabendo que seus pais só transavam um dia por semana, eu safada do jeito que sou tentava descobrir tudo, e falava para ela que nesse dia eles deviam ficar a noite toda metendo como ela fazia comigo e com Júlio.
A safadinha então continuando se abrindo toda achava que não, e que quando era mais garota chegava a ouvir de seu quarto sua mãe pedindo mais para seu pai, mas ele simplesmente dormia, pelo menos era essa a sensação que ela mesmo sentia. Muitas noites sentia sua mãe depois de a ouvir reclamando e pedindo mais sair do quarto decepcionada e ir para a sala assistir TV . Mas como era muito novinha não entendia nada dessas coisas. Hoje depois de nos ter conhecido e como transar é gostoso demais é que entende o que sua mãe sofre. Tudo que ela falava eu fixava com muita atenção, sua mãe devia ser uma mulher muito carente e desejosa de sexo a sério, eu tinha de arrumar um jeito de ter ela para mim e quem sabe eu conseguiria uma orgia connosco. Eu, Júlio, Tininha e a sua própria mãe. Minha tarefa seria difícil, mas como vocês já entenderam para mim não há impossíveis, é sempre uma questão de oportunidade.
Numa tarde que eu não fui trabalhar, ia eu a entrar no nosso prédio e Carolina estava de saída. Quando nos vimos ela mesmo veio logo ter comigo e me agradecendo por tudo que eu tenho feito pela sua filha, Tininha está se transformando numa verdadeira mulher é isso ela pensa que eu tive influência nisso, claro que tive. Mas não fui só eu, Júlio também ajudou imenso, ela nem sonhava que agora sua filhinha obediente e humilde era uma putinha gostosa e que adorava tomar no cuzinho e na buceta.
Naquele dia seu marido tinha uma reunião importante lá na igreja e voltaria bem tarde, pelo menos ela assim pensava, e realmente assim aconteceu. Tininha estava em casa no seu quarto deitada assistindo TV nem deu pela nossa chegada. Carolina que entretanto quando me viu logo me convidou a tomar um lanche em sua casa, até porque seu marido não chegaria tão cedo e ela me considerava a melhor amiga de sua filha, a menina não se iria opôr à minha presença.
Chegadas em sua casa logo ela quis chamar a filha para nos acompanhar no lanche, mas eu falei que preferia ficar conversando com ela e deixasse Tininha lá no quarto sossegada. Aceitou minha ideia e até achou bem. Não sou uma pessoa de muitos rodeios e devagar comecei logo a entrar no assunto que me interessava. Saber mais de como era sua vida de casada sendo ela evangélica. Ela na sua inocência foi falando que como todos os casais tem coisas muito boas e outras menos boas.
Abreviando eu me fiz algo ignorante e falei que pensava que numa família como a dela os momentos menos bons devem ser muito poucos, até porque parecem ser um casal tão feliz. Quando me perguntou se eu queria tomar alguma bebida, falei que adoro um bom vinho, mas é se ela tiver e me acompanhar na bebida. Não costumava beber, mas como eu era sua convidada não ia me fazer essa desfeita. Desde que seu marido não viesse a saber. Quando perguntei se queria que eu fosse a minha casa pegar uma garrafa desse sumo maravilhoso que é o vinho, Carolina respondeu que não, em sua casa tem sempre bebidas para os convidados e foi na despensa pegar uma garrafa que por sinal era muito bom.
Tudo isto com Tininha no seu quarto sem imaginar que na sala sua mãe estava a começar a entrar no mesmo caminho que ela havia entrado. Continuamos falando de tudo um pouco enquanto o vinho baixava na garrafa, eu como estou acostumada não notava nenhum efeito, mas o rosto de Carolina começava a ficar com um tom rosado e ela naquele momento já estava a ficar mais liberta das amarras que a prendem à religião. Para que seu marido não desconfiasse que ela havia trazido alguém em casa e que estivesse bebendo na sua ausência eu sugeri que lavassemos os copos e fossemos para minha casa, sua filha nem se tinha apercebido da nossa presença, e ninguém precisava saber, embora não fosse nenhum crime o que estavamos fazendo. Pelo menos para mim não era, mas ela sendo evangélica poderia ter problemas com seu marido. Carolina concordou comigo, e como estava adorando minha companhia aceitou logo meu convite me falando que estava entendendo porque sua filha lhe falava tão bem e como gostava tanto de mim. Respodi eu que não precisava exagerar.
Já no sofá da minha sala e continuando a conversa que tínhamos começado na sua casa, cada uma de nós com sua taça de vinho que eu havia pegado comecei então a tentar levar o tema da conversa para onde eu desejava que fosse. Deu para eu entender que realmente Carolina não estava acostumada a beber, seu rosto a denunciava de rosado que começara a ficar, com suas mãos se abanava tal o calor que o vinho lhe estava provocando
Aproveitando tudo isso falei que sempre tive curiosidade em saber como é a vida de uma mulher casada com um pastor evangélico, e como era a dela em particular. Seu marido me parecia muito fiel ao culto.
Aos poucos Carolina ia se abrindo e falava que sim, seu marido era mesmo muito fiel aos ideais da igreja. É que tinha dias que ela achava que até era fiel demais. Claro que ela se estava referindo ao facto de ele por isso mesmo quase esquecer que ela existe e raramente a procurar para transarem. Eu que não sou boba entendi perfeitamente que minha vizinha estava muito carente de sexo, e que estando ali desabafando comigo lhe estava fazendo muito bem.
Perguntei se era verdade que um casal de evangelicos só faz amor uma vez por semana. Meio constragida com minha pergunta quase engasgou com o vinho que estava ingerindo. Sorrindo timidamente falou que isso era verdade, mas que não era esse o seu caso. Mais curiosa ainda eu insisti e falei que então eles transavam todo o dia, seu rosto se fechou e me olhando nos olhos falou que se fosse assim sua vida seria um paraíso. Mas seu marido pela fidelidade à igreja faz mais de 4 meses que não a procura, e mesmo quando acontece alguma coisa, é sempre muito rápido e nem prazer nisso ela sente. Ele apenas o faz por obrigação, é a posição mais comum, se coloca por cima dela e começa a meter, daí a pouco tempo goza dentro de si e vira para o lado dormindo. Para Carolina transar com seu marido é uma frustração quando devia ser exatamente o contrário
Ouvindo Carolina falar tudo aquilo e mesmo sabendo que era o efeito do vinho que ambas estávamos bebendo, eu comecei a sentir alguma excitação. E comecei a falar que a vida tem dessas coisas, por isso que temos que experimentar coisas novas e boas
Na hora arrepiou quando perguntei se nunca imaginou ter outras experiências sexuais. Ficou constrangida, mas acabou soltando, confessou que sim, tinha momentos que maginava que sua vida podia ter sido diferente, perguntei como gostaria que fosse, estava falando de fantasias... Prazer? Ela meio sem jeito, falou que nunca soube o que era isso. Nunca tivera prazer, sua voz embargou, quase chorou.
-É mesmo... Mas e seu marido? Perguntei eu.
Quase chorando ela devolveu como resposta:
- Eu sei que ainda sou jovem, mas não sou amada e duvido que alguma o tenha sido, sou uma mulher que cuida da casa e ajudo meu marido e minha em tudo que posso. Mal posso cuidar.
Nas leis da sua igreja a mulher não pode se comportar como nós, mulheres normais. Cuidar do corpo vestir como nós, para eles fazer tudo que nós fazemos é insultar Deus. Aí chorou mesmo,
A abracei, e a mandei chorar no meu ombro, porque se eramos amigas, podia desabafar. Me encostei e a abracei bem forte enquanto falava para ter calma, e que vida tem dessas coisas mas nunca era tarde para mudar o que não está bem. Passava minha mão pelos seus cabelos, quando acalmou eu falei para ela que se quisesse podia vir sempre em minha casa desabafar, que eu a receberia sempre.
Continuamos assim abraçadas por algum tempo, passava minha mão nos cabelos dela e alisava seu rosto, pescoço, tocava seu labios com os dedos e abraçada tocava suas costas pela pela pequena abertura da blusa, do jeito que estava carente não reparou sequer nesses meus pequenos toques nalgumas partes de seu corpo.
As carícias que nela fiz carinho podia ser interesseiro, mas também verdadeiro. Ficámos alguns minutos assim, sentindo o calor do abraço, a apertei forte fiz um cafuné na cabeça e fomos nos desencostando, dei pequenos beijos no seu rosto enquanto falava ela era mulher bonita e que era jovem, que tem uma vida toda pela frente.
Tinha passado o drama, claro que ela deve ter sentido algo nos meus carinhos, percebi ela olhando para mim com alguma coisa no seu pensamento e aquele momento nos deu uma certa intimidade, que também eu senti que tinha um clima. Foi se desculpando pelo drama e tudo mais, eu tranquilamente falei que nós somos amigas, ao que ela respondeu que é isso o que nos salva e que estava muito feliz por me ter ganho uma amiga para tudo, eu também lhe falei que ela podia ter confiança mim, ninguém iria saber da nossa conversa.
Quando demos pela hora já ela precisava ir embora, seu marido podia chegar a qualquer momento e sua filha também podia estranhar sua longa ausência. Antes de ir falei que no dia seguinte eu não ia trabalhar da parte da manhã podia ir lá em casa e conversar mais um pouco, e que gostaria muito de lhe dar umas dicas como levar uma vida mais saudável, e com mais alegria.Se desse tempo ela iria sim, tinha de esperar seu marido ir trabalhar e Tininha ir para escola.
Na manhã do dia seguinte estava eu ainda me levantando da cama e já a campainha da porta estava tocando, sem saber quem aquela hora estaria me querendo falar fui mesmo como estava vestida, apenas de calcinha e soutien espreitar pelo oricular da porta. Era Carolina, para estar ali tão cedo devia estar ansiosa por conversar sozinha comigo. Da parte de dentro perguntei se vinha sozinha, sua resposta foi sim. Então mesmo do jeito que estava eu abri a porta e mandei ela entrar rapidinho. Quando fechei a porta atrás dela pedi desculpa por a receber daquele jeito, mas é que estava indo tomar banho e como não esperava abrir a porta para ninguém fui assim mesmo. Carolina compreendeu minha desculpa e falou que não tinha mal nenhum, afinal eramos duas mulheres.
Enquanto tomava banho falei que podia ficar esperando ali na sala porque seria bem rápido, ou então podia esperar também no meu quarto, ali podíamos ir conversando enquanto eu me banhava. Como não conhecia meu quarto eu a levei comigo para conhecer, falei que podia esperar ali mesmo, no sofá ou até mesmo na minha cama que ainda estava um pouco quente de eu ter me levantado fazia muito pouco tempo.
Ali era o meu território, eu tinha ali uma mulher no meu quarto me vendo tomar banho. Tinha de ser minha de qualquer jeito.
Quando saí do banho completamente nua fui no guarda roupa pegar algo para vestir, Carolina me observava e percorrida todo meu corpo com seus olhos. Então eu perguntei se tinha alguma coisa errada em mim para ela tanto olhar, me respondeu que eu tinha um corpo lindo e perfeito e que adorava ter o seu assim também.
Aproveitei aquela deixa e falei que não tinha porque não queria, era uma questão de autoestima. Se quisesse eu podia a ajudar, quando vesti minha minúscula calcinha fio dental e meu soutien, aquela mulher quase babou olhando meu corpo. Quando lhe perguntei de novo porque estava daquele jeito ela não sabia o que falar. Provocadoramente eu fui junto do seu ouvido e falei para ela:
- Meu corpo está dando um tesão danado em você, né?
Na hora ela gelou e ficou muito envergonhada, a tranquilizei e falei que ela não era a única mulher do mundo a sentir tesão por outra mulher, mais... Para a provocar mais ainda falei que eu naquela noite tinha tocado uma siririca pensando nela. Uma coisa que eu há tempo desejava e pensava ser muito difícil de conseguir afinal estava mesmo ali a meus pés quase implorando por umas aulas de sexo, uma coisa que segundo ela nesmo nunca na vida soube verdadeiramente o que era isso.
Como que hipnotizada com o que estava vendo e ouvindo de mim nem me ouviu mandar ela se despir, se ela queria ser e ter um corpo como o meu tinha de o mostrar para mim para ver o que podia fazer por ela. Insisti e a ajudei a tirar toda a roupa que trazia vestida. Sua calcinha era daquelas que já nenhuma mulher usa, era enorme. Eu peguei uma das minhas mandei ela experimentar, com alguma relotancia lá a vestiu, quando se viu no espelho deu várias voltas sobre si mesma para contemplar seu corpo branquinho dentro daquela calcinha minúscula. Eu sabia que apesar de sentir muita vergonha ela estava adorando aquele momento, e quando ela não esperava eu fui perto dela e a beijei, um beijo muito quente e com muito tesão, minha mão chegou logo no seu seio esquerdo e apertei bem forte lhe dando mais tesão ainda, peguei sua mão e a dirigi até meus seios para que Carolina fizesse o mesmo.
Quando perguntei se queria parar, acenou que não com a cabeça, e depois falou que estava desejando muito ser tocada por alguém, mesmo que fosse uma mulher. Voltei a beijar sua boca, para quem tinha pouca actividade sexual até que ela beijava muito bem, minha íngua passeava dentro de sua boca e ela mesmo a chupava. Tudo ia ficando cada vez mais forte e com muito tesão, naquela hora já nos apertávamos uma na outra, comecei a beijar seu pescoço até chegar perto de seus seios, sentir aquela sensação de ter outra mulher a beijando acho que foi muito gostoso para ela
Aquele lindo par seios grandes com bicos pretos e grandes sobressaíam porque ela era branca, e eu com meus bicos também bem duros a puxei para ficar em pé. Peguei sua cabeça para junto dos meus seios e mandei ela mamar bem gostoso, enquanto mamava num apertava o outro. Ficou nisso por um bom tempo.
Foi aí que empurrei ela para a minha cama, lá deitamos uma olhando para a outra, ficou po baixo e eu por cima começamos novamente a nos beijar, mas logo eu comecei a descer minha língua pelo seu pescoço até chegar nos seus seios. Apertando bem forte aquilo estava me dando um tesão louco. Com gemidos dela tao altos eu apertava mais forte ainda seus seios.
Continuei descendo minha língua pela sua barriga beijei seu umbigo, quando cheguei em sua buceta já estava bem melada, levantei suas pernas deixando ela na posição de frango assado, passei sobre a sua buceta e com ele eu trouxe um fio de baba que coloquei em minha boca. Novamente passei o dedo agora mais forte, quando ela gemeu o meu dedo desceu até seu cuzinho. Estava tentando meter meu dedo naquele cú virgem quando perguntei se eu estava gostando. A resposta dela foi:
- Meu Deus nunca pensei fazer isso com ninguém, e como tudo está sendo tão bom.
Meu dedo indicador empurrava para o seu cuzinho e o dedão ficava passando em cima de seu grelo a deixando cada minuto mais melada, ela mesma segurava suas pernas. Quando a mandei apertar os biquinhos de seus seios Carolina as soltou, gemia muito enquanto apertava seus seios, cada minuto eu ficava mais louca de tesão, ainda custava a acreditar que aquela mulher evangélica estava a ser possuída por mim em tão pouco tempo.
Como ela soltou as pernas, ficando ali na minha frente com sua buceta totalmente à minha disposição não hesitei um segundo e caí de boca imediatamente, com meus lábios na sua buceta comecei a esfregar o seu clitóris que queimava. Do jeito que Carolina se contorcia devia estar até doendo, mas o tesão era maior
Após alguns minutos lambendo sua buceta eu mesma levei minhas mãos até seus seios e ela retirou as dela, puxei bem forte e falei para ela
- A partir de agora você vai ser minha puta. Ela só respondeu:
- Sim, eu quero ser sua puta, sua vadia, cachorra, piranha, galinha e safada e todos esses xingamentos a deixavam maluca.
Eu naquela hora estava bastante melada e fiz ela trocar de posição, me deitei na cama de barriga para cima com minhas penas totalmente abertas deixei minha buceta encharcada toda aberta para ela, ordenei que me chupasse tudo, começou a passar todo o seu rosto pela minha xaninha o deixando todo melado com minha baba que escorria com abundância, meu tesão era enorme. Mandei então que ela chupasse meu grelo, assim fez. Chupava lambia e eu gemia alto segurando sua cabeça e empurrando contra minha buceta, eu rebolava muito deixando sua boca melada
Estava tudo bom demais, quando eu falei que queria sua língua toda de fora, ela não entendeu para o que seria, com minhas mãos abri minha bucetinha toda, coloquei o meu buraquinho todo melado na sua língua e a mandei enfiar ela toda em mim. Entrou toda, concerteza ela pode sentir o gosto da minha xoxota raspadinha. Aquele dia eu estava louca de mais e cometi mais uma loucura, fiz com Carolina o que nunca tinha feito antes com nenhuma das minhas amantes.
Quando começou a descer mais rápido, comecou a sentir um pequeno gosto de mijo escorrendo pela sua língua ela parou... Subiu, mas eu falei que era para deixar sua boca aberta, aquela sensação de uma coisa diferente em minha mente me deixou fora de controle, quando sentiu aquele gosto ela quis mesmo sair, segurei sua cabeça para que ela não a virasse e a submeti a essa humilhação, começou então a sair um mijo quase transparente mas como me falou mais tarde tinha um gosto forte, claro não conseguiu beber todo mas parte eu tenho a certeza que ela bebeu. Perguntei então segurando sua boca se havia gostado daquilo, talvez para não me decepcionar ela respondeu que sim.
Dei-lhe um tapa na cara e a xingando de puta safada, me levantei e passei a tocar uma siririca nela a deixando ainda mais melada e mais doida de tesão. Meti dois dedos na sua buceta melada e com a outra mão puxava os pelos de sua buceta, (tem pelos na buceta porque seu marido assim a obriga por causa da sua religião, mas sempre os apara sem que ele saiba) enquanto doía por um lado sentia tesão pelo outro. Ela sempre gemendo cada vez mais alto, eu continuava xingando ela de várias coisas. Meus dedos entrava mais rápido, mais forte na sua buceta apertada.
Para minha surpresa ela falava para eu não parar que estava quase gozando, mas eu fiz precisamente o contrário, parei de meter, tirei de dentro de sua buceta e com um deles todo lambuzado comecei a meter no seu cu. Primeiro meti só a ponta, depois meti o restante e assim fiquei indo e voltando devagar. Quando ela começou a se rebolar eu meti outro dedo. Carolina gemia e falava que estava doendo.
Tentou me afastar mas eu a segurei pelas pernas deixando sua bunda mais para cima e passei a meter mais rápido, fiquei ajoelhada e tirei os dedos de seu cu. Mandei ela abrir sua boca colocando meus dedos dedos dentro dela a obrigando a sentir o gosto do seu cu. Fez uma cara feia com aquele gosto amargo mas nada falou. De seguida tirei os dedos da sua boca e a beijei.
Minha intenção era mesmo ter ela totalmente para mim, e para isso só faltava eu pegar um dos meus consolos e meter bem forte nela. Não perdi tempo, enquanto ela na cama passava seus dedos pela buceta toda melada eu fui na minha gaveta secreta pegar um deles. Pequei um que nem era muito grande, talvez uns 25 cm, para mim isso é um tamanho médio. Talvez para ela fosse enorme, mas isso não importava muito. Era ela que teria de aguentar.
Ela olhou o tamanho daquilo e se assustou, me perguntou se eu ia meter tudo nela, eu respondi que ia meter sim, na bucetinha e também no curzinho. Se arrepiou toda e falava que na buceta ainda era capaz de aguentar, mas no cu ela achava que não, seu cu era virgem, falava ela. Eu enquanto a beijava falava que seria muito cuidadosa quando invadisse seu cuzinho gostoso.
Nos deitamos e ficamos conversando um pouco até Carolina se recuperar, pouco depois me perguntou se podia me confessar uma coisa, obviamente eu falei que sim. Aquela safada teve o desplante de me falar que se masturbava muitas vezes pensando em mim, e que so não se entregou antes porque tinha medo. E mais... desde o primeiro dia que me viu que logo sentiu um tesão inexplicável por mim.
Ficamos deitadas de conchinha, mas ela ficava passando a bunda em mim, achei que chegara a hora de ela perder o cabacinho em seu cú. Comecei entaoa beijar a sua bunda e passava meu dedo novamente no seu cú, ela gemia... Percebi que estava livre para aproveitar aquele momento
Eu particularmente sou fascinada por um cúzinho de mulher, e sendo o dela ainda virgem muito melhor. Enfie três dedo e ela gritava meu nome enquanto falava que sempre sonhou com a minha mão no seu cúzinho... Foi quando ela me pediu para pegar aquela rola e meter tudo nela e me pedindo também que fosse devagar. Peguei também um gel mais do que rápido lubrifiquei seu cúzinho com meus dedos. Coloquei a cinta com o consolo e fui para cima dela, Carolina se esfregando me chamava de amor, minha linda, minha gostosa,
A mandei se colocar de 4 e passei mais um pouco de gel no seu cú e na rola, comecei a enfiar e ela gritou:
- Pára, ta doendo, eu nunca fiz isso.
Nao podia arriscar e machucar aquele cúzinho apertadinho, eu parei e tentamos na posição frango assado, não entrava aquele pinto era grande demais para um buraco tão pequeno. Mas eu queria aquele cú e estava determinada a comer naquele momento, ele era vermelhinho, tava todo melado com o mel que escorria da sua buceta e com o gel. E o enfiei na sua buceta e comecei a meter com bastante força, quando vi que ela ia gozar o tirei e a mandei ficar de quatro na ponta da cama, agora eu não ia vacilar e comecei a enfiar no cu apertado. Carolina falava que doía e apertava a bunda para não entrar, comecei a beijar seu pescoço e puxei seu rosto beijando ela na boca, mas sempre na mesma posição. Fui forçando a entrada do pénis na sua bunda mesmo sem ver o buraco.
Quando derrepente ele entrou de uma vez, ela começou a chorar e eu disse que ia tirar. Aí ela falou:
- Não, fica meu amor... Vai passar!!!
Com aquela vara enorme dentro de seu cu eu parei por uns minutos, depois comecei um vai e vem, parecia que aquele cú não tinha fim, eu tirava e punha, metia e enfiava, ela meio que chorava, gemia e gritava. Era uma loucura... Foi aí que ela pediu para ficar na posição de frango assado. Nesse momento eu me apaixonei pelo seu cú, quando fui colocar de novo o cú dela estava aberto, todo inchado. Agora ele piscava pedindo mais, fiquei metendo nela uns 20 minutos enfiando e tirando, até que começou a puxar os travesseiros, a apertar e sempre gritando gozou como uma cadela no cio, me puxou para cima dela e me beijou muito. Quando depois tirei a rola bem devagar de dentro dela e comecei a esfregar minha buceta na sua até que eu também gozei e ela chupou todo o mel que minha buceta explia para fora. Deitamos, eu não resisti e olhei seu cú todo arrombado, comecei a meter meu dedo naquele buraco todo cheio de lubricante e um pouco de sangue, agora já mais aliviada, ela ria da minha brincadeira.
Foi uma manhã de loucura, aquela mulher evangélica tinha se entregado toda para mim. Só que antes de ir para sua casa ela quis me confessar mais um segredo seu. Fiquei sabendo então que estavam morando agora ali porque na cidade onde estavam antes ela havia tido um caso com a esposa dum pastor da sua igreja, e seu marido descobriu, para evitar o escândalo resolveram mudar de residência. Fiquei boqueaberta com aquela confissão.
- E sua filha soube de tudo isso? Perguntei eu
- Nossa, nem sonha. Deus me livre que Tininha venha a saber que sua mãe é uma luta safada
Falei para ela que tudo aquilo seria um nosso segredo, e que ninguém nunca poderia saber nada do que tinha acontecido ali no meu quarto e na minha cama.
Mas como vocês sabem que o meu grau de safadeza é muito grande, estou já planeando uma transação a três. Eu, ela é Tininha, quem sabe talvez eu inclua também meu querido filho nessa orgia. Se isso acontecer cá estarei para vos contar.
Comentem e gozem muito se tudo isto vos der vontade

"Andreia Felina"

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Comentários


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skarlate Comentou em 08/07/2017

colossal

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tay23 Comentou em 03/05/2017

Queria uma vizinha assim q loucura de tesão to toda molhada

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kzdo_40tao Comentou em 24/04/2017

Que tesão de conto, vcs tb são um tesão de mulher, duas gatas bem fogosas.

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larissacardoso Comentou em 20/04/2017

Muito delicioso seu conto.... Tive que ler em duas partes...RS..RS. Tô louca pra ler os outros... Leia o meu tbm

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pierre22 Comentou em 17/04/2017

Não vejo a hora de ler a continuação com vcs três juntas..

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pierre22 Comentou em 17/04/2017

Nossa muito excitante muito mesmo tive eu ir até no banheiro pra bater uma pois o tesão era muito mês.... votado com prazer beijos....

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jocamane Comentou em 14/04/2017

Lindo.votado

foto perfil usuario Soninha88

Soninha88 Comentou em 20/02/2017

conto muito excitante, passa uma sensação deliciosa pra nós a sedução entre duas mulheres...votado...bjs

foto perfil usuario eutoaquipraver

eutoaquipraver Comentou em 20/02/2017

delicioso conto, adorei cada parte lindo bj

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andreadoria77 Comentou em 19/02/2017

Votado com prazer!!! Fiquei molhada!!! Beijos!!!

foto perfil usuario reginha.larga

reginha.larga Comentou em 19/02/2017

Que fogosa! Votado.




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Ficha do conto

Foto Perfil andreiafelina
andreiafelina

Nome do conto:
A mãe evangélica da minha menina

Codigo do conto:
97051

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
19/02/2017

Quant.de Votos:
18

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