No começo: Quase violentado... No final: consolado por um pistolão!


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Beleza, pessoal! Estou de volta! Ufaaa... Depois de quase um ano...
Para quem ainda não me conhece, meu nome é Diego (fictício)... Sou sexo puro e adoro ter relações. Simplesmente, adoro sexo, pênis e homens. Tenho hoje 41 anos, sou assumido, não afeminado, Cabelos e olhos castanhos, Uma bundinha pra macho nenhum botar defeito, corpo normal, mas em boa forma.
Para continuar meus relatos, quero que vocês se lembrem deste Trecho no meu conto: O meu cu, foi o 1º na vida do Rodriguinho...
“Saímos do Banheiro e voltamos. Chegando lá chamei minha prima num canto e expliquei a situação. Ela ficou eufórica e feliz por mim. Quem não gostou muito, foi o Breno, ele até tentou me dissuadir, mais fui firme. Em outro conto, vou relatar o que este Puto foi capaz de me fazer.”
... Meu relacionamento com o Rodrigo ia de vento e pompa, nos dávamos muito bem na cama, no entanto, eu não o amava. Era tudo questão de pele, excitação e sexo. Ele sempre foi bom de cama, mas pra mim não era suficiente. A coisa foi esfriando aos poucos, quando descobrir que a família o pressionava pra arrumar uma namorada e se casar. Não achei justo da minha parte prende-lo a mim já que no fundo eu não o amava. De vez enquanto, quando o tesão se acumulava saímos juntos para uma foda. Isso foi se arrastando em semanas, meses e anos. Até hoje, nos dias atuais damos uma para não perder o costume. Claro, que é mais difícil, por causa da mulher dele. Enfim, continuei levando minha vida e fudendo com outros que apareciam. Sou muito fogoso e adoro sexo, assim como esta no meu perfil. O único que nunca aceitei as investidas era do Breno, o namorado da minha prima Kirla. Eu amava e jamais a trairia. Diversas vezes ele vinha com algumas insinuações, pra ver se eu caia, coisas como estas:
- “Quando eu te pegar vou fazer você gozar na minha pica”!...
-“Adoro essa abundancia que você tem... Maior do que da sua prima.”.
-“Dar uma pegadinha aqui bundudo!”.
-“Dar pra mim... Sei q você quer!”.
Para todas e outras investidas eu o mandava pastar e respeitar a mim e minha prima. Lógico que ele fazia isto somente quando minha prima não estava por perto. Muitas vezes pensei em comentar com ela, mas ela gostava e sentia tanto ciúmes dele, que achei melhor ficar na minha. Como diz o velho ditado: “Briga de casal, ninguém mete a colher...”.
O tempo foi se passando e eu continuava a sair e me diverti com minha prima e seu namorado. Alias, vou tentar descreve-lo aqui... Breno, apesar de ser um folgado, não podia negar que ele era um belo espécime. Ele era alto, loiro, olhos verdes que irradiavam malícia, pernas compridas e fortes, ombros largos, cintura bem feita... Enfim um corpo que emanava sexo por todos os poros. O tipo do homem que qualquer mulher gostaria de ter nos braços. Na época ele tinha 25 anos. Não sei explicar. Talvez por ele ser namorado da minha prima e ama-la como a uma irmã, eu não conseguia enxerga-lo como um possível pretendente. Por este motivo que sempre corria de suas investidas.
Certa vez fomos num acampamento, desses que os evangélicos fazem retiro espiritual. Foi muito legal e o ambiente de fato respirava paz e espiritualidade. Divertíamos, oramos e interagimos com o pessoal. Na hora de dormir, os jovens eram divididos a dormirem em grupo de seis em vários chalés espalhados pelo sítio. Chalés dos homens e chalés das mulheres. Na hora que o coordenador nos passou uma lista dos nomes dos ocupantes de cada grupo, para minha grande decepção, eu e o Breno ficaríamos no mesmo chalé com outros quatro rapazes. Mas, contudo não fiquei preocupado, ele não se atreveria a ser grosseiro e safado no meio daquele povo. Como eu estava enganado! Um homem com tesão não possui escrúpulo.
Por volta das dez horas da noite o povo começaram a se recolherem. Nossas bagagens já se encontravam no chalé. Chegando dentro do quarto todos os lugares já estavam escolhidos. Dentro do quarto a divisão das camas eram o seguinte: No canto da parede esquerda ficavam dois beliches, dessas feitas de alvenaria. E no outro canto, o lado direito, uma enorme cama de casal também feita de alvenaria. Como disse anteriormente todos os lugares dos beliches estavam ocupados, restando a de casal. E essa, ficou pra mim e o Breno. Quando fiquei sabendo disso, respirei fundo, mas fiquei fulo da vida. Dei uma olhada no FDP do Breno e o sacana estava com um sorriso safado na cara. Quando foi no outro dia descobrir que foi o mesmo que pediu o Marquinhos ( o coordenador) para nos colocar na mesma cama já que ambos eram amigos e conhecido e que para ele estava de boa. Mas enfim tive que me conformar. Mais tarde, peguei minha toalha e os produtos de higiene e fui tomar meu banho. O banheiro era daqueles que possui vários chuveiros sem divisória. Quando entrei tinha ao menos dois rapazes tomavam banho. Como não sou bobo arrisquei-me de rabo de olho, a dar aquela manjada nas rolas dos crentinhos. Controlei no máximo para não ficar de pau duro. Meu cuzinho piscava de vontade. Mas segurei minha onda. Tomei aquele banho de gato, afinal não queria dar bandeira e ficar excitado na frente dos meninos. Seria muito estranho.
Vesti meu pijama e deitei-me o mais próximo da parede que conseguir. Antes avisei ao puto do namorado da minha prima, pra ficar na dele. Ele deu um sorrisinho malandro e me disse:
- Relaxe Dico...Vou me comportar – Falamos bem baixo para os outros não escutarem...
-Sei. Eu te conheço Breno! – cuspi essa olhando pra ele.
Ele se deitou do lado que pertencia a ele e se cobriu com lençol, estava sem camisa e somente de cueca, aquelas de samba canção. Como de costumes, todos nós começamos a conversar e brincar e contar casos. Assim as horas foram passando. Por volta das 12h00 e meio um dos rapazes deu boa noite e perguntou ao resto da turma se podia apagar as luzes, pois o mesmo iria acordar cedo. Todos concordaram. Quando as luzes se apagaram ficou um breu dentro do quarto, aí eu fiquei tenso. Aos poucos o quarto foi ficando cada vez mais silencioso, dava até pra escutar o canto dos grilos lá fora e o leve ronco dos outros chegando aos meus ouvidos. Quando percebi que o Breno de fato estava se comportando, deixei o sono vim e em poucos minutos me embalei no sono.
Acordei de madrugada, meio sonolento, com uma sensação gostosa de alguém me acariciando por baixo do lençol, senti um tesão enorme e me virei um pouco a cabeça de lado, mas continuei de costa e dei me de cara com o Breno, havia me esquecido que ele estava dormindo comigo na mesma cama. Recobrei rapidinho os meus sentidos, ele percebendo isto tampou minha boca para eu não protestar. Na hora fiquei estático. O sacana estava roçando seu pau na minha bunda e murmurava:
- Delicia de rabão... Deixa-me come-lo?- dizia ele sussurrando.
-mrmrmrmrmrm...mrrrmrmm- tentei falar, mas com a mão dele tampando minha boca foi impossível articular alguma palavra. Tentei sair e ele me prensou na parede. Ele era bem forte. Pude notar imediatamente que minhas calças estavam arriadas até o joelho e minha pica esta dura. Estava com minha bunda encharcada pelo pré-gozo misturado ao cuspe que ele já havia espalhado. Já vazia um bom tempo que aquele tarado estava abusando de mim enquanto eu dormia. Comecei a mexer com o corpo tentando me soltar, ele percebendo isso prendeu minhas pernas e meus braços e me colocando abaixo dele, me imobilizando por completo. Senti a cabeça da rola dele forçar meu cuzinho, na mesma hora fiquei com um tesão da porra e meu cuzinho piscou querendo e desejando aquele invasor, mas a razão, bom senso e o cérebro falou mais alto e institivamente travei a entrada. -– Aí, caralho, não força a tua bunda não, porra! – ele disse bravo aos sussurros. – Levanta essa bunda carnuda pra mim, vai. Eu só balançava a cabeça em negativa. Estava em pânico e pedia Deus que alguém nos ouvisse, ainda estava escuro e o quarto ainda na penumbra, mas ninguém nos ouvia. Não sei de onde arranjei força e conseguir com muita dificuldade empurrar o corpo dele de cima de mim. Aproveitei a deixa e agarrei as bolas deles e apertei ao máximo e o bicho urrou de dor sem fazer barulho. Levantei-me e sair da cama o mais rápido possível. Quase sussurrando o chamei de FDP,escroto e puto. Exclamei essas palavras no modo silencioso e dublado, e ao mesmo tempo subindo minhas calças e cueca. E Ele me xingando no mesmo tom de sussurro: Viado!!! Boiola!... Aiiii caralho... tá doendo!...
Sair do quarto e fui pra fora para respirar um pouco de ar. Meu corpo todo tremia de raiva. Mais ou menos 10 minutos depois, as luzes dentro do chalé se acenderam e alguém vem ao meu encontro, fiquei aliviado ao constatar que se tratava do jovem Matheus, ele estava sem camisa e de calça de moletom. Foi impossível não dar aquela olhadinha na mala escondida por trás daquele tecido. Se ele percebeu, ele disfarçou muito bem e eu mais do que de pressa desviei meu olhar pro seu rosto angelical.
- E aí cara, tudo bem? Perguntou ele pra mim.
- Tudo... É que queria sair pra tomar um pouco de ar- respondi sem muita convicção.
-Quer que eu te acompanhe?
- Não tudo bem, pode ir dormir afinal você ira levantar cedo. Disse pra ele
-Já são 20 pra cinco- exclamou ele em meio a um sorriso- Vamos andar um pouco pra você relaxar, meu compromisso só será as 08h30min... Vou ajudar na pregação da mensagem aos jovens... Você me parece meio pálido, tem certeza que esta tudo bem mesmo? – tornou a me perguntar
- Claro! – Mas você quer saber? Aceito sua companhia. - Ele era tão fofo e de fato sua presença me fazia desanuviar minha mente.
-Beleza, vou ali colocar uma blusa e já volto - Falou ele sorrindo pra mim de forma acolhedora.
Não pude deixar de notar que durante o evento, que o Matheus apesar de novinho, era bem maduro pra idade. Não vou falar a idade dele, mas, posso dizer que ele era bem novo... Fica a critério de vocês imaginarem tal idade. Ele era magro, cabelo e olhos pretos, sorriso lindo, corpinho de machinho em fase de desenvolvimento e uma voz grossa e sedutora. Bom, ele era lindo!
Ele voltou em alguns minutos e fomos explorar o local. Conversamos de tudo e de nada. Era muito bom conversar com aquele rapazinho que além de bonito era muito inteligente. Meu espirito e minha mente foram ficando calma e em paz. Parecia que a tentativa do estupro pelo namorado da minha prima foi se distanciando e ficando esquecido temporariamente. Estava me sentido bem ao lado daquele garoto.
A aurora lutava pra nascer, quase já não dava pra ver as estrelas na imensidão do céu acima de nossas cabeças. Quando demos por nós já tínhamos distanciados bastante do centro do sitio. Caminhávamos por uma trilha que nos levou próximo a um pequeno e bonito rio todo rodeado de arvores. Estávamos praticamente isolados de qualquer olhar ou visão humana. Como era gostoso sentir o cheiro do ar puro, o cheiro das copas das arvores, ouvir os cantos dos pássaros... Tudo muito bom. Do nada ele perguntou:
- “Aquele seu amigo, tentou de pegar a força, não foi? Vai, conta aí, pode confiar em mim”.
Levei um susto e fiquei sem reação. Meu coração gelou! Naquele momento estava de costa pra ele admirando o rio, me virei e olhei para ele totalmente sem graça e com vergonha. Pensei: PUTA QUE PARIU! Ele viu... Ai que vergonha!
_”Não, Claro que não!” – Respondi rápido porem sem firmeza.
Ele se aproximou de mim encostou uma de suas mãos no meu ombro e olhou dentro do meu olho.
-“Ele tentou ti estuprar, não foi mesmo? Ele tentava te enfiar a pistola no seu cuzinho não foi?” – Tornou a me interrogar, agora com mais firmeza. Olhei pra ele e apenas respondi com um gesto afirmativo. Nisso ele veio e me abraçou. Senti na hora o volume na calça do moletom que ele usava. Afastei-me meio assustado e surpreendido. Olhei pra ele novamente e vi malícia e sem mais e nem menos ele tornou a me enlaçar em seus braços e lascou-me um beijo de tirar o folego. Minhas pernas ficaram bambas, meu corpo tremeu como seu eu tivesse tomado uma descarga elétrica e sem controle de minhas sensações e razão, me entreguei. Ai Meu Deus, que loucura! Eu um cara com 35 anos me atracando com um novinho, que podia ser meu filho, no meio do mato e com uma fome insaciável de sexo e luxúria e ainda por cima, crente. Definitivamente vou pro inferno... kkkkkk... Mas já que havíamos começado…
Tentei dizer não, mas o muleke tinha pegada. Chupava minha língua, minha bochecha, minhas orelhas. E eu todo incendiado e dominado pelo meu machinho. Com uma habilidade sem igual ele tirou minha blusa, abaixou minhas calça e cueca. Agarrava as bandas da minha bunda e roçava sua rola na minha, que inclusive, ainda estava escondida por debaixo do moletom, a bichinha babava de tão dura que estava. Nossa excitação e fome eram tanto que nem preocupamos com a possiblidade de sermos pegos em flagrante. Nada importava somente nossa volúpia. Em seguida o imitei. Terei sua blusa, puxei o moletom até a altura dos joelhos. Fiquei de boca aberta. Minha boca encheu d’água. Nossa, gente, que surpresa! Embora Matheus fosse franzino, magrinho mesmo, o cara tinha uma rola muito grossa ainda mais pela idade dele. Por isso que a maioria das bibas sempre diz; Homens negros, homens magros = Pauzudos. Pela minha experiência calculo que devia medir uns 19 cm e era bem grossa. Começava fina na cabeça e ia engrossando pela base. Fiquei hipnotizado. Sem perder tempo dei uma pegada naquela rola, que fez o Matheus gemer de tesão, nisso comecei a alisar seu cacete, enquanto sentia sua boca deslizando para meus mamilos. Eles ficaram tesos e durinhos. Dei aquela gemidinha gostosa e satisfeita. Ao ouvir meu gemido de prazer, O rapaz ficou louco e começou a esfregar com mais gana a rola em mim de forma que ela entrou por debaixo dos meus bagos e imediatamente pressionei um pouco as pernas e aprisionei o mastro um pouco por ali, entendendo minha intenção o gostosinho iniciou simulação de penetração. A cabeçona do pau dele começou a raspar debaixo do meu saco, isso meu deu um frenesi e gemi mais alto ainda. Ai que sensação deliciosa! Após alguns minutos depois e com o pau super duro, Matheus me virou de costas e despiu–me completamente, isso sem deixar de aproveitar para passar a vara no meu rabo, me encoxando. Após ter me deixado totalmente nu, pediu para mim ficar de bruços no chão e enfiou a língua molhada e macia em meu cuzinho piscante.
- Aiiiii, que Delicia...- Dei aquele gemidinha e murmurava feita uma mulherzinha doida por rola.
- Caralho meu, que bunda mais gostosa... Sou tarado por um bundudo!!!- Dizia e voltava a me chupar como se quisesse devorar meu rabo.
Realmente, o cara adorava chupar um rabinho. Eu me perguntava onde esse safadinho aprendeu a fazer aquilo. Lambia, mordiscava e me penetrava com sua língua quente. Não aguentei e comecei a gemer mais alto ainda. Gemia que nem uma cachorrona no cio. Suas linguadas iam ficando mais nervosas. Suas mãos abriram completamente minhas bandas da bunda, expondo meu anel por inteiro. Comecei a rebolar em sua cara exclamava todo assanhado: Vai meu taradinho chupa meu cú...aaaahhhiiii vai chupa, chupaaaaaaaa.... E também podia ouvir, de forma meio abafada, ele dizendo que minha bunda era uma delícia, que eu era um tesão, que adorava comer um cú de homens mais velhos. Depois de um tempo me levantei me ajoelhei e rapidamente fui de encontro ao seu pinto e tentava enfiar ele todo na boca. De tão grande, a baba escorria por todo seu membro. Adorei mamar aquele pau. Adorei engasgar daquele jeito. Tirava o gigante da boca e o segurava sendo o meu troféu. O rapazola urria e chiava.
-“Uiii... que chupada gostosa, vai engole minha rola, vai, vaiiii- falava isso enquanto segurava meus cabelos e forçava-me a engoli-la até á garganta”.
-“Gosta da minha chupada meu galeguinho? Gosta de como engulo ela todinha” – perguntava todo oferecido, igualzinha putinha de zona.
- “Delíciaaa....Delíciaaa... chupa gostoso, chupa meu pauzão, tesão!!!! Boquinha gulosa... safadão, gostoso!!!”
Calmamente, Matheus me afastou até a borda do rio e me colocou de quatro – posição que eu amo – e voltou a chupar meu cuzinho, agora totalmente desabrochado. Eu, sem me conter, me peguei sorrindo sozinho e com o pau super duríssimo, fato que pareceu deixar meu machinho mais safado ainda. Mal ele tirou a língua da minha bunda, pude sentir sua rola se esfregando no meu rego, subindo e descendo. Vez em quando, a cabeça da pica se encaixava naturalmente no meu cuzão e dava pequenas estocadas, tudo feito de forma desapressada. Em alguns momentos eu novamente saía daquela posição pra abocanhar sua vara novamente e, simultaneamente, sentir o gosto do meu próprio rabo e lubrificar bastante aquela verga de respeito.
Naquela sacanagem carinhosa, meu cuzinho foi dilatando sem dor e Matheus foi me dizendo que, daquele jeito, era muito natural qualquer bunda aguentar uma pica daquela, ainda mais a minha que estava faminta por rola.
Os minutos se passavam e sua rola ia ficando cada vez mais ousada nas pinceladas em meu anel. Pude sentir mais feliz ainda, que a cabeça de sua pica já era praticamente engolida pelo meu cu. As tais encaixadas no meu rabo passaram agora a serem mais demoradas e, com tanta saliva e paciência, sua pica ia deslizando em minha bunda feito um parafuso, abrindo calmamente cada milímetro do meu reto.
“Que delícia de cu, cara. Que bunda gostosa!” – Ele repetia essa frase feito um mantra.
“Ai, como você mete gostoso. Devagarzinho, amor. Ai, que fodinha boa!” Eu murmurava feito uma putinha.
E assim fomos até que eu me peguei empurrando a bunda em direção à sua cintura até sentir aquela rola imensa de grossa atoladinha e todinha dentro do meu cuzinho. Que felicidade. Para ter certeza daquele fenômeno, coloquei meus dedos no rego e pude perceber que seu saco já encostara em minhas coxas. Não sentia nada de dor, somente tesão. Me sentia totalmente preenchido, mas não sufocado. Era perfeitamente gostoso.
“Nossa, meu machinho, entrou tudo! Tá todo esse cacetão na minha bunda?!” – perguntei afirmando.
“Tá, meu minha cadelinha safada. Guardei ele inteirinho nesse rabo delicioso. Agora vou te foder, viu? – Matheus confirmou o que eu já sabia.
Meu macho me pegou então pela cintura e começou a estocar com força, fazendo até barulho. Começamos os dois a nos conter, pois nossa vontade era de gritar. Eu, com o rabo já todo arrombado, fiquei de cinco, ou seja com a cabeça esmagada no chão e a bunda inteira pro céu. Ao lembrar-me de um filme pornô, matei um desejo antigo: abri bem as bandas da bunda, junto ao rego e, ao mesmo tempo que expus totalmente meu cu arreganhado para aquela deliciosa invasão, pude sentir meu jovem amante praticamente me sustentando ao segurar firme minha cintura. O safado percebendo minha putaria, tirou a piroca inteira do meu rabo e mandou eu abrir ainda mais as bandas. Meu cu estava um verdadeiro poço, liso e sem pregas. Dava até pra sentir um vácuo dentro do reto. Só de lembrar me dá vontade de bater uma punheta onde estiver.
“Puta cuzão do caralho!” – nem ele parecia acreditar.
“Tá gostoso, amor. Faz mais assim. Me arromba, seu puto!” Eu já estava pra lá de descontrolado. “Olha só o que você faz com meu cuzinho.” Ao ouvir minha putarias Matheus, ficava cada vez mais tarado.
Depois de várias vezes repetirmos essa sacanagem, falei pra ele que não estava aguentando o tesão, mas queria gozar com ele socando a benga na minha bunda. Entretanto, o safado tinha adorado aquela exposição anal e, ao expor mais uma vez meu cu arregaçado, não aguentei e gozei feito uma cadela no cio, sem tocar no meu pau. Gemi feito uma mocinha. Minhas pregas estava tão dilatadas que mal sentia as piscadelas do orgasmo. Matheus então tirou rapidamente o pau do meu cú e começou a se punhetar vendo eu daquele jeito, de cinco com o rabo todo arrombado e piscante.
“Tô gozando… pra caralho, que delícia!” – foi mais ou menos isso que eu ouvi ao sentir aquela chuvinha quentinha e maravilhosa em minhas nádegas.
“Goza gostoso. Joga toda essa porra na sua putinha arregaçada!” – ordenei.
Como eu estava todinho inclinado, aquele creme escorreu por toda minha costa. Exausto, derrubei meu corpo lentamente, ficando de bruços no chão. Mesmo tendo juntado as pernas, dava ainda pra perceber o “estrago” que aquele varão tinha feito no meu cu. Dava pra enterrar quatro dedos nele sem dificuldade. Depois de recuperamos do nosso gozo levantamos e corremos pro rio e nos limpamos... Matheus conferiu as horas no celular era exatamente 7:00 horas da manha. Vestimos nossos trajes e nos preparamos para voltar, foi quanto achei te ouvido passos no fundo da mini floresta, cometei com o Matheus e ele tentou olhar, mas disse pra me tranquilizar;
- “Relaxa, deve ter sido algum bicho, é normal por aqui...” - Disse isso e meu deu um beijo no rosto e logo em seguida deu um tapinha de leve na minha bunda. Pegou em minha mão e me conduziu de volta pro acampamento.
Talvez fosse minha impressão, mas o tempo todo fiquei com a sensação de estarmos sendo vigiado. Mas afugentei aquela ideia. Não me importei mais. Estava muito feliz e saciado. Que Foda divina.
Quando chegamos ao quarto todos já havia levantado e estavam tomando banho... O Matheus se aproximou de mim e pediu segredo e sigilo, disse pra ele não se preocupar seria nosso segredinho! Quando entrei no banheiro percebi que o Crápula do Breno não estava entre os meninos então relaxei, não estava a fim de olhar pra cara sem vergonha dele. Tomei aquele banho.
Mais tarde me encontrei com minha prima conversei outras coisas com ela, nadamos um bocado, mal, mal cumprimentei o Breno. Relaxei e deixei enterrado aquele incidente. Notei que ele estava com o semblante fechado e rabugento. Não dei à mínima. Divertir-me o resto do acampamento, durante a noite pedir pro Matheus trocar de lugar comigo, atitude essa que o Breno não gostou nem um pouco, mas se resignou. Ainda de quebra eu e o Meu machinho, escondidos conseguimos dar mais duas trepadas que foi tão boa quanta a primeira. Nessas cavalguei gostoso naquele pauzão. Trocamos os números de celular para não perdemos o contato. Mas já vou avisando galera que não conseguimos mais matar a saudade. Como os pais do Matheus eram missionários, fiquei sabendo mais tarde, que eles tiveram que viajar pra Bolívia. Conversamos algumas vezes por celular, mas ficou só nisso. Ele me enviou umas fotos da mala dele. Até hoje tenho elas gravadas no meu CD-ROM. Vou posta uma aqui. Lógico que não vou mostrar o rosto dele... Jamais!Kkkkkk.
Chegou a hora de todos irmos embora. Despedi-me de todos... Despedir da minha prima e do namorado dela, claro que ele foi só por questão de educação. Ainda estava puto com ele, alias tinha decidido não conversar com ele mais. Peguei meu carro e fui para um merecido descanso de volta pra casa. Tirando a tentativa de estrupo daquele babaca até que meu retiro espiritual foi bom... kkkkk
Continua...
Espero que tenham gostado, Votem, e principalmente cometem, mesmo que seja pra falar mal. kkkkk...isso é um incentivo pra gente continuar a escrever. E me desculpem pelo erros... Bjs nas pirocas de todos.
P.S.: As última fotos são da pica do Matheus.
Foto 1 do Conto erotico: No começo: Quase violentado... No final: consolado por um pistolão!

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Comentários


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carlaioba Comentou em 15/03/2017

Delícia! Conto votado!

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wqam19 Comentou em 08/02/2017

Adorei seus contos muito bom eles votado com certeza




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Ficha do conto

Foto Perfil gatomanhoso
gatomanhoso

Nome do conto:
No começo: Quase violentado... No final: consolado por um pistolão!

Codigo do conto:
96604

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/02/2017

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5


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