Final de semana em São Paulo com Beatriz


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Final de semana em São Paulo com Beatriz

Mês passado a minha colega Beatriz me convidou para ir a um passeio com ela no final de semana que se aproximava, estávamos as duas de folga. Beatriz trabalha no mesmo lugar que eu trabalho, só que ela tem muito mais tempo na empresa que eu, ainda vem do tempo da anterior administração. Nunca me deu a entender que gostaria de transar com mulheres. Além de mais nem era da minha área profissional, eu sou enfermeira, e ela trabalha na parte administrativa. É separada faz já bastante tempo. Como nunca tive muita intimidade com ela não estava esperando aquele convite. Para justificar o mesmo convite ela me falou que sabia que eu estava sozinha desde que me separei, e como estava com vontade de ir dar uma olhada em algumas lojas de roupas em São Paulo pensou se eu não gostaria de ir com ela. A idéia era sairmos na sexta-feira de manhã, comprarmos roupas e algumas outras coisas mais nas várias lojas que ela conhecia, e retornarmos à nossa cidade no domingo à noite. Me falou que conhecia um hotel muito bom, e que seria bem relaxante passarmos esse tempo juntas, nos divertindo um pouco.
Apesar de neste momento eu ter um relacionamento com um homem como vocês sabem, eu e Júlio estamos juntos há algum tempo, temos uma relação muito aberta. Foram essas as condições que eu impuz para viver com ele. Sempre que eu tivesse algum caso com outra mulher nunca ele interferiria, e ele podia fazer o mesmo. E algumas vezes ele também participa nas minhas loucuras sexuais.
Nessas circunstâncias eu me considerava uma uma pessoa livre, e não tinha que dar justificação da minha vida a ninguém, aceitei aquele convite prontamente sem pensar no que viria a acontecer. Tenho noites deitada na minha cama que fico pensando e por vezes comento com Júlio, porque tanta mulher tem fixação em mim, e não consigo arrumar nenhuma. Só me resta uma coisa... É aproveitar o melhor que a vida nos oferece
No dia combinado Beatriz veio me pegar de manhã e fomos as duas no seu carro . Almoçámos pelo caminho. Por volta das três da tarde já estávamos no nosso destino. Nos breves planos que fizemos para aquele resto de dia, resolvemos visitar um shopping mas sem demorar muito tempo.
O melhor mesmo, sugeriu a minha amiga, seria darmos uma pequena volta pelo shopping, mas voltar cedo para tomarmos um banho, e depois nos aprontarmos, e não jantarmos muito tarde, é que disse ela, a noite em São Paulo era muito bonita e tínhamos muito para aproveitar. Devo confessar que apesar de conhecer razoavelmente bem São Paulo, a noite paulista eu conheço muito mal.
Quando voltamos ao nosso quarto no hotel, já havíamos comprado muita coisa. Passava já das 19:00 horas e não tivemos mais coragem nem vontade para irmos até a piscina.
Optámos por uma ducha rápida e nos refrescámos, falei para ela tomar banho primeiro. Ela se despiu com alguma discrição, e só de calcinha se embrulhou no roupão antes de entrar no banheiro. A ducha foi deliciosamente refrescante. Quando saíu da banheira, ainda completamente nua, ficou surpresa e ao mesmo tempo sentiu uma sensação estranha quando me viu entrar toda nua no banheiro, talvez por não estar acostumada a ver uma mulher assim ou talvez por há muito tempo ela não se ver nua na frente de outra pessoa.
Ela era realmente uma mulher linda, da minha altura e já entrando na casa do quarenta, tinha os seios bem desenhados e firmes. Vi também que quando entrava no banheiro completamente nua ela reparou em mim, principalmente na minha buceta. Com a minha experiência senti que ficou um pouco acanhada, mas achei normal. Ela era mulher e eu também, e esse fato não impediu de nos observarmos mutuamente. Para mim era uma situação normal, mas para ela concerteza não seria.
Depois do banho nos vestimos e saímos à procura de restaurante para jantar. Foi uma refeição bem agradável, onde conversamos de muitas coiusas. Inclusive eu lhe expliquei como me tinha separado e os motivos porque tomei essa opção. Também lhe falei da minha relação com Júlio. Ela me falou que não sabia que eu estava tendo esse relacionamento e me pediu desculpa por lhe ter feito o convite. Se soubesse não o teria feito. Eu respondi que não tinha nenhum problema, eu e Júlio temos uma relação muito aberta e cada um faz o que bem entende sem ter que se justificar. Em seguida fomos visitar de novo um shopping. Assim, pouparíamos tempo e no dia seguinte iríamos diretamente às lojas que gostamos mais. Mas, como encontrámos várias lojas e boutiques abertas, quando voltamos ao hotel, já vínhamos carregadas de compras.
Nos deitamos, cada uma na sua cama e começamos a conversar com a luz apagada, fazendo projetos para o dia seguinte ou falando sobre as compras que fizemos, até que adormecemos.
Acordei no meio da noite sem sono. Alguns segundos depois liguei a luz pra ver as horas, foi então que ouvi a voz da Beatriz.
- Não está conseguindo dormir, Andréia?
- Fiquei sem sono. - respondi.
- Eu também! Respondeu ela de volta.
- Acho que o que nos falta é um homem. Falei eu com um sorriso.
Aquilo que eu falei a pegou de surpresa e ficou pensativa.
- Há quanto tempo você não transa, Beatriz? Eu insisti.
- Desde que me divorciei.
- Sério?!? Eu acho que eu não aguentaria tanto tempo! - disse eu com um sorriso malicioso
Aí eu pensei como ela deveria estar mesmo com saudades de uma boa trepada. Mas fiquei calada. Se instalou o pequeno silêncio quebrado por mim quando lhe perguntei:
- Posso me deitar aí com você?
Um pouco admirada com a pergunta, respondeu que sim, sem dar grande importância. Me levantei dacminha cama e fui me deitar a seu lado na sua cama.
- Eu sempre gostei de dormir acompanhada, desde pequenina! Disse eu me justificando.
Não disse nada, mas deu para entender que o calor de outro corpo junto ao seu lhe fazia bem. Percebi até uma certa excitação por sentir meu corpo semi-nu contra o seu.
- Voce pensa casar de novo Andréia, esteve muito tempo sem transar quando se separou?
Perguntou ela depois de um tempo.
- Não penso casar não. Estive quatro meses sozinha ante de me juntar com Júlio, mas nunca deixei de dar uma boa trepada sempre que tinha vontade e oportunidade. Disse eu rindo. Ela sorri também.
- Também já fiz outras coisas. Falei eu
Percebeu uma certa provocação naquela frase. Mesmo sem experiência ela entendeu ao que eu me estava se referindo.
- O quê? Perguntou dando uma de provocadora também.
- Coisas! Disse disse eu criando expectativa.
- Você já fez amor com uma mulher! Falou ela finalmente.
- Já! Foi a minha resposta
- E você quer fazer isso comigo?
- Não! Respondi muito depressa.
- A menos que você queira. Acrescentei pouco depois.
Sorriu. Nunca tinha feito amor com uma mulher e só de pensar nisso ficava muito desconfortável. Mas, naquele momento, era uma experiência que parecia lhe agradar.
- Eu nunca fiz sexo com uma mulher! Falou.
- Fecha os olhos! A provoquei
- Esquece que sou uma mulher.
Fechou os olhos, ao mesmo tempo que os fechou, sentiu a minha mão acariciando sua perna. Os movimentos da minha mão eram meigos e cheios de ternura, se movendo carinhosamente pelas suas coxas. Depois passei pelo seu ventre logo de seguida pelos seus seios, apertando e massajando docemente. Aos poucos fuidescendo, até chegar à sua calcinha.
- Ohhhhhhh!!! Deixou escapar um gemido gostoso quando enfiei a mão dentro da sua calcinha e sentiu eu brincando com os pelinhos da sua xoxota. Mas quando os meus dedos tocaram seus grandes e pequenos lábios, quase desmaiou. Sentindo sua reação, tirei sua calcinha rapidamente. Quando voltei a colocar a mão nas suas coxas ela abriu as pernas e se entregou por completo.
Logo um de meus dedos tocou seu clitórios, começando a fazer um dedilhado muito gostoso. Beatriz sentia um prazer inexplicável.
- Você está tão molhadinha, Beatriz! Disse eu beijando o seu rosto.
Nesse momento seus olhos já estavam abertos e sua vontade era me abraçar fortemente e me beijar, como faria se fosse um homem que estivesse fazendo aquilo com ela. Mas, mais uma vez, fui eu quem tomou a iniciativa.
- Você está gostando? Falei
Em vez de responder, retribuíu as carícias com um beijo, mas somente no meu rosto. Peguei sua mão e a enfiei por baixo da minha camiseta, bem em cima dos meus seios. "Por que não"? Perguntou para si mesma. Estava um pouco perdida, de forma que resolveu fazer como gosta que façam nela.
Acariciou os meu seios, e depois brincou com os meus biquinhos, que estavam muito durinhos.
- Issooooo, Beatriz!!! Assim mesmoooo! Falei eu gemendo muito gostoso.
Quando viu que eu a ia beijar novamente ela mesma aproximou seu rosto. Mas, esta vez a beijei diretamente nos lábios. Foi sem qualquer pudor que ela correspondeu ao meu beijo na sua boca. Aliás, que poder ela poderia ter quando estava acariciando os meus seios e se deliciando com a minha mão na sua bucetinha? E como estava gostando!
Ainda com as nossas bocas grudadas, me movi pra cima dela. Também eu já estava sem calcinha e nossos púbis se tocaram mutuamente, a deixando sentir como a minha bucetinha estava quente. Tirei minha camiseta para ela sentir uma sensação nova e gostosa ao sentir os seios de uma mulher contra os seus. Até agora tinha sentindo apenas o peitoral de homens contra os seus seios. Mas a sensação com outra mulher era algo muito safado e atrevido.
Em seguida as nossas pélvis começaram a roçar uma na outra, enquanto nós duas nos beijamos loucamente.
- Eu sabia que você ia gostar, Beatriz! Disse eu a abraçando bem forte.
Fez sinal afirmativo com a cabeça e sorriu. Comecei a descer e beijei seus mamilos, pouco depois já estava a lamber e a chupar os biquinhos dos seus seios, a levando à loucura. Mas o melhor ainda estava por vir. Senti todo o seu corpo se arrepiar quando a minha boca parou em cima da sua buceta, beijando, lambendo e chupando todo o seu interior.
Sentiu toda a sua boceta ser lambida e depois apenas o seu clitóris. Estava louca de prazer. Então, substituí minha lingua pelo meu dedo. Aí Beatriz não se conteve.
- Uhhhhhhh!!! Gritou de prazer.
Acho que ambas ficámos surpreendidas com seu grito. Ela pelo menos ficou. Mas não se importou com isso. E continuou a gemer de prazer sem se importar por estar quase gozando com uma mulher em vez de ser com um homem.
Lambi a entrada da sua buceta, enfiando o dedo em seu interior, brincando com as paredes internas. Quando tirei o dedo, foi para voltar a esfregar o seu clitóris. Nunca tinha sentido seu clitóris ser trabalhado daquela forma, tão maravilhosa.
Foi numa explosão de prazer que atingiu o seu orgasmo. O meu dedo no seu clitóris, que antes fazia movimentos rápidos, agora se movia lentamente, lhe provocando ondas de um prazer intenso, até então inédito para ela.
Tudo estava sendo delicioso, e mais ficou quando enfiei o dedo médio da minha outra mão na sua xoxota e trabalhava agora o seu interior, ao mesmo tempo esfregava seu clitóris. Quando Beatriz se recuperou do seu orgasmo estava exausta. Olhou para mim que estava sorrindo para ela, ainda com meu dedo em seu interior. Que loucura!
- Você gozou bem gostoso! Falei eu piscando para ela.
- Gostou? Perguntei
- Adorei!! Foi maravilhoso! Ela toda descabelada respondeu.
Pulei em cima dela novamente, a abraçando bem forte.
- Quer fazer o mesmo comigo agora? Perguntei depois de beijar sua boca apaixonadamente.
- Claro! Respondeu
Era a suaa vez de retribuir o prazer que eu lhe tinha dado. Quando aproximou seu rosto da minha bucetinha ela se sentia uma mulher completamente diferente. Ficou surpresa mesmo foi quando percebeu o quanto eu estava feliz por ela estar chupando minha buceta e lambendo meu grelinho. Depois se deitou em cima de mim para beijar e chupar meus seios, da mesma forma que eu tinha feito com ela. E novamente voltou com sua boca para a minha xoxotinha.
Mas uma nova surpresa estava adeixando ainda mais cheia de tesão. A deixei sentada na cama e enganchei minhas pernas na suas, até nossas bucetas se tocarem. Quando a gente começou a se roçar, nossas pernas se abriram ainda mais, permitindo o contato direto de nossas xoxotas e clitóris contra clitóris. Sentiu que um novo orgasmo estava se aproximando. Por um momento ela tomou consciência do que estava fazendo mais continuou. Se sentia excitada e entusismada.
Começamos a gozar quase ao mesmo tempo. Nos esfregamos como loucas, e depois eu pedi que ela esfregasse o meu grelo com o seu dedo. Fez o que eu pedi, no auge do seu prazer.
Colocou dois dedos no meu clitóris e esfregou o melhor que sabia. Era muito estimulante para ela me ouvir gemer enquanto me contorcia toda. Eu voltei fazer o mesmo com ela novamente.
Ela por fim reconheceu que eu era bem mais carinhosa e meiga que ela. Talvez fosse porque sou muito mais experiente. Antes de voltar a acariciar e a a esfregar beijei suas coxas. Para depois começar a esfregar seu clitóris, parava de vez em quando para a beijar com um carinho e delicadeza que nunca ela tinha imaginado ser possível. Quando finalmente atingiu o orgasmo, se sentia uma mulher muito feliz.
Foi um final de semana maravilhoso. No trabalho claro que ninguém desconfia de nada. Mas agora eu tou planeando levar Beatriz em minha casa e passar uma noite comigo e com Júlio, para ela tirar seu atraso de homem.
Se conseguir arrumar um tempinho, depois vos conto.
Um beijão a todas vocês minhas amigas gostosas.

" Andréia Felina "


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Comentários


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Comentou em 05/04/2017

Humm delicia queria que isso acontecesse comigo! Alguém quer me levar a loucura tbm ?

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skarlate Comentou em 20/01/2017

muito bom

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Soninha88 Comentou em 17/01/2017

outra delícia de conto, fico sempre molhadinha, vc tem uma maneira de escrever que me envolve direto, amei e votei...bjs

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joalumar Comentou em 17/01/2017

mais um grande conto muito bom parabens




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Ficha do conto

Foto Perfil andreiafelina
andreiafelina

Nome do conto:
Final de semana em São Paulo com Beatriz

Codigo do conto:
95705

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
16/01/2017

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
0


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