Festa de Aniversário em Família


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Oi gente!
Depois de um tempão estou voltando.
Hoje vou contar a sequência do conto “Eu sou uma Filha da Puta”.
Esse conto acontece 18 anos depois.
Espero que gostem. Ops, que gozem.


Era uma manhã de sábado quando acordei e me espreguicei na cama. Vestida com uma calcinha branca e uma camiseta grande que ia até a metade da minha bunda, peguei o celular para olhar a hora. Eram 10h da manhã. Nas redes sociais, já haviam dezenas de posts me desejando feliz aniversário. Eu acabava de completar 18 aninhos e me sentia pronta para conquistar o mundo e principalmente os garotos.


Levantei, desci as escadas e encontrei minha mãe na cozinha lavando a louça do café da manhã. Cheguei por trás dela e dei um forte abraço. Ela tomou um pequeno susto.


Filha, feliz aniversário. Te amo! - falou ela ao se virar e me dando um abração e um selinho, continuou. - Como você está se sentindo?
Estou bem mãe - respondi - Onde estão o Papai e o Bruno? Quero um abraço deles também.
Foram ao mercado comprar a carne para o churrasco.


Após essa breve conversa, tomei meu café e ajudei minha mãe a guardar a louça. Eu gostava de ajudá-la nas tarefas de casa, em troca eu ganhava liberdade para sair pra onde eu quisesse, mas sempre depois de cumprir minhas obrigações é claro.


Pouco tempo depois, meu pai e meu irmão chegaram, desconfiados e com as mãos para trás, imaginei que seriam meus presentes, e eram mesmo. Recebi os presentes de cada um com um abraço apertado e muitos beijinhos no rosto e no pescoço e do meu pai, recebi mais um selinho. Como eles são musculosos, aqueles apertos e beijos me deixaram um pouco excitada. Meu irmão notou na hora e ficou me zoando.


Eita maninha! Tá com frio? - Seus faróis estão acesos, peituda.
Para Bruno, deixa de ser idiota. - reclamei - Pai, fala pra ele parar de gracinha.
Dandara minha filha. - respondeu meu pai - hoje você se torna adulta e essas brincadeiras são comuns. Hoje você se torna uma mulher e precisa encarar as coisas com mais humor. Afinal, você terá de enfrentar muita coisa séria daqui pra frente.


Ele fez uma pausa e continuou, num tom mais sarcástico.


E seu irmão não mentiu. Tudo cresceu tão rápido… Você, Pernas, bunda, peitos até a xoxotinha que antes não tinha pêlos nenhum, cresceu.

Ele ficou rindo e eu fiquei sem acreditar no que eu estava ouvindo e quando pensei em falar alguma coisa, meu irmão interrompeu.


É verdade pai. E está gostosa pra caralho. Quem diria que aquele palito ia se tornar essa beldade. Olha o tamanho dessa bunda! E esses “air bags”? Minha nossa! Eu sei que ela é minha minha irmã, mas eu sou homem e meu amiguinho aqui embaixo está dando sinal de vida.


Eu fiquei ainda mais desnorteada enquanto, todos riam, eu olhei para a minha mãe que apenas deu de ombros e eu furiosa falei.


Vou tomar meu banho que é melhor!!! - Falei em um tom sério.
Opa maninha! precisa de ajuda?


Bati os pés e nem olhei pra trás, subi voando as escadas direto para o chuveiro. Fiquei pensando no que eles disseram, será que me viram como uma mulher qualquer? Será que esqueceram que eu sou filha e irmã? De uma coisa eu tinha certeza, minha família estava muito liberal.


O dia foi animado, carne macia, muita cerveja, música boa. Família e amigos estavam espalhados pela casa e pela piscina. Ao final da tarde, cantaram parabéns para mim, comemos bolo e docinhos deliciosos. Por volta das 20h começaram a ir embora, ficando apenas um casal que ia dormir lá em casa. Meu tio Victor, irmão da minha mãe e a esposa dele, Beatriz. Esse meu tio tem a maior cara de tarado, não perdoa ninguém e todos na família acham graça disso. Toda vez que ele me ver fica me comendo com os olhos, eu apenas abaixo a cabeça constrangida sentindo o desejo dele pelo meu corpo.


Lá pelas 22h, estavam na sala minha mãe, o Bruno e a Beatriz jogando conversa fora. No cômodo tocava uma música ambiente agradável e a garrafa de vinho sobre a mesa de centro estava praticamente vazia. Minha mãe apenas sinalizou pedindo para que eu pegasse outra. Me dirigi a pequena adega que tínhamos na dispensa. Ao chegar próximo a cozinha, ouvi meu pai e o meu tio conversando e resolvi esperar um pouco antes de entrar. Fiquei imóvel ao escutar a conversa.


Porra Paulo! - falou meu tio com tom de admiração - Nossa menina cresceu. É uma mulher agora! E que mulher viu…
Verdade Victor. Tá um tesão. Eu sei fazer filha bonita.
E aí, me conta, tu ainda anda espiando ela no banho? Tô sabendo que você anda batendo umas com as calcinhas dela.
Quem te contou isso? - Meu pai foi pego de surpresa então perguntou assustado.
Teu filho Bruno, ele disse que pegou você no quarto dela outro dia com a gaveta aberta e cheirando uma das calcinhas. - Falou meu tio rindo.
Eu vou matar aquele moleque, no mínimo tinha ido lá pegar uma também. Outro dia fui no quarto dele pra ver se estava coberto e encontrei uma calcinha dela suja de porra no chão. Quando cheguei perto dele vi que estava sonhando com ela, falando “quero comer essa sua bunda grande” e “vou gozar nessa sua cara de puta, maninha”. Daí eu vi que o moleque é tarado na irmã, doido pra meter nela.
E quem não é Paulo? - continuou meu tio - A menina tá com um rabo delicioso.


Os dois caíram na gargalhada.


Paulo, vamos incendiar essa festa caralho! ´”É TODO MUNDO NÚ!!
Você tá bebendo demais seu filho da puta. Hahahahaha


Meu pai virou o copo de cerveja e eles ficaram rindo. Aproveitei esse momento para entrar perguntado qual era a piada. Os dois desconversaram, gaguejaram e eu fingi estar tudo bem. Os Volumes nas bermudas dos dois era visível, eu estava nervosa, mas consegui disfarçar bem.


Eles estavam em um estreito corredor que ficava entre a mesa e um armário grande. Pedi licença e disse que ia pegar mais uma garrafa de vinho. Eles recuaram um pouco, mas mesmo assim, fui me apertando entre os dois de forma que fiquei meio presa. Foi aí que percebi que eles estavam brincando de me prender. De lado, pude sentir o volume do pau do meu tio na minha bunda enquanto o pau do meu pai latejava comprimindo minha buceta. Com eles rindo, pedia para que me deixassem passar. Por fim consegui me desvencilhar deles e fui até a adega. Na volta, foi a mesma brincadeira, só que dessa vez, fiquei com a bunda virada para meu pai, que pegou a garrafa da minha mão e disse.


Acho que dessa vez você não consegue - desafiou meu pai, enquanto me olhava com o olhar de safado.
Também acho Paulo. Ela é fraquinha. - falou meu tio para me atiçar.
Veremos! - respondi.


Começamos a lutinha. Eu tentava sair e eles me prendendo e segurando. Nessa hora eu estava com uma camiseta regata folgadinha e um short branco bem curto. Quanto mais eu me debatia, mais meu short entrava na bunda. Aos poucos fui sentindo o pau do meu pai se encaixando cada vez mais na minha bunda. Sentia ele forçar seu membro contra mim e cada vez mais eu ia aproximando minha boca da boca do meu tio. De vez em quando eu esbarrava a mão nos paus, as mãos deles tateando todo o meu corpo. Meu pai encostava a boca na minha nuca e eu arrepiava. Uma das alças da blusa foi caindo para o lado, revelando um dos meus seios coberto apenas pelo sutiã. Agora era eu que sarrava neles, descendo e empinando a minha bunda, o shortinho branco totalmente enterrado na bunda, não tinha mais pra onde entrar, eu estava louca de tesão. A mão do meu tio já entrava no meu short descaradamente enquanto meu pai apalpava meus seios. Eu ofegava e gemia. Quando eu me preparava para tirar a roupa e pegar com vontade no pau do meu tio, ouço a voz da minha mãe me chamando lá da sala, perguntando pela garrafa de vinho. De sobressalto, paramos e ficamos em silêncio. Mais que depressa peguei a garrafa e fui em direção à sala.


Onde você estava Dandara? - perguntou minha mãe.
Eu estava conversando com o papai e o tio Víctor. - Falei tentando disfarçar a euforia.


Ela me olhou por um instante e voltou a conversar com a Beatriz. Se minha mãe notou meu cabelo assanhado e a roupa um pouco amassada, guardou para si.


Meu tio e meu pai apareceram uns dez minutos depois como se nada tivesse acontecido. Meu tio mudou a playlist para música eletrônica e ficou gritando pra todo mundo ir dançar. Meu irmão trouxe para a sala um globo giratório com luzes e apagou a luz da sala. Aos poucos a animação voltou e em pouco tempo estávamos todos dançando em volta do globo luminoso. As músicas foram ficando mais sexualizadas, e a Beatriz começou a sensualizar na pista de dança improvisada. Ela se aproximou do meu tio e ficou subindo e descendo na frente dele. Toda vez que abaixava, deixava a mostra a sua bunda coberta apenas por uma calcinha fio dental vermelha. Como o vestido dela era bem colado ao corpo, não descia totalmente e Elaine não se importava em baixa-lo, deixando-a seminua da cintura pra baixo. Todos olhavam pra ela e era isso que ela queria. Minha mãe também começou a fazer igual no meu pai só que com mais ousadia. Meu pai passava a mão nela e em todo o seu corpo. Uma hora ela olhou pra mim e viu que eu estava meio por fora e meu irmão estava dançando sozinho e falou.


Vai Dandara, mostra para o Bruno o que você sabe.
Não mãe. Tá louca?
É só uma dança filha, aproveita. Não tem nada de mais.
Não mãe. - Falei como se essa fosse a idéia mais estúpida do mundo.


Eles então me ignoraram e continuaram os amassos. Um tempo depois, eu, meio sem graça, comecei a dançar enquanto me dirigia até meu irmão que estava chegando da cozinha com uma cerveja recém aberta. Coloquei os braços em volta do pescoço dele e senti uma suas mãos envolver minha cintura. Ficamos dançando normalmente por um tempo. Logo depois, ele largou a lata de cerveja no chão e me deu um puxão forte para junto dele. Minha cabeça estava a mil. Suas mãos deslizaram para a minha bunda. Não falei nada. Ele aproveitou, me virou de costas. O pau dele duro estava perfeitamente alinhado com o meu reguinho. A playlist mudou pra funk. Eu aproveitei, inclinei todo o meu corpo pra frente e com as mãos tocando no chão, Reboleira que nem uma puta. Meu irmão segurava minhas ancas e dava estocadas violentas. Eu gemia. É alto. Meu gemidos chamaram a atenção dos demais e começaram a vibrar comemorando minha perda de inibição.


Meu tio interrompeu as danças e propôs uma brincadeira. A dança das cadeiras. Todos concordamos meio sem sabermos qual o sentido. Mais que depressa ele pegou três cadeiras e achamos estranho, pois éramos seis. Se era a dança das cadeiras tradicional tínhamos que começar com cinco. Mas ele logo explicou.


Essa é uma dança das cadeiras diferente. Os homens vão sentar, as meninas vão rodear as cadeiras. Vai começar a tocar uma música eletrônica e quando a música mudar automaticamente para funk, as meninas vão sentar em quem estiver à sua frente e dançar no colo do homem.


Os homens vibraram e festejaram enquanto nós, as meninas, ficamos de boca aberta e rindo. A Beatriz foi a primeira a topar, em seguida minha mãe e eu, sempre a mais resistente, após muita insistência de todos. A música começou e começamos a andar em volta das cadeiras, após vinte segundos, o funk começou. Eu parei bem de frente para o meu tio. Fiquei um momento parada sem saber o que fazer, mas meu tio tarado logo cuidou disso.


Vai sobrinha! Rebola essa bundona no colo do titio.


Ele me puxou pelo braço com força. Sentei e rebolei bastante. Vez ou outra me dava tapas fortes na bunda e eu gritava. Ele metia a cara entre as minhas nádegas e eu esfregava e fazia força para trás contra o seu rosto. A música eletrônica voltou outra vez, levantamos e começamos a dar voltas ao redor dos homens novamente, mais alguns segundos, o funk voltou. Dessa vez eu estava de frente para o meu pai. Não fiz cerimônia já sentei rebolando no colo dele. Olhei para os lado e me surpreendi. Meu tio estava com as duas mãos na buceta da minha que gemia e xingava ele.


Vai seu puto! Enfia mais dedos na minha xana! Ai… aii. Isso filho dá puta. Me faz gozar.


No outro lado meu irmão chupando os peitos da mulher do meu tio. Não pensei duas vezes. Tirei a blusa e o sutiã e fiquei de frente para o meu pai.


Nossa filhinha. -Falou apertando meus peitos - Você realmente é gostosa pra caralho!!
Vai pai, chupa os peitos da sua filhinha vai… Já que tá todo mundo na putaria, eu quero entrar também. Mama na sua vaquinha, mama caralho! Mama Papai!!
Eu sabia que não era tão inocente assim. Deixa papai mamãe nesses peitões da minha putinha!
Isso chupa! Bate na minha cara Papai. Eu fui muito má. Bate na sua filhinha vagabunda.


Meu pai me batia com força e quando me xingava de puta e vadia do papai. Ele sugou tanto os meus peitos que ficaram vermelhos. Após muitos amassos e quando eu já estava pronta pra dá pro meu pai. Meu tio interrompeu todo mundo.


Muito bem! Agora que já estamos todos descontraídos e as meninas já estão com a bucetinha pegando fogo - falou meu tio em tom de discurso, - vamos fazer uma última coisa. Hoje é um dia diferente. A Dandara agora conhece e faz parte dos segredos da família.


Todos vibraram. Eu já tinha visto o meu irmão comendo minha mãe, tinha lido, no diário, que minha mãe tinha dado pro meu tio grávida de mim. Mas não sabia que eles eram tão liberais assim e nem que havia acontecido outras transas loucas. Agora, eu estava mergulhada de cabeça nessa loucura. E estava gostando muito.


Hoje, - continuou meu tio - merece uma inovação. Vamos fazer um “dois em uma”.


Ninguém nunca tinha ouvido falar nessa posição ou tipo de orgia. E ficaram perguntando o que significava.


Calma, vou explicar. Vamos fazer um sorteio. Dois potes. Um com os nomes das garotas e o outro com os nomes dos machos. As duas primeiras garotas sorteadas vão trepar com o último macho que sair do pote e os dois primeiros vão foder a última que ficar no pote. Todos de acordo?


Inicialmente todos ficaram sem palavras, dava pra perceber que ninguém nunca tinha feito aquilo e eu então. Mas no calor do momento todos aceitaram. Todo mundo tirou as roupas conforme meu tio mandara. Os homens começaram a bater punheta e olhavam pra gente como se fossemos as presas prontas para o abate.


Meu tio tirou o primeiro nome. Beatriz. O segundo nome veio do pote dos homens. Paulo. Os dois se levantaram e começaram a trocar beijos antes mesmo de sortear o terceiro nome. Meu tio os afastou. Vocês não vão foder juntos. Agora seria eu ou minha mãe. Será que ela ia ser fodida por dois ou seria eu. O terceiro nome veio das mulheres. Minha mãe era a sorteada. Ela ia trepar junto com a Beatriz, ou seja, eu ia levar pica de dois. Quem seriam? Um era o meu pai que já havia sido sorteado. Agora o próximo ia me foder junto com meu pai. O sorteio aconteceu, percebi que era meu tio pelo largo sorriso que ele deu. Victor, anunciou ele. Meu irmão vibrou, ia ter duas mulheres só pra ele e uma delas era a nossa mãe. Ela estava beijando a boca da Beatriz quando meu irmão passou e levou as duas para o quarto dele.


Sem cerimônias, meu pai e meu tio, vieram na minha direção, um de cada lado. Beijei meu pai primeiro com um beijo molhado em seguida virei o rosto e beijei meu tio com a mesma intensidade. A mão dele já bolinação minha bucetinha encharcada. Meu pai falou.


Agora, sua putinha barata, você vai receber o seu presente de aniversário. Duas rolas pra você chupar.


E me forçou a ficar de joelhos para fazer a maior e mais suja chupeta da minha vida. Comecei devagarinho com meu pai, botando apenas a cabecinha e passando a língua. Meu pai foi a loucura. Virei para o tio e fixa mesma coisa. Voltei para o meu pai e repeti. Quando voltei a chupar meu tio, ele se irritou, ele queria agressividade na chupada.


Que porra é essa Dandara?? Chupa esse cacete com vontade sua puta!!!


Ele pegou meus cabelos e com força e fodeu minha boca com violência. Eu engasgava e me faltava o ar. Ele tirou o pau dele da minha boca e me virou para o meu pai. Ele também colocava tudo. Eu queria recuar a cabeça mas meu tio puxava meu cabelo para frente. De tanto tesão, meu pai começou a me bater com fortes tapas na cara. Doía, mas eu adorava.


Sua vagabunda. Quer apanhar? - perguntava meu pai.
Quero. - eu respondia. - Bate mais, bate! Bate os dois ao mesmo tempo.


Apanhei na cara bastante. Meu pai me levou para o sofá. Meu tio acompanhou. Meu tio puxou meu cabelo, levando minha boca direto para o seu pau babado. Levantei uma das pernas e minha buceta ficou exposta para o meu pai. Ele começou devagar e foi metendo até entrar aquelanpica enorme na minha buceta inchada. Ele começou a bombar. Eu gemia e pedia mais.


Me fode paizinho. Fode a sua filhinha cachorra vai! Aiiii… Aiiiii
Fode essa puta Paulo - falou meu tio enquanto eu tinha o caralho dele na boca. - Fode a puta da sua filha gostoso.
Caralho Victor! Você precisa meter nessa xereca cara! Puta que pariu!!!


Trocamos de lado, agora meu tio que me fodida enquanto eu mamava na pica do meu pai. Ele fazia movimentos de vai e vem na minha boca e socava o pau na minha garganta. Meu tio, além de me foder, brincava com meu grelinho. Não aguentei e explodi num gozo alucinante.


Fiquei sentada de cavalgando no meu tio de costas pra ele, ele batia na minha bunda. eu gritava. Gemia. Xingava. Meu pai, em pé, não dava descanso a minha boca. Tirei o pau dele da Boca e me virei. Fiquei de frente para o meu tio. Ele mamou gostoso nos meus peitos. Meu pai já estava empurrando o cacete duro na minha boca novamente. Então eu falei.


Papai. Agora que os dois dentro de mim. Vem. Põe na minha bundinha papai. Vem foder o cú da sua folhinha.
Caralho Dandara! Você quer dar essa rabão para o seu pai??
Quero pai. Vem arregaçar meu cuzinho vem.


Meu pai eufórico, não perdeu mais tem. Deu uma cuspida e ficou brincando coma os dedos por alguns minutos. Meu tio enlouquecido fodia com mais voracidade. Eu senti a cabeça da pica do meu pai entra e soltei um grito de dor.


Aaaaaaaai Caralho!!!! Tá me rasgando toda seu filho da puta!!!!
Cala a boca! Você pediu, agora toma!!!
Aí papai. Você tá arrombando meu cu!!


Eu tinha duas rolas dentro de mim. Meu pai fodendo meu cu e meu ruiva minha buceta. Quase gritei pelo meu irmão pra ele botar na minha boca. Gozei mais duas vezes foi quando eles anunciaram.


Não aguento segurar mais Paulo - falou meu tio.
Também não Victor.


Meu tio se levantou e eu fiquei sentada e abri a boca.


Dá leitinho pra filhinha e pra sobrinha dá seus putos. Vou tomar tudinho!!


Com um urro, os dois, ao mesmo tempo, despejaram grandes quantidades de porra na minha boca. por um tempo eu fiquei mostrando o líquido branco e espesso passeando entre os meus dentes. Minha mãe desceu as escadas todos melada de porra pelo corpo beijou meu pai na boca e sentou ao meu lado.


Dá a porra do papai e do titio aqui na boquinha da mamãe dá.


Ela abriu a boca e eu cuspi tudo dentro. Ela também brincou um pouco e mandou eu abrir a boca novamente. Ela despejou a metade e mandou eu engolir. No final nos beijamos com nossas bocas meladas de porra.



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Comentários


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Comentou em 22/12/2016

Ótimo conto Dandara excitante, votado

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prialves Comentou em 22/12/2016

Sensacional, excitante, adorei e gozei lendo esse conto, beijos a todos dessa família maravilhosa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Festa de Aniversário em Família

Codigo do conto:
93536

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/12/2016

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0


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