09. Com o ex-presidiário


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Olá pessoal! Tudo bem? Vou continuar minhas aventuras contando o que aconteceu hoje (14.12.2016).

Sempre reparei em um rapaz que passa recolhendo latas todos os dias na frente do condomínio. Vejo ele quando chego em casa para almoçar. Faço questão de passar com o carro bem devagar perto dele para apreciar o seu corpo. E que corpo... Mais ou menos 1,75m; moreno escuro; cabeça raspada (Máquina 01 ou 02); aparenta uns 30 e poucos anos e; esta sempre de bermuda, sem camisa e de chinelos. De rosto ele não é muito bonito, mas tem um charme. O que chamou minha atenção, como disse, foi o corpo dele: magro, mas bem definido; todo liso e; com tatuagens no tórax, abdômen, braços, pernas e nas costas. Ele deixa a bermuda sempre bem baixa (Mostrando um pouco dos pentelhos e o cofrinho). Dá para perceber que não usa cueca pelo “balanço” dentro da bermuda. E que balanço...

Ontem (13.12.2016) coloquei algumas latinhas que vinha juntando em um saco e fui colocar no lixo de recicláveis na frente do condomínio (Sim, havia um faxineiro que fazia este serviço, mas quis ir de propósito). Logo que saí, vi o rapaz se aproximando da esquina do condomínio. Fui até o lixo dos recicláveis e comecei a colocar as latas (Com a maior calma do mundo). Nisso o rapaz se aproximou.

Ele: que bom, mais latinhas.
Eu: são todas suas.
Ele: obrigado.
Eu: você passa sempre aqui, né?
Ele: sim, com o que recolho neste bairro consigo uma grana super boa.
Eu: que bom.

Ao lado dele, pude reparar ainda mais no rapaz. MUITO GOSTOSO!!! Cheirava a suor. O dia está muito quente e era hora do almoço.

Eu: como você se chama?
Ele: Leonardo.
Eu: Sou Diego. Já almoçou?
Ele: não, depois vou ver se arranjo algo por aí.
Eu: vamos ali na padaria. Pago algo para você comer.
Ele: nossa, valeu.

Sentamos na primeira mesa perto da calçada. Leonardo pediu um lanche e uma cerveja e eu um suco de laranja.

Eu: você sempre recolheu recicláveis?
Ele: não, eu trampava em uma oficina, mas aí me envolvi com umas pessoas erradas e fui preso.

Na hora senti um pouco de medo.

Eu: ficou muito tempo preso?
Ele: alguns anos. Mas já paguei pelo que fiz. Não devo mais nada. Saí da cadeia faz poucas semanas.
Eu: que bom. E sua família?
Ele: meus pais morreram cedo. Eu era casado, mas quando fui preso, minha mulher sumiu e levou meu filho junto.
Eu: foda.

Nisso, entrou uma moça muito bonita na padaria. Leonardo não tirou os olhos dela.

Eu: gostou?
Ele: nossa, que tesão!
Eu: muito tempo sem comer?
Ele: uma foda completa sim, muito! Na cadeia até rolava umas brincadeiras com alguns viadinhos que tinham lá, mas gozar dentro, faz muito tempo!

A moça saiu da padaria. Deixei cair (De propósito) o guardanapo no chão. Quando entrei embaixo da mesa para pegar, puder ver a barraca armada do Leonardo.

Eu: deu para ver que se animou muito! (Rindo)
Ele: estou do jeito que se ver um buraco estou entrando. (Rindo)
Eu: qualquer buraco?
Ele: com certeza.

Não sei de onde me saiu coragem, mas fui sincero com o rapaz.

Eu: olha cara, vou ser sincero com você, faz um tempinho que venho olhando para você. Sei lá, você me atiçou muito.
Ele: eu já percebi. Você passa com o carro todos os dias perto de mim. Estou com fome sim, mas só dei bola para você, porque notei que seu negócio é rola.
Eu: me comeria?
Ele: agora.
Eu: hoje, infelizmente não dá.
Ele: quando então?
Eu: aguenta até amanhã?
Ele: já aguentei tanto tempo... Só tenho dó de você, porque vou tirar todo o atraso mesmo.
Eu: é o que mais quero! Vamos fazer assim, me espera amanhã, neste mesmo horário, na praça aqui perto. Eu te pego de carro.
Ele: onde vai ser?
Eu: tem um vestiário desativado no subsolo do meu prédio. Minha mãe é a síndica. Eu consigo a chave fácil.
Ele: mas não vão me ver?
Eu: você fica deitado no banco de trás do carro.
Ele: beleza.
Eu: ok. Vou indo. Até.

Deixei uma quantia em dinheiro (Um pouco maior que a conta) e saí da padaria. Não acreditei no que fiz. No meio da tarde me bateu um arrependimento grande. E se Leonardo fizesse algo de errado comigo ou no condomínio? Mas ele pareceu ser um cara de boa.

Não consegui dormir direito à noite. Antes de sair para o cursinho peguei a chave do vestiário nas coisas da minha mãe. Não consegui prestar atenção nas aulas. Saí da cursinho pensando em não passar na praça ou então passar e falar que não iria rolar.

Quando me aproximei da praça vi Leonardo sentado em um dos bancos, vestido como sempre. Bermuda, sem camisa e chinelo. Na hora meu tesão acendeu. Parei o carro e abri a porta de trás. Leonardo entrou.

Ele: e aí, beleza?
Eu: beleza. Deita aí no banco para ninguém te ver.

Passamos de boa pela portaria do condomínio. Desci até o subsolo onde fica o vestiário desativado e parei bem perto da porta. Abri e entramos. Nem bem fechei a porta e Leonardo já veio me encoxando com o pau meia bomba dentro da bermuda.

Eu: calma. Trouxe algumas coisas aqui para você tomar banho.
Ele: ia mesmo perguntar se teria um lugar para eu dar um trato, pois estou suadão.

Entreguei sabonete, toalha, escova e pasta de dente para ele. Leonardo tirou a bermuda. Pude ver que realmente ele não usava cueca. O corpo dele era todo liso, apenas a região do pau e do saco que não, pelo contrário, era bem peludo. E por falar em pau e saco... UM TESÃO! Nunca tinha visto um pau meia bomba e um saco daqueles tamanhos. Enquanto ele tomava banho, puxei assunto.

Eu: sacão pesado hein!
Ele: muito leite acumulado.
Eu: mas você não se masturba?
Ele: na boa, punheta é só para adolescente. Meu negócio é meter. Na cadeia eu batia algumas vezes. Como falei, lá só rolava umas brincadeiras, e eu gosto de socar.
Eu: faz quanto tempo que não goza?
Ele: não vou mentir para você, faz uns quatro meses.
Eu: nossa...
Ele: vai desistir? (Rindo)
Eu: pensei em desistir sim, ontem depois que falamos.
Ele: ficou com medo do marginal aqui? (Rindo)

Engoli seco.

Ele: não tiro minha culpa, mas caí lá por más companhias. Já me arrependi, já paguei. Agora é bola para frente.
Eu: espero que tudo de certo para você.

Leonardo já havia tomado banho e se secado. Estava escovando os dentes.

Ele: mas quero te comer como um marginal.
Eu: a é? Como?

Leonardo pegou a bermuda dele no chão. Chegou perto de mim. Me segurou pelos cabelos e socou a bermuda na minha cara.

Ele: cheira viadinho. Sente o cheiro do teu macho sem banho.

A bermuda tinha um cheiro forte de mijo e suor. Leonardo me soltou e jogou a bermuda no chão.

Ele: agora fica pelado.

Fiquei.

Ele: fica de quatro no chão e lambe minha bermuda.

Obedeci. Senti um gosto amargo. Leonardo se aproximou de mim, deu um tapa super forte na minha bunda e começou a bater o pau dele super duro nela.

Ele: você é baixinho, mas bem gostosinho. Sua bunda é mais bonita do que de muita mulher por aí.
Eu: e vai ser sua.

Recebi outro tapa na bunda.

Ele: fica de joelhos.

Leonardo segurou minha nuca, colocou uma camisinha, e eu comecei a mamar aquele pau. (Ou melhor, tentar, pois era muito grande e grosso) Os pelos ainda cheiravam um pouco de suor.

Ele: aaa...

Enquanto mamava, massageava aquele saco grande, e pesado.

Ele: aaa... Chupa vai...

Mamava com muita vontade, intercalando entre lambidas, punheta e batidas na minha cara. Leonardo começou a alisar meus cabelos e minhas costas.

Ele: põe a língua para fora.

Leonardo batia o pau com força na minha língua. Voltei a mamar com vontade.

Ele: aaa... Aaa... Como você mama bem.
Eu: sou sua putinha. Sua putinha da cadeia. Vim saciar meu homem.

Leonardo segurou minha cabeça com as duas mãos. Deu três cuspidas no meu rosto e socou a pica toda na minha boca. Engasguei muito.

Ele: vou fuder tua boca.

Leonardo começou a meter na minha boca como se estivesse comendo um cu ou buceta. As bolas dele batiam no meu queixo com força

Ele: puta que pariu, que delícia! Você faz melhor do que muita vadia e viadinho por aí.

Voltei a mamar. Quando entrava tudo, Leonardo segurava minha nuca com força para não sair. Eu quase me afogava.

Ele: aaa... Aaa... Aaa...
Eu: delícia de pau.

Leonardo me beijou bem gostoso e com muita vontade, segurando minha garganta. Mordeu meus lábios, chupou minha língua. Deu para perceber que fazia tempo que ele não beijava alguém.

Ele: continua mamando. Estou quase gozando mais vou segurar.

Voltei a chupar com intensidade. Apertava a bundinha durinha de Leonardo e pressionava o corpo dele contra meu rosto. Batia nas coxas dele.

Ele: aaa...

Fiquei punhetanto o pau enquanto chupava as bolas. Uma de cada vez, depois as duas. O saco do Leonardo era muito grande, mal cabia na minha boca.

Ele: delícia!

Lambi os pentelhos, a virilha, subi pela barriga (Tanquinho), lambi o peito e nos beijamos novamente. Leonardo lambia minha orelha e mordia meu pescoço. Levantei os braços dele e comecei a lamber os sovacos. Estávamos loucos de tesão.

Ele: quero te comer.

Forrei o chão com a toalha e deitei de barriga para cima. Leonardo lambeu meus mamilos. Depois, abriu minhas pernas e começou a linguar meu cuzinho.

Eu: aaaiii... Que delícia meu puto! Língua vai... Língua sua putinha...

Leonardo fazia muito bem. Deixou meu cuzinho bem molhado. Intercalava as linguadas com pressões do dedão na portinha do meu cuzinho. Eu estava quase gozando, só com a língua de Leonardo áspera no meu cuzinho, mas segurei. Queria gozar quando ele também gozasse.

Ele: não aguento mais, deixa eu te comer.

Peguei gel e Leonardo passou nele e no meu cuzinho, que já estava piscando e super relaxado. Se posicionou, comigo ainda de frango e começou a penetrar.

Eu: aaa... Vai... Vai entrando...
Ele: Está indo, sente...

Não acreditei que aquilo tudo estava dentro de mim. Mal senti o saco dele encostar na minha bunda, Leonardo começou um vai e vem bem gostoso e lento.

Eu: a... A... A...
Ele: aaa... Tesão...
Eu: aaa... Aaa...

Leonardo começou a aumentar a velocidade.

Eu: a... A... A... A...
Ele: cuzinho de veludo. Muito melhor que muita buceta por aí...
Eu: aaa... Me fode... (Batendo na bunda de Leonardo)

Leonardo me deu um tapa na cara, cuspiu dento da minha boca e colocou minhas pernas sobre seus ombros. As estocadas dele começaram a ser mais ritmadas e vigorosas. Ele estava com acesso e controle total do meu cuzinho. Estávamos nos realizando. Suávamos. Gemíamos. Dava para sentir que, realmente, fazia tempo que ele não trepava.

Eu: fode... Aaa... Fode...

Leonardo aumentou a velocidade. Parou um pouco e começou a me beijar.

Eu: me fode...
Ele: quer rola putinha?
Eu: mete rola na sua putinha, meu marginal...

Leonardo voltou a aumentar a velocidade da metida. O barulho do corpo dele batendo no meu era muito alto.

Eu: a... A... A... A...

Ficamos assim vários minutos. Até que Leonardo quis mudar de posição.

Ele: fica de quatro agora.

Fiquei de quatro, com o corpo apoiado nos cotovelos e com a bundinha bem empinada. Leonardo segurou meus quadris e entrou de uma vez.

Eu: aaa... Como isso é bom...
Ele: adoro de quatro putinha... Aaa... Delícia de cuzinho...

Leonardo intercalava a velocidade das estocadas. Isso era muito bom e me deixava louco. Leonardo deitou sobre meu corpo, virou minha cabeça e começou a me beijar de lado.

Leonardo me deu uma chave de braço, lambeu minha orelha, mordeu minha nuca e começou a socar com uma velocidade impressionante. Nunca tinha sentido aquilo.

Eu: a... A... A... A... Você... Você vai me matar de tesão assim...
Ele: aaa... Aaa... Aaa... Vou transformar seu cuzinho em buceta....

Ficamos assim por vários minutos. De vez enquanto Leonardo dava umas paradas para não gozar. Ele disse que queria dar uma só, para colocar tudo que estava preso para fora, de uma vez.

O vestiário já estava cheirando nosso suor. Eu não estava mais aguentando segurar o gozo.

Eu: Leonardo, eu não aguento mais... Eu vou gozar...
Ele: goza minha vadia, goza...

Gozei de quatro, sem precisar me tocar. Meu pau latejava tanto que involuntariamente contraia bem rápido meu cuzinho no pau de Leonardo.

Ele: caralho... Eu vou gozar... Eu vou gozar... Eu vou gozaaar... Aaaa... Uuu... Aaa...

Leonardo deu um urro ensurdecedor. Pude sentir as várias contraídas do pau dele dentro do meu cuzinho. Foram, no mínimo, dez.

Ele: puta que pariu. Que delícia de gozada.
Eu: eu que o diga.
Ele: você é bom mesmo... Consegue até gozar sem precisar punhetar...
Eu: culpa sua, meteu tão gostoso que aconteceu isso...

Leonardo saiu de mim. Me senti arregaçado. A camisinha estava cheia de porra. Nunca tinha visto tanta quantidade. Era muuuito mesmo!!! Nos beijamos, tomamos banho juntos e nos vestimos.

Ele: eu gostei muito! Foi uma das minhas melhores fodas.
Eu: eu também gostei.

Nos beijamos mais uma vez, entramos no carro e deixei Leonardo novamente na praça.

Ele: valeu mesmo. E olha, tá aqui o troco de ontem, você deixou a mais.
Eu: beleza. Deixei para você mesmo.
Ele: valeu. A gente se vê?
Eu: com certeza.

Leonardo saiu andando, sem rumo e eu voltei para a minha casa. Muito satisfeito, por ter satisfeito aquele macho. Beijinhos...

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico diego2016rpsp

Nome do conto:
09. Com o ex-presidiário

Codigo do conto:
93271

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/12/2016

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0


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