Meu Compadre me Engravidou


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Meu compadre me engravidou
Começamos a nos beijar com toda paixão, ainda mais paixão do que na primeira vez, enquanto me beijava, Armando começou a tocar-me na intimidade, debaixo da saia de meu vestido e como consequência de seu toque comecei a ficar úmida.
- Quero fazer amor com você, disse-me suavemente ao ouvido.
- Eu sei e também o quero, lhe respondi!
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Essa erótica estória, conta como em uma relação sexual sem proteção, eu fiquei grávida de meu próprio compadre. Mas primeiro deixe que me apresente:
Sou Inês, uma mulher de trinta e sete anos de idade, sou branca, meu cabelo é preto natural, bem cuidados, longos, meus olhos são cor de café claro, possuo lábios sensuais, nos quais adoro colocar um batom avermelhado, gosto de usar maquiagem, apesar de não precisar dela para esconder qualquer imperfeição ou ruga em meu rosto, pois não as possuo, afinal de contas tenho um enorme cuidado com minha saúde e com meu corpo. Minha estatura é superior a um metro e setenta, sendo assim, sou uma mulher alta, não tenho barriga, meu abdômen é plano, apesar dos dois filhos que tive meus seios não são grande, são redondos, firmes, minhas pernas são bem torneadas e meus quadris arredondados, uma bunda desejável é o que escuto dos homens quando passo na rua. Adoro usar vestidos e saias o que valoriza ainda mais meus quadris.
Sou casada há dezessete anos, tenho dois filhos, sendo um de quinze e outro de dez anos, sou uma mulher decente e nunca fui infiel a meu esposo, meus princípios religiosos me impediram até então de aceitar as inúmeras propostas recebidas ao longo dos anos. Sou muito dedicada à família e a meu trabalho. Sou economista e respondo por uma grande empresa na condição de diretora setorial. Graças ao meu emprego e de meu esposo, podemos nos dar a certos luxos e a ter uma vida sem apertos econômicos, assim posso frequentar um bom salão de beleza, fazer academia, comprar sapatos e sandálias o que adoro. Gosto de me vestir bem e estar bem sou bem positiva, alegre e desinibida, muito risonha, não tenho muitas variações de humor, exceto quando sou contrariada, detesto ser contrariada.
Agora falemos de Armando, nosso compadre, o homem que me fez quebrar os votos de fidelidade conjugal. Ele é amigo de meu esposo desde a juventude. Estudaram e formaram juntos e somente na vida profissional se separam, pois Armando começou a trabalhar numa empresa e mudou para outro país, contudo os mesmos nunca perderam contato. Ele foi nosso padrinho de casamento e padrinho de nosso filho mais velho.
Desde sempre notei que Armando tinha certa queda por mim, pois aproveitava cada momento que estávamos a sós para me fazer um elogio ou jogar uma piada de duplo sentido. Ele ficou viúvo há uns dez anos, infelizmente sua esposa faleceu num acidente de carro e este ficou ao encargo de cuidar dos dois filhos que tiveram. Sendo que seu filho mais velho também foi apadrinhado por meu esposo e por mim, quando ainda namorávamos.
Armando é um cavalheiro de aparência educada e séria, mas isso é apenas seu disfarce, pois na intimidade com e que se descobre que não é nada do que mostra para todo mundo, seu passatempo favorito é jogar golfe com os amigos e compadres, incluindo aí meu marido, principalmente agora que ele voltou para nossa cidade, por um período de seis meses, por determinação da empresa para reorganizar o parque industrial. Por ser desportista sua condição física é excelente, ele possui um pênis de bom tamanho, muito duro e grosso que sem dúvida me fez gozar com uma puta.
Durante todo o meu casamento esteve esperando o momento oportuno para meter em mim, até que finalmente encontrou o momento e situação apropriados. Armando meteu em mim duas vezes, a primeira vez ele comeu minha bunda e da segunda minha xoxota, como já disse seu desejo por mim era coisa antiga, desde os primórdios de meu casamento, mas sem dúvida havia se ampliado nesses últimos dias com sua volta e ele não escondia seu desejo de me possuir. Cada vez que nos encontrávamos ele não pedia a oportunidade de me dizer alguma coisa, um elogio, uma brincadeira maliciosa ou de duplo sentido e de me cantar. Suas insinuações eram cada vez mais quentes e atrevidas, evidentemente longe de meu esposo. Eu não dizia nada e tratava de ficar afastada dele, demonstrando que estava ofendida com suas atitudes e comportamento.
Mesmo assim isso não significava nada para ele, uma vez que havia decidido meter em mim, dia após dia, sempre usando o pretexto de visitar seu afilhado, vinha a minha casa, ele ficava conversando com meu marido e evidentemente meu esposo não suspeitava do verdadeiro motivo de suas visitas. Eu o recebia como devia um aperto de mão ou então dois beijos na face, sendo que essa segunda opção apenas se estivesse junto de meu esposo quando ele chegava, se o recebia sozinha era apenas um aperto de mão. Um desses dias, mesmo na presença de meu esposo, ele girou levemente o rosto e nossos lábios se roçaram levemente, fugazmente, eu busquei resistir o mais que pude, mas no fim das contas, caí em tentação e deixei que ele me fizesse sua usando-me a seu bel prazer.
A primeira vez que ele meteu em mim foi numa tarde de terça-feira ao regressar do trabalho, esse dia como todos, sai para trabalhar sem saber como o dia terminaria. Eu estava vestida com uma blusa branca e saia, tipo terninho, estava de sandálias de salto e como minhas meias haviam rasgado durante o dia, as tinha retirado e jogado fora. Cheguei a casa por volta das dezesseis horas e meu esposo deveria chegar somente por volta das dezenove horas. Meu filho chegaria por volta das cinco e meia, após o colégio, quando chegou Armando, parecia até que estava me seguindo e controlando meu horário e este dia ele estava mais assanhado e decidido a meter em mim que qualquer outro.
Minha empregada atendeu a porta e ele entrou trazia um pacote na mão e dizia que era um presente para o afilhado, eu estava na sala sentada no sofá lendo uma revista, chegou perto de mim, levantei-me e estendi a mão para saudá-lo, ele então me segurou pelos ombros e esticou o rosto para o beijo na face, resignada resolvi atender a seu anseio, mas dessa vez ele virou o rosto todo e nossos lábios se encontraram totalmente e ele me beijou, roçando levemente a língua em meus lábios.
Preciso confessar que me arrepiei nesse momento, já estava balançada, quase seduzida pelos feitos anteriores e essa manobra que eu já conhecia da vez anterior me pegou desprevenida.
Dirigi-me até a cozinha para beber agua, com a única vontade de me afastar dele. Ele me seguiu com um sorriso safado no rosto. Eu o olhei de forma séria, mas pude perceber que sua excitação esse dia estava mil graus acima do normal, evitando ficar de frente com ele, conversávamos sempre comigo de costas, fingindo fazer algo, pois não queria que ele ficasse me olhando e jogando charminho e se insinuando descaradamente. Em determinado momento ele se aproximou e me abraçou pelas costas, começando imediatamente a acariciar meus seios e a beijar e lamber meu pescoço e orelha, arrepiando-me toda. Comecei a suar e ficar estática, presa, sem saber como me livrar dessa situação e suas mãos me acariciavam, sua boca me enlouquecia. Ele desceu uma das mãos e começou a acariciar minha vagina por cima do tecido, mas instantes depois ele levantou minha saia e enfiou a mão debaixo dela, tocando agora diretamente minha calcinha e deslizando os dedos pela racha de minha xoxota, até que ele a arredou para o lado e começou a tocar diretamente minha carne rosada e nesse momento já molhada, posso dizer encharcada, meu coração estava acelerado e minha respiração completamente irregular. Sua mão rodeou meu corpo e apertou e acariciou minhas nádegas, arrepiando-me mais ainda. Eu consegui me voltar de frente para ele e tentei esbofeteá-lo, mas ele segurou meu braço, no meio da trajetória e me puxou de encontro a seu corpo e de novo beijou-me os lábios com gana, com volúpia. Um beijo tão apaixonado como até então nenhum homem havia me beijado em toda a vida, ele jogava com a língua dentro de minha boca, aquele beijo parecia que não teria fim, quando percebi eu estava retribuindo o beijo e participando do mesmo e apertando meu corpo contra o dele, buscando sentir sua masculinidade dura em meu baixo ventre, atitude clara de uma mulher entregue.
Ao terminar aquele beijo, ele me virou de costas para ele e levantou minha saia, com pressa, subindo-a completamente e apoiando-a em meu quadril.
- Armando, agora não, a empregada esta em casa!
- Ela saiu para fazer alguma coisa, eu vi!
- Meu filho pode chegar esta quase na hora!
- Ainda falta mais de uma hora, ele contra argumentou.
- Fique tranquila, apenas deixe-se levar! Não sabe a quanto te desejo comadre.
Nesse momento, já excitada, me deixei levar e nem me lembrei de mais nada. Armando baixou minha calcinha e elas escorreram por minhas pernas até o chão, agachou-se atrás de mim e começou a beijar minha bunda e lamber meu ânus, deixando-o completamente insalivado, ele enfiava o dedo em minha xoxota e em meu ânus, me fazendo subir os graus da excitação de forma inabalável e intensa, gozei na boca dele. Nem percebi o momento em que ele tirou o pau para fora das calças e ficou em pé. Ele com uma das mãos empurrou minhas costas de modo que eu me inclinasse pra frente e com a outra mão, roçou o cacete no rego de minha bunda, apoiou a glande em meu ânus e empurrou, penetrando-me. Eu não esperava por isso e quase gritei, mordi os lábios que quase chegaram a sangrar, mas ele estava implacável, enfiando tudo para dentro de mim, penetrando-me completamente pela traseira. Por fim senti quando seu ventre apoiou em meu traseiro, ele estava totalmente dentro de mim.
Eu estava acostumada a fazer sexo anal, mas normalmente era uma segunda opção após um normal e tradicional pela vagina, mas esse bruto inverteu e primeiro comeu minha bunda, apoderando-se de mim de uma forma sem contemplação. Não me machucou, pois ele havia feito um bom trabalho com a boca e com os dedos, mas não posso negar que tenha sido surpreendente.
Armando me introduziu o grosso cacete entre as nádegas, devido ao impacto e impulso, eu deixei cair o copo com agua que tinha nas mãos, o barulho com certeza ecoou por toda a casa e sem duvida foi o que atraiu minha empregada para a cozinha. Armando nem se incomodou e continuou metendo em minha bunda sem contemplação, a toda velocidade, como se minha bunda fosse à última tábua de salvação de um náufrago. Nesse instante escutamos alguém entrar na cozinha, nos viramos quase ao mesmo tempo, e vimos minha empregada na porta de entrada da cozinha, com os olhos muito abertos, surpreendida pela cena que presenciava. Ela via como o grosso cacete de meu compadre entrava e saia de minha bunda.
- Perdão, disse ela, saindo rapidamente de volta nos mesmos passos que a haviam trazido.
Nesse instante, meu compadre começou a gozar e a encher meu traseiro de esperma quente e grosso, segundos depois ele abandonou meu quadril e nos vestimos a toda pressa. Ele rapidamente se despediu e saiu de minha casa, deixando a batata quente para eu descascar.
Todo o resto do dia eu fiquei envergonhada com minha empregada. Temia que ela falasse com meu esposo sobre o que havia presenciado. Eu pensava no que ela estaria pensando e isso me agoniava. Mas eu precisava conversar com ela e assim, armei-me de coragem e a chamei em meu quarto, fechei a porta e me preparei para o que poderia vir.
- Quero conversar com você sobre o que presenciou!
- Senhora nada tenho a ver com sua vida, foi sua resposta. Não me interessa sua vida intima, apenas não quero perder meu emprego.
- Aceite esse dinheiro como agradecimento!
- Senhora volto a afirmar não preciso desse dinheiro, apenas não quero perder meu emprego, preciso dele para cuidar de minha família, apenas isso. E pode ter certeza que nunca falarei sobre o que presenciei com ninguém, nunca.
Agradeci a ela por seu pensamento e senti também certa fidelidade a mim ou seria cumplicidade, não sei. Mesmo assim, aproveitei um momento em que ela preparava o jantar e coloquei certa quantia em dinheiro entre seus pertences, não estava comprando seu silencia e sim agradecendo de qualquer forma, mesmo que talvez fosse incorreta.
A partir desse momento não conseguia apagar de meus pensamentos a forma tão apaixonada com a qual meu compadre me possuiu essa tarde, por mais que me esforçasse para tentar esquecer os desejos impuros, era totalmente impossível porque sem duvida alguma, já estava desejando o dia e a hora, em que Armando novamente me possuiria e da mesma forma, eu desejava que fosse da mesma forma, com a mesma impetuosidade. Sempre que recordava aqueles acontecimentos minha calcinha ficava ensopada.
Apesar do desejo, parecia impossível que algum dia tal fato voltasse a ocorrer, primeiro porque não consegui sair mais cedo do trabalho como havia ocorrido e geralmente estava chegando a casa no mesmo horário que meu esposo. Minha empregada me disse que o compadre tinha vindo vários dias e que ficava um pouco e depois se despedia. Aqueles momentos de paixão intensa e posse parecia se perder no limbo, já que raramente estávamos sozinhos quando nos encontrávamos.
Devido a problemas na empresa. Meus dias eram um inferno e já haviam passado três semanas desde aquela deliciosa posse. O que eu não sabia é que na segunda vez em que fui possuída por meu compadre ficaria grávida, irremediavelmente grávida. Não estava tomando anticoncepcional, minha cartela tinha acabado e esqueci-me de comprar a outra, meu ciclo chegou e foi embora, em suma, esqueci-me de retomar o controle.
Como disse, uma noite, três semanas depois, fomos convidados para um evento festivo patrocinado pela empresa de meu marido, fomos a um bom restaurante, jantamos, tomamos vinho. Essa noite nós já tínhamos concordado que a estenderíamos em comemoração e se possível, até mesmo passaríamos a noite em um motel. Assim a noite começou para diversos casais. Depois do jantar saímos para um bar dançante e continuamos bebendo e nos divertindo. Eram dois casais de diretores, eu e meu marido e nesse bar, por coincidência, encontramos Armando que se juntou a nós.
Eu estava usando um vestido preto básico, com um pronunciado decote valorizando meu colo, uma saia bem rodada e sandálias tipo espartana amarrada na perna e meio salto, delicada, fazendo a composição exata de minha roupa. Devido ao decote, não estava usando sutiã e assim, meus seios estavam simplesmente maravilhosos, livres, mas cobertos na media certa pelo vestido. Meu perfume era uma fragrância de madeira, leve e envolvente. Todos me olhavam com desejo e com inveja de meu esposo. Eu estava sensual e provocante. Não sei por que, meu esposo esqueceu-se de nosso compromisso e começou a beber um pouco mais do que devia, trocando em miúdos, Armando percebeu a oportunidade e começou discretamente a manter sua taça sempre abastecida. Eu também estava bebendo, menos, e nem notei a principio a estratégia.
Armando se levantou de nossa mesa e foi ao banheiro, ao retornar pediu permissão a meu esposo para dançar comigo. Meu marido respondeu que sendo compadre, nem precisaria pedir, eram amigos, éramos conhecidos, assim, pela primeira vez naquela noite comecei a dançar com Armando.
Em principio dançava normalmente, mas logo após a primeira musica senti que ele me apertava contra seu corpo, senti sua cacete duro dentro das calças pressionando meu baixo ventre. Minha calcinha começou a molhar, a babar. Estávamos muito próximos, quase dentro um do outro e havíamos nos afastado para o outro lado da pista, longe dos olhares de nossos amigos. Minha respiração estava alterada, estava excitada, sentindo o membro de meu compadre apertando meu corpo, enfiando entre minhas pernas, impedido apenas pelo tecido de meu vestido. Estávamos-nos abraçados, ainda como dançarinos, sua mão em minha cintura desceu por meu quadril e seu dedo desenhou o contorno de minha calcinha, antes de descer pelo meio de minha bunda, marcando bem o rego, até onde seu braço se estendeu e então ele segurou minhas nádegas com apenas aquele mão e apertou nossos corpos, fazendo-me sentir mais que nunca sua masculinidade exigente.
Escutamos um barulho alto, a música parou e todos pararam de dançar, fomos ver o que tinha acontecido e meu esposo estava caído ao chão, estava bêbado e havia tentado se levantar, vindo a cair e bater forte o rosto no chão.
Imediatamente fomos de encontro a ele e nossos amigos e resolvemos que a noite havia acabado. Armando se prontificou a levar-nos para casa. Assim, nos despedimos de todos, eu muito envergonhada pelo vexame de meu esposo, pelo excesso de bebida e principalmente por não ter cumprido nosso plano de passarmos a noite juntos e pior, agora com a presença de Armando, novos pensamentos passavam por minha cabeça, lembrei-me então de cada momento daquele dia em que ele comeu minha bunda.
Minha excitação havia mudado de lado, havia saído de meu esposo e se fixado em meu compadre, mas eu estava temerosa no que poderia ocorrer.
Ao chegar a casa Armando me ajudou a levar meu esposo para o quarto e coloca-lo na cama. Foi então que se iniciou tudo. Estávamos sozinhos em minha casa, meu esposo bêbado no quarto. Começamos a sentir um nervosismo e inquietude que refletia nosso profundo desejo de estar um com o outro, de continuar aquela tarde há tempos ocorrida, mas intensamente presente em nossa libido.
Eu tentava conversar assuntos triviais, mas ele foi chegando perto e então me joguei em seus braços e nos beijamos intensa e apaixonadamente. Com mais paixão ainda que da primeira vez. Armando me tocava por baixo da saia do vestido, acariciando meu corpo, minha intimidade, beijando minha boca com sofreguidão, em razão disso fiquei ainda mais molhada.
- Quero fazer amor com você, disse-me suavemente ao ouvido.
- Eu sei e também o quero, lhe respondi!
Peguei-o pelo braço e lhe disse, vem comigo e subimos novamente para o segundo piso. Abri a porta do quarto de meus filhos para certificar-me de que eles estavam dormindo. Em seguida olhei meu esposo em nosso quarto, estava apagado, fechei a porta e nos dirigimos ao quarto de hóspedes.
Ao entrar no quarto, fechei a porta e passei a chave, certificando-me de que não poderíamos ser surpreendidos, não acendemos a luz do quarto, apenas a lâmpada de cabeceira, que deixava o quarto na penumbra, assim podíamos nos ver perfeitamente.
Excitada como estava, tomei a iniciativa de tudo, levantei a saia de meu vestido e desci a calcinha, sentei-me na cama e separei minhas pernas, abrindo-as, ofertando-lhe assim uma visão perfeita e total de toda minha intimidade rosada e úmida.
Armando se ajoelhou diante de mim e enfiou o rosto entre minhas pernas, iniciando uma chupada de xoxota excepcional. Com total delicadeza sua boa e língua foram acariciando meus grandes lábios, meus pequenos lábios, meu ânus e principalmente meu clitóris. Eu comecei a gozar, estava excitada ao extremo, estava pronta, desejava aquele homem como jamais desejei qualquer outra coisa em minha vida. Se o prazer já era intenso para mim, aumentou quando Armando começou a usar os dedos, penetrando-me a vagina e o ânus, alternadamente, fazendo-me escorrer e ficar completamente mole pela intensidade do prazer que ele me proporcionava. Eu tinha vontade de gemer alto, gritar de prazer, mas tinha que controlar isso, não estávamos sozinhos em casa ou num quarto de motel, meu esposo e filhos estavam nos quartos próximos, poderiam escutar e assim colocar a perder tudo até então construído, assim, meu único recurso foi morder primeiro os lábios e depois a mão, evitando assim denunciar-me ao mundo inteiro.
Após essas preliminares, veio o momento tão esperado, Armando desceu a calça estava sem cuecas, depois me disse que havia tirado ainda no bar quando foi ao banheiro antes de pedir meu marido autorização para dançar comigo, queria que eu sentisse toda a excitação que ele mesmo estava sentindo ao estar comigo nos braços. A cueca fora deixada naquele banheiro.
Armando então, com seu cacete ereto, deitou em cima de mim, pude sentir como seu membro se chocou contra minha vagina. Ele resvalou para cima e para baixo, até encontrar minha entrada e então ele empurrou. Eu estava completamente lubrificada e assim ele não teve nenhuma dificuldade em enfiar totalmente seu membro dentro de mim. Ele começou a se movimentar para dentro e para fora, eu coordenei seus movimentos com o quadril e quando ele entrava eu empurrava meu quadril de encontro ao dele, sentindo assim a penetração profunda em meu ventre. Seu cacete entrava e saia de minha vulva, pouco a pouco foi aumentando a velocidade das penetrações até que estávamos num ritmo alucinante, era possível escutar o choque de nossos ventres, de nossas virilhas acopladas uma à outra.
Sem duvida alguma Armando estava me fazendo o amor de uma forma que somente pode ser definida como maravilhosa em todos os sentidos. A relação já durava mais de meia hora e não estávamos cansados e continuávamos nos movimentando como se a tivéssemos iniciados há instantes.
Foi então que aconteceu o acidente, nesse frenesi, sem que estivesse prevenida, senti quando uma grande quantidade de esperma foi disparada na profundidade de meu ventre, inundando minha vagina. Ele havia ejaculado dentro de mim, não havíamos nos protegido. Ao sentir o primeiro jato eu também comecei a gozar, minhas pernas tremiam, meu corpo se agitava nos espasmos do orgasmo. Seu membro continuava disparando seus jatos profundamente, dentro de meu útero, nossas respirações completamente descompassadas.
Ao final ficamos nos olhando nos olhos, quietos por um momento, seu pênis dentro de minha vagina ainda pulsando, injetando sua semente dentro de mim, disparando aquela carga de esperma fecundante, branco, baboso, repleto de vida. Ao perder a ereção ele saiu de dentro de mim e depois beijou nos lábios e saiu deixando-me ali, sobre a cama com a vagina cheia de sêmen.
Eu apenas limpei externamente minha virilha com minha calcinha, vestindo-a depois, entrei em meu quarto e deitei-me ao lado de meu marido que nem se deu conta de que sua amada e até a três semanas fiel esposa, tinha aproveitado de sua bebedeira para fazer amor com outro homem.
Bem a noite terminou, contudo, quando descobri que estava grávida foi duas semanas depois, percebi que minha regra não baixou, fiz os exames e resultado positivo, no mesmo instante pensei em abortar, contudo, meus sentimentos de mãe ganharam e decidi ter esse filho. Agora meu marido sequer suspeita que o filho que carrego no ventre é de meu compadre, nosso compadre.
Creio que o compadre nem desconfia, mas aquele olhar que trocamos depois dele ter enchido minha vagina de esperma, pode ser alguma pista, o que vocês opinam?


Foto 1 do Conto erotico: Meu Compadre me Engravidou

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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 05/02/2017

Eduardo, aceitei seu convite de sermos amigos aqui no site! Leio e comento seus contos, mas não consigo ver em nenhum deles, uma historia efetivamente real, e experiencia sua! Tem? AMO sexo com mulher grávidas, é muito divino! Betto

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silverprateadosurfer Comentou em 11/11/2016

Uma estoria envolvente e empolgante, adorei como se construiu e até mesmo da forma quase que natural com que ocorreu, uma mulher desejada e perseguida, consegue resistir um tempo, mas não todo o tempo e então acontecem situações que nos enrola como a teia de uma aranha, com consequências para o resto da vida. Uma amizade que pode terminar se essa estória chegar ao conhecimento de seu esposo,

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beto50 Comentou em 11/11/2016

tesãooooooooooooooooooooo

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anya Comentou em 11/11/2016

Delicia de conto, as vezes caimos em tentação, uma atração que nos leva a nos entregar, quando na realidade intimamente, não gostariamos de fazer, mas os hormonios, a sedução e o instinto nos levam a aceitar a corte de outro homem, que não nosso esposo, e nesse momento de fraqueza,a coisa acontece, disparam acontecimentos que trazem repercussões por toda a vida. Esse filho pode ser problema futuro




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Ficha do conto

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apeduardo

Nome do conto:
Meu Compadre me Engravidou

Codigo do conto:
91652

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/11/2016

Quant.de Votos:
24

Quant.de Fotos:
5


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