Como o liberalismo me ajudou com meus pais


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Venho de uma família bem liberal, onde a vergonha nunca houve. Atualmente me encontro com 27 anos. Não quero enrolar muito com características por isso vou deixar vocês imaginarem a vontade.
Minha mãe e meu pai tem, respectivamente, 45 e 48 anos, enquanto que minha irmã hoje tem 28.
Em casa nossos pais sempre foram muito liberais, típico de família comum mesmo, onde tomavam banho de porta aberta, não hesitavam em trocar de roupa na nossa frente, por isso acho que nunca tivemos problemas com a nudez, sempre nos ensinaram a encarar isso com certa clareza e normalidade, óbvio que respeitando sempre o espaço do outro.
Eles nunca tentaram nos forçar ou insinuar a fazer nada, tudo foi acontecendo com naturalidade.

Quando comecei a entrar na puberdade foi minha mãe quem me ensinou como se faz, as vezes tomávamos banhos juntos e já a algum tempo eu ficava excitado ao ver minha mãe tomando banho ou se trocando mas nunca escondi já que pra mim era algo normal, num certo dia ao perguntar à minha mãe pq eu sempre ficava duro ao ver ela pelada ela me explicou que era pq eu estava crescendo e isso fazia parte, que era normal da idade e coisa e tal.
Num certo dia, enquanto tomávamos banho pedi pra que ela me ensinasse a aliviar as dores que eu sentia no saco toda vez que eu ficava duro, foi aí que ela me explicou que eu deveria fazer movimentos com a mão que iam de cima para baixo e e etc.
Foi nesse dia, na presença dela, que eu cheguei pela primeira vez aquela sensação maravilhosa que todos conhecemos bem. Depois disso ela me levou ao guarda-roupas dela e me deu algumas revistas que meu pai tinha escondido lá. Nem preciso dizer que a partir desse dia eu todo dia batia várias, algumas vezes na presença da minha mãe no banho e algumas sozinho no banheiro, ela não ligava, dizia até que achava bonitinho mas não me deixava fazer nada além de olha-la enquanto fazia.
Meu pai já sabia o que acontecia e também não dizia nada sobre, na verdade algumas vezes ele até me trazia revistas novas pra eu me divertir.
Me lembro de um dia em que eu estava batendo uma pra minha mãe no banho, aquilo já tinha virado rotina, e meu pai entrou no banheiro pois iria tomar um banho rápido e voltar ao trabalho, como só tinha 1 box na casa ficamos os 3 lá dentro, não pense que eu me incomodei com a presença dele, continuei me masturbando pra minha mãe que gostava de me ver fazendo isso pra ela, ele que não era bobo nem nada me acompanhou e acabamos gozando, meu pai gozou na perna da minha mãe enquanto eu mirei no azulejo, meu pai recebeu um longo beijo na boca da minha mãe e eu recebi um selinho dela, coisa que ela sempre fazia quando eu gozava na presença dela. Foi a partir daí que comecei a tomar a liberdade de gozar em cima dela mas só quando ela deixava. Foram vários anos fazendo isso quase todo dia.
Eu não tinha vontade de comer minha mãe, longe disso, fora do banheiro eu ainda a tratava com muito respeito, tinha amor de filho mesmo, dentro do banheiro é que eu a via como uma figura feminina e nada alem disso, nunca tentei nada além de apenas observação com ela e ela também não, ela gostava de fazer pose, se inclinar pra me ver delirar por ela mas não saía disso, algumas vezes fazíamos no quarto também quando ela ia trocar de roupa e eu não conseguia me aguentar, mas eu preferia no banheiro já que depois não tinha que limpar chão, hahaha.
Como sempre fizemos isso de porta aberta minha irmã acabou presenciando isso algumas vezes mas nunca teve vontade de participar, coisa que minha mãe e eu sempre entendemos e respeitamos.
Depois que eu atingi maior idade isso ainda continuou acontecendo, obviamente com menos frequência já que eu comecei a ter namoradas e etc, porém com 18 anos, quase 19, eu acabei me acidentando no emprego que eu tinha e quebrei o braço direito(caí de uma escada gigantesca, tive sorte de só quebrar o braço), logo o direito, como iria me aliviar agora? Eu já havia tentado algumas vezes com a esquerda mas não era bom, não tinha a mesma habilidade que eu tinha com a direita.
Minha mãe me ajudava a tomar banho e sempre que ela tomava banho comigo eu acabava ficando duro, ja que na época eu não tinha nenhuma namorada pra me ajudar com isso, durante 1 semana eu sofri tentando me masturbar com a mão esquerda, e nada, não conseguia gozar de jeito nenhum, meu saco já estava inchado(era acostumado desde novo a esvaziar ele todo dia, kk) e começava a sentir dores por não ter como me aliviar. Minha mãe, vendo meu desespero tentava me ajudar de todas as formas, já a algum tempo que ela se masturbava enquanto eu me masturbava no banho, então ela tentava ao máximo me estimular com a visão que ela me dava mas eu não conseguia, era muito difícil sem ter uma mão habilidosa me estimulando. Chegou o dia em que eu desesperado pedi a ajuda dela, diretamente, para me fazer parar de sentir dor, ela então, com toda calma e paciência do mundo tentou me fazer mudar de ideia pois se sentia traindo meu pai ao fazer isso(e isso era verdade já que nós nos sentamos para discutir com meu pai sobre isso e ele autorizou apenas porque ficar sem me aliviar por tanto tempo poderia até me fazer mal). Ela então, nos banhos, passou a me masturbar enquanto se masturbava.
Com uma mão ela batia pra mim e com a outra ela se tocava, algumas vezes isso tudo foi acompanhado do meu pai que parava na porta do box e ficava batendo uma, de vez em quando minha mãe ainda chupava ele enquanto batia pra mim e pra ela.
Com essa melhora na intimidade minha mãe começou a se soltar ainda mais comigo, a roupa entre nós 3 era dispensável, apesar que a gente já usava pouca ou nenhuma roupa naturalmente.
Como disse antes minha irmã era a que menos participava e a que menos se sentia livre com toda essa situação, quando ela fez 19 anos foi estudar em uma universidade em outro estado e ficou morando com umas tias nossas que também moravam lá, portanto era apenas minha mãe, meu pai e eu dentro de casa.
Pois bem, com essa liberdade toda que a gente estava tendo o sexo passou a fazer parte da nossa vida em tempo integral, era mais do que comum eu acordar e ver minha mãe nua preparando o café enquanto meu pai tomava banho, eu também nu ia abraçá-la por trás e dar bom dia, ainda duro por ter acabado de acordar. Ela, sempre com seu jeito doce e gentil, sorria e dizia "bom dia meu anjo, já já a gente entra pro banho tá?". Eu acordava com o pau duro e ficava assim até a hora do banho que era quando eu me aliviava na companhia dela. Com o tempo, naturalmente, o fogo entre nós 3 foi aumentando, acho que a nossa forma de viver acabava nos excitando ainda mais.
Um dia pedi pra que ela deixasse a sua buceta raspada e sem pêlos e ela atendeu. Raspando assim o meu pau e a buceta dela, ambos lisinhos, era lindo ver a buceta dela sem pelos nenhum e aquilo me excitava mais ainda, principalmente quando ela começava a se masturbar.
Agora a masturbação não era exclusiva dos banhos, sempre antes de dormir ela vinha ao meu quarto e batia pra mim enquanto eu siriricava ela, assim que eu gozava ela limpava tudo e ia correndo pro quarto dar pro meu pai(que as vezes ficava batendo uma vendo ela bater pra mim).
Nessa época eu ja sentia muito mais atração por ela, já sentia vontade de comer minha mãe e acho que ela por mim também. Com o passar do tempo eu já nem me masturbava mais, quem fazia pra mim era minha mãe e agora tinha uma coisa a mais que era o boquete, lembro-me de uma semana em que ela estava muito sedenta, se ela me visse nu sentia vontade de me chupar, as vezes na sala enquanto nós 3 assistíamos tv, as vezes enquanto ela sentava na rola do meu pai, as vezes enquanto a comida estava no fogo, minha mãe agora se mostrava a mulher depravada que era, ainda é!
Nessa época eu já chupava sua buceta também e confesso que eu não conseguia vê-la raspada que eu endoidava, a gente sempre se depilava juntos portanto toda vez que a gente se depilava eu acabava chupando ela e ela me chupando, era um 69 sensacional.
Quando eu fiz 20 anos comecei a insistir pra ela me liberar a buceta dela mas ela dizia sempre que aquele era território do meu pai, só quem comia ali era ele e eu só comeria ali se ele permitisse, já que por ela eu já teria metido ali a muito tempo. Eu que não sou bobo nem nada esperei eles começarem a transar na sala e fiquei ali do lado batendo uma, minha mãe me chamou pra que me chupasse enquanto dava pro meu pai, prontamente atendi e depois de um tempo acabei gozando, me recompus e quando vi meu pai também tinha gozado porém minha mãe ainda estava com um fogo incrível, não parava de se dedar, eu então cheguei pro meu pai e falei "pai, posso comer a buceta da mamãe? ela ainda está desesperada por uma rola e parece que o senhor ainda vai demorar um pouco a subir, hahaha"
Ele riu e disse "vai fundo, come até ela gozar"
Não perdi tempo e na hora que eu botei a cabeça na entradinha ela falou pro meu pai "Tem certeza?" e ele apenas confirmou com a cabeça, meti o máximo que eu pude e ja comecei bombando forte, mantive o ritmo o máximo que pude e quando cansei ela subiu por cima de mim e começou a cavalgar, era uma cena maravilhosa ver minha mãe sentando com tanta vontade no meu caralho. Não demorou muito e eu gozei, dentro mesmo já que ela tomava anticoncepcional, continuamos nisso por anos, as vezes meu pai comia ela também, as vezes ele só olhava, as vezes era eu quem só olhava, vivemos felizes dessa forma até hoje, mesmo tendo namorada atualmente continuo comendo minha mãe, com menos frequência mas sempre dando atenção pra minha coroa que me ensinou tudo que sei hoje.


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Comentários


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casadobiabc Comentou em 08/11/2016

Que delicia uaaauuu!!

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nastykappa Comentou em 08/11/2016

Excelente conto. VOTADO!

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marcosativosp Comentou em 07/11/2016

Votado! Belo conto, feito de maneira que não deixou vulgar e nem por isdo diminuiu a excitação do conto! Parabéns!!




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico aeiaei

Nome do conto:
Como o liberalismo me ajudou com meus pais

Codigo do conto:
91533

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/11/2016

Quant.de Votos:
17

Quant.de Fotos:
0


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