Meu primo, minha paixão 1ª parte


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Bem, adoro ler esses contos, mas como me falta criatividade, resolvi fazer um relato do que ainda tenho na memória, por isso, talvez, muito próximo da verdade, de algo que rolou com o meu primo em uma tarde de nossa juventude. Eu sou um daqueles que concorda com a frase: “primo é tudo de bom”, pelo menos eu posso dizer que o meu, para mim, é delicioso!
O fato que relato aqui, não foi a nossa primeira transa, aconteceu depois de um tempo da nossa primeira vez, mas, me marcou muito. Diria, é inesquecível! Nesse dia, como de costume, fomos para o meu quarto, mas só que diferentemente dos outros dias, Fernando, meu primão, sentou-se na ponta da cama e se encostou na parede, eu deitei de bruços com a parte superior do meu corpo sobre suas pernas e ficamos ali “conversando”. Assim que deitei, sua mão direita malandramente pousou sobre minha bunda, como que nada querendo, mas me apertando e massageando. Minha bunda e cuzinho ele já conhecia muito bem. Eu estava com minha cabeça deitada sobre meus braços, que por sua vez estavam dobrados sobre suas coxas e com meus olhos voltados para os seus. A conversa era putaria pura, sobre o que já tínhamos realizado em encontros anteriores. Meu primo era muito safado e debochado, mas seu sorriso de cafajeste me conquistava, me atraía para ele. Era um iniciante de machão incorrigível. Para mim o homem mais lindo do mundo. E o mais gostoso também. Ele era tudo para mim e depois que começou a me comer fiquei cada fez mais apaixonado. Seu jeito malandro de ser e a forma como me tratava, com uma certa rudez, me deixava entregue aos seus encantos. Eu queria ele todo, mas, ele só se interessava pelo meu cú. Eu não me importava. Me sentia feliz com isso, tinha pelo menos algo dele para mim e seu cacete me satisfazia muito.
Ali, deitado sobre suas pernas e sentindo seus músculos, suas mãos me acariciando, seu corpo próximo do meu, seu sorriso de canto de boca, seus cabelos loiros brilhantes, já iludia a minha paixão, acreditando que um dia ele me aceitaria de uma forma mais presente. Sonhos, esperanças, mas o que valia era o presente e agora o tinha em carne e osso a meu dispor e não poderia perder a ocasião. Deveria aproveitar da melhor maneira possível. Suas mãos remexiam meu corpo, explorava minha pele, aflorando meu tesão. O dele também, pois sentia e via bem próximo seu pimpão crescer dentro de suas calças. Mas como também não sou de passar vontade, resolvi libertar aquele menino sedento que despertava para o prazer, e desabotoando suas calças, libertei seu cacete já semi duro e úmido de tesão. Segurei com minha mão direita e admirava-o de perto, vias suas veias, o tom vermelho de sua cabeça brilhante e já melecada de seu visgo sexual, seu corpo firme, viril, sua pele macia, que me hiptonizava e potencializava o desejo por aquele cacete. Senti sua mão direita subir pelas minhas costas e seus dedos se misturarem por dentro de meus cabelos, suei frio de tesão, sua mão esquerda tomou seu cacete para si e a partir daí tudo mudou. Começou acariciar meu rosto com seu membro delicioso. Nunca tinha feito aquilo, estava me dando um carinho especial, com seu cacete melado massageando meu rosto e pescoço. Fiquei mole e arrepiado com as novas sensações e mais doido ainda por sua pica. Minha vontade logo foi satisfeita, quando ele segurando firme minha cabeça começou a massagear meus lábios, que estavam fechados, com seu cacete duro e viscoso, não vacilei e cedi, abrindo minha boca recebi aquela delicia que foi preenchendo de prazer minha alma e meu corpo. Aceitei o que me foi oferecido e procurei aproveitar da melhor maneira possível, retribuindo com carinho e volúpia. Deixei que ocupasse todo espaço possível em minha boca, abocanhando com muito desejo e paixão, avivando meus sentidos, potencializando meu prazer e confirmando minha busca por aquele homem. Horas mais tarde, já só, pude rever em minha mente aquele momento, que foi marcado de forma impagável em minha vida e que hoje compartilho com vocês. Meu primo, minha primeira paixão, jamais entenderá meus verdadeiros sentimentos por ele. Em sua maneira bruta de ser, extraia de mim só os prazeres próprios, não percebia a minha entrega e minha busca em uma cumplicidade mais ampla, de corpo e alma. Não dividia sentimentos. Seu cacete quando deslizou em meu corpo através de minha boca, me transformou, me sufoquei com sua carne viril, senti sua força e sua maciez, sua dureza e sua vivacidade, estava em outro plano, um novo tipo de atração por ele foi me mostrado. Minha alma ficou leve, meu corpo feliz recebia seu membro duro, quente, pingando prazer em minha boca sedenta. Era uma maneira mais sublime de ter meu primo para mim, tocava seu membro com minha língua, acariciava de uma outra forma, sentido seus sabores mais íntimos, sabor de meu macho, do homem que me comia e que a seu modo também me dava muito prazer. Agora estava descobrindo cheiros únicos, texturas e sensações novas que eram só dele, de sua virilidade. Não tirei-o mais da minha boca, agora ele já estava no completo domínio das minhas vontades, lambia, chupava e saboreava a meu bel prazer. Fernando gemia e amolecido, deixava que eu fizesse o que tinha vontade de fazer com seu mascote. Não sei o tempo que levei para satisfazer meus conhecimentos naquela delicia, mas sei que me deliciava a contento, um prazer como nunca sentido, avivava mais ainda a minha entrega e aminha busca pela minha paixão primaveril. O safado do Fernando, percebendo minha entrega e minha gula pelo seu cacete, tratou de me acender mais ainda, e aproveitando da minha posição, abaixou levemente meu shorts, o suficiente para introduzir sua mão e começar acariciar meu rabinho e não contente, introduziu um dedo, me excitando, deixando louco de tezão. Era como se ele tivesse dois cacetes, um ocupava meu cú, o outro eu me fartava oralmente. Estava duplamente satisfeito! Os seus desejos fazia parte de minha entrega, eu adorava isso. Queria isso mesmo, queria ser explorada pelo meu “companheiro de prazer”, queria amolecer sua alma e um dia poder fazer carinho em todo seu corpo e sentir o sabor de seus lábios, a força de sua língua e o calor de sua boca. Fazer respiração boca a boca, sentir seu hálito e me deixar levar pela força de seu braços e abraços. Sabia que tudo isso era um sonho distante. Agora estava me deliciando com seu cacete, uma novidade! Não sabia proceder muito bem, estava tímido, não sabia ao certo o que buscava. Estava mais preocupado em satisfazer ao Fer, do que a contentar as minhas curiosidades. Mamava seu cacete e fartava meus prazeres com a boca cheia de tezão. Estava curioso para saber o final dessa brincadeira, no cú já sabia muito bem como terminava, mas na boca não. Estava ansioso por isso, por isso chupava sem parar, engolindo freneticamente aquele cacete que não demorou para matar minha curiosidade. Farto pelas caricias de minha língua, e parecendo dobrar de tamanho, tremendo de prazer expulsou todo seu gozo, me alimentando com uma sopa deliciosa de porra. Liberou seus prazeres com vontade, oferecendo todo o seu semen para matar minha sede de fêmea alucinada. Minha boca se apoderou de todo aquele saboroso liquido. Eu me satisfazia e me sentia plena de prazeres absorvendo parte de seu corpo para mim, mamava como um cabrito seu leite que me dava prazeres únicos. Para minha imaginação sua porra selava a nossa união, tinha ele em mim e realmente ele nunca mais me abandonou, pois seu gosto ainda está aqui, sempre comigo.
Quando acabou de gozar, relaxou e eu continuei deitado em suas pernas, também relaxei, mas continuava a segurar e acariciar seu falo, que realmente me inebriava e me satisfazia imensamente. Depois de um leve cochilo dos dois para recobrar energias, ele me disse:

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91167 - meu primo, minha paixão 2ª parte - Categoria: Gays - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jalmeida

Nome do conto:
Meu primo, minha paixão 1ª parte

Codigo do conto:
90840

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/10/2016

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0


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