Minha vizinha casada me deseja tanto quanto eu a e


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Minha vizinha casada me deseja tanto quanto eu a ela

Me desnudo completamente. Abro a porta de minha casa, que dá para um corredor com apenas uma porta a mais. Bato a campainha na porta de minha vizinha e retorno, deixando minha porta aberta, e espero. Ouço minha vizinha dizer olá. Segundos depois escuto sua voz já dentro de minha casa dizer outra vez, olá. Sei que ela me procura, enredada na rede que estou tecendo e a atraindo.
Havia deixado todas as demais portas de minha casa fechadas, da cozinha, do banheiro, da sala, a única aberta é a de meu quarto. Estou de costas para a porta e consequentemente para ela, olhando pela janela cujas venezianas estão parcialmente fechadas, deixando apenas uma fresta por onde observo a rua, um andar abaixo. Escuto sua voz perguntando-se se estou bem. Sua voz está um pouco tremida, mas não de medo ou receio. Ela sabe meu nome, mas de novo apenas pergunta se estou bem, sem responder, apenas lhe peço que se aproxime, por favor.
Imagino que nesse momento uma sombra de duvida deve ter passado em seus pensamentos, deve ter pensado em seu esposo, em sua filha que sairá do colégio dentro de duas horas, mas esses pensamentos duram apenas alguns segundo, contudo para mim parecem eternos.
Escuto seus passos aproximando-se. Nesse momento meu coração se acelera e percebo como meu cacete vai inchando e endurecendo.
Ela se aproxima por trás e me abraça, diz que não acredita no que está acontecendo, mas suas mãos não param de acariciar meu peito, deslizando os dedos por meu peito sem muitos pelos. Seus lábios tocam minha nuca arrepiando-me, eu tento seguir impassível, mas isso é impossível, deixando-me à sua mercê, pelo menos até que todos os seus receios, que são poucos, tenham desvanecidos. Meu cacete já está completamente ereto, erguido como um monólito. Suas mãos agora se deslizam por meu torso, descendo até meus quadris. Pede-me que não me vire e nem abra as persianas, o que nos excita ainda mais. Escuto que ela está se desvestindo rápido. Sinto agora os bicos de seus seios em minhas costas, quando ela volta a me abraçar por trás, colando seu corpo ao meu. Sinto seus pelos roçando meu quadril e minha coxa, seu movimento é leve, quase em câmara lenta, mas as sensações que transmite são profundas e intensas. Sou pelo menos vinte centímetros mais alto que ela, assim, me frustra um pouco que não possa roçar em minha bunda a mata de pelos que cobre seu inchado monte de Vênus. Sua mão agora abandona meu quadril e busca meu membro. Sua mão desliza por toda sua longitude e ela sussurra em meu ouvido, que não é muito grande, mas que é muito grossa e que a fará sentir como nunca antes na vida.
Já não aguento mais e me viro e começamos a nos beijar, com intensidade, com paixão, com desejo. Nossos sentimentos são intensos, agarro um de seus seios, acaricio aperto e por fim me dobro para leva-lo à boca, comecei a chupar seu já intumescido mamilo, arrancando pela primeira vez de seus lábios um gemido de prazer.
Ela então me puxa para a cama, onde cai de costas, com as pernas escancaradas, mostrando-me sua suculenta e molhada xoxota. Eu me perco entre suas coxas, apropriando-me com os lábios de seus lábios vaginais, os grandes e pequenos e especialmente de seu clitóris, que pela excitação, já estava exposto, mostrando-me a intensidade daquela mulher.
Enquanto estou chupando e sugando suas intimas carnes, ela leva a mão à boca, tapando-a, evitando assim que seus gemidos sejam ouvidos ou mesmo que grite de prazer, ela tenta apaziguar seus gemidos, mas não é muito eficiente nisso, assim, puxa a colcha da cama e a morde, não pode se delatar, mesmo sabendo que não havia mais vizinhos por perto, já que éramos os últimos do corredor.
Eu beijo sua coxas, seus lábios, enfio minha língua em seu canal, acompanhado de um dedo, que introduzo até sentir a glândula em forma de amêndoa, próximo ao osso de seu quadril, na parte de cima do canal, bem ao final de meu dedo médio.
Ao acariciar esse local seu corpo se contorce em espasmos de prazer e ela sente o primeiro orgasmo, aperta minha cabeça com as mãos como se querendo que eu entrasse dentro dela a partir de aí.
Ela já está completamente lubrificada, seus fluidos escorrem por suas coxas e molham minha cama. Ela torce o corpo de modo que possa segurar e acariciar meu cacete, tentando de alguma forma retribuir o carinho que está recebendo de meus lábios. Eu leio em seus olhos que ela quer me chupar também, tanto que viro na cama de modo que adotamos um sessenta e nove, mas eu puxo seu corpo por cima do meu e abraço seus quadris, de modo que sua vagina fique exatamente na altura de minha boca e que ela não conseguirá sair dessa posição facilmente, suas pernas abertas, seus joelhos dobrados, apenas meu nariz estava fora da curva de suas nádegas e minha língua continuava martelando suas carnes rosadas e tenras.
Sua língua brinca com meu cacete, sugando e lambendo. Ele pulsa dentro de sua boca e ela aperta os lábios em torno do cilindro que penetra sua cavidade bucal, sua mão acaricia meus testículos, mas de pronto ela trava toda, deita sobre mim e sente mais uma vez um arrasador orgasmos chicotear seu corpo, tenta se libertar, mas estou aferrado em sua cintura imobilizando-a e sujeitando-a de modo que começa a soluçar e sem forças se deixa cair sobre meu corpo, entregue e extenuada pela intensidade de prazer que estava sentindo.
Nesse momento a retiro de cima de mim e a deito de costas na cama, suas pernas abertas, ela entregue, ajoelho entre suas pernas e aponto meu membro para a entrada de sua delicada flor. A glande abre os lábios e então empurro com decisão para dentro, penetrando-a profundamente. Ela estava tão lubrificada que parecia que havia um pote de vaselina dentro dela, tamanha maciez da penetração, que apesar de justa, devido ao calibre de meu cacete, apenas arrancou novos gemidos de seu peito e suspiros de suas entranhas. Rapidamente ela atinge novamente o orgasmo, dessa vez comigo dentro dela, seu corpo em espasmos de prazer, seus gemidos altos e eu continuo penetrando-a profundamente, segurando em suas nádegas para manter justa a penetração. Ela abraça meu pescoço, minhas costas, desliza as unhas por minha pele e por fim roga para que eu termine com o sofrimento dela, que a regue por dentro com meu prazer, pois ela já não tinha mais forças para continuar gozando daquela forma e intensidade.
Mas eu tinha outros planos, não queria terminar agora, queria manter aquele ritmo, pois o tempo era curto. Abandono seu corpo, seus olhos me fitam sem entender e se abrem surpresos, quando viro seu corpo e introduzo um travesseiro debaixo de seu quadril. Continuo acariciando seu corpo, meu membro completamente babado por seus fluidos, que recolho com a mão e deposito em seu ânus, ela sabe o que vai passar, vira sobre os ombros e apenas diz:
- Seja carinhoso.
Posiciono a glande naquele buraco enegrecido em forma de asterisco, nossos fluidos são os lubrificantes naturais, pressiono até que a cabeça desliza para dentro daquela bunda tão desejada.
Vou empurrando devagar, enquanto ela tenta abrir um pouco mais as pernas e leva as duas mãos, uma a cada nádega e as abre facilitando assim minha tarefa. Por fim estou totalmente dentro dela, mas dessa vez pela bunda. Meus movimentos são lentos, não quero machuca-la, meu calibre é muito maior do que está acostumada. Vou acelerando, minha mão acaricia sua vagina, fornecendo um toque a mais, uma excitação a mais, meu lábios em sua nuca, beijando lambendo e por fim, quando sinto que o prazer se aproxima e que em segundos estaremos os dois gozando, então, mordo e seguro sua nuca como um garanhão faz com sua potranca, com os dentes, não quero marca-la, mas foi como se uma corrente trespassasse nossos corpos e ela então gritou o prazer e eu me derramei completamente dentro dela, meu sêmen escorre de dentro de sua bunda, quando meu membro abandona suas carnes tenras.
Meu relógio de pulso soa o alarme, eram onze e meia da manha, eu apenas disse:
- Está na sua hora.
Ela rapidamente se levanta, veste a calcinha e o vestido, ajeitando-o na cintura com um movimento de mãos e sai correndo, deixando minha porta e a porta de sua casa abertas.
Eu me levanto, enrolo uma toalha na cintura e puxo sua porta fechando-a, atravesso o corredor e fecho também a minha, enquanto me dirijo ao banho, onde lavo todas as marcas dos acontecimentos daquela manhã.
No dia seguinte, por volta das oito da manhã, escuto leves batidas em minha porta. Quando vou atender não havia ninguém no corredor, apenas a porta de sua casa aberta. Sem pensar muito, fechei minha porta e atravessei o corredor. Entrei em sua casa, todas as portas internas estavam fechadas, exceto a de seu quarto, mera coincidência.
Parei no umbral de seu quarto ela estava de costas, nua olhando a janela que dá para o pátio interno:
- Tudo bem com você perguntei?
Ela se virou e disse:
- Agora tenho dois maridos, venha e tome posse do que agora também é seu.

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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 10/10/2016

Esse encontro foi a união da fome com a vontade de comer! Perfeito! Betto

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dibinhocarinhos Comentou em 09/10/2016

Amei tudo, mais ainda as fotos, faltou passar um barbeador no rabinho que estava peludinho. Mas uma delicia.........os seios são maravilhosos..............bicudos.............................amei...............

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anya Comentou em 09/10/2016

Eu já era sua fã em seus trabalhos anteriores, quando voce saiu e excluiu seus contos, ficou como um vazio nesse site e agora voce volta com tudo e mesmo num conto como esse consegue passar a intensidade e o prazer, mesmo sem explicar bem como tudo começou, o que disparou essa furia desses dois protagonistas, nossa é como uma explosão de adrenalina, voce consegue arrepiar todos os pelos do corpo.

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silverprateadosurfer Comentou em 09/10/2016

que delicia, que intensidade, voce se supera a cada conto, adoro seu trabalho, mesmo na simplicidade voce é intenso em seus contos. Parabens




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha vizinha casada me deseja tanto quanto eu a e

Codigo do conto:
90258

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/10/2016

Quant.de Votos:
13

Quant.de Fotos:
4


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