Prêmio em Espécies


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Prêmio em Espécies

Como aconteciam todas as quintas-feiras, as quatro amigas se reunião para jogar sua partida de cartas. Era um costume adquirido desde quando ainda eram estudante e apesar dos anos, mantinham-no.
Luciana era loira natural, sempre havia sido a mais bonita das quatro e com o corpo mais proporcionado e agora que todas chegavam aos quarenta anos, à experiência adquirida com a idade a tornava uma mulher ainda mais desejável e interessante.
Ana tinha o cabelo castanho, alguns quilinhos a mais. Seus seios eram pequenos, mas seu quadril era um sonho, arredondado, com um belo e arrebitado traseiro, todos os homens, sem exceção, voltavam à visão ao vê-la passar.
Silvia era uma morena pequena, suas pernas eram grossas e bem torneadas, gostava de fazer ginastica e dança, assim, mantinha um corpo forte e definido, seu traseiro como o da amiga era seu ponto forte de sedução.
Raquel por fim era a mais elegante e vaidosa das quatro, mantendo sempre um corpo e imagem inatacáveis. Não era linda, mas era encantadora, brilhando em qualquer ambiente que estivesse presentes, seus seios desafiavam a lei da gravidade, cujos mamilos pareciam lanças afiadas apontando para cima e para fora, rosados e altivos.
Como aconteciam todas as semanas, elas jogavam cartas e comentavam as coisas da vida. As quatro estavam casadas e seus maridos sempre eram temas das conversas, quer para elogios ou criticas virtudes e defeitos. Todas eram felizes em seus casamentos, mas também, todas elas, lembravam a época em que eram livres e ao se aproximar as quarenta primaveras, sentiam que estavam encerrando uma etapa de suas vidas que não mais poderiam recuperar, inclusive estavam praticamente resignadas, por força da rotina matrimonial com seus altos e baixos.
Contudo, hoje, em meio à partida, as coisas seriam diferentes. Elas estavam preparando uma bebida, quando Ana falou:
- Meninas vocês sabem que gosto de jogar com vocês e fico esperando ansiosa a chegada desse dia quando nos encontramos e colocamos as fofocas em dia. Outro dia estava pensando que está chegando a hora de rompermos com essa rotina, eu dormi com essa ideia na cabeça e tive um sonho que me deixou louca.
- Conta logo que sonho foi esse, disse Raquel recordando que Ana era exatamente a sonhadora desde os tempos da juventude estudantil.
- Está bem, mas lembre-se que foi apenas um sonho. A verdade é que dormi e sonhei que estávamos jogando cartas e que ao terminarmos, o prêmio da vencedora era sair com o marido da perdedora. A verdade é que acordei rindo de tamanha loucura e insensatez.
Surpresa, Ana percebeu que nenhuma das amigas estava sorrindo e envergonhada se calou.
Todas pegaram seus copos sem dizer nada mais, depois de um tempo em que o silencio incomodava a todas, Luciana tratou de romper aquela situação embaraçosa.
- Não sei sobre vocês, mas a verdade, é que a ideia não me pareceu tão descabelada assim. Na realidade nós conhecemos profundamente, sabemos que nenhuma vai roubar o marido da outra, conhecemos também a todos os nossos esposos e seria uma variante diferente para romper a rotina, sem riscos, sem compromissos e sem que nossos esposos possam se queixar. Imaginem se não lhes dissermos nada sobre esse plano e que na semana a ganhadora com a cumplicidade da perdedora, armem uma armadilha para que o marido se envolva com a amiga, deixando claro que seria apenas por uma única vez e que dificilmente se repetiria. Seria um prazer, terminou com os olhos brilhando de luxuria.
- Me deixe ver se entendi. Você está propondo que joguemos cartas e apostemos nossos maridos, sendo que a ganhadora da noite terá relação com o marido da perdedora? Com a cumplicidade desta. Parece-me uma loucura disse Silvia muito séria.
- Bem na verdade não é tanta loucura, disse Raquel. Ponhamos em perspectiva, vocês acreditam que nossos maridos não sonham em ter uma aventura com outra mulher? De que maneira, além de nos divertirmos, asseguraremos que nenhuma estranha se instale em nossos matrimônios, proporcionando assim, uma nova vida à nossa própria cama. Ana assentiu em silencio.
- Vamos votar, disse Luciana decidida.
- Não, não, espere Luciana isso não pode ser por maioria, todas temos que estar de acordo, assim, tem que ser unânime, caso contrário, podemos criar uma situação que romperá nossa amizade para sempre, ponderou Raquel.
- Estou de acordo. As que quiserem entrar nesse jogo que levantem as mãos.
- Isso não é um jogo, disse Silvia reticente.
- Silvinha sempre foi a mais pacata de todas, desde a escola. Não tenhas medo. Não vamos comer seu marido, pelo menos não literalmente. Vamos apenas entretê-lo um pouco e te devolveremos muito melhor que antes, mais quente e contente, disse Ana sorrindo.
Silvia não havia ainda digerido, entendido a loucura de suas amigas.
- Vamos ver o que estão pensando? Como vamos fazer? A ganhadora vai à casa da perdedora e diz ao marido da mesma, estou aqui para você me comer! É muita loucura!
- Não será tão direto, evidentemente. E pode acontecer de algum marido se negar a entrar no jogo. O importante é que a perdedora deixe o terreno livre para que a ganhadora possa trabalhar tranquila a sedução. E melhor retomaremos a prática da conquista, coisa que não fazemos há anos, respondeu Luciana de forma divertida.
- Ou seja, se o marido não quiser, estaria paga a aposta, disse Silvia mais animada.
- Com certeza e agora votemos. É isso ai, e no jogo seguinte, a ganhadora deverá contar tudo, com riqueza de detalhes de como foi o prêmio que conquistou.
Três levantaram as mãos quase ao mesmo tempo e olharam para Silvia que não havia votado. Silvia as olhou e timidamente levantou sua mão, arrependendo-se quase imediatamente. Desde os tempos de escola que sempre terminava fazendo o que o grupo queria, sempre era vencida e tinha que concordar com a maioria.
- Bem proponho que voltemos a jogar, agora sob as novas regras. A ganhadora combinará com a perdedora, dia e hora para pagar sua divida em espécies. Sorte para todas. Sentaram-se à mesa e começaram a jogar. Os minutos pareciam horas e desde o começo Ana ficou em vantagem, sendo praticamente impossível alcança-la, Silvia estava bem atrás, mas Luciana e Raquel estavam muito atrás de ambas e lutavam como leoas para não perderem a aposta. Por fim, após horas de jogo, Luciana conseguiu uma pequena vantagem que manteve. Ana ganhou a partida e Raquel ficou em último lugar. Um suspiro de alivio foi a única expressão pelas que ficaram livres de pagar a aposta.
- Bem Raquel, disse Luciana, será Sérgio o que começara a roda.
- Perfeitamente, disse Raquel com tranquilidade. Diga-me Ana como quer fazer?
- Bem, na verdade, não pensei em nada, minha cabeça ainda está meio maluca com tudo isso, mas poderia ser no sábado? O que você acha?
- Sem problema, Sergio está em casa a tarde toda e as crianças tem uma festa para ir e devem voltar apenas à noite.
- Então, por volta das duas da tarde chegarei a sua casa, depois de um tempo você sai por umas duas horas e veremos o que se passa, disse Ana decidida.
- Espero que não se acovardem e que se divirtam, disse Luciana, a dona da casa nessa partida, já que cada semana jogavam na casa de uma.
Passou o fim de semana e na quinta seguinte a partida foi na casa de Ana. Seu marido saiu com amigos e os filhos foram para a casa da avó. Quando se sentaram à mesa e comprovaram que estavam sozinhas, foi Luciana a que não aguentou a pressão.
- Conte logo Ana, queremos os detalhes.
- Estou envergonhada diante de Raquel, respondeu com a face avermelhada.
- Por mim não se preocupe, pois tenho algo para contar também, disse enigmática.
- Bem garotas como combinamos, no sábado à tarde fui à casa de Raquel. Estava usando um vestido curto plissado, sem nada por baixo e umas sandálias leves. Entrei e na sala estava Sérgio assistindo televisão, usava um calção curto, camiseta e sandálias. Levantou-se, cumprimentou-me com dois beijinhos e voltou ao sofá. Nós fomos para a cozinha conversar, ali combinaríamos como atuar. Não sei como o telefone tocou e Raquel atendeu indo falar com seu esposo que precisava ir até a empresa, para reiniciar um sistema e que não devia demorar, sendo que eu a esperaria em casa, que era para ele tratar-me bem. Dito isso pegou a carteira e as chaves do carro e sem sequer trocar de roupa, saiu, disse que ligaria para informar quanto tempo demoraria ou se já estava voltando para casa, para que Ana não ficasse incomodada. Despediu de nós dois e saiu.
Desde a cozinha eu via Sergio na sala, bem inocente, recostado no sofá, sem saber o que o esperava. Depois de uns poucos minutos, mi dirigi à sala e sentei no sofá ao lado dele. Ao sentar e cruzar as pernas, permiti que minha saia subisse mais que o conveniente, mostrando-lhe uma boa porção de minhas coxas. Eu fingia que estava concentrada na televisão, mas de rabo de olho, prestava atenção nas reações de Sergio. Vi como ele olhou minhas pernas por alguns segundos e em seguida se acomodar no assento, mudando de posição. Eu notei que ele estava incomodado.
Enquanto olhava a televisão, minha mão subia e descia por meus joelhos, buscando sem conseguir baixar a saia do vestido e tapar o que eu queria deixar a mostra. Cada vez que eu tentava, notava o olhar do macho, que também se acomodava incomodo no sofá. Como estava de calção, era possível ver que algo crescia dentro do mesmo, tornando-o justo e incomodo principalmente na frente. Não fique chateada Raquel, mas por dentro eu exultava, era notório que estava excitado.
- Não estou Ana, ao contrário, me alegra saber que tenho um marido normal.
- O programa terminou e lhe perguntei se iria assistir outra coisa ou se eu poderia escolher algo para assistirmos. Respondeu-me que não tinha problema e entregou o controle remoto. Comecei a circular pelos canais até que cheguei a um canal adulto, onde naquele momento um casal estava conversando em um bar e o homem tentava convencer à mulher a ir até o apartamento do mesmo. Enquanto trocava os canais, descruzei minhas pernas e assim mostrei a Sérgio, discretamente, a parte interna das duas coxas. Percebi que ele ficou ainda mais incomodado e se mexendo muito no assento. Por fim, não aguentou mais e me disse que aquele canal era pornô, fingi surpresa.
- Desculpe Sergio não tenho esse canal em minha casa! Você se incomoda se eu assistir por alguns minutos? Fazendo cara de inocente.
- Não há problema, somente não quero que se sinta envergonhada quando as cenas começarem a ficar quentes.
- Por quê? Verei algo que nunca tenha visto antes, disse sorrindo.
Ele ficou calado. Na tela o homem havia convencido à mulher e entravam no carro para irem ao destino. Enquanto dirigia, o homem acariciava as costas da mulher, principalmente no pescoço, numa caricia. Ela deixava isso acontecer, em seguida a mão do homem baixou até as pernas da mulher e acariciaram a porção interna de suas coxas, fazendo a mulher fechar as pernas, prendendo aquela mão entre elas, em seguida, ela retirou a mão do mesmo e a colocou sobre o cambio do carro. Ele tentou mais uma vez e outra vez ela o impediu, retirando sua mão. Mas dessa vez, quando ela foi retirar a mão do homem, este inverteu e segurando a mão dela, a pousou sobre sua própria virilha, onde ela encontrou o volume excitado de seu membro, ela tentou retirar a mão, mas ele a segurou e após alguns segundos ela deixou de lutar e ficou com a mão ali, sobre o cacete do homem e começando levemente a fazer caricias com os dedos sobre aquele volume.
Eu estudava discretamente as reações de Sergio, que parecia cada vez mais incomodado. Eu via o volume em seu calção e como aquela ereção o estava incomodando, apesar de que ele discretamente procurava esconder a mesma.
Por fim, quando no filme a mulher já acariciava abertamente o cacete do homem, eu deslizei minha mão e a coloquei sobre o cacete de Sergio, apertando seu cacete duro. Ele assustado deu um salto no sofá.
- O que você está fazendo? Disse assustado.
- Desculpe-me apenas queria saber o que sentia a triz do filme, ainda que me pareça que o do ator não está tão duro quanto o seu! Respondi com malícia.
O macho ficou quieto, fechou os olhos e me deixou continuar tocando-o, desfrutando do contato e da caricia, sem dizer mais uma só palavra. Depois de alguns minutos, minha outra mão entrou por baixo dentro do calção e encontrei seu cacete duro e molhado, puxei aquela lança para fora com dificuldade e comecei lentamente a masturba-lo. Ele estava totalmente entregue. Desfrutava como um vadio a caricia que recebia e não dizia nada, evitando interromper aquele momento e ele despertasse daquele sonho. Quando ele sentiu que minha boca estava enlaçando sua lança, ele gemeu alto, parecia que tinha alcançado o firmamento e o tocado com as mãos. Gemendo começou a movimentar como se estivesse fodendo minha boca.
Era evidente que eu devia aproveitar a entrega do macho e antes que ele gozasse e aquele momento acabasse, montei sobre ele, segurei seu cacete duro e o dirigi para dentro de mim, então simplesmente sentei sobre seu membro que me penetrou profundamente até o fundo.
Quando Sergio abriu os olhos, segundos antes da conjunção, teve medo, notei isso em seus olhos, notei também que pensou em sair, mas quando sentiu o calor e a umidade que envolvia seu cacete, já não podia mais.
- Hummmmm, não sabe o quanto desejava isso, foram as palavras que disse naquele momento.
- Eu pensei que você era amiga de minha mulher, ele respondeu.
- Eu sou a melhor amiga dela, por isso quero saborear sua comida, disse-lhe, enquanto movimentava meus quadris para cima e para baixo em seu cacete cada vez mais teso e duro, movimentos lentos sinuosos que descontrolaram ao macho.
- Não vou conseguir segurar muito tempo, disse num lamento Sérgio.
- Não segure. No próximo me dará a revanche, agora quero sentir a potencia de seu gozo dentro de mim, queimando-me por dentro, enchendo-me de porra. Respondei-lhe ao mesmo tempo em que apertava meus músculos vaginais para forçar a ejaculação daquele macho e não tive que esperar muito. Em questão de segundos, um liquido quente começou a ser disparado dentro de mim, acompanhado por gemidos daquele macho, me indicaram que sua semente estava dentro de mim. Eu o deixei terminar de gozar e desmontei dele, começando a chupar seu cacete de modo tal que estava duro como antes. Nesse momento Sergio tentou me segurar e não deixei, levantei do sofá e segurando sua mão o puxei, levando-o ao dormitório matrimonial. Pelo caminho, retirei meu vestido ficando completamente nua, já que não estava usando roupas intimas, minha bunda balançava de um lado a outro, num rebolado sensual, mostrando-me ao macho que estava um passo atrás de mim e que lutava para retirar o calção e a camisa, sem interromper a caminhada.
Quando chegamos à cama, subi na mesma de joelhos, de quatro e olhei por sobre meus ombros, convidando ao macho que me montasse e ele não perdeu tempo. Acomodou-se atrás de mim e penetrou-me profundamente até os bagos. Segurou em meus quadris para apoiar e começou a entrar e sair de dentro de mim como um possesso e bombeando com prazer. Segundos depois da penetração, suas mãos deslizaram por meu dorso e seguraram meu seios, acariciando os mamilos e apertando-o entre os dedos, após essas caricias suas mãos se ficaram em meus ombros, puxando-me pra trás em direção ao seu duro membro incrustrado em mim, tornando a penetração ainda mais profunda e apertada. Ele realmente me fazia gemer, eu sentia quando seu cacete chegada ao fundo e apertava meu útero, tamanha a profundidade que ele chegava que ele cravava. Por fim cheguei ao orgasmo profundo e arrasador, seguidos por outros dois quase imediatos, tamanho o prazer que seu marido conseguiu extrair de mim. Quando gozei pela terceira vez, senti que ele me puxava ainda mais de encontro ao seu corpo e senti de novo que ele esvaziava dentro de mim seu sêmen quente, profundamente, como se quisesse gozar dentro de meu útero e assim, caímos os dois pra frente, com ele ainda montado em minhas costas, nos dois esparramados sobre a cama. Ficamos assim um bom tempo, recuperando nossas respirações, até que por fim, eu girei e me sentei na cama.
Sérgio me olhou com curiosidade.
- Não sei o que significou isso.
- Significou que estava excitava por você e tinha vontade de dar pra você. Nada mais, que fique claro que não voltará a se repetir e que em nada afetara sua relação com meu marido, nem eu com sua mulher, está claro isso?
- Claro que sim, entendido, o que não entendo é que nunca me deu qualquer pista, nunca se insinuou ou coisa parecida, nada!
- Porque hoje estava com tesão por você. Hoje e provavelmente nunca mais, assim espero que tenha desfrutado o momento. Agora se levante que arrumarei a cama, não quero que Raquel suspeite de nada.
Sergio se levantou com raiva, ajeitei tudo e me vesti e por fim me preparei para sair, quando Sergio me segurou.
- Entendo que nunca mais isso irá se repetir?
- Isso mesmo!
Ele olhou para o cacete que estava duro outra vez.
- Então, antes que isso termine me chupe novamente, quero te alimentar com o pouco de leite que me resta.
Eu olhei sua expressão e tive pena do mesmo, me agachei e segurei seu cacete entre as mãos e levei à minha boca, chupei-o até que gozou novamente, diretamente em minha garganta. É verdade que ele havia gozado pouco, mas a força que fez para esvaziar seus espermas mostrou-me que talvez tenha sido seu melhor orgasmo da tarde. Levantei-me, o beijei e sai de sua casa como havia chegado leve, solta e satisfeita.
Um silencio sepulcral invadiu o ambiente. Luciana e Silvia aplaudiram.
Perdoe-nos Raquel, não nos interprete mal, ao perceberem que a cornuda estava ali entre nós.
Não se preocupem meninas. A verdade é que a cara de culpa de meu marido me indicou bem as claras o que havia acontecido. Mas o surpreendente é que desde o dia seguinte, o filho da puta me persegue por toda a casa e mete em mim onde me encontra. Acho que rejuvenesceu uns bons vinte anos meninas.
- Creio que a experiência saiu melhor do que pensamos. Realmente rompeu a rotina e eu estou desfrutando.
- Me alegro muito disse Ana. Essa sempre foi a ideia inicial. Motivar nossos maridos sem correr o risco de uma fulana se meter entre nós e arruinar nossa vida. E agora vamos jogar.
Prêmio em Espécies 2ª parte
Sergio se sentia estranho. Por um lado o que havia acontecido com Ana havia sido totalmente inesperado. Não que não apreciado a diferença de beleza e sensualidade de cada uma das amigas de sua esposa, mas jamais pensou em cantar uma delas e colocar em risco as relações que haviam entre as mesmas e mesmo entre os maridos. E do nada Ana avançou o sinal e não apenas isso, desfrutou completamente a transa e depois deixou claro que isso nunca mais aconteceria de novo.
Por outro lado a culpabilidade além da luxuria descoberta o fizera sentir-se como um adolescente e já fazia uma semana que estava procurando sua mulher sua mulher e fazendo amor com ela em todos os lugares, em qualquer oportunidade que se apresentasse. E tinha ainda a amizade com Paulo, o marido de Ana, era tão importante como a das mulheres. Ele se sentia culpado e necessitava aclarar com ele essa situação. Por isso, no sábado, em lugar de ir a um compromisso que tinha, decidiu ir até a casa de Ana e Paulo, procurar uma forma de contar e remediar aquela situação, contando o ocorrido,
Ele chegou até a casa e não animou a entrar. Como contar ao amigo que havia comido a esposa do mesmo e pior como faria isso sabendo que Ana estava em casa, seria um problema sem solução.
Deu algumas voltas ao redor do quarteirão e estacionou na rua lateral e começou a caminhar em direção à casa de Ana. O portão da garagem estava aberto e entrou por ele, como um autômato, rodeou a casa até próximo à cozinha, quando escutou a voz de Ana e Luciana conversando animadamente. Pensou em entrar pela porta e cumprimentar as duas, quando sua mente prestou atenção na conversa, fazendo com que interrompesse sua marcha e se agachasse para escutar tudo, debaixo da janela aberta.
- Então você irá e nos deixará sozinhos. Quando eu sair te ligo e você volta, disse Luciana.
- Ok Luciana, cumprirei minha parte. Além do mais já desfrutei de meu prêmio, assim, quando é minha vez de perder, perderei. Agora me diga como vai fazer para que meu marido transe com você?
- Já verei. Não é fácil que deixe de te enxergar como sua amiga, mas darei um jeito. Estou disposta a desfrutar do prêmio que ganhei nas cartas, não tenha duvidas, disse sorrindo.
- Te desejo sorte. Fique aqui na cozinha enquanto me despeço e saio.
- Ok vamos ver como isso sairá?
Ana foi até a copa e Luciana se colocou de pé, estava com uma bermuda ajustada ao corpo e que apenas lhe tapava as nádegas mostrando um volume enorme de seu monte de Vênus inchado, papudo, com aquela cintura baixa. Ela tirou a camisa que usava e em seguida o sutiã, deixando ao ar um formoso e belo par de tetas, em seguida voltou a vestir a camisa e guardou o sutiã na bolsa, em seguida se dirigiu também à copa.
Sérgio em silencio se dirigiu até a janela da copa, onde pode ver Paulo mexendo em alguns papeis calculadora à mão, sem prestar atenção na estonteante figura que passou, afinal de contas há muito havia deixado de prestar atenção nas amigas de sua esposa.
- Paulo hoje é sábado. Deixe de trabalhar um pouco e atenda às visitas, disse Luciana sorrindo!
- Desculpe Luciana, é que você é de casa e estou apenas terminando esses cálculos e já vou te dar atenção. Sinto que minha esposa tenha te deixado sozinha, achei inclusive que tinha saído com ela.
Luciana sentou-se numa cadeira e ficou um tempo olhando Paulo, pensando sem lugar a duvidas como atuar daquele momento em diante. Por fim ela se levantou e fez um alongamento. A ação não passou despercebida por Paulo, que por cima de suas lentes, prestou atenção no movimento. Quando ela se agachou para completar o movimento, seguramente pelo decote da camisa, pode observar os seios, o canal dos seios de Luciana, deve tê-los apreciado, mas se viu, não fez nenhum comentário.
- Paulo! Estou com muito calor, se importa se me dou uma ducha. Estava correndo e estou muito agitada e suada, disse agitando as mãos em leque.
- Sem problemas Luciana. Use o banheiro de cima e pegue uma roupa de Ana para trocar se essas estão suadas, disse sem deixar de trabalhar.
Luciana pensou que não seria tão fácil conseguir sua atenção, assim que decidiu dar mais ênfase ao jogo. Andou lentamente em direção à escada, ondulando os quadris, passos lentos de felina. Começou a subir degrau por degrau lentamente, como se estivesse desfilando numa passarela. O espelho na parede lhe possibilitou ver que tinha toda a atenção do macho, então lentamente, começou a tirar a camisa, liberando seu tronco, o perfil de suas tetas ficou visível tanto a Paulo quanto a Sergio que estava na janela. Ambos se excitaram ao mesmo tempo.
Agora sim, custou vários minutos a Paulo custou a se concentrar no que fazia, sua mão acariciou o pau que estava endurecido, e quando achou que poderia voltar ao trabalho, ela o chamou desde o andar superior.
- Paulo? Pode vir aqui um momento?
- De que precisa?
- Não consigo regular a ducha, é muito alta pra mim, preciso de sua ajuda!
Lentamente Paulo se levantou do assento. O volume em suas calças era evidente, era um esforço quase inumano conseguir continuar respeitando a amiga de sua mulher. O problema era até quando conseguiria se controlar.
Sérgio pensou rápido e conseguiu subir para o terraço e se escondeu próximo à janela do quarto de Paulo e Ana, viu a porta da suíte semiaberta e dentro daquele banho o delicioso corpo nu de Luciana.
Paulo chegou ao dormitório e se aproximando da porta do banho perguntou:
- Onde você está?
- No banheiro, respondeu Luciana!
Paulo empurrou a porta e olhou pra dentro daquele banheiro, viu o corpo nu de Luciana e num esforço lhe pediu.
- Cubra-se para que eu possa entrar e regular a ducha!
- Espere um segundo, disse Luciana, agora sim, pode entrar!
Sérgio não pode ver mais nada. Mas alguns minutos depois escutou uma pequena discussão.
- O que você está fazendo? Disse Luciana.
- O que você está querendo que eu faça. Respondeu Paulo.
- Você está equivocado!
- Não acredito nisso.
A porta do banheiro entrou se abriu toda e de dentro saiu Paulo, levando nos braços uma molhada Luciana envolta e uma toalha. Chegou até a cama e a jogou sobre a mesma. Quando Luciana caiu sobre a cama, a toalha se abriu, mostrando toda a beleza de sua nudez ao homem no quarto e ao voyeur escondido.
Paulo sem deixar de se deliciar com a imagem, começou a se desnudar rapidamente. Ao fica nu mostrou uma ereção imponente. Aproximou-se da cama e segurando Luciana pelos tornozelos, puxou-a para a beirada da cama. Uma vez ali separou suas pernas, abrindo-as e enfiou o rosto entre elas. Luciana quando sentiu a boca do macho atacando seu sexo, se limitou a segurar a cabeça de Paulo com as duas mãos e firmou de modo a impedir que ele interrompesse a caricia, como se essa possibilidade fosse possível naquele momento.
Alguns minutos depois, Sergio pode observar como Luciana arqueava o corpo, elevava os quadris e jogou a cabeça para trás. Não havia necessidade de dizer mais nada.
Sergio surpreendido, não conseguia entender o que se passava. Será que sempre havia existisse esse intercambio? O que havia feito sua esposa todo esse tempo? Seria algo recente? O que era evidente era a cumplicidade das mulheres e a absoluta ignorância dos homens sobre o que estava acontecendo em suas alcovas. Antes de ser descoberto, se retirou silenciosamente e voltou à rua, tentando organizar seus pensamentos. Era evidente que seu encontro com Ana e a cumplicidade de sua esposa não eram casuais. Agora teria de analisar como manejar essa informação, já que era o único homem que a possuía.
Ao sair, perdeu o momento em que Paulo deixou seu trabalho oral e subindo na cama, deitou sobre o corpo de Luciana cravando-lhe profundamente seu duro membro, começando a bombear como um maluco, tamanha a excitação que sentia por aquela mulher desde sempre.
Foi uma longa sessão de sexo, com diversas posições. Luciana gozou várias vezes antes se sentir em seu ventre toda a semente fervente disparada pelo macho em suas entranhas. Ele pouco depois tinha o favor retribuído e Luciana o chupava com deleite até que ele inundou sua boca com esperma para pouco depois reiniciarem a luta sexual que esgotou a ambos.
Quando Ana regressou, tudo já estava organizado e limpo, contudo ela ainda encontrou cabelos de Luciana no travesseiro como pode comprovar. Limpou tudo para que Paulo não suspeitasse de nada.
Premio em espécies 3ª parte
A terceira partida com as novas regras foi ganha por Raquel e foi outra vez Ana quem a perdeu. Enquanto Sergio buscava entender o que se passava, porque esse súbito acordo entre as mulheres para compartilhar seus maridos. Eu não posso entender o que se passa e em seguida se preocupou com sua mulher. Ela participava e em algum momento lhe havia sido infiel ou iria sê-lo no futuro, dependendo do tempo que levava isso. Diante dessa situação e como evidentemente o sábado era o dia escolhido para os intercâmbios, decidiu vigiar sua esposa para ver até onde iria essa situação.
No sábado seguinte, Raquel havia lhe dito que iria à casa de Ana e em Sérgio acenderam as luzes do alarme. Instantes depois de ela ter saído, ele se dirigiu até a casa de Ana e Paulo. Entrou como na vez anterior e novamente na cozinha as mulheres preparavam a tarde.
- A verdade é que fiquei um pouco chateada por ter perdido duas vezes seguida, disse Ana sorrindo.
- Pois você deverá melhorar seu jogo amiga, porque se não, todas nós vamos desfrutar de seu maridinho e você ficará a ver navios, disse Raquel também sorrindo.
- Na quinta passada, quase consegui sair, se não fosse a maravilhosa mão que Luciana recebeu, foi pura sorte dela, o jogo virou de uma hora para outra.
- Bom será da próxima vez, agora veremos o que posso conseguir com seu maridinho!
- Tenha em conta que na semana passada Luciana já esgotou a surpresa.
- Não se preocupe que tenho claramente uma ideia e agora nos deixe sozinhos, eu me sentarei na copa com ele.
Dito e feito, Paulo estava na copa arrumando uma lanterna e Raquel se sentou ao seu lado. Instante depois Ana entrou e pediu desculpas dizendo que precisava sair. Raquel se levantou para sair também, mas Ana disse que não demoraria e que era para a mesma esperar um pouco, no que Raquel aceitou. Paulo seguia em seu conserto, contudo seu olhar delatou que a situação lhe despertara alguma desconfiança. Era o segundo fim de semana seguido que acontecia a mesma coisa, uma das amigas chegava e Ana dava logo um jeito de sair para fazer alguma coisa.
Ana saiu de casa e foi possível notar que Paulo não estava tão concentrado no trabalho como na semana anterior.
Por fim Raquel tomou a palavra e iniciou uma conversa.
- Que será que aconteceu para Ana sair desse jeito?
- Sim no sábado passado aconteceu a mesma coisa. Não entendo o que esta acontecendo, acho que terei que vigiá-la um pouquinho, disse sorrindo.
- Você não deve desconfiar de sua esposa, nem tampouco deve, na realidade, disse enigmática.
Paulo a olhou por cima das lentes.
- Não entendo, porque não posso?
- Porque você não é um marido perfeito para isso, disse Raquel sorrindo.
- O que você está falando?
- Que Luciana me contou sobre a visita da semana passada, disse quase ao acaso.
Paulo ficou pálido e surpreso com aquela revelação.
- Olhe, não sei o que ela contou, mas saiba que você está jogando com meu casamento.
- Me contou tudo, com luxo e riqueza de detalhes Paulo e tanto Ana quanto Luciana são minhas amigas, saiba que não vou falar nada que possa te criar problemas.
Paulo respirou aliviado.
- Eu te agradeço o silencio!
- Não me agradeça, espero de você, muito mais que agradecimento.
Paulo a olhou surpreendido. Não podia acreditar que estava sendo chantageado pela amiga de sua esposa.
- Não tô entendendo nada. Esta querendo que eu te pague por seu silencio?
- Não com dinheiro, Paulinho, somente quero o mesmo tratamento que dispensou à Luciana e não voltará, a saber, desse assunto!
Paulo ficou paralisado com aquela afirmativa.
- Eu sou amigo de seu esposo, disse gaguejando.
- E também do marido de Luciana, mas isso não impediu você de comer ela. E eu sou amiga de sua esposa como ela e afirmo que hoje quero que você transe comigo e me satisfaça ainda mais do que satisfez à Luciana.
Ela então se aproximou de Paulo e começou a acaricia-lo.
O macho reagiu como deveria, se no intimo pensava em não aceitar aquela chantagem, por outro lado a decisão e atitudes de minha esposa o encurralaram, quando suas bocas se uniram, as mãos de Raquel já estavam acariciando o cacete de Paulo que endurecia quase que de imediato.
Paulo parou o sarro no meio e perguntou a minha esposa:
- Diga-me uma coisa Raquel, todas vocês são tão putas assim?
- Isso te preocupa? Respondeu Raquel sem deixar de acariciar seu cacete.
- Não. O que me preocupa é se minha mulher sabe a classe de putonas que tem como amigas somente isso.
- Então Paulo disfruta e deixa de pensar nisso, respondeu Raquel abrindo o zíper da calça de Paulo e tirando dali um cacete quase que totalmente duro. Ela ajoelhou no chão diante dele e colocou seu cacete na boca, iniciando uma mamada espetacular que culminou por enrijecer totalmente aquele cacete.
Paulo ficou estático. Simplesmente se deixou levar pelo prazer que lhe estava proporcionando essa segunda amiga de sua esposa, a segunda em duas semanas seguidas, uma fêmea que inesperadamente estava a sua disposição.
Sérgio por sua vez estava assombrado pelo extraordinário trabalho bucal que sua esposa executava em seu amigo Paulo, não podia acreditar que sua fiel esposa fosse tão vagabunda. Não podia acreditar no que estava presenciando.
De repente tudo ficou claro para o mesmo. As mulheres haviam mudado as regras do jogo, antes apostavam um jantar, uma ceia e agora decidiram apostar uma tarde de sexo com os esposos uma das outras, possivelmente a perdedora devia ceder o esposo à vencedora. E pelo que pode verificar Ana havia perdido duas vezes seguidas, motivo pelo qual Paulo tivera as duas visitas seguidas, Luciana e agora de Raquel sua esposa. Essa ideia lhe pareceu engraçada, era evidente que Ana havia perdido para Raquel, algo que não passava normalmente, assim, entendeu que os outros teriam dificuldade em trepar com Ana, como ele havia conseguido há três semanas. Era uma vantagem.
Os pombinhos empreenderam o caminho até o quarto e Sergio não quis ver mais nada. Já sabia o que iria ocorrer. Voltou para casa com um monte de ideias na cabeça.
Raquel uma vez na cama montou sobre seu desnudo amante e se cravou em seu pênis ereto até as bolas, começando a se mover de forma intensa e possessa sobre aquela peça de carne que a preenchia totalmente. Paulo por sua vez acariciava os seios de Raquel, apertando os mamilos eretos e excitados.
Esse foi o primeiro ato, após um pequeno descanso, foi a vez de Raquel ficar de quatro e suportar Paulo montado em seu traseiro feito um cavaleiro, ela suportava as penetrações do macho que percorria todo seu interior com sua ferramenta, até que não resistindo ele a inundou de esperma, gozando profundamente em suas entranhas, com todo o volume de sêmen que ainda possuía.
Quando Raquel voltou pra casa, seu esposo estava assistindo televisão tranquilamente e não lhe perguntou nada. Ela foi rapidamente tomar um banho para retirar de seu corpo as provas de sua infidelidade e o cheiro de macho que a inundava.
Ana novamente revisou seu quarto e dessa vez não encontrou nenhuma prova de que seu marido havia mantido relações com sua amiga em sua cama matrimonial. Essa noite procurou seu marido e apesar do desgasta da tarde, Paulo teve suficiente energia para satisfazer sua esposa, fazendo-a gozar como devia.
Os maridos se encontraram na sexta feira e nada foi comentado sobre o assunto. Sérgio em determinado momento, comentou sobre troca de casais, infidelidade e a rotina dos casamentos e percebeu como Paulo ficou incomodado e até mesmo envergonhado, enquanto os demais se portaram normalmente. Isso lhe fez concluir que os fatos estavam ocorrendo há apenas três semanas e que somente ele e Paulo haviam desfrutado das outras esposas, ele de Ana e Paulo de Raquel e Luciana. Eles sem terem conhecimento haviam compartilhado as esposas e o marido de Luciana havia cedido a esposa e não recebera nada em troca. Ficou ainda pensando quem seria o sortudo do dia seguinte, pensou em fazer um comentário, mas achou mais prudente guardar silencio e esperar o dia seguinte.
No sábado Sergio respirou aliviado, sua esposa não pretendia sair, assim, entendeu que ela não havia nem ganhado e nem perdido. Pelo telefone contatou Paulo por acaso perguntou por Ana e este lhe disse que ela estava em casa e que não pretendiam sair.
Assim, essa semana a situação se resolveria entre Silvia e Luciana, Fernando e Daniel. Tudo ficou mais claro quando no meio da tarde Luciana chegou de visita e se fechou no quarto com Raquel. Daniel era o afortunado e Silvia a ganhadora.
Nesse momento, Silvia vestida com uma minissaia escandalosa de curta tocava a campainha na casa de Luciana, como se não soubesse que ela não se encontrava.
Daniel abriu a porta e não deixou de se surpreender com a imagem sensual que estava parada na porta de sua casa.
- Silvia que prazer, sem deixar de olhar as belas pernas da amiga de sua esposa.
- Olá Daniel, cadê Luciana?
- Ela saiu e disse que voltaria no inicio da noite, deve estar na casa de uma das outras três, já que você está aqui.
- Que pena, disse apoiando-se na porta e praticamente obrigando a Daniel a convida-la a entrar.
- Desculpe, entre, quer tomar alguma coisa, para refrescar esse calor e depois você segue seu caminho?
- Obrigada! Daniel, realmente está fazendo um calor danado.
- Sim, muito quente essa tarde.
- Me parece de qualquer maneira que perdi meu tempo me produzindo toda, queria a opinião dela, se posso mudar meu guarda roupa por roupas desse jeito. O que você acha? Fiquei bem, disse passando do seu lado e dando um pequeno rodopio, exibindo o traseiro mais bonito e desejável de todo o grupo.
- Eu acho que ficou bem em você. A saia é um pouco curta, mas suas pernas valorizam bem o conjunto, disse sinceramente.
- Obrigada pelo elogio, Dani, mas a verdade é que me sinto um pouco velha pra essa roupa, disse sentando-se numa cadeira e cruzando as pernas de forma sensual, lentamente de forma a fornecer um espetáculo digno de suas belas pernas.
Daniel não pode deixar de olhar e apreciar o espetáculo.
- Você não está velha Silvia, muitas jovenzinhas devem ter ciúmes de suas pernas e desse traseiro com certeza.
- Acontece isso na rotina de nossos casamentos, vocês nos fazem pensar que estamos velhas, que não somos mais desejáveis, meu marido jamais me elogia, disse cruzando novamente as pernas para o outro lado.
- Seu marido te ama e está satisfeito em te ter ao lado, com certeza.
- Não sei, em muitas ocasiões eu penso que teria que escutar outra opinião para realmente saber se valho a pena como mulher;
Daniel ficou calado. Era a amiga de sua mulher e esposa de um amigo. Não podia estar pensando no que pensava naquele momento. Seu cacete começava a pulsar dentro do calção que usava, sentia que Silvia estava relaxada e disposta a colocar uns cornos em seu amigo.
- Deixe essa ideias mulher. Vou buscar algo para você beber e acalmar esses pensamentos que são completamente irreais.
Enquanto se encaminhava para a cozinha, a cabeça de Daniel não parava de pensar na conversa e assim, não conseguia que seu cacete acalmasse e amolecesse. Só de pensar em estar entre as pernas de Silvia, que rodearia sua cintura enquanto ele cravava profundamente seu cacete dentro dela, era o suficiente para excitar-lhe como se fosse um adolescente sem experiência. Acomodou o cacete de lado de modo a não ficar tão visível e voltou à sala com um par de cervejas.
- Obrigada disse Silvia se levantando e pegando uma das cervejas de sua mão. Ele sentou tentando esconder a ereção, mas Silvia permaneceu de pé diante de seu rosto, exibindo seu quadril e ao girar, seu maravilhoso traseiro, que ficou diante dos olhos de Daniel que já não pensava corretamente tamanha sua excitação.
- Todas as mulheres ficam aborrecidas como você está agora? Perguntou, mas arrependendo-se em seguida.
- Você as vezes não fica também chateado, a retrucou enquanto sorvia um gole generoso.
- Eu amo a minha esposa, se defendeu ele.
- Não perguntei isso! Nunca pensou, alguma vez, em sair com outra mulher, somente para sentir a diferença? Perguntei olhando-o nos olhos.
- Bem, você sabe que fantasiar é natural em todas as pessoas!
- As realidades também, retrucou Silvia, voltando a sentar na cadeira e cruzando as torneadas pernas.
- Escute Silvia. Não me leve a mal, mas vamos mudar de assunto!
- Desculpe-me, não sabia que era tão puritano, disse ela sorrindo.
- Não sou puritano, sou homem, você entende, compreende isso?
- E o que devo entender ou compreender? O que isso significa?
- Que respondo a estímulos mesmo que não queira.
- Te estou estimulando? Perguntou inocentemente.
- Você sabe que sim!
- E o que tem isso?
- Escute-me Silvia, não brinque com fogo, te peço isso agora!
- A pergunta que quero fazer agora é se você teria mangueira para apagar esse incêndio, respondi, olhando-o com luxuria.
- Não me provoque!
- Você é um covarde, disse levantando-me, acho melhor eu ir embora, respondi virando-lhe as costas e me dirigindo à saída, mas caminhando e rebolando, continuando a provocação.
Daniel se levantou e segurando-a pela cintura, detendo sua caminhada disparou:
- Porque covarde?
Silvia acariciou com uma das mãos sua perna direita, desde a metade das coxas até em cima no quadril, deslizando sensualmente a mão pela lateral do corpo. Isso fez com que sua curta saia subisse um pouco mais, denudando uma porção maior da coxa. A mão de Daniel, como que magnetizada, fez o mesmo movimento, mas segurando desde abaixo a barra da saia, desnudando completamente aquela perna e coxa.
- Não me excite não me provoque se não está disposto a chegar até o final, respondeu Silvia, segurando a mão de Daniel e retirando-a de sua perna.
Sua outra mão deixou a cintura da fêmea e lentamente se meteu entre suas pernas, chegando até a calcinha que encontrou completamente molhada, como consequência da conversa que estavam tendo naquele instante.
- Você está molhada, disse Daniel, sussurrando no ouvido de Silvia.
Ela deixou que ele a acariciasse lentamente, que a tocara por cima da fina tela da calcinha. Sua mão soltou a outra mão de Daniel, liberando-a para que também pudesse tocar seu corpo. Quando o macho sentiu em suas mãos aquele corpo de carnes firmes e torneadas, já estava perdido. Não havia como voltar atrás na decisão tomada. Quando suas mãos deslizaram pelas coxas em direção ao traseiro e seguraram as firmes nádegas de Silvia, aqueles dois morros firmes e altivos, motivo de ciúmes de mulheres e de admiração dos homens, ele sentiu-se no paraíso. Imaginou essa cachorra, de quatro, na cama, recebendo-o por trás, montado nela como um cavaleiro monta a uma égua e arremetendo-se para frente e para trás, bem dentro e quase fora, em sua imaginação passada esse filme imperdível.
Ele então deu a volta em sua cintura e a empurrou no encosto do sofá, enquanto a beijava com desespero. O seu pacote comprimiu o abdômen da mulher. Daniel era pelo menos quinze centímetros mais alto que Silvia e assim, segurando-a firme a sentou no respaldo e prosseguiu beijando-a, acariciando-a, enquanto isso ela apenas pode elevar as duas pernas e rodear com elas a cintura do macho, atraindo-o de encontro ao próprio corpo, aquelas torneadas pernas eram como algemas ao redor da cintura do macho.
As mãos da fêmea abriram facilmente a calça e o zíper, enfiaram dentro daquele espaço e tirou para fora seu membro endurecido, o demonstrava a excitação de Daniel. Com esforço começou a trabalhar aquela ferramenta que ansiava, começando a masturba-lo lentamente, demonstrando toda sua habilidade.
- Estou desesperado, disse Daniel entre um beijo e outro.
- E o que está esperando, lhe disse Silvia sem soltar seu membro.
Daniel desceu a tanga de Silvia e recuperando o controle sobre seu cacete, colocou-a de encontro à entrada da fenda daquela mulher, daquela cova úmida e quente.
- Enfia até o fundo meu querido, quero te sentir totalmente dentro de mim, enquanto isso ela enlaçava-o com as pernas, Daniel empurrava pra frente e foi entrando em seu corpo, até que seus ventres se chocaram, numa perfeita e luxuriosa conjunção.
Movimentaram-se assim um bom tempo, até que Silvia se deixou levar pelo clímax e nesse momento ela pediu ao macho que também gozasse que gozara tudo dentro dela.
- Dê-me seu gozo, meu macho, dá-me todo ele, goza gostoso comigo!
E Daniel não esperou um segundo convite, ele estava esperando o momento certo e enfiou totalmente dentro dela seu membro viril e começou a esvaziar todo seu gozo dentro daquela fêmea e disparava jato pós jato nas entranhas da amiga de sua esposa, da deliciosa amiga intima de sua amada esposa, até que sentindo nada mais haver para expulsar, buscou recuperar a respiração após o esforço de gozar forte dentro daquela mulher.
Silvia estava satisfeita. Daniel era um bom amante, e as sensações de sentir outro membro diferente de seu marido, lhe dava um prazer especial. Sentiu quando o macho se retirou de suas entranhas, lentamente, deslizando para fora dela, enquanto ela apoiava os pés no piso e nesse momento sentiu escorrer o sêmen do macho de dentro de sua vagina por suas coxas e pernas. Aproveitou a oportunidade e agachou, segurou o cacete meio mole e o colocou na boca, limpando-o totalmente dos fluidos pegajosos emanados por ele e ela, era uma lenta e deliciosa mamada, profunda e suave.
- Que gostoso essa sua boca me chupando, disse Daniel, segurando-a pela cabeça de modo a controlar a forma como ela se apoderava de seu cacete que já voltava a endurecer em face aos carinhos labiais que recebia naquele instante. Quando se sentiu totalmente ereto, Daniel a levantou e a levou ao sofá. Pelo caminho, retirou sua roupa, deixando-a totalmente desnuda, apoiou-a sobre o assento, pelos joelhos e as mãos no espaldar. Silvia estava de quatro sobre o sofá, naquela posição, Silvia, olhava-o sobre os ombros enquanto ele se desnudava. Por fim, se acomodou sobre o traseiro de Silvia, na posição exata para montá-la. Meteu sua mão na virilha de Silvia, acariciando desde sua vagina até seu ânus, sentia como ela cada vez mais se molhava, esfregando suas carnes, acariciando, aumentando a excitação da mesma e dele também, principalmente untando com aquele lubrificante, o rosado ânus de Silvia. Aproveitou a oportunidade e enfiou primeiro um depois dois dedos, fazendo com que Silvia, gemesse alto e rebolasse o traseiro em sua mão, buscando que os dedos penetrassem mais fundo dentro dela, antevendo o que iria acontecer em instantes.
Daniel continuou aquela caricia por mais alguns segundos, eternizando as sensações e ondas de prazer que chicoteavam aquele formoso corpo. Silvia aproveitou-se da caricia e dobrando o corpo, esticou sua mão e segurou acariciando os testículos de Daniel que se endureceram ao tato.
- Você está muito molhada Silvia. Eu lamento, mas há uma coisa que não posso deixar de fazer, disse-lhe, antes de sujeitá-la pelos cabelos, obrigando-a a se incorporar e ficar quieta.
Ela gritou ao sentir os cabelos puxados, mas ficou quieta esperando o seguinte passo do macho. Ela não esperava tamanha violência por parte do macho, mas a realidade é que aquela violência a excitava ainda mais. Havia anos que apenas fazia sexo romântico e carinhoso. Era bom sentir-se uma cadela miserável, nas mãos de um bruto. Contudo, quando sentiu a ponta dura no membro pressionando seu ânus, abrindo passagem, protestou:
- Por aí não Dani! Vai doer!
- Fica calada. Serei suave, mas não posso deixar de possuir meu maior desejo, a mais bonita bunda que já vi na vida e que desejei esses anos todos. Ele dizia isso enquanto empurrava e sentia sua glande romper o primeiro esfíncter abrir aquele ânus tão desejado. Ela gritou surpreendida.
- Não grites sua puta, não grite que já está dentro. Fique calma, eu ficarei quieto até você se acostumar. Asseguro a você que essa bunda nasceu para ser comida e perfurada, soltando seus cabelos e a segurando pelos ombros.
Silvia começou a soluçar. A dor era muita, mas não tinha retorno. Não podia escapar de ser sodomizada naquele instante.
- Devagar, por favor, está doendo muito, pediu.
- o que pensava quando veio me procurar? Por acaso pensou que eu não iria comer sua bunda, esse cú, motivo de desejo de todos nós homens? Esse cu agora é meu e você irá desfrutar de minha caricia e de meu duro cacete! Depois de hoje, você vai me pedir que lhe enrabe todos os dias.
Lentamente Silvia foi relaxando e a dor foi cedendo enquanto seu ânus se adaptada à penetração e a espessura do membro de Daniel. Foi nesse momento quando ela começou a mover lentamente a bunda de modo que o cacete entrasse por completo.
- Você está gostando né? Eu ficarei quieto e você se movimenta como quiser lhe disse. E assim, Silvia foi empurrando o traseiro para trás até sentir que seus corpos, o ventre de Daniel e seu traseiro se chocaram e se acoplaram.
- Já entrou todo, Silvinha. Agora começarei a meter com toda minha vontade e você vai gozar como a puta que você é.
Dito e feito, segundos depois de dizer isso, Daniel começou a bombear, segurando-a pelo ombro de modo tal que a penetração pudesse sempre ser bem funda. Como já tinha gozado uma vez, sua resistência o levou a fuder aquela bunda com calma, sem pressa de terminar e assim ele fez, eternizando aquela enrabada. Silvia sentiu o momento em que iria novamente gozar, agora pela bunda, sentiu a chegada de um orgasmo bestial e se deixou levar pelas sensações que aquele homem imprimia em seu corpo e seus sentidos. O macho não parava de bombear dentro dela e ela, pedia para que ele gozasse, pois já não estava mais aguentando tanta pressão, mas Daniel não lhe deu ouvidos, não tinha nenhum interesse em abreviar aquela posse que tanto sonhara anteriormente, queria sim eternizar o quanto pudesse aquela posse, suas arremetidas eram cada vez mais forte e profundas e ainda mais violentas e Silvia começou a chorar de prazer. Ela já não aguentava mais. Não sabia o que fazer para terminar essa enrrabada, por fim meteu a mão entre as pernas e começou a acariciar os bagos, os testículos do macho, chegou até a apertá-los com força e percebeu pelos suspiros de Daniel que sua caricia estava fazendo efeito.
- Vou gozar sua puta, estou enchendo seu rabo de porra e segurou o quadril de Silvia, numa profunda posse, sentindo com no fundo das entranhas daquela mulher, começou a disparar seus jatos de esperma. O orgasmo foi tão forte que ele caiu sobre as costas de Silvia e ambos escorregaram para o chão, esgotados pela luta frenética pelo prazer que alcançaram.
Quando Luciana voltou pra casa, seu marido estava trabalhando no jardim e ela não viu nada de diferente em casa.
Sérgio já tinha decidido o que fazer. Se Raquel pensava que iria ter liberdade e seguir aprontando de cabo a rabo, a esquerda e direita quando tivesse vontade, não iria ser assim tão fácil.
Somente precisava esperar que ela ganhasse, um sábado percebeu que ela se arrumava com esmero e quando ela anunciou que iria sair, ele a impediu.
- Aonde você vai?
- Vou a casa de Luciana, disse sorrindo.
- Ou seja, hoje Daniel é o afortunado, disse também sorrindo!
Raquel ficou estática, surpreendida com aquela colocação.
- Não sei a que está se referindo?
- Fácil Raquel. Você ganhou o jogo na quinta-feira e Luciana perdeu. E agora você está indo cobrar a aposta.
- Como você sabe? Ela disse e em seguida percebeu que havia confirmado tudo.
- Fico satisfeito que pelo menos não me mentiu!
- Más...
- Sem mais, Raquel, nem menos. Vocês tiveram uma ideia brilhante para romper a rotina, contudo, me parece que vamos acrescentar mais alguma coisa a isso.
- Não estou entendendo.
- Muito simples, de agora em diante, quando ganharem, ganhará o casal e quando perderem, também perderá o casal.
- E o que isso significa?
- Significa que você irá a casa de Sérgio para que ele te atenda e dirá a Luciana que venha até aqui em casa para me atender, disse tranquilamente.
Luciana ficou sem reação, pensando no que seu esposo havia lhe dito.


Premio em espécies –parte Final
“Meninas, reunião de emergência em minha casa”.
Essa foi a mensagem que retumbou nos telefones das outras três e em questão de quinze minutos, todas foram chegando.
Raquel as esperava na porta. Seu marido havia ido caminhar esperando a resolução de tudo.
Quando todas chegaram se reuniram as quatro na cozinha.
- Temos um pequeno problema, disse Raquel.
- E qual seria esse problema?
- Meu marido descobriu tudo, disse sem rodeios.
Todas ficaram em silencio, matutando o que haviam ouvido.
- Como ele ficou sabendo? Perguntou Ana.
- Fico imaginando o escândalo que deve ter feito, disse Luciana!
- Não sei como ficou sabendo e não fez nenhum escândalo. Na realidade parece que a situação não o incomodou, contudo me propôs uma mudança.
- O que ele quer?
- Quer que a partir de agora, quem ganhe ou perda seja o casal, ou seja, a que ganha se relaciona com ao marido da perdedora e a perdedora com o marido da ganhadora.
- Olha que safado, disse Silvia sorrindo.
- Bem, disse Ana, não parece uma má ideia, contudo me parece que o que seria justo é que a perdedora tenha alguma vantagem, porque senão perder seria tão bom quanto ganhar.
Todas concordaram.
Eu proponho que a segunda colocada encontre o marido da ganhadora, assim teríamos mais emoção.
- Seria um premio de consolação para a segunda colocada!
- Me deixa ver se entendi, retrucou Raquel, a que ganha deita com o marido da perdedora e a que sai em segundo lugar, se deita com o marido da ganhadora. Assim o casal ganha, a que perde, perde e segunda colocada também tem seu premio. Parece-me razoável. Temos que decidir se continuamos com isso.
- Não sei, disse Luciana. Vamos experimentar?
- Eu estou de acordo, disse Ana, não sei quanto a vocês?
Todas deram seu de acordo.
- Então, como ficaremos hoje?
- Meu marido não me deixará sair se não tiver algo em troca.
- Pergunto se os demais estão sabendo disso?
- Ele não disse a nenhum dos outros, lhe interessa que isso continue em segredo.
- Pois então, disse Raquel. Eu vou para a casa de Luciana. Não me lembro de quem saiu em segundo.
- Parece-me que fui eu, disse Silvia.
- Por pouco, recordou Ana.
Somente ficou Silvia em casa, esperando o regresso de Sergio. Essa tarde a diversão seria em dose dupla.
***
Sérgio ao regressar, encontrou Silvia em sua casa esperando-o. Ele pensou que seria Luciana quem estaria e não compreendeu muito bem o porquê da mudança, mas esta era bem vinda.
- Olá Silvia, disse aproximando-se e beijando-a no rosto.
- Olá Sergio, aproximando seu rosto para receber o beijo, mas no ultimo momento, a mão do macho girou sua cabeça e o beijo que seria no rosto se transformou num molhado beijo na boca, um beijo molhado, profundo e extenso.
Quando se separaram e assim que recuperaram a respiração, se olharam.
- Vamos subir, disse Sergio pegando-a pela mão e se dirigindo ao quarto matrimonia. Silvia se deixou levar. O macho parecia muito decidido. Silvia preferia ter a iniciativa, que é o que fazia sempre, mas esperou para ver até onde ele iria.
Já no dormitório, Sérgio começou a desnudá-la lentamente, desfrutando de cada peça de roupa retirada e de cada pedaço de pele exposta, que ia descobrindo, com os olhos brilhantes de luxuria e fazendo comentários quentes sobre cada peça, cada naco de carne, cada centímetro que descobria.
- Que lindas tetas, são pequenas, mas formosas, arredondadas e firmes proporcionais a seu corpo delgado; e muito saborosas de provar, disse ao lamber um seio e sugar um mamilo que já estava intumescido, ereto, excitado. Silvia de pé, com os olhos fechados, deixava o macho conduzir aquela relação, sentindo intensamente cada caricia recebida.
- Que colo sensual, essas costas bem marcadas, quero te ter de quatro sobre a cama, para poder apreciar seu delicioso corpo por trás e de costas com essa bunda deliciosamente maravilhosa e empinada que possui. Segurar você pelos ombros e enfiar profundamente meu cacete dentro de você, abrindo essas carnes macias e molhadas, esticando sua pele interior até que ela se amolde ao meu cacete em largura, espessura e profundidade. Que prazer teremos ao te penetrar uma e outra vez até saciar sua vontade de macho.
Sergio percebia que suas palavras tinham atingido o objetivo esperado ao ver a pele arrepiada de Silvia, quando pronunciava baixinho essas palavras nem na base de seu ouvido.
Sergio lentamente abriu a calça jeans justa que ela usava, com dificuldade baixou aquela peça de roupa e se colocou atrás da mesma, quando viu aquele traseiro empinado e duro, com apenas aquele fio dental protegendo aquele rego maravilhoso, somente pode gemer de prazer, antevendo todos os momentos que poderiam e iriam desfrutar naquela tarde.
- Minha querida que bunda é essa, não sabe como imaginava que fossem. Desejo vê-las desde há muito tempo e pensar que hoje a terei em minha cama. Você é um manjar dos deuses e que carnes firmes que possui, dizia enquanto acariciava aquelas poderosas nádegas. Terminou de descer a calça e Silvia apenas descalçou as sandálias de salto que usava até então, para facilitar a saída da roupa.
- a calça já saiu, agora calce de novo essas sandálias pois quero ver essas pernas lindas em todo seu esplendor.
Silvia olhou para o marido de sua amiga, sorriu maliciosamente e voltou a calçar os sapatos.
Sérgio sentou-se na cama e ordenou:
- Desfile para mim, disse sem deixar de olhar e apreciar aquele corpo esbelto, protegido apenas pela calcinha e calçando aquelas sandálias de salto alto.
Silvia vestida apenas com a calcinha e em cima daquelas sandálias caminhou em volta da cama, meneando seus quadris e valorizando cada centímetro de seu maravilhoso corpo. Quando resolveu ir para a cama, viu que Sergio tinha tirado seu cacete para fora do calção e o punhetava lentamente, para cima e para baixo, numa sensual e lenta caricia, olhando-a com desejo e luxuria desenfreados.
***
Raquel por sua vez, estava agachada diante de Daniel com seu cacete completamente duro na boca, numa mamada espetacular, este com os olhos fechados, sentia as caricias e desfrutava daquela mulher, da amiga intima de sua esposa.
- Que divino, que gostoso como você me chupa. Não estou entendendo nada? O que está acontecendo com as amigas de minha esposa? Todas estão se comportando como verdadeiras putas? Mas não pare, continua chupando que está delicioso.
Quanto sentiu que iria gozar, sacou o cacete da boca de Raquel, não queria gozar nesse instante, queria usufruir de Raquel profundamente, ela era sensual, sempre a tivera como um desejo proibido, e nesse momento, nesse instante, estava com o cacete dentro da boca da mesma recebendo uma mamada dos sonhos.
Puxou seu corpo para cima e ordenou que ela o desnudasse. Sentia-se como um xeique árabe, atendido pelas amigas de sua esposa. Não podia pedir mais nada.
Quando estava totalmente desnudo, ordenou àquela fêmea que se desnudasse completamente, devagar, retirando cada peça de roupa lentamente, queria apreciar o espetáculo de ir descobrindo aquele corpo que tanto desejara.
Raquel sabia seduzir e fez o ordenado sem tirar nem um segundo os olhos de Sérgio, ela passava a língua nos lábios, demonstrando estar também excitada com tudo aquilo e dando uma dose extra de lascívia em cada gesto, em cada movimento em cada peça de roupa que retirava. Quando suas poderosas tetas ficaram expostas, ela sabia que eram seu principal atributo e Daniel não aguentou mais.
- Como você pode ter uma tetas como essas, sua cadela gostosa. Necessito de uma espanhola urgente, quero que você me masturbe com o cacete bem no canal de seus seios e sem esperar resposta, sentou-se no sofá e puxou aquela mulher para o meio de suas pernas, onde acomodou o cacete entre seus seios poderosos. Quando ele começou o movimento de vai e vem, ela apenas apertou os seios, deixando que aquele mastro deslizasse entre suas tetas, com a cabeça saindo quase na altura de seu queixo, apenas curvou a cabeça e abriu a boca, para sugar e lamber aquela glande, aumentando ainda mais o prazer do macho.
A excitação era extrema, Daniel sabia que não conseguiria se controlar por mais tempo, sentiu que iria gozar e assim, fez um ultimo movimento para cima e travou o corpo. Seu cacete começou a pulsar, a engrossar e Raquel sentiu que o macho iria gozar, apenas abriu um pouco mais a boca e fechou os lábios em redor da glande e esperou, sentiu quando o primeiro jato foi disparado, seguidos de outros mais, que inundaram sua boca. Era muito sêmen disparado e algumas gotas escorreram pelo canto de seus lábios indo parar em seu colo, em seus seios, aumentando ainda mais o prazer do macho. Irresistivelmente, Daniel puxou o rosto de Raquel em direção ao seu e a beijou nos lábios, sentindo na própria boca seu gosto de homem, o gosto de seu esperma, recém disparado na boca daquela mulher, isso aumentou o grau de excitação de ambos e o sarro se eternizou em caricias cada vez mais profundas.

***
Silvia estava sentada de costas sobre Sérgio, subia e descia, fazendo com que sua vagina servisse como bainha para a espada do macho, membro este que estava completamente babado e apertado por aqueles músculos fortes que apertavam seu corpo, transmitindo sensações maravilhosas ao pulsar naquele canal. Sergio não podia deixar de admirar as costas daquela mulher, enquanto a segurava pelos ombros e via como aquele maravilhoso cu e bunda, serpenteavam sobre seu corpo.
Instantes depois ele se levantou.
- necessito que essas formosas pernas me envolvam enquanto eu enfio meu cacete dentro de você, disse-lhe enquanto carinhosamente a depositava de costas na cama. Tomou suas pernas e as colocou ao redor de sua cintura, pegou o cacete duro com uma das mãos e o dirigiu ao buraco da fêmea. Ela o olhava enquanto com as mãos se aferrava à almofada, quando conseguiu separar os lábios vaginais com a cabeça intumescida do cacete, cravou sua espada de carne naquelas macias e rosadas carnes, fazendo com a fêmea elevasse ainda mais e dobrasse as pernas, abrindo-se completamente para receber o macho dentro de si, não satisfeita ela estirou as pernas e as colocou sobre os ombros do macho, garantindo assim uma penetração total e profunda. Nessa posição começou a meter e tirar de forma ininterrupta, forte, rápida, num ritmo alucinante. Ele apertava suas duras e torneadas pernas, servindo de apoio aos seus movimentos de cópula. A fêmea lhe pedia que fosse suave, delicado, que poderia machuca-la, tamanha sua volúpia e intensidade, mas ele não tinha condições de escutar nada que ela lhe dizia, tomado pelo fogo do prazer, pela sandice da cópula. Seu controle mental era mínimo, não era um homem, mas um animal no cio, todo seu discernimento estava concentrado na ponta de seu cacete, que entrava e saia de dentro daquela mulher, sem parar, aproveitando-se, deleitando-se naquele corpo disposto e acessível da amiga de sua esposa.
Silvia apenas sentia e gozava, imersa no prazer daquele fabuloso amante.
***
Foi até o banheiro, depois do estropício que haviam feito, onde Raquel recebeu desta vez por trás toda a volúpia de Daniel, numa segunda relação, desta vez anal. Ali, debaixo da ducha, enquanto se apoiava na parede, foi novamente montada por Daniel, o macho acariciava e apertava suas imponentes tetas e nessa posição recebeu os embates, sentia como o ventre de Daniel batiam de encontro às suas nádegas e também, instantes depois toda a descarga dos ovos daquele macho que a inundou de leite quente e a levou a ter um orgasmo intenso em sucessivas ondas de prazer.
Por fim saíram da ducha e se secaram, se vestiram e despediram-se com um beijo diante da porta de entrada daquela casa, onde cada um seguiu sua vida.
Raquel chegou a sua casa, com a mente trabalhando a toda, pensando nos fatos sucedidos e como seria sua vida dali em diante. Entrou sem prestar muita atenção e então percebeu que Sérgio não estava sozinho. Deu-se conta quando começou a escutar ruídos em seu dormitório, pensou em retornar para a rua e dar liberdade à amiga e ao esposo, contudo, os sons a excitaram e não resistiu à vontade de ver o que ocorria dentro daquele quarto, cuja porta não estada trancada ao contrario, estava entreaberta. Abriu um pouco mais e pode ver seu marido empurrando sem cessar seu cacete até a parte mais profunda do sexo de sua amiga Silvia, a qual estava escancarada sobre a cama, com as pernas para o alto rodeando os ombros do macho enquanto suas mãos enlaçavam o pescoço, buscando fundir-se ao mesmo, já que este estava gozando e ela também. O macho injetava seu esperma nas profundezas daquele corpo feminino, um grande orgasmo, arrebatador, intenso, interminável. Silvia começou a chorar de prazer. Findo aquele espetáculo, Raquel saiu como havia chegado, silenciosamente e foi dar umas voltas.
Quando retornou pouco depois, tudo estava novamente normalizado.
Essa noite com Sérgio, trocaram opiniões e se excitaram de tal maneira com suas narrativas que culminaram por ter uma noite intensa, selvagem e interminável, por mais difícil que seja acreditar nisso.
As partidas continuam. Alguns sabem o que se passa outros nem o imaginam. A nenhum se importa com seriedade. Amigos são amigos.

Foto 1 do Conto erotico: Prêmio em Espécies

Foto 2 do Conto erotico: Prêmio em Espécies

Foto 3 do Conto erotico: Prêmio em Espécies

Foto 4 do Conto erotico: Prêmio em Espécies

Foto 5 do Conto erotico: Prêmio em Espécies


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Comentários


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larajuly Comentou em 16/05/2017

Quase sem palavras!!!!!!!Mas não posso ficar ne?Afinal um conto assim tao bem escrito e com toques de pura excitação e importante comentar....ameiiii....Parabéns!!!!!!!!votado....

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lucarioca Comentou em 06/05/2017

Olá que delicia de conto, farei com as amigas um carteado lá em casa, muito bom......parabéns bks da Lu

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ruca2510 Comentou em 19/04/2017

VOTADO!!! Conto muito bom! Muito bem escrito. Me deixou tesuda e molhada, me levando a um orgasmo gostoso... Beijos da Ruca

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oliveira956 Comentou em 30/03/2017

EXCELENTE,SE NÃO O MELHOR,UM DOS MELHORES QUE LI.EXCITANTE E COM ÓTIMA NARRATIVA E BOAS FOTOS.MUITO TESUDO.VOTADO,SE TIVESSE COMO,SERIA "COM LOUVOR".

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zeze Comentou em 24/10/2016

Que maravilha de conto, excelente, excitante e envolvente, resumindo tudo um tesão. Feliz com seu retorno, parabéns meu amigo, magnifico retorno.

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dibinhocarinhos Comentou em 10/10/2016

QUE AMIZADE LEGAIS VCS TEM, GOSTARIA DE PARTICIPAR DESTA BRINCADEIRA COM VCS. DEU MUITO TESÃO......TENHO 53 ANINHOS, E MUITO TESÃO.....ME AJUDEM,,,,,,QUE FAZER VCS GOZAREM MUITO......................

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cristina23livre Comentou em 25/09/2016

Excelente, muito erótico, como os seus primeiros contos, que jamais vou esquece-los, que bom que retornou, com tempo vou ler os outros.

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carlosevero Comentou em 22/09/2016

Maravilhoso conto. Deveria continuar envolvendo os dois outros casais e depois uma suruba com os quatro casais, atenciosamente carlos.

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Comentou em 21/09/2016

Regressou com tudo, parabéns, Votado

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cornutto Comentou em 18/09/2016

Mais um excelente conto.

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notório Comentou em 17/09/2016

Apreciei por demais sua volta professor e quero parabenizá-lo pelo brilhante presente que é esta maravilha de conto !!! Fotos sensacionais !!! Votado com extremo louvor !!!

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deliciaquersexo Comentou em 17/09/2016

Como sempre..... excelente... muito excitante!!!!

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tatuadojpa Comentou em 17/09/2016

Que tesão de conto!! Escreva mais...

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marujoksado Comentou em 17/09/2016

Que maravilha de conto. Parabéns! Como eu queria que minha esposa tivesse umas amigas assim.

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monteslz Comentou em 16/09/2016

bom e envolvente, valeu por sua volta, curto pra caramba seus contos

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silverprateadosurfer Comentou em 16/09/2016

Conto longo, mas delicioso de ler, poderia ter dividido em dois ou tres capitulos, como fez com o texto e tê-los publicado em separado, mas ao mesmo tempo, nos deu noção de totalidade. Adorei sua narrativa, intensa, com uma trama bel elaborada, acredito que tenha sido um dos melhores contos que li neste site, parabens meu querido, votado com louvor.

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anya Comentou em 16/09/2016

Eu estava ansiosa aguardando seu retorno, posso confessar ter ficado frustrada quando de seu afastamento, mas com certeza ele te fez bem. Conto delicioso, bem elaborado, intenso, quente, mágico e verossímel, parabens meu amigo, voltou em grande estilo.

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bonsmomentos53 Comentou em 16/09/2016

Excelente conto! A trama é deliciosa, merece continuação.

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kzdopass48es Comentou em 16/09/2016

Conto longo, mas excitante! Parabens! Betto




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Ficha do conto

Foto Perfil apeduardo
apeduardo

Nome do conto:
Prêmio em Espécies

Codigo do conto:
89203

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/09/2016

Quant.de Votos:
29

Quant.de Fotos:
5


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