MINHA NOVA NAMORADA


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MEU NOME é Gustavo / IDADE: 28 anos / COR: branca / ALTURA: 1,85 m / APARÊNCIA: um pouco gordinho / PROFISSÃO: subgerente em tecnologia da informação / PERSONALIDADE: sério, estudioso.

MINHA EX-MULHER é Michelle / IDADE: 27 anos / ALTURA: 1,42 m (muito baixinha) / PESO: 43 Kg / COR: morena / APARÊNCIA: linda de rosto e corpo, sarada de academia, com silicone nos seios / PROFISSÃO: gerente loja no shopping / PERSONALIDADE: extrovertida, exibida, safada, sensual, infiel.

RESUMO:
Durante 10 anos de relacionamento com Michelle (namoro – noivado – casamento) eu descobri e perdoei muitas traições. Soube de 628 traições com 223 homens diferentes, e esse número pode ser ainda bem maior. Muitas dessas traições eu relatei aqui no site. De início, ela tentava me trair escondido, como todas as mulheres fazem. Mas depois que ela percebeu que eu não tinha coragem para tomar nenhuma atitude. Então, ela passou a me trair na minha frente mesmo, até mesmo me humilhando na frente dos amantes. Eu realmente era louco por ela, e jamais conseguiria me separar dela. Michelle foi minha primeira e única namorada. Começamos a namorar em 2006 (em muitos relatos eu escrevi que foi em 2008, mas foi um erro de digitação que eu copiei e colei diversas vezes), quando éramos vendedores numa loja de roupas no shopping. Eu tinha 18 anos e ela, 17. Só descobri que era corno em 2011, mas os chifres começaram desde o início do nosso relacionamento.

No início do ano, eu passei a trabalhar em São Paulo, só voltando para casa no Rio de Janeiro nos fins de semana. Acho que minha ausência contribuiu muito para o fim do meu casamento. Afinal, Michelle nunca ficou mais de um dia sem sexo, fosse comigo ou com algum amante. Então, no início de junho de 2016, nosso casamento acabou. Michelle me deixou para ficar com um fisioterapeuta, um homem branco, bonitão, de 30 anos, sarado, alto (quase 2 metros, já que foi jogador de vôlei), boa situação financeira e com uma rola de 24 cm. Além disso, ele adora praticar swingue, ménage, orgias, tudo que Michelle adora.

RELATO DE HOJE: MINHA NOVA NAMORADA
Talvez esse relato esteja muito cumprido, e até um pouco monótono, mas eu queria dividir com meus amigos do site sobre TODAS as novidade dos últimos 3 meses. Sei lá quando vou ter outras novidades para contar.

Depois que me separei da Michelle (junho/2016), eu não fui mais ao Rio de Janeiro para visitar meus parentes. Na verdade, fiquei muito chateado com minha família porque descobri que meus 3 primos, meu tio, o afilhado do meu tio e o compadre do meu tio já haviam fudido minha mulher há alguns anos atrás e minha família toda sabia dessa fofoca e nunca me contou. Só depois da separação é que uma tia minha revelou esse segredo. Então, decidi evitar contato com todos eles, inclusive meus pais.

Só que em 20 de agosto, tive que dar um pulo do Rio para resolver a venda do meu carrinho velho que eu não trouxe para São Paulo. Fui no sábado pela manhã e resolvi tudo com rapidez para voltar no mesmo dia. Era ainda 2h da tarde e eu já estava pronto para pegar o vôo. Então, resolvi dar uma volta no shopping. Tenho que confessar. Na verdade, eu estava doido para ver Michelle. Estava morrendo de saudades, mas queria que fosse um encontro casual. Fiquei dando voltas pelos corredores do shopping e nada de encontrar a baixinha. Quase entrei na loja onde ela é gerente, mas aí já seria demais. Não tive coragem. Fui para a praça de alimentação e fiquei tomando uns chopes. De repente, percebi que uma garota estava me olhando muito. Ela era magrinha, rosto bonito, estatura mediana, cabelos compridos (castanho/loiro), aparentava 20 anos de idade. Ficamos trocando olhares por alguns minutos até eu criar coragem e ir falar com ela. Eu nunca fui muito bom de paquerar e já estava 2 meses sem dar um beijo na boca. Então fiquei muito nervoso e envergonhado. Mas no final deu tudo certo. O nome dela é Jenifer. Ela trabalha ali mesmo no shopping, e estava fazendo uma pausa para lanchar. Conversamos, trocamos telefones e até rolou uns beijos, só não rolou sexo porque ela tinha que voltar ao trabalho. Deu tudo certo! Eu voltei para São Paulo e fiquei de visitá-la no sábado seguinte.

O sábado (27/08) chegou. Jenifer me convidou para a festa de aniversário do padrasto dela. Eu cheguei cedo, fiz hora na casa dos meus pais e depois fui para lá. O padrasto dela é presidente de uma associação de moradores. A festa foi na sede da associação, paga por um candidato a vereador, que encheu o lugar de eleitores. Tinha mais de 100 carros estacionados nas proximidades. Jenifer estava tão ocupada organizando a festa que mal teve tempo para me dar atenção. Trocamos alguns beijos e poucas palavras. Eu fiquei perambulando pela multidão, esperando que a festa acabasse logo para finalmente poder levar Jenifer para um motel e acabar com 3 meses de jejum. Só que a festa durou quase 6 horas!

De repente, meu sangue gelou. Avistei Michelle chegando no lugar acompanhada de um moleque que não devia ter nem 18 anos de idade. Acho que tinha 16 ou 17, no máximo. Eu devia ter imaginado que ela e Jenifer se conheciam, afinal, trabalham no mesmo shopping, e Michelle conhece todo mundo. Não pude evitar de ficar vigiando a baixinha de longe. Até esqueci da minha nova namorada. Michelle estava linda como sempre, com um vestidinho curtíssimo e apertadíssimo, mostrando toda a sensualidade de seu pequeno corpo. Meu corpo chegou a tremer todo só de vê-la. É claro que eu ainda sou perdidamente apaixonado pela putinha e seria seu corno manso por quantos anos ela quisesse.

Ela nem percebeu minha presença. Também, o salão estava lotado. Devia haver umas 300 ou 400 pessoas. A baixinha começou a beber e a dançar como uma verdadeira putinha, despertando os olhares de todos. Ela dançou e paquerou muitos homens. Não demorou muito e o moleque que estava com ela teve uma crise de ciúmes. Chamou ela para conversar num canto e começaram a discutir. Não sei o que disseram, mas sei que o garoto foi embora puto da vida. Ela não pareceu se importar. Voltou para o salão e continuou dançando com qualquer um que aparecia. Ela conhecia muitos rapazes presentes na festa, cumprimentava e trocava beijinhos. Mas também dava mole para outros desconhecidos que iam se aproximando aos poucos.

Depois de uma hora, a baixinha simplesmente sumiu. Fiquei procurando por ela durante algum tempo até que ouvi uma conversa entre 2 rapazes falando sobre uma baixinha gostosa que estava pagando boquete para todo mundo lá fora da festa. Um deles a conhecia e mencionou o nome da Michelle. Ele tinha acabado de voltar lá de fora e disse que tinha enchido a boca da putinha de leite. Ele recomendou que o colega fosse lá também, mas que tomasse cuidado para não ficar muita gente aglomerada, para não chamar atenção. O outro rapaz não pensou 2 vezes e saiu apressado. Eu esperei um pouco e fui logo em seguida. Não foi difícil encontrá-la. Havia uma aglomeração de uns 6 rapazes esperando sua vez, enquanto a putinha chupava 2 rolas ao mesmo tempo, sentada no para-choque de uma van. Chegamos e ficamos aguardando nossa vez. Eu não ia perder isso por nada. Depois de uns 30 minutos, chegou finalmente a minha vez. A baixinha me reconheceu, e brincou: – “Ué, você aqui? Vem, corninho, mata saudade da minha boquinha”. Ela engoliu meu pau inteiro e eu gozei em questão de segundos. Ela riu e falou: – “Não mudou nada. Rapidinho como sempre”. Eu me afastei e fiquei observando até ela chupar mais 4 rapazes. Do tempo que eu fiquei ali, eu vi a putinha engolir o leite de 12 rolas diferentes. Não sabia quantas mais estiveram ali antes de eu chegar.

A festa acabou lá pela 1 hora da manhã. Jenifer não quis passar a noite comigo, alegando que a mãe e o padrasto não iriam concordar. Mas prometeu que no dia seguinte (domingo) passaríamos mais tempo juntos. Era tarde demais para eu ir dormir na casa dos meus pais. Então, resolvi ir para o motelzinho vagabundo que tinha perto da minha ex-casa. Fui andando a pé mesmo, dava meia hora de caminhada. Assim que dobrei a esquina, vi um carro citroen vermelho estacionado que estava sacudindo muito. Eu passei ao lado dele. Não pude ver nada porque os vidros eram muito escuros, mas pude ouvir os gemidos: – “Vai, cavalo, arromba minha buceta. Maltrata ela, vai. Assim. Huuuuummmm! Delícia!”. Era a voz da Michelle, eu tinha certeza. Continuei andando. Já estava quase chegando no motel quando o citroen vermelho passou por mim. Ele parou um pouco mais adiante e Michelle desceu do carro. – “Você tá indo pra onde?” – ela me perguntou. Eu respondi que ia passar a noite no motel. Então ela se despediu do motorista do carro vermelho, que foi embora. Ela foi andando a pé junto comigo e me convidou para passar a noite na casa dela. É claro que eu aceitei. Era tudo que eu queria! Fomos andando por mais 10 minutos até “nossa” casa (metade daquele apartamento ainda me pertence). Durante o caminho ela me contou que havia chupado 19 rolas naquela noite, tudo isso só para encontrar um pau grande o bastante para fazer sexo. No final, o escolhido foi o dono do carro vermelho, que tinha uma piroca de uns 20 cm. Ela ficou decepcionada, porque ela já havia transado com ele antes. Ela queria mesmo era encontrar alguém novo, mas como ela disse: “só tinha pau pequeno nessa festa”.

Chegamos em casa, tomamos um banho e fizemos um sexo maravilhoso. Foi maravilhoso pelo menos para mim, que não fazia sexo há quase 3 meses. Só não gozei em 10 segundos graças ao boquete anterior, mesmo assim foi difícil segurar por mais de 10 minutos. Estava com tanto tesão que continuei fudendo e gozei de novo. Enfim, eu tinha gozado 3 vezes numa só noite. Algo muito raro de acontecer comigo. Michelle não pareceu ter gozado nenhuma vez, mas tenho certeza que já havia gozado o bastante dentro do carro vermelho.

Passamos a madrugada conversando. Eu contei que estava namorando a Jenifer, e ela ficou surpresa. Disse que achava que a gente ia se entender bem porque ela era uma garota boazinha, novinha, muito tranquila. Ela me contou que havia terminado o namoro com o fisioterapeuta porque ele era muito infiel. Ele chegou a sair com uma amiga da Michelle, que ela apresentou a ele. Mais o mais grave foi que ela descobriu que o safado era bissexual. Ela disse: – “Já é difícil aceitar ser corna. Agora, corna de viado não dá! O safado tava me enganando pra sair com homens. Aqueles jogadores de vôlei, de basquete, todos grandões, pirocudos, comendo o cu do meu namorado. Aí já é demais pra minha cabeça!”. Não vou negar que fiquei muito feliz em saber disso, embora eu já estivesse desconfiado por causa das postagens dela no facebook.

Perguntei a ela sobre uma foto que ela postou no face em que ela estava de camisola sentada no colo de um negão gigantesco sem camisa e que parecia estar sem cueca também, com a legenda “senta aqui e vai na ponto 30 do papai. Bjs Hugo”. Ela achou graça porque todo mundo ficou admirado com essa foto. As amigas acharam o negão uma delícia. Mas Michelle queria mesmo era causar ciúmes no ex-namorado e conseguiu. Ela conheceu o Hugo fazendo fisioterapia com o namorado. Ele é jogador de basquete e joga num time fora do país, mas está de férias no Brasil e continua o tratamento dos joelhos. Aliás, o nome dele nem é Hugo. Ela o chama assim porque é “HUGO de U-GOSTOSO”. Ele tem um nome estranho que eu não lembro. Michelle desconfiou que o viadinho do ex-namorado dela estava interessado em fuder com o Hugo, então ela resolveu dar para ele e postar no face. Perguntei sobre a legenda “ponto 30 do papai”. Será que o negão tinha 30 cm de rola? Aí é que ela riu mesmo. Ela disse: – “Pior que teve muita gente pensando isso, mas não tem nada a ver. Essa é a letra de um funk. É claro que ele não tem 30 cm. Se não me engano, ele disse que tinha 22 ou 23 cm, não lembro direito. Só sei que é grosso pra caralho. Que pau grosso da porra, parece de cavalo. Gozei tanto naquela rola que fiquei sentindo ela latejando dentro de mim muito tempo depois que o sexo tinha acabado. Acho que era a buceta voltando ao normal”.

Ainda ficamos conversando sobre muitas coisas, e quando fomos ver, já era de manhã. No domingo, me encontrei com a Jenifer. Mais uma vez não fizemos sexo porque ela tinha que trabalhar as 14 horas. Almoçamos juntos e eu voltei para São Paulo mais do que satisfeito pela foda que dei com a baixinha.

Durante a semana, caí na besteira de mandar uma mensagem para Michelle dizendo que eu queria vender o apartamento para pegar minha metade e dar de entrada em outro imóvel, porque eu não podia ficar indo ao Rio de Janeiro toda a semana e ficar dormindo em motel. A baixinha primeiro tentou me convencer que não precisava, que eu poderia dormir no “nosso” apartamento sempre que precisasse. Ela ainda argumentou que ela não teria dinheiro para comprar outro e acabaria tendo que morar com os pais. Mas eu disse que Jenifer não iria entender bem essa situação, e que eu precisava de um lugar só meu. Então ela se irritou e escreveu: “Não sei porque a pressa. Não tem nem 1 mês de namoro. Daqui a pouco vai levar um chifre dessa menina também ou então um pé na bunda. Ou você acha que ela vai ficar quietinha te esperando aqui no Rio enquanto você está longe?” Para não discutir, eu encerrei a conversa. A partir daí, Michelle começou a postar fotos dela com a Jenifer. Um almoço no shopping na quarta-feira, um chopinho depois do trabalho na quinta-feira, um baile funk na sexta. Michelle e Jenifer tornaram-se amigas do dia para a noite. E a putinha estava levando a minha namorada para as noitadas. É claro que isso não ia dar certo.

Assim que cheguei no Rio, no sábado (03/09), fui conversar pessoalmente com Jenifer sobre o perigo dessa amizade. Jenifer disse que sentiu pena de mim quando descobriu que eu era casado com Michelle, porque todo o shopping sabia que o marido dela era o maior corno do planeta. Todo mundo do shopping adora a Michelle porque ela é muito legal e divertida, mas todo mundo sabe que ela é a mulher mais puta de todo o shopping. Todos os rapazes comentam que a baixinha é uma boa amiga, uma excelente amante, mas uma péssima mulher para casar. A baixinha já deu para muitos vendedores de loja, balconistas, donos de lojas, seguranças, faxineiros, tatuadores. Jenifer disse para eu ficar tranqüilo que não havia perigo disso se repetir conosco. Eu acreditei e me tranqüilizei. Combinamos então de irmos num baile funk depois do trabalho dela, e depois, passaríamos a noite num motel. Eu detesto baile funk, mas estava ansioso para finalmente fazer sexo com ela depois de 3 semanas. Em vez de esperar na casa dos meus pais desde as 14 horas até as 22 horas, eu preferi aceitar a proposta da Michelle e ficar no “nosso” apartamento. É claro que a Jenifer não poderia nem desconfiar disso.

Fomos de taxi ao baile funk e chegamos lá quase meia noite. Era um clube bem longe do nosso bairro, mas havia uma galera do shopping que havia combinado de se encontrar por lá. Conheci alguns amigos da Jenifer, umas 4 garotas (entre 17 e 20 anos) e uns 7 rapazes (entre 18 e 21, talvez). Me senti um velho no meio da garotada. De repente apareceu Michelle, com um vestidinho branco minúsculo e transparente. Jenifer comentou comigo sobre a roupa dela que estava muito indecente. Ela estranhou porque Michelle só usava vestidos e nunca calça jeans. Eu expliquei que a baixinha não encontrava calças do tamanho dela por causa das pernas muito curtas, da cintura muito fina, da bunda muito grande e da coxa muito grossa. Jenifer ficou enciumada, achando que eu estava elogiando Michelle: – “Mas precisa usar vestidos assim tão indecentes? Não podia ao menos usar um vestido mais cumprido?” Eu concordei com ela, e achei graça por ela estar com ciúmes.

Michelle chamou Jenifer para se juntar a ela numa mesa. Advinha quem estava lá sentado? O Hugo. O gigante passou o tempo todo sentado. Ele não sabia dançar, e mesmo se soubesse, era grandalhão demais para dançar com Michelle, que batia na altura da cintura dele. Então, passamos a noite bebendo, enquanto as mulheres iam dançar sozinhas no salão. Mais ou menos sozinhas, na verdade, porque foram muitos os rapazes que se aproximaram, mas não conseguiram nada. De tempos em tempos elas voltavam para a mesa para beber. Michelle falou sobre alguém que passou a mão nela e sobre a cantada que recebeu de outro rapaz. Eu não sabia se sentia mais ciúmes dela ou da minha namorada. O Hugo parecia não se importar. Michelle continuou falando sacanagens. A baixinha parecia estar cheia de tesão (como sempre!). Ela pegou uma longneck com as duas mãos e ficou rindo para Jenifer. As duas começaram a rir. Eu demorei um pouco para entender, mas percebi quando a safadinha falou para a minha namorada: – “Sem brincadeira, é assim mesmo. Vem nessa grossura até aqui”. (Para quem ainda não entendeu, a putinha estava comparando o tamanho e a grossura da garrafa com o pau do Hugo.) Depois, ela e o gigante começaram a se beijar, enquanto ela alisava o pau dele por cima da calça jeans, bem na nossa frente. Foi depois disso que Michelle deu a idéia de irmos todos para um motel. Jenifer se assustou com o convite, mas depois que ficou esclarecido que cada casal iria para sua própria suíte. Michelle estava apenas oferecendo uma carona, já que eu estava sem carro e teria que pegar um taxi. Jenifer aceitou na hora, nem me perguntou. Então Hugo levantou apressado para irmos embora. Ele parecia estar com mais tesão que todo mundo junto. Quando ele ficou de pé perto dela, deu para ver a diferença de tamanho entre eles. Michelle alisou o volume que chamava muito a atenção sob a calça, e brincou: – “Minha boca já tá na altura certinha, não preciso nem me abaixar”. Jenifer riu e olhou para o volumão do negão. Eu morri de ciúmes, mas fingi que achei graça.

No carro, a caminho do motel, Michelle começou a chupar a rola do Hugo. Eu estava sentado no banco atrás do motorista, e, por isso não via muita coisa, mas podia imaginar, por causa dos movimentos da cabeça dela e dos ruídos que emitia. Jenifer estava muito curiosa, e esticava o pescoço para ver. Eu puxei ela pelo braço e fiz uma cara de raiva, mas ela sorriu e comentou: – “Essa menina é muito doida mesmo”. Michelle sorriu para ela e respondeu: – “Já estou deixando a ferramenta pronta pro trabalho. E hoje eu quero trabalhar muito”. Jenifer não parou de observar nem por um segundo. Ela nem piscava de tanto interesse.

Chegamos no motel e finalmente vi Jenifer completamente nua, com seu corpinho magrinho. Ela não tem nada demais, nem pernão, nem peitão, nem bundão, mas é tudo certinho, bonito e delicado. Eu estava louco de tesão e precisava me segurar para não gozar muito rápido, então, caprichei nas preliminares. Jenifer gozou na minha boca. Quando penetrei aquela bucetinha toda delicadinha, apertadinha, quase não me segurei. Então, comecei a ouvir os gemidos da Michelle, que estava fazendo o maior escândalo na suíte ao lado. A baixinha gritava, urrava, gemia, tudo ao mesmo tempo: – “Ahhhhhh! Assim, caralho! Puta que pariu! Huuuuuuuuu! Ahhhhhhhh! Que delícia de pau! Ah, ah, ah, Ahhhhh!”. Eu olhava para Jenifer e ela estava quietinha, nem sequer gemia. De início, aquilo serviu para me desconcentrar. Me causou ciúmes, irritação, mas depois, foi me dando um tesão e eu não agüentei. Gozei pensando na Michelle. Jenifer não chegou a gozar de novo.

Fomos tomar um banho para eu recuperar minhas forças. Namoramos no chuveiro, ouvindo o escândalo da baixinha no quarto ao lado. Jenifer ria a todo momento, achando graça dos gritos e gemidos dela. Em certo momento, ela comentou: – “Também não deve ser fácil agüentar um negão daquele tamanho. Ela é toda pequenininha! Não é possível que não machuque. Eu não tinha coragem de encarar um pau daquele tamanho!”. O ciúme me corroeu e eu quase estraguei a noite: – “Como assim? Você por acaso já viu o pau dele?” Jenifer me respondeu com normalidade: – “Claro que vi lá no carro. Não tinha como não ver. E posso dizer com toda certeza que nunca vi um pau tão grande na minha vida! Só em filme! A cabeça era quase do tamanho de um limão. Michelle não conseguiu nem enfiar aquilo dentro da boca de tão grande que era!”. Eu procurei controlar meus ciúmes.

Voltamos para a cama para fuder mais. Fiquei fudendo por mais meia hora, e apesar do meu empenho, Jenifer não conseguiu gozar. Ela disse que dificilmente goza mais de uma vez, que foram poucas as vezes em que ela teve 2 orgasmos na vida. Ela ainda brincou, sorrindo: – “Pelo visto, eu não posso competir com a Michelle, que até agora não parou de gozar um minuto”. Era a pura verdade. Enquanto isso, a barulheira no quarto ao lado não parava nem por um minuto. Michelle já estava gemendo há 2 horas, pelo menos. E seus orgasmos podiam ser ouvidos pelo motel inteiro. Acho que a safada já tinha atingido o clímax umas 7 ou 8 vezes. Como nem eu nem Jenifer tínhamos mais fôlego para continuar fudendo, o jeito foi ficarmos ouvindo os gritos da suíte vizinha e fazendo nossos comentários e piadinhas. O silêncio de Michelle aconteceu depois de mais uns 20 minutos. Ficamos prontos para irmos embora assim que nossa carona nos chamasse. Porém, foi uma surpresa quando, depois de mais meia hora, os gemidos voltaram a acontecer. Jenifer não pode esconder que estava impressionada com o apetite sexual dos dois, e com a capacidade da baixinha de agüentar uma rola tão grande por tanto tempo. Eu fiquei apenas ouvindo. Contei mais 3 orgasmos escandalosos. Até que certo momento, começamos a ouvir: – “Aaaaaiiiii, puta que pariu! Que piroca grossa da porra! Aaaaaaaaiiii! Huuuuuuummmm! Vai. Assim! Enfia tudo. Uuuuuuuufffffh! Ahhh! Fode esse cu, cavalo! Tá me arrombando toda, seu filho da puta! Aaaaiiiiieeeee! Não, não para. Pode meter tudo que eu agüento”. Jenifer me olhou com os olhos arregalados e um sorriso de espanto: – “Ela tá dando o cu pra ele! Como é que ela agüenta aquele pauzão enorme dentro do cu? É um pau muito grande”. Eu não disse nada. Aquela admiração toda por parte da Jenifer já tinha me irritado. Durante o tempo que passamos no motel, minha namorada havia comentado sobre o tamanho da rola do Hugo pelo menos umas 15 vezes.

Finalmente, o casal do quarto ao lado terminou de fuder e fomos embora lá pelas 6:30h da manhã. Michelle convidou a gente para um café da manhã na casa dela. Nós aceitamos. Era o único jeito de passar mais tempo com a minha namorada. Afinal, não tínhamos para onde ir numa hora daquelas. Jenifer conversava com Michelle sobre o escândalo que tinha ouvido, e Michelle se orgulhava de ser tão boa de cama: – “Minha ginecologista sempre comenta que eu sou pequena só por fora. Por dentro eu sou um poço sem fundo. Também, tinha que ser, né? Para agüentar um homem exagerado e viril que nem ele, tem que ter muita disposição”.

Depois do café, dormimos um pouco. Eu e Jenifer dormimos no chão da sala, enquanto Michelle e Hugo dormiram no quarto. Depois fomos embora. Michelle e Jenifer precisavam ir trabalhar no shopping às 14 horas. Eu voltei para São Paulo de ônibus, para economizar dinheiro. Não dá para pagar viagens de avião todos os fins de semana.

Assim que cheguei em casa, recebi uma mensagem da Michelle: “Tá vendo, otário. Tá querendo montar casa pra uma menina que você nem conhece. Olha esse vídeo aí e me diz se você não é um corno”. O vídeo tinha duração de 20 segundos e mostrava uma garota magrinha sendo fodida por um negão grandalhão. Não mostrava os rostos, mas era possível reconhecer que se tratava de Jenifer e Hugo. Michelle ainda completou com a mensagem: “Ela disse pra você que tem dificuldade pra gozar? Tudo mentira. Ela gozou 5 vezes na piroca do meu negão enquanto você dormia. Toma essa, seu corno”. Agora pergunto aos amigos leitores o que eu faço?

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Comentários


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o cara_rj Comentou em 19/09/2016

Para de frescura e continue sendo corno como sempre foi! Pior tipo de corno manso é o que não se assume. Quando desejar posso meter bem gostoso nas duas pra vc ver e ainda te dominaremos pra fazer de vc um corno assumido feliz.

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Comentou em 15/09/2016

O podolatra ta certo, para ser besta e otario, faço algo pra seu bem e não por seu mal, vende esse apartamento por que voce tem direito como a sua ex-puta tem. E faca um favor a sim mesmo procura um medico e vê esse seu problema tem cura deve ter kkkkk

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casadodaku Comentou em 14/09/2016

Enquanto vc estiver ai nunca vai ser feliz......

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moicanobranco Comentou em 13/09/2016

Manda as duas se fuderem,mete o pé, não vale a pena, existe mulher demais sobrando para ficar com essas que não vale nada

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kv_safado Comentou em 13/09/2016

Faz o que sempre fez. Seja corno. Aceite. Curta isso. É isso que corno faz! Assuma o namoro com a novinha. Volte para o rio sempre p ficar na casa da ex. E faça as duas serem melhores amigas. Vc vai ser muito mais feliz! Vai ser corno de duas e ter mais histórias p contar.

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safado1234sp Comentou em 13/09/2016

Mostra a Jeniffer aqui pra nós!!! E nao faz nada, vc é corno e gosra de ser, aproveita e apoie ela. Aprende a aceitar sua condição. Abraço seja feliz!!!

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mich Comentou em 12/09/2016

massa demais, esse foi foda, a puta fez a menina te fazer corno de novo, ah desgraçada kkkkkkkkkkkkk

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helder Comentou em 12/09/2016

chupava ela com apica do negao dentro melhor comer file acompanhado doque sebo so

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dark_fake Comentou em 12/09/2016

O que você faz???? Pega sua magrelinha e leva ela pro negão arregaçar e você ficar assistindo... Acho que dá pra levar a vida dupla (corno e casal) é só não deixar sua namorada virar puta da galera e fazer as coisas com discrição. Aproveita...

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o podolatra Comentou em 12/09/2016

Veio tu ainda pergunta o que tu faz? Ta na cara q tu ex armou isso. Vende esse apartamento e pega sua parte e manda tua ex ir dar cu o por dinheiro, pra comprar outro apartamento. E aproveita e manda essa tua namorada ir pro diabo q a carregue. Uma mulher q ta comigo no motel e passa a noite falando do pau do outro, eu tinha largado ela la mesmo.




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Ficha do conto

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gugamrap

Nome do conto:
MINHA NOVA NAMORADA

Codigo do conto:
89003

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/09/2016

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
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