Cunhada safada


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Estava de férias com minha esposa e filha no litoral norte de São Paulo, onde tenho uma casa de praia. Meu cunhado, irmão de minha mulher, veio passar um fim-de-semana conosco e trouxe sua linda esposa, Sean, com a qual era casado há uns cinco anos, e o filhinho deles, de quatro anos. Eu sempre nutri um tesão disfarçado por Sean, uma mulher de 22 anos, morena clara, cabelos e olhos negros, corpo roliço e rígido, bunda empinada, seios fartos, enfim, um verdadeiro colosso! Em Caraguá, na praia Martin de Sá, no sábado pela manhã, fomos ao posto 6, o famoso “quiosque do nelsinho”, onde a arrebentação de ondas é mais suave e mais próprio às crianças. Estava fervendo de gente, mas como sempre Nelsinho arranjou-nos uma mesa e começamos a beber, caipirinhas, “espanholas”, cerveja, entremeadas por camarõezinhos, porquinho, “chenele”, e assim foi passando o dia. Minha esposa quando vai à praia parece que não quer mais ir embora, e assim, entre umas e outras, às 04 da tarde estávamos todos de “pileque”. Sean estava com um biquíni muito sensual, com as laterais da calcinha amarrada por cordões, e um top que fazia com que seus seios se avolumassem ainda mais. Minha mulher, embora mais comportada, também é muito gostosa, e vestia um biquíni que também despertava tesão em todos que a vissem. Enfim, resolvemos ir embora para casa. Pegamos o carro, música em alto volume, aquele trânsito da orla, um sol escaldante, o carro mais quente que sauna e todos os adultos rindo muito por qualquer motivo, todos em roupas de banho. Chegando em casa, resolvemos, eu e minha mulher, tomarmos banho no chuveiro externo, aqueles de chapéu grande, que forma uma ducha intensa e geladinha, e ali mesmo no quintal, debaixo do chuveiro, demos uma trepada gostosa, com eu cravando a vara na sua boceta e fazendo-a gozar rapidinho. Ao voltarmos, meu cunhado e Sean estavam na cozinha aguardando as crianças tomarem banho no WC interno, e minha esposa, na sacanagem falou para Sean que era melhor eles tomarem banho no chuveiro de fora, insistindo “você não sabe como é bom! Muito bom! Mesmo!” e piscando para ela, como que estimulando uma trepada deles em baixo do chuveiro. Eles foram sorridentes, de pilequinho, e minha mulher entrou no banheiro interno para ajudar minha filhinha no banho. Fui para o nosso quarto, cuja janela fica a menos de três metros do tal “chuveiro externo” e de onde, apesar da meia-parede do box, dava para eu observar, pela fresta da janela, o jovem casal se banhando. Tranquei a porta de meu quarto a chaves, fiquei espiando, com cuidado para eles não perceberem a janela entreaberta, e pude então notar a maravilha do corpo de Sean, peladinha, segurando o cacete do marido de frente, levantando a perna até a parede para facilitar a penetração frontal e levando o pau do meu cunhado na racha peluda. Puta que o pariu! Não resisti! Comecei a me masturbar olhando aquela cena maluca e percebi que minha concunhada deveria ser escandalosa ao gozar, pois em determinado momento meu cunhado colocou a mão na sua boca e ela, virtualmente estremecia em gozo. Esporrei-me todo. Fechei a janela que, sem querer, fez o barulho característico. No dia seguinte fomos à praia de novo, mas bebemos pouco, pois meu cunhado voltaria a São Paulo e deixaria Sean e o filho passar a semana conosco. E assim foi. Todos os dias que íamos à praia, Sean em biquininhos lindos e variados, eu ficava relembrando a cena da trepada e imaginando como ela deveria dar gostoso. Madrugada de quarta-feira, umas duas horas da manhã, minha mulher me acorda, dizendo que Sean não estava passando bem e pediu-me que a levasse ao Hospital. Para não acordar as crianças, minha esposa ficaria em casa com elas. Meio puto, levantei-me a contragosto, mas ao deparar-me com Sean vestindo um shortinho e bustiê justíssimos, pensei que não ia ser uma tarefa desagradável socorrê-la. No carro Sean aparentava estar mesmo muito abatida, e como ela não tinha plano de saúde, já que meu cunhado é um duro, levei-a à Santa Casa de Caraguá. Aguardamos um pouco e um médico a atendeu. Para entrar junto na sala, eu disse que era marido de Sean, e o médico examinou-a, perguntou-lhe um montão de coisas, mediu a pressão e a temperatura e, no final, disse que ela aparentemente não tinha nada, receitando-lhe um analgésico qualquer. Sean e eu saímos do consultório sem nos convencermos de que o diagnóstico do médico estava correto. Propus então a Sean que fôssemos a um hospital particular, no que ela disse que não pois não teria como pagar. Disse-lhe para não se preocupar, pois eu pagaria e – para não causar constrangimentos – ninguém precisaria ficar sabendo. Assim fomos a um outro hospital da cidade, onde – particular – fomos tratados muito bem, e neste Hospital o médico animadinho aprofundou-se um pouco mais no exame. Pediu-me licença e solicitou que Sean tirasse a roupa e vestisse um jaleco de hospital. Sentou-a numa maca, auscultou-a, mediu pressão, temperatura, fê-la deitar, colocou o ouvido em sua barriga, apalpou-lhe o abdômen, as costas, fez-lhe um monte de perguntas, inclusive quando havia sido sua última relação sexual, mas – ao final - também nada conseguiu diagnosticar. Foi mais solícito, encaminhou Sean para tomar uma injeção contra enjôos e a dispensou Já eram quase quatro horas da manhã e, no estacionamento do hospital mesmo, antes de ligar o carro, tomei a liberdade de perguntar a Sean qual a freqüência da atividade sexual dela. Ela, meio constrangida, disse-me que o meu cunhado era um tarado, que eles transavam todos os dias e várias vezes, e que ele não respeitava nem os dias que ela estava menstruada. Perguntei-lhe se ela sempre chegava ao orgasmo nessas relações e ela respondeu afirmativamente. Então, como quem descobriu a pólvora, dei uma grande risada e diagnostiquei que o que ela tinha era carência sexual, pois faziam já três dias que o marido tinha voltado a São Paulo. Ela deu um sorrisinho meio amarelo, como quem estivesse envergonhada e respondeu: “para diagnosticar isto, não precisava de médico, muito menos pago...”. Percebi que ela estava muito preocupada com o ressarcimento da consulta, e disse-lhe para ficar tranqüila, que era um prazer poder ajudá-la e lancei a pergunta mortal: “Você reparou como o médico ficou excitado ao vê-la?”. Ela disse que não. Respondi que deu para perceber o volume da calça dele aumentar. Ela riu muito, e foi eu que – na hora – comecei a ficar de pau duro. Como estava de calção e sem cueca, ela percebeu na hora disse: “É...parece que não foi só ele, né?” Fique meio encabulado, mas o tesão foi maior, e eu disse que ela estava enganada. Ela fixou o olhar no meu calção e falou que se aquilo não fosse uma ereção eu deveria ser muito bem dotado. Respondi-lhe, mentirosamente, que eu não estava excitado. Ela disse não acreditar. E ficou naquela: acredito, não acredito, acredito, não acredito! E então eu joguei: Só tem um jeito... São Tomé, me ajude!”. Peguei sua mão e coloquei-a sobre meu pau. Ela apertou e disse: “não falei?!” Insisti que ela estava enganada, peguei novamente sua mão e coloquei-a por dentro do meu calção fazendo com que ela tivesse contato direto com meu pau, que a estas alturas já estava querendo explodir em gozo. Ela ficou segurando e olhando para minha cara, sem saber como agir. Falei-lhe: “já que está, deixa ficar e é melhor aproveitar”. Ela começou a me masturbar e eu não resisti. Pus minha mão em seus peitos, levantei a blusa e comecei a mamar aquelas duas maravilhas da natureza. Ela me alertou que eu estava louco, que aquilo não era lugar, que poderia passar alguém, e coisa que o valha. Dei a partida no carro e fui até a orla da praia, onde aquela hora não tinha ninguém. Estacionei, fui até a porta dela, pedi para ela descer, e fomos andar na praia, com um medo fdp de ser assaltado. Mas valia a pena! Na praia, uma falha de iluminação, deu vez a um trecho escuro onde sentamos. Ela falou que aquilo era loucura, que nós não deveríamos estar ali. Mas não teve jeito, abracei-a e dei-lhe um beijão daqueles de calar a boca e engolir a língua, com força. Cai por cima dela e passei a friccionar meu pau na sua boceta, por cima da roupa mesmo. Na seqüência levantei seu top e voltei a mamar seus seios, enquanto com a mão abaixei seu shortinho. Não tirei o meu calção, mas coloquei o pau para fora e, alucinado, cravei em Sean. Era tanto tesão que começamos a copular loucamente e então percebi porque meu cunhado tinha colocado a mão na boca de Sean. Ela começou a gritar “áis”, “assins”, me xingando de puto e na hora do gozo mesmo deu um “ahhhh!!!!!” que se tivesse alguém por perto, certamente ouviria. E foi o que aconteceu.....Continuamos a trepar, com eu virando-a de costas lambendo seu cuzinho e sua xaninha toda lubrificada, Cravei o dedo no seu rabo, massageando o buraquinho onde tencionava entrar. Ela disse para eu parar, que ali nem o marido dela entrava, que doeria, mas eu continuei, e passei a por dois dedos. Cuspi no seu buraquinho já meio aberto e na hora que eu ia colocar meu pau, senti alguém bater nas minhas costas e dizer: ”Pode parar aí, tio. Agora é com a gente”. Eram três rapazes, mulatos, atléticos e de calção, na faixa dos 20 anos, um dos quais deixou-me ver o cabo de um revolver. Falei para eles ficarem calmos e um deles disse que era para eu ficar calmo, pois eles só iriam terminar o serviço para mim. Sean começou a chorar, e tomou um tapa no rosto que fê-la deitar-se na areia. Tentei reagir, instintivamente, e levei um pé no saco que me fez contrair em dores. Um dos rapazes tirou o cacete para fora e mandou Sean chupar, enquanto outro, o mais baixo, deitou-se no chão e mandou ela sentar com o cú na pica dele. O pau do cara não era muito grande, mas deveria ter mais de dez centímetros de grossura. A hora que ela sentou de costas na vara do baixinho, ela deu um grito, e tomou outro tapa. O terceiro empurrou-a para trás e ela ficou com a boceta escancarada para ele. O cara, sem dó nem piedade cravou-lhe o cacete, aliás o maior deles, na buceta, e ela ficou assim com um no rabo e outro na racha. Eu já tinha me recuperado do pé no saco e fiquei assistindo a sacanagem, com uma puta inveja dos malacos, e começou me dar um tesão doido, tanto que comecei a me masturbar. Determinado momento eu percebi que Sean já não chorava mais, e até rebolava, com um pau na boca, outro no cú e outro na boceta. O que comia-lhe a boceta gozou alucinado, urrando, sendo substituído pelo que estava sendo felado que, minutos depois, também gozava. Dava para ver a porra escorrendo da boceta de Sean. O baixinho não tirava o pau do cú de Sean, e percebi que Sean, rebolando, iria gozar. Gritou como uma cadela, xingando seus estupradores. O baixinho virou-a e ela ficou de bruços, de quatro, e ele cravou-lhe a tora na boceta, já melada pelos dois companheiros, e gozou feito um louco, dando tapas na bunda dela e xingando-a dos mais variados palavrões. Saciados, eles se levantaram, e falaram para eu ficar tranquilo que eles não iriam nos assaltar. Foram embora rindo, e Sean ficou ali, de pernas abertas, toda arrombada, encharcada de porra. Eu que estava me deliciando vendo-a ser estuprada, ainda estava de pau duro, falei prá ela: “Vamos terminar nossa conversa”. Enfiei o pau no seu cú, já bem alargado, e continuei bombando até gozar. Ela parecia que não gozaria mais e não gozou mesmo. Depois ela entrou no mar, lavou a boceta e o cuzinho, e pediu para ir embora. Fia o mesmo, e me enxuguei com uma tolha que sempre deixo no carro e voltamos para casa. No caminho eu falei para ela que deu para ver que ela gostou da curra, e ela me confidenciou que – como muitas mulheres – ela já tinha até sonhado em ser estuprada, até por mais de três e que apesar do medo, foi muito bom para ela. Ao chegarmos em casa minha esposa estava dormindo, e fizemos de tudo para não acordá-la. Ela só acordou quando eu deitei-me na cama a seu lado e passei a boliná-la, pois ela estava com aquele rabão voltado para mim e peladona. Falei que iria tomar um banho e voltei, limpinho, para mais uma trepada. Minha mulher estranhou o tempo que demorei para gozar, mas curtiu legal a demora. Depois perguntou de Sean e eu lhe disse que ela já estava melhor. Muito melhor, na verdade. No dia seguinte não tocamos no assunto. Quando voltamos a São Paulo recebemos um telefonema do Hospital particular, informando que Sean havia lá esquecido sua carteira de identidade. Aí o marido dela ficou sabendo do atendimento particular que eu patrocinei e ainda me pagou....acreditem!!! Mal sabia ele que Sean havia pagado com juros aquela assistência. Agora, as coisas ficaram muito legais. Quando ela vai na minha casa, passar um final-de-semana, sempre que estou longe do raio de visão de alguém, passo-lhe a mão na bunda, na xana, nos peitos, numa cumplicidade cheia de tesão que não sei onde vai nos levar. Cheguei a meter os dedos na sua buceta quando ela lavava a louça na pia na churrasqueira, atrás do balcão, enquanto o marido dela ficava tomando sol na beira da piscina. Vamos ver até onde isso vai dar!...
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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 17/08/2016

Meu amigo, que delícia sua cunhada! Acertou na loteria, na mega sena sozinho! Amo a praia de Juqueí, no norte paulista. Fica perto dessa praia? Betto

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tonyelene Comentou em 17/08/2016

Este conto não é de sua autoria.....certo?




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cunhada safada

Codigo do conto:
87801

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/08/2016

Quant.de Votos:
13

Quant.de Fotos:
3


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