Contos de um Coroa IX – A traição e o desejo


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Após aquela trepada louca íamos para o banheiro nos limpar, porém as meninas olharam para a piscina e disseram:
- Para que ir ao banheiro se podemos nos divertir e nos limpar naquela deliciosa piscina....
E saíram correndo em direção a piscina, Seu Gerônimo riu da situação e subiu as escadas, eu e Geovane fomos até a piscina aderindo àquela ideia. Elas nadavam peladas e nós também, brincávamos nos atracávamos, estava gostoso.
Pouco tempo depois veio Gerônimo, só de sunga havia tomado um banho e veio com bebidas para nós:
- Acho que vou acender a churrasqueira, o que acham rapazes?
- Por mim seria ótimo Seu Gerônimo!
- Pedro vamos fazer assim, esquece o seu Gerônimo, e me chama só de Gerônimo ok?
- Ok Gerônimo!
- Eu também fiz feijoada, arroz e farofa caso decidam comer alguma outra coisa além de cu e buceta kkkkkkk.
O dia estava muito bom, comemos churrasco, fizemos sacanagens, conversamos, brincamos até umas horas. Perto do fim da tarde as meninas se vestiram e se despediram da gente, disseram que iriam voltar para a cidade delas, que estavam hospedadas de férias e aquele dia tinha sido o melhor, para fechar com chave de ouro as aquelas férias. Disseram também que eram enfermeiras em uma cidade do interior, trocamos contatos elas nos beijaram e foram.
A noite chegou, estávamos os três na piscina conversando, e seu Gerônimo nos perguntou:
- O que diabos vocês disseram para essas garotas?
Geovane me dedurou: - O Pedro disse que o senhor estava solteiro, ou melhor separado! Kkkkk
- Como é? Porque você disse isso?
- Ora vai dizer que o senhor não queria ter se divertido com elas, o senhor não gostou?
- Gostei, e agradeço kkkkk
- Então? Fiz o que minha intuição dizia.
- É pai, pra que a pilha?
- Pra que a pilha, e se sua mãe descobre?
- hahahha eu não sou louco de contá-la, o senhor é?
- Não, isso vai ter de ficar entre nós!
- Vamos fazer disso, tudo que vir a acontecer durante os dias que estivermos aqui ficarão entre nós! Fechado? Indaguei empolgado e olhando nos olhos dos dois safados da minha vida.
- Por mim tudo bem! – Exclamou Geovane
- Ok, eu topo! - Falou Seu Gerônimo.
- ótimo!
Aquilo seria uma completa loucura. Pouco tempo depois Gerônimo entrou na casa e trouxe a garrafa de whisky Jack Daniel’s (meu preferido), saímos da piscina, conversávamos diversos assuntos, banalidades, esportes, mulheres, piadas incluindo o péssimo repertório de piadas do Seu Gerônimo. A conversa começou a ficar mais quente, tinha medo do que poderia acontecer com aquelas perguntas:
- Certo rapazes, quero saber a quanto tempo.... - “Que pergunta era essa? ” - .... Vocês fazem essas safadezas?
- Como assim pai, que safadezas?
Gerônimo olhava para mim, aquilo me preocupava...
- Dessas que fizemos hoje?
- O senhor quer dizer sexo grupal? É isso?
- Isso! Sexo grupal?
Estava tenso, para mim o clima estava pesado, mas para eles estava normal. Claro somente eu e Gerônimo sabíamos o que estava acontecendo.
- Bem, desde o colégio pegamos as safadinhas da nossa sala. – Indagou Geovane.
- E das outras salas também! – Complementei.
- Humm,
Bebíamos, eu já estava alto, o álcool estava fazendo efeito, o velho parecia de ferro, os olhos avermelhados, porém ainda sóbrio, já o Geovane estava mais para lá, do que para cá, estava exausto. Todos estávamos. Ele disse:
- Pra mim já deu pai, vou deitar!
- Ok filho, quer ajuda?
- Não ainda posso ir sozinho!
- Ok!
- Até amanhã! – Me despedi do Geovane, já sabendo o que aconteceria daquele momento em diante. Continuamos na piscina, Gerônimo e eu, o clima era de troca de olhares, o safado bebeu uma dose e se levantou em direção à casa, provavelmente foi olhar se o filho já estava dormindo, o safado não dava murro em ponta de faca, eu fui até a piscina, mergulhei, quando subi o vi, vinha em minha direção, trazia consigo um copo e uma garrafa de whisky, eu estava do outro lado da piscina. Ele olhou para mim e me ofereceu uma dose, acetei de bom grado, ele colocou em seu copo, entrou na água e veio se aproximando de mim, e disse:
- Abre a boca! – obedeci, pensando que ele me daria a bebida na boca, porém ele colocou na própria boca, pegou em minha mão, e em minha bunda me aproximando dele, e me beijou, partilhamos aquela dose, o velho tinha pegada, o beijo foi de tirar o fôlego, minhas mãos percorriam o corpo do velho, iam das costas até a bunda, ele apertava minha cabeça em sua direção, forçando as línguas a se digladiarem, disputavam espaço nas bocas um do outro, e com a outra mão segurava firme minha bundinha, sentir o corpo dele pressionando o meu, me deixou alucinado, ainda mais com aquela coisa dura pressionando minha barriga meu tesão só aumentava. A cada apertada que ele dava em minha bunda eu gemia na boca dele, a mão dele entrou em minha sunga procurando minha grutinha, aquilo me arrepiava, ele disse:
- Você quer? – Ele pegou minha mão e levou até aquela coisa maravilhosa dele. – heinm ? Você quer ou não? – Aquilo pulsava na minha mão, mal conseguia fechar meus dedos, era grossa demais! Disse:
- Isso é errado, estou traindo a confiança do Geovane, isso é traição! - Ele puxou pelos meus cabelos com força para trás, mordeu minha orelha e disse:
- Hoje meu filho vai ter que me desculpar, vou tomar o brinquedinho dele por essa noite!
Ele beijava meu pescoço, chupava, aquilo era maravilhoso, foi até minha outra orelha, e disse:
- Essa noite você é meu! Vou te fazer ver estrelas, seu safado!
Saímos da piscina, fomos para o quarto dele, mal entramos e ele foi me agarrando, olhei para o pau dele e babava muito, ele era dominador, tinha uma pegada forte, segurava no meu queixo com força e beijava minha boca com desespero, ia até meu ouvido e me xingava:
- hahaha essa noite você é minha putinha safada, vou te enrabar tão forte cachorro que tu vai amanhecer sem puder se levantar, tá vendo isso daqui – Ele me puxava pelos cabelos até o pau dele. – Está vendo isso daqui? Será sua ferramenta de tortura e prazer….
Olhava para aquela tora e minha boca chegava a salivar, era deliciosa, a cabeça era enorme, aquela quantidade de veias destacando a extensão, a grossura e o tamanho eram perfeitos, tentadores, estava ajoelhado olhando para aquele monstro na minha frente, olhei para cima e aquele macho dominador olhava autoritário, abri minha boca e uma das minhas mãos se atreveram a tentar agarrar aquele trambolho, ele com raiva tirou minha mão e me deu um tapa, e disse:
- Chupa como uma puta! Me obedece!
Minha boca e minha garganta foram invadidas, aquela coisa era salgada e quente, era deliciosa, ele então bobeou em minha boca, fodendo literalmente com ela, estava prestes a engasgar, ele tirava e punha novamente, como se quisesse que ela entrasse toda, algo impossível de acontecer. Ele me dava tapas, aquilo doía, porém me fazia sentir mais tesão, meu cu piscava, enfiei um dedo ele percebeu minha ação, e me jogou na cama com violência:
- Ahhh então você quer dedos no seu buraquinho?!?!
Ele pegou o cinto e amarrou minhas mãos na cabeceira da cama e mandou eu abrir as pernas, salivou nos dedos, e então enfiou em meu buraquinho, aquilo me tirou do controle, estava alucinado, dizia para mim mesmo: “puta que pariu que velho gostoso! ”, ele abriu a gaveta pegou o kit ‘tira cabaço’, pegou um tubo de KY, untou meu buraquinho e os dedos dele me invadiam, me defloravam, ele os movimentava dentro de mim e isso me fazia contorcer de dor e prazer. Eu gemia, gritava desesperado, meu pau babava tamanho tesão, ele chupava minhas bolas, me masturbava, engolia meu pau, e os dedos permaneciam dentro de mim, me torturando, queria que ele pusesse aquela tora em meu rabo o quanto antes, porém não pedia, nem implorava, estava resistindo, não sabia até quando. Ele olhou para mim e disse:
- O quanto aguentará? Peça e te dou o que queres!
- Ahhh ahhhh ahhhh caralho, que delícia, eu não aguento mais, mete ele em mim!
- é o quê? - Ele chegou perto do meu rosto esperando a resposta...
- Coloca teu cacete ahhhh isssshhiii no meu cu! Por favor, eu imploro!
- hahahahaha você é meu garoto, vou conceder seu desejo. Vou arrombar esse cusinho.
Ele pegou os dedos e enfiou em minha boca, enquanto passava a língua no meu buraquinho, aquela coisa entrava e saia, era deliciosa, sentia meu estomago embrulhar sentindo aquela língua safada, ele pegou o tubo de KY novamente, untou meu cu, untou o pau dele e meteu
- Aiiiiiiii caralho vai devagar, seu puto!
Senti a cabeçorra dele me rasgar, ela era muito maior que a do Geovane, e se comparada aos dedos grossos dele não eram nada, a dor era quase que insuportável.
- Não mete mais! Espera por favor! – Implorei por um tempo até meu cu se acostumar.
- Como é???? Quem manda aqui sou eu, vadia! – Tal pai, tal filho.
Ele não parou, sentia meu cu ser rasgado, aquela tora de 25cm parecia maior, muito maior, sentia cada veia pulsar nas pregas de minha gruta rosada. Centímetro a centímetro ele empurrava, e eu delirava, até que senti as bolas dele encostarem em minha bunda, eu chorava de dor, tentei relaxar, porém meu cu piscava involuntariamente o que fazia ele sentir ainda mais tesão, ele veio a minha boca e beijou, nossas línguas brigavam, ele parou afastou a boca, saia um fio se saliva de nossas línguas, ele disse:
- Vou meter forte garoto!
Senti ele se afastar tirando o cacete, deixando a chapeleta ainda dentro, então empurrou novamente, fez isso várias vezes, bombeava com força, estava alucinado minha visão ficou turva, parecia um déjà vú, olhei para a porta e vi de relance o Geovane, achei que fosse um sonho, estava zonzo, o álcool, o sono, o tesão, meu pau já gozava em minha barriga, os espasmos do gozo faziam meu cu apertar o pau dele, causando ainda mais prazer em nós dois então ele acelerou as estocadas e gritou:
- Puta que pariu tô gozando caralhoooooooooooo
- Ahhhhhh Ahhhhh
Aquele leite quente me preencheu, sentia cada gota ser despejada dentro de mim, pau dele pulsava, ele tremia, minhas pernas estavam bambas, ele acabou comigo, ele tirou aquela tora de dentro e vazou muita porra do cu, senti um vazio, estava completamente arrombado, ele retirou aas minhas amarras deitou-se próximo a mim, estava exausto, bêbado, cochilava, porém, falou próximo ao meu ouvido algo que marcou:
- Você é um tesão filho, te amo Geovane!!!
Caralho! Ele sente tesão pelo filho mesmo!!!...... Olhei para a porta e confirmei a presença do Geovane, estava de pau duro, seus olhos lacrimejavam....
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CONTINUA......
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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 07/08/2016

Seu Gerônimo desses me faria um prazer enooooooorme! Betto

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mordred24 Comentou em 03/08/2016

Adorei o Sr Gerônimo lhe arrombando! Parabéns!!!

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grisal Comentou em 30/07/2016

dito e feito,,,,, vai vai comer o cu do filho tambem vai ser uma bela orgia




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Ficha do conto

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pedrosuli

Nome do conto:
Contos de um Coroa IX – A traição e o desejo

Codigo do conto:
87093

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
30/07/2016

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
3


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