Os cinco minutos mais longos da minha vida


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Na escola tive uma amiga que era evangélica igual a mim, mas de outra denominação. Ela era pobrezinha como eu, mas a partir de certo momento as coisas mudaram e ela andava com roupas e acessórios mais caros. Admiramos muito a ela e as minhas amigas procuravam todas a amizade com ela. Por isso fiquei muito feliz quando ela me convidou um dia para ficar um dia na piscina de um amigo dela.
Era uma casa grande com lote, de gente rica, e teve lá uns vinte rapazes e moças bonitas. Fiquei com vergonha, sendo eu uma menina negra pobre, no meio deles. Mas tanto mais era a minha surpresa quando um jovem chamado Fábio começou a me rodear, elogiando minha beleza e mais, querendo namorar comigo. Gostava muito de receber um beijo desse moço, mas sou uma evangélica educada e expliquei para ele que sou evangélica e meus pais não aceitam para eu namorar à toa. Fiquei surpreendido que ele não rejeitasse a resposta, mas se interessou ainda mais por mim. Falou que ele já visitou igrejas evangélicas com certos amigos evangélicos, e gostou muito e que um dia queria uma igreja assim para si. Respondi que se ele realmente sente tal vontade é o sinal que o Espírito Santo age no coração dele e ele deveria dar atenção ao chamado. Convidei a ele para visitar a minha igreja. Realmente apareceu na minha igreja, bem vestido e se comportou bem. Depois do culto perguntei a ele se ele gostou. Ele falou que queria me dizer uma coisa sozinho e assim fomos para trás da igreja. Ele disse que gostou muito do culto e sentiu o desejo forte de virar evangélico. Disse que gostou muito de ver a minha paixão e dedicação no culto e que ele queria aprender de mim. Falou que eu teria um rosto de anjo. Com isso ele acariciou a minha face. Assustei, mas não quis aborrecê-lo em um momento tão importante, em que ele começou a se interessar pela minha igreja. Ele seria o primeiro homem que eu conseguiria trazer para a minha igreja. Por isso também não recuei, quando ele me abraçou, pegou em meus peitos e me beijou. Mas já ele me soltou e nós voltamos para a frente da igreja, e eu apresentei-o como amigo às outras pessoas.
No outro dia ele apareceu de novo, e desta vez ele perguntou: Vamos um pouco para trás da igreja?
Desta vez ficamos por mais tempo. Eu fiquei muito orgulhoso de ter um namorado tão bonito e ainda cheguei a saber que a casa grande com piscina é do irmão mais velho dele.
No terceiro dia ele falou que gosta muito de mim e queria namorar comigo. Eu perguntei se ele queria virar evangélico e ele falou de sim. Falei que deveria falar com o pastor, mas antes ele aproveitou para massagear meus peitos em baixo da blusa e de me beijar. Depois falamos com o pastor que ficou muito feliz e falou que iria instruí-lo direitinho. Fábio me convidou para sair com ele, e meus pais o permitiram, já que ele já falou antes com o pastor.
Fomos para a casa grande do irmão dele, ficamos na piscina e Fábio me beijou muito. Depois ele me levou para um quarto lindo, com pinturas e vasos bonitos e massageou meus peitos e minha bucetinha até eu me render. Tirou minha calcinha para baixo e me chupou com muito carinho, que me derretei. Assim nem resisti quando ele tirou a calcinha completamente e me chupou com mais força. Quando ele se deitou em cima de mim, pensei ainda, que seria errado, mas não quis aborrecer a ele, agora que ele me aceitou como namorada, embora que sou uma negrinha bem escura e pobre, e ainda mais porque ele queria virar evangélico. Pensei que ele poderia perder o entusiasmo se eu ficasse birrenta em vez de dócil, mansa e submissa. Por isso abri as minhas pernas, quando senti o pau dele na minha buceta nua e depiladinha e ele entrou. Nem doeu muito, e fiquei depois feliz por ter feito isso. Pedi, pelo sim, pelo não, perdão a Deus, se fosse um pecado ter aberto as pernas, mas fiquei orgulhosa por ter criado coragem e ter satisfeito esse homem. E de qualquer forma minha submissão e obediência a respeito de seus desejos iriam trazê-lo mais fácil para a igreja.

No outro dia na escola um professor, que não é muito querido por sendo feio, pequeno e chato, me chamou para conversar. Perguntou se é verdade que sou a namorada de tal Fábio. Sorri e disse de sim. Ele falou que não queria se intrometer na minha vida particular, mas que eu deveria ter cuidado. Disse que o irmão mais velho de Fábio seria cafetão. Fiquei chateada e pensei que a inveja incentivou o professor a caluniar o Fábio, porque todos sabiam que ele gostaria muito de ter também uma namorada bonita, jovem e dócil, mas sendo ele tão chato quase nunca consegue ficar sequer com uma aluna, quanto menos namorar. Por isso não me mostrei muito acessível. Aí o professor detalhou: “Imagina que o Fábio vive lá a vida boa à custo de seu irmão. É muito provável que este fala ao Fábio: Rapaz, está na hora para você também arranjar umas gatinhas para botar nos puteiros. Vá e namora uma piriguete bobinha, traga-a para cá, transa bastante com ela até ela é toda sua puta e então a gente bota-a em um puteiro para você ganhar com ela o seu próprio dinheiro.”
Fiquei ainda mais chateada e falei: “Não sou piriguete nem bobinha. O senhor fala sem respeito, vou fazer queixa à diretora que o senhor fala palavras sujas para mim.” Depois não fui à diretora, mas saí da sala e evitei o professor ainda mais do que antes.

Depois do culto Fábio me convidou para comer uma pizza, mas me levou para a casa do irmão. Falou que a pizza seria eu, mas se eu quisesse, ele iria pedir para trazer uma pizza verdadeira para mim, a não ser que eu preferiria uma boa porção leitinho. Já sabia muito bem como chupar um homem, mas ele me ensinou ainda mais coisas que não sabia e eu obedeci em tudo a ele para agradá-lo como namorado e ganhá-lo através de minha submissão e comportamento para a igreja. Por isso me esforçei muito e ele gozou quatro vezes em mim antes de ele me levar em casa.
No domingo depois do culto da manhã meu pai queria convidar o rapaz para um churrasco, mas minha mãe não gostou da ideia: Ele é um rapaz rico e vai se assustar, se vê a nossa casa modesta. O que se faz, se ele quer ir ao banheiro? Vai lhe oferecer o nosso quebrado e velho, que parece sempre meio sujo? Ele vai ainda pensar que somos sujos e largar a Nanda. Assim meu pai recuou e Fábio me levou para a casa de seu irmão para eu aperfeiçoar-me em meu serviço bocal. Perguntou se eu seria realmente uma evangélica boa e submissa, e quando fiz de sim ele me mandou chupar por quatro horas, enquanto ele sentou no computador. Depois ele disse que sou uma evangélica muito boa e me transou, beijou e enfiou um dedo no cuzinho com muita paixão. Lanchamos e fomos para o culto da noite.
Na segunda-feira à noite teve muita gente na casa do irmão de Fábio, e as meninas usavam quase todas biquínis fio dental muito pequenos, na piscina e no alpendre, onde comemos. Algumas vestiram mini saias e salto alto, e todas eram maquiadas e muito bonitas. Me senti má, porque nenhuma menina teve uma pele tão escura como eu e uma saia tão barata e simples. Estive de uma mini saia de minha prima e biquíni, e chinelos baratos. Mas Fábio, ao que parece, só viu a mim e me sentou no colo dele e foi muito carinhoso, me honrando em frente de todos como sua namorada. Me beijou muito e me encheu de afagos, passando a mão pelos meus cabelos, minhas coxas e minha barriga o tempo todo, me derretendo toda. Mais tarde ele começou a massagear os meus peitos. Assustei, mas ele disse: Aqui podemos ficar à vontade. Ninguém liga. Mostra, que você é uma evangélica boa e submissa e agrada ao seu macho pelo carinho que você recebe.
Ele teve razão: Vi outros homens usando as meninas com maior liberdade. Obedeci e sorri e beijei o Fábio. Ele massageou meus peitos, me beijou e disse: Você é uma putinha muito gostosa, Nanda. Quero te amar a minha vida toda. Você deixa?”
“Com certeza”, respondi, “sou sua já.”
Aí ele enfiou as mãos na minha blusa e trabalhou com meus peitos. “Obrigado”, ele disse. “Sou seu também. Te amo, minha putinha gostosa, vamos mostrar a todos quão grande é o nosso amor.”
Ele massageou os meus peitos e me beijou com paixão, e alguns minutos depois senti a mão dele entre as minhas pernas.
“Amor, for favor, não aqui. Vamos para um quarto.”
“Mostra que você é minha putinha. Mostra que você é uma evangélica obediente e boa e abre bem as suas pernas. Mostra que voçê me ama.”
“Prefiro ir para o quarto.”
“Você me ama de todo o coração e quer ser a minha esposa evangélica, gostosa, boa e submissa?”
“Sim, Fábio, você é ...”
“Então abre as suas pernas ao mais puder. Quanto mais você as abre, tanto mais os outros veem a sua paixão e submissão de uma menina evangélica boa.”
Obedeci, mas não gostei mais da situação. Tentei de tudo para irmos para o quarto, prometi que iria chupar o Fábio com todo o fervor, que poderia enfiar fundo na minha garganta e mais. Finalmente convidei a ele para usar o meu cuzinho.
“Obrigado,” disse. “Você é uma putinha evangélica muito boa e obediente. Te adoro.”
Com isso ele tirou o dedo da minha bucetinha e aproximou-o ao cuzinho.
“Não, amor, falei do quarto. Não aqui. É muito feio aqui.”
“Mostra que você é uma menina boa e libera o seu cuzinho.”
“Não, Fábio.”
“Você é toda rígida e chata. Mostra que você é uma menina boa, dócil e gostosa. Todos sabem que você é evangélica. Não faça um escândalo, mas obedece e me oferece o seu cuzinho.”
“Não Fábio, quero ir em casa.”
“Você não vai ser uma evangélica boa e obediente?”
“Sou obediente, mas peço que você me leve em casa.”
“Então você não obedece, porque eu disse para abrir as pernas.”
“Mas não sabia que você manda isso em mim. Pensei que você me ama muito e vai me fazer um favor, se eu peço. Só pedi. Mas se você insiste mesmo, vou obedecer, é claro, mas você sabe que é pecado.”
“Você tem razão, amor. Eu te amo e vou te levar em casa. Mas antes mostra que você é uma menina evangélica e obediente e abre bem as pernas. Com força.”
“Mas quando você me leva em casa.”
“Já, já, quero só testar seu amor e sua obediência. Só por pouco tempo, depois nós vamos.”
“Cinco minutos ao máximo?”
“Pode ser.”
“E depois você me leva em casa? Promete?”
“Prometo, meu amor.”
Ele me beijou e eu abri obedientemente as pernas escancaradamente, até doerem os tendões de minhas coxas, e me reclinei para liberar o meu cuzinho, mostrando a Fábio e a todos o grau da minha submissão e de meu amor.
Enfiou o dedo, molhado pelo suco entre minhas pernas, no meu cuzinho e começou a socar com força que eu não aguentei, gemi e levantei as pernas, pairando com os pés no ar, perdendo até um chinelo. Todos olharam de repente para mim e eu me arrependi logo ter cedido. Fábio voltou para a minha bucetinha, espalhou o suco jorrando dessa fonte delicada ao redor de meu cuzinho e entrou de novo, socando e fustigando. Com esses movimentos minha calcinha abaixou e todos viram a minha bucetinha aberta e molhadinha. Ouvi comentários como “Que puta!” ou “Que piriguete gostosa” ou “Quem me dera socar nesses buracos safados.” Só esperei para os minutos passarem, iria embora e nunca mais voltaria para essa casa, nunca mais veria essas pessoas. Esperei e finalmente perguntei: “Quantos minutos ainda?”
Fábio riu e respondeu: “Amor, que isso, passou mal meio minuto.”
Não acreditei, mas não podia protestar, porque ele fechou a minha boca com um beijo prolongado. Levantei as minhas pernas para a calcinha ficar mais em cima impedindo a vista para a minha bucetinha, mas foi mais fácil para ele dessa maneira enfiar ainda mais fundo no meu cuzinho, o que ele aproveitou logo. Gemi e esperneei, perdendo o outro chinelo, e alguns aplaudiram.
Ele socou com força, agora com dois dedos na minha bucetinha e um no meu cuzinho. Fechei os olhos e comecei a contar. Quando cheguei a cem perguntei de novo: “Os cinco minutos ainda não acabaram? Já passaram, com certeza, mais de cinco.”
Fábio insistiu que passou só mais meio minuto. Me lembrei que contei até cem, e como pode alguém contar até cem em apenas meio minuto? Comecei a reclamar e falei: “Fábio, seja sincero.” Aí Fábio chamou um rapaz com um relógio grande e caro e disse: “Talvez meu relógio é falho. Vamos pedir ao Dorival medir os cinco minutos direitinho.”
Queria protestar que seriam ao máximo ainda um ou dois minutos, mas novamente o Fábio fechou minha boca com um beijo prolongado e socou com força. Dorival comentou: “A puta está precisando mesmo, que ela faz questão que eu meça o tempo. Certamente tem medo que o Fábio, que é conhecido pela preguiça dele, quer enganar a cadela e só trabalhar por uns dois, três minutos.”
Todos riram, e alguns gritaram: “E aí, Fábio, se é tão preguiçoso, deixa eu resolver para ti.”
Passado um tempo e me sentindo totalmente presa nessa situação fechei de novo os olhos e comecei a contar. Quando cheguei a cinquenta, Fabio liberou a minha boca para responder ao Dorival, e eu logo perguntei: “Quanto tempo falta?”
Dorival disse: “Passaram até agora dez segundos.”
“Não é possível,” falei toda assustada, olha direitinho. Também passaram já alguns minutos antes. “É verdade,” disse Fábio, “passou um minuto.”
“Então temos um minuto e dez segundos,” resumiu Dorival.
Quis reclamar mas um soco forte me fez contorcer-me. Levantei os joelhos até o peito.”
“Fica assim, minha cadelinha,” disse Fábio e segurou as minhas pernas. Meu cuzinho foi exposto totalmente, e ele levantou a calcinha para expor também a bucetinha e abriu-a com os dedos para todo mundo poder ver mais fundo. Puxou nos meus lábios e depois enfiou três dedos da outra mão. Eu deitei quase de costas nas pernas dele. Assim pelo menos não deu para me fechar a boca. Comecei a contar de novo, e quando cheguei a cem falei para Dorival que já passou mais de um minuto, mas ele disse: “17 segundos, gatinha. Relaxa e aproveita, deixa o Fábio trabalhar, é bom para ele perder a preguiça natural dele. Relaxa e goza para nós.” Quando cheguei outra vez a cem Dorival começou a espalhar o suco, que brotou da minha xaninha aberta, nas minha nádegas e coxas, e depois ele me deu tapas na bunda. Socou depois de novo no meu cuzinho e gemi mais. Agora alguns começaram a gritar: “Goza, goza.” “Goza, puta.” “Goza, cadela.”
Só desejei que acabasse logo para eu ir embora e nunca mais voltar. Contei outra vez até cem, e Fábio voltou a abrir a minha xaninha, desta vez com as duas mãos, e ele gritou: “Olhem que putinha gostosa e linda! Ela é a melhor cadelinha de Aracaju!” Nesse momento Dorival falou: “Dois minutos.”
Achou que já passaram mais de dez minutos e fiquei revoltada. Será que uma menina sente o tempo diferente, quando estimulam a bucetinha dela, refleti. Fechei os olhos e comecei a contar, bem lento, e senti um dedo no meu cuzinho, que hesitou um segundo, fez um círculo ao redor dele e depois entrou e começou a socar com o aplauso de muitos outros que gritaram: “Isso mesmo, faça-a nossa puta e cadela!” Abri os olhos e vi que era um outro rapaz, e ele estava prestes de enfiar mais um dedo. Nesse momento senti, que Fábio me traiu. Senti uma raiva, fiz um movimento brusco e caí no chão, levantei minha calcinha, fiquei em pé e gritei para Fábio: “Você quer ser meu namorado? Eu fui obediente e submissa em tudo, e você não me defende a esse rapaz? Você não vale nada, seu tratante mentiroso.”
Nem cuidei de meus chinelos e comecei a correr descalço, mas cheguei só até o portão do lote, que estava fechado. Gritei socorro, mas logo senti dois braços me segurando e logo fui imobilizada. Gritei e esperneei, mas me seguraram pelos braços e pelos cabelos e me levaram de volta para o Fábio. “Aqui você tem a sua puta de volta. Faça com ela o que quiser.”
Apareceu o irmão de Fábio e falou: “Cala a boca, puta, e deixa me falar. Você ofendeu o meu irmão, você fez escândalo, gritou socorro no portão e desobedeceu ao seu namorado. Você é uma favelada pobre e suja, mas nós confiamos em você e te convidamos para essa festa. É essa a maneira de agradecer?”
“Quero ir em casa,”pedi.
“Você tem que obedecer. Somos uma família rica e boa. Aqui todo mundo é educado. Se te faltasse alguma coisa, poderia sempre falar comigo, como chefe dessa casa faria de tudo para satisfazer os meus convidados. Mas em vez disso você fez escândalo, ofendeu a gente e desobedeceu. Você tem que aprender ser educada. Primeiramente peça desculpa.”
Eu respondi: “Eu não fiz nada de errado, pelo contrário, fui abusada na frente de todos. Mas se exagerei nas minhas palavras fui pela aflição grande, e falei sem pensar e peço perdão.”
Ele disse: “Você não foi abusada. Se você abriu seu cuzinho e sua bucetinha era porque você quis. Você não combinou exatamente isso com o meu irmão?”
“Sim, mas ele disse que seriam só cinco minutos, e fez muito mais.”
“Dorival, quanto tempo passou?”
“Passaram dois minutos.”
“Mentira!” gritei.
“Como uma favelada que nem possui um relógio ousa discutir com homens com relógios caríssimos e exatos? Você é uma puta totalmente descontrolada. Um amigo meu filmou como você se torceu no colo de Fábio, como você gostou e molhou. E como você brigou depois descontrolada. Quer que coloquemos tudo no internet? Tem que aprender controlar a você mesma. Quero que você aprenda hoje mesmo ficar por cinco minutos quieta no colo de alguém.”
De repente senti um tipo de cinta que colocaram ao redor de meu pescoço. Ele teve três anéis grossos. Depois eles me colocaram pulseiras de couro e engancharam-nas por mosquetões no colar. O irmão falou: “Agora você vai aprender comportar-se melhor, quando ficar cinco minutos no colo de uma pessoa convidada na minha casa. Você vai agora ficar cinco minutos no colo de cada pessoa aqui presente, começando com o Dorival e depois a namorada dele. Eu vou ser o último para avaliar, se você aprendeu mesmo. Senão vai fazer outra ronda por todos os colos.”
Dorival se atrapalhou logo com as minhas calcinhas e tirou-as para baixo. Ela ficou presa ainda um tempo nos meus tornozelos, mas passada por mais três pessoas perdi a calcinha dos pés. O rapaz que me obteve depois da namorada de Dorival gostou muito de meus peitos e subiu a minha blusa. Não podia tirá-la, porque minhas mãos estavam presas no colar, mas deixou-a levantada como um segundo colar, deixando os meus peitos totalmente expostos. Pouco depois perdi também a saínha. Eu fui de um colo para o outro e abri desesperadamente as pernas para o irmão ver que sou obediente e submissa, e quase todos aproveitaram para socar com muito entusiasmo em meus buracos. Alguns usaram também uma garrafa pequena de coca cola para socar gostosamente na minha bucetinha. E tudo isso quase sempre assim que eu fiquei voltada para a sala para todos poderem ver a minha buceta e meu cuzinho abertos e a vergonha toda, que passei. Senti que agora era uma puta. Uma menina ligou para meus pais e disse que ligaria a meu pedido para avisar que eu ficaria por mais tempo. Meus pais pediram para ela falar comigo para voltar logo em casa, mas ela falou que iria tentar falar comigo, mas evidentemente estava me divertindo muito e não queria voltar tão cedo.
No início da noite estavam presentes umas vinte pessoas, mas muitos ligaram para amigos para eles poderem presenciar o estreio de uma puta. Assim passei de colo em colo, mas a fila não acabou. Talvez tivesse também novamente pessoas, que ultrapassaram os cinco minutos para socar uns minutinhos a mais em meus buracos ou brincar com meus peitos, lábios e grelinho. Minhas coxas doíam de tanto abrir, nem falando de minha bucetinha e de meu cuzinho e da imensa vergonha que passei na frente de todos, molhadinha e até gozando sob o aplauso dos espectadores. Foi na madrugada que acordaram o irmão de Fábio, que dormiu com duas gatas altas, belas e completamente nuas, uma mulata clara e uma loira. Primeiramente as duas meninas me tiveram, e depois sentei no colo do irmão, que enfiou com tanta força que gritei e gemi alto. Ele perguntou: “Você foi uma puta obediente, abriu bem as pernas?”
Eu disse: “Sim, senhor, fiz tudo o que me mandou. Foram mais de 50 pessoas.”
“Muito bem, puta. Mas vejo que você é ainda fria e rebelde. Sua bucetinha não responde, nem seu cuzinho. Se um homem enfia na sua xaninha, deve contrair os músculos para dar-lhe as boa vindas. Como no primeiro mundo, onde eles apertam a mão do outro, você deve apertar com sua bucetinha, se você quer ser uma puta educada.”
Tentei, mas não consegui muito bem, e ele disse que me iriam ensinar a arte de ser uma menina boa. “Você quer ser uma menina boa e obediente?”
“Sim, senhor.”
“Quer ser a puta de Fábio, o honrar e o servir com todo o seu corpo?”
“Sim.”
“Fala mais alta, puta.”
“Sim, senhor.”
“Quer ser uma prostituta boa e submissa em tudo aos seus superiores?”
Fiquei muda, mas ele socou com força em mim e insistiu: “Fala logo, puta.”
Gemi e gritei quase “Sim, senhor.”
“Você vai ser a puta de Fábio. Mas tem que obedecer também a mim, a minhas putas mais experientes e a todos os outros que nós determinamos.”
“Sim, senhor.”
“Você vai amar o Fábio de todo o coração e fazer de tudo, para agradar a ele em tudo. Entendeu?”
“Sim, senhor. Entendi.”
“Seu treinamento começa logo. Por enquanto vamos cobrar só R$ 1. Quem quer ter essa puta e paga R$ 1?”
Só poucos aceitaram a oferta, a maioria dormiu e alguns estavam saindo, mas novamente teve gente fazendo propaganda de celular, e às dez horas teve bastante gente que queria ajudar fazer estrear a puta nova de Fábio, que era eu.
Nessa altura meus pais já eram bastante preocupados, já que não sou uma menina que se perde em baladas, mas uma evangélica boa e comportada. Por isso o irmão de Fábio mandou uma tia dele, uma senhora velha e chique, para buscar os meus pais. Ela falou que seria da igreja presbiteriana e teria me visto trabalhando como prostituta, por várias vezes. Eu teria a vontade de trabalhar no puteiro de um sobrinho dela, que seria um tipo de ovelha negra da família. Perguntou, se meus pais sabiam, que sou uma prostituta. Eles ficaram consternados. A tia propôs falar com o pastor e a diretoria da igreja. Mas eles pediram para não espalhar a notícia vergonhosa na igreja. A tia disse, que poderiam reunir pessoas da igreja para me tirar a força do puteiro, mas meninas dessa laia como eu iriam voltar sempre de novo para essa vida, uma vez descoberto como se ganha dinheiro fácil. A outra opção seria aceitar o fato e aproveitar o dinheiro dela para o bem geral da família, a escola e os estudos dos filhos mais novos.
“Mas ela ganha bem?” meus pais perguntaram.
“Ela é novinha e está na aprendizagem, mas ganha certamente uns mil. Eu acho um pecado uma menina gastar tanto dinheiro com roupas, celulares e outras coisas inúteis. Deveria sustentar a família.”
“Podemos falar com ela? Talvez ela ajuda com uma parte do que ela ganha. 500 já seriam uma ajuda muito grande.”
“Se ela nem informou os pais, como ela ganha a vida, deve ser castigada. Deve passar todo o dinheiro para os pais. Pra que ela precisa de dinheiro? No puteiro as meninas recebem tudo.”
“Mas se ela anda em caminhos errados, não vai aceitar essa proposta.”
“Eu posso falar com meu sobrinho. Mesmo sendo ele a ovelha negra, ouve a sua tia de vez em quando. Ele tira a parte que fica com ela completamente e manda no fim do mês para vocês. Se ela fica sem dinheiro e anda nas roupas pobres dela, ninguém vai desconfiar que ela faz programa, e vocês não passarão vergonha. Ela pode até continuar na igreja.”
“Mas com o tempo um ou outro irmão da igreja vai ver a ela no prostíbulo.”
“Mas se alguém da sua igreja ir para lá, pode até transar com ela, mas não vai se gabar na igreja com isso. Ele não vai querer que os outros e a sua esposa saibam, que ele frequenta puteiros.”

Fábio me contou no outro dia, que meus pais sabem que sou uma prostituta e exigem que eu mande pelo menos toda a minha parte para eles. Eu ficaria com nada. Mas para eu tivesse um estímulo para atender bem ele estipulou que eu faça pelo menos 20 programas por dia, e ele me prometeu uma chibatada para cada programa que falte. Se fazer mais de vinte, poderia acumular um bônus para um outro dia. Mas se no fim da semana faltam para 140 programas alguns, seria castigada sem falta. Concluiu: “Mas eu espero, que você mostre que você é uma menina submissa, evangélica e boa, como eu te conhecia antes, e obedece a mim e aos desejos dos clientes e trabalha com paixão, dedicação e amor, pensando sempre em mim. Você quer ser uma tal prostituta boa, quer ser minha cadelinha perfeita?”
“Sim, eu quero,” falei baixinho.
“Você é a minha primeira puta. Vai ter sempre um lugar especial na minha lembrança. Se você for realmente bom, vai ajudar ganhar mais putas para mim e ensinar a elas. Assim você vai ser uma puta importante para mim. Você é feliz, orgulhosa e grata por ser a minha puta?”
“Sim, sou,” falei baixinho.
“Mostra-o sempre. Tem muitas novinhas gostosas na sua escola, sua igreja e outros lugares. Elas devem ver como você é feliz. Assim elas se interessam e eu posso virá-las também em prostitutas boas e úteis.”
“Mas quanto tempo eu tenho que ser prostituta?”
“Depende. Se você se comporta e obedece em tudo, vou ficar por muitos anos com você. Não vou te vender. E quem sabe um dia vou permitir para você casar, ou com um tio velho de mim ou com um cliente que paga por isso. Aí você vai ser uma esposa muito gostosa, depois de tantos anos de aprendizagem. Perfeita na cama e absolutamente dócil, mansa, submissa e obediente.”


Assim vivo agora, abrindo minhas pernas o dia todo no puteiro para ganhar dinheiro para Fábio, o irmão dele e uma parte pequena para a minha família. A maior vergonha passo, se vêm pessoas, que conheço da escola ou da igreja. Eles falam que já sabiam desde sempre que eu seria uma puta muito gostosa e me transam com muita força. Também esse professor feio e chato já me descobriu. Ele sempre me aluga por uma hora, mas agora sou uma menina educada a base de chibatadas e comporto-me muito bem com ele e obedeço a todos os seus desejos.

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Comentários


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jpaullos Comentou em 18/08/2016

lindo :)

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soldierblack33 Comentou em 03/08/2016

que delicia muito bom

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erectus Comentou em 19/06/2016

Por acaso e amiga da Petala negra..também evangélica e submissa..




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Os cinco minutos mais longos da minha vida

Codigo do conto:
84891

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
16/06/2016

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
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