Eu, crente, virei puta de um nego véio.


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Eu, crente, virei puta de um nego véio.
Meu nome é Patrícia, tenho 40 anos, sou casada com Milton, 50 anos, somos crente e antes desse episódio nunca tinha olhado para o meu corpo, pois era totalmente focada n a palavra de Deus. Eu tenho 1,60m peso 80 kg, tenho seios enormes, arrebatadoramente suculentos, grandes, redondos, firmes e com os bicos bem pronunciados apontando pra cima, uma bunda excepcional, cintura fina, coxas bem desenhadas e fortes, bunda grande e bem arrebitadinha, tenho os cabelos pretos, compridos e lisos, uma coisa tenho certeza, sou muito bonita, apesar de ter 4 filhos e tê-los amamentados mais de um ano cada um, minha xana é deliciosa, grande, carnuda, apertada, bem suculenta, clitóris bem pronunciados. Tenho a xana cabeludinha, pois nunca me preocupei em mantê-la raspadinha. Sou casada com Milton há 23 anos, casei bem novinha e após esses anos todos confesso que nosso relacionamento este meio desgastado, apesar de ser bem fogosa nem eu, nem ele procuramos fazer sexo habitualmente, isso desde o inicio, pois Milton parece que pensa mais em sexo apenas como procriação mesmo.Já tivemos algumas brigas, mas sempre pensando na família, seguindo a palavra de Deus e escutando os anciões vamos levando a vida.
Teve um dia que brigamos antes de sairmos de casa e como trabalhamos na mesma repartição, todos notaram que o clima não estava bom entre a gente. Milton trabalha na área administrativa, no serviço externo e sou uma espécie de faz tudo, responsável desde o cafezinho que nunca pode faltar, da limpeza e inclusive pelo fechamento do escritório, por isso quase sempre a ultima a sair. Na maioria das vezes retornamos juntos para casa, mas justo nesse dia ele foi a serviço numa cidade vizinha e só retornaria à noite.
Sempre que termina o expediente eu tomo um banho e justo nesse dia coloquei um vestido bem levinho que caia bem no meu corpo ressaltando minhas curvas, quando me olhei no espelho pensei até em trocar, pois achei que estava muito provocativo e sensual. Nisso me veio à cabeça as recordações da briga que tive com Milton, aquilo mexeu comigo, me deixando muito nervosa e como toda mulher comecei a chorar. Não queria que ninguém me visse daquela maneira, então esperei um pouco esperando me acalmar para sair.
Nesse momento fechei os olhos, respirei fundo para me recompor e ainda suspirava quando sinto a presença de alguém próximo de mim, era Victor, o zelador do escritório, preocupado quis saber por que eu chorava. Eu estava muito fragilizada, precisava desabafar e como ele parecia um senhor de muita boa índole, todos gostam dele, inclusive eu, relatei tudo o que aconteceu de manhã na minha casa e tudo o que eu estava sentindo. Ele me disse palavras de conforto que somente um homem experiente como ele poderia encontrar para aquele momento, chegou bem próximo de mim e colocou a mão nos meus ombros e fazia leves caricias confortantes. Senti segurança e me aconcheguei nos seus braços, enquanto ele dizia que eu poderia contar com ele para o que fosse necessário, seu braço rodeou meu corpo me puxando ao encontro do seu corpo fazendo-me sentir bem com o seu calor. Victor era um homem grande, nem gordo nem magro para sua idade e me sentia pequenina ao seu lado. Nesse momento senti algo duro encostar em mim, com os carinhos que fazia, as palavras boas, meu corpo respondeu aos seus estimulos. Dizendo que Milton foi insensível, que ao invés de aproveitar a maravilhosa mulher que tinha em casa, ficava brigando comigo. Dizendo isso se encostou mais ainda passando os dois braços ao meu redor e me apertando fortemente. Ainda inconsciente do que estava para acontecer acabei ficando de costas para ele, que aproveitando dessa deixa, se encaixou nas minhas costas e ai pude sentir de verdade seu pinto duro contra mim. Ainda dizendo palavras de consolo, fazendo caricias nos meus braços e como que por acaso passava de leve a mão nos meus peitos. Começou a mexer levemente o quadril, isso me fez despertar para o seu pinto. Vendo minha impassibilidade passou a apertar de leve meus peitos, sem razão alguma deixei ele ir se deleitando com meu corpo, minha cabeça tombou contra seu corpo mostrando que estava entregue. Nesse momento a única coisa que vinha na minha cabeça era que o que estava para acontecer estava errado. Quando senti seus lábios no meu pescoço, fechei os olhos e minha pele toda eriçada era prova de todo meu excitamento.
Seus lábios foram passeando pela minha face e eu sentia sua parca barba me ferindo a pele. Ainda refletindo sobre o que estava ocorrendo, com minhas ideias em conflito, afinal isso nunca tinha me acontecido eu pensava em terminar com tudo, mas quando senti seus lábios próximos aos meus, eu apenas desejava, queria sentir, então apenas abri-os e recebi os dele. Então agora estava eu ali nos braços de um negro de uns 60 anos, tremendo como uma adolescente, perdida e toda entregue. Agora já senhor da situação suas caricias nos meus peitos estavam mais diretas, mesmo que por cima do sutiã, apertava firme todo ele, começa a revelar o tempo que passou me desejando, fazia uns 10 anos que trabalhávamos juntos e eu nunca tinha sequer notado ele, apenas era simpática, como era com todos. Quando ele começou a desabotoar meu vestido ainda tive um ultimo momento de lucidez, tentei lhe dizer que o que fazíamos estava errado, mas ele apenas me segurou mais firme, agora já de pinto para fora, deu uma abaixadinha, se encaixou entre minhas coxas e foi subindo esfregando seu pinto entre elas, nesse momento, senti o quão grande e grosso era seu pinto e como era macio e ao mesmo tempo extremamente duro. Nessa hora eu já sabia o que aconteceria, meu corpo já o desejava impetuosamente e o instinto de fêmea me fazia mexer a bunda, procurava sentir seu pinto encostado entre minhas pernas, tocando no meu cuzinho por cima da calcinha. Afastou-se um pouco e soltando pelos ombros deixou cair meu vestido que ficou preso na minha cintura, livrou-me do meu sutiã e senti sua mão direta nos meus peitos, mostrando a ele o quanto o desejava, pois meus bicos estavam turgidos e minha pele arrepiadissima. Minha respiração alterada mostrava todo meu tesão. Afastou-se um pouco e quando voltou a me abraçar senti toda sua nudez contra meu corpo, acabou de descer meu vestido, que caiu aos meus pés, me fazendo sentir um frêmito por estar pela primeira a sós e nua com outro homem. Não sabia o que fazer, sei dizer que minha xana estava escorrendo, quase pingando, meu corpo bailava contra o dele, sentindo seu pinto agora diretamente no meu reguinho. Então ele foi me levando ao encontro da mesa de reunião. Quando me encostei à mesa ele encostou em mim e forçou me a deitar sobre ela, com isso minha xana ficou escancarada para dele.
Ele se afastou e pela primeira vez senti alguém beijando minha bunda, dei um pinote quando senti seus lábios na minha xana, Milton e nem homem algum tinha feito isso. Quando passou a língua no meu reguinho, rodeou meu cuzinho com a pontinha dela e se enterrou na minha xana eu sacudi toda gozando. Foi o sinal para ele deixar minha xana e subir beijando minhas costas, até que seu corpo se encaixou grudando ao meu, nesse momento vi que seria comida, que iria trair meu marido, pedi que parasse. Victor abre minhas popas e encosta a cabeça do seu pinto bem na entradinha da minha xana, fica mexendo com a pontinha se encaixando nela. Apesar de tentar parar, meu corpo não reagia. E impassível na sua frente senti ele empurrar um pouquinho. implorei que não fizesse aquilo, que não desgraçasse minha vida.
Ouvi apenas um leve gemido e seu pinto começou a forçar minha xana, foi entrando esgoelado,justo, tão apertado que sentia uma leve dor, um torpor como se tudo estivesse prestes a se romper. Suas mãos me seguravam firme e em lentos, mas incisivos movimentos ele foi detonando minhas entranhas. Suas estocadas foram se animando, ia bem fundo depois voltava até quase retirar-se, era uma imensidão de pinto me devastando. Parecia que ia me virar do avesso, mas a cada enfincada, mais meu corpo desejava, quanto mais ele botava, mais eu queria, antes que pudesse perceber eu estava gozando de novo. Isso nunca tinha me acontecido, nesse momento não sabia definir o que sentia quando transava com Milton, nesse momento vislumbrei que seu pinto era pequeno. Eu me esfregava no tampo da mesa, ia e vinha impetuosamente, o sentindo golpear bem fundo dentro de mim. Comecei a perder o sentido sobre meu corpo, minhas pernas afrouxaram, vibrava como uma vara verde. Foi então que pensei na camisinha, mas agora era tarde, já estava sentindo ele despejar dentro de mim e eu gozando junto. Senti-me entupida de porra, tanta porra que começava a escorrer pelas minhas pernas, nunca tinha sentido Milton gozar desse jeito, pra dizer a verdade eu quase nem sentia gozar dentro de mim. Quando vou percebendo o puxando seu pinto, instintivamente minha xana se contrai e tenta segurá-lo dentro de mim, mesmo mole sai apertadinho, escapa me aliviando e deixando um frio no vazio na minha xana, então seu gozo escapa de vez. Quando se afasta sinto um calafrio pelo corpo, vou me acalmando, meu coração sossega e sentando numa cadeira meu corpo estremece como gelatina, Victor me serve um pouco d’água e enquanto tomo fico observando aquele pinto assombroso, agora pendente no meio das suas pernas, nem sei como tolerei tudo aquela coisa. Então ele se aproxima e como que para dizer quem comandava agora, empunha o pinto com uma mão e coloca bem próximo a minha boca e pede que eu limpe direitinho, a principio eu nego, pois tinha nojo, só de imaginar quando ouvia falar em chupar um pinto, ele segura meu queixo e encosta seu pinto lambrecado nos meus lábios, então faço mais uma que nunca imaginava, apenas abro os lábios e deixo ele ir enfiando seu pinto na minha boca, vou passando a língua e sorvendo a porra que ainda estava ali. Daí a pouco já sentia prazer em chupar um pinto. Foi então que me veio a cabeça que ele tinha se abusado da minha fragilidade, como todo homem só queria me comer e com certeza eu pagaria as consequências. Ia lambendo e passando a língua deixando ele limpinho e sentindo-o começar a reviver. Sentindo minha xana queimada parei de chupar e fui até o banheiro me limpar. Enquanto limpava-me via o estrago que aquele pinto tinha feito em mim, parecia que minha xana tinha sido lixada, quando a água tocou ardeu tudo e estava toda vermelha e super inchada. Nunca tinha visto daquele jeito, nem quando perdi a virgindade. Estava terminando de me vestir quando vejo Milton entrando e me chamando para ir embora, sai meio tremula ao seu lado, com meu corpo torpe, minha calcinha molhada de gozo, pois não parava de escorrer, nem sei como ele não sentiu o cheiro de outro macho, o cheiro de gozo, de porra. Cheguei a casa toda sem graça e ainda fui ao salão naquela noite. Depois disso nunca mais tive com Victor, não dei mais chance dele se aproximar, minha única incerteza é que depois daquele dia parece que todos os meus colegas me olham de uma maneira diferente.
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Comentários


foto perfil usuario kzdopass48es

kzdopass48es Comentou em 24/05/2016

Minha doce e querida irmã! Também sou evangélico e adoro sexo. Amo sexo com mulheres crentes assim como você! Amo! Atualmente, estou em busca de "IRMÃO" evangélico que curte ser ATIVO, se form casado, melhor! Você tem uma forma de descrever sexo muito atraente e excitante. Continue! Seu corpo, pelas fotos, é maravilhoso! Sortudo, o Sr Victor e vc! Moro no ES... Betto

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Comentou em 23/05/2016

Tive que ler, e por sinal APROVAR !!! Excelente como descreve s fatos e excitante o bastante para saber que muita mulher passa por esta situação de ter a xota alargada por um macho alfa, e o marido fingir que não sentiu o cheiro ou a diferença...muitos adoram limpar e fuder depois a xota da esposa, após a passagem de uma Macho viril, fodo muito minha secretaria que me conta que o marido limpa.

foto perfil usuario carreteiro 1498

carreteiro 1498 Comentou em 23/05/2016

Tesuda, tá faltando rola na sua vida. Se liberte deste tabu, tem que procurar a felicidade. Só não pode misturar amor com sexo. bjs delicia.

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sograrb Comentou em 22/05/2016

Amiga não te culpa. Deve ter sido uma trepada maravilhosa, toda mulher quer sentir a buceta bem arregaçada, pelo menos uma vez na vida. Quem dera eu um dia encontrar uma vara assim.




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Ficha do conto

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cristyval

Nome do conto:
Eu, crente, virei puta de um nego véio.

Codigo do conto:
83653

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/05/2016

Quant.de Votos:
26

Quant.de Fotos:
5


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