AJ10 – A Jornada: Os medos, os desejos e sexo.


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9/01/2003, quinta-feira – A Jornada (Bairari)
A transposição na Queda da Menina não difícil, a indiazinha sabia por onde poderiam navegar em segurança e nem as corredeiras do Biné foram páreo para suas habilidades e seguiram em frente até Balseiro onde pernoitaram.
Foi o 13º dia de jornada...
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Não estavam cansados de verdade naquela noite em que Bairari e as meninas assaram traíras(1) que tinham pescado na fogueira acesa por Adalberto. A não ser nos primeiros dias em que a falta de experiência lhes fez suar, os outros dias não foram tão puxados e as equipes tiveram tempo de sobra para tocar seus trabalhos e com ajuda da indiazinha os caixotes estavam cheios de folhas, talas, flores e frutos que seria expostos no Educandário. Os cadernos eram consumidos e temiam não terem levado o suficiente.
— Escrevam menos e guardem mais na memória – Joaquim falou.
— Dá não Quim, tem muita coisa nova... – Dora levantou e foi buscar café – E olha que a gente não está registrando tudo... – entregou uma caneca fumegante(2) – Bairari sabe tudo de mato... Também os sacos plásticos estão acabando.
— Cortem no meio e também com durex – bebeu o café forte e sentiu vontade de fumar – Pode ser que a gente encontre algum comércio em São Simão...
A garota recebeu a caneca e se curvou na murada do barco para lar no rio, Joaquim olhou para ela tentando fazer um paralelo entre ela, ali no barco, e a pretinha safada correndo nas campinas(3) da fazenda e não conseguiu, parecia que todas as lembranças de antes da Jornada se derretiam pelas imagens do agora. A pele parecia mais aveludada e avermelhada lhe dando uma beleza ébano(4) de divindade, a calcinha branca contrastando com a cor negra e, quando se curvou arrebitando a bunda, sentiu esfriar a espinha de ver o buraquinho cheio de pregas.
— Que foi Quim? – olhou sorrindo para ele sabendo o que ele tinha visto – Viu alguma coisa?
— Vi...
— Gostou?
— Gostei...
— Pena que tu só goste de branquelas... – riu, levantou, e caminhou requebrando a cintura, olhou para trás, afastou a calcinha e se curvou abrindo as pernas.
Joaquim balançou a cabeça e a respiração pareceu faltar, a boceta quase careca e avermelhada reluziu ao luar. Adalberto olhava para ele e sentiu a bunda estremecer.
— Tá na hora do programa de rádio Quim... – suspirou e viu Dora sorrir ajeitando a calcinha – Posso ligar o rádio?
— Liga cara... – levantou e ficou detrás do garoto – Tá doidinho preá falar com ele, né?
— Não, mas... – sorriu e apertou o pau do professor – Quero outra vez, viu? – sussurrou e voltou para o rádio, Joaquim foi para a popa chamar as meninas.
— Tá na hora cambada! – acenou – Beto já ligou o rádio...
Foi uma debandada(5) só e Bairari ficou só, sentada do lado da fogueira, Joaquim desceu do Desbravador e sentou do lado da indiazinha que sorriu, deitou na areia fina e colocou a cabeça em seu colo.
— Tu não gostar Bairari... – olhava para ele – Tu gostar delas, né?
— Não minha indiazinha... Eu gosto de você – acariciou os cabelos finos, lisos e negros, desceu a mão e acariciou os pequenos seios pontudos.
— E... É... Porque tu não deitar com Bairari? – olhou para a mão em seus seios – Tu deitar tua so... Sobrinha, eu ver...
— Bairari... Minha pequena Cunhã-porã... Você nem desconfia do medo que tenho...
— Tu medo? – riu – Tu não medo, tu homem coragem, forte...
— Quem dera se eu fosse!... – curvou o corpo e beijou a boca da indiazinha – Queria te agradecer pela garrafada... Isso me deixa mais tranquilo...
— Tranquilo... Sem medo, é? – suspirou – Garota poder deitar não ter medo ficar buchuda... Mãe Bairari ensinou pra eu beber e não ficar buchuda... Não ter perigo... – sorriu – Bairari não beber água remédio...
— Você não está tomando?
— Não... Bairari não tomar... – sorriu e colocou a mão de Joaquim no ventre – Filho Bairari na barriga... Não ter tomar remédio...
— Você está grávida? – a indiazinha balançou a cabeça confirmando – É filho de seu namorado?
— Não... Bairari não namorar... Pai acha Bairari muito pequena, ter medo filha ser mãe... – olhou pra ele e tirou a mecha de cabelo que caia em sua testa – Bairari fe... Feliz... Tu pai filho Bairari...
— Eu? – ela novamente balançou a cabeça – Não garota, nos só...
— Bairari sabe... – pressionou a mão de Joaquim em sua barriga – Nenê cresce dentro Bairari... Filho teu...
Joaquim olhava para ela, não deveria ser verdade, era sonho da garota que levantou e sentou escanchada em seu colo.
— Bairari gostar de tu... – abraçou o pescoço e beijou a boca seca de medo – Tu não querer, Bairari quer, tu quer?
— Quero... Mas... E teus pais? – suspirou, a indiazinha sorria quando tirou o pau do calção e sentou – Isso não vai acabar bem... Teu pai, o cacique, pode não gostar...
— Gosta... Chefe Kauany saber filha querer... Kauany querer filha mãe filho professor...
— E como ele sabe?
— Bairari falou pai Kuauny... Dizer homem bonito... Pai achou Bairari doida – riu e rebolou sentindo o cacete atolado – Bairari dizer querer filho teu, pai sorri e dizer tu não querer – falava aos pedaços pulando e rebolando – Tu já fazer menino... Menino crescer barriga minha... Tu querer filho mim?
Joaquim não falou nada, não tinha o que falar daquele sonho da indiazinha endiabrada que pulava, se esfregava e rebolava e suspirava agoniada com o gozo que lhe lambia a xoxota. Em nada era diferente das meninas brancas, tinha desejo e se fez desejada, queria fazer sexo e fez.
— Devagar Bairari, devagar... – tentou segurar sua cintura – Assim machuca... Espera...
Ela não diminuiu o ritmo, no rosto a máscara do gozo que lhe invadia o corpo de menina e um gemido quase escondido quando sentiu o choque do gozo de Joaquim lhe tomar a xoxota e ficara abraçados até ouvirem.
— Quim! – olhou, Rafaela estava olhando os dois – Tão querendo falar contigo no rádio...
Joaquim respirou fundo antes de tirar a indiazinha de seu colo e entrarem, de mãos dadas no rio.
— Quim! Alô Quim! – ouviu a voz da irmã – Aqui Ana querendo falar com Professor Joaquim, câmbio!
— Fala doida! – gritou – E mãe? Câmbio!
Ouvira gritos e reconheceu a voz de Carina falando com Ana que apertava o botão de comunicação.
— Quim! Quim! Meu mano... Como está aí, menino... Tô morrendo de saudades... Mamãe manda um beijo... Câmbio!
O grupo todo reunido em volta dele que conversou com a irmã, com Carina, com a mãe e com a irmão Jaqueline.
— Quim! Tem uma garota que quer falar contigo... – continuou apertando o botão e ouviram o que falou – Vem... Quando você for falar aperta esse botão e quando terminar fala “câmbio” e solta, senão ele não consegue falar contigo viu? – ouvira também uma voz que não conheciam – Aqui Alicia querendo falar com professor Joaquim, câmbio!
Joaquim, sem saber o motivo, sentiu a mãos gelarem.
— Alicia... Filha de Carina? Câmbio!
— Professor, viemos e quero lhe conhecer... Como está a aventura e sua sobrinha Fernanda, câmbio!
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29/06/1987, segunda-feira – Faz. 3 Corações (Era uma vez uma menina...)
Alicia ficou interessada nas aventuras da mãe com o pai e a tia, Ana se esquivava como podia, mas no dia sábado a noite, na Fazenda 3 Corações resolveu contar outra de suas aventuras com Carina e Joaquim...
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— E aí filha, como você imagina ser teu pai?
— Sei não mãe... – Alicia estava deitada na rede na varanda da Casa Grande – Não dá pra imaginar apenas tendo escutado sua viz...
Era sábado quase onze na noite depois de terem conversado com Joaquim e Fernanda pelo rádio.
— A vovó falou que ele é bonito, gosta de sorrir e... – suspirou – E que todo mundo gosta dele... Mas...
— Mas? – Carina aguçou o interesse.
— Deve de ser um mulherengo... – sorriu.
— Não é não garota... – Ana entregou uma tigela com salada de frutas – Tanto que ainda é solteiro...
— Deve ser o solteiro mais cobiçado da região – sentou escanchada na rede como estava a mãe – Metido no meio do mundo com um bando de garotas deve estar fazendo a festa... – riu.
— O Quim não é assim filha – Carina sorria – Está certo que não seja um santinho, mas não é caçador!
— E... E porque tu não casou com ele?
— E tu não pensa que tua mãe não queria? – Ana sentou no chão ladrilhado – Mas nem tua avó e muito menos teu avô queriam esse casamento...
— Não lembro bem do vovô Alberto... Tia? Como era meu avô, teu pai?
— Também não me lembro... – sorriu – Quando papai morreu eu tinha quatro anos e teu pai um pouco menos que três... Morreu de uma queda de cavalo... Não me lembro como era...
— Tia e o papai?
— Qual? – riu.
— O Quim... E vocês ainda... – olhou envergonhada para a mãe – Ah! Tia, tu sabe...
— Tua tia é uma depravada... – levantou da rede e sentou no chão do lado de Ana – Esses dois estão sempre se enroscando...
— A vó Dora sabe?
— Sei o que? – sentou na rede onde estava Carine – O que vocês duas estão aprontando?
— Nada não vó, a gente só tava conversando...
— Pergunta pra ela Licia... – Ana olhou para a sobrinha que corou envergonhada – Ela quer saber se a senhora sabe de mim com o Quim, tu sabe mãe?
— Vocês contaram? – Dolores olhou séria para a filha – Sei filha, sei das safadezas dessas duas com teu pai, outro safado.
— E a senhora deixa?
— Deixar não deixo, mas quando uma garota quer dar ninguém segura – olhou para a filha e para Carina – E quando se trata dessas duas aí mesmo que as coisas pegam fogo.
— A senhora... – olhou para a mãe – A senhora já... Já viu?
— Deixa de ser enxerida(6) filha... – viu que a tia estava incomodada – Essa tua neta é muita da peguntadora tia... Muda de assunto filha, ôxe!
— Vocês começaram então continuem que tenho mais o que fazer – levantou da rede e entrou na casa.
— Ela ficou chateada, tia?
— Não... Isso é coisa de dona Dolores – acariciou o braço de Carina – Quer saber de uma?...
— Tu vai contar?
— Você não quer saber? – olhou para Carina que sorria – Depois daquele dia na caixa d’água...
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— Tu vai me leva? – Ana Clara sentou no colo da irmã – Se tu me levar eu faço uma surpresa...
— O pai não vai deixar, Clarinha...
— Deixa sim, se eu pedir ele deixa... – virou e ficaram de frente – Tu deixa o Quim brincar de meter ni mim de novo?
— Tu gostou?
— Gostei... – riu e coçou a xoxotinha por cima da sunga – Ficou saindo aquela coisa branca... Ele faz xixi ni tu também?
— O nome daquilo e gala(7)... É o gozo de homem... – olhava para rosto da irmã e falavam baixinho sentadas em um mocho(8) – Sai quando eles gozam...
— E porque eles botam gala?
— É pra fazer filho...
— Então ele fez um filho ni mim, eu vou ficar buchuda e meu peito vai botar leite?
— Não doidinha, não é assim não... – tentou encontrar palavras – Olha, a mulher só fica grávida quando menstrua, antes disso não tem perigo.
— A Ciça já menstrua e... E ela brinca de meter com o Gilmar, ela tem neném na barriga?
— Tem não Clarinha, olha... Quando a mulher já menstrua e... E fode(9), ela usa pílula pra prevenir e o homem usa camisinha...
— Fode? O que é isso?
— É o mesmo que brincar de meter, mas só quem fala isso é quem já é grande e... – se antecipou, sabia que a irmã ia perguntar – Camisinha é um saquinho de borracha que o homem bota... Veste a piroca e a gala fica dentro, não fica dentro da mulher, entendeu?
— Acho que entendi... Pensei que fosse camisinha de pano! – riu – Mas se fosse pano ia passar e não adiantava nada, né?
— É isso, agora vamos deitar que amanhã o dia vai ser cheio...
— A gente vai dormir lá?
— Vamos Clarinha, vamos...
Não foi difícil amolecer o coração do coronel e bem cedo, antes mesmo de Ana e Joaquim saírem do quarto.
— Não vão muito longe Ana, cuidado com a menina! – Dolores olhou os filhos e amigas dispararem em suas montarias – Esses peraltas vão aprontar...
— Quá! Siá, deixa eles, é tudo gente de casa – Raimunda balançou a cabeça e voltou para a cozinha.
— Vamos pra onde, Quim? – Carina emparelhou a égua ao cavalo de Quim.
— Sei não, toca em frente! – esporou o malhado tentando passar a irmã.
A corrida durou quase meia hora quando Ana brecou corisco e pulou da sela perto do grotão da vaca, esperou pelo irmão.
— Tú é doida Ana, aí tá cheio de morcegos... – olhou para a boca da caverna – Elas não vão topar.
— Vão sim... A gente vai banhar na lagoa, tu tá com medo, é? – sorriu e abraçou o irmão esperando pelas duas que tinham comido poeira – Eita! Pensei que tinham voltado.
Como Ana falou, Carina e Clarinha toparam e entraram em silêncio para não espantar os morcegos. A grota da vaca é uma pequena caverna com duas bocas, a maior por onde entraram era por onde os morcegos saíam na boquinha da noite e a menor era onde havia uma lagoa de águas cristalinas onde nascia o ribeirão(10) que desagua no Preguiça.
— Tu nunca de trouxe aqui... – Carina correu e quase mergulha na lagoa se querer – Vem ver como é bonito Clarinha!
— Elas meu? É fundo? – acocorou e jogou um seixo(11) que espantou um cardume de peixinhos – Olha! Olha! Tá cheio de peixinhos – não viram os irmão tirarem a roupa, mas viram os dois pularem e mergulharem na lagoa.
Ana submergiu logo enquanto Joaquim nadou, debaixo da água, até as pedras na margem setentrional(12), as irmãs olhavam para ele nadando.
— Vumbora! Pulem! – Ana gritou.
— É muito fundo? – Carina estava preocupada com a irmã – Clarinha não sabe nadar direito... Não tem por onde descer?
— Tem, mas é mais gostoso se pular...
— E Clarinha? – olhou para a irmã e viu que já estava nua – Tu vai pular?
— Vou... – sorriu e correu se jogando no ar, sentindo o vento quente soprar no corpo _ Vem Inaaaaaaaaaaa! – e mergulhou.
— Tu tá doida Clarinha? – arrancos a roupa ligeiro e esperou com medo de acontecer alguma coisa com a irmã que, como Joaquim, nadou como uma peixinha debaixo d’água – Quim, ajuda ela! – gritou ante de pular.
— É bom Quim, é bom... – nadou de cachorrinho rindo até ele lhe puxar pelo braço – Vamos de novo?
— Essa piquena é doida! – Carina boiava ao lado de Ana – Tava doidinha pra vir...
— Parece que gostou da vara do Quim...
— E quem não gosta? – pensaram nadar para as pedras onde a irmã, deitada com as pernas dentro da água conversava com Joaquim.
— Deixa ela... – Ana tocou no ombro da amiga – Vamos brincar de sereia...
Carina parou e sorriu, Ana estava se saindo uma verdadeira alcoviteira(13) e mergulhou e nadou submersa atrás da amiga que nadava abrindo as pernas e fechando e ela via a boceta abrir e fechar.
— Tu gostou de meter ni mim?
— Gostei, tu é muito apertadinha... – acariciou a bundinha alva da garoa – Pensei que tu não ia aguentar... Tu já tinha dado?
— Não, só brincava de bolinar com o dedo... – olhou para um cardume de peixinhos brincando de fazer cócegas em seus pés – Aqui é muito bonito, na Cantareira só tem poço...
— E aquela caixa onde banhamos... – a bundinha da loirinha estava arrepiada – Tu tá com frio?
— Não... – olhou para trás gostando das carícias – Tu namora com Ina ou com Ana?
— De verdade com Ana... Mas a gente fala que é com Catarina...
— Mas tu pode namorar com tua irmã? – desviou a vista e viu as duas nadando debaixo d’água – Tu não quer namorar comigo também?
— Se tu quiser a gente namora, mas tu não pode contar pra ninguém, tá? – também olhou as namoradas pegando pedrinhas no fundo da lagoa – Nem pra Conceição, tá?
— Tá!... A Ciça já é moça, ela menstrua... – abriu as pernas e ele viu o pacotão – Ela dá pro nosso primo, mas ela toma remédio pra não pegar bucho...
— Já sabia, Gilmar me contou que foi no Educandário...
— Como é que tu namora com Ina? – sentia aquele gostinho gostoso com os carinhos.
— Ora? A gente namora...
— Namorar é brincar de meter?
— Não... A gente conversa, se beija e gosta de estar juntos...
— Tu gosta de lamber a popota(14) delas?
— Eu gosto... Tu já foi foi lambida?
— Não... Tu não tem nojo?
— Não, porque eu teria?
— Ora! É de onde sai o xixi e... E sangue quando a gente menstrua?
— Mas naquela hora não tá sujo, elas limpam antes... Mas se não limpar não tem nada não...
— Tu... Tu já bebeu xixi?
— Já... – riu, a piroca estava dura – Teve uma vez... Eu tava lambendo tua irmã e ela... Não aguentou e mijou na minha boca...
— Argh! Isso é nojento Quim... Tu bebeu?
— Não... Quer dizer, só um pouquinho... É salgado e tem um gosto meio travado... – passou o dedo na popota dela, estava meladinha – Né nojento não, quando a gente gosta de uma garota a gente não sente nojo... Elas, Ana e Ina... A gente tava no rio brincando e... E Ana tava com vontade de fazer xixi e... Eu tava lambendo Carina e Ana fez xixi na gente...
— Tu brigou com ela?
— Não...
— E tu ficou todo mijado, é?
— Foi, tua irmã também e... E ela bebeu, mas não gostou, quase vomita e... E teve uma vez que eu mijei em cima delas...
— Faz tempo que tu brinca de meter na Ina?
— Faz... Mas na primeira vez ela não deixou meter na frente (AJ05 – O gozo de uma mulher santa e as meninas)...
— Tu meteu no bumbum dela? – olhou espantada, as pernas abertas, escorria mel de sua xoxota – E ela deixou?
— Deixou e gostou...
— E tu cuspiu dentro do... Do bumbum dela?
— Gozei e foi muito... Depois a gente fez outras vezes, mas na frente, na xoxota, só depois de muito tempo... Elas gostam...
— E tu meteu também na Ana?
— Meti, mas Ana não gosta muito, diz que fica saindo gala e ela fica arreliada(15)... Mas acho que ela gosta pois pede de vez em quando... – o dedo melado tocou no buraquinho e ela sentiu um choque gostoso e abriu mais as pernas – Tu não quer me dar a bunda?
— Sei não... – olhava para ele com a cabeça apoiada na mão espalmada sentindo o dedo bolinar em seu buraquinho – Tú é muito grande...
— Tu sentiu dor na caixa d’água?
— Não... Foi gostoso... – fechou os olhos a arrebitou a bunda e sentiu a ponta do dedo forçar e entrar – Será que dói?
— Deve de doer, mas... Ina disse que dói... – o dedo entrou mais, ela gemeu baixinho _ Mas disse que gostou e... Quando eu ia tirar ela não quis...
— Se doer tu tira? – a bundinha arrebitada, sentia o dedo mexer no cuzinho, estava gostando.
— Tu quer?
— Quero... – olhou sorrindo para ele – Mas se doer tu tira, tá?
— Tá!
— E... E eu fico como?
— Fica assim mesmo, mas não fecha as pernas, viu? – a garota balançou a cabeça e ele ficou atrás dela – Vou cuspir pra entrar melhor, viu? – ela balançou a cabeça.
Joaquim cuspiu na mão e lambregou o buraquinho, meteu com o dedo, Carla apoiava a cabeça nos braços cruzados na pedra lisa, ele cuspiu na cabeça da piroca e botou na beiradinha, ela abriu mais as pernas sem saber se tava querendo mesmo, mas arrebitou a bunda e esperou até sentir a pressão.
— Não trava... Faz de conta que tu tá fazendo cocô... – a garota relaxou e se espremeu, fazendo força como fazia quando o cocô era duro e o buraquinho estufou para fora – Posso botar?
Ela não respondeu, apenas balançou a cabeça e esperou.
Que primeiro viu foi Ana que tocou no ombro da amiga.
— Tua irmã vai dar a bunda... – riu.
— Minha maninha é mais putinha que eu... – sentaram na beira olhando – Essa danadinha...
— Tu gosta, não gosta?
— Gosto, mas doeu pra caramba(16) na primeira vez, será que ela aguenta?
— Aguenta! – riu – Ela é larga... Não aguentou na xoxota, aguenta no cu...
Na pedra Ana Clara sentiu a cabeça da piroca forçar o buraquinho e fez mais força e sentiu a cabeça entrar e gemeu não de dor, nem de prazer, gemeu por gemer e se arrebitou ainda mais e sentiu entrar escorregando no cuspe.
— Ai! Péra Quim, péra... – mexeu o quadril sentindo aquele negócio duro lhe espetando – Não mexe forte, tá? – Hun! Hun! Vai... Mete mais, mais... Hun! Ui! Ai!... Hun!... Empurra... Pode empurrar eu... Eu aguento...
E ele empurrou até a bunda lhe impedir, estava todo dentro e Clara não sentiu dor, também não estava gostando muito...
— Tu quer que eu tire?
— Não... É... É parecido tá fazendo cocô – riu – Só que pra dentro... Tu... Ui! Quim... – sentiu ele bolinar seu grelinho – Quim! Quim! Ui! Quim... Hun! Péra, péra... deixa eu me ajeitar – levantou a púbis(17) para que ele lhe tocasse melhor – Isso, bulina... Ui! Ui! Quim!
Joaquim metia e tirava devagar, tinha medo que a menina sentisse dor e parecia estar comendo a bundinha de Clara há mais tempo que os poucos quase cinco minutos e mexia o pequeno ápice que endureceu parecendo uma piroquinha que ele não via, só sentia e o canal já não era tão apertadinho como no início, já metia e tirava sem sentir aperto no talo do pau.
— Quim... Mexe... Mexe na... Na minha... Popota, mexe... Ui! Quim... Ui! – não gritou como fez no tanque ao sentir os jatos invadir seu reto inundando até o cólon.
Ficara parados, Clarinha apertava o buraquinho espremendo a piroca enterrada no reto, sentia estar melada na vagina e no cu e quando desengataram o buraco parecia uma loca aberta de onde escorria o sumo do gozo melado de cocô escuro.
— Tu gostou? – a menina sentou na pedra.
— E tu? – devolveu a pergunta.
— É estranho... riu – É como fazer cocô para dentro. Mas... Quando tu botou o dedo ficou bom... – levantou as pernas e tateou o dedo nas beiradas – Tá aberto... Será que segura meu cocô, ou vai escapulir?
— Vai não doida, daqui a pouquinho vai fechar de novo... – também passou o dedo e meteu, ela fechou os olhos e não viu que ele viu cocô misturado com gala – Vem, vamos nos limpar...
Ana e Carina não saíram do lugar, ficaram vendo os dois fodendo e depois mergulhando e nadando debaixo d’água de mãos dadas até onde elas estavam.
— Tu é uma danadinha Clarinha... – Carina abraçou a irmã – Tu gostou?
— Não é tão bom como na popota – sorriu descarada(18) e abraçou a irmã sentindo um negócio gostoso dentro da bunda – Meu cu tá aberto...
— Doida, doidinha... – acariciou o rosto da irmã – Tu sabe né? Não pode dizer pra ninguém!
— Sei, não falo não...
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— Eita! Tia Clara era fogo na roupa! – Alicia olhava para a mãe que acariciava a perna da tia – Quer dizer que tu deu a bunda pra ele, mãe?
— Foi coisa de tua tia... – riu – E... Clarinha deu outra cor na brincadeiras...
— Tia, a Fernanda é filha do papai?
— Não... O pai de Fernanda... – calou.
— Não filha... Ana conheceu o pai de Fernanda quando teu pai fazia faculdade em Santo Inácio e...
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9/01/2003, quinta-feira – Jornada (A garota que queria..)
Rafaela não comentou o que tinha visto...
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Joaquim ficou preocupado, Fernanda teve febre alta de noite e foi novamente a indiazinha quem fez o chá.
— Quim, Bairari pega Ewé Ògánlara(19) pra curar sobrinha... – mostrou umas flores silvestres amarelas – Remédio bom, Fernanda tomar ficar boa, viu?
— Vamos maneirar mais nos banhos no rio, moleca... – acariciou a testa da sobrinha – E nada de ficar queimando no sol.
— Tu tá parecendo a mamãe...
— Você já falou isso... – beijou o rosto vermelho e sentiu o calor da febre – Bairari tá fazendo um chá...
— Que merda, tio... – suspirou, sentia frio – Só eu adoeço?
— Deu azar... – acariciou o peitinho e puxou o lençol, todos já dormiam, apenas os dois, a indiazinha e Rafaela estava acordados.
— Fernanda tomar quente todo – entregou o caneco, Fernanda sentou na rede – Depois deitar dormir, quando sol subir Fernanda boa... – olhou para Joaquim – Quim dormir, Bairari fica, vai, sai daqui – empurrou seu corpo brincando.
— Não é melhor colocar minha rede aqui do lado?
— Não tio, não vai acordar Dora... Deixa e tu Bairari, vai deitar... Tu também Rafa, chispem daqui... – deu um sorriso forçado.
Mas Bairari puxou o banco e ficou sentada do lado da rede, Joaquim olhou para a sobrinha sem quer sair, mas Rafaela puxou sua mão e levou para sua rede atada no fundo.
— Deixa, Bairari sabe o que faz... – esperou que ele deitasse – Preocupa não, não deve de ser nada... Amanhã a gente passa pela Vila Muriçoca e dá uma paradinha, deve ter posto de saúde... Agora relaxa e dorme...
— E você, moleca?
— Eu? O que tem eu?
— Não vai deitar?
— Tô sem sono... – olhou para fora, a noite tranquila e o vento fino carregava os piados da mata – Vou ficar um pouco lá fora e pensar na vida... – sorriu.
— Também estou sem sono, posso ir contigo?
— Para onde tu quiseres, não precisa pedir... Vamos?
Saíram do barco e sentaram no troco que tinham ajudado Bairari colocar perto da fogueira.
— A Jornada está sendo como você imaginava? – segurou a mão delicada e viu as unhas sujas – Nem parece aquela garota de nariz empinado...
— Eu não conhecia nada da vida e papai não ajudava muito, né? – suspirou olhando para as águas mansas do Preguiça – Quem olha esse rio correr manso não imagina os perigos que passamos... Sabe Quim, essa aventura mudou todos nos...
— E como mudou... – levantou e caminhou até o rio, Rafaela olha para suas costas ainda pensando no que tinha falado – Para mim tem sido um aprendizado constante...
— E o que mais tu gosto até hoje?
— De tudo Rafa, de tudo... – tirou a bermuda e mergulhou.
Rafaela esperou e viu que ele nadou submerso por uns dez metros antes de ver sua cabeça como um ponto negro no rio e pensou o quando era distante os pontos que ligam a vida e como era difícil viver. Respirou, tirou a calcinha e correu e mergulhou nas águas frias do Preguiça. Não nadou submersa, nadou quase sem fazer barulho como se deslizasse em um ambiente em que não tinha peso, o rosto queimado pelo sol era tranquilo.
— Não gostava do rio, achava um saco quando papai e mamãe inventavam piqueniques... – boiavam quase colados – Hoje eu amo esse rio...
— Sempre gostei dele...
— Tu nasceu dentro dele... – sorriu e viu que estavam se afastando muito do Desbravador – Vamos voltar...
Voltaram nadando lado a lado sentindo o frescor da água lhes bandejando o corpo. Lua ainda não tinha dado os ares, o céu pinicado de estrelas somando aquela noite como uma colcha bordada em ouro e prata.
— Tu gostou mesmo de Bairari... – sorriu – Tu sabes que ela diz estar grávida de ti?
— Sei... Ela me falou, mas não acredito, é coisa da cabeça dela...
— Pode ser coisa de outra cabeça... – seguravam em um galho dentro do rio – Pode ser dessa... – segurou o pau e apertou – E se ela estiver mesmo grávida?
— Como ela ia saber em tão pouco tempo – sentiu o pau ficar duro, Rafaela não tinha largado, acariciava ser estar masturbando – Faz o que, seis, sete dias desde que você me entregou de bandeja para ela (AJ08 – A Jornada: O Roncador a indiazinha e Rafaela)...
— Eu não, tu é quem quis – riu a apertou novamente.
— E tinha como não querer?
— E depois tu comeu Nandinha, me chupou e me fez gozar... – soltou o cacete e se dependurou em seu pescoço – Basta tu chamar que qualquer uma fode contigo..
— Assim ia virar putaria... – riu e beijou a ponta do nariz da garota – Vocês são todas malucas, tem oportunidade que penso ter sido um erro não ter trazido tua mãe?
— Logo ela? – riu – Dona Janaína iria adorar... O papai tinha deixado, ainda bem que não veio... Não ia caber tanto chifre na careca de meu velho...
— Irmã Clarisse também deveria vir... Mas ela preferiu ficar...
— Irmã Jaqueline ia deixar?
— Deixou e fez de tudo para que ela viesse...
— Tu preferia ela a mamãe, não é? – riu e abraçou o corpo com as pernas – Tu sabias que existem conversinhas sobre vocês dois?
— Conversinhas? Que tipo de conversa... – sentiu a espinha esfriar.
— Ah! Coisa de meninas mexeriqueiras(20), conversas de banheiro... – jogou a pelve para frente e sentiu o pau duro ficar entre suas pernas – Corre um boato que tu tens um caso com ela...
— Ela é freira... – falou baixinho sentindo o pau no meio das pernas dele – É minha amiga, mas é freira...
— Mas é mulher... – se arrependeu – Desculpa, não quis dizer isso...
— Mas disse... – suspirou – Você também acha isso?
— Não, mas... Vocês vivem juntos, se abraçam... A gente pensa coisas... – levantou o corpo e segurou o pau duro – Tu... Tu tens um aso com a irmã? – ele não respondeu, não respondeu não porque não quisesse responder, tinha sentido o que ela tinha e estava fazendo – Quem cala consente!
— Não, não tenho caso com a irmã Clarisse... Gosto muito dela, gosto de conversar com ela e com Irmã Jaqueline e... Vocês também falam de mim com ela?
— Com a irmã diretora... Não... Ou tu também... – colocou o pau no lugar e forçou a pelves, ele ficou parado – Tu come as duas? – tornou forçar e sentiu arder, mas não demonstrou nada – ala Quim, tu come as duas?
Joaquim olhou para seu rosto, viu um que de malícia e sentiu estar encaixado. Não sabia o que responder, mas não diria que ela tinha razão e pressionou a púbis na pelves.
— Ai! Tu come elas, não come?... – ele forçou novamente e ela sentiu desconforto talvez pela água que entrou quando ele forçou – Ai! Quim... Fala, fala sacana, tu come elas, não come?
— Não, não como nem uma e nem outra...
— Então me come, merda, mete logo... – ele forçou e ela puxou seu corpo com as pernas lhe abraçando – Ai! Quim... Para... Para... Hun! Tá ardendo Quim, tá ardendo –mas ele não parou e forçou e ela sentia estar sendo partida em duas – Para Quim, para... Quim... Desculpa, desculpa... Ai! Porra... Tú é... Tu é muito grosso, para, pelo amor de deus, para...
Ele parou, não tinha entrado quase nada, ele parou e tirou, beijou os olhos lacrimejantes e soltou o galho que segurava, escorregou entre suas pernas e sumiu dentro do rio.
Rafaela olhou, queria pedir para que ele voltasse, mas não pediu e chorou se maldizendo da besteira que tinha feito. Joaquim nadou no remanso e saiu do rio e caminhou nu em direção da fogueira que ainda ardia, as palavras de Rafaela eram badalos(21) martelando dentro da cabeça como se bastassem as dores, os medos e as dúvidas que tinha de vencer a cada instante desde que saíram da prainha a treze dias. Juntou a cueca.
— Quim, espera... – olhou a garota correndo – Espera Quim, espera... Não me deixa assim... Olha... Olha Quim eu não sei o que falei, me desculpa, me desculpa...
Estava agarrada como uma sanguessuga(22) em um crescente desespero em poder ter jogado fora tudo o que já havia conquistado.
— Olha pra mim, olha pra mim... – segurou o rosto com as duas mãos – Quim eu juro, eu juro por tudo de mais sagrado que nunca mais falo nisso... Não me deixa, não me deixa... Vem, vem... – deitou na areia fria, abriu as pernas e implorou – Vem Quim... Continua... Vem, vem!
Ele olhava para ela sem entender o que a fazia querer que ele lhe possuísse, fosse Fernanda entenderia, não ela filha de pastor protestante metida a riquinha, tida por patricinha.
— Quim, vem Quim vem...
Ele suspirou, era bonita, a mais bonita e inteligente dentre todas da Jornada e desejada por dez dentre dez rapazes da cidade.
— Por favor Quim, vem... Olha... Olha – abriu as pernas e afastou os grandes lábios da vagina, clitóris aflando do capuz – É tua, é toda tua, vem, me fode, me fode...
Ele se abaixou, segurou as mãos que abriam a xoxota e beijou uma e depois outra, Rafaela continuou com as pernas escancaradas e olhava para ele pedindo aos céus que ele esquecesse as baboseiras que tinha falado.
— Rafa... Porque eu?
— Tu sabes... Tu sabes que te amo, sempre te amei... Vem amor, vem...
Ele deitou e ela suspirou, mas não deitou em cima dela, passeou a mão em seu corpo macio, tocou no biquinho do peito e subiu a seu rosto, contornou sua face com o dedo sem falar nada, era como se não visse seu corpo com os olhos e queria ver com as mãos, com o tato.
— Tu és linda garota, linda... – a mão desceu percorrendo os montes e montanhas do corpo até os grandes lábios lisos – Espere um pouco mais, encontre alguém que possa ser seu, somente seu e se entregue, não a mim que não serei seu de verdade...
— Não quero casar contigo, não quero que tu sejas só meu... – olhava para ele e sentia o dedo massagear os grandes lábios – Mas eu te quero como nunca quis alguém em minha vida... Não me importa que tu coma tua sobrinha, ou que coma Bairari ou outra qualquer, eu só te quero, só te quero meu pelo menos enquanto estives juntos, enquanto teu pau estiver nos unindo...
Joaquim ouvia e lhe beijou a boca e ela lhe abraçou como se ele fosse sua última taboa de salvação e, aos poucos, ele subiu nela e ela soube que ele iria lhe fazer mulher completa, não desgrudaram a boca, não foi preciso nada além dele ficar entre suas pernas, a ponta do pau encaixou e ele entrou e ela suspirou, abriu mais as pernas sentindo o cacete escorregar para dentro. Não sentiu dor, não sentiu arder, sentiu o quer de estar ali penetrada por ele.
— Viu, tá tudo dentro... Agora também sou tua... Tu... Tu és meu homem, pelo menos agora tu és meu...
— Maluca... – empurrou mais e ela sorriu.
— Maluca por ti... Maluca por ti... – e lhe abraçou com os braços e com as pernas, não sentia dor, não sentia arder, somente sentia o pênis alojado em sua vagina – Tu não sabes quantas mil noite sonhei com esse momento... E nem quantas siriricas(23) toquei pensando em ti...
— E você gozava?
— Gozava, gozava, gozava... – riu – Mas agora tu tá dentro de mim e nada disso mais importa... – Hun! Hun! Eu sabia, eu sabia que ia ser assim...
— Assim como?
— Gostoso, muito gostoso...
— Dentro do rio você pediu para eu parar...
— Lá doeu... Acho que eu estava tensa ou... Hun! Mexe... Ou a água, não sei... Hun! Isso... Isso é bom demais, meu Deus... Hun! Eu sabia... Hun! Hun! Ui! Ui! Ai! Quim, Ai! Hun! Meu deus... Ai!...
Sentiu o corpo relaxar, a xoxota parecia mais macia, ela tinha gozado e ele parou, esperou e ela, de olhos fechados, sorria.
— Eu gozei no teu pau... – mexeu os músculos da vagina sentindo massagear o pênis ereto que lhe preenchia – Tá topado, parece bater no meu útero... – sorriu e fremiu os calcanhares na bunda dele – Goza Quim, goza e...Me enche...
— E se você engravidar, já pensou nisso...
— Tô tomando o chá de Bairari – riu a acariciou as costas dele – Mas se...
— Nem pensa nisso garota... Nem sonha...
E começou estocar com cuidado, de leve entrou e saiu e entrou novamente para outra vez sair. Rafaela gemia baixinho quebrando o silêncio da madrugada, apenas o barulho do rio e uns poucos piados dos pássaros noturnos parecia sobressair aos gemidos de prazer e ela não sabe o quanto quantas vezes gozou antes de sentir os jatos navegar em corrida louca em direção ao colo do útero numa gritaria muda em busca da fertilização, fertilização barrada pelo chá da indiazinha.
— Quim... – suspirou e abriu os olhos – Como seria um filho nosso?
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No próximo episódio:
Mesmo com os chás de Bairari a febre de Fernanda não passa e tiveram que aportar em Santa Rita onde a garota ficou dois dias internada no único hospital da região. Em Santa Isabel Alicia conversa com a avó e confessa que não é virgem. Joaquim conversa com Rafaela e termina contando seu caso com a freirinha...
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Glossário:
(1). Traíra: s.f. Zool. Peixe de água doce da fam. dos eritrinídeos (Hoplias malabaricus). Pop. Aquele que trai ou renega; traidor.
(2). Fumegante: adj (de fumegar) Que fumega. Lançar fumo ou fumaça; fumar, fumaçar.
(3). Campina: s.f. Extensão de terrenos pouco acidentados e sem árvores. Terreno sem desníveis; planície. Terreno extenso e plano com vegetação herbácea. (Etm. campo + ina).
(4). Ébano: s.m. Designação comum de algumas árvores da família das ebenáceas, do gênero Diospyros, nativas da Índia e do Sri Lanka, cuja madeira de qualidade é escura e muito resistente; pau-preto ou sapota-preta. Botânica. A madeira que se retira dessas árvores. Figurado. Que possui a cor muito escura; de cor negra; cuja cor escura se assemelha ao ébano. (Etm. do grego: ébenos.i; pelo latim: ebenus ou ébano).
(5). Debandada: s.f. Ação de debandar, de dispersar-se em desordem; derrota: a debandada de um exército.
(6). Enxerida: s.m. Intrometida; quem se intromete em assuntos que não lhe dizem respeito. Atrevida; aquela que opina sobre o que não é da sua conta. Namoradora; quem se acha conquistador ou se vangloria de suas conquistas. Enchimento; o que foi colocado no interior de algo. adj. Diz-se dessa pessoa, de quem é metida a conquistadora ou se intromete em assuntos que não lhe dizem respeito. Inserida; que se enxeriu; que foi colocado no interior de algo. (Etm. Part. de enxerir).
(7). Gala: pop. Esperma, resultado do gozo do homem.
(8). Mocho: s.m. Assento de madeira sem braço nem encosto. Ave de rapina noturna da família dos bubonídeos; coruja, pássaro-da-morte. Adj. Diz-se dos animais a que falta alguma parte do corpo.
(9). Fode: Foder: v.t.d. v.t.i e v.i. Tabu. Vulgar. Designação vulgar para relação sexual; copular. v.t.d. v.i e v.pron. Figurado. Ocasionar o mal ou sofrê-lo: arruinar-se, desgraçar-se; sair-se mal. Foda-se ou fodam-se. Denota irritação, descaso, indiferença; desejar que algo ou alguém não tenha sucesso. (Etm. do latim: futuere).
(10). Ribeirão: s.m. Curso de água maior do que um regato, mas menor que um rio. Terreno próprio para a lavra de minas de diamante.
(11). Seixo: s.m. Pedra tosca de pequenas dimensões, utilizada no empedramento de certas obras; Pedras lisas e arredondadas, encontrada em riachos; Calhau.
(12). Setentrional: adj. Do norte; que se refere ao Norte, ao setentrião: costumes setentrionais. Que habita ou é natural do Norte: povoações setentrionais. s.m. e s.f. Algo ou alguém que é habitante ou natural do Norte: os setentrionais habitam regiões situadas no Norte. (Etm. do latim: septentrionalis.e).
(13). Alcoviteira: s.f. Aquela que alcovita; que faz mexericos ou intrigas; fofoqueira. Mulher que tentar arranjar relacionamentos; que age como mediadora em relações afetivas. Aquela que possui um prostíbulo como propriedade; cafetina. (Etm. alcovitar + eira).
(14). Popota: anat. pop. Maneira infantil de referir-se a Vagina; Vulva, boceta, xoxota.
(15). Arreliado: adj. Em que há arrelia; que se irritou; que demonstra zanga ou aborrecimento; amolado ou zangado. Que procura confusão; que sempre está arrumando briga; brigão. Que age de modo atrevido; insolente. (Etm. Part. de arreliar).
(16). Caramba: interj. que exprime espanto ou desagrado.
(17). Púbis: s.m. Parte anterior dos ossos ilíacos. Parte inferior do hipogastro que se cobre de pêlos a partir da puberdade.
(18). Descarado: adj. Que não possui vergonha; sem escrúpulos; desavergonhado. Que designa atrevimento: era um ladrão descarado. s.m. Aquele que é descarado; quem não tem vergonha; insolente, impudente, cínico. (Etm. Part. de descarar).
(19). Ewé Ògánlara: [Bot.]- Fedegoso ou balambala, ibixuna, taracurú, café-de-negro, folha-do-pajé, etc, é o nome de uma planta da família das Leguminosas, gênero Cassia, com várias espécies. É um arbusto nativo do Brasil e também do Uruguai e Argentina. Possue propriedades medicinais sendo as suas folhas, casca e raizes, usadas como diurético, laxante, vermífugo, antiinflamatório e colagoga (VIDE). Seus princípios ativos são os ácidos cáprico, mirístico,esteárico e a emodina. Suas vagens produzem uma semente semelhante ao café, que é comestível, sendo usada como substituta do café verdadeiro.
(20). Mexeriqueira: Pessoa fofoqueira, intrometida, que fica fazendo "mexericos" e falando mal da vida alheia.
(21). Badalo: s.m. Haste metálica terminada em bola, suspensa no interior de um sino ou campainha, contra as paredes dos quais ela bate. Fam. A língua. Fig. Dar ao badalo, tagarelar.
(22). Sanguessuga: s.f. Verme da ordem dos anelídeos, classe dos hirudíneos, que vive na água doce e cujo corpo possui ventosas. (As sanguessugas absorvem o sangue dos vertebrados após praticarem uma incisão na pele, graças a três maxilas que envolvem sua boca; esse sangue é conservado líquido em um tubo digestivo dilatável. Durante longo tempo foram elas utilizadas para a sangria dos doentes.) P. ext. Nome dado a todos os hirudíneos. Fig. Indivíduo que explora outros, que lhes tira dinheiro; sugador.
(23). Siririca: [adjetivo de dois gêneros] [Brasil] Tonto; doidivanas. [substantivo feminino] [Brasil, Tabuísmo] Masturbação feminina. Esfregar dois dedos do meio na buceta até gozar.

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Ficha do conto

Foto Perfil viajem
santoanjo

Nome do conto:
AJ10 – A Jornada: Os medos, os desejos e sexo.

Codigo do conto:
82686

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/05/2016

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