Minha esposa e o velho Francisco


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Minha esposa e o velho Francisco

Olá queridos amigos e amigas, me chamo Drea, tenho quarenta anos, sou casada e mãe de dois filhos.
Começarei esse meu relato dizendo que na época em que esses fatos ocorreram, estávamos passando por dificuldades econômicas, pois meus dois filhos estavam estudando na universidade e isso ocasionou despesas extras que comprometeram nosso orçamento.
Até então eu sempre fui apenas dona de casa, mas precisei começar a trabalhar para ajudar a meu esposo. Não tinha profissão, mas sempre fui uma mulher decidida. Fiquei sabendo que no mesmo condomínio em que vivíamos um senhor de setenta anos, viúvo há três, buscava uma senhora para que fizesse as tarefas de casa e sua alimentação, tarefas essas que seriam consumidas em pouco mais de três horas. Falei com meu esposo e ele me disse que fosse conversar com o velho.
Conversei com o Senhor Francisco e combinamos de começar já na segunda feira, ele me pagaria mil reais por mês, o que já seria uma benção, principalmente porque seria totalmente livre de quaisquer despesas, não teria despesas com transporte ou alimentação ou impostos e o melhor seu apartamento era pequeno, não possuía muitos detalhes e assim, presumi que conseguiria fazer tudo rapidamente. Combinamos que eu começaria a trabalhar por volta das dez horas da manha e com certeza no máximo às quatorze horas estaria já em minha casa, onde poderia fazer as minhas obrigações antes ou depois de voltar do trabalho, sem problema algum.
No primeiro mês de trabalho, não aconteceu problema algum, ele não me incomodava e nem eu a ele, eu fazia rapidamente as tarefas e inclusive alguns dias eu almoçava com ele, pois meu esposo sai pela manhã e só regressa a noite e meus filhos saem bem cedo para a faculdade onde ficam também o dia inteiro, assim, consegui também reduzir as despesas com alimentação em minha própria casa.
No segundo mês, comecei a notar que Senhor Francisco me observava enquanto eu fazia as tarefas de casa, principalmente quando eu subia na escadinha para limpar os moveis por cima. Ele se sentava no sofá ou na cadeira da mesa da cozinha e ficava ali quieto enquanto eu laborava. Eu sempre uso vestidos, assim, ele via uma boa porção de minhas coxas e penso que em alguma ocasião ou outra, até mesmo minha bunda.
Fiquei envergonhada com a situação e contei ao meu marido, dizendo que iria pedir demissão, pois achei aquela conduta inapropriada. Meu esposo então me disse:
- Se quiser deixar o trabalho que o faça, ele te tocou, conversou com você de forma maliciosa ou lhe fez alguma proposta?
- Não apenas ficou me olhando, fingindo que lia um jornal, revista ou livro. Ele sempre está com uma dessas coisas na mão.
- Drea você é uma mulher bonita ele é um homem de setenta anos, já viúvo, deve estar numa seca danada, de repente você pode tirar partido dessa situação e ainda ganhar alguma coisa a mais do velho ou ele apenas está ainda te conhecendo, pois este é apenas o segundo mês que está trabalhando lá e é preciso adquirir confiança nos empregados, ele vai te testar de alguma forma, para ver se pode realmente confiar em você. Não acredito que ele vai tentar alguma coisa e você tem condição de se defender e ainda mais, onde você iria encontrar outro trabalho nessas condições e a grana está nos ajudando muito. Mas a decisão é sua, se quiser sair tem meu apoio e veremos o que podemos fazer, já passamos dificuldades juntas e mais uma não fará diferença. Ele não tem parente e nem herdeiros, não é verdade, quando morrer, vai levar tudo com ele e deixar para o Estado, é isso que acontece nesses casos.
Amanhã coloque uma roupa mais provocativa e teste ele, de repente, você pode também estar vendo fantasmas onde eles não existem e se o velho não mudar em nada, você vai confirmar a verdade e retome normalmente sua rotina.
No dia seguinte, resolvi comprovar minhas suspeitas, usei um vestido um pouco mais curto, de tiras, com um decote quadrado, que valorizava meu colo. Quando eu me inclinava pra frente para fazer alguma coisa, mostrava uma porção generosa de meus seios, que apesar de ter amamentado dois filhos, ainda estavam firmes e arrogantes com dois grandes mamilos rosados, coloquei uma calcinha tipo asa delta e fui trabalhar, após amarrar meus cabelos num rabo de cavalo,
Quando cheguei ao trabalho, Senhor Francisco quase teve um infarto ao me ver vestida daquela forma. Cumprimentou-me e olhou durante vários segundos para meu decote, me dirigi ao seu quarto e comecei a arrumar sua cama, ele me seguiu e ficou parado no umbral da porta. Como vocês sabem para esticar e arrumar uma cama, temos que nos inclinar e naquele momento em tive certeza de que ele ficou nervoso com a situação. Notei que estava inquieto e eu me inclinava de frente para ele, puxando os lençóis ou esticando o cobre leito e uma porção generosa de meus seios, ficavam expostos ao seu olhar, quase dava para ver meus mamilos e quando estava do outro lado, a saia do vestido subia até o inicio de minha bunda, mostrando quase a polpinha, protegida apenas por aquela calcinha pequena que tapava apenas o rego da bunda.
Olhei com dissimulo e vi que ele estava com a mão no bolso e agitado. Este dia de serviço foi agoniante para ele, me seguiu por todo o apartamento, conversando amenidades, mas eu notava que apenas queria estar a meu lado, perto de mim, não queria perder nenhum detalhe. Quando eu estava arrumando a cozinha, inclusive, ao invés de sentar-se como sempre, se propôs a me ajudar a guardar algumas louças e numa ocasião, até mesmo se encostou um pouco em mim, tipo sem querer e rapidamente como se receoso de minha reação, pediu-me desculpas e então se sentou na cadeira e ficou apenas me observando enquanto eu terminava a limpeza e começava a fazer o almoço.
Preciso confessar que estava gostando daquele jogo, ele me seguia como um cãozinho e assim ficou até o momento em que fui embora para minha casa. À noite contei ao meu marido o que tinha ocorrido inclusive a encoxada rápida que o velho me havia prodigado. Meu esposo me disse que eu estava com a faca e o queijo na mão e se soubesse jogar de acordo, o velho estava em minhas mãos, mas que isso teria que ter alguma compensação financeira, se isso não ocorresse que eu parasse de me insinuar.
Eu pensei nas palavras de meu esposo e percebi que no fundo ele estava me prostituindo, dissimuladamente, mas estava. Talvez se fosse um homem mais novo, ele não estaria tão confiante, mas sabendo tratar-se de um com mais de setenta anos, acredito que não se sentiu ameaçado. Como eu disse aquele jogo havia me agradado e evidentemente procurei meu esposo a noite e fizemos amor de forma intensa, sentia meu esposo ainda mais carinhoso e amoroso comigo e intenso em seu prazer, como se estivesse me mostrando que eu era sua mulher e que ele era meu homem. Ele marcava seu território e eu me esbaldava sendo amada por ele. Gozei muito essa noite, meu esposo chupou a xoxota e ânus, mamou meus seios, dando lambidelas nos biquinhos, me fez gozar várias vezes com sua língua e por fim quando me montou, eu sentia seu cacete muito duro taladrando minhas carnes tenras. Ele segurou o gozo em várias ocasiões de modo que apenas eu gozava e depois me virou de bruços e comeu minha bunda. Eu sentia seus bagos baterem em minha bunda e gemia com toda a intensidade de meu prazer e por fim, quando ele gozou, senti que injetava uma enorme quantidade de porra em minha bunda, tanto que tive de colocar a mão para impedir que escorresse para a cama. Fui me limpar em nossa suíte e ao voltar para a cama, meu esposo já dormia. Abracei-me a ele carinhosamente, era meu esposo e meu macho, meu homem e eu o amava por isso, assim adormeci. Mas antes de adormeci, meu último pensamento foi na leve roçava que o senhor Francisco havia me dado, naquele momento eu senti que seu cacete estava duro e apesar de ter sido muito rápido, aquele jogo, aquela situação havia me deixado excitada o dia todo. Meu esposo havia cumprido sua obrigação como homem, eu estava satisfeita, mas...
Assim estive todo o mês, usando roupas mais provocativas sem ser vulgar, oferecendo um lance ou outro do colo ou das pernas, outras vezes utilizava roupas mais sóbrias e nesses dias eu notava claramente sua mudança de humor.
Quando do pagamento, Senhor Francisco me entregou mil e trezentos reais, eu perguntei por que e ele me disse que estava muito satisfeito com meu trabalho e que havia decidido por um bônus em agradecimento. Disse ainda que sabia das minhas dificuldades, filho na universidade não é fácil, comentou e que eu utilizasse o dinheiro como melhor entendesse que usasse em minha casa ou comprasse alguma roupa ou algo pessoal. Agradeci o bônus, disse não ser necessário, mas ele foi taxativo e disse você mereceu.
Contei ao meu esposo sobre o bônus e ele disse que nossos esforços haviam começado a gerar frutos e que era para eu continuar o jogo que conseguiria muito mais.
- Continue com o jogo e vera que consegue muito mais, chegue até aonde achar de deve chegar, porque a mim não me importa, afinal de contas é um velho e pouco pode fazer contra você,
- Mas e se ele quiser me comer, eu fico vendo, que ele toda hora está de pau duro me olhando, eu vejo o volume em suas calças.
- A mim não importa, nem tão viril ele deve ser nessa idade e se você quiser usar isso para conseguir mais algum, não ligo, podemos estar diante de uma oportunidade que não podemos desperdiçar, se você souber jogar bem esse jogo, podemos nos dar bem, tenha certeza disso.
No mês seguinte, segui com minha conduta e uma vez ou outra, deixava que ele me roçasse o traseiro, eu sentia seu cacete em minha bunda, eram momentos fugazes, rápidos, em que ele tentava deixar parecer ter sido involuntário, mas eu sabia que eram intencionais, ou então quando eu estava na pia lavando louças, ele ao abrir um armário, roçava o braço em meu seio e sempre pegava um copo onde servia um gole de água, mas na realidade ele queria mesmo era tocar meu corpo.
Um dia ele me fez o seguinte comentário:
- Drea, não quero que fique chateada com o que vou dizer e não quero te incomodar ou parecer atrevido, mas a verdade é que você é uma mulher extraordinária e seu esposo tem muita sorte em ter casado com você e poder desfrutar de seu corpo e de seu amor. Se eu tivesse vinte anos menos tentaria te roubar dele. Eu me deito cedo para que rapidamente amanheça logo e fico esperando você chegar com muita ansiedade e que estava muito satisfeito comigo.
Eu comecei a rir e disse que se fosse outra mulher aconteceria a mesma coisa. Que ele estava sozinho há muito tempo e minha companhia apenas o fazia sentir-se bem, e que eu não havia ficado ofendida com seu comentário, que eu o considerava como um pai e que realmente ficar sozinho era muito triste, principalmente depois de ficar casado tanto tempo.
Eu olhei e vi seu semblante ficar triste ao comentário do casamento e Senhor Francisco então se sentou à mesa da cozinha e disse que sentia muita falta da esposa, que desde que se enviuvara a quase quatro anos que nunca mais se envolveu com outra mulher, que ainda tinha vontades, mas que se sentia fragilizado e que era tarde para outro relacionamento e mesmo de conseguir uma mulher honesta que realmente se importasse com ele. No final do mês, novamente me deu outro bônus.
Cheguei a casa e contei ao meu marido sobre nossa conversa e meu marido ficou excitado com a possibilidade de tirarmos mais alguma coisa do velho. Perguntei novamente até onde poderia chegar e ele me disse que o freio era meu, que eu fosse até onde devesse que essa opção era coisa minha.
No meio do mês, Senhor Francisco me chamou e pediu que eu sentasse à mesa com ele, pois queria conversar cobre algo muito sério. Disse que eu sabia que ele era sozinho e que não tivera filhos porque sua esposa nunca pode tê-los e que ele já não era um homem novo e se acontecesse alguma coisa com ele, precisava de alguém e confiança que pudesse o auxiliar. Eu fiquei sem entender. Então ele aclarou sua ideia, nós iriamos sair e ir até o banco onde ele tinha conta, pois iria fazer uma autorização para que eu movimentasse sua conta em conjunto, que era uma garantia para ele se acontecesse alguma coisa ou mesmo se morresse e se isso ocorresse eu poderia sacar seu dinheiro e fizer uso do mesmo, pois caso contrário ficaria perdido para o governo. Recusei imediatamente essa proposta, apesar de internamente saber que o plano havia funcionado até melhor do que jamais pensamos, mas eu me sentia suja com tudo isso. Disse que era um abuso e que eu estava me sentindo muito mal com tudo que estava acontecendo com os rumos que a coisa tomava que eu era casada e tinha família e que era apenas sua empregada. Um último aceno de moral latiu em minha mente, nunca me senti tão imunda como naquele momento, recordei das palavras de Senhor Francisco quando me disse que não se envolvera com outra mulher porque não confiava na mesma e eu estava exatamente fazendo isso com ele. Ante sua recusa, nada pude fazer exceto aceitar sua proposta, era a conclusão do plano inicial. No dia seguinte fomos ao banco e apresentei meus documentos e passei então a gerir a conta conjunta com Senhor Francisco. Passei a pagar a contas e arcar com as despesas da casa. Nunca tirei nem um centavo que não fosse para o mesmo ou sua necessidade,
Contei ao meu esposo e disse que ele possuía mais de cinco milhões de reais no banco, em aplicações e investimentos e que eu estava agora movimentando sua conta corrente de forma conjunta com o mesmo, que Senhor Francisco havia dito que eu era sua única família. Meu esposo então me disse o seguinte:
- Ótimo, agora dê um presentinho melhor para o velho, ele merece algo mais que apenas ficar tocando ou roçando você.
- Você quer que eu tenha relação com ele?
- Faça o que você quiser não me importa.
Passei a noite toda pensando nas palavras de meu esposo, inclusive não me relacionei com ele essa noite, apesar de estar excitada.
No dia seguinte, quando percebi que ele se aproximava de mim e que me roçaria o traseiro, me posicionei de modo que ele teria que se inclinar para pegar o copo, então, quando senti seu ventre em meu traseiro, comecei a rebolar devagarzinho, roçando minha bunda em seu cacete, que começou a endurecer e pressionar minha bunda. Ficamos naquela situação um tempo que para mim parecia interminável, sua respiração e a minha estavam alteradas, eu senti minha calcinha ficar encharcada e seu cacete cada vez mais duro em meu traseiro. Sua respiração e a minha estavam alteradas. Eu achei que ele iria avançar e tomar alguma atitude, mas ele apenas se afastou e disse que precisava sair, deixando-me sozinha. Achei que tinha ido longe demais e tive receio que tivesse posto tudo a perder, principalmente porque chegou o horário de ir embora e ele ainda não havia retornado. Fiquei esperando até por volta das dezessete horas, quando ele chegou e se assustou com minha presença.
- Aqui até agora, perguntou-me.
- Estou te esperando para lhe devolver as chaves e dizer que a partir de amanhã, não volto mais.
- Porque está fazendo isso?
- Porque me excedi e hoje fiz uma coisa da qual me envergonhei muito, não é justo e nem correto o que está acontecendo e o melhor e mais sensato é acabar aqui e agora.
-Entreguei suas chaves e sai daquela casa, sem ao menos ouvir qualquer comentário de Senhor Francisco.
Passaram-se dois dias e sequer o vi nas dependências do condomínio e também não circulei muito, preferi ficar em casa. Meu esposo se irritou com minha atitude e discutimos feio, mas eu nunca fui esse tipo de mulher e me sentia mal com tudo que acontecera, eu não sou e não vou me tornar uma prostituta, sou uma mulher casada, mãe de dois filhos e não uma aproveitadora e oportunista escroque.
No terceiro dia em que deixei de trabalhar para Senhor Francisco, pela manhã, bem cedo, ele bateu à minha porta, atendi e vi que ele estava muito triste, perguntou se podia entrar, pois precisava conversar comigo.
Afastei-me da porta e abri caminho, fomos até a sala e ele se sentou diante de mim. Ofereci um café que ele aceitou e quando eu ia começar a falar, Senhor Francisco fez um gesto me pedindo silêncio e disse, escute-me, depois te deixo falar o que quiser.
- Drea, sou um homem de setenta anos, mas não sou um homem inexperiente, imaturo, ou facilmente impressionável. Tenho autocritica e estou bem ciente da realidade do mundo. Eu sei que você a principio veio trabalhar para mim por causa das dificuldades financeiras que você e seu esposo estão passando. Sou homem e você é uma bela mulher. A principio eu ficava te seguindo pela casa, por desconfiança, como eu disse, existem muitos aproveitadores e ladrões no mundo. Em diversas ocasiões deixei valores a vista e você nunca tocou em nada, bem como joias, inclusive pequenas que poderiam ser facilmente escondidas e até que não me daria falta exceto após muito tempo, mas saiba que tenho todas catalogadas e inventariadas, assim, saberia se alguma tivesse sumido.
E continuou sua narrativa, um dia sem querer eu te vi numa posição digamos insinuante e me excitei com isso, então, a partir desse fato, ficava perto de você ou onde você estava apenas para tentar ver de novo aquela parcela que me mantinha vivo e excitado, pois realmente desde que enviuvei, nunca mais tive contato com qualquer mulher e isso para um homem é muito difícil de controlar.
Depois percebi que você mudou sua forma de vestir e começou discretamente a se insinuar, deixar que nossos corpos se tocassem e realmente eu esperava com ansiedade o dia seguinte para sentir seu cheiro em minha casa e o toque suave de seu corpo. Em várias ocasiões eu percebia que você estava em dúvidas se continuava jogando comigo ou se parava.
- Nesse momento, eu fiquei estupefata, olhos arregalados, senti como se estivesse nua diante daquele homem.
- Sim eu sei de tudo, das pretensões de seu esposo, da ganância dele e principalmente eu sei que você apesar de ter aceitado muita coisa, nunca se entregou completamente ao jogo dele, tanto que quando eu te autorizei a movimentar minha conta, secretamente eu tinha colocado uma restrição, para o caso de você tentar sacar meu dinheiro e sumir, mas você não utilizou nenhum centavo que não fosse para pagar minhas contas e minhas despesas. Quero que volte ao trabalho. Espero-te amanhã em minha casa mesmo horário.
Voltei a trabalhar normalmente. Cerca de cinco dias após ter retornado, ocorreu um fato inusitado.
Ao chegar pela manhã, estranhei que ainda estivesse deitado. Dirigi-me ao seu quarto e percebi que Senhor Francisco não estava bem, perguntei o que havia ocorrido e ele me disse que havia caído no banheiro e que estava sentindo muitas dores no braço. Descobri o braço e o que vi me alarmou, estava inchado e com um enorme hematoma. Imediatamente o conduzi ao hospital, onde foi verificado que ele havia fraturado o braço. Isso foi confirmado e ele teve o braço direito engessado. A partir dessa data tive que ajuda-lo a vestir-se e a se alimentar.
Três dias depois, quando estava vestindo-o, notei aquele cheiro de suor característico de quem não tem tomado banho, perguntei a Senhor Francisco e ele me disse que não conseguia se banhar, pois quando tentou molhou todo o gesso e ele começou inclusive a amolecer. Eu lhe disse que ele estava cheirando mal e que iria banhá-lo. Francisco se recusou dizendo que isso não fazia parte de minha obrigações, mas eu insisti e o levei ao banheiro e comecei a desnudá-lo.
Quando ele ficou apenas de cuecas, pude notar o enorme volume que seu pênis fazia, mostrando um pacote muito grande.
Enfiei aquele homem debaixo da água e comecei a lavar seu corpo, espalhando o sabonete com uma esponja e limpando aquele corpo dos suores daqueles dias. Quando comecei a esfregar suas costas e desci para sua bunda, notei que Senhor Francisco estava ficando incomodado e sem jeito dentro daquele Box. Quando ele se virou, percebi na hora o motivo de seu incomodo. Seu cacete havia endurecido e estava estufando a cueca, tentei ser o mais profissional possível e disse que também precisava lavar seu cacete, ele tentou se recusar, mas eu estava na chuva e sabia que iria me molhar. Desci sua cueca e diante de mim surgiu o maior cacete que vi na vida, devia ter mais de vinte centímetros e era muito grosso, quase duas vezes mais grosso que o do meu marido e uns cinco centímetros maior, no mínimo. Fiquei sem respirar por alguns instantes, com os olhos fixos, vidrada naquele monumental instrumento. Jamais imaginei que poderia existir um cacete tão grosso e grande, seus testículos pareciam dois enormes kiwis, suspensos por uma bolsa escrotal enorme, pensei na quantidade de esperma que estaria acumulada dentro daqueles ovos, afinal de contas três anos sem mulher e segundo ele sem ter relações.
Tentei lavar seu membro ele estava ereto, excitado e apresentava uma firmeza difícil de acreditar num homem daquela idade. Francisco se desculpava por estar teso e eu estava maravilhada em ter semelhante instrumento em minhas mãos.
Eu sentia minhas calcinhas ficarem encharcadas, eu também estava excitada e comecei então a acariciar seu cacete. Ele então desceu os braços e acariciou meus seios, beliscando de leve meus mamilos e apertando-os entre dois dedos. Minha mão subia e baixava por toda a longitude daquele cacete. Senhor Francisco gemia e me pedia para parar, então, eu aproximei meu rosto e abri minha boca, engolindo-o. Foram necessárias apenas duas sucções, Senhor Francisco começou a gozar dentro de minha boca, era jatos intermináveis de esperma, quente, pastoso, grosso. Uma boa parte em consegui engolir, mas a grande maioria escorreu pela beirada de meus lábios e caiu em meu colo inundando meus seios. Eu continuei sugando-o ao mesmo tempo em que apertava minhas coxas uma de encontro à outra num orgasmo sem precedentes. Somente tirei seu cacete da boca quando ele amoleceu totalmente. Então, sem olhar no rosto de Senhor Francisco, terminei de lavá-lo depois o vesti, saindo daquela casa imediatamente após esses fatos.
Passei o resto do dia pensando no ocorrido e temerosa com o que poderia ocorrer no dia seguinte, quando eu chegasse para trabalhar.
Contei ao meu esposo o que havia ocorrido e que eu também tinha ficado excitada. Meu marido apenas disse que dependendo da compensação poderia valer a pena. Ele me fudeu essa noite como se fosse um desesperado, mas em minha mente, estava viva a imagem do enorme cacete que Senhor Francisco carregava entre as pernas.
Pela manhã cheguei ao trabalho e Senhor Francisco me esperava para ajuda-lo a vestir, quando vi o volume de seu cacete na cueca, novamente minha calcinha começou a ficar molhada, era muito fluxo que emanava e minhas entranhas, eu queria experimentar como mulher aquele cacete, sabia que apenas chupá-lo não seria suficiente, então, delicadamente deitei Senhor Francisco de costas na cama, montei sobre o mesmo e comecei a me esfregar sobre aquele cacete que endureceu rapidamente, pressionando minhas carnes e a racha de minha xoxota. Quando senti que o cacete estava suficientemente duro, levei minhas mãos e desci sua cueca, libertando aquela espada de carne que eu sabia ser lancinante. Afastei minha calcinha e procurei introduzir aquilo tudo dentro de mim.
Senhor Francisco sentiu minhas carnes úmidas e sentiu quando a cabeça de seu cacete se posicionou na entrada de meu canal, eu ajeitava o corpo como podia e senti o momento exato em que estávamos na posição certa, apenas arrebitei um pouco mais meus quadris e então Senhor Francisco fez um movimento de cadeiras, de penetração e senti a cabeça daquele cacete entrando, abrindo-me, alargando minhas carnes.
Inclinei-me sobre ele, com o quadril elevado, permitindo-lhe total acesso à minha intimidade e então ele continuou socando e entrando. Eu abria a boca buscando ar e tentando controlar minha respiração, mas era impossível. Enquanto o cacete ia entrando eu comecei a ter orgasmos sucessivos, um atrás do outro, cada vez mais intensos, que me levaram a gritar tamanho o prazer que estava sentindo.
Quando finalmente recebi todo aquele cacete dentro de mim, senti como se estivesse completamente preenchida, não havia espaço para mais nada dentro de mim. Senhor Francisco havia chegado onde nenhum outro homem jamais alcançara. Sua glande forçava o colo de meu útero, na mais profunda penetração que jamais sentira.
Não me restou alternativa exceto começar a rebolar sobre aquele cacete e senti-lo tão profundamente em minhas entranhas quanto possível eu apenas dizia agora baixinho:
- Estou gozando, estou gozando.
Senhor Francisco continuava em seu ritmo, entrando e saindo, de forma controlada, experiente, aquele velho de setenta anos, não tinha pressa, estava desfrutando de mim, fazendo valer tudo que sabia em termos de controlar e satisfazer uma mulher. Entre uma penetração e outra, ele parava dentro de mim e fazia o cacete pulsar, fazendo com que eu o sentisse ficando maior e mais grosso, para em seguida ele puxar para fora e voltar a entrar e a pulsar e a sair. Era agoniante o que eu estava sentindo e passando nas mãos daquele homem velho, daquele ancião.
Eu achava que o cacete de Senhor Francisco havia atingido sua máxima expressão, quanto ao comprimento e espessura, então, senti que aquele cacete podia ficar ainda maior e mais grosso, pois em determinados momento sentia minhas carnes distendendo-se, alargando-se.
Senhor Francisco continuava aquela tortura que estava me levando à loucura e então, quando ele não mais conseguiu segurar o próprio gozo, pela primeira vez desde que começamos aquela transa, ele me disse:
- Drea, sai de cima de mim que vou gozar, tira fora, que vou gozar!
Eu fiz ouvidos de mercador, queria senti-lo explodindo dentro de mim e então senti o primeiro jato de esperma quente, queimando-me por dentro, sendo disparado profundamente dentro de mim. Eu sentia meu corpo suar tamanho o calor que irradiava daquele cacete pulsando e despejando seu esperma dentro de mim. Não posso dizer quantos jatos foram disparados por aquele poderoso canhão de carne pungente, mas sei que me senti cheia e nenhuma gota escorreu pra fora. Aquele cacete vedava totalmente meu canal, como uma rolha, impedindo qualquer coisa liquida ou gasosa de entrar ou sair de dentro de mim.
Eu gozei novamente, abraçando-o e tentando me fundir àquele corpo que tanto prazer me havia proporcionado.
Quando finalmente, flácido ele saiu de dentro de mim, eu estava realizada, satisfeita, plena e com a boceta completamente ardendo, pois o calibre era muito maior do que com o qual estava acostumada.
Novamente, quando pensei em tudo que havia sucedido, bateu a vergonha e sai de cima dele e do quarto, deixando-o deitado com o cacete flácido repousando sobre suas coxas.
Comecei minha tarefa diária e me esqueci de até mesmo ajuda-lo a se vestir.
Minha cabeça era um turbilhão, aquele velho havia me transtornado, levando-me a fazer coisas que jamais imaginei que poderia fazer me entregar sem pudor daquela forma, ter batida punheta e chupado seu cacete como no dia anterior e hoje, antes mesmo de começar a trabalhar fuder com ele, meter com ele, fazer amor e ser amada por ele. Um homem que não era meu esposo, um homem que conheci há poucos meses, um homem que bem poderia ser meu pai.
Minha mente pensava em tudo isso e ao mesmo tempo meu corpo dizia, que homem, que macho, que cacete, que delicia ele me fizera sentir.
Senhor Francisco saiu e somente voltou depois das quatorze horas e dessa vez não o esperei, saindo para minha casa, assim que terminei meus afazeres.
Essa noite quando meu marido chegou e perguntou-me como fora o dia, disse-lhe apenas que foi normal e que o Senhor Francisco saiu cedo, logo após minha chegada e não retornou até dar meu horário. Disse-lhe ainda que estava com muita dor de cabeça e fui dormir. Eu tinha certeza de que se meu marido me procurasse, notaria que sua mulher estava diferente e até mesmo que minhas carnes estavam dilatadas. Eu sei que a vagina é elástica e que volta ao normal pouco tempo depois, mas no fundo, eu ainda sentia o esperma de Senhor Francisco dentro de mim, fazendo-me lembrar do paraíso que ele me fez visitar e que eu queria voltar a ver e não queria macular tudo que eu sentia e sentira aquele dia, numa relação com meu esposo. Essa noite não, essa noite eu sonharia com aquele enorme e grosso cacete daquele velho de setenta anos que me deixou cansada, exausta, mas satisfeita, como nunca antes em meus quarenta anos de vida.
Na manhã seguinte, o Senhor Francisco me esperava em sua cama, cheguei abri a porta e ao vê-lo na cama, apenas abri o zíper de meu vestido e fiquei nua na sua frente, não estava usando calcinha ou sutiã. Dirigi-me para a cama e quando ia desnudá-lo, fui interrompida, pois ele me pediu para deitar de costas na cama. Então ele começou a beijar meu corpo, a lamber minhas carnes a sugar meus seios, ele queria e estava conseguindo dar-me prazer, excitar-me. Quando ele começou a chupar minha xoxota, fui ao delírio, gozando como uma égua. Minha xoxota pulsava como a de uma égua no cio, esperando receber a enorme espada de carne de seu garanhão.
Não sei quantas vezes gozei naquela boca e língua e então, meio desajeitado por causa do gesso, ele me cobriu, deitou sobre mim. Eu abri as pernas e me ofereci tal qual mártir imolada e ser trespassada por aquela arma que feria profundamente meu corpo e meus sentimentos.
Eu me entreguei a ele. Totalmente a ele, como nunca antes havia feito, nem com meu esposo ou com meus antigos namorados, com os quais mantive relações antes de casar. Francisco superava todos eles com folga e nem mesmo aquele meu primeiro namorado, que havia conseguido romper-me o cabaço e do qual sempre trazia uma bela recordação, resistiu ao meu velho e roludo novo homem e novo macho em minha vida.
Eu gozava e quando não mais conseguia gozar, sentia que ele então se esvaziava dentro de mim, profundamente dentro de mim, regando-me, inundando-me.
O senhor Francisco me comeu durante os quarenta dias em que permaneceu engessado e por fim, no dia em que retirou o gesso, ele apenas disse, hoje quero comer sua bunda.
Fiquei apavorada, ele era muito grande e muito grosso, não sei se conseguiria recebe-lo por trás. Não que nunca tivesse dado a bunda, mas nunca para um cacete como aquele, com aquele calibre.
Ele me virou na cama e me colocou de quatro. Minha xoxota estava escorrendo meus fluidos pela excitação que estava sentindo e pela foda que havia acabado de receber. Ele não gozou e assim, seu cacete estava muito duro. Ele começou a acariciar minha bunda, a lamber meu ânus, lubrificando-o e preparando-o para a aventura, que eu sabia seria dolorida.
Então, ele me segurou pelos quadris, colocou a ponta da glande bem no olho do cu e começou a forçar a entrada. Eu procurei relaxar o máximo possível e quando a cabeça começou a entrar, senti meu ânus arder, distender e buscar receber aquela lança grossa. Eu queria gemer, gritar, implorar para que ele parasse, mas eu apenas sentia cada centímetro penetrando, abrindo, quase rasgando, partindo-me no meio e essa agonia durou até que senti seus testículos batendo em minha bunda.
Quando estava totalmente dentro de mim, ele parou e ficou quieto, deixando-me acostumar com aquele invasor brutal. Quando a dor diminuiu o suficiente, tentei me mexer e rebolar em seu cacete, somente nesse momento, ele voltou a se mexer e a copular comigo. Não muito depois, eu era quem recuava e avançada a bunda naquele míssil, naquela lança, naquela espada, por fim, quando ele gozou, enchendo meu reto de esperma, deixei-me cair pra frente, puxando-o junto e ficamos assim por vários minutos, eu de bruços e ele deitado encima de mim, com o cacete totalmente incrustrado em meu ânus, abrindo minhas pregas. Não saímos da cama naquela manhã e ele ainda conseguiu me comer mais uma vez, antes de pedir arrego, dizendo não mais ser um jovem e que precisava se recuperar.
Minhas relações com meu marido foram perdendo a periodicidade e agora mantínhamos relações uma ou no máximo duas vezes por semana.
O senhor Francisco me mantinha saciada em meus desejos e instintos e eu apenas cumpria o papel de esposa, pois, já não tinha prazer com meu esposo, tanto quanto tinha com meu velho Francisco.
Uma manhã acordei passando muito mal, ânsia de vômito, dor de cabeça, um mal estar que me impediu até mesmo de fazer o café da manhã, pois o cheiro, do café recém-coado, me mandou diretamente para o banheiro, quando vomitei o que não tinha para sair. Essa situação preocupou-me. Fui atrás de meu controle e vi que havia me esquecido de tomar a injeção, “DepoProvera”, que é trimestral, pois não me adaptei ao uso de pílulas anticoncepcionais.
Assim que despachei os homens da casa, fui até a farmácia onde comprei um teste rápido e minhas suspeitas se confirmaram, estava grávida, aos quarenta anos, seria mãe de novo.
Comuniquei o fato ao Senhor Francisco, pois era dele a maior probabilidade de ser o pai, pois como disse anteriormente, meu marido me comia uma ou duas vezes por semana e ele me comia todo dia. Fiquei sem saber qual seria a reação daquele homem, principalmente porque ele não tivera filhos com a esposa.
Ao receber a noticia ele sorriu e disse-me, não tive filhos com minha esposa, ela era infértil e sempre a respeitei, apesar da frustração de ter vivido sem o gosto de criar um filho e agora, no fim de minha vida, você me dá o maior presente que poderia ter recebido.
Beijou-me ternamente nos lábios e saiu de casa, dizendo que precisava resolver algumas coisas, mas que não demoraria.
Quando ele voltou o almoço já estava pronto e comemos juntos. Ele então me disse que precisávamos ir até um escritório onde ele precisava assinar alguns documentos e queria que eu fosse com ele.
Ao chegarmos ao local, percebi tratar-se de um escritório de advocacia, conjugado com um cartório de notas. O advogado já estava com os documentos prontos e o senhor Francisco os assinou e depois os estendeu para mim, para que eu também os assinasse. Ao ler os documentos, meu chão se abriu e fiquei pasma, era um testamento em que ele me nomeava sua única herdeira e deixava para mim todos os seus bens.
Francisco viveu mais oito anos, antes de sofre um infarto que ceifou sua vida, aos setenta e oito anos de idade. Eu me separei de meu esposo e me casei com ele, tivemos mais dois filhos nesse período, aos quarenta e oito anos era mãe de dois meninos e uma menina, de oito, seis e quatro anos. Meus dois filhos do primeiro casamento, tiveram seus estudos custeados por Francisco e hoje já estão casados e bem encaminhados na vida, já que Francisco cuidou de lhes colocar em bons empregos, obtidos com amigos empresários.
Nós nos mudamos do condomínio e meu antigo apartamento, ficou com meu ex-esposo, como compensação por minha perda.
Ver as crianças correndo dentro de casa, foi o maior prazer que pude dar ao meu querido velhinho, Francisco morreu, mas deixou sua semente plantada em meu útero, era seu último presente, sua última dádiva. Enquanto banhava nosso filho caçula, ainda bebe, eu via que teria um cacete formidável, pois já era grande e grosso para sua idade, tanto que a pediatra, um dia, em tom de piada, me disse:
- Esse menino foi puxado pelo pinto e não pela cabeça ao nascer.
No que eu lhe respondi, se for igual ao do pai, coitada das mulheres que o experimentarem.

Foto 1 do Conto erotico: Minha esposa e o velho Francisco

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Comentários


foto perfil usuario nino12

nino12 Comentou em 06/05/2017

TESÃO DE CONTO VOTADO COM CERTEZA POR ME FAZER GOZAR DELICIOSAMENTE.

foto perfil usuario skarlate

skarlate Comentou em 08/03/2017

colossal

foto perfil usuario carreteiro 1498

carreteiro 1498 Comentou em 07/02/2017

Muito bom seu conto, um pouco extenso, mais um teor de tesão altíssimo, fiquei de pau duríssimo, e gozei bem gostoso, as fotos são ótimas.

foto perfil usuario coroapraiana

coroapraiana Comentou em 19/12/2016

Excelente...realmente um kcetão marca muito. Já tive a prova disso...

foto perfil usuario pedrovasconcelos

pedrovasconcelos Comentou em 07/11/2016

GOSTEI. BEM ESCRITO VOTEI

foto perfil usuario fauro

fauro Comentou em 29/10/2016

que belo conto muito bem narrado e muito excitante, o Sr Francisco é um senhor de muita sorte, e você também, e eu tive que me aliviar pois não aguentei o tesão imaginado eu no lugar do Sr Francisco. beijos, Edu,

foto perfil usuario ndffotografias

ndffotografias Comentou em 28/10/2016

OLA MENINA ACABO DE RELER SEU CONTO: MINHA ESPOSA E O VELHO FRANCISCO. LINDA ESTÓRIA, BOM ENREDO ALIÁS MUITO BEM ESCRITO. PARABÉNS GOSTO DE LER CONTOS SOBRE TRAIÇÕES. TALVEZ PORQUE TENHA A FANTASIA DE QUERER SER TRAÍDO, PENA QUE MINHA ESPOSA NÃO ACEITE ESTA MINHA FANTASIA. ENFIM FAZER O QUE NÉ? VIU PORQUE NÃO ESCREVE ALGO SOBRE FOTÓGRAFO(MINHA PROFISSÃO). TIPO BI, OU CORNO ALGO ASSIM BEIJOS

foto perfil usuario nitcs2

nitcs2 Comentou em 28/10/2016

muito boa historia

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Comentou em 18/10/2016

Queria ter a sorte do velho Francisco, tá votado.

foto perfil usuario kzdopass48es

kzdopass48es Comentou em 18/10/2016

Continuo admirando o casal e desejando-a! Betto

foto perfil usuario coroa70

coroa70 Comentou em 02/10/2016

Minha querida e ja a terceira vez que leio este relato me identificando no lugar do velho chico. como se eu estivesse fazendo amor com vc. Votado

foto perfil usuario jenu72

jenu72 Comentou em 29/08/2016

UM DOS MELHORES CONTOS QUE JA LI PARABÉNS

foto perfil usuario chicobento40

chicobento40 Comentou em 14/08/2016

Nossa! que conto sensacional, dar um livro, vc é especial, parabéns.

foto perfil usuario ingredcajaty

ingredcajaty Comentou em 01/08/2016

As fotos e a idade da mulher não são la essas coisas, mas a historia é boa e sou fã desses que acabam com a puta traidora, pegando bucho do adultério no final.

foto perfil usuario daniel3501

daniel3501 Comentou em 26/05/2016

Adorei seu conto queria ter a mesma sorte do velho Francisco

foto perfil usuario kzdopass48es

kzdopass48es Comentou em 06/05/2016

Drea, vc tem virtudes que admiro! E sorte! Sorte por ter esse excelente marido, que vibra com suas experiências e seu prazer, por ter conhecido o Sr Francisco e por não se furtar à busca de seu prazer e prazer de quem está contigo! Adoraria ser seu íntimo amigo! Betto

foto perfil usuario casadosafadopl

casadosafadopl Comentou em 21/04/2016

Nossa excelente conto muito bem detalhado e excitante, parabéns votado

foto perfil usuario josephsbrbrbr

josephsbrbrbr Comentou em 19/04/2016

excelente conto, voce sabe descrever com clareza os fatos . fiquei de tesão e não resisti . queria te conhecer mande contatos beijos

foto perfil usuario tatuadojpa

tatuadojpa Comentou em 13/04/2016

Fantástico!! Gozei muito lendo aqui...

foto perfil usuario jordanel

jordanel Comentou em 13/04/2016

Muito bom. Marido ficou na ganancia incentivando a mulher a dá para o velhote por grana acabou na berlinda.

foto perfil usuario lunamagica

lunamagica Comentou em 13/04/2016

DELICIa de CONTO MUOITO BOM ., AMEI"

foto perfil usuario zeze

zeze Comentou em 13/04/2016

Belíssimo conto amigo, me surpreendi com forma magistral como escreve sua historia, fazendo uso de palavras pouco usuais, enfim uma aula de altíssimo nível. Parabéns, levou meu voto. Aproveito para convida-lo a ler e se gostar, comentar a terceira parte de meu conto publicado recentemente.

foto perfil usuario zeze

zeze Comentou em 13/04/2016

Belíssimo conto amigo, me surpreendi com forma magistral com escreve sua historia, fazendo uso de palavras pouco usuais, enfim uma aula de altíssimo nível. Parabéns, levou meu voto. Aproveito para convida-lo a ler e se gostar, comentar a terceira parte de meu conto publicado recentemente.

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Comentou em 12/04/2016

Leia meus relatos, comente, vote se gostar Não são tão bom quanto o seu, mas foram bem votado

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Comentou em 12/04/2016

Parabéns, impossível ler este relato e não comentar e deixar de votar votar. Aguardo com ansiedade outros tão bom quanto este

foto perfil usuario apeduardo

apeduardo Comentou em 12/04/2016

Conto bem escrito, sensual e excitante, sem ser vulgar, muito superior à grande maioria dos contos que encontramos nesse site, parabéns, mereceu meu voto.

foto perfil usuario anya

anya Comentou em 12/04/2016

Delicia de conto surfista, bem escrito, concatenado e principalmente muito excitante, parabens, continue assim, visite minha pagina e se gostar comente e vote também em meus contos, ok. beijocas lindinho

foto perfil usuario xarle

xarle Comentou em 12/04/2016

Gostei bem escrito, votado.

foto perfil usuario ricardocesar

ricardocesar Comentou em 12/04/2016

Simplesmente sensacional!! Português corretíssimo... Você deve ser uma mulher muito culta e charmosa. Ninguém escreveria um conto com toda essa classe gramatical e, melhor ainda, com esse enredo fenomenal! Excitante demais... entre em contato... gostaria de conversar mais com você.

foto perfil usuario 23cmsp

23cmsp Comentou em 12/04/2016

Que maravilha..Você realmente é uma pessoa que mereceu tudo isso pela sua honestidade, dedicação e afeto. Parabéns.

foto perfil usuario marcoto

marcoto Comentou em 12/04/2016

Excelente, maravilhoso, muito bom, excitante

foto perfil usuario dom william

dom william Comentou em 12/04/2016

Excelente conto, votado!




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Ficha do conto

Foto Perfil silverprateadosurfer
silverprateadosurfer

Nome do conto:
Minha esposa e o velho Francisco

Codigo do conto:
81766

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/04/2016

Quant.de Votos:
69

Quant.de Fotos:
5


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