Escravo da irmã 10: Todo carnaval tem seu fim.


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Já atendendo as minhas novas atribuições me levantei antes de minha irmã Cintia e sua amiga Nat para preparar a mesa do café da manhã desta vez com mais facilidade porque as coisas já estavam colocadas de forma que alguém que passou o carnaval inteiro em uma camisa de força pudesse alcançar com a boca ou de qualquer forma possível. O único momento que fiquei sem a camisa foi quando ela estava na secadora depois da chuva que pegamos ou quando elas me prenderam com a fita silver tape.
Quando terminei de aprontar a mesa me ajoelhei do lado e fiquei aguardando as duas acordarem enquanto isso, fiquei repassando mentalmente como as duas tinham me humilhado tanto naquele carnaval no desespero de acordar usando uma camisa de força e o anuncio de que a usaria durante todo carnaval, que não poderia me masturbar, as provocações que elas faziam comigo e o pior era que eu estava gostando e cada vez mais entregue ao que elas queriam. Neste tempo que fiquei sozinho também não pude deixar de pensar na nossa relação no futuro. Certamente com nossos pais em casa não poderíamos ficar da mesma forma.
Finalmente Cintia saiu do quarto e estava usando o mesmo conjunto de short e top da noite anterior ela veio andando em minha direção estava com os cabelos castanhos bem bagunçados, mas ainda era linda ela se abaixou revelando um decote com seios médios e me deu um beijo na testa com seus lábios carnudos e finalmente se virou me mostrando a bunda que Nat mesmo classificou como a mais bonita que já tínhamos visto. Enquanto minha irmã estava no banheiro foi a vês de Nat sair do quarto, ela tinha os cabelos tão lisos que nem parecia que estava acabando de acordar, ela veio em minha direção fez o mesmo gesto só que os seios de Nat são bem maiores que o de Cintia e ela não me beijou na testa e sim na boca não era um beijo de língua, mas não foi um selinho, quando terminou de me beijar ela me olhou com seus hipnotizantes olhos azuis e disse:
-Gostei do seu beijo acho que vou te beijar mais a partir de agora.
E foi para o banheiro com minha irmã e eu fiquei esperando até que as duas saíram juntas já prontas para ir à praia o que a pesar de ser uma linda visão também me causava certa tristeza uma vez que eu não podia ir à praia com elas e ficava sozinho o que eu considerava a pior tortura ficar sem aquelas duas meninas lindas.
Como não poderia aprecia-las na praia ia registrar a beleza de seus corpos nos mínimos detalhes olhei para Nat e reparei que seu biquíni era de duas peças a parte de baixo era todo preto de lacinho com a parte de traz entrando só um pouco na bunda e a parte de cima tinha um tamanho um pouco maior para aqueles seios grandes e firmes e era listrado em azul e preto na horizontal. Já quando observei minha irmã achei que tinha algo errado ela estava de maiô branco tudo bem que era um maiô tão cavado que mostrava mais do que muito biquíni ele tinha um decote bem generoso, aberto nas laterais e todo enfiado na bunda, não tinha outro jeito de minha irmã ir à praia sem ser de fio dental. E o tecido parecia muito fino de uma forma que mesmo seco já era um pouco transparente ousado demais até para minha irmã eu fiquei achando aquilo estranho, mas já tinha aprendido a não questioná-las até que percebendo minha inquietação Cintia me perguntou:
-O que foi Rodrigo por que você está me olhando desse jeito?
-Enfermeira eu acho que seu maiô vai ficar transparente quando entrar na água.
Nat e ela trocaram olhares e sorrisos de cumplicidade e ela me respondeu:
-Que besteira ele já é transparente agora olha só.
Ela se levantou e ficou na minha frente eu reparando em cada contorno do seu corpo, os bicos castanhos e pontudos dos seios e até os poucos pelos de sua boceta ela se virou e eu vi que o maiô era mais enfiado na bunda do que qualquer biquíni que ela já tenha usado. Depois de se exibir ela me perguntou:
-Por que você não gostou?
-Gostei, mas assim todos vão ver seu corpo quando entrar no mar.
-Quem disse que eu vou entrar no mar?
-Mas então para que as senhoras vão à praia?
-Ai Rodrigo tem horas que você é lento para entender. Nós não vamos à praia nós vamos ficar na piscina. Respondeu Nat impaciente.
Eu estava muito animado, mas tentava não demonstrar para que elas não vissem uma nova chance de me frustrar, mas elas pareciam que liam meus pensamentos, minha irmã foi logo dizendo:
-Sabe Nat ele não ficou tão empolgado quanto eu achei que ficaria acho que devemos trancá-lo no quarto enquanto ficamos na piscina.
-Nós desistimos da praia hoje só pra ficar com ele e ele não se mostra nem um pouquinho animado acho que ele não merece ficar na piscina conosco.
-Não! Por favor, eu quero muito ficar a piscina com vocês, me deixem vê-las na piscina, ficar sozinho é a pior parte do meu dia eu fico com você da forma que vocês quiserem. Por favor!
As duas caíram na gargalhada falando de como eu era previsível, terminaram de me dar o meu café da manhã diretamente dos seus pés o que eu saboreei com muita voracidade para irmos direto para a piscina.
Depois de terminado fomos para piscina que era bem pequena devia ter uns 4mx2m no máximo, mas se era o suficiente para Nat e minha irmã colocarem seus trajes de banho para mim estava ótimo. Elas me sentaram numa espreguiçadeira foram passar protetor solar primeiro Cintia passou nas costas de Nat e olhava para mim me provocando enquanto alisava as costas de Nat e depois foi à vez de Nat ajudar minha irmã ela se sentou bem entre minhas pernas na parte de baixo da espreguiçadeira e puxou minha irmã para bem perto pediu para ela se abaixar e foi passando nas costas e depois ela pediu para minha irmã levantar para ela passar na bunda e Nat foi me provocando dizendo: “Sabe Rodrigo se você estivesse com as mãos livres você que estaria passando protetor na bunda da sua irmã, a bunda dela é muito firme”. Ela ia falando isso e dando uns apertões bem fortes na bunda de Cintia que ria discretamente e Nat continuava: “Tá vendo como ele gosta. Aposto que ela gosta de levar uns tapas”. Minha irmã vez que sim com a cabeça e Nat na mesma hora deu um tapa muito forte que fez minha irmã soltar um gritinho.
Com isso ela terminou de passar o protetor e Cintia a chamou para entrar na piscina Nat disse que ia esperar um pouco antes de entrar, minha irmã percebendo que Nat queria ficar a sós comigo foi para o outro lado pegar sol, mas não entrou. E Nat começou um interrogatório sobre minha vida:
-Sabe Rodrigo eu queria te fazer algumas perguntas. Posso?
-Sim enfermeira.
-Não precisa me chamar assim isso é só parte da nossa brincadeira e eu queria ter uma coversa franca com você. Depois da nossa conversa você volta a me chamar de enfermeira.
-Tudo bem então.
-Eu queria saber se você já transou com alguma menina?
-Já.
-Rodrigo não minta para mim.
-Já sim é verdade.
-Quem?
-É... Eu não pos... Posso falar.
-Já que você não quer falar a verdade eu vou te obrigar.
Ela veio e montou em cima de mim com uma perna de cada lado usando apenas o biquíni em cima do meu pau que estava coberto apenas pela cueca Box. E falou:
-Que bom que já está de pau duro.
-Já está duro desde a hora que eu vi vocês saído do banheiro de trajes de banho.
-Que bom já está falando a verdade.
-Ma... Mmai... Mais eu não menti.
-Eu quero saber a verdade e você vai me dizer eu vou perguntar se você mentir eu saio de cima e vou ficar lá com sua irmã e você fica sozinho só olhando. Entendeu?
-Sim senh...
Eu quase esqueci e a chamei de senhora, mas corrigi a tempo ela colocou o rosto bem próximo ao meu me olhando com aqueles profundos olhos azuis sem perder contato visual nenhuma vez enquanto ia rebolando em cima do meu pau e começou a perguntar sussurrando:
-Está bom?
-Sim!
-Está gostando?
-Sim!
-Quer que eu pare?
-Não!
-Então me responda sem contar as brincadeiras que sua irmã e eu fazemos com você. Você é virgem? Já pegou na bunda de uma garota? Já tocou nos seios de uma garota? Alguma garota já pegou no seu pau?
-Tá bom eu falo eu sou virgem, a única coisa que eu já fiz com uma garota foi dar uns beijos só isso e o que você e minha irmã fazem comigo. Eu admiti quase chorando.
Quando eu disse isso ela me deu sorriso de compreensão e me abraçou e disse que não tinha problema nenhum eu ser virgem e que ela também era apesar de já ter feito algumas coisas a mais com outros garotos e que só tinha me feito falar porque não queria segredo entre nós. Depois de dizer isso ela me deu um beijo de língua enquanto rebolava no meu pau e ficou por um bom tempo eu acho que teria gozado se minha irmã não tivesse interrompido:
-Vamos entrar na piscina ou não?
Nat saiu de cima de mim se levantou e foi andando em direção a minha irmã que estava na extremidade oposta da piscina as duas mergulharam ao mesmo tempo ficaram brincando até que minha irmã resolveu sair para me provocar um pouco.
No exato momento em que ela se levantou da borda da piscina deu para notar o quão transparente era aquele maiô, se ele seco já mostrava bastante molhado ele mostrava tudo dava para ver os lábios da vagina eu estava de boca aberta quando ela me disse:
-Estou vendo que o maiô está aprovado. Não está?
Eu fiz que sim com a cabeça ainda atordoado pela visão de minha irmã praticamente pelada na minha frente ela me puxou pelo braço me colocou sentado na borda da piscina de forma que só meus pés ficassem dentro d’água para não molhar a camisa de força e ela se ajoelhou no degrau dentro da piscina ficando na mesma altura que eu ela começou a alisar meu pau por cima da cueca o que sempre era um tabu quando minha irmã tocava no meu pau, mas como hoje era o último dia de carnaval ela estava decidida a quebrar esta regra, pegou meu pau e colocou para fora e começou uma punheta bem devagar e foi aumentando o ritmo enquanto ela ia tocando eu ia olhando seu corpo inteiro naquele maiô transparente até que nossos olhos se cruzaram e sem parar a punheta ela me puxou pelo pescoço e me beijou eu não hesitei pelo fato de ser minha irmã isso só me deixou mais excitado que acabei gozando na sua barriga, peito, coxas, praticamente tudo que estava na frente do meu pau. Tinha saído muito gozo afinal eu estava a quase cinco dias sem gozar e sendo excitado o tempo todo.
Minha irmã vendo o resultado da sujeira que eu fiz em seu maiô não se irritou ela simplesmente resolveu tirá-lo de vez e ficar nua quando percebemos Nat que observava tudo do outro lado da piscina estava se tocando ainda ficamos na piscina mais um tempo até que fomos almoçar e nos preparar para ir para o nosso último dia de bloco elas colocaram as fantasias de enfermeiras e fomos esse bloco era o mais cheio que já pegamos o que deixou Nat furiosa porque muitas meninas me olhavam, mais por conta da originalidade da minha “fantasia” do que por algum interesse, mas Nat estava demonstrando um ciúme que ela não tinha até então teve uma hora que ela quase partiu para cima de uma menina que perguntou onde eu tinha comprado à fantasia, até que outra estava me encarando esta sim parecia ter algum interesse, mas Nat tratou de espantar a menina me abraçando e me beijando e ficamos assim até o final do bloco. Nem minha irmã quis chegar perto de mim com medo da reação de Nat, ela ficou um pouco afastada eu de vez enquanto via uns garotos tentando dar em cima dela, mas ela dispensou todos só deu uns dois beijinhos em um e depois o dispensou.
Quando chegamos em casa tomamos banho fomos jantar elas permitiram que eu sentasse na mesa e me deram comida na boca quando estava na hora de dormir minha irmã falou ia terminar de ver o filme que estava passando quando Nat me estava me levando minha irmã se levantou veio em minha direção, me olhou nos olhos, me deu um beijo na testa, um abraço bem apertado e disse: “boa noite”!
Nat me colocou na cama e saiu falando que ia se trocar, eu já imaginava o que estava por vir comecei a relembrar todo o dia, o comportamento de Nat na piscina e, o ciúme no bloco, o abraço como se fosse uma despedida de minha irmã aquela ansiedade estava me matando, meu coração estava muito acelerado, mas era muito excitante até que escuto a porta se abrindo vejo Nat em uma camisola vermelha de renda bem curta com aqueles seios quase pulando para fora ela deu uma voltinha eu pude ver a calcinha minúscula enfiada na sua bunda.
Ela sentou na cama do meu lado, me beijou montou em mim e continuou me beijando enquanto ia esfregando a boceta por baixo da calcinha no meu pau e falou no meu ouvido:
-Que bom que seu pau já está duro.
-Para você ele sempre está duro.
Ao ouvir isso ela me olhou com tanta satisfação que eu sabia que seria recompensado, ela foi descendo até chega ao meu pau, tirou minha cueca e começou a chupá-lo com no vídeo colocou a língua para fora e lambeu só a cabeça e continuou chupando e passando a língua em volta da cabeça e voltando a chupar era hipnotizante a forma que ela ia chupando meu pau e me olhando com os seus penetrantes olhos azuis, depois ela pegou meu pau e enfiou totalmente na boca e puxou de volta passando a língua das bolas até a cabeça antes se levantar, ficar em pé na cama, tirar a calcinha, depois a camisola ficando completamente nua e ir se ajoelhando, colocar a cabeça do meu pau na entrada da sua boceta e ir descendo bem devagar eu pude sentir a resistência do ímen e o gritinho que ela deu quando ele se rompeu depois ficou cavalgando enquanto me olhava nos olhos até que eu anunciei que ia gozar ela acelerou o ritmo e eu acabei gozando dentro dela. Ela se deitou me abraçou.
Depois de um tempo abraçados ela resolveu tirar minha camisa de força. Uma sensação muito estranha ficar livre depois de tanto tempo preso parece que você esquece como se usa os braços, mas Nat resolveu isso na hora ela pegou minha mão direita colocou em seu seio esquerdo eu comecei a apalpá-lo e logo minha outra mão quase que por conta própria procurou o seio livre de Nat e começou a massageá-lo eu ia beliscando de leve o mamilo que ia ficando duro e eu me deliciando com os gemidinhos que Nat ia soltando, passei minha mão na sua cintura puxando seu corpo para junto do meu apertei sua bunda e disse em seu ouvido:
-Tá vendo para você meu pau já esta duro de novo.
Ela se deitou na cama me puxou por cima dela e ficamos assim ela pedia para eu usar bastante as mãos em seu cabelo sua bunda e principalmente em seus seios o que mais me agradava era sentir a firmeza deles apesar do tamanho até que eu falei que ia gozar e ela me puxou para um beijo no exato momento em que eu estava gozando. Depois ficamos abraçados sem falar nada até adormecer.
Quando acordei na quarta-feira de cinzas e consegui me espreguiçar livremente que me dei conta comecei a imaginar que tinha sido um sonho, mas notei que estava no quarto da casa de praia dos pais da Nat e estava pelado, a camisa de força estava no chão lembrei muito bem da noite passada me vesti, acho que nem sabia mais escolher roupa coloquei uma cueca, short e camisa e sai do quarto.
Nat já estava na mesa do café da manhã me desejou um bom dia me dando um beijo a boca e eu perguntei:
-Enfermeira o que aconteceu ontem à noite?
-Rodrigo não precisa mais me chamar de senhora ou enfermeira aquilo foi apenas uma brincadeira de carnaval que acabou agora você não é mais obrigado a usar algema ou camisa de força.
-E ontem à noite?
-O que tem ontem à noite?
-Não pareceu uma brincadeira.
-Não foi mesmo sua irmã e eu tínhamos decido só provocar você o carnaval, mas eu não resisti você foi tão carinhoso sempre fazendo tudo que agente pedia que eu acabei ficando mesmo afim de você. Sua irmã acabou entendendo e liberou o quarto só para gente ontem à noite.
Eu dei um beijo bem demorado em Nat quando minha irmã apareceu perguntou se eu estava bem também me libertou também, nós terminamos o café e fomos arrumar nossas coisas para irmos para casa Nat e eu ainda fizemos minha irmã esperar um pouco mais porque resolvemos transar mais uma vez.
Antes de irmos para rodoviária nós três nos abraçamos e concordamos que aquele tinha sido o melhor carnaval de nossas vidas. Eu fui de mão dada com Nat até a casa dela quando nos despedimos com um beijo.
Após esse carnaval maravilhoso as coisas mudaram um pouco eu comecei a namorar Nat e minha irmã se afastou das brincadeiras ainda rolavam algumas esporadicamente mais nada como no passado só alguns desfiles de roupas provocantes e frases soltas.
Minha relação com Nat acabou se mostrando bem diferente Nat não era tão mandona como nas brincadeiras na verdade ela sempre foi mais provocadora que mandona então as algemas só eram usadas de vez em quando até porque Nat gostava das minhas mãos em seu corpo principalmente nos seios e eu adorava apalpar os seios de Nat.

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Comentários


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pestdkg Comentou em 22/07/2016

essa historia podia ter uma continuação, era a melhor historia do site...

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pestdkg Comentou em 24/04/2016

Uma pena a historia acabar, bem quando estava começando a ficar bom... estava esperando vc comer sua irmã.... espero que algum dia vc volte a escrever essa historia e que dessa vez conte que comeu sua irmã.. rsrs... parabéns pela historia.. aguardo uma continuação

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morenoctesão Comentou em 13/03/2016

Adorei todos os contos. Estou em busca de uma Nat pra mim.

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pestdkg Comentou em 13/03/2016

po e tua irmã? num vai comer ela não?

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jordanel Comentou em 12/03/2016

Aqui a gente paga língua rápido, acabei de fazer um comentário que gostava de conto de incesto porque não tinha esses lances de traição, dominação, humilhação, era só love ai me deparo com este conto para queimar a língua. É por isto que dizem, nunca diga nunca.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tutuca2

Nome do conto:
Escravo da irmã 10: Todo carnaval tem seu fim.

Codigo do conto:
80268

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/03/2016

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0


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