2 - A qualidade do pau que desejo


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Recebí muitas mensagens legais sobre meu primeiro relato, de como deixei de ser hétero e me descobri gay. Alguns convites interessantes para sexo que estão sendo respondidos, e um comentário legal sobre meu texto ser rápido e sem muitos detalhes do ato sexual. Prometo tentar ir melhorando, afinal aquele foi apenas o primeiro do que espero serem muitos para vocês.

Bom, resolvi continuar conversando e contando a vocês e me lembrei de como é difícil você se abrir, se mostrar, se oferecer para um outro homem quando você está se descobrindo gay. Eu tive um ótimo professor, meu síndico em Niterói, que me colocou "ajoelhado no milho" e me ensinou ser puta, debaixo de algumas porradas e muitas gozadas, mas começo do "neo gay" é sempre constrangedor, você tem aquele desejo incontrolável mas esbarra nas contradições e na imponderável dúvida que a sociedade te colocou na cabeça durante toda a vida, a de que homem gosta de mulher e que ser viado é errado e feio. Some-se a isso a questão família, a mulher, os filhos, os pais, irmãos, primos. Imagina se eles descobrem que você gosta de dar o cú!

Eu não fui diferente neste começo. E por isso mesmo entendi que era preciso cair de cabeça e procurar ser feliz, adquirindo conhecimento mesmo que este fosse com qualquer tipo de macho, de um médico ou advogado maravilhoso a um pião de obra ou estivador fedendo a suor e com a pica cheia de sebo depois de um dia inteiro de trabalho. Quem me passou a bola de como me resolver foi um cara que até hoje é amigo, uma crossdresser de Niterói que conheci numa sala de bate papo do BOL e que me fez descobrir o limiar daquilo que eu entendia querer para mim como gay. Carlos é um daqueles sujeitos finos, educados, nada parecido comigo na minha época hétero. Você olha pra ele e percebe ter educação, estudo, e pior de tudo, sabe que ele é macho. Só que não: Carlos é uma conhecida crossdresser do Rio, flutua pela noite com naturalidade e escolhe os melhores paus da cidade para foder. Pois fizemos amizade sem fodermos, nos conhecemos num café no Plaza e fizemos uma boa amizade, até porque ele percebeu que eu tinha muita insegurança neste começo. Ele é que me passou a bola de que o gay que pretende se assumir como viado de verdade, não pode ter em mente a vergonha e o pudor, muito pelo contrário, deve na proporção adequada, se mostrar como a puta que deseja ser. Você tem que partir pra dentro, ter atitude, mostrar que ainda que esteja dando o cú e sendo o passivo é você que manda na foda.

Pois então, tirando o amante da minha mulher e o meu síndico, ainda me faltava esta coragem. Um dia Carlos me chamou para ir para a casa dele em Icaraí tomarmos um vinho e conversarmos. Já tinha feito isto outras vezes, era um papo gostoso entre dois amigos. Chegando lá encontro o faxineiro do prédio dentro do apartamento dele, na maior conversa. Quando me viu arregalou os olhos e disse: É ele? Gostei. Olhei para o Carlos e percebi o jogo malicioso que se apresentava. Carlos me apresentou o rapaz e me disse que eles eram "amigos de foda" há muito tempo e que gostaria que eu provasse aquilo que conversamos sobre cair dentro da pica com o faxineiro. De imediato o cara me coloca pra fora uma piroca descomunal, enorme, dura como pedra, e me oferece para que eu chupe ele ali, ao vivo e a cores.

Naquela fração de segundo me veio à cabeça tudo aquilo que aquela crossdresser FDP havia me ensinado. Me ajoelhar na frente do pau, tampar o nariz e chupar ao máximo aquele monstro fedendo a mijo e
suor, mostrando que você quer aquele pau mais do que qualquer coisa na vida. E aquele pau era realmente monstro. Uma cebeça enorme coberta por uma pelinha fininha. Coloquei a língua naquela cabeça e comecei a lambe-la docemente, como se pedindo para que aquele gosto (e cheiro) de mijo fosse um maravilhoso néctar. Senti o corpo do pau se inchar, como me mostrando que queria mais. MInha língua começou a percorrer aquele membro com desenvoltura, sugando para dentro da minha boca aquele sabor inebriante. Mas tinha mais: O faxineiro puxou a pele da fimose para trás e encontrei um pau absolutamente melado de mijo, restos de porra e muito, mas muito sebo, aquele branquinho cheio de gordura depois de um dia de trabalho. Era maravilhoso eu poder me provar que era aquilo que eu queria, poder ter tesão por qualquer macho, por qualquer tipo de piroca. Aquele sebo foi tragado pelo minha boca, sugado como um mel, deixando o pau do meu macho limpo e brilhoso. Fiquei saboreando aquele mundo de sabores dentro da minha boca até criar uma mistura tão grossa e volumosa que fui obrigado a engolir tudo, quieto e humilhado, mas absolutamente feliz. Depois daquilo fiquei de 4 no sofá da sala do apartamento enquanto tive o cú chupado, arreganhado e posteriormente arrombado por aquela pica maravilhosa, sem camisinha, sem gel, pele com pele. Alí dentro o faxineiro fez aquela festa que você pode imaginar. Gozou duas vezes sem dó nem piedade. Terminei o dia tomando jatos de mijo na cara e na bunda dentro do chuveiro, uma delícia que aprecio até hoje.

A experiência com este faxineiro me deixou uma marca que carrego até hoje comigo, a de gostar de machos com o pau fedorento para eu poder mamar. Você pode até achar que sou maluco, mas tenho tesão especial por pirocas com cheiro forte, de mijo, de porra, de sebo mesmo. Adoro limpar uma pica e beber aquele néctar. Quando vim morar em Rio das Ostras aluguei uma casa no melhor bairro da Cidade, Costa Azul, e em frente à minha casa acontecia uma obra em um condomínio de 6 casas. Os operários trabalhavam de segunda a sexta, e no final de semana apenas um vigia tomava conta das casas à noite. Determinado dia eu e minha mulher fomos visitar uma das casas decoradas com o intuito de compra. UMa bela construção de 3 quartos, sala, cozinha, 3 andares, sendo que no último estava a piscina, a sauna e uma área de churrasqueira. Na saída percebi que os homens não tiravam os olhos da minha mulher, que usava uma calça justa, e aquilo me atiçou a descobrir se eles também gostavam de comer cú de viado. A estratégia foi observar com atenção os trabalhadores e ir investindo pouco a pouco em um ou outro, até descobrir quem poderia me servir. Primeiro fiz amizade com o mestre da obra e dele fui conhecendo alguns outros, até perceber que dois deles se aproximavam. Um dia coloquei uma calcinha fio dental, abaixei a bermuda e literalmente me exibí para um deles, de modo que ele visse que eu usava uma calcinha e que estava mostrando a bunda para ele. Funcionou.

Naquele dia à tarde o interfone tocou e meu amigo se posicionou. Oi, sou o rapaz da obra aí da frente, queria conversar contigo um minuto. Abri o portão e ele entrou com cara de safado. O que deseja? Acho que você sabe o que eu quero. Se você não me der esse cú vou contar pra todo mundo que você é viadinho e que usa calcinha enfiada no rego. kkkkkkkkk, tudo que eu queria aconteceu. Pedi a ele que mantivesse segredo e que eu faria tudo que ele quisesse. Comecei sentando ele no sofá da sala e botando seu pau para fora percebi que se travava de mais um pau sebento para eu chupar. A cabeça, enorme, estava envolta numa mistura venenosa de sebo e mijo, com um cheiro terrívelmente maravilhoso. Antes que vomitasse meti aquele pau inteiro na boca e puxeis aquela gosma para a minha boca, deixando meu macho louco de tesão. Eu queria aquele lixo, aquela sujeira absurda na minha boca, queria que ele visse que eu era uma puta louca, que gostava de mamar picas. Alí mesmo ele gozou dentro da minha boca, no fundo da minha garganta. Uma porra grossa, bastante espessa, quase um gel sólido que engolí com custo. Depois me chupou o cú e me forçou a pica lá dentro, com extrema violência, me dando tapas na bunda e me apertando o pescoço como me querendo estrangular. Sentia o movimento de vai e vem da piroca dentro do meu rabo, o calor de seu suor se misturando ao meu, seu bafo nas minhas costas e pescoço. De repente um calafrio gelado me corre o corpo, e sinto aquela jato quente encher o canal do meu anus, uma coisa maravilhosa. Gozamos três vezes, duas no sofá e uma no chuveiro, e ainda ganhei uma chuva dourada espetacular, a primeira de muitas. Um tesão de foda.

É claro que não ficamos apenas numa trepada, e é claro que ele contou pra obra toda que eu era viado. Por fim, em outra ocasião, conto como dei o cú para uma obra inteira, até para o dono das casas........

Então. Gostou deste segundo relato? espero que sim.
Moro em Rio das Ostras, tenho 50 anos, sou passivo e meu email para contato está liberado. Se quiser me escreva para marcarmos uma boa foda.


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79141 - COMO ME TORNEI GAY E CORNO - Categoria: Gays - Votos: 23

Ficha do conto

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Nome do conto:
2 - A qualidade do pau que desejo

Codigo do conto:
79233

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/02/2016

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0


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