O CRUZEIRO


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O CRUZEIRO

Relato erótico 100% real. Cópia e reprodução proibidas.


Em ... de 201..., embarcamos no navio ..., para um cruzeiro curto de 3 dias pelo litoral brasileiro. O navio saia de Santos, passava por ... e ... . Trata-se de uma viagem que entre colegas de faculdade (é o terceiro ano consecutivo que fazemos esse passeio); em que a turma se reúne antes do Natal e viaja sem os filhos, para poderem se confraternizar melhor.

Lógico que eu e a Luciana combinamos que dessa vez faríamos de tudo para vivermos grandes e deliciosas aventuras sexuais em alto-mar.

Para não ter furo, elaboramos uma estratégia que consistia nos planos A, B, C e D. O plano A era uma turma de 3 amigos que estava numa cabine interna localizada no deck 2 (nós no deck 9, numa cabine com varanda) e que conhecemos virtualmente num grupo do whatsapp, antes ainda do embarque e que visava aproxima a galera do cruzeiro. O plano B eram 2 casais do CRS (site de casais swinguers), que anunciaram que viajariam também no mesmo navio acompanhados de 2 singles. O Plano C era minha esposa tentar abordar um tripulante. A safada da Luciana sempre teve a fantasia de transar com um oficial italiano usando farda. O plano D era um amigão nosso da faculdade, negro, sarado e gente boa.

Para agitar o plano A; a Luciana selecionou os perfis mais interessantes do tal grupo do whatsapp e chamou um desses rapazes (vamos chamá-lo de Marcos) numa conversa privada desse aplicativo e ai lhe disse que tinha uma amiga, casada, que estaria no cruzeiro e que ficou interessada nele. O cara não se fez de rogado e disse que estava viajando com mais 2 amigos, que eles adoravam mulheres casadas, mas que se “amiga” fosse na cabine dele, teria que dar conta dos outros 2 rapazes. O sacana ainda disse que se minha esposa quisesse, ela poderia ir junto da “amiga” e ajudá-la a cuidar dos 3 solteiros.

Mal sabia ele que essa amiga não existia e que a Luciana queria mesmo era cuidar sozinha dos 3, afinal; minha esposa adora uma gangbang. A conversa esquentou e os dois trocaram fotos e também trocaram os números das cabines. O encontro ficou pré-agendado.

Eu também fiz alguns contatos via (sites de casais swinguers) dizendo que estaríamos a bordo. Recebi a resposta de uma mulher (“Sra. I.”) e de um casal (D...) do CRS. A “Sra. I.” disse que estaria num grupo de amigos; sendo que, destes, uns 2 seriam singles que curtiam casais. Porém, ela não me passou nem o número da cabine e nem o número do celular; o que, num navio com quase 3800 passageiros e 1100 tripulantes a bordo (entre tripulantes e passageiros) dificulta muito um encontro. Já o casal D... mandou cabine e número de telefone. Ficamos de nos encontrar no navio, para um papo sem compromisso. O “Sr. J.”; marido do casal D... ainda disse que estariam junto de outro belo casal do CRS (casal C...) e ainda de dois singles comedores. Ou seja, as possibilidades de farra eram das mais variadas.

1º DIA - Chegou o dia do cruzeiro. Embarcamos, deixamos nossas bolsas de mão na cabine e fomos almoçar. A Luciana já usava a tornozeleira com pimentinha; símbolo de mulher casada liberada para swing e ménage. Após a refeição, perto da piscina encontramos um grupo de amigos e ficamos com eles conversando e tomando cerveja; próximo da piscina central. Nessa hora, o navio ainda estava atracado no porto e o whastapp funcionava.

Minha esposa recomeçou a trocar mensagens com o Marcos, que dizia que já estava no navio, na piscina da popa (parte de trás do navio). O rapaz já nem perguntava mais da “amiga” da Luciana, deixando claro que o foco agora era apenas ela; dizia que queria “conhece-la” ainda no primeiro dia de cruzeiro.

Como estávamos com amigos que nada sabem da nossa vida liberal, minha esposa disfarçou o assedio que estava sofrendo pelo celular. Depois de algum tempinho, fomos pra cabine, pegamos nossos coletes salva-vidas e fizemos o treinamento de evacuação (que agora é obrigatório). Voltamos pra nossa cabine e da varanda ficamos assistindo o navio saindo lentamente do Porto de Santos.

Foi só o navio sair do porto e avançar um pouco mar adentro, que da nossa varanda, reparei que havia um oficial de prontidão na ponte de comando (deck 8) logo abaixo de onde estávamos. A distância entre a nossa cabine e ponte de comando era curta. Havia apenas mais 3 cabines; ou seja, estávamos bem perto. Meu instinto de corno sacou a possibilidade de flerte.

Sentei-me numa cadeira da varanda e deixei minha esposa à vontade, sozinha, de pé apoiada no guarda-corpo da varanda. Não demorou nem um minuto para ela começar a sorrir de forma sacana e mandar “tchauzinhos” para o oficial italiano.

Da ponte de comando, o italiano fez gestos com as mãos indicando o número do seu telefone de bordo. A Luciana anotou os números, entrou na cabine, pegou o telefone da cabine e ligou para ele. O safado atendeu a ligação e falando um português meio misturado com italiano; disse seu nome (vamos chamá-lo de Genaro) e perguntou se ela estava gostando do navio e em que horas (turno) ela iria jantar. A Luciana disse que estava adorando o navio e que jantaria no 2º turno (por volta das 22h). Em nenhum momento o italiano perguntou se ela era casada, mas foi direto e convidou-a para um primeiro encontro: - Te espero às 22h30 no Grand Bar, no deck 5.

Minha esposa disse que nesse horário não poderia, e ai o comedor disse que quando ela estivesse livre que ligasse em seu telefone. Pronto. O primeiro chifre do navio estava bem encaminhado. E curioso é que o plano C passou a ser plano A. Presta atenção...rs

Quando a Luciana voltou pra varanda e me contou; achei aquele lance delicioso. Fiquei sentado numa cadeira e ela de pé na minha frente, continuava a sorrir despudoradamente para o marujo; enquanto eu acariciava sua bunda e dava beijinho no corpo gostoso da minha mulher.

Depois de alguns minutos, entramos na cabine e não tive alternativa senão a de ser o primeiro a comer minha esposa naquele navio; com aquele tesão de corno que sabe que é o dono de uma verdadeira puta e que estava pressentindo que realizaríamos novas fantasias durante os três dias de viagem.

Acontece que, depois da primeira sessão de sexo; tocou o interfone da cabine e era o Marcos (o comedor do plano A). Minha esposa atendeu e ele, para disfarçar e fazer graça disse que “do serviço de quarto”. A Luciana sacou na hora, deu risada e ai o rapaz disse que estava sozinho na cabine e que queria muito que ela fosse lá; “conhecê-lo”. Minha mulher tinha acabado de dar pra mim, disse que não podia ir naquele horário, perguntou pelos demais amigos dele e outras coisas mais. Eu, da cama, assistia minha mulher sendo cortejada por outro macho ao telefone. O Marcos disse que os amigos estavam no deck das piscinas e que se ela fosse até sua cabine, seria só ele e ela. Mesmo assim minha esposa resistiu um pouco e disse que retornaria a ligação com uma resposta em 5 minutos, pois ela iria conversar com o marido.

A safada veio se deitar em meus braços, contando o que tinha sido conversado (da cama, enquanto a observava, eu já tinha sacado quase tudo) e perguntar o que eu achava do convite do Marcos para que fosse naquele instante à sua cabine.

Como bom corno, perguntei se ela estava afim. Ela disse que “não sabia” (ou seja, é claro que ela queria, afinal, mulher quando não quer algo, corta logo e diz não). Dai eu dei uma incentivada básica e lembrei que o cruzeiro era curto e que ela deveria aproveitar todas as oportunidades que surgissem e que lhe despertassem tesão e interesse. Foi o que bastou, a putinha pegou o telefone, ligou pro Marcos e disse que tomaria um banho rápido e iria até a cabine dele, para “conhece-lo”, com a condição de que o encontro fosse filmado com nossa máquina digital; pois ela precisava prestar contas ao marido. O rapaz topou, eles desligaram o telefone e a minha esposa foi tomar sua ducha e se arrumar.

Em 10 minutos ela estava pronta. Usava um maiô preto (body), uma calcinha bem sensual, que realçava ainda mais sua bundona gostosa; e também uma minissaia jeans. Passou batom, perfume, se penteou, me beijou e partiu para ser abatida pelo comedor. Foi só ela sair, que o telefone da nossa cabine tocou. Quando eu atendi desligaram na minha cara. Óbvio que era o comedor confirmando se ela estava a caminho. No percurso para a cabine do “abatedouro”, a Luciana tomou cuidado para não encontrar nenhum dos nossos amigos do grupo de viagem. Se encontrasse, disfarçaria.

Desempenhando meu papel de marido corno manso, fiquei na cabine, ansioso esperando minha mulherzinha voltar toda fodidinha. Aproveitei para começar a escrever a primeira página deste relato. O coração batendo forte. Ser corno já é emocionante; mas deixar a esposa sair sozinha é algo que altera os batimentos cardíacos. É uma angústia boa de ser sentida. Para aliviar a tensão e o tesão; bati uma bela punheta e gozei imaginando o que estaria acontecendo. O que será que o safado estaria fazendo com a minha esposa? E ela, como estaria se comportando? Que delícia relembrar o que vivi.

Como estávamos num grupo de amigos que não é do meio swinguer/liberal; tivemos que tomar diversos cuidados a bordo do navio. Minha esposa estava liberada para agir como uma putinha e conquistar seus comedores (sempre me contando antes). Acontece que apesar disso, ela tinha que tomar todo o cuidado para não ser vista em público conversando com outro macho, quem dirá fazendo outras coisas. A minha mulher quando quer “dar” fica com um sorriso aberto, generoso e indisfarçável e apenas isso já revelaria para os nossos amigos e nos colocaria numa situação delicada.

Para complicar ainda mais, esse rapaz (Marcos) era um cara boa pinta, novo, sarado, bonito; ou seja, um dos homens mais assediados pela mulherada do navio. Já pensou se minha esposa estivesse na cabine com ele e uma dos nossos amigos lhe visse entrando ou saindo daquela cabine?

Mas não era só isso. Não conhecíamos direito o rapaz. E se quando ela chegasse na cabine dele, outras pessoas estivessem lá esperando por ela também?

O fato é que deu (deu, literalmente) tudo certo e uma hora depois de sair, a putinha voltou. Bateu na porta da nossa cabine e quanto eu abri, ela estava sorridente, entrou, estendeu o braço, abriu a mão e me entregou nossa máquina filmadora (uma mini filmadora) dizendo simplesmente: - Tá tudo aqui meu corninho...

Aproveitei que ela tomava mais uma ducha e assisti ao filme. Percebi que o encontro entre eles foi bastante quente. A Luciana me contou que chegou na cabine, bateu na porta e o Marcos demorou um pouco para lhe atender, pois estava tomando banho. Ele a atendeu nu e molhado; convidando-a para entrar rapidamente. A safada entrou na cabine e ele voltou para o banho. Ela sabia para o que estava ali; nesse instante ela arrumou a câmera, colocando-a sobre a pia do banheiro, tirou a saia e entrou no box com o comedor. Começou a putaria caindo de boca e mamando a rola do comedor. Primeiro em pé, inclinada; e depois ajoelhada. Se beijaram intensamente e foram pro sofá, onde o Marcos encapou sua rola e comeu minha esposa de tudo que é jeito.

O rapaz, apesar de ser novinho; sabia como tratar uma esposa safada. Dava tapas, puxava ela pelos cabelos, virava a mulher para inverter as posições, estocava firme e ainda falava um monte de putarias deliciosas de serem ouvidas na hora da foda.

Após uns 30 minutos de sexo; ele se levantou, colocou minha esposa de joelhos, bateu uma punheta e gozou no rostinho dela, lambuzando-a bastante. Por isso que quanto ela chegou de volta em nossa cabine, me disse que tinha que lavar seus cabelos...

Quando minha esposa saiu do banho, veio se juntar a mim na cama e perguntou o que eu tinha achado do vídeo. Tive que contar que achei maravilhoso, que estava superexcitado e que tive que bater mais uma punheta enquanto ela estava na ducha. A safada me beijou, se levantou e foi na varanda da cabine. Viu que sua segunda vítima (o oficial italiano) estava na ponte de comando do navio e trocou novos gestos e sorrisos com ele. Voltou para a cabine, pegou o telefone e na minha frente conversou com o amigo. O clima era de total cumplicidade e sedução.

Minha esposa explicou que estava um pouco cansada (naquele dia já tinha se relacionado para o marido e para o Marcos) e o italiano disse que também estava com problemas de escala de serviço e que não sabia se seria liberado para estar no Grand Bar às 22h; mas que se a Luciana quisesse ele sairia da ponte de comando às 4h da manhã. A Luciana achou muito tarde e disse que ele ficasse tranquilo que ainda teriam mais dois dias de cruzeiro para se encontrarem. Se despediram provisoriamente.

Depois disso, nós nos arrumamos e fomos ao teatro assistir o show da noite. Na sequência jantamos com os amigos do nosso grupo. Encontramos algumas das nossas amigas solteiras, que estavam “galinhando e agitando” pelo navio, mas que nem de longe imaginavam que somos um casal liberal e que a minha esposa tinha tido passado uma rasteira nelas e ficado com um dos homens mais disputados daquela viagem.

Depois do jantar, passeamos pelos corredores do deck 5, paramos num bar para tomar um drink e papear com os amigos. Em determinado momento, a Luciana apertou meu braço e me disse ao pé do ouvido: - É aquele ali. E me indicou o seu comedor (Marcos) passando com os seus amigos de cabine. Ficamos com a impressão de que ele não a viu sentada ao meu lado. Fomos ao cassino e por volta da 1h da manhã voltamos à nossa cabine para dormir

2º DIA - Acordamos por volta das 10h, tomamos café da manhã na cabine. O dia estava ensolarado. Após navegar por toda a noite, o navio já estava ancorado na primeira escala do cruzeiro (cidade de ...). Muita gente iria desembarcar para conhecer as atrações turísticas da cidade. Nossa ideia era aproveitar o dia no navio, tomando sol próximo das piscinas.

Antes de sairmos da cabine, a Luciana foi à varanda ver se o “seu italiano” estava na ponte de comando. E estava. Daí ela voltou pra cabine e telefonou para ele. Conversaram um pouco e ele passou como estava a sua escala de trabalho naquele dia; voltando a sugerir que se encontrassem por volta das 21 horas, num local discreto do navio. Minha esposa concordou e disse que, mais tarde, voltaria a ligar para ele para combinar os detalhes.

A Luciana me perguntou se estava tudo bem, como relação à proposta do italiano. Era um pedido de autorização; que foi prontamente deferida.

Partimos pra sessão de bronzeamento. No deck 12, próximo da quadra de tênis, encontramos um local com pouca gente e a minha esposa pode deitar numa espreguiçadeira e ficar à vontade com seu biquininho. Tomamos algumas cervejas e eu tive o privilégio de passar o protetor solar nela. Perto de nós, algumas outras mulheres bem gostosas desfilavam com seus biquínis.

Aproveitamos para conversar sobre o que já tinha rolado no primeiro dia de viagem e sobre o que ainda estava por vir. O clima de cumplicidade entre nós estava à mil. Casal que se assume e que é feliz brincando de corninho e putinha.

Por volta das 14 horas fomos almoçar no restaurante buffet e, depois, voltamos pra nossa cabine, para descansar. Ficamos na varanda e é claro que nosso amigo italiano estava lá, de plantão. Só que dessa vez, enquanto minha esposa tomava uma ducha; resolvi ir mostrar para o Genaro que a Luciana não estava sozinha naquela cabine (ele ainda não tinha me visto) e que na nossa cabine também tinha macho (corno sim, mas um corno muito macho).

Desde a ponte de comando, o italiano Genaro me viu na varanda da minha cabine e tentou disfarçar. Mas eu me mantive ali; encarando o candidato à comedor da minha esposa. A Luciana saiu do banho e eu fui falar com ela. Disse que estava dando um susto no italiano e pedi que ela viesse ficar comigo lá; para deixa-lo confuso. A safada deu risada com a brincadeira, mas protestou: “- Não vai espantar o italiano.”

Mesmo assim ela se vestiu e veio me fazer companhia na varanda. Dai o italiano deve ter ficado confuso, pois imaginava que aquela mulher gostosa que lhe dava bola estivesse sozinha ou que ao menos não fosse comprometida. Eu e minha esposa trocamos até alguns beijinhos e carinhos para não deixar dúvidas de que éramos casados. O Genaro pegou um binóculo e fez que estava olhando para o horizonte, mas eu desconfio que o que ele queria era ver se havia aliança de casamento em nossos dedos.

Ficamos ali por alguns minutos, provocando o jovem italiano. Minha esposa entrou na cabine, ligou pra ele e confirmou o encontro para as 21hs; no deck 10, perto da piscina central do navio (local de pouco movimento nesse horário). O Genaro questionou se ela estava viajando sozinha; pois tinha visto um homem com ela na varanda da cabine. A Luciana riu e disse que não. Mas em nenhum momento ele perguntou se ela era casada.

Cheios de tesão; fomos pra cama e acabei comendo a Luciana. Afinal, o marido corno tem que pelo menos ter o direito de ser o primeiro do dia a faturar a própria esposa. Minha putinha estava tão sedenta de sexo que quis eu gozasse na sua bundinha, num sexo anal alucinante. Meu pau não é dos maiores (15 cm), mas isso tem uma vantagem: é o tamanho ideal para comer um rabo sem machucar, sem dor, só prazer.

Perto das 21 horas; a Luciana já estava toda produzida. Vestido preto de paetês, colado, por baixo uma microcalcinha e um body de renda preta; além de sandálias com salto alto e fino. Uma verdadeira puta. Toda maquiada, cheirosa, perfumada, decidida a dar para outro macho. Ligou para o Genaro e ele disse que estava lhe esperando no local combinado.

Fomos juntos de mãos dadas; até porque minha ideia era de assistir e até filmar a transa deles (fosse na cabine dele ou na nossa). O encontro seria no deck 10, no espaço chamado ..., de onde era possível ver a piscina central (no deck 9) e que contava com algumas mesas e cadeiras. Tão logo chegamos; a Luciana avistou o italiano antes que ele nos visse juntos. Largou minha mão, me olhou e disse: “- Fica aqui.”. Partiu para realizar o plano B.

Não esperava por isso, mas como corno obediente que sou, aceitei e me sentei numa cadeira próxima; enquanto a minha cachorra foi em frente e sentou-se à mesa em que estava o tripulante italiano. No fundo, achei que aquele seria apenas um primeiro encontro, para depois, mais tarde da noite, nos encontrarmos os três e curtirmos um gostoso ménage.

De longe pude ver quando ela chegou junto a ele, se cumprimentaram, os dois se sentaram e começaram uma breve conversa. Eu achava que o italiano já havia se ligado que o marido dela estava ali. Minha preocupação era que algum conhecido nos visse. Era um pouco constrangedor ficar sozinho numa mesa e de pelo canto dos olhos assistir minha esposa na outra mesa com um jovem oficial italiano. Peguei meu celular e disfarcei (o navio ainda estava ancorado próximo ao litoral e havia sinal) que estava numa ligação (de fato estava trocando mensagens com o Sr. J, do casal D...; narrando para ele pelo whatsapp o que minha esposa estava fazendo naquele exato momento).

Usar o celular também ajudava a disfarçar, pois se alguém chegasse, eu poderia dizer que me afastei da esposa para atender uma ligação.

Aproveitei que estava com meu celular na mão e fiz algumas fotos do casal de amantes na mesa. Dai, subitamente, vi os 2 se levantarem e virem em minha direção. Ele na frente e ela atrás. O rapaz passou por mim sem me olhar (aquilo me deixou puto; vai comer minha mulher e nem sequer me cumprimenta?) e a putinha veio logo atrás, sorrindo, com cara de quem estava prestes à aprontar, se abaixou, e disse no meu ouvido: - Ele vai me mostrar o caminho para a cabine dele.

Surpreso com o rumo que a coisa tomou; segurei-a pela mão e reclamei: – Pera aí. Você vai transar com ele agora? E ela respondeu: – Não, só vou ver onde é, volto logo.

Confesso que aquilo me deixou chateado, afinal, não era o que havíamos combinado. Até tínhamos considerado que ela fosse sozinha, desde que levasse nossa filmadora e registrasse o encontro. Acontece que, da forma como a coisa estava se desenrolando, ficou claro que nem eu participaria da brincadeira e nem haveria filmagem. Caiu a ficha e me deu uma baita crise de ciúme. Ciúme de corno, eu sei. Mas fiquei frustrado e me senti deixado para trás. Esperei uns 5 minutos e como ela não voltou, liguei para ela e perguntei onde estava. Ela não soube explicar, disse que estava num local de acesso exclusivo da tripulação (only crew).

Ela aproveitou a ligação e me contou que o rapaz estava convidando-a para que fossem à cabine dele naquele instante. Percebi que ela queria ir; mas mesmo assim neguei. Uma porque o combinado era que eu iria junto, outra que nossos amigos de excursão estavam no restaurante, nos esperando para jantar. Tivemos uma pequena discussão. Cheguei a ser rude e questionei se ela já estava sem roupa. Ela disse que claro que não, que eu estava enganado, que eles “só estavam conversando” num local mais discreto (depois, na cabine, me confessou que nesse instante já havia trocado dois beijos com o amante).

Percebi que minha esposa ficou contrariada, mas ela respeitou meu pedido e disse que tudo bem; se despediria do amigo e que já voltaria para me encontrar.

Não sei explicar. Não tenho respostas pra tudo. Sei lá. Só sei que de repente me deu uma sensação ruim. Fiquei confuso, um pouco triste, me senti abandonado, deixado pra trás, quase enganado, talvez até descartado. Desde que começamos na vida liberal, nunca tinha sentido nada parecido. Pra ser sincero, senti algo levemente parecido quando minha esposa estava ensaiando um encontro com nosso amigo Luis (vide relatos do mês de novembro de 2015) e chegou a combinar com ele um encontro no carro, sem que eu soubesse. É bom ressaltar que esse encontro não chegou a ocorrer. Mas voltando à rasteira que me deram no navio de cruzeiros; ali estava eu, sozinho, com um sentimento que conflitava com meu desejo sexual. Naquele instante, o ciúme que senti foi mais forte que o tesão.

Mais ou menos uns cinco minutos após desligar o telefone, minha esposa chegou de volta. Eu estava com a cara fechada e ela sorrindo, meio que pedindo desculpas e tentando entender o que tinha feito de errado ou o que tinha ocorrido.

Conversamos e ela explicou o que tinha ocorrido; que enquanto estavam na mesa, conversando próximo de mim; ela contou ao italiano que era casada, que ele tomou um susto com essa notícia; mas que ela explicou que o marido era liberal.

O italiano teria respondido que em seu país essas coisas de sexo liberal não existiam (não sabe de nada...) e que a teria convidado para conhecer um local do navio, no qual apenas os tripulantes tem acesso em seus raros momentos de folga. Segundo minha esposa, quando os dois passaram por mim, o italiano ainda não sabia que aquele cara sentado numa mesa próxima deles era o seu marido e que quando soube ficou um apreensivo, pensando que havia corrido algum risco.

A Luciana me contou que quando após falar comigo ao telefone, contou ao italiano que não poderia acompanha-lo, naquele momento, até sua cabine; pois tínhamos assumido o compromisso de jantar com nossos amigos. O oficial então teria dito que se ela fosse com ele, se divertiria mais do que no jantar. Como consolo, o safado ganhou um belo beijo da minha esposa. Isso explica o motivo do batom dela estar visivelmente borrado.

Nesse instante, caiu a ficha em mim. Percebi que minha esposa era fiel e me amava; pois bastou eu dizer não e ela voltou pra mim. Percebi também que ela queria estar sozinha com o italiano e que aquela era uma oportunidade que deveria ser aproveitada, pois não sabíamos se haveria uma segunda chance. Então eu pedi desculpas pelo meu egoísmo e perguntei se ela ainda queria sair com ele. Ela respondeu que sim e perguntou sobre o jantar. Eu disse que não se importasse com o jantar; que a deixaria ir sozinha encontrar o amante, com a condição de que filmasse o encontro para o meu posterior deleite.

Fomos rapidamente para a cabine e enquanto eu pegava a micro filmadora no cofre, minha esposa ligou para o Genaro e perguntou se ele ainda queria ficar com ela naquela noite. Ele respondeu afirmativamente. Dai a Luciana disse que o maridão tinha liberado, desde que o encontro fosse filmado. O italiano parece que realmente não conhece nada sobre os casais cuckold e hotwife; ficou com medo, disse que não podia deixar-se ser filmado e simplesmente desligou o telefone. Novo impasse; mas diante da visível excitação da Luciana, e até mesmo para não frustrá-la novamente, concordei que ela fosse sozinha e sem filmadora. Porém, quando ela ligou pro Genaro, ele simplesmente não atendeu a ligação.

Diante disso, resolvemos jantar. Corremos para o restaurante; cuja entrada era permitida apenas até às 22h. Chegamos um pouco atrasados e logo que nos sentamos nossos colegas de mesa brincaram dizendo que a Luciana estava com o batom um pouco borrado. Disfarçamos e dissemos que tinha sido um beijo entre nós (marido e mulher).

Estávamos lá com os amigos, mas a cabeça estava um pouco distante. Por dentro, eu e a Luciana sabíamos que algo tinha ficado mal resolvido.

Após o jantar, fomos com a turma para um bar do deck 5 e ficamos conversando por algum tempo e degustando alguns drinks. Até que, cheguei próximo do ouvido da minha esposa e disse que queria conversar com ela em particular, sobre o ocorrido mais cedo. Nos despedimos dos amigos e fomos pra nossa cabine. Lá chegando, perguntei se ela estava chateada com o desencontro ocorrido com o italiano. A Lu disse que não; que estava tudo bem e que eu ficasse tranquilo. Daí eu perguntei se ela ainda estava interessada em encontra-lo (pois ele havia dito que ficaria na ponte de comando até às 4 horas da manhã); sozinha, sem marido e sem filmadora. Pra essa primeira pergunta ela disse sim e perguntou se eu a liberaria mesmo naquele horário. Respondi que liberaria, com as seguintes condições: que no dia seguinte realizássemos alguma festinha onde o marido também participasse e que ela fizesse um minucioso relato erótico sobre o encontro com o Genaro.

A safada aceitou minhas condições, me beijou agradecendo o marido bonzinho e compreensivo que possui. Pegou o telefone e ligou para o italiano. Dessa vez o Genaro atendeu. A Lu perguntou se ele estava bravo e disse que tinha sido um mal entendido; que se ele quisesse; ela iria sozinha em sua cabine, sem câmera, às 4 da manhã. Claro que o comedor aceitou e assim ficou combinado.

O navio navegava entre ... e ... . O relógio marcava 1 e meia da manhã; ou seja faltavam quase mais ou menos 2 horas e meia para o encontro. Fui pra cama com a minha esposa e bati uma deliciosa punheta com ela alternando entre me beijar, me chupar e lamber meu saco, sempre me provocando com as sacanagens que pretendia iria fazer com o amante.

Precisa descarregar minha adrenalina e tesão acumulados, mas mesmo assim me contentei só com a putaria mais light e não quis “comê-la”, uma porque já havíamos transado à tarde e outra que achei que ela precisava guardar suas energias para o novo amigo. Após gozar, descansamos um pouco.

03h45min, ela se arrumou para o encontro. Ainda experimentei a deliciosa humilhação de ajudar a escolher a lingerie que ela usaria com o amante. Tirei várias fotos dela se arrumando e cheguei a gravar um filminho onde ela me chamava de corno e dizia que era uma putinha casada e que estava se arrumando para ir até a cabine do Genaro. Por volta das 4h10min, ela ligou para o italiano que disse que a estava esperando no mesmo local em que horas antes eles haviam estados a sós. Esse local ficava no deck 6, bem na proa (parte da frente do navio), logo abaixo da ponte de comando. De noite, ficava totalmente escuro e poucos passageiros conhecem seu acesso; portanto, é o local ideal para um encontro e uns amassos. Desde onde estavam, era fácil o acesso aos corredores internos, onde ficam as cabines da tripulação.

Após desligar o telefone; minha esposa me beijou e foi se encontrar com o italiano Genaro. Era a segunda vez, naquele cruzeiro, que ela me deixava sozinho na cabine pra ir ficar com outro macho e se transformar na putinha Ninfogosa.

Fiquei na cabine, tentando não pensar no que eles estariam fazendo juntos. Era impossível não pensar. Também era impossível não desejar estar junto e assistir pessoalmente, registrando cada detalhe na lembrança e na filmadora; bem como aproveitar e pegar aquela gatona também; ajudando o italiano a saciar seu fogo. Mas no fundo eu sabia que minha esposa também queria se divertir longe dos olhos do marido; pois assim ela conseguiria se soltar ainda mais e ser ela mesma.

Não tive alternativa senão de me masturbar mais uma vez; assistindo ao filme do dia anterior, quando ela tinha visitado a cabine do Marcos. Após concluir essa tarefa, peguei meu notebook e continuei escrevendo as primeiras páginas desse relato que vocês estão lendo agora.

Uma hora e meia após de sair, minha esposa voltou. Sorriso aberto, cansada (pelo sexo e pelo horário). Sentou-se ao meu lado, na cama, me beijou e começou a relatar tudo o que tinha acontecido entre ela e o italiano. Publicarei um relato com a versão dela contanto os detalhes do seu encontro.

Apenas adiantarei que a ela me disse que adorou a aventura que acabara de viver, mas que até mesmo pelo avançar da hora, achou que o rapaz estava um pouco cansado. Por isso, ficou um gosto de “quero mais”; sendo que ela teria se despedido dele dizendo que, se fosse possível, ainda o encontraria no último dia de cruzeiro.

Já era quase 6 horas da manhã; o navio singrava o mar rumo à ...; após ela trocar de roupa e cuidar da sua higiene, me beijou, apagamos as luzes e dormimos apaixonados.

3º DIA - Pedi o café da manhã na cabine. Nós nos levantamos por volta das 11hs. Cedo, pra quem foi dormir quase às 6. Após tomarmos o café e nos arrumarmos, conversamos um pouco e resolvemos dar uma volta pelo navio. Não sem antes ela passar na varanda para ver se o amante italiano estava na ponte de comando. Dessa vez a ponte estava vazia. Como o navio estava fundeado em frente à ...; o desembarque de passageiros era feito pelos botes (tenders); sendo que o Genaro havia dito pra Luciana que estava escalado para trabalhar como piloto de uma dessas embarcações.

Como o navio estava próximo da cidade; o sinal de celular funcionava e, via whatsapp, acabei finalmente localizando os dois casais do CRS que também estavam a bordo. Eles estavam na loja de bebidas. Após os cumprimentos iniciais, conversamos um pouco e pude contar pro Sr. “J.” (casal D...) as farras que já tínhamos feito no navio. Ele disse que estava cheio de vontade de aprontar também, porém, que sua esposa ainda não tinha encontrado ninguém interessante; além do que estavam solidários ao amigo marido do casal C..., que desde o embarque estava meio doente, com garganta inflamada; tendo saído pouco da cabine.

Continuamos nosso passeio pelo navio, encontramos nossos amigos de excursão e ficamos batendo papo com eles perto da piscina central. Almoçamos no restaurante ... e tivemos que dividir uma mesa com um casal do litoral de São Paulo. O almoço se estendeu até às 15 horas e foi bem agradável e o casal era bastante simpático. Fomos pra cabine e na, varanda, minha esposa localizou qual o tender era pilotado por seu amante italiano. Mesmo distante, ela tirou algumas fotos dele.

Aproveitei para perguntar se ela estava planejando a festinha para o marido participar no último dia do cruzeiro; conforme combinamos no dia anterior, como condição para que ela saísse com o italiano. Ela disse que estava tentando contato com o Marcos (o comedor do primeiro dia), mas que ele não estava respondendo pelo whatsapp.

Cheguei a ficar um pouco desanimado e achar que ficaria literalmente na mão. Porém, no meio da tarde, após um evento de despedida do nosso grupo de amigos da faculdade; tudo mudou. Eu e minha esposa voltamos para a cabine e o telefone tocou. Era o Marcos, dizendo que havia recebido a mensagem da Luciana, mas que não poderia vir. Entretanto, o safado estava escalando um amigo chamado Fernando para vir à nossa cabine, brincar de ménage à trois e saciar o casal.

Minha esposa desligou o telefone; veio até mim, me olhou, explicou tudo e perguntou se eu estava de acordo. Claro que concordei. Daí ela retornou a ligação e confirmou tudo com o Marcos, pedindo que o Fernando viesse à nossa cabine em 15 minutos.

Arrumamos a bagunça da cabine, preparamos e máquina filmadora e ficamos à espera do novo amigo. A Luciana vestiu um sutiã e calcinha preta (a menor de toda a sua coleção); daquelas que é apenas um fiozinho. Por cima disso, um vestidinho preto.

Ouvimos batidas na porta e eu fui atender. A cena era hilária. Um negão, alto, forte, sem camisa, usando apenas um cap de marinheiro, óculos de sol e uma toalha branca como se fosse uma fralda (por baixo cueca) e sandálias estilo Havaianas. Abri a porta e ele entrou rapidamente (antes que algum conhecido visse aquela cena). A cabine é pequena e logo o rapaz deu de cara com a Luciana (sentada na cama, passando um creme hidratante nas pernas), foi até ela e se apresentou. Demos risadas e conversamos um pouco sobre o figurino do nosso amigo. Não dava pra acreditar que alguém circulava pelo navio daquele jeito. Mas a molecada de hoje em dia é assim mesmo; estão a bordo para aprontar (nós também), sem grandes preocupações. E quer saber? Eles é que estão certos. Sabendo brincar com respeito, não há mal algum.

O Fernando logo ficou à vontade e foi se chegando próximo da Luciana, abraçando e tomando-a para si. Começaram os beijos, os amassos e a pegação. A puta se entregando para o negão e o corno só nas fotos e filmagem. Depois de alguns minutos, ela já estava despida (ficou só com a calcinha) e as mãos do amigo passeavam por todo seu corpo. A safada se ajoelhou e fez um belo boquete no amante. Concluíram a foda na cama; com direito à participação do marido, que colocou pau na boca da cachorra, enquanto o negão a comia de quatro. Após o Fernando ter gozado (sempre com camisinha); foi a minha vez de comer a minha esposa.

Cuidei da minha esposa no sofá da cabine e em pouco tempo o negão se juntou a nós, para um segundo round com a Luciana. Após me saciar, me afastei um pouco e deixei os dois se pegando e se comendo. Fiquei de longe assistindo o quanto minha esposa é gostosa; sabe e gosta de ser puta na mão de outros machos.

Não demorou muito para que o Fernando enchesse sua camisinha pela segunda vez e deixasse a Luciana de pernas bambas no sofá. Respiraram, se secaram do suor e se vestiram. Demos adeus ao amigo e eu o acompanhei até a porta. Coloquei a cabeça pra fora, olhei para os dois lados e vi que não havia ninguém; dai dei o sinal e o rapaz foi embora, vestido com a mesma fantasia com a qual tinha chegado.

Voltei pra cabine fui namorar um pouco com a esposa, comentando sobre o ménage que havíamos acabado de fazer. Que cruzeiro intenso. Que esposa dedicada. Como recompensa; disse que se, ela quisesse, deixaria que ela fizesse a “saideira” com o italiano, após o jantar. A safada adorou e perguntou se eu estava certo disso. Eu confirmei e ela pegou o telefone e ligou pra ele. Porém, infelizmente, naquele horário ele não atendeu. A Luciana ficou de ligar mais tarde novamente. Ou seja, a puta estava mesmo interessada em foder com o oficial do navio.

Fomos nos vestir para o jantar. Daí, quando olhei num canto próximo da cama; vi que o negão havia esquecido suas sandálias. Avisei pra Luciana e ela ligou na cabine dos meninos (Marcos e Fernando) para avisar sobre o achado e pedir que ele viesse buscar seus chinelos. Quem atendeu foi um terceiro rapaz, que fez algumas gracinhas (provavelmente já sabia que aquela era a putinha que havia dado para dois de seus amigos) e disse que o Fernando não estava; mas que viria buscar as sandálias em nome do amigo.

Cinco minutos depois, bateram na porta da nossa cabine e minha esposa foi atender. Ouvi a Luciana rindo e dizendo “seu maluco, o que é isso?”. Acontece que o rapaz (vamos chamá-lo de Cláudio) veio vestido com a mesma fantasia que o negão (Fernando) e provavelmente com a mesma intenção. Vendo que não haveria muita resistência, ele forçou entrar na nossa cabine e ai minha esposa veio em minha direção dizendo: “- Olha isso”.

Também dei risadas tanto da fantasia, quanto do empenho do rapaz; que ainda foi cara de pau e disse que pensava que a busca das sandálias iria demorar mais. Só que nisso bateram na porta novamente e Luciana espiou pelo olho mágico e viu que lá fora também estava o Marcos, o Fernando e mais um amigo. Os quatro combinaram de vir à nossa cabine e provavelmente os chinelos do negão tenham sido “esquecidos” de propósito.

A Luciana deixou que os outros três entrassem na cabine (era melhor do que ficarem no corredor em frente à porta da nossa cabine). Conversamos rapidamente e expliquei aos rapazes que infelizmente não seria possível fazer nada agora, pois realmente tínhamos um compromisso (último jantar do cruzeiro) com nossos colegas de excursão. Disse ainda que, “conforme fosse”, após o jantar, se nos encontrássemos pelo navio poderíamos ver se rolava algo.

Era uma cena curiosa, divertida e excitante. Estar numa cabine de navio com a esposa e quatro rapazes; dois quais dois já haviam comido minha mulher e os outros dois também queriam. De qualquer forma, os meninos entenderam e foram extremamente respeitadores e foram embora numa boa.

Terminamos de nos arrumar e saímos pelo navio para jantar com os amigos. Após a refeição, fizemos um brinde e nos despedimos do grupo de amigos da faculdade, com a promessa de que no ano seguinte teremos mais um encontro da turma a bordo de algum navio de cruzeiros. Na sequência fomos até o deck 10 assistir o pessoal dançando e curtindo a Noite do Branco; em frente à piscina central. Após algum tempo, voltamos pra nossa cabine e fomos arrumar as malas.

Ainda pensei que minha esposa fosse tentar contato com o italiano, mas ela devia estar cansada de todas as farras dos 3 dias de cruzeiro; bem como derrubada pelo vinho do jantar. Optamos em dormir relativamente cedo (1 hora da manhã).

No dia seguinte acordamos, tomamos o café da manhã e desembarcamos. Agora estamos pensando num próximo cruzeiro ainda para essa temporada de férias. De preferência no mesmo navio; onde minha esposa foi muito bem servida pela tripulação...

FIM



Foto 1 do Conto erotico: O CRUZEIRO

Foto 2 do Conto erotico: O CRUZEIRO

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Foto 4 do Conto erotico: O CRUZEIRO

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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 10/10/2016

Cruzeiro sem fodas extras, não é cruzeiro, é vintém! Betto

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ksdosafado Comentou em 07/01/2016

Hum que relato delicioso!! Meu sonho é fazer um cruzeiro com minha esposa e ela dá para varios como a sua esposa!!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O CRUZEIRO

Codigo do conto:
76285

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/12/2015

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
5


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