Novinha no Funk Rodeada de Rola


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Era uma sexta-feira. Fui pro colégio e combinei com a Gabi e a Jhennifer que íamos numa festa com meu namorado Bruno. Ele ligou do serviço dele pra cada mãe pra se dizer responsável por nós, caso contrário elas nunca deixariam.
Mas o barato é que nem o Bruno iria. Eu disse à ele que íamos numa festinha só para meninas e que não devia ficar preocupado.
Saímos do colégio já quase anoitecendo e fomos as três novinhas branquinhas sentido um funk na zona norte de São Paulo, lá pros lados da Brasilândia.
Fomos de lotação que saiu da Barra Funda. Fiquei boba em como havia gente feia. Umas mulheres com uma cara de cansada, suadas, gordinhas e mal vestidas. Conversavam alto e alegres, mesmo lascadas de tanto trabalho.
Eu e as meninas nem abrimos a boca. Confesso que fiquei com medo, pois estávamos bem vestidas, com shortinhos brancos socados e perfume que compraria aquela lotação com todos os passageiros dentro.
Só fiquei mais de boa quando o cobrador com cara de bandido, todo simpático, puxou assunto. Perguntou se íamos pro funk e comentou que não éramos do gueto. Pra tentar amenizar, como combinamos antes, falamos pra todos ouvirem, que éramos de Itaquera. Não sei se colou, pois somos três patys da Consolação, Perdizes e Aclimação. Nunca nem fomos pra Itaquera.
E a lotação nadava, andava e nunca chegava. entrava e descia gente, mas o ponto final nunca chegava. E nunca que a lotação ficava vazia. Só gente feia. Até pensei em desistir, pois eu achava que pela feiura, aquele povo ia me engolir.
O cobrador alertou que logo chegaria. As casas foram perdendo o padrão em tudo. Não eram rebocadas. As ruas esburacadas e uma coisa interessante: todas as ruas estreitas lotadas de gente pra cima e pra baixo. Pensei que ali já fosse o funk, mas o cobrador disse que ainda faltava muito. Ruas agitadas e muito barulho por todo lado. Som alto em todo canto. As motos eram muitas, na maioria de meninos magrelos e com cara de bandidinho, com cabelos espichados pra cima, igual os office boys lá da empresa do meu pai.
A multidão foi aumentando e daí comentei com as meninas que o fluxo estava demais. Sem perceber eu citei uma gíria bem famosa na favela: fluxo.
Era uma multidão de gente. As meninas vestiam roupas pobres, em sua maioria saias jeans com um corte brega imitando a Anitta. Vestidos colados porém tecidos pobres. Deu pena delas. Todas com cabelos chapados e mal pintados, mal penteados, tudo feio.
Mas os meninos de lá nem ligavam. E elas se exibiam dançando na rua mesmo. Até me assustei de início, mas depois percebi que era uma putaria sem julgamentos.
Descemos da lotação desorientadas, mas como era a última viagem do Uéslei, ele nos acompanhou.
Numa barraquinha zuada numa rua lotada, ele nos deu uma tal de maria-mole pra beber. Depois uma bebida gostosa pra tirar o sabor ruim da maria-mole, bebemos Fogo Paulista. Nem bem acabei de beber, já senti uma putaria dentro de mim. Eu sabia que meteria gostoso aquela noite.
Paramos em outra barraca e tomamos outro Fogo Paulista e saímos com um copo grande de batida.
Estava muito cheio e conforme andávamos sentido palco do Dj, a coisa ia ficando mais quente. Umas novinhas rebolando enquanto um bando de marmanjo descaradamente roçava de pau duro nelas. Todos curtiam. Vi uma menina numa rodinha de meninos, beijando todos, um de cada vez, e depois saindo aos risos de felicidade com umas amigas.
O cobrador nos deixou num canto e disse que ia ali. Não demorou ele voltou com um amigo. Me senti melhor com eles por perto.
- Porque vocês não dançam pra nóis, gatas?
- Se é doido? Não sabemos dançar igual essas meninas.
- É só rebolar gostoso, bem safadinho...
eu logo iniciei uma dança. Tava meio zonza mesmo e um fogo. Eu queria ser encoxada por um pinto duro no meio da favela. As meninas pareciam meio com medo, mas eu já estava soltinha.
Comecei a dançar e ficar suada. Estava um calooor. Passavam alguns caras e falavam muito sujeira:
- Olha essa gata como tá suada.
- Que patricinha gostosa.
- Dança princesa! Rebola gostoso.
Eu descia até o chão e ria muito. Uma roda se formou e virei o centro das atenções dum grupinho. Me deram mais bebidas e queriam muito me agradar.
Por inveja, algumas faveladas vadias e fedorentas me puxaram os cabelos lisos e sedosos. Mas os meus novos amigos levaram elas pra longe aos gritos:
- Deixa a loirinha rebolar pá nóis, carai!
- Éee porra, hoje a noite é das boyzinha, jão!
- Pode pá, mulecóte! Aqui é nóis na paty, parsa.
Eu sentia segurança, mas sabia que eles queriam me foder. e tinha muito menino feio, com cara de vagabundo. Eu não entendi nada das gírias, mas depois as meninas e eu fomos recordando e pegando os sentidos no google.
- E ai novinha, posso dançar aqui com você?
Me perguntou já segurando minha cinturinha. Senti duas mãos grandes e firmes me pegando e me pondo como um brinquedo. Eu suava.
- Nossa, mesmo se eu disser que não, olha o seu tamanho.
Ele riu.
- Mas eu sou educado, gata. Se você quizé carinho, eu te dou. Se quizé tomar pau, eu te dou.
Virei de frente com ele, um moreno alto, forte, meio baianão, com um volume enorme querendo pular da calça jeans, de camisa de botão aberta e tênis. Ele era muito gostoso. Virei uma cadelinha olhando pra ele. Aquele volume na calça seria meu!
- Só porque você é grande acha que pode me dar um pau? - falei no ouvido dele, bem pertinho por causa do som e me afastei sorrindo, olhando pra cara dele, tentando ver se ele havia entendido minha ironia.
- Pera ai, gatinha... eu nunca te machucaria. Eu tava falando de te dar um pau...
Nem esperei ele falar. Me aproximei novamente em seu ouvido, botei minha mãosinha branquinha com unhas coloridas no cangote daquele gigante e falei:
- Não vai me machucar? Que pena.
Ele que se afastou desta vez e me fitou bem nos olhos. Eu dei um gole na cerveja dele e voltei pra dizer no ouvido dele:
- Quantos iguais a você vão me dar pau hoje?
Ele é que estava assustado comigo agora.
Me puxou pela cintura pra dizer que eu ia ter pau aquela noite.
Eu beijei ele de língua, senti aquela língua enorme invadir minha boquinha de princesa, todo perdido.
- Só eu basta pra você!
- Você é egoísta ein menino! Só porque tenha essa carinha de coitada...?
- Hoje eu te banco!
- Querido, não preciso de dinheiro. Pelo que vi aqui até agora, vocês que precisam. kkkkkkk
- Tá tirano a favela, carai?!?!
Ele ficou bravo com o comentário. Mas eu queria era deixar ele puto mesmo.
- Tá bravinho? Senta o pau em mim, por favor. Eu tô pedindo. Senta o pau em mim, moço.
Ele olhou no fundo dos meus olhos e não guentou. Eu havia dominado um já.
Ele ficou me secando a noite toda. Eu rebolava ajoelhada no chão e o moreno secando de pau duro. Vários me acochavam. Sentia os pintos na bunda, na perna. Eu aproveitava apalpando um monte com minhas mãozinhas. Segura dois ao mesmo tempo e rebolava.
O moreno veio me olhando com uma cara de ciúme. Dançou um pouco só pra dizer no meu ouvido que eu parecia uma puta.
- Querido, vou te acalmar.
Fui até um canto escuro, arranquei minha calcinha suada, voltei pra festa e dei na mão dele.
- Eu sou sua hoje!!! Entende isso.
- Mas você fica igual puta dançando...
- Eu sou puta!!! Você não é meu namorado!
- Tá tá tá. Então vamos trepar logo.
- Calma, nem escolhi os outros ainda.
- Que outros?
- Os outros pra me darem pau.
- Que porra de mané outros, carai. Num sô viado pra dividir muié, carai.
- Então sai fora. Vai pegar essas aí ó. - apontei pra umas fubangas mal vestidas que dançavam ali perto.
Ele olhou pra elas, depois olhou pra mim, e voltou pra outra calçada, encostou no carro e ficou me admirando.
Outros machos me davam bebida na boca. Eles riam e faziam piadas.
- Toma na boquinha, safada.
- Dá na minha boquinha, dá. - Eu dizia enquanto dois ou três jogavam bebida no meu rostinho. Meu cabelo estava molhado. Minha blusinha toda transparente. Eles me lambiam, passavam as mãos no meu corpinho e eu me sentindo uma putinha.
Aos poucos e apalpando vários paus, eu escolhi um monte pra me foder gostoso.
Levei todos pra um canto e falei que queria ficar com todos. Acho que eram seis ou sete.
Fomos pra longe do fluxo e fiquei namorando todos. Eu beijava e namorava um enquanto os outros me passavam as mãos, chupavam meu pescoço.
- Isso!!! Me chupa todinha. Vai, meu namorado tá em casa e eu aqui rodeada de macho.
- Nossa mano, que minha vadia!
- Você é puta mesmo ein.
- Sou! Sou mesmo. Vai, tira os pau pra fora. Quero pegar, bater punheta pra vários ao mesmo tempo.
Eles tiraram e eu escolhi bem. Tudo pintudo. Tudo grosso. Eu tava boa em escolher pauzão. Sério mesmo, só pau grossão. Um monte só pra mim.
Nessa hora senti falta das meninas. Mas foda-se!
- E ai gostosos, vamos pra onde?
Que merda, todos estavam duros. Eu disse que pagaria um motel. Mas ele disseram que havia uma casa de um cara.
Fui numa moto com um e outra leva foi em outras motos e carro.
Chegamos numa casa pobrinha, porém limpinha.
Sentei no sofá e meu celular tocou. Falei que era meu namorado.
- Caralho mano, é o namorado da boyzinha. Cala boca.
- Cala boca, jão, carai. Vai.
- Alô! Oi amor. Tudo bem?
- Ju, que horas você volta? Onde você tá?
Botei no viva voz:
- Amor. Alô amor. Eu tô numa festinha. Num sei se volto hoje.
- Ju, meu... sua mão não para de me ligar. Suas amigas estão voltando. Elas falaram que onde vocês foram é perigoso.
- Elas foram embora? Que tontas do caralho. Não saio mais com essas daí.
- Ju, me fala onde você tá que eu te busco. Você tá bem?
- Ainda não tô bem, não. Mas vai ficar, amor.
Puxei um pinto pra perto e comecei a chupar. Estava duro. Babei chupando e escutando o Bruno ao telefone. Eu fazia barulho de chupada gostosa bem alto e depois que meu namorado terminou a frase, eu tirei aquele pauzão da boca pra falar:
- Agora tá ficando bom, amor.
Peguei outro cacete do moreno e engoli. Depois chupei dois ao mesmo tempo. O Bruno falando ao telefone enquanto eu mamava dois caralhões. Outros paus me cercaram e eu com o telefone no ouvido.
A voz do Bruno se confundia com meus barulhos de chupada. Era muita rola só pra mim. E o Bruno repetindo meu nome, pensando que o sinal caiu:
- Alô, amor. Amor, tá me ouvindo? Ju. Julianaaa.
Eu chupando bola, rola, virilha, bola, rola, cabeça, pele de pau, saco e meu namorado falando.
Larguei o pau da boca e falei pra alegria dos machos:
- Bruno, seu tontinho. Eu num consigo falar porque tô com a boca cheia.
- Ju, eu vou te buscar... o quê? O que você falou?
- Eu tô com a boca cheia de rola grossa aqui na favela.
- Peraí, repete.
- Amor, eu tô chupando um monte de pauzão grosso. Pinto. Rola grossa. Pênis. Cacete grosso. Vários na boca da sua novinha.
Ele desligou na minha cara.
Liguei pra ele e essa hora já estava sentada numa rola preta imensa. Minha xana estava ardendo de tesão. O negro esfolava minha buceta com vontade. Todo mundo suado. Eles revezavam e nunca cansavam.
- Pô, ninguém vai foder minha bunda?
Uma gritaria.
- Nossa gatinha, você quer dupla penetração?
Abri o cuzinho e pisquei. Logo uma vara imensa me dava a alegria merecida. Pau grosso na bunda e na xoxota. Que delícia.
Eles metiam em mim e eu chupava um monte de pauzão. O negro entrava e sai da minha bunda com força. Eu sentava com a bucetinha num poste e mamava uma benga, depois outra, duas, três ao mesmo tempo.
Eles filmavam. Eu elogiava enquanto era filmada por todos.
- Quero agradecer ao Bairro da Brasilândia, por me presentear com esse monte de menino caralhudo. Olha como eles fodem meu rabo bem gostoso.
- Eitaaaa porra. Essa mina é doidera.
- Amor... Bruno, olha o tanto de rola grossa que eu tô ganhando no seu cuzinho rosa e na xoxota.
Eles riam e eu me empolgava com tanto pau grosso gostoso.
- Vou engravidar dum monte de favelado.
- Gatinha, fala pro pessoa da internet
- Tá. Oi pessoal da intert. Eu sou a Juliana Freitas, namoro com o Bruno que tem 35 anos. Ele não dá no coro e por isso tem um pau grosso na bunda da namorada novinha dele e outro na buceta. kkkkkkk Deixa eu chupar umas rolas pra vocês verem. Filma eu chupando um monte de rola equanto sou fudida na bunda e na xoxotinha.
Eles metiam forte. Enfiavam até as bolas baterem juntas na minha bunda. Uma estocada atrás da outra. Depois outros metiam. Eu gozei muito. Eles gozavam em mim toda.
Um monte de celular filmando meu rosto e meus buracos pingando porra. Eu fazia pose pras câmeras. Eu tomava na bunda até o fundo e depois chupava dizendo:
- Deixa eu limpar o pau do meu macho que acabou de foder meu cu.
Quando vi, já era cedo de manhã. E eu levando uma surra de pau grosso. Estava esfolada. Buceta vermelha e o cu nem fechava mais. Porra escorrendo por todos orifícios. Eu tava com cheiro de rola.
Estava exausta. Os meninos cheiravam muita cocaína e por isso queriam mais. E não usei nada, mas guentei todos.
Liguei pro Bruno vir me buscar de carro.
Até ele chegar, os meninos pauzudos foram fodendo minha bunda. Que delícia. Como eu estava cansada, deixei e eles fodiam sem eu precisar fazer força.
Escutamos a buzina do Bruno. Mas tava gostoso e avisei pra ele esperar pelo zap. Fiquei mais um tempinho dando a xana e o cu, depois vesti minha roupa suja, dei tchau pros meninos e um deles me levou até o carro do Bruno.
- Oi amor.
- Nossa Ju, o que que isso, flor?
Dei tchau pros meninos me olhando no portão, fechei a porta enquanto eles filmavam minha ida. O Bruno tapou o rosto.
Beijei agradecendo o Bruno. Ele já estava arrumado pro trabalho, trajando um terno social e eu toda esfolada do gangbang de pau grosso.
Estava cansada. Deixei no colo do Bruno enquanto ele fazia carinho em meu rostinho colando de porra. Dormi.
Acordei na casa do Bruno, já na hora de ir pra escola.
Levantei, comi alguma coisa e sem tomar banho fui pro colégio.
Um cheiro de pinto. Nem liguei. As meninas não foram pra escola. Não imaginam o que perderam.



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Comentários


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esguicho Comentou em 16/03/2017

Que conto maluco, adorei imaginar uma situação dessa

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curuja13 Comentou em 14/06/2016

Delicia de conto gozei gostoso ;)

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gabi cerri Comentou em 09/11/2015

Adorei seu conto, Gabi foi bem sugestivo, rss. Bjs!

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soldierblack33 Comentou em 05/11/2015

muito bom

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Comentou em 05/11/2015

Mulher assim com fome de rola e otimo....para se ter em casa e mal chegar e parti pra cima dela se reclama mando ela ir embora e vou catar outra na rua...para me foder.... pena do corno não da conta...

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wsawyer Comentou em 04/11/2015

Que safada gostosa! Gostei muito! Adoraria te dar rola...

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boxboxbox Comentou em 04/11/2015

Interessante e excitante. Votado.

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contadorj Comentou em 04/11/2015

Que conto gostoso pqp




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Ficha do conto

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jufresil

Nome do conto:
Novinha no Funk Rodeada de Rola

Codigo do conto:
73523

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/11/2015

Quant.de Votos:
15

Quant.de Fotos:
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