Amante do pastor


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A história que vou relatar passou-se há alguns anos. Depois de um afastamento temporal com o ocorrido, tomo coragem e vontade para escrever e expor algo que mudou drasticamente minha vida. Meu nome é Isabela, tenho 32 anos e sou casada há 5 anos com Ricardo, estamos esperando ansiosamente o nascimento de nossa filha, daqui a 3 meses. Ricardo não faz idéia do que se passou... Voltemos no tempo.
Por questões de segurança não posso revelar a cidade onde os fatos ocorreram, o máximo que posso dizer, é que se passou numa grande cidade do nordeste.
Eu e Ricardo somos protestantes, de famílias protestantes, sempre fomos bastante assíduos na igreja, participando dos vários eventos desde jovens. Para ter uma idéia nos conhecemos e 2 anos depois nos casamos, casei-me virgem aos 27 anos. Ricardo não era mais virgem, tinha 30 anos e várias namoradas no currículo, e era um belo homem, gentil, atleta e muito carinhoso, não demorei a perceber que ele era o homem da minha vida.
Eu era professora de duas escolas privadas, e Ricardo, depois de trabalhar em algumas empresas, passou a trabalhar na igreja que passamos a freqüentar pouco depois de nos conhecermos. Ele era responsável pela administração do patrimônio da igreja, que ficava em um bairro da cidade. Tínhamos uma boa situação financeira e éramos bem entrosados na comunidade.
O Pastor principal da igreja tinha um apreço por nós e realizou nosso casamento, ele estava em idade avançada e deixaria a chefia da igreja para o então 2º pastor em breve. Pastor Daniel sofria alguns problemas de saúde e muitos já o aconselhavam a afastar-se da obra do Senhor gradativamente. Pastor Alex estava com 58 anos e iria assumir o lugar de Daniel, embora também já estivesse com idade avançada, mas era quase 10 anos mais novo e gozava de boa saúde. Nunca fui muito próxima de Pastor Alex, algo em mim dizia que ele não era confiável, mas nunca comentei nada com ninguém, até porque ele era bem quisto por muitos.
Quando ainda éramos noivos, eu e Ricardo fomos apresentados a ele e notei que ao me abraçar, ele dedicou atenção demais, mas não dei maior atenção ao fato. Ele fora responsável pela contratação de Ricardo, gostou do currículo dele em empresas bem conceituadas e o convidou para trabalhar na igreja. Pastor Daniel também achara ótimo e até deu uma apressada no nosso casório. Casei-me com Ricardo aos 27 anos, ele já trabalhava há 1 ano na igreja e decidimos não ter filhos pelo menos nos primeiros 5 anos.
Tudo começou a mudar exatamente após 1 ano de casados, Pastor Alex assumiu a igreja e Pastor Daniel afastou-se para tratar de alguns problemas de saúde, eu passei a ajudar em algumas coisas na igreja, sobretudo no relacionamento com funcionários dos serviços gerais e membros mais necessitados, eu era muito querida por eles e tinha um grande apreço por aquelas pessoas, meus pais sempre me educaram e ensinaram a ser gentil com funcionários na empresa deles e sempre fui conhecida por ser defensora dos pobres e oprimidos.
Passei a freqüentar a igreja duas vezes durante a semana, para ajudar na administração, nesses dias era bem corrido pra mim, pois tinha aulas para dar. Nossa vida de casados ia muito bem, tínhamos relações sexuais regularmente e eu não tinha do que reclamar da performance de Ricardo, mas ao mesmo tempo em que passei a ir com mais freqüência ao templo, comecei a ter mais contato com o agora Pastor principal Alex.. Ele era sempre atencioso com as pessoas, mas eu sempre notava um sorriso meio malicioso quando ele me via, eu estava com 28 anos e era uma mulher muito atraente, com um corpo bonito e com um rosto que sempre chamou atenção dos homens, eu e Ricardo éramos considerados o casal mais belo da igreja, algumas pessoas brincavam com isso. O fato de ser loira natural e com olhos verdes só aguçava ainda mais os homens. Uma amiga minha sempre falava que eu era muito sacana de ter um ?material? de primeira e nunca ter dado pra ninguém, que aquilo era um desperdício, depois caiamos no riso ao lembrar de alguns caras que ficavam loucos ao saberem que eu era virgem, e de fato entendo, virgem aos 27 anos, sendo atraente, é difícil e inacreditável. Mas a verdade é que nunca fui tresloucada por sexo, e o fato de desde cedo ser evangélica de uma denominação conservadora, aliada ao fato de sempre mirar os estudos e trabalho, ajudaram nesse ?atraso?.
Certo dia estava na igreja lidando com as compras de materiais junto com o pessoal de serviços gerais, ao termino da reunião fui falar com o responsável pelo setor de compras, quando meu celular toca, era Ricardo avisando que Pastor Alex havia enviado ele a São Paulo, e que estava em casa fazendo as malas, pois era urgente a viagem e que passaria 4 dias fora. Fiquei triste, desde que nos casamos nunca havíamos ficado mais que um dia sem nos ver. Desliguei o celular e vi que na minha direção vinha Pastor Alex, ele estava em perceptível alegria (não sabia eu o porquê) e ao chegar perto de mim abraçou-me, mais uma vez senti algo entranho naquela atitude. Ele me convidou para ir a sua sala, ao entrarmos ele fechou a porta e trancou, achei estranho, mas nada falei. Falou que Ricardo viajou para trazer fundos de uma missão americana e que caso ele conseguisse séria ótimo para a igreja, visto que nos últimos meses a arrecadação estava caindo. Depois de 20 minutos de conversa ele falou que nunca havia nos visitado e que gostaria de ir a minha casa na noite do dia seguinte, disse que adoraria que Ricardo estivesse, mas que poderia ir em outra oportunidade com os dois presentes. Eu falei que era melhor esperar Ricardo voltar, mas ele disse que não se preocupasse que não iria dar trabalho, aceitei com certo receio, não era acostumada a receber um homem sozinha em casa. Ao sair da sala, notei que um dos serventes me olhava com uma certa curiosidade, achei estranho, mas segui meu caminho e fui pra casa.
No dia seguinte sai do colégio por volta das 18 horas e fui pra casa, estava com saudades de Ricardo e ao conversar com ele de tarde pelo telefone, contei do estranho que foi dormir sozinha. Tinha marcado com Pastor Alex às 20 horas, cheguei em casa, jantei rapidamente e depois tomei um bom banho relaxante, pensando em como seria bom uma boa noite de sexo com Ricardo. Sai do banho, coloquei uma roupa de casa e pontualmente Pastor Alex chegou, autorizei a entrada dele no edifício e logo ele entrava no apartamento.
Ele tinha vindo da igreja, disse para sentar-se e perguntei se desejava beber algo, ele respondeu que não e pediu para que eu sentasse. Começou falando que a situação financeira da igreja estava difícil e que pensava em demitir alguns funcionários da limpeza. Perguntei se de fato era necessário demiti-los, ele retrucou secamente que era eles ou Ricardo, tomei um susto e logo ele complementou que tudo dependia de mim, o que me deixou sem palavras. Ele olhava friamente para mim, eu estava ainda meio atordoada e sem nada compreender, apenas perguntei por que dependia de mim. Ele inclinou-se um pouco para frente e disse que se eu fosse dele Ricardo fica no emprego. Foi como um soco no estomago, eu apenas perguntei, como é que é? Ele calmamente disse ou você passa a ser minha amante ou eu demito Ricardo. Eu simplesmente não conseguia acreditar naquilo e perguntei se ele estava de brincadeira, ele retrucou dizendo com ar de cínico que nunca falara tão sério na vida dele.
Eu disse que ele estava louco, que jamais faria isso, ele meio irritado disse que Ricardo já era e que mais duas pessoas da limpeza também iriam pro olho da rua. Eu estava irada e mandei-o a merda, mas ele continuava tranqüilo e disse que não só demitiria Ricardo como já estava com um material pronto que provava o envolvimento do meu marido em desvio de verbas. Aquilo tudo era um turbilhão, eu simplesmente mandei ele sair da minha casa. Pastor Alex concordou, mas ao levantar disse que eu tinha 48 horas para decidir o futuro do meu marido.
Não consegui dormir naquela noite, o que me deixava ainda mais nervosa era se a acusação era verdadeira, no outro dia fui trabalhar a base de remédios, Ricardo só voltaria no dia seguinte ou depois, já perto de largar da escola meu celular tocou, era Ricardo, falei com ele durante uns 10 minutos, mas não tive coragem de tocar no assunto, quando desligou, eu suava frio e fui desperta pelo celular que chamava, ao atender reconheci a voz do Pastor Alex, eu emudeci, estava com medo e bem na defensiva, ele disse que eu tinha até o dia seguinte para responder a ?proposta?, e que eu deveria sinalizar o sim, o que retruquei, como? Ele disse que bastava eu deixar a calcinha que eu estivesse usando em cima da mesa do seu gabinete pastoral, e que a porta estaria aberta. Desligou.
Sai da escola ainda mais atônita, jamais imaginara trair meu marido, ainda mais com um individuo que eu não nutria simpatia. Eu não conseguia pensar, só achava que deveria preservar o meu marido, mas logo na minha mente a questão, e se fosse verdade? Eu poderia viver com meu trabalho, sempre visei minha independência financeira, mas eu sempre tive o defeito de me apegar fácil e ainda por cima pensava no escândalo que seria, mesmo assim eu estava quase me decidindo em não aceitar a chantagem, fui dormir.
Na manhã seguinte eu acordei e logo me veio a mente que aquele era o dia, ao sair da escola eu passaria na igreja para ver algumas coisas com o pessoal a limpeza e responder ao chantageador. Na hora do almoço, eu recebo um telefonema de Ricardo avisava que iria chegar na manhã seguinte, quase ao mesmo tempo Pastor Alex liga. Eu estava mais confiante e disse a ele que estava disposta a encarar o escândalo, mas que não iria aceitar a chantagem. Ele sem alterar disse que antevira a jogada e me disse que meu nome estava na lista dos que ele iria entregar, eu enlouqueci e o chamei de mentiroso, ele retrucou que quem iria acreditar na mulher de um ladrãozinho e rispidamente falou que queria minha calcinha às 19 horas em cima de sua mesa.
A convicção com que o filho da puta falava me convencia da culpa de Ricardo, mas ele tinha razão se meu nome fosse envolvido, seria difícil alguém acreditar. A historia era absurda, mas eu não tinha cabeça para contestar. A tarde eu tinha apenas uma aula, por volta das 16 horas, eu larguei e sentei numa lanchonete, onde fiquei mais de uma hora pensando no que fazer. Depois de muito pensar me dirigi a igreja. Eu já tinha decidido.
Na igreja, eu me reuni com o pessoal da limpeza e lhes comuniquei que teria de deixá-los, pois não teria mais como conciliar o tempo, visto que aumentaram minhas turmas em uma das escolas. Eles lamentaram bastante, o que me deixou até emocionada, A decisão surpreendeu a todos, mas entenderam a situação que eu estava, não faltava na igreja gente habilitada para ocupar meu posto. Eu sai da sala e olhei a hora, eram quase 19 horas, andei para o lance de escadas que levavam ao 1º andar, subi as escadas e segui no corredor, era sexta feira e quase ninguém estava no prédio, parei na frente de uma sala, percebi a porta entreaberta, antes de entrar olhei para ver se vinha alguém, entrei. Na sala havia apenas a luz de uma lamparina de mesa iluminando a sala, parei em frente a mesa e levantei a saia, tirei minha calcinha e a coloquei em cima da mesa, me ajeitei e sai da sala, bati a porta e uma placa com o nome PASTOR ALEX caiu, abaixei e peguei ela, e coloquei no lugar. Fui para casa, tomei um bom banho, estava cinicamente tranqüila, por volta das 22 horas recebi uma mensagem no celular, que dizia apenas: AGUARDE MINHAS INSTRUÇÕES. Apaguei e fui dormir.
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Quase um mês depois, eu estava na hora do almoço quando Pastor Alex me liga, me passou um endereço que ficava em uma cidade vizinha, percebi que era um apartamento, e me disse para levar roupa de dormir. Perguntei sobre Ricardo e ele me respondeu que já tinha resolvido isso, marcou o encontro para dali a dois dias, numa sexta feira. Cheguei em casa e Ricardo me avisou que iria passar o final de semana fora, não pude deixar de achar aquilo meio cômico.
A sexta feira chegou. Passei o dia com um misto de nervosismo e de ansiedade, tudo aquilo ainda era como se a ficha não tivesse caído, ao terminar minha ultima aula, fui direto para casa, tomei banho e me vesti para o ?encontro?, eu estava na ?defensiva?, coloquei uma calça jeans e uma blusa, além de tênis, quase que cobrindo meu corpo todo. Avisei ao porteiro que não dormiria em casa, peguei minha bolsa e fechei a porta. Da minha casa até o local dava uns vinte minutos, eram quase 20 horas.
Demorei um pouco para achar o local, visto que ficava em uma rua pouco movimentada, o prédio era pequeno, de dois andares, o porteiro parecia estar ciente da minha visita e fez sinal para que colocasse o carro na garagem, ao entrar percebi o carro do Pastor Alex, sai e o porteiro me disse que ele estava a minha espera e que morava no último andar. O prédio tinha apenas o primeiro andar, que o porteiro morava e o segundo com cobertura era o do Pastor Alex, subi e percebi que era apenas um por andar, um prédio bem estranho.
Parei em frente da porta e antes de tocar a campainha, respirei fundo, ao passar por aquela porta minha vida nunca mais seria a mesma, tomei coragem e apertei, não demorou e Pastor Alex abria a porta e me convidava a entrar. O apartamento era bastante espaçoso e bem mobiliado e aparelhado, me perguntei quanto não foi desviado para aquilo. Eu não tinha iniciativa, mas o anfitrião logo se servia de uma dose de whisky, ele estava vestido apenas com um roupão de saída de banho, desde que entrara no apartamento ainda não tinha falado nada, algo me dizia que tudo aquilo poderia acabar com uma boa conversa, antes que eu pensasse em dizer algo, ele logo perguntou, está pronta? Eu respondi perguntando, pronta para que? Ele disse para o prazer, o filho da puta falava com classe e arrogância. Eu perguntei se aquilo era mesmo sério, ele assentiu com a cabeça que sim. Ele disse que minha vestimenta não era apropriada e que caprichasse mais nas próximas vezes, aquilo era uma provocação insuportável para mim, nem tinha começado e já falava nas próximas vezes. Após tomar outro gole do whisky, ele disse que cinicamente que era sempre um prazer enorme fazer amor com a mulher do próximo e deu uma risada ainda mais irritante.
Ele terminou a dose e apontou um corredor, pegou minha mão e foi me levando para um quarto. Ao entrar percebi que era bastante amplo e com uma suíte, havia uma cama enorme do estilo cama box e havia um exaustor jogando um vento refrescante no quarto. Pastor Alex andava cinicamente e com ar de vitorioso pelo quarto, fechou as cortinas da janela e trancou a porta do quarto, virou para mim e disse estar tudo pronto, apagou a luz e logo acendeu-se uma luz tênue que deixava o ambiente aconchegante.
Eu continuava quieta, mas ele logo me mandou tirar o tênis e as meias, fiz sem demora, eu estava derrotada e o jeito era aceitar servir de butim para aquele filho da puta. Ato seguinte me mandou tirar a calça, desabotoei e desci o zíper e logo a calaça estava nos meus calcanhares, ele me dissera para colocar o que já tinha tirado numa cômoda atrás de mim, e logo me mandou aproximar-se dele, me segurou e beijou rapidamente meus lábios, o toque dele era de quem sabia o que estava fazendo, o ambiente era agradável, onírico, ele sabia criar um clima. Em seguida ele segurou minha blusa abaixo da barriga e foi subindo até tirar ela por cima de minha cabeça, estava de calcinha e sutiã na frente dele. Ele admirava meu corpo como que maravilhado com sua conquista, passava as mãos suavemente por minhas costas, seu toque era mágico e eu odiava reconhecer, num ato rápido e ao mesmo tempo sutil, ele soltou meu sutiã que ficou preso apenas pelos meus seios, sendo cortês ele me deu uma pequena puxada e os meus seios ficaram expostos, ele contemplou-os e podia ver seu olhar de lascívia. Eu tinha quase que inveja dos meus seios, eram de tamanho medianos, firmes e com bicos rosados, quase que feitos a mão de um excelente desenhista. Ricardo era louco por eles e sempre dedicava muita atenção aos mesmos. Pastor Alex me puxou para junto delee começou a dar alguns beijos em meu pescoço, meus seios se chocaram com o tecido do roupão, dando uma sensação agradável, de repente ele me separou e mandou que me ajoelha-se, soltou o cordão que segurava o roupão e rapidamente livrou-se dele, ficando nu por inteiro.
Ele parecia alternar momentos de ternura com momentos em que deixava claro quem mandava. Seu pênis estava flácido e a alguns centímetros de meu rosto, ele nem precisou mandar, segurei o membro e puxei a pele que cobria a glande, revelando uma cabeça rosada e bem limpa, um filme da minha vida se passou naqueles instantes, comecei a dar pequenas lambidas na glande, não tinha coragem de olhar para cima, coloquei metade do pau dele na boca, ele suspirou. Eu estava com uma certa experiência, pois Ricardo nada deixava a desejar e sempre experimentamos no sexo. Minha boca estava um pouco seca, é difícil fazer um oral sem a devida vontade, eu buscava saliva e chupava certa cadência. Um homem de quase 60 anos não se excita facilmente, demorou uns cinco minutos até notar seu pênis endurecer, aquilo era deveras humilhante e me aliviei quando ele me puxou para cima e me beijou na boca, sem muita demora seu membro roçava na minha barriga, ele me afastou e disse para deitar na cama.
Ao deitar pude perceber o gostoso que era aquilo, bastante confortável e espaçosa. Pastor Alex aproximou-se e com as duas mãos foi tirando lentamente minha calcinha e não escondendo sua excitação ao perceber meus pêlos bem depilados e loiros, ele soltou um... Filho da puta sortudo esse Ricardo!!! aquilo me trouxe a tona a figura de meu marido, longe, sem imaginar sua fiel, e nunca tocada por outro homem, esposa, naquela situação. Subiu na cama e deitou-se ao meu lado, comecei a perceber o quão conservado era aquele crápula, ele me beijou, dessa vez mais demorado, introduziu sua língua com volúpia em minha boca e começou a acariciar meus seios, desceu sua boca pelo meu pescoço e foi descendo até começar a dar pequenas lambidas em meus mamilos eu começava a me excitar, e os bicos endureciam a medida que ele ia manipulando-os. Começou a sugar um seio e logo passava para o outro, não dava para esconder mais, nem ficar indiferente, eu era refém.
Demorou bastante no carinho aos meus seios, incrível era sua paciência, que me irritava ainda mais, eu estava em luta, minha mente queria dar o fora, mas meu corpo cada vez mais pedia aquele homem. Voltou a beijar minha boca e com a língua apontou meu mamilos duríssimos como que mostrando sua vitoria. De repente ele parou de me tocar e ficou me olhando, eu demorei a entender que ele queria minha iniciativa, e disse que se quisesse podíamos parar por ali, era a vitoria final dele, meu corpo estava a mil, minha vagina umedecida, meus pêlos eriçados, olhei para ele e disse foda-se!!! me ergui e tomei seu pau em minhas mãos e voltei a chupá-lo, ele apenas riu e suspirou, chupei com vontade, mas sem olhar para ele, não demorei e ao perceber que ele estava duríssimo, me deitei de barriga para cima, ele rapidamente ergueu-se e ajoelhou-se em frente de minhas pernas, abriu elas um pouco e colocou-se entre ambas, deitou-se sobre mim e beijou-me calorosamente, eu sentia seu pênis roçando nos meus pêlos pubianos, ele ergueu-se e eu olhava com as mãos segurando o travesseiro, ele apontou sua rola na entrada e ficou roçando, eram milímetros que separavam a consumação, ele soltou a mão e ao tentar entrar a rola escapou esfregando-se contra meu clitóris e aparecendo sobre meu Monte de Vênus, talvez fosse o único momento de descontrole dele, eu assistia com extrema ansiedade, segurou seu pau e sem pestanejar colocou a glande dentro de minha vagina, agora eu que suspirei, ele deixou seu corpo cair e foi introduzindo o restante, a sensação era indescritível, a rola entrava sem resistência, minha xoxota encharcada engolia sem problemas aquele caralho. Ele logo começou o vai e vem, mostrando um excelente desempenho, logo achou um ritmo adequado para ambos, eu alisava suas costas e não tinha mais oposições a situação
O barulho e o odor do sexo espalhavam-se pelo quarto, não havia hora nem dia, apenas o prazer prometido por ele, eu abri mais as pernas para recebê-lo melhor, algumas vezes ele diminuía o ritmo e chupava meus seios e logo voltava a bombar com vigor, eu olhava admirada aquele senhor, depois de um tempo que parecia ser eterno, senti que suas estocadas eram mais fortes e logo percebi seu pau latejando e ele começou a derramar seu sêmen no meu canal vaginal, eu estava tomando pílulas e fiquei sem maiores preocupações. Ele tirou o pau da minha xoxota e deitou-se ao meu lado, o membro já flácido, eu parecia voltar ao normal e um turbilhão de sentimentos me deixavam aflita, tinha minha vagina encharcada do esperma de outro homem, havia traído meu marido e aquela não seria a ultima vez, ele disse que eu fui excelente e que não esquecesse que seria sua amante. Dormimos.
No dia seguinte ao acordar, eu só pensava em ir para casa, Pastor Alex me ofereceu um café da manhã, mas eu recusei, me vesti e mal me despedi. Cheguei em casa e fui logo tomar banho e apagar as marcas do pecado, eu tinha suor, saliva e esperma daquele homem em meu corpo. Tomei um banho bem demorado, fiquei impressionada pela quantidade de esperma, a noite minha calcinha ainda apresentava restos que saia da minha vagina. Deitei na cama e chorei bastante, tudo que eu acreditava estava sendo desfeito, mas ao mesmo tempo me senti de certa forma excitada, quando lembrava que faria aquilo novamente.
Conforme ele queria, viramos amantes, durou por volta de um ano, transamos dezenas de vezes, levava uma vida plena sexualmente com dois bons amantes. Numa dessas vezes ele me ligou e disse para ir com roupa de banho, achei estranho, achei que me levaria para uma praia ou clube. Coloquei um biquíni, pouco ousado, e vesti uma saia e uma blusa, calcei sandálias de dedo e fui ao encontro. Ao entrar no apartamento, ele me recebeu com um beijo na boca, notei que estava com um calção de banho, me pegou pela mão e subimos as escadas para a cobertura, onde nunca tinha me levado.
A cobertura tinha uma piscina pequena, fiquei ainda mais impressionada. Estava quente e a idéia era ótima, a piscina era quase coberta, o que dava uma certa privacidade. Pastor Alex sentou-se em uma cadeira de madeira e disse para eu me despir. Coloquei minha bolsa em uma mesa e tirei a blusa e depois a saia, e logo estava exibindo meu corpo para ele, que elogiou o biquíni, pediu para que sentasse na cadeira ao lado da dele, e começou a conversar sobre artes e Historia como sempre fazia. Ricardo estava mais uma vez em viagem, e teríamos todo o sábado pela frente, entrei na piscina para me refrescar um pouco, estava deliciosa a água, a profundidade era baixa, a água batia no meio da minha barriga, ele não demorou a entrar, mergulhou e percebi como ele era bem cuidado para um homem sessentão, pouca barriga, peitos firmes, e um excelente vigor físico, como eu já provara várias vezes. Se pau era um pouco menor do que o de Ricardo, creio que devia medir uns 18 cm e era meio curvado para cima, as vezes me pegava comparando os dois e nunca conseguia achar um deles com melhor performance. Eu mesmo depois de uns cinco meses trepando com Pastor Alex, ainda o detestava e quanto mais ele me satisfazia, mas aumentava meu ódio.
Aproximou-se e me abraçou dentro da piscina, e logo me deu um beijo demorado, ele tinha um controle muito alto, nunca se afobava. Desamarrou a parte de cima do meu biquíni e logo começou a acariciar meus mamilos, com a água eu não demorei a achar aquilo maravilhoso, manipulava meus bicos com a habilidade de sempre, afastou-se e saiu da piscina e me pediu para sair, era por volta das onze da manhã e já íamos nós. Sai da piscina e ele me abraçou novamente, me beijou rapidamente e no seu olhar eu já entendi que ele queria ser chupado. Em poucos meses nós já tínhamos um certo entrosamento.
Deitou-se na cadeira e foi tirando o calção, seu pau estava meia bomba, a cadeira não tinha encosto para os braços, o que facilitava as coisas, ajoelhei do lado da cadeira, e me coloquei sobre sua pélvis, segurei o seu pau e coloquei metade na boca, estava inspirada e comecei a sugar, chupar, lamber com muito gosto, eu odiava ter prazer naquilo, soltava a mente e seguia meus instintos, meus cabelos prendiam no saco dele, amarrei com o pau na boca e voltei a punhetá-lo, examinava cada centímetro daquele mastro, que já duro começava a vibrar, ele acariciava meus seios que estavam soltos e as vezes roçavam nele, chupei mais alguns minutos, então me levantei e tirei a parte de baixo do biquíni, meus pelinhos loirinhos deixavam sempre ele louco, como quem monta numa moto, passei a perna por cima dele e sentei, segurei o caralho e coloquei na entrada da minha xoxota e fui descendo, quando entrou tudo, me ergui e comecei a rebolar, acostumando minha xota com o membro dentro, logo comecei a subir e descer, o barulho do choque dos nossos corpos era alto, eu cavalgava, ora rebolava, Pastor Alex passou a acariciar meus seios, era demais, uma cena deveras luxuriosa. Algumas vezes eu me aproximava e ele sugava meus peitos, aumentei o ritmo, estava ficando louca, ele me dava uns tapas nas minhas nádegas e gemia, comecei a derramar cada vez mais meus líquidos em sua rola. As vezes tirava ele de dentro e percebia que a glande estava bem avermelhada pela penetração, ele tinha um ótimo controle da ejaculação, ficamos uns vinte e cinco minutos, até que ele segurou minha cintura e logo senti que ele ia gozar, deu urros e mais urros, eu não parava, procurando ordenhar até a ultima gota da sua porra. Fiquei em cima dele um pouco e o pau foi saindo, mole, e em seguida uma cachoeira de porra caiu em cima dele, me levantei com as pernas ainda bambas e fui ao banheiro.
Depois de almoçarmos, ele foi dormir e fiquei sozinha tentando pegar um pouco de sol que restava naquela tarde, estava com o biquíni de volta e aproveitei para ler um livro para dar aula. Quando eu estava absorta em meus pensamentos, por volta das 16 horas ele acordou. Eu sabia que transariamos de novo, era um misto de alegria e ódio, ele parecia estar sempre com vontade, talvez ficasse umas duas semanas sem sexo e isso devia explicar a quantidade sempre monstra de sêmen que expelia.
Terminei a leitura, me espreguicei e desci as escadas e logo o vi de roupão e tomando uma dose de whisky, seu olhar já me dizia o que se seguiria, tomei um copo d?água e fui para o quarto, tirei o biquíni, ele logo entrou e foi tirando o roupão, me pegou pela mão e fomos para o quarto do lado, onde havia alguns equipamentos como esteiras e bicicletas ergométricas, perto da janela havia um armário enorme em comprimento mas baixo, ele me deitou com a barriga para baixo e fez minha bunda ficar empinada, não sou muito bunduda mas aquela posição devia ser deslumbrante, encostou em mim por trás, e logo me penetrou, confesso que era meio humilhante e ao mesmo tempo excitante. Apoiou as mãos em minha cintura e começou a bombar, ao levantar a cabeça eu via a rua pela janela, e podíamos ser vistos por alguém de um prédio mais alto, era excitante ver pessoas passando pela rua enquanto era fodida. Suas investidas vibravam todo meu corpo, ele metia com a volúpia de sempre, de repente ele parou e tirou o pau de dentro de mim, e pegou um colchão meio sujo e jogou no chão, mandou eu ficar de quatro em cima do colchão, logo atendi a ordem, ele logo se colocou na posição e voltou a enfiar o pau em mim. Ficou segurando minhas ancas e penetrando, às vezes parava e eu jogava meu quadris de encontro a ele, o que deixava ele louco, dessa vez foi rápido e gozou em menos de quinze minutos, me levantei e fui me lavar, começava a me irritar com aquele habito de sempre terminar dentro de mim, nem Ricardo fazia isso sempre.
Jantamos e ele disse que dormiríamos juntos, não havia maiores problemas, o único era acordar ao lado dele. Não havia trazido roupas, jantei com a blusa e a saia, antes tomei um demorado banho, assisti alguma coisa na TV e por volta das 23 horas fui pro quarto, o pior era ter que dormir nua, ele como sempre estava com o roupão e achei que depois de termos trepado duas vezes ele estaria cansado, ledo engano. Ele estava visivelmente bêbado devido as muitas doses. Tirou o roupão e deitou-se ao meu lado, eu estava cansada e queria relaxar, ele começou a me beijar, pensei em punhetá-lo até gozar, mas esqueci que homens bêbados geralmente demoram muito a gozar.
Ele beijava meu pescoço, enquanto eu masturbava ele, seu pênis não demorou a ficar ereto, fiquei impressionada, ele ergueu-se e dirigiu-se ao meio das minhas pernas, abriu elas e começou a me chupar, dava linguadas na entrada e logo passou a concentrar-se no meu clitóris, nem preciso dizer que o fazia com muita habilidade, comecei a ter vontade de dar para ele de novo, nunca havíamos feito três vezes num dia. Ele sugava com maestria e logo introduziu um dedo na minha xoxota, buscando uma dupla estimulação, ele enfiava o dedo num ritmo cadenciado com a língua no clitóris, aqueles pêlos que tanto o excitavam esatavam molhados por sua saliva, eu me contorcia e alisava sua cabeça, ele seguia concentrado sugando meus fluidos, eu já estava a ponto de pedir que me penetrasse logo, foram por volta de vinte minutos de sexo oral.
Levantou-se com o pau duro, eu logo me aproximei da beira da cama e comecei a chupá-lo tentando retribuir o prazer, eu adorava aquele caralho como uma espécie de totem, beijava, lambia, sugava, passava minha língua no buraquinho da uretra, o que deixava ele maluco, comecei a olhar para ele como nunca tinha feito, aquele era meu ultimo pudor sendo quebrado. Ele em pé ria e gemia com sua putinha loirinha, sempre desejara me possuir e estava fazendo mais do que isso, era quase meu dono. Ele tirou o pau da minha boca e mandou eu me deitar, veio por cima e dobrando uma de minhas pernas, deixou nosso sexos juntos, enfiou pela enésima vez seu pau duro em minha buceta e começou a meter, ele de joelhos segurava minhas pernas e entrava e saia ao seu gosto, estava claro que aquela era a trepada dele, pouco se importava comigo, eu não ligava, me ergui um pouco e fiquei vendo aquele rola entrando e saindo, a cabecinha rosada brilhosa, quase saia tudo e rapidamente voltava para dentro, aquilo me completava, ele metia e meus peitos balançavam quase que como numa dança.
Arqueou o corpo e sem tirar continuou a penetração de forma mais profunda, estava de braços abertos por cima de mim e metia violentamente, eu estava alucinada e pela primeira vez tinha um orgasmo com ele, as ondas vinham, eu estava eu estava tendo quase que uma epifania com aquele homem, ele socava fundo, ele estava em êxtase, pois tinha vencido de uma vez por todas ao me fazer gozar com seu pau. Ele parou um pouco e foi deitando sobre mim, num profético papai e mamãe, eu alisava suas costas, beijava sua boca, ele não parava com sua rola entrando e saindo, foram mais de quarenta minutos de penetração, eu já sentia alguma dor quando ele me abraçou forte e senti os esparmos de seu membros e logo ele derramava seu leite em minha concha, abracei ele falando em seu ouvido... goza! goza! goza!
Ficamos abraçados durante alguns minutos, depois de duas gozadas, ele tinha pouco esperma, não me levantei, queria ficar com seu esperma em minha vagina, dormimos abraçados pela primeira vez.
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Alguns meses se passaram, continuava sendo a amante dele, eu já estava tomando pílulas há quase dois anos e meu médico aconselhou que desse um tempo e então volta-se a tomar, fiquei bem preocupada, pois tinha dois homens para segurar, e não estava querendo filhos ainda. Conversei com Ricardo e disse a ele que passaria uns dois meses sem tomar pílulas e que ele teria de usar camisinha durante esse tempo, ele ficou meio contrariado, mas entendeu. Meu problema seria convencer o outro.
Durante o período, eu e Ricardo fizemos sexo com camisinha, excetuando umas poucas vezes em que usávamos de outros expedientes, uma vez ele terminou dentro, o que me fez ficar irritada com ele. Por volta de um mês não tive não tive encontros com Pastor Alex, o que me deixava tranqüila. Voltei ao médico e ele disse que mais duas semanas e eu deveria voltar a tomar minhas pílulas. Alguns dias se passaram e num determinado dia, durante a hora do almoço, recebo uma ligação de Pastor Alex marcando um encontro para dali a dois dias, era um dia comum de semana e eu teria aulas para ministrar, gelei, tentei argumentar, mas ele não arredou pé, essa postura de mandão dele me irritava, eu iria voltar ao médico na semana seguinte e então ele me receitaria um novo remédio, eu não sabia o que fazer, não ia abrir minha intimidade assim ao calhorda, então eu fui com a cara e a coragem. O que eu achei bastante estranho era aquela repentina chamada, não parecia com o homem sempre organizado, ele não mandou Ricardo viajar, e alias há uns três meses Ricardo não saia do estado.
Liguei para a escola de manhã e disse que estava com um familiar passando mal e que não poderia dar aula naquela manhã, a direção da escola entendeu, sempre fui ótima funcionária, e então segui para o encontro. Subi e Pastor Alex logo disse para irmos para a piscina, pensei em falar com ele sobre ?meu problema?, mas não tive coragem, quando estava com ele, eu pouco falava, encarnava bem o papel da submissa. Eu não imaginava tomar banho de piscina aquela manhã, e obviamente não trouxe biquíni, disse a ele, o que respondeu dizendo que podia tomar banho nua, me enchi de ódio quando ele disse que já tínhamos mais do que intimidade e então não seria problema. Tirei minha roupa com cuidado, pois era com ela que iria para a escola de tarde, se meu dono deixasse é claro.
Estava mais uma vez nua na frente dele, algo estava estranho naquele dia, ele tinha uma expressão de confiança e superioridade no rosto, eu não estava nenhum pouco a vontade naquele momento. Ele colocou uma espécie de colchão bem fino, porem bem largo sobre o piso, tirou o pijama e disse para eu deitar e sem muita cerimônia veio por cima, já estava com o pau duro e começou a roçar na minha xoxota, eu não estava pronta ainda e disse a ele, mas ele logo introduziu um dedo em mim, e me masturbou com a habilidade de sempre, eu notava ele ansioso, ao notar que estava começando a ficar lubrificada, ele sem demora me penetrou, senti um pouco de dor, mas logo passou, ele estava concentrado, eu sem muito estimulo, achou sua cadência e seguiu no mete e tira, estava muito excitado, talvez pela manhã, e bombava com muito vigor, com uns quinze minutos, o que eu mais temia aconteceu, ele gozou a cachoeira de porra de sempre, seu rosto era uma alegria só, derramou as últimas gotas de sua semente e tirou o pau de dentro de mim. Levantou-se e disse que eu estava liberada, corri para o banheiro para tentar tirar o máximo possível de esperma, após alguns minutos me vesti e fui pra escola com a cabeça a mil.
Nos encontramos em mais umas duas oportunidades, a magia e a química entre nós dois parecia não funcionar mais, então abruptamente cessaram nossos encontros, Ricardo andava nervoso ultimamente e depois de um tempo me disse que estava num esquema chefiado pelo Pastor Alex de desvio de dinheiro da igreja, nossa vida material ia cada vez melhor, eu estava muito abalada com aquilo tudo, chorei bastante, e ainda mais ao descobrir que toda a chantagem fora um blefe e que eu havia sido muito ingênua, nos mudamos para outra cidade não muito distante para abafar os escândalos que poderiam estar por vim, virei uma pessoa incrédula e que levava uma vida religiosa de aparência, depois de alguns meses recebi uma proposta para trabalhar em um grande colégio em outro estado, graças a um amigo, e desde então não tenho mais contato com Pastor Alex, levei um tempo para ter coragem de contar isso.
Hoje vivo bem, Ricardo voltou ao mudo empresarial, levamos uma vida confortável, estou grávida de seis meses, será nossa primeira filha, mas será minha segunda, Alessia tem quase três anos e me dá algum trabalho, digo minha, pois o pai dela vocês devem saber quem é.

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Comentários


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legolasdr Comentou em 18/11/2015

Esse "pastor" foi um verdadeiro canalha, um fdp, essa foi a primeira história que não me excitei, ao contrário, senti nojo desse cara! Se fosse a minha esposa sendo chantagiada, eu mataria ele!

foto perfil usuario boxboxbox

boxboxbox Comentou em 04/11/2015

Adorei o seu conto. Muito bom. Votei




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Ficha do conto

Foto Perfil thataradinharj
tharada

Nome do conto:
Amante do pastor

Codigo do conto:
73514

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/11/2015

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
0


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