troca troca com o mendigo


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Tarde dessas estava de folga em casa assistindo TV quando um senhor, um mendigo, chamou ao portão, fui lá do jeito que estava, só de cueca samba-canção, como costumo ficar em casa sempre; não estou na minha melhor forma, mas ainda estou bem, pelo menos para o mendigo que me chamou, me secou de cima a baixo, principalmente em baixo porque enquanto pedia, via os olhos teimosamente mirando pra lá, como não tenho o pau pequeno, e nem fino (longe disso), então o formato no shortinho deve ter chamado atenção.
“Bom dia senhor, tô sem comer tem tempo, tô passando aqui pra pedir se alguém pode me dar uns centavinhos pra inteirar no meu almoço de hoje?”
“Acho que tenho, peraí…” Me dirigi ao meu quarto pra ver se tinha algo.
Achei setenta e cinco centavos que estavam em cima da mesa, peguei as moedas e voltei, agia naturalmente, mas sabia que o velho tava, no mínimo, interessado em mim, haha. Como percebi isso, tentei fazer com que meu pau balançasse mais na volta, desci um pouco mais a cueca e fiquei reparando no olhar do mendigo. Um pouco mais perto vi que ele estava vidrado na samba-canção. Como agia normalmente com ele, assim mantive, mas decidi arriscar uma puxada de conversa, abri um sorrisinho.
“A próxima casa que pedires, separa pra comida, essa é da buchudinha” Ele riu
“A da buchuda tá separada patrão”
O mendigo não era o cúmulo da feiúra, algumas coisas realmente não ajudavam, ao sorrir vi que faltavam-lhe uns dois ou três dentes e a pele era bem morena e enrugada, evidente pela lida no sol, provavelmente devia ter uma pele clara; o resto eram os maltratos da vida que tinha, o cabelo parecia ter sido cortado, mas já estava grande, cabeça, sombrancelhas (com uns fios grandes não aparados) e barba (densa, mas ainda pequena e crescendo) eram todos prateados; no pescoço pelos brancos saindo da camisa que vestia e seu braço cheio de pêlos com os fios da mesma cor denotavam que era bem peludo; magro, mas indicava que tinha um corpo definido pelo braços magros, mas torneados; fedia como os mendigos costumam feder, isso me repelia dele, mas a curiosidade era imensa. Vestia uma camisa da seleção de futebol, bermuda e chinelos de dedo. Se tivesse um trato e ignorasse os dentes, era um coroa bem comível.
“Tá certo” disse, mas não desisti “pena não ter uma aqui, aí sim te ajudava na comida, passavas o da buchudinha pra comida”
“Opa, o senhor compra pra mim e eu já passo”
“Espera?”
“Espero, patrão!” Saí e fui ao meu quarto, peguei dez reais na carteira.
Na volta, ainda de longe, quando ele pode me ver, meti o dedão por dentro da cueca como que coçando o pau, não mostrei nada além dos pentelhos, mas vi que ele gostou quando foi levando a mão ao pau, mas tirou assim que tirei o dedo da cueca e cheguei.
“Quanto é uma?”
“Uns três”
“Toma, compra três então, me passa uma e tu fica com duas”
“Tá” e saiu apressado
Esperei na porta por uns dois minutos e achei que ele não ia voltar, sentei no sofá pra voltar à TV, quando mais dois minutos ele volta.
“Senhor!”
“Oi?”
“Táqui ó” havia trazido apenas duas garrafas
“Só deu duas?” estava surpreso, pensei que não voltaria
“É que alí é quatro, taqui o troco” estendeu a mão pra devolver
“Fica, tás precisando mais” ele deu uma olhada pra mim e riu, como que agradeçendo e ofereceu uma das duas garrafas
“Táqui ó, patrão”
“Queria que tu tivesse duas, pra não ficar perdendo a grana da comida, pode ficar”
“Quer rachar comigo essa?” tomei um susto, porque vi aí uma oportunidade de me aproveitar do mendigo, não sabia como faria, mas sabia que queria.
“Mas a gente toma onde?”
“Pode, tomar aqui na frente memo, bora…”
Ora, estava só em casa, era sábado e ficaria o fim de semana todo só, poderia fazer o mendigo entrar e ninguém em casa chiaria, mas não sabia se o velho era perigoso.
“Mas não vais fazer algo ruim comigo? Assaltar? Bater?”
“Não, não, não sou assim, patrão, só bebo, como e durmo, já temo de beber, se me arranjar uma comida, tá tudo certo”
Olhei bem pra ele, percebeu que tava sondando ele, sorriu, os dentes faltando, era engraçado, até deu vontade de rir, mas estava nervoso, estava considerando a possibilidade de um mendigo, um estranho, entrar em casa.
“Seguinte, pega mal se os vizinhos me verem bebendo na frente de casa, se tu não fizer merda, tu entras, tomas banho, te arranjo umas roupas, come e a gente bebe aqui dentro”
“Não, não…” dizia ainda pra negar periculosidade
“Tudo bem?”
“Se preocupe não que não sou marginal não” estava sério, mas demonstrado ter gostado da possibilidade de banho e comida.
Abri o portão e o convidei a entrar, atravessou ao pátio e me esperou para entrar na casa apesar da porta aberta, bom sinal. Chamei-o pra casa, pediu licença educadamente e entrou. Estava me controlando pra não tremer de tão nervoso que estava; o conduzi pra cozinha, ficou onde o deixei, essa vulnerabilidade me despertou o tesão, mas tinha vontade de desistir. Mas não o fiz.
Achei que o banho primeiro seria melhor e me daria oportunidade de checar o que queria, hehe, mandei o velho se banhar e deixar a porta aberta pra ver roupa e toalha enquanto se lavava, obedeceu militarmente.
“Sim senhor” Se dirigiu ao banheiro logo, e eu me apressei ao meu quarto e na busca das roupas, toalha peguei a primeira que vi e fui lá, queria entregar pra ele ainda pelado. Como pedi, a porta estava entreaberta. Bato.
“Posso entrar?”
“Pode, pode…”
Então pude vê-lo nú em pêlo, era bem como presumia, mas não tinha pensado no pau dele, mesmo porque, pela roupa dele, não tinha volume nem nada; era mediano e apesar do peito e barriga serem prateados, tinha uma moita de pentelhos mais brancos que pretos, as pernas peludas também mesclavam entre o branco e preto. Deixei as roupas, ele agradeceu, e pra puxar assunto, perguntei dos pentelhos dele.
“Rapaz, tu não aparas essa moita?” meu coração disparado.
“Que?”
“Não quer que apare essa moita aí no meio das tuas pernas?”
“Eu não sei aparar não, moço, nunca aparei…”
“Quer que eu apare?” Meu coração parecia explodir, depois de propor senti que queria não ter proposto, mas estava feito, ele ficou parado como que pensando, levei a proposta em frente e mostrei meus pentelhos “Olha o meu como tá melhor…”, abaixei mostrando meus pentelhos que estavam bem aparados, nada muito raspado, mas nem alto demais, e, claro, o começo do meu pau.
Ele meio que escondeu o pau, como se tivesse ensaboando, talvez era isso, ou afirmando a sacanagem, ou escondendo a vontade.
“Um cara raspando meu saco, sei não…”
"Rapaz, tu não sabes, eu sei, eu faço, tu vês e aprende, vai ser bom que até teu pau vai parecer maior”
“É?”
“Claro! Essa moita esconde demais teu pau, só pra abaixar um pouco” ficou claro que gostou da idéia, mas ainda estava reticente com ela, depois de um silêncio voltei “E olha, se ficares de pau duro, não tem problema, vou tocar numas partes que só nós sabemos que é bom, né?!” Ele riu e vi a brecha se abrir.
“Tá bom, o que eu faço?”
“Espera aí que vou pegar a máquina” Saí rápido, queria começar antes que ele mudasse de idéia, no caminho pensei ter escutado ele falando algo baixo consigo, como se tivesse brigando ou algo assim, nem liguei. Voltei com tudo e já fui entrando no box e ajeitando ele.
“Só ficar quieto e fazer o que eu disser” fiquei de frente pro pau dele, ainda tava meia bomba, mas já dava pra ver bem, não era circuncidado, tinha um prepúcio grande, fazia um biquinho na cabeça, além de ser bem roxo. Adoro pau assim.
Depilei os pentelhos sem tocar nele, só na máquina; quando já estava mais baixo ele mesmo admitiu.
“Olha, tá maior mesmo…”
“Não disse…?” Estava de cócoras, o pau dele de frente pro meu rosto, minhas pernas brilhando de prateado com os pentelhos dele, queria poder abocanhar alí, mas tinha medo, aliás, medo sentia toda hora, era uma loucura que me conduzia. A essa hora só a posição de cócoras me salvava, pois meu pau estava durasso.
Foi então que pedi o sabão pra ele, melei minhas mão e passei no saco pra depilar, ele se assustou, mas obedeceu e ficou quieto, só o pau dele que não, haha, começou a ficar duro e percebi que ele ficou bem constrangido.
“Bem que avisou” disse o mendigo rindo desconcertado
“Normal…” disse a ele sorrindo “Tá maior ainda, agora...” rimos.
Nem olhava pra cara dele, fingi que estava concentrado em terminar com tudo, mas queria que o momento se prolongasse. Limpei bem o pau, passei o dedo por dentro do prepúcio e limpei tudo, senti que gostou por um gemido baixinho que deu; raspei o saco e até o cu consegui; fiquei impressionado que até chuca consegui fazer nele, sob o pretexto de ‘pode ter pêlo que entrou por lá”. Deixei o mendigo bem limpinho. A esse ponto ele percebeu que meu pau também estava duro.
“Tá duro também…” ele disse
“É um trabalho duro…” rimos mais.
Depois pedi pra ele me esperar no banheiro que precisava tomar um banho também, estava cheio de pêlos dele; o velho olhava pra tudo, mas não conseguia deixar de olhar pro meu pau, bom sinal. Eu também tentava agir normal, mas estava nervoso e tinha a impressão de que agia mais nervoso do que estava.
Vesti a mesma cueca, na frente dele, ele tb vestiu o que trouxe, a camisa ficou larga, mas a bermuda serviu bem, estava melhor. Dei uma escova velha e pedi que escovasse os dentes bem, fiz ele escovar até a língua, haha.
Ele esperou onde deixei e preparei um prato bem farto. Enquanto comia contou sua história, era do interior, veio a capital trabalhar, atuou anos como camelô, dormia na barraca dele, conheceu outra camelô e a engravidou, se juntaram e com os problemas de alcoolismo e a filha adolescente, foi para a rua, estava a mais de dez anos, segundo ele; verdade ou não, difícil saber.
Enquanto lavava a louça, falei rapidamente sobre mim e logo estávamos no meu quarto, pedi pra que ficasse a vontade, sentou no sofá-cama e abriu a garrafa, já tomando um gole, sentei ao seu lado, ele me passou a garrafa, tomei um gole e quase cuspi, tossi muito, ele riu.
“Forte, menino”
“Faz tempo que não bebo isso…”
Ele continuou tomando de goles e eu bebericando, meu objetivo era que ele ficasse porre e se soltasse, estava indo bem
Uma buchudinha e meia que tomou praticamente sozinha, ele já estava alto, tive certeza, quando virou com os olhos miúdos e apontou com a cabeça pro computador
“Tem putaria aí?”
“Tem putaria em todo lugar” ele riu alto, era isso mesmo, o momento.
Abri um site de pornô e botei o primeiro vídeo de qualquer cara comendo qualquer mulher, disse pra ele se sentar na cadeira do computador, eu só ia mudando pra ele. Logo o pau endureceu e ele começou a massagear por baixo da bermuda, o coração começou a acelerar de novo, meu pau já crescia e saía por entre uma das pernas da cueca; ele não tirava o olho dos vídeos, fui colocando um atrás do outro.
Uma hora perguntei se ele queria algo em particular.
“Esses caras não gozam dentro, ficam tirando a rola pra gozar…”
“Ok, já sei o que queres…”
Pus uns vídeos de creampie, ele ficou louco com as mulheres soltando gala pela boceta e pelo cu. Começou a massagear mais, pensei que ele poderia gozar a qualquer hora, a respiração começou a ficar arfante; eu acompanhava ele massageando meu pau junto.
“Põe pra fora, pra bateres melhor” ele olhou pro meu pau duro e me olhou nos olhos.
“Tá gostando, né?!” o mendigo estava no clima
“Claro!”
Ele botou pra fora até o saco, levantou a camisa e mostrou a barriga magra e com pelos brancos, e bateu pro vídeo até acabar, não gozou, virou pra mim.
“Quer?”
“Vem cá” e puxei a cadeira pra mim.
Comecei tirando com a língua a pré-porra que transbordava do pau dele que, mesmo duro, ainda ficava coberto com o prepúcio, nesse momento babando bastante; meti a língua entre o prepúcio e a glande dando voltas e voltas, duas, três, quatro; ele estava delirando, devia estar a muito tempo sem saber o que é uma língua dando um trato no pau dele; então engoli tudo, chupei aquela rola como se fosse um sorvete delicioso, a cabeça dele batia na minha garganta e voltava, não era grande, não ficava sem fôlego e podia chupar bem, me alonguei bem no pau dele, dei um trato no saco e no períneo, ele gemia e sussurrava “Isso” sem parar.
Subi para chupar seus mamilos, já duros, e ele adorou, segurou minha cabeça contra o peito dele e batia uma punheta bem devagar, acariciando bem a cabeça dele, passei pro outro mamilo e continuou. Subi mais para beijar o pescoço e levantamos, pude abraça-lo e senti meu corpo contra o corpo peludo dele, magro, mas uma delícia; alí percebi que ele gostou de ser beijado no pescoço, mas não queria beijo, tanto melhor, não queria também.
Puxei para a cama e nos deitamos, ele tratou de fazer logo um sessenta e nove, alí ficamos um bom tempo; pensei que a falta dos dentes ajudaria, mas senti alguns tocando enquanto ele chupava, haha.
Não demorou queria lamber meu cu, mas fui mais rápido, ele ficou paralisado mexendo no pau enquanto eu linguava o cu dele, passei a barba e ele urrou, o cu piscando muito, dei umas mordiscadas em volta antes de realmente lubrificar o cu, enfiando minha língua até onde dava, tinha que comê-lo logo, pois não queria só ser comido, e como dar pra ele não seria problema, minha dúvida era se ele daria o cuzinho pra mim.
Logo me posicionei de conchinha pra tentar um papai e mamãe com ele, sei que meu pau é grosso e tinha que meter devagar, fui procurando o cu dele até ele mesmo me ajudar, bom sinal, ele cuspiu na mão e passou no cu, repetiu com meu pau e começou a me empurrar contra ele, devagar, seu semblante parecia sério; ele botava um pouco e tirava, botava devagar, silvava um gemido e tirava, quando entrou a cabeça ele deixou um tempo, em que fazia careta de dor, e tirou, depois empurrou tudo, ficou parado com cara de dor até parar, depois de um tempo ele mesmo começou a se mexer com meu pau dentro, fiquei curtindo isso até ele pedir.
“Soca” Não precisou pedir de novo.
Comecei a bombar no cu dele que piscava muito quando parava pra pegar fôlego; mudei ele de posição e botei ele deitado de barriga pra cima, eu ainda metendo nele, queria ver o corpo dele e ele punhetando. Sussurrando ele dizia “Vai, mais, isso!”
Socava com força, mas parava logo, estava prestes a gozar e não queria, foi quando ofereci meu cu pra ele, me botei de bruços e ele entendeu logo, foi dando umas linguadas que o queixo barbado dele arranhavam e me fazia revirar os olhos! Sentia meu pau babar na minha barriga, toda melada de pré-porra, puta tesão!
Ele foi mais devagar ainda comigo, mesmo não tendo um pau tão grosso, tirava cuspia e metia devagar, mesmo depois da cabeça ter entrado, logo que sentiu que entrou tudo, começou a socar, lembro do som do quadril dele batendo na minha bunda, um bate-estaca, como era bom! O velho botou a cara na minha nuca, pingando de suor, arfava e gemia baixo, ele começava a feder, como fedia antes, mas não poderia parar por isso, aliás, por nada!
Chegou um ponto que, assim como eu, parava e esperava até bombar um pouco, e parava de novo com uma careta de dor, era ele segurando o gozo.
Tirei ele de cima e deixei ele deitado de barriga pra cima, cheirei o pau dele e não tinha cheiro nenhum, então meti a boca, algo inesperado pra ele que não escondeu a satisfação dando um urro de prazer, o mendigo acariciava minha cabeça enquanto eu subia e descia com a rola dele na minha boca; quando baixei para o cu ele se abriu todo e entendi o que ele queria, mas eu teria antes, levantei ele pra deixar sentado na cama e sentei no seu pau, logo se posicionou pra me comer de frango assado e começou a bombar forte e rápido, descendo de força e velocidade até ficar bem constante; não precisava de mais, logo comecei a gemer e ele entendeu que ia gozar, socou no ritmo anterior, em meio à surra que a virilha dele dava na minha bunda, gozei longe, coisa rara, muito tesão! Chegou no meu pescoço.
O tesão era tanto que meu pau sequer amoleceu, pra felicidade do mendigo, que aproveitou eu deitado de barriga pra cima, meu pau beijando o umbigo, ajeitou o mesmo e sentou em cima, começou a se mexer enquanto batia, meu pau sensível pra caralho eu me contorcia o que deixava ele mais louco, uma hora ele parou e começou a gozar levantando e tirando lentamente meu pau do cu dele, não foi longe como eu, mas gozou muito, melou minha barriga toda.
Ele sentou de lado enquanto eu, deitado, resfolegava da foda. Mas ao olhar o mendigo, veio uma estranha sensação de que ele devia ir embora logo, o que foi confuso porque a foda foi excepcional.
Mas ele, talvez lendo meus pensamentos ou, mais certo, sentindo o mesmo que eu, começou a se arrumar, ainda suado da transa. Eu levantei tentando não sujar muito a cama de porra e indo ao banheiro me lavar, já estava anoitecendo e vi, do banheiro o velho indo até a sala, terminei rápido e fui até ele pra abrir a porta, estava com a roupa que dei, a antiga dobrada debaixo do braço e meia buchudinha no bolso da bermuda, agora volumoso.
Fomos até o portão e depois que atravessou, se virou e agradeceu tudo, de cabeça baixa, mesmo tendo aquela sensação, sabia que passaria, já tive antes, então tratei de tentar convencer ele de voltar.
“Teu cabelo tá grande, se quiser aparar, eu também sei… Só passar aqui e te digo quando der” agradeceu de novo e se foi, na hora achei ótimo, um alívio e tudo correu perfeitamente (entenda-se: não deu merda, haha), mas uns três dias depois já queria que ele voltasse pra dar aquele corte que ofereci, haha.
Foto 1 do Conto erotico: troca troca com o mendigo


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Comentários


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nelson xavier Comentou em 13/04/2015

Delicioso! Já passei por uma situação semelhante

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chup Comentou em 14/03/2015

Delicia de contó, adorei os mendigos Sao o melhor ja comí e comierao meu cuzinho,agora fiquei com muita tesao vou sair,onde sempre Ai mendigos,quero mamar algum votado

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hunter50 Comentou em 13/03/2015

delicia seu conto..tmb curto um mendigo... é mais seguro o sigilo...

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andersom lima Comentou em 13/03/2015

MUITO BOM SEU CONTO;ADORO UM MENDIGO!!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
troca troca com o mendigo

Codigo do conto:
61982

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/03/2015

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
1


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