Uma Família Amorosa - Capítulo VII


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A semana não estava fácil para Gabriel, Isabela até tinha tentado procura-lo no colégio, mas ele fez questão de ignora-la, além disso as provas estavam mais difíceis e ele precisava estudar para poder se formar, já que o ano estava no final. Em casa, ficou sabendo da separação de seus pais, Seu Vicente, seu pai, foi pego traindo Dona Kelly, sua mãe, com a secretária. Na academia os treinos eram cada vez mais pesados e no fim de semana seguinte ao fim de namoro teve uma grande luta onde foi derrotado, talvez por todos os problemas seu psicológico tenha sido afetado, já que era visivelmente melhor que o seu oponente, Isabela se quer foi olha-lo lutar.

A família de Gabriel sempre foi muito unida e essa traição pegou a todos de surpresa e a ele em pior hora possível. Na noite de Sabado, depois de ter sido derrotado, Gabriel foi consolado pela mãe, ela o abraçava e um prometeu ao outro que nunca se separariam.

Kelly era uma jovem mulher, engravidou cedo, com 15 anos, teve que casar com Vicente. Ele era mais velho tinha 22 quando Gabriel nasceu, de família rica, não se importou em casar. A mãe de Gabriel hoje com 33 anos, é uma mulher morena, linda, sua pele é negra, um pouco mais que mulata, tem os seios de tamanho médio, proporcionais aos seus 1,70 de altura, sua bunda é grande, assim como suas coxas, é bem malhada, não chega a ser forte, mas tem o corpo definido como o do filho e atraí o olhar de todos os homens.

Kelly mexia no celular do filho, sentada no sofá ao lado dele, falava com uma amiga sobre como estava se sentindo, usava o aparelho emprestado pois o seu tinha estragado. Os dois eram muito mais amigos do que mãe e filho realmente, a ponto de Kelly não lembrar de ter brigado ou batido no filho alguma vez. Estavam vestindo roupas de dormir já, ele uma cueca boxer cinza da Armani e ela um baby doll rosa, estava sem sutiã e com uma calcinha da mesma cor do seu baby doll. Inesperadamente chegou uma mensagem no whats app, era do contato chamado Sogra, que Gabriel ainda mantinha com esse nome no celular. Sabendo da dor do filho, foi ver o que aquela "velha" queria com seu bebe. Kelly nunca simpatizou muito com os Folsta, achava que eles roubavam seu filho, que tiravam a atenção dele, que deveria ser só dela, não gostava de pensar nem que Isabela fazia certas coisas com o garoto que ela ainda imaginava ser uma criança.

A mensagem era na verdade um vídeo e que tinha como legenda a frase "Sinto saudade da nossa noite", ela achou estranho e apesar de saber que estava sendo invasiva, não falou nada para o filho que achou que o barulho era de alguma mensagem enviada pela amiga da sua mãe. Kelly deu play no vídeo e logo viu Aimé nua, segurando um celular e falando, "Olha quem tá aqui no quarto comigo, CORNO. Teu genro já me fudeu inteira, acredita que a minha bucetinha engoliu toda a rola do negão?".

Ela não conseguia acreditar, cada palavra veio como flecha no seu coração. A sogra de Gabriel, ou melhor, ex-sogra, estava nua no vídeo enviado para seu filho, chamava o marido de CORNO e ria, falava que o genro dele, ou seja, o filho dela, tinha fodido a própria sogra inteira, e ainda dizia que tinha engolido a rola do negão inteira com suas partes íntimas. Gabriel ouviu o inicio do som e não deu bola, mas quando ouviu a sequência e olhou para o rosto perplexo de sua mãe percebeu do que se tratava.

"Olha corninho, olha o estado que tá minha xoxota. Ele me comeu de tarde e me arregaçou toda agora, gosou dentro da minha xoxota, imagina se nasce um bebe preto, o que você vai falar pros seus amigos? Que eu dou pra preto?" Era o que Aimé dizia na continuação do vídeo e Gabriel não pensou duas vezes ao arrancar o celular das mãos de sua mãe.

-Que isso mãe, como a senhora tá vendo isso? - Perguntou tremendo
-QUE ISSO PERGUNTO EU GABRIEL, TU COMEU A TUA SOGRA MENINO? FOI POR ISSO QUE A ISABELA TI DEIXOU?- Kelly quase chorava, seu coração estava em pedaços.

Gabriel tirou o celular da mão de sua mãe, mas o vídeo ainda rolava, e agora, apesar de não ouvir direito o som, Kelly via a pica gigante do seu filho, ela nunca tinha visto algo daquele tamanho, o pau do marido era pequeno, ela se quer imaginava quem Gabriel teria puxado pra ser daquele jeito. Na verdade ela ainda tinha esperança de que não fosse ele no vídeo, o rosto do filho não tinha aparecido, ela torcia para que não fosse ele.

-ANDA GABRIEL ME RESPONDE. - Era a primeira vez que ela gritava com o filho daquele jeito.
-Calma mãe.- Ele pedia chorando, segurando seus braços.
-CALMA É O CACETE, EU QUERO SABER QUE PORRA É ESSA, GABRIEL.
-Mãe, senta.

Gabriel a pôs sentada, começou a contar toda a história, desde quando pegou Aimé dando para o cunhado, passando pelas vezes que Isa deu pro próprio pai e outros parentes, chegando no tapa que ele tinha dado na sogra e acabando com o porque do vídeo.

Kelly primeiro ficou irritada com o filho, imaginando como ele pode participar dessa podridão toda:

-Porque aceitou isso filho? Ser corno? Uma família que só sabe viver de putaria? Onde que eu errei na sua educação? - Ela quase chorava

Kelly estava longe de ser puritana, afinal teve filho ainda adolescente, mas aquilo era demais pra sua cabeça.

-Se a senhora e o pai fossem do mesmo jeito que eles não tinham se separado. - Respondeu Gabriel maxucando-a ainda mais.
-Ah então a errada sou eu que não quero ser chifruda. Os certos são a família da PUTA da sua namoradinha e aquele ÍMBECIL seu pai! - Kelly bufava.
-Não mãe, mas o amor é o que importa, ele traiu você pra lhe enganar, por que ele não tem um pingo de caráter, já a família da minha EX-namorada, faz isso por que se amam, por que isso deixa o outro ainda com mais vontade, sem contar que eles se conhecem de um jeito que nunca ninguém vai conhecer eles.

Gabriel abraçou sua mãe, a acariciou, Kelly não chorou, se segurou e depois de ouvir o filho ficou pensando no que ele tinha dito.

-Eu preciso ir dormir, já tá tarde...

Kelly subiu para seu quarto e se deitou, ficou lembrando da cena no celular do filho, daquela loira sem sal, nua, dizendo coisas que ela nunca havia dito na vida, chamando o marido de corno, depois lembrou do pau do seu filho, ficou imaginando quanto devia medir, sentiu orgulho dele ter saído de dentro dela, lembrou dos músculos dele, do corpo definido, da sua força, da delicadeza que sempre havia lhe tratado. Depois pensou em todas histórias que ouviu dele, de como ele comeu a sogra no banheiro dos fundos da fazenda, de como ele disse que tinha a obrigado a engolir toda sua porra e que por não ter engolido tudo tinha lhe dado um tapa. Ela estava mole, resolveu ir tomar água, olhou no frigobar do quarto e não tinha mais nenhuma garrafa, teve que descer, Gabriel jogava vídeo game na sala, sorriu a lhe ver.

-Melhorou mãe? - Disse largando o jogo e indo lhe ver na cozinha.
-Acho que sim.

Kelly não conseguiu chegar até a geladeira sem ver o corpo do filho, notou seu abdomen sarado, o risco dos seus músculos nos braços, suas mãos fortes e grandes, imaginou-se tomando um tapa no rosto vindo daquelas mãos, olhou para a cueca dele e viu algo sobressaindo nela, marcado, algo em alto relevo, algo que chegava até a coxa de seu bebe, será que estava duro? Ela imaginou que ele teria visto o vídeo e se excitado com aquilo, mas logo imagino-se no banheiro que eles tinham em frente a piscina, ela ajoelhada, ela tentando engolir toda porra que saia daquele negro maravilhoso, ela nunca tinha engolido porra, apesar de amar pagar boquete, Vicente achava nojento pensar em beija-la depois de ter gosado.

Kelly tremeu, se desequilibrou enquanto tentava abrir a porta do armário aéreo para pegar um copo, se não fosse Gabriel segura-la por trás ela teria caído. Ela não entendia o que estava acontecendo, sentiu seu corpo tremer, sentiu ficar quente de uma maneira que achou que explodiria, que prenderia fogo, suas pernas ficaram bambas, não sentia mais elas.

Gabriel a agarrava, sentia a bunda de sua mãe em seu pau, sabia que não podia pensar aquilo, mas mesmo assim pensava, era mais forte que ele, não estava completamente excitado, não tinha visto o vídeo como sua mãe imaginava, mas agora, agora estava, seu pau tinha subido e saía da cueca, apesar de preocupado ele sentiu a mãe como jamais havia sentido. Mal sabia ela que ele estava daquele jeito no sofá porque tinha imaginado a mãe entrando na brincadeira da família da ex, a sua mãe sendo sua, ele dando o amor que ela merecia realmente e que o idiota do seu pai nunca tinha lhe dado.

Ele pôs ela sentada na cadeira e lhe serviu um copo de água, ela pegou o copo e olhou pra frente, vendo a cabeça preta da pica do filho aparecendo na barra da cueca e quase derrubou o copo, novamente. Sua vontade era abocanha-lo ali mesmo, engasgar naquela pica gigante como nunca conseguiu engasgar no pau pequeno do marido.

-Tá tudo bem mãe? - Gabriel estava preocupado. - Mãe to falando com a senhora. MANHEEEE.
-Tá Biel, tá tudo ótimo. Pressão deve ter baixado. Vai lá jogar seu joguinho, já vou subir. - Ela ainda tremia.

Gabriel estava envergonhado pelo tamanho da sua rola marcando sua cueca e resolver obedece-la, a deixou sozinha na cozinha. Kelly por sua vez suspirou aliviada, esperou 5 minutos pra se recompor e foi para seu quarto. Enquanto subia as escadas o filho lhe perguntou novamente como se sentia e ela disse que estava "Maravilhosamente bem" o que era a mais pura realidade. Seja lá o que tinha sido aquilo, era muito bom e ela nunca tinha se sentido daquele jeito.

Kelly entrou no banheiro, baixou a calcinha para fazer xixi e o que viu lhe assustou mais que o vídeo da sogra de Gabriel. Sua calcinha estava completamente melada, uma gosma branca se sobre saia no tecido de lycra e a calcinha pingava, parecia ter se mijado, mas aquilo não era xixi, sentada no vaso, mijando, ela não parava de olhar aquilo, tinha gosado como nunca na sua vida, sem fazer nada, apenas pensando em seu filho. Precisou tomar um banho para se recuperar.

Gabriel foi para o seu quarto rapidamente, se trancou e começou a se masturbar, olhava fotos da mãe na praia, no último verão, usando vários bikinis diferentes, todos pequenos, todos mostrando seus dotes, todos realçando a beleza do seu corpo. Ele nunca gosou tão rápido e tanto, talvez por estar na seca, talvez pelo nervosismo, talvez por sua mãe ser especial ou até por ser somente sua mãe, tinha sido a melhor punheta da sua vida.

Ele estava preocupado com sua mãe, apesar de estar excitado ainda, de seus pensamentos errados ainda estarem em sua cabeça, foi até o quarto dela, entrou sem bater e a viu deitada, embaixo das cobertas e ainda acordada. Kelly se assustou ao ver o filho, estava se masturbando, tinha deixado a calcinha completamente melada no chão do banheiro, estava só com o baby doll. Quando Gabriel entrou ela enfiava dois dedos em sua bucetinha, os deixou lá, mexendo devagar, esperando para ver o que ele queria.

-Oi mãe, tá tudo bem? - Perguntou Gabriel se aproximando da cama.
-Tá filho, foi só uma indisposição, não precisa se preocupar.

Ela estava feliz com a preocupação dele, adorava ganhar a sua atenção, mas naquele momento especificamente ele estava sendo inconveniente, entrara sem bater e atrapalhava seus toques, apesar que vê-lo só de cueca novamente, com aquele mastro, que para ela parecia de outro mundo por ser tão grande, deixou seus dedos ainda mais animados, tentava se controlar, mas seus dedos pareciam ter vida própria.

-Posso deitar aqui com você? - Perguntou ele sentando na cama.
-Hoje não filho, to cansada, vou querer a cama só pra mim. - Ela ria, mas por dentro queria era chorar, queria muito que o filho deitasse com ela.

Kelly queria que Gabriel a agarrasse, que fizesse tudo aquilo que tinha feito com aquela loira vagabunda, mas não deixou o menino se aproximar.

-Vai deitar filho, já tá tarde, vai dormir na sua cama.

Gabriel ficou triste, queria deitar com a mãe, sentir seu cheiro, tentar toca-la de alguma maneira, mas obedeceu foi para o quarto e dormiu.

Kelly por sua vez não pregou o olho, ficou imaginando o filho ao seu lado, ela alisando o seu bebe por cima da cueca, agarrando aquele pau enorme, tentando colocar tudo na boca, queria engolir a rola dele inteira e ver se iria merecer apanhar como a outra ou se o filho a comeria com carinho. Ela não queria carinho, precisava ser atravessada por aquele negro lindo. Ela levantou e chaveou a porta, sua buceta pingava no carpete do quarto, deixando-o marcado com o seu mel. Kelly ficou de 4 na cama, com a mão esquerda sobre o clitóris e a direita percorrendo seu reguinho, sentiu seu cuzinho virgem na ponta do indicador, levou o dedo até a boca e o babou bastante, imaginando chupar a pica de Gabriel, mesmo que a comparação fosse completamente descabida, ela sabia que era o máximo que aguentaria atrás agora, forçou o dedo enquanto mexia mais no seu grelinho e teve seu anus penetrado pela primeira vez na vida, sonhava com o filho atrás do seu corpo, a agarrando forte pelos cabelos, chamando-a de piranha, dizendo que o seu cuzinho era o melhor, que nunca tinha comido uma bunda tão gostosa, ela começou a gemer.

-Ahhhhh, aaaaaiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, isso mete filho, aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh.

Gemia baixo, se continha, o marido nunca tinha deixado-a gritar, nunca permitiu que berrasse e pra ela era fácil morder o lábio e ser mais reservada. O que não era nada fácil era conter o tesão que sentia. Kelly rebolava no próprio dedo, socava mais forte, metia mais rápido, se fudia imaginando que era enrabada com força pelo filho, veio novamente uma enxurrada de goso, nunca antes ocorrida, ficou tremendo por quase 5 minutos, com o dedo ainda socado no rabo mas imóvel, com a mão completamente enxarcada, mais que a própria calcinha, que deixara no banheiro, mais do que em qualquer vez em que esteve com o marido. Seu filho, sem toca-la havia a feito gosar, coisa que o marido, seu único parceiro de vida, jamais chegara perto de conseguir.

Kelly não teve forças para ir ao banheiro, continuou na cama, agora deitada, embaixo das cobertas, com remorço do que tinha acontecido, queria tirar aquilo da cabeça, mas sabia que não conseguiria.

No dia seguinte os dois agiram normalmente em princípio, porém a mente de cada um queria algo mais e pensava em como agir ou como conter o que estava acontecendo. À noite passou normalmente, como os outros dias da semana, até a Sexta-Feira.

Kelly, que agora procurava emprego e que não tinha mais atendido as ligações do pai de Gabriel, passara o dia pensando no filho, já não sabia mais quantas calcinhas tinha melado desde a descoberta da noite de Sábado, uma dor no peito a afligia, torcia para que o filho chegasse logo e bem do treino, resolveu lhe esperar com uma janta especial, seu prato favorito, lasanha, vestia uma roupa normal, de dona de casa, uma blusa de ceda branca, com alcinhas finas, larga no seu corpo, com um bordado na altura dos seus seios, não usava sutiã, mas a falta dele não revelava muita coisa. Alem disso está de short também de seda da mesma cor da blusa, curto, afinal estava em casa, a popa de sua bunda aparecia na parte de baixo do short e suas coxas torneadas ficavam completamente amostra.

Gabriel chegou em seguida, suado, sem camisa, ele sempre vinha correndo da academia de artes marciais até sua casa.

-Vai tomar banho filho, fiz uma janta especial pra você.

Gabriel sorriu e subiu sem se quer beija-la, Kelly ficou imaginando o filho suado agarrando-a no ring, rasgando a sua roupa e a amando lá mesmo, sua buceta ficou molhada, não só ela, mas a calcinha e o short. Gabriel no banho não se conteve, estava cansado mas agarrou seu pau e começou a se masturbar, batia punheta imaginando comer a mãe com aquela roupinha que ela lhe esperava, fodendo-a na cozinha, escorada na piá, mordendo a sua nuca e perdendo seu pau dentro daquela bunda enorme que ela tinha.

Gabriel voltou logo, vestido de camisa branca da Hering e com uma bermuda azul de praia da Quiksilver. Sentou-se em frente à Kelly que estranhou os trajes do filho mas preferiu não comentar nada, ela os serviu e os dois comeram calados. Ela terminou primeiro levantou e foi lavar seu prato e o resto das louças que havia usado para fazer a comida. Ele ficou sentado, comia ainda, quando viu a mãe na pia pirou novamente, grande parte da bunda da mãe aparecia, o short estava enfiado no seu reguinho conforme se mexia os glúteos pareciam aplaudir a cena, ela quase dançava enquanto fazia os afazeres domésticos. Notou uma marca de algo molhado entre o rego de sua mãe, ficou imaginado que ela pudesse ter se sujado em algum lugar, mas o pensamento canalha que ele tinha falava maior e começou a imaginar se aquilo podia ser na verdade a buceta da sua mãe melada. O pau de Gabriel logo deu sinal de vida e ficou uma tora como de costume, ficou imaginando se ela tinha a capacidade de gosar tanto quanto Aimé, se o pai já tinha sentido o gosto daquele mel e se ele mesmo sendo seu filho, um dia teria o prazer de senti-lo, se ele conseguiria fazer a mãe mijar de tanto gosar como fez sua ex-sogra, ele só pensou em parar de olhar quando a mãe se virou e perguntou se ele tinha terminado.

-Não mãe, vou comer mais um pouco, pode deixar que eu lavo o resto.

Gabriel não queria que a mãe visse sua bermuda marcada novamente, já tinha se vestido mais para tentar disfarçar o desejo que havia sido criado em sua mente a quase uma semana.

Kelly obedeceu, foi sentar-se no sofá da sala de estar para ver tv, ficou lembrando do filho completamente vestido, uma coisa que era rara de acontecer, ele nunca se preocupava em como andava em casa, sempre estava só de cueca, eles não tinham esse tipo de frescura com a família. A culpa apareceu, Kelly ficou pensando o quanto seus pensamentos incestuosos haviam atingido seu maior fruto. Será que ele tinha percebido? Será que tinha deixado de ama-la? Será que seus pensamentos pecaminosos tinham feito seu bebe se afastar ainda mais dela?

Gabriel foi se sentar junto a ela, a abraçou e começou a lhe dar cafuné, eram 22 horas, passava um programa qualquer no GNT, Kelly nem prestava atenção, sentiu os carinhos do filho e não aguentou, chorou, calada, sem estardalhaço, um pranto mudo, mas seu filho notou.

-Tá chorando mãe?
Ela não respondeu.
-Que que foi minha rainha? - Disse limpando o rosto de sua mãe. - Ele te ligou incomodando de novo? - Referia-se ao seu pai.
-Não amor, só ando meio cansada.- Mentia.
-Cansada de que mãe? Vai mentir pra mim? - Ele não tinha acreditado.
-Ah Bi, seu pai longe.... - Ela tentava mentir de novo
-Meu pai longe? Olha, pra mim, a senhora nunca esteve tão bem, passou a semana rindo, conversamos muito mais, sinto a gente até mais perto um do outro, sinto a senhora mais leve, sem preocupações, acho que esse fim foi o melhor que podia ter acontecido pra senhora.
-A gente mais perto? Desde quando vi o seu vídeo amador - Ela ria usando o termo para o video pornô do filho - você mudou comigo, não chega mais perto, agora anda até vestido diferente, parece que perdemos a intimidade... - Eles se olhavam nos olhos.

Gabriel não soube o que responder, não podia dizer que estava de roupa por que queria comer ela a cada olhar que eles trocavam e que para disfarçar usava bermuda e camiseta, não sabia o que falar, chegou a lhe faltar o ar.

-Viu só, nem parece mais que somos mãe e filho, aposto que o próximo passo vai ser me deixar e ir morar com ele, ou então com a Isabela e a família das traições. - Ela chorava copiosamente agora.

Gabriel a abraçou com força, esquecendo qualquer coisa, até o pudor talvez, alisou os braços da mãe, a acariciou e sussurrou no seu ouvido:

-Nunca mãe, nunca vou sair do seu lado, vou ser sempre seu filho, nunca vou lhe abandonar, nunca lhe trocaria por aquele imbecil ou por qualquer garota, não pensa essas bobagens. Eu te amo.

Ele falou olhando nos olhos de Kelly, ela também o encarava, as bocas estavam próximas e o beijo parecia ser inevitável. Ela queria e ele também, mas os dois tinham medo, ele não queria magoar ainda mais a mãe, ela não queria que ele se afastasse dela ainda mais. Kelly se afastou devagar, não sabe de onde tirou forças, mas se afastou, virou de frente pra tv, agora sorria, estava aliviada.

-Posso pedir uma coisa pra você? - Disse pegando a mão do filho.
-Claro mãe. - Gabriel acariciava a mão da mãe.
-Primeiro tira essa camisa, tá um calorão do cão. - Ela sorria muito.
-Claro. - Tirou a camisa.
-Quero que a gente continue sendo como sempre fomos, sem frecurinhas, sem um ter vergonha ou medo do outro. Ok? - Kelly sentia sua xoxota molhar de novo.

Gabriel foi até a cozinha e pegou cerveja para a mãe, ela adorava beber à noite, ainda mais em noites de calor. Chegou na sala com dois copos, deu um a ela e ficou com o outro.

-Menino você não pode beber. - Disse Kelly brincando.
-Só hoje mãe... - Ele sorria muito. - Era só aquilo que a senhora queria pedir?
-Não, tem mais uma coisa. - Confessou enquanto bebia sua cerveja.
-Pede então. - Biel sentia a mãe com vergonha.
-Ai Gabri, não sei como falar isso - Kelly ria sem graça - Quero ver o vídeo.
-O meu vídeo? Com a Aimé? - Agora era o menino que tinha ficado sem jeito.
-É. Fiquei curiosa. Mas se não quiser mostrar eu entendo.- Ela torcia pra que o filho mostrasse, chegou a cruzar os dedos.
-Tá bem, mas a senhora não pode mudar comigo por causa do que for ver, ok? - Ele tinha medo, mas a idéia de provoca-la o deixava ainda mais excitado.
-Combinado! - Falou toda animada.

Gabriel tirou o celular do bolso da bermuda, procurou o vídeo e o deu a mãe para assistir. Kelly deu play e ficou com nojo da cara de piranha de Aimé, o filho estava ao seu lado, lhe dando cafuné, em seguida ficou boquiaberta com o tamanho da rola do filho, era realmente enorme, ela não conseguiu esconder sua surpresa, sua buceta começou a babar mais, ela não sabia como lidar com a aquilo na frente do filho. Gabriel sorria, imaginava a mãe fazendo aquilo, via o rosto de Kelly no vídeo não o de Aimé. Kelly ficou completamente fora de si quando viu a sogra do filho de 4 abrindo sua bunda e mostrando seu cuzinho, ela não se conteve mordeu o lábio e devolveu o aparelho ao filho, de olhos fechados, abraçada a ele, Kelly se derretia, sua buceta encharcava ainda mais e babava seu micro short de uma maneira que nunca antes sentira, se imaginava no lugar dela, imaginava ela de 4, abrindo sua bunda para que o próprio filho a penetrasse.

Kelly deu uma desculpa qualquer ao filho e foi para seu quarto, Gabriel fez o mesmo, foi direto para seu computador e voltou a ver fotos da mãe, tirou a bermuda e a cueca, ficou nu e alisava seu pau enquanto via a mãe na tela do seu micro, as mesmas fotos que sempre via, fechou os olhos e ficou ainda mais excitado imaginando fuder sua mãe, até que um som o interrompeu:

-GABRIELLLL. - Era sua mãe, em pé ao lado da porta.

Ele a olhou rápido, mas Kelly tinha sido ainda mais rápida, voltado para seu quarto.

Gabriel se vestiu, ficou respirando fundo, não sabia o que fazer, a mãe tinha visto-o se masturbando e como se isso já não bastasse, ele fazia isso enquanto via fotos dela. Ele precisou de tempo para tomar coragem de ir ao quarto dela, tempo suficiente para Kelly gosar mais uma vez enquanto enfiava os dedos entre suas pernas pensando no filho, no que tinha visto, no tamanho do que o filho agarrava entre suas mãos, ela estava fascinada queria cair de boca ali no quarto do filho mesmo, ajoelhar e ajuda-lo com a punheta, ajudar usando sua boca, engolindo tudo como a sua sogra havia feito no video, mamar até tirar leite daquele mastro maravilhoso. Será que ela conseguiria engolir tudo? Será que ela babaria a porra do filho? E se babasse, o filho a bateria? Ela morria de vontade de saber a resposta de todas as perguntas, de ir adiante com o seu bebe.

Gabriel bateu à porta, Kelly mandou que ele entrasse, usava apenas cueca branca, ela olhou diretamente para a altura de seu pau, ele ainda marcava, dava para ver a protuberância nitidamente.

-Mãe, olha, desculpa pelo que a senhora viu. - Gabriel tentava se explicar.
-Bi, eu já vi coisa muito pior, não se preocupe, meninos fazem isso. Eu fiquei muito mais surpresa quando vi o que você fez com aquela vagabunda.

Kelly ria, mentia dizendo que não tinha ficado surpresa, tinha se impressionado ainda mais com o jeito que o filho a olhava na tela do computador.

Gabriel sentou-se na cama ao lado da mãe, a abraçou e beijou sua testa.

-Desculpa mãe.
-Para de frescura Gabi, eu que entrei sem bater.
-O que a senhora queria?
-Ah não era nada, deixa isso pra lá.
-Não mãe, me fala, não ia ao meu quarto as 2 da manhã por nada. - Ele acariciava os cabelos da mãe.
-Senti saudade de alguém comigo aqui na cama, ia convidar você para dormir comigo, mas acho que o que você estava fazendo era mais importante do que ficar aqui com uma velha solitária.

Os dois riram, Gabriel entrou em baixo das cobertas e abraçou a mãe, ficaram de conxinha, Kelly sentiu o pau bem duro do filho em seu reguinho, ela rebolou, quis que ele se encaixasse mais e conseguiu, sentiu seu shortinho entrar ainda mais entre sua bunda, já todo gosado de suas dedadas, se melava ainda mais com o braço do filho em sua cintura, ele a abraçando com a boca em sua nuca, ela resolveu dar outra cartada.

-Eram fotos minhas né? - Disse enquanto se virava a ele.
Gabriel não respondeu.
-Fala seu besta.- Disse dando um soco com a parte de baixo da mão no peito de Biel - Eram nossas fotos na praia, não?!
-Eram. Mas... - Kelly o interrompeu.
-Para com isso, não precisa ter vergonha.

Gabriel apertou mais a cintura da mãe com suas mãos, a mãe arranhou seu peito, os dois se olhavam nos olhos, tinha sido dada partida ao momento de amor mais puro que os dois tiveram em toda a vida.

-Porque fotos minhas e não o video de vocês dois? Ela é muito mais linda que eu e muito mais... - Foi a vez do filho interrompe-la
-A senhora é muito mais. Melhor mãe, melhor mulher, mais linda, mais gostosa, eu te amo mãe.

Kelly não aguentou, beijou o filho, as línguas se enroscaram, a cama parecia que prender fogo, Gabriel apertou o corpo da mãe contra o dele, ela colocou a perna em volta do corpo forte do filho e sentiu a cabeça da rola dele tocar sua bucetinha encharcada, sentia-se como uma menininha indefesa, completamente entregue ao grande amor de sua vida.

-E você conseguiu acabar o que estava fazendo ou interrompi?- Disse parando de beijar o filho.
-É, achei melhor parar.
-Dizem que é ruim parar.
-Muito ruim. - Gabriel a olhava com cara de tarado.
-Se quiser e posso ajudar...

Kelly falou e pos a mão dentro da cueca de Gabriel, alisando seu pau, matando sua vontade, sentindo o viril mastro do filho e começou a alisa-lo, tirou as cobertas que tapavam o corpo dos dois, ela via o pau do filho e não se conteve, ajoelhou ao lado dele e colocou a boca, Gabriel enlouqueceu, segurou os cabelos da mãe e arrepiou seu corpo inteiro. Kelly ia tentando abocanhar mais, queria engolir tudo, queria engolir mais que a a mulher no video tinha conseguido. Se engasgou, tirou a boca quando não conseguia mais respirar e olhou nos olhos dele sorrindo e ainda o masturbando.

-Vai me bater se eu babar? - Perguntou sorrindo pro filho, olhando-o com cara de puta.

Kelly estava entregue ao filho, talvez pela bebida, que apesar de não ter sido em grande quantidade tinha deixado-a mais leve, mas ela estava pela primeira vez na vida sendo o que queria, sem precisar se controlar, entregando-se ao desejo que tinha, que o filho a provocara. Gabriel por sua vez, vendo a cara de piranha da mãe, soube que ela queria ser tratada como ele tinha vontade de trata-la.

-Se não engolir tudo, vai ter que apanhar... - Disse ele sorrindo e forçando o rosto da mãe de volta a sua rola.

Kelly chupava rápido a rola do filho, não conseguia engolir muito, não tinha muita prática, mas engolia tudo que cabia na sua boca, seu corpo já estava suando, sua boca babava na pica enquanto sua mão ia masturbando-o, ela o olhava, via o filho de olhos fechados se deliciando com a sua boca e ficava ainda mais excitada.

-Mama vai mamãe, engole a rola do filhinho vai.

Kelly não respondeu, apenas obedeceu, mamava forte, sugava a sua pica com voracidade, Gabriel pressionou o rosto dela contra o seu corpo, e fez a rola deslisar ainda mais na garganta da mãe, ela não conseguia respirar, estava engasgada, fazia ansia com a boca, mas ele não tinha pena, agora a olhava, via seus olhos com lágrimas, estava ainda mais doido em submeter sua mãe àquele boquete, Soltou o rosto e Kelly precisou respirar, estava ofegante, ele ria, estava nas nuvens com aquela chupada.

-Quer me matar? - Falou Kelly completamente descabelada.
-Quero! De tanto gosar.

Gabriel a pegou firme pela cintura e arrancou a sua blusa de seda da mãe e alisou seus seios com força, apertando-os antes de pô-los na boca, ele passou a língua em volta do bico do seio, em seguida o mordiscou, depois pos ele inteiro na boca e começou a sugar. O peito de Kelly era pequeno, cabia direitinho em sua mão, Gabriel mamava como se fosse um bebê e a mãe pirava, o marido nunca tinha cuidado dela tão bem como o filho estava cuidando. Ele desceu a mão pela sua barriga e a pôs dentro do seu short, sentiu que a mãe estava sem calcinha e a umidade que saia da sua vagina, olhou-a nos olhos sorrindo.

-Tá assim já, é? Toda meladinha. - Sussurrou no ouvido dela.
-To assim desde quando vi aquele vídeo pela primeira vez, morrendo de vontade de estar no lugar daquela piranhaaaaaaaaaaaaaaa. - Kelly gritava pois o filho acabara de por um dedo dentro dela, suas pernas tremeram imediatamente,o filho a fodia com a mão, estava enfiando o dedo inteiro em sua gruta apertada.
-Ah é? Quer apanhar e dar o cuzinho que nem minha sogra? Quer virar minha putinha? - Ele mordia seu pescoço, enfiava o dedo ainda mais rápido.
-Quero, quero ser a tua piranha, quero que me bata, que me coma todinha. Come filhinho? Come a mamãe? - Ela cravava as unhas no peito do filho, revirava os olhos.

Gabriel desceu pelo corpo da mãe, sem parar de enfiar o dedo, beijou a sua barriga, mordeu a parte onde estava a barra do short e o puxou para baixo, abriu as pernas da mãe, e no lugar do dedo pos sua língua, começou a fude-la com a boca, enfiava a lingua lá dentro, sentindo o mel doce que saia da sua xoxota, Kelly quase não resistia, urrou alto, sem pensar nos vizinhos, gritou com a língua do filho, rebolando em seguida:

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.

Ela mordia seu lábio, tentava se segurar nos lençóis mas seu corpo estava dominado. Gabriel subiu a língua para o seu grelinho e o chupou, começou a suga-lo com força, prendendo-o entre os dentes e o arranhando, o dedo voltou a penetra-la e com a ponta da língua ele foi lambendo-a. Kelly tentava se controlar, apertava os olhos fechados, mas o prazer era tanto que ela não conseguia, o marido nunca tinha chupado ela, o marido nunca tinha lhe cuidado daquele jeito, ela se sentia pela primeira vez na vida, amada e desejada. Acabou gosando, teve orgasmos multiplus pela primeira vez naquela noite, seu corpo tremeu muito e Gabriel parou de lambe-la o rosto do menino era completamente babado, ele sorria para ela e aproximava sua boca a de Kelly, ainda de olhos fechados, tentava respirar normalmente mas também não conseguia.

Gabriel a beijou, fazendo-a sentir o gosto do próprio mel, ela arranhou a nuca do filho, que já nu, estava entre suas pernas, ele deslisou a pica desde o grelinho da mãe até dentro de sua bucetinha, foi enfiando devagar, mas não deixou a mãe se recuperar, ainda ofegante pela gosada Kelly começou a sentir suas estocadas, a pica do filho era enorme e ia lhe rasgando. Gabriel puxou seus cabelos e começou a morder a sua orelha.

-Era isso que a senhora queria? Queria a pica do seu filho? Então toma piranha, vagabunda.

Kelly não conseguia responder, sentia a sua xana arder, sentia a buceta ser rasgada, sentia que estava sangrando, estava ficando maxucada, mas adorava, estava amando a dor, estava em ecstase por ser violada pelo filho. Gabriel socava rápido agora, metia com força, com rapidez, ela mordeu seu ombro com força e conseguiu recuperar suas forças.

-Isso ME FODE, FILHO DA PUTA, COME A MAMÃE, MOSTRA COMO SE FODE BEM PRA MAMÃE SABER VAI. ME ARROMBA INTEIRA. - Agora ela o olhava.
-Assim, assim que eu gosto, bem vagaba, bem putinha enquanto toma pica.

Gabriel pegava firme sua cintura, alisava seu corpo, a arranhava, olhou para baixo, entre os dois corpos, e viu aquela bucetinha mulata engolindo sua rola preta e não aguentou, encheu a mãe de porra. Kelly sentindo o pau do filho pulsar ficou ainda mais enlouquecida e tremeu na sua vara por mais de 3 minutos, estava mais uma vez tendo vários orgasmos ao mesmo tempo.

Os corpos dos dois suavam, Gabriel deitado sobre a mãe, alisava seus cabelos, Kelly sorrindo de olhos fechados se sentia nas nuvens, se entregar ao filho tinha sido a melhor escolha de sua vida.

-Eu te amo. - Disse Gabriel no seu ouvido.
-Eu também, você é o meu maior tesouro, por favor nunca sai de perto de mim?
-Eu nunca vou sair. - Gabriel ainda dentro da mãe, a beijava com o amor mais sincero do mundo.

Depois de alguns minutos parados Gabriel tirou a pica de dentro de Kelly.

-A senhora é bem melhor que ela.
-Que isso, não sei se piranha que nem ela, aposto... - Falou acariciando o filho.
-Eu ensino, agora a senhora tem um homem pra fazer você virar uma puta como toda mulher deseja ser.
-Vou ter um professor é? - Ela olhava o filho com tesão, queria provoca-lo.
-Vai... Gostou da primeira aula? - Ele alisava a buceta toda melada dela.
-Acho que vou precisar de reforço. - Ela o beijou, mordendo seu lábio e subindo sobre ele.
-Fica de 4! - Mandou.
-Não, tá maluco menino, de 4 não. Já fez minha buceta sangrar, imagina de 4...
-Acho que a senhora não entendeu. Não pedi, eu mandei!

Kelly ficou ficou enxarcada só de ouvir o filho lhe tratando daquela maneira, obedeceu, ficando de 4 na cama, empinando bem aquela bunda gigante e preta para o filho. Gabriel ficou atrás dela, começou a beijar sua nuca e foi descendo sua boca pela espinha, até chegar no seu reguinho. Kelly estava completamente arrepiada, sua excitação pingava nos lençóis, quando a língua do filho tocou seu cuzinho ela gritou.

-FILHO DA PUTAAAAAAAAAAA. - O filho dava nela o famoso beijo grego e deixava seu cuzinho completamente melado.

-Já volto. - Avisou se levantando e indo ao seu quarto.

Voltou com KY, colocou no botãozinho de sua mãe e enfiou o dedo, entrou fácil, ela nem sentiu dor, rebolou nele e olhou para o filho sorrindo, empinou mais seu rabo, esperando receber mais um dedo, mas Gabriel estava doido, untou a cabeça gigante de sua pica e começou a pressiona-la no rabo da mãe.

-CALLLLLLMAAAAAAA, NÃO METE, PELO AMOR DE DEUS. - Kelly sentia medo, estava tremendo.
-Ué, desistiu de ser que nem minha sogra? Ela deu o cu e não reclamou. - Gabriel arranhava as costas da mãe.
-Mas ela já era puta, eu to virando. Vai devagarinho.

Gabriel começou a forçar, sabia que não ia maxucar a mãe, queria só provoca-la, sabia que ela não aguentaria, sabia que aquilo ficaria pra outro dia. Kelly foi aguentando, segurava as cobertas enquanto a cabeça ia rasgando seu rabo com muita dificuldade, sabendo o que poderia acontecer, pegou a rola do filho pondo seu braço por baixo do seu corpo, segurou-a firme e jogou seu rabo pra trás, suas pregas rasgaram no mesmo instante, ficou completamente fudida, metade da pica do filho tinha entrado no seu cuzinho virgem, ela sentiu uma dor que nunca havia sentido na vida.

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH - Berrou com todas suas forças.

Gabriel tentou tirar, ficou com medo de ter estragado tudo, mas Kelly segurava sua rola.

-DEIXA AQUI SEU VIADO, DEIXA DENTRO. NÃO QUERIA QUE A MÃEZINHA VIRASSE PUTA, ENTÃO, VIREI! AGORA METE, METE FORTE E ENCHE MEU CU DE PORRA. PIRRALHINHO DE MERDA. - Chorando, Kelly mandava e xingava o filho.

Ele entrou no seu jogo, começou a tirar e por a pica no cu da mãe, sentia que seria esganado por aquele buraquinho preto e apertado, sentia sua rola estrangular no cu da mãe, por trás via o sangue escorrendo em sua rola, via as pregas da mãe dilatarem, sentia sua rola cada vez mais pressionada. Pôs a mão embaixo do corpo da mãe e começou a masturba-la, alisava seu grelo com rapidez, mexia na campainha dela, apertava seu grelo entre os dedos enquanto a rola entrava e saia ainda mais rápido do cuzinho arregaçado.

-Isso vai, fode, come meu rabo. AAAAAAAAAHHHHHHHH FILHO DA PUTA, ARREGAÇA MEU CU, ANDA, NÃO ERA ISSO QUE VOCÊ TANTO QUERIA? RASGAR O CUZINHO DA MAMÃE. -Kelly agora gostava, estava amando aquela tora no seu rabo.
-ISSSO MAMÃE, TÁ VIRANDO PUTA AGORA, APRENDENDO A DAR, VIRANDO UMA NEGUINHA VAGABUNDA. - Gabriel agora batia na bunda da mãe.

Fodia ainda mais rápido, comia o cu da mãe sem parar, estava quase gosando já, mas queria antes que a mãe gosasse pelo cuzinho, queria sentir o cu de sua mãe melando sua rola, e isso não demorou muito para acontecer.

-ANDA FILHO DA PUTA, METE RÁPIDO, VOU GOSAR DE NOVO, FODE A MÃE RÁPIDO GABRIEEEEEEEEEEEELLLLLLLLLLL FODEEEEEEEEEEEEEEEEEE. AIIIIIIIII MEU RABOOOOOOOOOOOOOOOO. AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHH.

Kelly caiu apagada na cama, Gabriel viu seu pau com marcas vermelhas de sangue, sua mãe acabada na sua frente, de costas, com aquele corpo lindo, toda suada, teve a certeza de ser o homem mais feliz do mundo.

-Eiii não acabou ainda, vem limpar minha rola que a senhora sujou com sangue e tomar leitinho vem... - Provocou dando um tapa bem forte na bunda de Kelly.
-AAAAAIIIIIII. DOEU! - Disse enquanto pegava a pica do filho, ajoelhado ao seu lado e colocava na boca.
-Se não engolir tudo vai doer mais!
- Meu cuzinho teu gosto bom. - Disse depois de lamber a pica suja pelo seu rabo.

Kelly mamava forte, tentava engolir mais, mamava rápido, arranhava a pica com os dentes, sugava a cabeça, com uma mão batia punheta enquanto mamava e com a outra apertava as bolas de Gabriel. Ele não conseguiu segurar muito tempo, já estava a ponto de gosar enquanto comia o rabo dela, e a boca dela foi recebendo um jato atrás do outro, Kelly foi armazenando tudo na boca, a gosada não foi das mais fartas, pois Gabriel tinha batido várias punhetas durante o dia, mas ela também não era experiente para conseguir engolir muita coisa. Provou a porra do filho e adorou, queria tomar tudo, ficou com vontade de beber mais, mas também queria provoca-lo, tirou a boca da pica enquanto algumas gotas escorriam da cabeça dela.

-Se deixar pingar vai apanhar... - Advertiu.
-Isso já é o suficiente pra apanhar ou preciso cuspir o que tenho na boca? - Falou de boca cheia, mostrando a porra branca embaixo da sua língua.

Gabriel estava completamente louco, a mãe falava enquanto o líquido ainda corria pela sua boca, Kelly engoliu mais um pouco e o resto deixou escorrer pelo seu queixo enquanto babava de propósito. O filho não teve pena, lhe deu um tapa muito forte, como nunca havia dado, proporcional a melhor transa da sua vida. A mãe quase sangrou, sentiu seu rosto tremer com o tapa e depois arder, adorou, tinha realmente virado a piranha do próprio filho.

Eles se beijaram, Kelly alisou o corpo do filho e o arranhou, Gabriel apertou a mãe contra ele e ficaram grudados com as bocas coladas até pegarem no sono, foi a melhor noite da vida dos dois até ali.

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Comentários


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Comentou em 22/11/2015

Maravilhoso, e muito excitante, gosei muito lendo esse conto...




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mesquitabiiel

Nome do conto:
Uma Família Amorosa - Capítulo VII

Codigo do conto:
61938

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/03/2015

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
0


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