Rose, Carlinhos e os Negros


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Meu nome é Rose, tenho 38 anos, casada há quinze, dois filhos de 10 e 12 anos, marido executivo, cuido da casa e das crianças, tenho empregada. Meu marido viaja a negócios com freqüência e minha mãe adora ficar com meus filhos, de modo que posso dispor de algum tempo livre para, de vez em quando, viver algumas aventuras. Meu marido é daqueles que trabalha muito e não me dá muita atenção e não liga por exemplo se fico sozinha alguns dias em nosso apartamento de praia na Riviera de São Lourenço, no litoral de São Paulo, talvez alguns dos leitores conheçam. Tenho uma espécie de vida dupla: mãe, esposa e dona de casa nos meus dias normais; e, uma mulher livre para transar, de vez em quando.
Tenho um amigo gay, ele trabalha na loja onde compro meus sapatos. Eu o conheci na primeira vez fui lá e tentei me exibir para ele quando experimentava sapatos, cruzando e descruzando as pernas de modo a ele ver minha calcinha. Ele me disse discretamente que não adiantava se exibir para ele, pois, o negócio dele era outro. Eu, sem vacilar, perguntei: então, qual era a dele? E respondeu com uma só palavra: negros. Eu retruquei que então tínhamos algo em comum, porque eu adoro negros também. Rimos e a partir daí ficamos amigos. Convidei-o para um café e perguntei o que ele fazia para arrumar machos negros. Ele me contou que tinha uma amiga que ele usava como isca para atrair homens, ele se passava por marido dela e ambos acabavam transando com os machos que ela paquerava, ou que ele conseguia na internet com a desculpa de ser para comer sua mulher. Eu quase não acreditei no que ouvi, era exatamente o que eu procurava. O Carlos é discreto, tem 40 anos, não é afetado e poderia passar perfeitamente como meu marido, pensei.
Eu sempre tinha pensado que um amigo veado poderia ser muito útil, especialmente para me dar cobertura em algumas aventuras, mas não esperava chegar a tanto com o Carlos, como o leitor vai saber.
Propus a ele, naquele mesmo café, que ele me ajudasse realizar uma das minhas fantasias. Antes de contar como aconteceu uma das mais loucas aventuras da minha vida quero me descrever: sou uma mulher de 38 anos, de classe média, 1,60ms, 55kgs, morena clara, cabelos curtos, que se cuida muito bem, que usa roupas discretas (tenho que manter as aparências), não faço o estilo perua, sou muito discreta e se tenho certeza que as pessoas quando me vêem pensam: lá vai uma dona de casa, mãe e esposa dedicada. É exatamente assim que gosto de parecer.
Como eu disse, tenho um apartamento na Riviera de São Lourenço, um local freqüentado pela classe média. Ao ado a praia de São Lourenço, contornando o Morro de São Lourenço, chega-se à praia de Itaguaré, que é praticamente deserta, sem casas, que tem uns quatro quilômetros até chegar ao rio Itaguaré que deságua no mar.
Freqüentemente eu e meu marido, em nossas caminhadas vamos até Itaguare e foi numa dessas vezes que, vendo um casal na água praticamente transando e que depois seguiu para uma pequena barraca armada numa entradinha no mato, que eu fiquei imaginando um transa muito excitante naquela praia e durante toda a caminhada enquanto meu marido falava não sei o que, em silêncio eu ia imaginando essa transa, fiquei tão excitada que quando chegamos de volta ao nosso apartamento seduzi meu marido que não estava querendo transar e praticamente o obriguei a me comer, é claro que enquanto transávamos eu vivia na minha imaginação a transa que fantasiei em Itaguaré.
Assim, pedi ao Carlos, meu amigo gay que me ajudasse a realizar essa fantasia.
Gosto das coisas bem feitas e planejadas nos detalhes para que tudo aconteça sem problemas, pois, não posso correr riscos e, o Carlos foi muito útil e eficaz nesse ponto.
O Carlos acabou convidando três pessoas que ele conhecia por terem transado com ele e a amiga, eram pessoas de confiança, segundo ele, mas eu quis conhece-los, não pessoalmente, mas de vista. O Carlos acabou marcando encontro com eles no Shopping onde fica a loja que ele trabalha e eu pude conhece-los vendo-os sem ser apresentada.
Adoro o clima de excitação que as expectativas de uma transa, eu já comecei a fantasiar os três: Otávio, Hermano e Augusto comigo e com o Carlinhos, meu maridinho de faz de conta, veadinho, transando loucamente.
Compramos tudo que precisávamos: um barraca, dessas grandinhas para quatro pessoas, colchonetes, cadeiras de praia, geladeira e tudo para montarmos nosso “ninho de amor” a beira mar.
O Carlos se encarregou de no dia marcado armar o acampamento, foi em novembro do ano passado num dia de sol quente, mas a praia estava praticamente deserta, era dia de semana.
No dia marcado fui para meu apartamento na Riviera de São Lourenço, meu marido estava viajando a negócios e meus filhos ficaram com minha mãe. No meu apartamento me arrumei de modo convencional, um biquíni normal e uma saída de banho comprida, tipo vestido com aberturas laterais. Pela manhã, por volta das nove horas, fui fazer uma caminhada pela praia e me dirigi à praia de Itaguaré, a caminhada é longa, mais ou menos quatro quilômetros do meu apartamento até o local combinado. No local combinado a barraca estava armada e os apetrechos arrumados, mas como tínhamos combinado o Carlinhos não estava lá, nem os machos que ele arrumara.
Entrei na barraca, fiquei nua, e passei muito óleo de amêndoa no meu corpo todo (adoro transar com óleo de amêndoas no corpo todo, deixa a pele sensível, facilita o contato e a esfregação e evita o desconforto da transpiração.
Fiquei fora da cabana, sentada numa cadeira de praia sem o biquíni e só com a saída de banho. Ao longe vi os quatro se aproximando, os três negros e o Carlinhos. Por sorte na praia naquele momento não tinha ninguém num raio de pelo menos uns dois quilômetros. Foi muito excitante ficar vendo eles se aproximarem, aqueles corpos negros, fortes, só de sunga, eles demoraram uns quinze minutos que serviram para me excitar e me deixar molhada só imaginando. Carlinhos fez as apresentações, de início estávamos, como é normal, um pouco tímidos. Já eram onze da manhã e para quebrar a timidez servimo-nos de cerveja. Em seguida eu disse que queríamos passar óleo de amêndoa nos corpos deles, assim, o Carlinhos e eu começamos a acaricia-los passando óleo em todos aqueles machos negros, lindos que mais ainda brilhavam ä luz do sol.
Foi uma delicia sentir aqueles cacetes negros e lindos endurecerem e se romperem os limites das sungas que eles usavam. O clima já era de descontração e Hermano o mais desinibido, talvez estimulado pela cerveja começou a falar de modo mais agressivo e já me tratava de “nossa putinha” e ao Carlinhos, de “nosso veadinho” e os outros passaram a ter o mesmo comportamento, adoro ser chamada de putinha, sem vergonha e nomes assim..
Entrarmos na cabana que acomodou bem nós quatro, era uma dessas cabanas que da para ficar em pé, e estava forrada de colchonetes, antes de entrar lavamos os pés para não sujar de areia, o Carlinhos tinha levado uma bombona de vinte litros de água. Carlinhos ficou próximo da porta para garantir que teríamos privacidade e aí eu me deliciei com meus três negros maravilhosos. A única coisa que atrapalhava um pouco era a camisinha (não transo nada sem ela). Comecei ajoelhada no meio dos três chupando e punhetando seus cacetes, sentindo eles pulsarem na minha boca e nas minhas mãos, depois, de pé, fiquei no meio deles num sanduíche triplo e senti todo meu corpo e meus lugares sendo acariciados por todas aquelas mãos fortes, o óleo de amêndoas facilitava o contato dos nossos corpos e nossas peles deslizavam quando nos esfregávamos numa sensação deliciosa, meus seios roçavam nos peitos fortes daqueles negros e os beijos de língua iam deixando minha boca seca, minha língua queria sair toda para encontrar aquelas línguas enormes que se esfregavam em todas as partes do meu rosto.
Tudo acontecia com a loucura do tesão, mas ao mesmo tempo de modo suave e ritmado, eles eram realmente profissionais.
Carlinhos olhava tudo da porta da barraca, mas preocupado em vigiar. Avisou que estava passando alguém pela praia, para não chamar a atenção, rapidamente vesti a saída de banho e fiquei com ele sentada na cadeira fora da barraca, os negros ficaram dento da barraca quietos.
Quando a pessoa passou, sem nada desconfiar, entrei novamente e os três estavam deitados e eu não sabia que cacete escolher para cavalgar, o que estava no meio foi o premiado, que delicia sentir aquele pau me rasgar a boceta, mal tinha ajeitado o cacete dentro de mim, senti que um deles queria me comer o rabo, numa dupla penetração que me faz gozar muitas vezes e quase desmaiar, é claro que deixei, apesar dos dois paus serem grandes. Meu rabinho estava preparado para um cacete gostoso (eu tinha feito até uma pequena lavagem no reto pela manhã e colocado supositórios de glicerina para deixar tudo limpinho e pronto para ser usado e abusado), cavalgando e sendo comida por traz eu chupava o cacete do terceiro, que estava de pé. Carlinhos na porta se masturbava e certamente imaginava estar no meu lugar.
Os dois gozaram quase ao mesmo tempo, eu já tinha gozando como louca, e no embalo sai deles, deitei de costas e recebi na boceta o maior cacete de todos, eu tinha deixado propositadamente para ser o último.
Trocando de camisinhas, os outros dois, estavam agora sendo chupados pelo Carlinhos, que não resistiu só em vigiar.
O Otávio que estava comigo gozou loucamente e eu mais umas vezes. Estávamos todos saciados, menos o Carlinhos que já tinha endurecido os dois cacetes que me comeram primeiro e agora começava a levar no rabo um deles, enquanto chupava o outro. O clima era de descontração e eles já nos xingavam de puta, veadinho e tudo mais que os machos gostam de xingar quando transam putas e veados.
A praia estava deserta, era meio dia e resolvemos cair na água, procuramos ser discretos pois alguém mesmo de longe poderia perceber se transássemos na água os quatro juntos, isto não impediu que eu abraçasse e beijasse e acariciasse loucamente cada uma dos meus negros maravilhosos.
Voltamos para a barraca, revigorados, tomamos um banho de spray com uma bombinha que tínhamos trazidos e passamos mais óleo de amêndoa em todos os nossos corpos, estávamos prontos para outra rodada, antes umas cervejas para completar o refresco.
Agora, mais desinibidos e confiantes, eu propus que eles simulassem um estupro e que eles pegassem a mim e ao Carlinhos na marra, nós iríamos resistir, gritar um pouco (não muito alto) e afinal cederíamos àqueles cacetes deliciosos.
Assim fizemos. Eles se afastaram da barraca, eu e o Carlinhos ficamos sentados nas cadeiras, eles aproximaram e falaram que queriam cerveja, e já começaram a dizer que eu era gostosa, que o Carlinhos era veado e que eles queriam comer nos dois...Nos levantamos da cadeira, eles vieram perto de nos e foi uma delicia sentir aquela mão forte do Augusto segurando meu pulso e querendo me beijar, eu resisti, cheguei a cuspir nele, ele me deu um tapa na cara (de leve é claro), eu cai dentro da barraca, ele veio por cima de mim, com violência, enquanto o Carlinhos, de joelhos era “obrigado” a chupar os cacetes do Hermano e do Otávio, depois que o Augusto gozou (de camisinha e claro) os dois me puxaram e me fizeram ficar de quatro e os dois comeram minha boceta e meu rabo. Eles foram violentos na medida certa e a dor que senti foi deliciosa. O Carlinhos também teve que dar para os três.
Extenuados deitamos os três na barraca que, apesar do calor do meio dia, estava fresquinha, pois, o Carlinhos tinha armado a barraca na sombra de uma árvore.
Deitada no meio deles continuei recebendo carinhos, beijos e chupadas nos seios e na boceta e mais uma vez transamos, cansada mas não saciada eu fiquei deitada e cada um deles me comeu enquanto eu e o Carlinhos chupávamos os cacetes dos outros dois.
Depois de três rodadas eu estava saciada e como tínhamos combinado eu voltaria para meu apartamento e eles cuidariam de levantar o acampamento. Na despedida beijos quentes e deliciosos, entrei no mar para um banho sozinha, como que para voltar a ser a dona de casa comportada.
Na volta para casa, uma caminhada de 50 minutos eu fiquei lembrando cada detalhe daquela transa louca e quando cheguei em casa na banheira com hidromassagem do meu banheiro tomei um delicioso banho e é claro me masturbei deixando os jatos de água massagearem. Minha bocetinha e meu rabinho estavam deliciosamente doloridos e passei o resto da tarde dormindo o sono das mulheres aliviadas.
Neste ultimo verão voltei várias vezes a caminhar pela praia de Itaguaré, sozinha e com meu marido, a cada passo uma recordação daquele dia maravilhoso.
Quem quiser me conhecer pode escrever ou para meu veadinho, marido faz de conta e produtor de transas, o Carlinhos
Aguardamos. Beijos a todos.
Rose, a putinha de Itaguaré.




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494 - Esperando ela voltar - Categoria: Fetiches - Votos: 3

Ficha do conto

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Nome do conto:
Rose, Carlinhos e os Negros

Codigo do conto:
602

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
22/02/2003

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0


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