A vara do padre me salvou


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Nunca tive fantasias sexuais, com exceção de uma: ter a pica de um padre na minha bucetinha. Ver uma batina me fazia pensar em mil sacanagens.  Certa vez, no carnaval, trepei com um cara fantasiado de padre. Ele não usava nada por baixo da batina, exatamente como nas minhas fantasias.  Mas eu queria um padre de verdade.

Nos últimos tempos eu estava com essa fixação. Não conseguia me concentrar em nada, só pensado em um jeito de seduzir um padre. Ficava cheia de tesão o dia inteiro. Até que um dia,  já com uma estratégia,  resolvi tentar com um padre de uma igrejinha de bairro. Coloquei o vestido mais discreto que eu tinha. Um pouco acima dos joelhos,  não tão justo, com um decote trespassado que eu precisava prender com um broche, pois ficava um pouco folgado e quem olhava pelo lado esquerdo via meu peitinho direito.

A missa já tinha começado quando cheguei à igreja. Não estava muito cheia mas  procurei o banco lateral. Queria examinar bem o padre e não arriscaria ser vista por ele. Sei lá, sentia minha xota molhadinha e ele poderia perceber a luxúria em meus olhos. Todo cuidado era pouco pro meu plano não ir por água abaixo.

Sentei ao lado de um senhorzinho simpático.  O altar ficava à minha direita, precisava virar um pouco a cabeça pra poder examinar bem meu objeto de desejo.  O padre deveria ter uns 30 anos. Bem sério,  parecia tradicional. Olhei bem suas mãos,  seus dedos. Ah, adoro mãos masculinas e o que elas são capazes de fazer. Na minha imaginação os dedos do padre já dedilhavam minha xoxota. Me remexi no banco e virei a cabeça pro outro lado pra dar uma olhada geral. Foi então que vi o senhorzinho olhando pro meu decote. Pensei:

- Mas que velho safado! Bom, não vou tirar a diversão dele. Do jeito que eu tô,  se não der certo com o padre...

Fingi que não vi e voltei a olhar pro altar. Me via enfiada debaixo da batina mamando aquela pica santa. Cada gesto do padre me fazia pensar em uma sacanagem. No momento da missa em que ele fica sentado,  me imaginava sentada no colo dele,  de costas,  cavalgando com a rola enterrada no meu cu. Tanta imaginação deixou minha calcinha molhada. Não vi o tempo passar,  a missa estava quase no fim e o velho ao meu lado não parava de olhar pro meu decote,  agora descaradamente. Olhei pra baixo e vi. Meu broche estava aberto e o velho tinha uma visão privilegiada do meu peitinho, que nessa altura tinha o bico bem duro. Com o tesão que eu estava,  tirei o broche, puxei meu cabelo pra trás e ajeitei o decote de forma que o velho ficasse mais feliz. O safado chegou a apertar o cacete sobre a calça. As pessoas estavam comungando e o velho quase gozando. Sorri pra ele e coloquei a pontinha do meu dedo na boca,  prometendo o que provavelmente eu não iria cumprir. Ele colocou a mão no meu joelho e assim ficou até o término da missa. Assim que o padre saiu do altar, me levantei,  fiz um aceno pro velho e me dirigi à sacristia.

No caminho,  tirei a echarpe que trazia na bolsa e coloquei sobre os ombros,  cobrindo meu decote. Uma mulher desesperada precisava urgentemente falar com o padre, essa mulher era eu e foi o que eu disse ao coroinha:

- Por favor,  preciso muito falar com ele e tem que ser agora! Peça pra ele me atender,  por favor!

O coroinha entrou na sacristia levando meu apelo. Só não sabia que minha urgência era a vara do padre dando uma surra na minha buceta. O padre veio até a porta, já sem a batina (que pena) e senti um frio na barriga.  Minha xoxota começou a latejar, apesar de estar sem a batina, meu tesão só aumentou. E que perfume delicioso...

- O que foi,  minha filha?  Acalme-se, me diga o que aconteceu.
- Padre, preciso me confessar! Cometi um pecado terrível!
- Calma, filha. Daqui a duas horas estarei no confessionário e você poderá se redimir dos seus pecados.

Agarrei as mãos do padre e implorei pra que ouvisse minha confissão naquele momento. Ele me disse que era horário de almoço,  fechariam a igreja pra retornar mais tarde. Então, choraminguei e falei na frente do coroinha:

- Padre,  não quero ir pro inferno!  Estou perdida, forniquei com meu irmão!

O coroinha arregalou os olhos. Consegui convencer o padre a me ouvir. Mandou que o coroinha se fosse e que poderiam fechar a igreja,  sairíamos pelos fundos da sacristia.

Finalmente entramos na sacristia. As últimas pessoas já haviam saído.  Agora era eu e o padre.  E minha buceta que parecia ter vida própria. Ele sentou em uma cadeira e me apontou outra, de frente pra ele. Era a hora de contar minha historinha:

- Pronto,  minha filha,  confesse seus pecados e fique em paz.
- Padre, mesmo morrendo de vergonha tenho que contar tudo. Preciso que o senhor ouça todos os detalhes,  por favor,  me ouça!

Precisava caprichar nos detalhes pra deixar o padre com tesão. Pra isso ele não poderia me interromper,  então falava rápido e desesperadamente,  sem dar chance pro padre abrir a boca:

- Meu irmão é médico e sexta ele passou na casa dos meus pais, onde moro. Eu estava preocupada com uma pintinha que apareceu no meu seio, bem pertinho do mamilo e pedi pra que ele desse uma olhada. Ele disse que tudo bem, que antes de sair  daria uma olhadinha. - Tirei a echarpe, abri o decote e mostrei minha pintinha de nascença, no peito direito. Na verdade mostrei o peito todo e fiz tão rapidamente que antes dele objetar eu já continuava:

- Bem pequenininha,  né?  Mas me preocupava.  Então, depois que meus pais foram dormir, meu irmão me levou pro meu quarto e me disse pra mostrar a pinta. Levantei a blusa, puxei o sutiã e mostrei, como fiz com o senhor. Ele passou os dedos pela pinta, olhando fixamente e disse que precisava examinar melhor. Tirou minha blusa e meu sutiã. Passou de novo os dedos na pintinha, me mandou levantar os braços e apertou o bico do meu seio. Passou os dedos pelo outro seio e também apertou o bico.  Depois segurou os dois seios roçando os polegares nos bicos.  Comecei a pecar naquele momento,  padre. As mãos dele paseearam pelos meus braços,  descendo pelas minhas axilas até à cintura chegando na minha barriga. O olhar sempre acompanhado as mãos.  Falou pra eu descer os braços e virar de costas.  As mãos desceram da minha nuca até à altura do cinto da saia. Ah, padre!

Neste momento escondi o rosto na echarpe e virei a cabeça pro lado, fingindo chorar. Ainda não tinha me atrevido a olhar pra ver se a pica estava dura  e precisava saber se estava tendo sucesso. Fiquei quase um minuto "chorando" e o padre calado. Bom sinal. Quando me virei de repente ele estava olhando meu peitinho dentro do decote. Baixei meu olhar e lá estava o volume sob a calça. Bingo! Minha calcinha encharcou. Se eu demorasse muito naquela conversa era capaz de gozar sem um toque do padre.  Mas eu queria rebolar naquela rola. Me apressei:

-  Ele me deixou só de calcinha e passou a mão pela minha virilha. Depois puxou um pouco minha calcinha, assim.

Fiquei em pé na frente dele e levantei o vestido.  Minha calcinha era branca, parecia uma telinha, totalmente transparente. O padre parecia ter perdido as forças. Olhava pra minha calcinha molhada e mordeu os lábios quando puxei os dois lados pra dentro, dividindo e deixando à mostra os beiços da minha bucetinha. Bem pertinho dele,  me inclinei, quase roçando meus bicos na cara dele e falei sussurrando:

- E eu estava molhadinha assim, como estou agora.

O padre não aguentou mais. Começou a mamar meu peitinho com suavidade mas logo estava agarrando os dois, chupando com força e mordendo os biquinhos. Gozei na calcinha. Me ajoelhei e abri a calça dele, puxando a pica pra fora da cueca. Ah, que caralho delicioso,  não muito grosso mas comprido. Eu tremia,  Lambi, rocei os dentes  na cabecinha e mamei com uma sede insana. O padre soltou um "Ah, Deus" e começou a gozar na minha boca. Bebi um pouco daquela porra mas queria a piroca na minha buceta faminta. Rapidamente puxei a calcinha pro lado e sentei na rola, metendo pra dentro tudo de uma vez.  Cavalguei,  rebolei, gozei naquele caralho gostoso da porra com o padre mamando minhas tetas. Que gozo maravilhoso! 

No fim,  com a cara mais inocente,  pedi perdão ao padre. Ele nem olhava pra mim.  Me vesti apressadamente e saí,  feliz e saciada. Vi de longe,  na porta da igreja,  o velho safado. Coitado, ficou na mão.

E a vara do padre me salvou de morrer sem ter realizado minha fantasia...


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Comentários


foto perfil usuario paulojk

paulojk Comentou em 08/03/2015

Nossa esse padre teve foi muita sorte em comer vc, otimo conto .votado

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skarlate Comentou em 04/02/2015

você é incrível!!!!!

foto perfil usuario charlesvzp

charlesvzp Comentou em 02/02/2015

Excelente!!Muito bom!

foto perfil usuario gauchacxs

gauchacxs Comentou em 17/01/2015

Hummm. Ótimo conto. Também tenho essa fantasia. votado!

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Comentou em 13/01/2015

muito bom teu conto,ja transei com uma freira no colegio que estudei,tudo que e proibido sexualmente e gostoso,principalmente quando e um fetiche e agente consegui realizar,kkkk me imaginei sendo o padre, fiquei todo melado sem tocar no meu pau quase gozei.

foto perfil usuario boxboxbox

boxboxbox Comentou em 12/01/2015

Adorei. Muito bom. Votado

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sogiro Comentou em 12/01/2015

Nossa muito bom seu conto, fique de pau duro. E ai não quer chupar o meu pau igual vc fez com o padre sortudo? Adoro gozar dentro de uma buceta, é a melhor sensação que existe. Beijos gostosa.

foto perfil usuario lazarocortez

lazarocortez Comentou em 12/01/2015

vc e sensacional faz agente chegar ao climax com poucas palavras gozei e votei

foto perfil usuario gugu7l

gugu7l Comentou em 12/01/2015

que safada, novamente perfeito assim como vc, votado...

foto perfil usuario gugu7l

gugu7l Comentou em 12/01/2015

perfeito, votado,

foto perfil usuario lumotta

lumotta Comentou em 12/01/2015

Que vadia! Eu tbm ja fiz uma safadeza com um padre. Adorei...

foto perfil usuario roberto rossi

roberto rossi Comentou em 12/01/2015

Gostei muito e votei! Deliciosamente excitante e bem escrito.

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indiocarente Comentou em 12/01/2015

Pecado safado votei adorei muitooo




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Ficha do conto

Foto Perfil profana
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Nome do conto:
A vara do padre me salvou

Codigo do conto:
59002

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
12/01/2015

Quant.de Votos:
28

Quant.de Fotos:
0


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