Karen - Capítulo 6


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Depois de sussurrar em seu ouvido, ele se afastou um pouco, o suficiente para que Denise pudesse virar-se e ver seu rosto. Gostou do que viu, era um rosto nem bonito nem feio, normal, mas com um olhar que a cativou. Ele parecia ser mais velho que Denise, por volta dos 18, 19 anos. Ele repetiu novamente a pergunta. Com um sorriso tímido, Denise fez que sim com a cabeça, seu rosto ainda demonstrava sinais do tesão que a dominou há instantes atrás.
Segurando em sua mão, ele foi conduzindo-a através da multidão, afastando-se cada vez mais do palco. Os dois nada falavam, apenas ocasionalmente ele olhava para trás e os olhares de ambos se encontravam, e Denise o retribuía com um sorriso. Chegaram ao estacionamento, ele pegou em seu bolso uma chave e abriu seu carro. Denise ficou um pouco receosa, apesar dos vidros serem filmados e estar bem escuro no estacionamento. Ele notou sua hesitação, puxou-a pela mão, de encontro ao seu corpo, e beijou-a na boca. Era um beijo caloroso, como ela nunca havia sentido, nunca havia namorado, sua experiência resumia-se apenas a ficantes em algumas baladas, aquele beijo superava em muito suas experiências anteriores. O beijo, e a mão dele que deslizava pelo seu corpo, explorando-o, acenderam novamente o fogo de Denise. Ele abriu a porta de trás do carro, deitando-a no banco de trás, ficando por cima dela. Os beijos tornavam-se cada vez mais intensos, eles nada diziam, apenas Denise soltava suspiros e gemidos de puro prazer enquanto ele beijava seu rosto, seu pescoço, descendo cada vez mais até levantar sua blusinha. Nessa hora, Denise parou, aquilo parecia estar indo longe demais, nem mesmo sabia o nome dele.
Por longos segundos, ambos encararam-se, como se um esperasse a reação do outro. Denise nunca havia se sentido tão dividida. Julgava que aquilo estava errado, mal haviam se conhecido, mas, por outro lado, nunca havia se sentido tão excitada em toda sua vida, sentia que aquele era o momento certo. Por fim, terminou aquele impasse, tirando sua blusinha. Ele começou a massagear seus seios por cima do sutiã, que ela fez questão de tirar logo, seus bicos estavam duros de tesão, ele os beliscava de leve, Denise dava um gemido de prazer a cada beliscada. A mão dela procurou o pau duro dele, abrindo o zíper da calça jeans, ele abaixou a calça e a cueca, revelando seu membro completamente endurecido. Os olhos de Denise brilharam com um misto de curiosidade e medo. Ele não tinha um pênis extremamente avantajado, como os que Denise já havia visto em filmes e sites eróticos, tinha um tamanho normal, mas ainda assim parecia grande demais para sua bucetinha virgem. Mesmo assim, Denise levou sua mão, e começou a massageá-lo, deslizando os dedos em toda a extensão. Ele gostou, tirou do bolso da calça uma camisinha, colocando-a.
Enquanto ele levantava a mini-saia de Denise, abaixando sua calcinha até seus joelhos, pela primeira vez Denise lhe dirigiu a palavra diretamente: “Mete, pode meter, mas por favor, vai devagar, eu sou virgem”. Ele sorriu e lhe tranqüilizou: “Calma, se doer você me avisa que eu paro, mas se você relaxar vai ser bem gostoso”. Novamente a voz dele, tranqüilizou Denise, ela sentiu-se à vontade com ele, e afastou um pouco suas pernas, tentando facilitar a penetração. Sem pressa, ele posicionou-se, pincelando com a cabeça do pau a entrada da vagina de Denise, sem penetrá-la, apenas esfregando sua bucetinha encharcada. Isso deixou-a louca, aquela gostosa tortura a excitava cada vez mais, queria que ele penetrasse logo, e, por não costumar falar palavrões, surpreendeu-se com a frase que escapou de seus próprios lábios: “Me fode, me fode bem gostoso, enfia esse cacete todinho em mim”. Ela envergonhou-se um pouco, sentia-se como uma puta falando assim, nem mesmo lembra-se onde ouvira esse tipo de palavreado. Mas não teve tempo de refletir muito sobre o assunto, o pau dele começou a invadir sua até então inexplorada vagina. Denise sentia cada centímetro que ele ia avançando, seu hímen lentamente se rompendo, uma lágrima escorreu pelos seus olhos, acompanhada por um gemido de dor. Era como se estivesse sendo partida ao meio, mas queria continuar, entrelaçou suas longas e belas pernas ao redor da cintura dele, puxando-o subitamente ao seu encontro, a rápida penetração arrancou um grito de dor de Denise, que perdeu o ar em seguida. Sentia que havia sido completamente penetrada, por alguns minutos ele manteve-se parado, para que Denise se acostumasse. Enquanto isso, ele apertava e chupava os seios dela, as lambidas e leves mordidas em seus mamilos fizeram com que a dor desse lugar ao prazer novamente.
Ela já não estava mais nem aí com o palavreado que usava, enquanto gemia, pediu, tentando parecer o mais safada possível: “Me fode, me come bem gostoso”. Ele começou a bombar, no início devagar, mas cada vez mais acelerando os movimentos. Denise mordia os lábios, tentando segurar o grito e o choro, mas a dor foi desaparecendo cada vez mais, tornando-se mais confortável. Quando os movimentos dele atingiram um ritmo muito rápido e forte, ele anunciou que iria gozar, fez menção de parar, mas Denise gritou alto, como se quisesse que o mundo inteiro a ouvisse: “Não pára, não pára, continua metendo, eu vou gozar!”. O orgasmo de ambos veio ao mesmo tempo, Denise teve um espasmo, sentiu seu corpo inteiro estremecer, e em seguida, ficar mole, completamente espalhada no banco do carro, com a respiração ofegante. Ele a beijou, num beijo lento e demorado, e Denise lhe perguntou seu nome....CONTINUA.... Caso tenham gostado desse conto, estejam a vontade para enviar e-mails, com opiniões, críticas ou sugestões sobre os rumos dessa história. Beijos e Abraços.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico contos eroticos

Nome do conto:
Karen - Capítulo 6

Codigo do conto:
5212

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
02/07/2005

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0


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