CORNO SOU, MAS CORNO MANSO NÃO, ISSO NÃO (2) - REI

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Gente, podem não acreditar, mas não é que eles voltaram a me cornear?!

Tinha eu saído para ir ver a meia-final da taça em hóquei em patins, numa localidade cerca de 100 km de minha casa, e já ia a meio caminho quando meu carro começou a soluçar. Não tive outro remédio, voltei para trás, deixei-o na porta da oficina e fui para casa caminhando.

E mal entro a porta, não é que oiço de novo aquela gemedeira própria de quem está fodendo… Parei, completamente incrédulo, pensando comigo mesmo: Será de novo aquele viadão do Manuel? Será possível? Só três semanas se passaram e eles já voltam ao mesmo?

E era, não tardei a ouvir a voz dele, perguntando à minha mulher: Tem certeza que seu marido só volta à noite? Não vamos ter outra surpresa, pois não? Ao que Maria respondeu: Qual é cara, está com medo do Jorge ou ficou com saudade do pau dele?

Resposta do Manuel: Acha isso, é? Então espera que já vai ter o castigo. Vou lhe comer o cu como Jorge comeu o meu. Aí vai ver se é saudade que estou sentindo.

De novo, como num filme, pensei como os ia castigar desta vez, e enquanto ela ficou protestando que não, isso não, fui no escritório, peguei meu portátil e preparei um e-mail com o link do filme que fiz da minha vingançazinha. Já já eles iam ver porque não se deve provocar onça. Subi no quarto, escancarei a porta mesmo a tempo, porque o panasca do Manuel já estava forçando o rabão de minha mulher, com ela gritando que não, isso não, não faz isso que dói…

Gente, haviam de ver a reação deles. Deram um pulo tão grande que quase bateram no tecto, Maria se encolheu toda de medo, chorando feito uma Madalena arrependida, e Manuel, só visto, mesmo. Sua cara estava branca, os lábios tremendo, erguendo as mãos abertas em minha direção, suplicando: Jorge, tem calma, cara, não faz besteira não, olha que isso não é pior do que o aconteceu da última vez, viu, eu sei que não devíamos, mas não pudemos resistir, sabe...

Que tremenda cara de pau.

Abri o portátil e mostrei para ele: Está vendo isso aí. Estou vendo, sim; é um e-mail. Mas porque está endereçado à minha mulher; que vai fazer com isso, Jorge?

Olha só, vou clicar em enviar e colocar o meu dedo em cima dessa tecla aí, está vendo, é a tecla de enter, se eu clicar nela, o e-mail vai para sua mulher com o link daquele filminho que fizemos há três semanas.

Maria começou chorando. Afinal, ela e Sônia, mulher de Manuel, eram muito amigas e ela não queria que sua amiga soubesse do que se passou (tivesse pensado nisso antes, né?).

Manuel também começou a chorar e gemendo para mim: Cara, então, não faz isso, não; eu amo minha mulher; não faz ela sofrer que ela não tem culpa, viu.

Olha aí, seu panaca, eu não quero enviar isso aí para ninguém, viu. Nunca. Pensa que quero que saibam que fui corno?

Então, o que você está querendo, Jorge?

Isso é fácil: te coloca de joelhos na minha frente, abre minhas calças, baixa minhas cuecas, tira meu pau para fora e lambe ele, lambe muito bem, com muito carinho, me faz um belo de um boquete até eu encher sua boca com minha porra.

O quê? você já me comeu o cu e agora quer que lhe faça boquete? Cara, que mais você quer filmar? minha morte?

Não, Manuel, dessa vez não tem filme. Só quero gozar um belo de um boquete.

Jura?

Juro. Só prazer mesmo, para mim, pelo menos. Para si, espero que fique gostando, porque se não gostar, fica só no castigo mesmo. E vamos deixar de conversa. De joelhos na minha frente e começa, vai.

Jorge olhou para Maria com um ar meio assustado, meio inquiridor. Maria sorriu para ele, meia sem jeito, encolheu os ombros, olhou para mim e perguntou: Não vai haver violência, não? Não vai bater em mim, pois não?

Olhei para ela, de cara fechada. e respondi: Nunca te e não vou querer te bater nunca, mas vai haver castigo, sim, e se tentar fugir, então apanha e das boas. O castigo de Manuel já sabemos qual vai ser. Para você, vai-te preparando que também vai chover. E chega de conversa, porra. Manuel, comece ou eu clico nesta merda deste botão.

Manuel hesitou, naquele jeito de quem vai mas fica. Foi então que ergui a mão que tinha livre, apontei para a que estava com o dedo sobre o botão, voltei a erguê-la e, esticando um dedo de cada vez, comecei contando: um… dois… E Manuel se ajoelhou. Muito desajeitado, abriu meu cinto, puxou o fecho das calças, baixou-as com a cueca junto, e ficou olhando para minha rola, já toda empinada. Como se não soubesse o que fazer, pegou nela com uma mão, olhou para mim, olhou para Maria, abriu a boca, fechou, voltou a olhar para mim e para Maria, e foi então que eu falei: Maria, vem aqui e ajoelha junto dele. Ela veio e se ajoelhou. Agora lhe puxa o queixo para baixo e bota minha pica na boca dele. Ela assim fez, e, com a mão por traz da cabeça dele, foi empurrando até minha pixa entrar na boca boca do Jorge. Voltei a falar para ela. Agora vai ajudando ele, mostrando como fazer.

Ela então foi puxando e empurrando a cabeça dele, fazendo um vai-e-vem bem ritmado. Aí a ouvi dizendo: agora faz assim - e mostrou sua língua puxada para fora. Ele assim fez, e ela ajeitou a cabeça dele por forma que a língua ficou passando desde minhas bolas para cima, até à glande, e depois para baixo, e sobe, e desce, e então ele não mais precisou de ajuda, e começou a fazer para mim o que todo homem gosta que mulher lhe faça: um boquete bem caprichado. Foi subindo e descendo o anel de seus lábios, foi passando língua para cima e para baixo, e à volta, chupou minhas bolas, conseguiu até enfiá-las todinhas na sua boca, voltou a anelar os lábios e a passar a língua, até que comecei a dar sinal de que ia gozar. Ele tirou a pica de sua boca e pediu: Deixa Maria engolir, deixa, por favor. Maria lhe deu uma palmada e ralhou: Ué, castigo é castigo, e o seu é esse. Ou você depois me libera e ocupa meu lugar quando for eu a castigada? Interrompi: Xiiuuu, pouco barulho aí, calados os dois. Manuel, termina o que começou, e vai engolir toda minha porra sim senhor, se não o vídeo vai direto na sua mulher.

Manuel ficou olhando, com olhar suplicante, e eu, sem dó, voltei a erguer a mão livre e, em silêncio, fui erguendo os dedos: um… dois… Não teve como fugir. Manuel abocanhou de novo minha rola, e, bem caprichadinho, retomou o boquete com o anelzinho de seus lábios, bem húmidos, e sua língua fresquinha me deliciando de novo, até que lhe peguei a cabeça e segurei firme, sem forçar mas sem deixar fugir, e gozei, gozei, gozei, puxa, como gozei. E ele engolindo, engolindo tudo, até que se engasga, abre a boca para respirar e volta a abocanhar a pica, mas já sai leitinho pelos cantos da boca. Peguei então no cabelo de Maria e dirigi sua boca para minha rola e mandei: Aproveita tudo o que sair, lambe toda a porra que Manuel não conseguir engolir. E ela obedeceu, a putinha. Nunca havia engolido meu leite, mas desde que castiguei Manuel, em que ela bebeu tudo o que ele deitou e ainda lambeu o meu pau todo lambuzado, nunca mais a ouvi queixar-se do sabor nem do nojo. E, agora, quando já não havia mais leite a jorrar, não é que ela se pega num tremendo beijo com seu amante, sem dúvida partilhando o que ele ainda não havia engolido?!

Quando eles pararam, perguntei: Como é, vão continuar me corneando? Podem me jurar que não aumentam meus chifres?

Olharam um para o outro e Manuel respondeu: Jorge, juro que nunca quis te cornear, mas a verdade é que desde que surgiu a oportunidade e não conseguimos resistir, e depois repetimos mesmo após o castigo que você me deu, então não juro mais nada senão que vou tentar parar. Mais sincero não posso ser.

Maria concordou com ele, mas acrescentou: O pior, a partir de agora, é que não sei mais se Manuel, caso venha de novo tentar me pegar, vem por gostar de foder comigo ou se vem com esperança de que tu o apanhes e lhe dês outro castigo.

Comecei a rir e olhei para ele: O que tens a dizer? Vais voltar para pegar ela ou para ser apanhado por mim e castigado de novo?

Manuel, todo vermelhão, começou a gaguejar: Espera aí os dois, estão gozando com minha cara, né? Vai ver vocês combinaram para me pegar de jeito, mesmo?!

Maria ficou com ar escandalizado (e com razão - Manuel estava errado), e eu desatei a rir: Manuel, não houve truque para pegar você, lhe juro. Mas você bem que gostou do que lhe fiz, não foi não? (silêncio - a cara do cara cada vez mais vermelha) Quer saber qual tem sido o castigo de Maria desde que os peguei a primeira vez? (acenou que sim, ainda todo vermelho) Sabe como ela detestava sequer a ideia de fazer boquete até ao fim, certo? O nojo que ela tinha? Manuel acenou que sim, e acrescentou que nunca a havia convencido a engolir seu gozo e nem sequer a recebê-lo na boca e depois cuspir fora.

Pois bem, Manuel, desde aquele dia, o castigo dela tem sido me acordar todos os dias com um boquete e engolir toda minha porra, e repetir a mamadeira todas as noites, antes de eu adormecer.

Puxa, Jorge, por isso ela hoje me ajudou com tanto gosto a engolir tua porra. Já ficou gostando, né, sua vadia?

Maria ainda respondeu: E você…? Mas eu interrompi: Manuel, quer saber qual vai ser o castigo dela depois de os pegar de novo me traindo?

Ficaram os dois de olhos bem abertos na minha direção, esperando meu “veredicto”.


(E vocês, caros leitores, querem saber como Maria vai pagar, o que vai lhe custar não ter pensado nas consequências de voltar a me enganar?)


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Comentários


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anasonhadora Comentou em 06/08/2016

Bela continuação!

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rmsb Comentou em 01/08/2014

delicioso alem do castigo dele vc gosta de torturar os seus leitores com esse suspense

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jota stk Comentou em 01/08/2014

Votamos mas deste jeito ele vai ficar viciado em sua rola e não vai mais querer dividir com sua esposa mas acho que vc deveria procurar a esposa dele e dar o troco para ele ja que ele gosta tanto dela né ....

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cornutto Comentou em 31/07/2014

pra mim ja esta bom assim...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
CORNO SOU, MAS CORNO MANSO NÃO, ISSO NÃO (2) - REI

Codigo do conto:
51073

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/07/2014

Quant.de Votos:
16

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0


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