Enrabado no ônibus por um negro pauzudo.


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Sempre gostei de viajar de ônibus, principalmente em viagens intermunicipais. Só pelo fato de estar dentro de um ônibus eu já ficava excitado. A maioria de minhas viagens era à noite, quando alguns safados punheteiros estão plantão, o que me deixava de pau duro quase a viagem toda.

Eu estava indo visitar alguns parentes numa cidade do interior de São Paulo, onde passaria os trinta dias de férias que havia tirado e ainda por cima era época de festejos juninos. O ônibus não estava lotado, mas como sempre, preferi ficar numa poltrona mais ao fundo. Eu já estava de pau duro pensando na punheta que iria bater quando entra um cara negro, uns vinte e seis anos, de camiseta regata, mochila nas costas e calça também camuflada, não sei se ele era do exercito, mas como adoro uniformes, seja lá qual for, olhei o sujeito de alto a baixo, levantei o olhar e parei na altura de sua cintura, onde dava para notar um pequeno volume, quando olhei novamente para seu rosto ele estava me olhando com um leve sorriso nos lábios, corei, pois senti meu rosto queimando.

O sujeito arrumou sua mochila no bagageiro e sentou numa poltrona na frente da minha, mas do lado aposto ao que eu estava sentando, no corredor. Fiquei observando e o vi enfiando a mão dentro da calça e deu uma ajeitada no pau. Eu já estava excitado, e vez em quando sentia meu pau expelindo baba.

Depois de uns trinta minutos que o ônibus estava andando ele se levantou e foi ao banheiro, fiquei olhando tentando ver seu volume, mas meus olhos ainda não haviam se acostumado com a escuridão e não consegui enxergar nada. De repente houve uma movimentação em alguma poltrona lá na frente eu, como bom curioso estiquei a cabeça para o corredor para ver o que acontecia e nesse momento ele saiu do banheiro e quando passou por mim o senti esbarrando em minha cabeça. Cessou a movimentação e eu me aquietei em meu lugar.

Eu estava cochilando quando senti que o ônibus parou, as luzes permaneceram apagadas, era um acidente que havia acontecido, abri a janela e coloquei a cabeça para fora para ver o que era, então senti alguém ao meu lado, olhei e era o cara.

O que aconteceu? – ele me perguntou olhando pela mesma janela que eu.

Parece que foi um acidente! – respondi dobrando o corpo mais para fora para tentar enxergar alguma coisa, então muito discretamente, com a desculpa de também queria olhar ele se encostou em mim, o sujeito estava me acochando, senti seu pau duro em minha bunda, continuei ali onde estava, senti seu pau latejando e então ele desceu minha bermuda e passou a mão em minha bunda, alguns passageiros também estavam com o pescoço para fora, mas ninguém percebeu nada. Meu coração disparou, fiquei tremulo, ele ficou me alisando um pouco, depois abaixou-se discretamente abriu minha bunda e meteu a língua no meu rabo, quase urrei de tesão, me contive empinei um pouco a bunda, ele mordia e passava a língua no meu cu, aquilo começou a ficar descontrolado, eu não estava aguentando mais...

Por fim o ônibus começou rodar, ele foi para sua poltrona e eu fiquei ali, sentando na minha, com a bermuda ainda arreada, dai a pouco ele se levantou, foi ao banheiro e na volta sentou ao meu lado já com a rola pra fora da calça, comecei a chupar aquela pica negra, dura com pedra, cabeça arregaçada e melada, o cara se contorcia, suspirava fundo e apertava o apoio de braços da poltrona, então ele sussurrou em meu ouvido.

Da o cu pra mim?

Aqui? Ta doido? – respondi sussurrando também.

Que nada! Você não gosta do perigo? Isso não te excita ainda mais?

Dei uma olhada por cima das poltronas, todos os outros passageiros estavam quietos, então me ergui do acento, ele sentou embaixo de mim já encaminhando sua rola em direção do meu cu e deu uma pincelada, fui sentando devagar, uma, duas, na terceira tentativa a cabeça de seu pau passou, senti um pouco de dor, esperei alguns segundos e então fui engolindo aquele caralho cabeçudo. Ele reclinou a poltrona, apoiei meus pés no acento do banco e sentei até minha bunda encostar-se a sua virilha.

Caralho... Que cu gostoso! – ele disse fungando em minha nuca. – Isssss... Rebola gostoso na minha vara, rebola!

Comecei a movimentar minha cintura para baixo e para cima, tanto porque não havia a mínima possibilidade de ele bombar, seu caralho estava fundo em mim, massageando minha próstata, eu comia aquela rola movimentando a cintura, ele, com uma das mãos segurava meu pau sem me masturbar e com a outra as minhas bolas, isso aumentou meu tesão, senti meu gozo se aproximando, eu queria ficar mais tempo ali, comendo aquela rola negra, mas não teve jeito e acabei gozando sem tocar no meu pau, no mesmo instante ele se esticou na poltrona, suas mãos estavam entre minha pernas, ele apertou meu corpo contra o dele forçou a cintura para cima, sua rola latejou o cabeção e senti sua porra saindo, foram umas seis ou sete latejadas e sua porra se acumulou dentro de mim. Sai de cima daquele macho, ele foi ao banheiro para se limpar e volto para seu acento, logo em seguida eu também fui e deixei o resultado daquela foda louca depositado no vaso do banheiro do ônibus. Depois disso eu acabei dormindo e só acordei quando o ônibus estava parado na rodoviária, olhei e ele já estava lá na frente e quando estava descendo deu uma olhada para mim com o mesmo leve sorriso no rosto de quando entrou no ônibus. Quando desci meus primos já estavam me esperando.

Viagem foi boa, primo? – perguntou-me um de meus primos.

Melhor impossível! – respondi abraçando-os. – Três dias depois à minha chegada, no sábado, meus tios resolveram fazer um churrasco. Ele chamou alguns amigos, eu conhecia a maioria, mas fazia algum tempo que não os via, portando eu conversava com todo mundo. Eu estava de costas, conversando com um casal quando meu tio bateu em meu ombro.

Paulo, esse rapaz aqui você não conhece! Deixe-me apresenta-los. – Quando me virei, quase tive um treco. Era o sujeito do ônibus!

Esse é Gabriel! – Disse meu tio. – Gabriel, esse é Paulo, meu sobrinho.

Prazer Gabriel! Eu disse estendendo a mão.

O prazer é meu Paulo! – Ele respondeu apertando minha mão.

O churrasco estava animado, todo mundo bebia, comia e dançava. Em certo momento fui ao banheiro e quando sai dei de cara com Gabriel na cozinha pegando cerveja.

Mundo pequeno, não Paulo? – Ele disse dando uma piscadinha pra mim.

Porra cara! Se é...! – Rimos e voltamos para junto do pessoal.

No final de semana seguinte combinamos jogar baralho na casa de Gabriel, estamos no quintal de sua casa, a animação era total, mas por volta de uma e meia da manhã meus primos, que não eram acostumados a ficar até tarde acordados foram embora.

Você vem Paulo? – Perguntou um de meus primos. – Gabriel olhou para mim e entendi que ele queria que eu ficasse.

Ah, não vou não! O jogo ta animado, vou ficar mais um pouco. – Gabriel deu aquele leve sorriso.

Ao poucos os amigos que haviam ficado foram se retirando e dei a desculpa de que ficaria para ajuda-lo a arrumar a bagunça. Depois que a última pessoa foi embora começamos a carregar as cadeiras para os fundos do quintal, quando coloquei a última cadeira no chão Gabriel se aproximou de mim e me abraçou roçando seu pau, já duro, no meu.

Gabriel... E se aparecer alguém? – Perguntei olhando para os lados.

Que nada! Deixe de ser medroso! Meus pais já estão dormindo e há essa hora, duvido eu apareça alguém aqui... Quero comer esse rabinho aqui no quintal! – As mãos de Gabriel apalpavam minha bunda, meu pau duro roçava no dele e aos poucos o medo foi se transformando em tesão. Gabriel tirou minha camisa, desabotoou minha bermuda e ela foi ao chão, minutos depois estávamos os dois pelados, como viemos ao mundo, abraçados, Gabriel colocou o pau dele entre minhas pernas.

To louco pra comer seu cuzinho de novo! – Ele disse sussurrando em meu ouvido e foi me virando fazendo com eu ficasse de costas para ele.

De costas apoiei as mãos numa mesa, Gabriel passou o dedo no meu cu, depois se abaixou abriu minha bunda e meteu a língua no meu buraco, empinei o corpo e arqueei as pernas e por baixo vi que sua rola estava pingando baba. Depois de estar um pouco lubrificado Gabriel encostou a rola no meu cu e forçou um pouco, a cabeça passou, mas doeu, ele deu uma cusparada no meu cu e repetiu o movimento, a cabeça entrou novamente acompanhada com o resto do corpo daquela coisa negra e roliça e ele só parou de enfiar quando sua cintura encostou-se à minha.

Com o pau todo atolado, Gabriel começou a meter, ele metia e rebolava mordiscando minhas costas, eu gemia baixo, com medo de chamar a atenção de alguém que por ventura estive passando na rua. Ele passou os braços em minha cintura e atolava até seu saco fazer pressão na minha bunda, meu pau pingava, eu sentia as golfadas de baba saindo, Gabriel metia gostoso e fundo. Depois de um tempo me deitei sobre a mesa, abri minhas pernas o máximo que pude, deixado meu cu à sua disposição, ele encaixou a cabeçorra e deitando-se sobre mim foi atolando sua vara novamente até o saco. Nessa posição ele meteu por alguns minutos, eu já estava com as pernas cansadas e sugeri mudarmos de posição.

Quero que você me faça gozar igual você fez no ônibus! – Disse Gabriel sentando-se numa cadeira.
Sentei-me no pau de Gabriel, joguei meu corpo para trás apoiando-me no dele e comecei a mover a cintura para frente e para trás. Nessa posição a rola de Gabriel roçava minha próstata, acelerei os movimentos mordendo seu caralho com meu cu e minha bunda e ele repetiu o mesmo movimento que havia feito no ônibus. Gabriel colocou suas mãos entre minhas coxas, pressionando minha virilha e acompanhando meus movimentos.

Ahh Paulo... Assim não aguento cara! To quase gozando!

Comecei a movimentar a cintura para baixo e para cima em movimentos curtos e rápidos, Gabriel se esticou na cadeira, seu pau inchou, latejou, ele gemeu e senti, mais uma vez, sua porra me inundando, ainda sentando naquela rola negra, gostosa, bati uma punheta gozando logo em seguida. Encostei meu corpo no de Gabriel até seu pau amolecer e sair, ainda pingando porra, de dentro de mim. O dia estava quase amanhecendo quando, com o rabo ardendo, voltei para casa de meus tios.

Gabriel teve que voltar dez dias antes de mim e, é claro, mantivemos contato e demos várias outras fodas em locais “perigosos”, pois nos excitava a ambos e só deixamos de nos ver quando comecei a namorar um outro cara que conheci no prédio onde eu morava, mas sem duvida me lembrava de Gabriel constantemente, inclusive nas minhas punhetas quando meu namorado estava ausente.


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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 23/03/2016

Adorei! Adoro negros de pica grande, grossa, com fimose e cabeçuda. BETTO

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thiagotdb19 Comentou em 01/08/2015

votei e gozei

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laureen Comentou em 27/07/2015

adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii amigo mais um conto nota 10000000000000000000 bjos Laureen se puder leia os meus ok

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pirocapreta Comentou em 23/05/2014

Deve ter sido uma rola negra deliciosa hein! rsrs Adoro mama uma rola negra

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macadame Comentou em 27/01/2014

Muito bom. Adoro negros, possuem as melhores rolas.

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hunter50 Comentou em 20/10/2013

delicia de conto

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salexnogueira Comentou em 12/10/2013

Porra, que conto!!! Adorei. Parabéns. Votadíssimo.

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neygostosa Comentou em 11/10/2013

amei seu conto...votado...bjim

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macho curte hom Comentou em 11/10/2013

CARAI CARA... Q DELICIA... SEMPRE QUIS PASSAR POR ALGO ASSIM EM ONIBUS, MAS NUNCA TIVE SORTE... PAU NA MÃO, DIREITO A UMA PUNHETA GOSTOSA... VOTADO!

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andersom lima Comentou em 11/10/2013

GOZEI MUITO E SEM TOCAR NO PAU..DEMAIS SEU CONTO GOSTEI,VOTEI E GOZEI DENOVO...

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carlovera Comentou em 11/10/2013

Delicioso seu conto

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ronald43 Comentou em 11/10/2013

Mais um conto delicioso... Bati uma gostosa, me imaginando na rola do seu amigo...




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Ficha do conto

Foto Perfil gostodepunheta
amigopunheteiro

Nome do conto:
Enrabado no ônibus por um negro pauzudo.

Codigo do conto:
36570

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/10/2013

Quant.de Votos:
30

Quant.de Fotos:
0


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