CORNO POR VINGANÇA


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Tenho lido muitos contos eróticos e a maioria me causa decepção, pois pode-se perceber logo nas primeiras linhas que se trata de pura cascata. É um tal de caras que tem cacetes imensos, de quase 30cm, e mulheres com o cu virgem preparadas para dar a primeira vez aos 35/40, apesar de terem uma longa carreira de putaria.

Sei que existem picas enormes e cus virgens, mas o que existe pouco são contos que realmente tenham cara de realidade e expressem um momento de grande tesão ou uma transa especial, daquelas que acontecem às vezes fortuitamente, isto é, nem foram planejadas, simplesmente pintam na vida da gente.

Lendo Supercontos, encontrei muita cascata, muita invenção boba, mas também encontrei algumas histórias que me pareceram verdadeiras e me excitaram. Por isso, me animei a contar uma transa que tive com uma mulher maravilhosa, que fisicamente não era nenhum fenômeno, mas tinha a sensibilidade à flor da pele – e mais do que tudo, tive que esperar muito tempo para pegá-la de jeito e dar vazão à verdadeira tara que tinha por ela – e especialmente pela sua bunda redonda e empinada. E as trepadas que a gente tem de batalhar muito é que são as melhores.

Ela se chamava Berenice – e era Berenice mesmo e não um nome fictício porque isso é uma tremenda babaquice. Morena, 29 anos, 1,59 de altura, 52 quilos. O seu corpo tinha uma imensidade de curvas. Era a chamada falsa magra. Do tipo miúda, mas o que não faltava nela era carne. Peitos cheios e rijos. Cintura finíssima – acho que não tinha mais do que 60cm – e um quadril largo, muito largo, o que dava um balanço alucinante ao seu andar.

Era, além de tudo, muito simpática, o que compensava o fato de ter um rosto normal, sem nada de excepcional. Trabalhava comigo e em virtude da relação entre nossos departamentos eu praticamente era o chefe dela. Tínhamos uma boa amizade, mas nunca passou disso, porque ela tinha um sério problema: era casada com o seu primeiro namorado. Na verdade, apesar de algumas brincadeiras eu nunca tive a menor chance de avançar o sinal. Ela era o que se costuma chamar de “durona”.

O tempo foi passando e nosso relacionamento foi ficando cada vez mais amistoso – eu poderia até dizer íntimo. Mais de uma vez eu tentei passar pra ela o tesão que eu tinha, mas ela nunca me dava chance. Por isso, eu percebi que ela já sabia que eu estava muito a fim dela. Mas mesmo assim, agia comigo como se nada soubesse.

Um dia, ela apareceu triste, com os olhos vermelhos. Tinha chorado. Tinha chorado muito mesmo. Percebi. Numa hora de folga, puxei o assunto e ela admitiu que estava com um grande problema. Mas parou por aí. No dia seguinte, mais olho inchado. Voltei ao assunto e ela começou a falar sem parar numa desabafo que saiu como uma explosão. Ela falava e chorava. Para sintetizar: descobrira que o maridão era um tremendo pilantra, que comia todas as mulheres que trabalhavam com ele no banco. E admitiu que se ele tivesse um ou outro caso, até faria de conta que nada tinha acontecido, mas o cara era um vampiro e ainda gastava dinheiro pra burro com as namoradas, deixando faltar coisas essenciais em casa.

E concluiu, para minha alegria: ao descobrir tudo, seguindo um pista anônima que havia sido plantada certamente por alguma de suas namoradas, se arrependeu de ser a mulher tão séria que sempre foi, deixando escapar alguns momentos em que se sentira realmente atraída por alguns homens, para manter a fidelidade e a sua completa dedicação ao casamento.

“Até me dá a vontade de soltar a franga e enfeitar a teste daquele sacana” – disse, textualmente.

Depois disso, meus amigos e amigas, eu caí dentro, firme. O assédio foi completo. Usei todas as técnicas conhecidas de paquera e até algumas que inventei. Em pouco tempo, ela estava completamente receptiva ao meu assédio. E de vez em quando deixava escapar frases como esta: ”Você sabe que eu estou fragilizada e fica me tentando. Estou com a cabeça cheia de minhocas”.

Passamos a ter momentos de verdadeiro casal de namorados. Eu falava das curvas dela, tocava-a na cintura e nos quadris, falando do violão que era o corpo dela. Fazia carinhos mais ousados. E convidava-a para sair. Um dia, no auge do tesão, ao vê-la como uma vestido de malha justo, sem sutiã, eu perdi a cabeça e disse que se um dia a pegasse de jeito iria deixá-la morta. Ela perdeu o fôlego, suspirou profundamente e admitiu que era mesmo isso de que estava precisando, porque o maridão nem vinha mais comparecendo, depois da muitas brigas que passaram a fazer parte do seu dia-a-dia.

Depois desta confissão, eu pirei de vez. E o assédio se tornou infernal. Eu dizia e fazia coisas que a deixavam em fogo, principalmente no estado de carência em que ela se encontrava. E como água mole em pedra dura...
Afinal, numa quinta-feira, ela anunciou que o maridão tinha sido mandado a São Paulo e que ela passaria sexta, sábado e domingo livre, completamente livre.

Era uma sugestão, ou não? Era e ela topou de saída o meu convite para uma escapada na sexta depois do trabalho. E aí meus camaradas, foi um delírio.

Ela apareceu para trabalhar com um blusa curta, de malha, com aqueles peitos soltos apontados para o meu coração. Os dois, me fuzilando. A saia também era justa, mas vinha até o joelho. Tinha uma abertura do lado e cada passo que dava em cima daqueles saltos imensamente altos deixava ver maravilhas. Até na maquiagem caprichou especialmente. Estava absurdamente sensual. E na primeira chance que teve, soltou na minha cara: se você vai me matar mesmo, quero morrer com o meu melhor visual. Eu quase caí duro para trás. Meu coração disparou.


O dia demorou um século para passar. Mas como o tempo sempre passa, quando percebi estava com ela sentada ao meu lado no carro, dando uma cruzada de pernas que faria a Sharon Stone parecer uma noviça da Ordem dos Beneditinos. E de repente me passou pela cabeça que aquele fêmea estava afim de descontar muitos anos de sem-vergonhice reprimida.

E assim se deu. Sem mais cascatas, dado a tudo o que vinha rolando entre nós, carreguei-a para um motel. Quando parei no portão, ela corou e comentou que eu estava correndo depressa demais. Isto me alertou para o perigo de ir com sede demais ao pote. Pisei no freio, não o do carro, mas o do meu tesão, retomei o controle das minha emoções e tudo o que aconteceu depois foi no tempo certo, firmemente, mas sem a afobação dos colegiais inexperientes. E tive uma das maiores transas de todos os meus 54 anos.

Entramos no motel, numa suíte que tinha o que se pode esperar. Uma piscina de bom tamanho e uma cama giratória, com espelhos até debaixo dela. Fizemos todas as preliminares, aqueles rapapés de primeira vez, com bebidinhas e conversa fiada, até que ela, já sentindo o efeito de uma exótica mistura de algumas doses de vinho doce com outras de uísque com guaraná, que bebemos durante um bom tempo de papo furado, levantou-se, deixou-se cair sensualmente na cama e disse que estava pronta para morrer.

E eu comecei, então, o “assassinato”. Deitei-me ao seu lado, abracei-a e beijei-a loucamente. Ela começou timidamente, mas em poucos segundos incendiou. Aí, foi uma verdadeira guerra de línguas. Nossos corpos pareciam um só. Rolamos na casa e nossas mãos não paravam. De repente, aquele corpo que eu desejava tanto estava coberto apenas com uma minúscula calcinha preta.

Beijei, chupei e mordi enlouquecido o seu pescoço, os seus ombros e os seus peitos que eu descobri serem muito mais rijos do que eu imaginava. E ela, contorcendo-se, gemia alto e dizia coisas que eu mal conseguia entender. “Ai, eu nunca fiz isso na minha vida, mas eu quero, eu quero, eu queeeeeeroooooooooo.... Tuuuudddoooo. Você prometeu. Eu quero mooooorrrreeerrrr de gozar. Me mata, me mata, me...........”

O tesão reprimido daquele mulher me endoidava. O meu cacete era um verdadeiro rochedo. As bolas me doiam e pela primeira vez eu parecia a ponto de ter um orgasmo sem nem tocar no pau.

Continuei a chupá-la e fui descendo para a barriga, para o umbigo. E ela gemia, gritava, puxava os meus cabelos, pedia mais e me empurrava mais para baixo, para aquele ponto que vocês podem imaginar. Antes de chegar com a boca na bucetinha eu a toquei com os dedos. Ela estava inundada. Toquei o clitóris e com uma simples pressão do dedo ela teve um orgasmo fazendo uma barulho incrível, se contorcendo toda e gemendo numa altura que eu imaginei ter sido ouvida em todo o motel. Enquanto ela gozava eu meti a boca naquele grelinho e ela endoidou de vez. Acho que teve o que chamam de orgasmos sucessivos, porque ficou gemendo e se contorcendo, puxando os meus cabelos por pelo menos três minutos. E gritava: “Aí, estou gozaaannnddddooo. Ai, ai, ui, eu vou mooorrrerrr. Como é bom, como é bom, ai me chupa mais, com força, aaaassssiiimmmm... porra, com foooorrrççççaaaaa.... vaaaaaiiiiii..... pooooorrraaaaa... aaaaaaiiiiiii....


Depois, toda mole, puxou-me para cima e me abraçou, ficando completamente imóvel, com o coração disparado e a respiração voltando devagar ao normal. Eu apenas beijava o seu rosto e afagava o seu cabelo.

Uns 10 minutos depois, ela abriu os olhos, olhou-me demoradamente e com as mãos começou a explorar o meu corpo. Pagou-me com a mesma moeda, lambendo todo o meu corpo, o que na verdade nem me causa muito prazer. Até que num movimento brusco, abocanhou o meu cacete, duro como um pedaço de pau. Num golpe engoliu mais da metade dos meus 19 centímetros. Senti a cabeça do caralho na sua garganta. Ela também, porque de repente enlouqueceu de novo. Parecia que ia arrancar o meu cacete. Subia e descia violentamente.

Eu não agüentava mais. Ia gozar, mas não queria ainda. Queria prolongar o máximo possível aquele delírio. Tentei me livrar, mas ela agarrou meu caralho com as duas mãos. E subia. E descia. E gemia. E rosnava. Eu ia gozar. Era inevitável. Soltei-me e fiquei entregue ao seu comando. De repente, seu corpo começou a tremer convulsivamente. Ela rosnava furiosamente. Deu uma última cravada com meu caralho em sua garganta e se soltou pesadamente, tremendo e gemendo, com a cara na cama e a bunda empinada para o teto. E ficou assim por intermináveis segundos.

Dei a volta ao seu corpo e fiquei de joelho com aquela bunda aberta na minha frente. Arranquei-lhe a calcinha. Meti o dedo na buceta e senti um buraquinho apertado. Acho que era o mais apertado que já tinha tido assim à minha disposição. Parecia virgem. Apontei a vara no buraquinho e fiz uma leve pressão. Ela, que estava imóvel, deu um salto. Segurei-a pelas ancas e fiz nova pressão. Meti quase toda a cabeça da pica. Ela se esticou toda e escapou da pirocada.

“Nãããããoooo. Eu não vou... agüentaaaaarrrr. Está doendo. Meu marido tem um piruzinho de nada. Não passa de 11cm. E além disso não me come há uns quatro meses. Eu... não... vou agüentar essa pica..... essa pica toda, nããããooo.... Ela é imensa. Você vai me descabaçar de novo”.

Estas palavras me tiraram o pouco de lucidez que ainda me restava. Puxei-a de novo para cima e encaixei a pica outra vez. Ela gemia e protestava, mas não tentava escapar. Dei-lhe uma palmada na bunda e ao mesmo tempo cravei o caralho com vontade. Ele se contorceu toda, como alguém que recebe uma punhalada. Começou a ranger os dentes, a rosnar, a gritar, a se contorcer. Dei mais uma cravada. Ele soltou um grito rouco, assustador e se abriu toda. Aí, minha pica invadiu aquela buceta apertada até o final. Senti a glande socar o útero.

Estava ali na minha frente. Minha pica cravada até o final naquela caverna. Como era apertada. Berenice começou a se mexer lentamente e foi aumentado. Ia e vinha, rebolava, se contorcia. Ficamos assim um longo tempo. Foi demais e eu anunciei que ia gozar. Ela endoidou de vez.

“Vai, vai, vai, Ui, ui, aaaaiiiii.... Goza mesmo. Esse caralho está me rasgando. Estou toda entupida de pica. Quero o teu leite. Gooozzzaaaa..... ui, ui, ui... Vai seu cavalo, aaaaaaaiiiiiiiii, ui..... Me enche. Me rasga.” Enfiou a cara na cama e começou a tremer. Agarrei-me à sua cintura. Cravei a pica com toda a força que tinha e tive um dos maiores orgasmos de toda a minha vida. Gozei como um louco e fique parado, com o pau ainda dentro da buceta encharcada. Ela parecia estar se acalmando, mas de repente começou a tremer de novo e teve novo orgasmo, entre uivos, gemidos, palavrões e gritos roucos. Nunca vi uma mulher gozar com tal intensidade.

Ficamos os dois largados na cama. Imóveis. Eu adormeci. Ela também deve ter dormido. Acordei não sei quanto tempo depois, com uma mão macia punhetando o meu caralho, que logo ficou em posição de guerra outra vez. Mas agora, eu percebi logo, estávamos os dois afim de curtir o corpo do outro. Eram chupadas, carícias, muita curtição. Chupei aqueles peitos durante muito tempo. Ela retribuiu. O fogo foi crescendo gradativamente. Até que comecei a chupar-lhe a buceta e ela enlouqueceu outra vez. Deitei-me de costas e ela ficou de quatro com a buceta na minha cara. E se esfregava na minha cara e me mandava enfiar a língua.

Aí reparei no cuzinho, que estava na minha frente, piscando cada vez que eu metia a língua no grelinho. Me atrevi a colocar o dedo e ela pareceu gostar. Começou a rebolar. Empurrei o dedo e ela deu um salto. Tirou da reta. Puxei-a e ela escapou de novo. “Sei o que você está querendo, mas nem pense nisso. Dei o rabinho uma vez só, pro meu marido quando a gente era ainda namorados. Mas ele conseguiu colocar só a cabecinha daquele pauzinho que ele tem. E assim mesmo doeu muito. Esse teu caralhão vai me arrebentar toda. Nem pense nisso”.

Mas eu só pensava nisso. Lambi, meti o dedo mindinho. Forcei, ela escapou. Lambi mais. Em suma, fiz com que ela ficasse com um puta tesão no rabo. Ficamos nesta brincadeira um longo tempo. Jurei que ia ser muito carinhoso, ia ter cuidado e que se doesse eu pararia na hora. Ele disse que queria mas não ia agüentar. Insisti muito e ela finalmente, doida de tesão, já naquele estado de fúria em que ficava quando a excitação atingia o auge, virou a bunda para mim, de quatro, e disse para eu tentar.

Lambi muito o cuzinho, deixei ele todo babado. Ajeitei-a sobre um travesseiro e abri ao máximo suas pernas. Deitei sobre ela e coloquei o caralho bem na portinha, sem forçar. Fiquei assim, dizendo um monte de besteira nos seus ouvidos. Ela começou a rebolar e já pedia para eu meter logo.

“Eu sei que vai doer muito, mas eu quero. Eu quero... quuueerrroooo... Huuummmm. Vai, me arrebenta que eu quero gozar com esta vara no meu cuzinho. Vaaaaaaiiiiii....”

O convite me tirou do sério e eu deixei meu corpo cair sobre o dela. O som que saiu de sua garganta quando meu caralho arrebentou aquelas pregas foi alguma coisa inimaginável. Desta vez, tenho certeza, todo o motel ouviu. Ela rugiu e ficou parada, com o corpo retezado, parecia de pedra. Eu não fiz um movimento. De repente, ela jogou o corpo para trás e o caralho entrou quase todo. Aí, ela ficou completamente fora de si, dizendo tudo o que era sacanagem que alguém possa imaginar.

“Ai, seu cavalo. Está me.....aaaaaaiiiiii... me arrebentaaaannnndddoooo. Mas... está bom... bom... bbbboooommmmm.... Vaaaaiiii, foooodddeeee... fffooooooddddeeeee... Acaba de vez..... comigo.... Bota tudinho. Está queimando o meu rabinho. Parece um caralho de brasa..... aaaaiiiiiii, ui, ui, ui. Vaaaaaiiiiiii....”

Eu, completamente descontrolado, comecei a meter e a tirar, meter e tirar, meter e tirar. Tirava o caralho todo e enfiava desde a cabeça. Cada vez que fazia isso, ela se contorcia toda e gritava palavrões. Comi aquele rabo como jamais comi alguém na minha vida. Quando sentia que ia gozar, diminuia o ritmo, para logo depois meter com força outra vez. Berenice pedia sempre mais e gritava palavrões, dizendo que se sentia uma égua sendo comida por um jumento e coisas que jamais imaginei que uma mulher com o seu comportamento, com a sua classe, poderia dizer. Mas com um cacete arrombando completamente o seu rabinho semivirgem, ela se revelou inteiramente.

Seria capaz de ficar comendo aquele rabo por muito mais tempo, controlando o gozo, uma coisa que sempre fiz bem. Mas ela gozou mais duas vezes e disse que não agüentava mais. Pediu para eu gozar e disse que queria sentir meu leite quente derramando nas suas entranhas.

“Goza, gooozzzaaaa. Ai, ui, ui, ui, aaaaiiii. Você vai acabar comigo mesmo. Se eu gozar de novo, eu morro de verdade. Gooooozzzzza, amorzinho. Gooooozzzaaaaa”.

Agarrei-a pela cintura e comecei a meter com muita força. Cada bombada, ela se contorcia toda. Até que anunciei que ia gozar. Ela rebolou alucinadamente e começou a dizer.

“Gozzzaaaa, eu quero.... sentir..... o teu leite, ai, ui, ui, queimando o meu rabinho. Vaaaaaiiiiiii”

Gozei furiosamente, metendo meu cacete até o cabo. O leite jorrou e ela gritou que estava sentindo, que era bom demais, que nunca pensou que um dia ia gozar tanto como um caralho enterrado no cu. Saí lentamente daquele rabinho, quando meu cacete estava quase completamente mole. Pude ver o estrago que tinha feito. A estrelinha antes fechadinha, estava completamente arrombada. Beijei sua bunda, com carinho, quase arrependido de ter-lhe feito sentir tanta dor.

Ela puxou-me, abraçou-me, deitou a cabeça no meu ombro e disse que queria dormir muito. Fechou os olhos e ficou quietinha, até adormecer. Parecia uma menina, que tinha ganho o presente desejado. Dormiu com um sorriso nos lábios e deve ter tido lindos sonhos.


Foi bom demais e ficamos trepando durante cinco anos, embora ela não tivesse desfeito o casamento.



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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico j.med

Nome do conto:
CORNO POR VINGANÇA

Codigo do conto:
363

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/12/2009

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0


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