Doce Nanda


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Nanda, belissima garota de seus 22 anos, chega em casa, e encontra sua mãe com uma carta nas mãos.

- Filha, diz ela. - É uma carta do seu tio Lauro. Ele diz que esteve com o Tom, e diz aqui que ele está muito mal...

Nanda, aflita, pega a carta nas mãos e lê. A carta do tio Lauro diz que Tom, seu irmão de 24 anos, está bebendo muito e que tem faltado muito ao trabalho.

Tom morava em outro estado, e saira da sua cidade há alguns anos. A carta dizia que Tom andava amargurado por causa de uma mulher, por quem se apaixonara e que a deixara.

- Mami, to precoupada com ele...! - diz Nanda. - ele pode estar muito mal mesmo...!

- Filha, teu pai diz que vai viajar até lá...

- Mas, papai está meio doente...

- Mas ele vai, filha... teu irmão precisa de nós...

Nanda pensa um pouco.

- Mãe, eu vou até o meu irmão..!

- Mas, filha, vc vai se casar daqui um mês... não pode...!

- Posso sim... eu falo com o Beto (seu noivo)... ele vai entender...

- Mas filha...

- Nada de mas... eu já decidi! eu vou até lá...

Dois dias depois, Nanda se despede dos pais na rodoviária. Ela acena pela janela, com lágrimas nos olhos. Não era acostumada a deixa-los sózinhos.

Horas depois, o ônibus faz uma primeira parada, já nos limites do estado. Nanda desce para ir a uma toalete e beber um refrigerante. Ao passar pelo bar, dois rapazes a observam, pasmos diante de tanta beleza.

- caramba...! olha só que cavala! - diz um deles...

- rapaz! que potranca boa.... como é linda, cara! olha que corpo...

Realmente, Nanda era de "parar o trânsito". Dona de uma beleza sem afetação, e um corpo cheio de curvas, tentador ao extreme, no entanto, ela não apelava para nenhum artificio para chamar a atenção. Ela se mantinha alheia a todo aquele frenesi provocado no machario por onde passasse. Era estremamente familia, e amava seu noivo, o Beto, com quem pretendia se casar dali a um mês. Beto não queria esperar mais. Amava Nanda, desejava Nanda, e não queria perdê-la por nada no mundo.

Nanda sorriu ao se lembrar de Beto, quando se despediram e do beijo que trocaram. Sabia que o noivo a desejava muito, mas ela pretendia entregar-se a ele somente na noite de nupcias.

Os dois homens a seguiram com o olhar, até ela entrar na toalete. E de novo, quando ela saia, estes permaneceram ali, acompanhando o mover gracioso daquele corpo de deusa.

- é areia demais pro nosso caminhãozinho, disse um deles.

- rapaz... veja... ela deve ter um par de coxas deliciosas... branquinhas.... macias.....ah!

O outro concordou. Nanda, ou Fernanda, ou mesmo Fer, como a chamavam as vezes, tinha cabelos ondulados negros, e a pele alva, rósea... as sobrancelhas eram negras e grossas, e a boca, de lábios carnudos, os olhos negros e expressivos, formavam um conjunto extremamente agradável. Nanda tinha um corpo cheio de curvas (parecida com a Francine, do BBB), e era o sonho de 10 entre 10 homens da sua cidade. Um sonho de garota.

Retomada a viagem, Nanda dormiu. Sonhou com os pais, o noivo, e com Tom. Despertou, aflita. No sonho, via Tom muito triste. Seu coração se apertou todo. Amava o irmão e lhe doia saber que ele estava tendo problemas.

N aproxima parada, Fernanda desceu e foi tomar um café. Um rapaz, assim como todos os outros, não tirava os olhos dela. Ele se aproximou.

- olá.. meu nome é Fred.

- O meu é Nanda. Fernanda.

- O meu é Frederico... não vá rir...

Nanda apenas sorriu. Não era acostumada a falar com estranhos. Mas aquele parecia confiável.

- vai pra onde, Nanda?

- até Minas... eu vim de Mogi.

- ah, conheço lá. Belo lugar...

- que bom... e vc?

- vou até Belô... sou fotografo..

- é?/ que legal...

- vc é modelo?

- eu???? claro que não...rsrsrs

- eu juraria que vc era modelo...

- tá bricnando comigo..rsrsrs.

- não... vc tgeria futuro como modelo...façlo sério!

- ah, não tenho não..rsrsr

- gotaria de fazer um testecomigo?

- sinto muito... mas minha viagem é urgente... não posso parar pra nada...

- que pena... é uma pena mesmo...

- Bem, Frederico, preciso ir..rsrsrs...meu onibus está saindo...

Ela deu um sorriso que amoleceu o cara, e saiu andando. Os olhos do rapaz passearam pelas costas da graciosa garota, sonhando. Sonhando com ela posando para ele, e com poquissima roupa. Mas sabia que jamais a veria de novo,

No dia seguinte, eis que o onibus chega a Vale Verde, onde Tom morava. Cidade média, mas simpática. Nanda gostava, lembrava um pouco sua Mogi.

Sua mãe conversara com Tom, pelo telefone, avissando que Nanda estava a caminho. Por isso, Nanda estranhou não ver Tom por ali. Pegou um táxi e foi em direção ao endereço que tinha do irmão. Era uma casa pequena, mas bem bonita. Nanda entrou pela portão, e tocou a campainha. Várias vezes. Será que Tom havia saido? Tocou mais vezes, sem sucesso. Resolveu procurar um hotel, e depois saber de Tom. Quando ia sair pelo portão, a porta da casa se abre. Nanda se volta, e vê o rapaz de cabelos desgrenhados e olhos inchados de dormir.

- Tom!! - exclama a bela garota, indo em direção do irmão. Se abraçam e se beijam na face.

- Nanda... como vc está bonita! - exclama o rapaz, por sua vez.

- e vc está um caco...rsrsrsr... dormiu demais e se esqueceu da mana, é?

- desculpe... perdi a hora... desculpe..

- to brincando... tudo bem.... eu entendo...rsrsr

Entraram na casa. Nanda percebera o discreto cheiro de alcool em Tom. Então era verdade. Ele estava bebendo.

Tom mostrou a irmã a casa, e aquele que seria o seu quarto. A principio, ela ficaria por um mês, ou até sentr que o irmão estava recuperado. Ela gostou da casa. Seu quarto era espaçoso e aconchegante. Uma janela dava para o quintal, onde havia arvores e plantas. Do jeito que ela gostava. Tomou uma ducha e logo desceu para conversar com o irmão. Havia muito o que falarem.

.x.xx..x.x.x.x.x.x.

Nanda falou sobre o seu noivo, e Tom ouvia atentamente. Não falava muito de si, apenas do seu trabalho. Nanda percebeu que ele ganhava bem, pois sua casa era bem mobiliada. Ela se propôs a fazer o jantar. Preparou um spaghetti como só ela sabia fazer. E tb por que esse era o prato predileto do irmão. Ele abriu um vinho, e o jantar foi agradável. Conversaram muito, até tarde da noite. até que ela ficou com sono e foi se deitar. Tom disse que ele sairia cedo para o trabalho, e que ela poderia ficar a vontade, podendo sair pra conhecer a cidade.

E foi isso que ela fez, no dia seguinte. Era uma manhã de sol maravilhoso, fresco. E Nanda usou um vestido estampada, de cores suaves. Andou pela rua, entrou em shoppings.. o povo por ali parecia bem simpatico. Ela andava nas calçadas, e sua beleza chamava a atenção de todos que passassem por ela. Ela sorria, feliz em entar ali, e em poder ajudar o irmão. Ela resolvera perguntar sobre a tal namorada logo mais a noite. Não queria assustá-lo, nem devassar sua intimidade.

Nanda, absorta em seus pensamentos, ao passar por uma borracharia, não percebeu o homem, manchado de graxa, deitado no solo, prester a se colocar sob um veículo. O homem vê aquele monumento vindo pela calçada, e pára.

- minha nossa...! parece um anjo... - chega a balbuciar.

Nanda continua andando, e nisso, um pequeno redemoinho se forma próximo a ela. Ela se assusta, pois o torvelinho que se forma eleva sua saia ao alto. O homem não crê quando vê pernas e coxas expostas... ele engole em seco. Nanda segura o vestido, mas o homem está num angulo privilegiado. Seu coração bate forte quando vislumbra, lá no alto das coxas da beça garota, a calcinha rosa... Ele suspira, quando o torvelinho se vai. Tem que se resignar. Tudo que é bom dura pouco, pensa. Nanda segue seu caminho, longo de redemoinho atrevido.

Já em casa, Nanda recebe uma ligação de Tom, que avisava que não poderia ir almoçar, e pedia desculpas.

Nanda aproveitou e arrrumou toda a casa. No almoço, fez um sanduiche apenas. Depois saiu até o portão, no instante em que um carro estacionava na casa vizinha. Do carro desceu um rapaz, já olhando diretamente para Nanda. Esta olhou pro lado oposto. Mas ela teve que se voltar, pois o rapaz falou com ela.

- oi.. vc é a Nanda, aposto...

Ela se voltou.

- Sou sim... e vc?

- Sou Miguel, teu vizinho... o Tom é meu amigo...

- ah, legal... cheguei ontem...

- to sabendo... vai ficar muito tempo?

- alguns dias, talvez um mês...

- de repente, vc fica mais...rsrsrs..

- vc e o Tom saem juntos?

- as vezes... ele anda meio sumido... mas a gente costuma bater uma bola, sim...

- legal... agora vou entrar...

- Nanda... a gente poderia sair qualquer dia desses?

- não posso...

- por que?

- sou noiva... e vou me casar daqui a um mês....rsrsrs

Ela sorri e entra. Ele fica ali, olhando aquele andar, aquelas ancas se movendo, suaves... e pensa que jamais vira mulher mais formosa que aquela. E o fato dela ser noiva, a tornava ainda mais.... cobiçável..

- sinto que vou me dar bem... pensou, indo em direção a sua casa.

Tom chegou em casa, e levava pizzas. Nanda o recebeu feliz, abraçando e beijando-o, efusivamente. Tom parecia mais disposto, mais animado. E Nanda, feliz, sabia que era sua presença que o alegrava.

Comeram a pizza no jantar, rindo. Nanda lhe falou sobre Miguel.

- olha, toma cuidado... esse é um pegador...

- pegador? rsrsrs... o que é isso?

- pegador... é um cara que não fica com apenas uma, mas com várias...

- e vc.. é um pegador? rsrs

- eu?... não!!! - riu ele. - sou calmo...

- mano, preciso te falar de uma coisa...

- pode falar...

- minha vinda aqui não é apenas pra te visitar... é por que..

- sim...?

- Tio Lauro escreveu uma carta pra mamãe... dizendo que vc estava pra baixo, por causa de uma mulher...

- Esse tio Lauro... fofoqueiro... ele passou por aqui, me fez uma visita... e corre a preocupar vcs por nada...

- por nada mesmo?

- bem... eu tinha uma namorada... a Iolanda...

- e ela?

- bem... acabamos... e..bem, eu prefiro não falar sobre ela...

Nanda, prudente, acatou.

- Tudo bem... como vc quiser... mas quero que saiba que estou muito feliz em estar com vc aqui.

- Ah, o pessoal do banco quer te conhecer... falei que minha irmã, a garota mais linda de Mogi, estava aqui...

- ah, não! vc não fez isso...

- to brincando... mas vou te levar ao clube dos bancários no sabado... lá tem piscina...

- mas, mano, eu nunca fui a uma piscina... eu morro de vergonha...

-ah, não acredito... !!

- é serío...

- bem.. vai ter que superar isso... quero mostrar a irmã linda que eu tenho.... vão todos babar..rsrsrsr

- vc é terrível..rsrsrs....não sei se vou... prefiro ficar aqui, conversando com vc...

- bem.. vamos ver, ok?

Nanda lavou a louça, e depois foi ver tv. Tom logo foi se deitar, cansado.

Nanda viu um filme romantico, e ficou pensando em Beto. O que ele estaria fazendo agora, naquele momento? Sabia que ele estava pensando nela. Sorriu ao se lembrar de um encontro dos dois. Ela permitia certas caricias do noivo, assim como ele a tocar nos seios por sobre o tecido. Certa vez, se beijavam, e a mão de Beto subira por suas grossas e sedosas coxas... ela suspirara... adorava aquela caricia, mas detera a mão do noivo, que já se insinuara perigosamente.

Seu rosto se fecha ao lembrar de Tio Lauro. Há nove anos atrás, ela tinha apenas 14 anos, e nunca estranhara por que Tio Lauro a enchia de presentes. Depois entendera por que. O homem passou a pegá-la na saida da escola. Depois, sabendo que ela gostava muito dele, passou a querer uma aproximação ainda maior, sempre que estavam sozinhos. Um dia, a presenteou com um jogo de calcinhas, pedindo que não mostrasse a sua mãe. Ela gostou do presente, na sua ingenuidade. Mas ela ficou pasma quando ele pediu que ela lhe mostrasse como a peça ficara no seu corpo. Ela, com medo de magoá-lo, levantara o vestido, mostrando-se. Ele mal se continha de tanta excitação. Isso se repetiu várias vezes, depois vieram as bolinações, às escondidas. Tio Lauro se surpreendera pela farta penugem negra que Nanda tinha entre as coxas... até que ela dera um basta. Tio Lauro, amedrontado, parou com o assédio. Mas ela ficara traumatizada... jamais deveria ter permitido que o seu tio lhe tocasse tão intimamente, chegando a introduzir seu dedo por várias vezes!

Nanda chora ao se recordar. Perdoara o tio, porém ela não fora mais a mesma. Achava que a formosura do seu corpo fosse um empécilho. Os os homens a via apenas como objeto de desejo, achava. E o pobre do Beto é quem pagava o pato, tendo que esperar o casamento para tê-la por inteira.

Cansada, Nanda vai até o seu quarto e adormece.

No sábado, Nanda percebeu que Tom saira cedo. E ele só voltou após o meio dia. Ela havia preparado o almoço, mas ele entrou em casa sem que ela percebesse, e foi para o seu quarto. Nanda bateu a porta, mas ele não atendeu. Ela abriu a porta e entrou. Tom estava deitado na sua cama, e pelo jeito, se deitara ao sair do chuveiro. A roupa estava espalhada pelo assoalho. Ela pegou a camisa e cheirou. Alcool. ´Nanda estremeceu quando um pensamento lhe irrompeu a mente. Será que Tom, além de beber, usava drogas? Ela não quiz acreditar naquilo. Ela saiu silenciosamente do quarto, levando as roupas sujas.

Bem mais tarde, Tom apareceu na sala.

- Oi...

- Oi - respondeu ela. - dormiu bem?

- como uma pedra... desculpe se não vim almoçar... o pessoal do banco convidou para uma partida de pocker e eu não pude recusar...adoro pocker...

- tudo bem... mas eu fiquei preocupada...

- desculpe, maninha... vem cá... - chamou ele.

Ele sentou-se ao lado dele, deixando-se abraçar pelo irmão.

- eu não faço mais isso, prometo... tua companhia é mil vezes melhor que o daqueles marmanjos...rsrsrs..

- bem... obrigada..rsrs...

- mana, tua companhia me faz tão bem... hoje sou todo teu, prometo...

- mano, não se preocupe comigo... eu fiquei bem aqui...

- eu sei... mas vc veio de tão longe pra me fazer companhia, e eu fico com aqueles marmanjos...

- tem certeza de que era com eles que estava...? não hacia nenhuma gata?

- não. Desde que aquela desgraçada... quero dizer....

Nanda sorri. Ele se traiu.

- Mano, fale sobre ela.

Ele olhou para a irmã, e esta o acariciou na face, no queixo,nos cabelos... Não satisfeita, encheu seu rsoto de beijinhos.

- hmmm.. assim fico mal acostumado...rsrsrs

- adoro vc... não quero que nada de mal te aconteça.. - diz ela, se aninhando nos braços do rapaz.

- bem... vou te falar dela...

E Tom contou sobre o seu malsucedido romance. Conhecera a garota e se apaixonara. Ele tinha até planos de se casar com ela, de levá-la para conhecer seus pais. Mas um colega lhe dissera para abrir os olhos, e ele não deu crédito. Logo ele teria uma surpresa desagradável. A sua namorada o traia com seu proprio chefe. Tom pensaraem sair do banco, mas resolveu ficar, pois seu chefe pedira transferência. Mas afundou na bebida. Bebia compulsivamente, quase todos os dias. E essa era sua história.

- oh, mano... vc tem que reagir...

- to tentando...rsrsrs

- vc é tão bonito... aposto que tem assim de menina atrás de vc...

- vc acha? mas eu ando meio desinteressado...

- vc está é com medo das mulheres... não precisa ser assim...

- ah se todas fossem igual a vc...rsrsrsr...

- bobo... eu não sou melhor que ninguém...

- pois eu acho que é... linda, sincera, fantástica...

- ah...pare!! vc me faz rir...

- falei a verdade... juro!1

- tuido bem.. acredito... agora me ouve: eu vou ficar com vc até vc ficar bem... vou te encher de atenção até vc enjoar, viu? vou te encher de carinho, de beijinho, de afago, de tudo... até vc ficar bem de novo... eu não vou me casar sabendo que vc não está bem...

- mana.. vc é demais...rsrsrs..

- sou meso..rsrs... vc vai ver.. vou te sufocar de amor... pode acreditar...

- hmmm.. que bom.... a gata mais linda de Mogi me sufocando de amor...rsrsrs

Os dois riram pra valer.

Mais tarde, Nanda resolveu dar uma volta pela cidade. Ao sair, ouve a voz de Miguel.

- E ai, quer uma carona?

Ela se voltou, sorrindo. O que aquele cara queria com ela? No fundo, ela sabia.

- bem, se vc vai na direção norte...

- é pra lá mesmo que vou... que coincidencia....rsrsr

A Nanda não restou senão aceitar o convite. Miguel deveria saber mais sobre o que Tom fazia. Tanto que aceitou tomar um refrigerante com ele numa lanchonete. Encheu o rapaz de perguntas, mas este não pdoe nada revelar, além do que ela já sabia. Andaram por vários lugares, e Miguel cada vez mais fica intimo da bela garota. Ele era divertido e não era feio. Nanda, porém, o achou apenas uma companhia agradável. Mas teve que aceitar a idéia de que ele era bem atraente. Escurecia quando ela voltou para casa com o rapaz. Ao se despedir, ele a beijou na face, ela retribuindo o gesto. Marcaram para se verem no dia seguinte.

Tom não estava, e Nanda foi-se para o seu quarto, cansada. Tomou uma ducha, e se vestiu. Colocou uma camisolinha curta, de tecido fino e sedoso. Olhou-se no espelho. Ela tinha que convir: era uma fêmea e tanto. Sorriu ao se lembrar de Miguel. Então resolveu descer até a cozinha para beber agua. Atravessou a sala, e então viu Tom deitado no sofá, olhando TV.

- Mano... vc já chegou? - perguntou ela.

- Oi... não queria te acordar... achei que estava dormindo...

- ainda não... que bom... achei que não ia te ver agora a noite...

- como foi o dia? - perguntou ele, olhando para ela, dos pés a cabeça. Tom sabia que tinha uma irmã adorável, linda, cobiçada. Não pode deixar de sentir um certo ciùme ao saber que saira com Miguel.

- foi legal.. o Miguel é divertido..rsrsr

- bem.. só toma cuidado... vc sabe...

- hmmm... que bom.... tenho um mano ciumento.

Ela senta-se ao lado dele, sorrindo.

- tenho que cuidar da sua integridade fisica...rsrsrs...

- bobo.. eu me cuido muito bem... mas achei fofo vc sentir ciumes...rsrsrs..

- não é ciume, boba... é cuidado de irmão mais velho...

- tudo bem... mas adorei!

E ela encheu o irmão de beijinhos na face.

- Adoro vc...rsrsrs.

- Tb te adoro...

- Olha, fiz uns sanduiches...deixei na geladeira...

- obrigado... mas estou sem fome...

- vc não bebeu, bão?

- só uma lata, juro...

- tudo bem...

Ela se levanta. Ela é a pura imagem da beleza.

- Mano... vou me deitar... adoro ficar com vc, mas vc tem que ir dormir também...

- já vou... pena que vc está com sono...

- eu ficaria com vc a noite toda aqui, te fazendo carinho....rsrsrs... mas...

- eu sei... que pena... vou me deitar também...

Ele se levantou, e ela se abraçou a ele, o beijando na face.

- Mano... - diz ela, com suavidade. - vc tem que superar essa fase...

- eu já estou superando... com vc aqui..

- eu vou te ajudar no que for possível... adoro vc...!

- tb te adoro...! e toma cuidado com esse miguel....

Ela sorriu, indo em direção ao seu quarto.

- Mana... vc é muita areia pro caminhãozinho desse cara...

Ela riu, fazendo um gesto para ele. que ficou ali olhando-a andar com extrema graça.

- Esse cara acha que vai papar minha irmã, tá enganado! - pensou ele. E logo seu pensamento se voltou para um passado não muito distante. Recordações dolorosas que ele insistia em reviver.

Na manhã seguinte, Nanda e Miguel sairam. Haviam combinado ir ao shopping, onde ela faria algumas compras. Feito isso, foram a lanchonete.

Miguel se mostrava todo solícito, mas ele não perdia uma oportunidade em apreciar os "encantos' da bela garota.

- Então vc vai se casar... - dizia ele.

- Não vejo a hora... é o meu sonho, e o Beto é tudo de bom.

- que inveja desse cara...

- rsrsrs... larga de ser bobo... vc deve andar cheio de meninas...

- mesmo? vc me acha um "gatinho"? rsrs

Ela caiu na gargalhada.

- bem.. vc não é de se jogar fora... mas me fale como é tua amizade com o mano...

- bem... a gente não é amigo pra valer... as vezes a gente se cruza no ginásio e batemos um futsal.. aliás, vc precisa me ver jogando... sou bom pra caramba...

- ah, deve ser... em que mais vc é bom?

- em várias coisas... e principalmente sou bom em saber qual é a garota que serve pra mim...

Nanda o olhou fixamente. Aquela era o inicio de uma cantada, sabia.

- espero que vc logo encontre essa garota... se já não encontrou...

- já encontrei.. - diz ele, sério. E sua mão toca a dela por sobre a mesa.

- Miguel.. eu...

- Nanda... eu sei que vc já percebeu... to super a fim de vc....

- Mas eu só posso te dar minha amizade...

- Mas eu quero muito mais...

Nanda olhou-o nos olhos. Ele parecia sincero. Ela não tinha como negar. Ele era bem agradável, e tb bem persuasivo.

- Miguel... - desconversa. - vc quer me deixar comer o meu sanduiche?

Ele, resignado por ora, sorri.

- tudo bem... mas pense no que te falei...

- ok.. - diz ela.

Um pouco antes do meio dia, ele a deixa em casa.

- vc bem que poderia teus vizinhos .. - diz ele.

- "teus vizinhos", na verdade, é vc, não?

Ele riu.

- Eu moro junto com um amigo, mas ele fica direto no campus. Vou pedir uma pizza para nós, hoje, ok?

- bem... tenho que fazer companhia para o meu irmão... vc sabe...

- ora, teu irmão sabe se virar sem vc...rsrsr... vou te esperar... às 8..certo?

- tudo bem... - sorri Nanda. - eu vou.... tchau. - e ela entrou em casa, deixando o rapaz ali, olhando o manear de quadris da garota, tentando imaginar o que aconteceria logo mais a noite entre eles.

Nanda teve tempo de preparar o almoço para o irmão, que logo chegou. Conversaram bastante, e Tom parecia mais animado.

Após o almoço, ela ficou no seu quarto, conversando longamente com o noivo pelo celular.

- Nandinha, amor, to louco de saudade... - dizia o rapaz.

- eu também, amor... mas logo estaremos juntos...

- Princesa, não vejo a hora de ter vc como minha mulher... ter vc só pra mim...

- eu também... to cheia de saudes dos seus beijos, das suas caricias...

- Nanda... vivo sonhando com vc, com seu corpo...

- hmmm.... logo vc me terá por inteira, meu amor... eu te amo muito....

- te amo demais, tb... queria ter vc aqui, perto de mim, pra te beijar, te tocar....

- hmmm.. meu amor...não faz assim comigo... sabe que te quero tb...

- não vejo a hora de despir vc... bem devagar...

- meu amor... logo serei tua... e vc fará o que quiser comigo....

O diálogo seguiu por quase uma hora... sendo que Fernanda, ao desligar, suspirou profundamente. Beto a excitava com aqueles diálogos, e ela não via a hora de se entregar a ele totalmente. Pôs-se de pé e, só de calcinha, se auto analisou diante do espelho. Pernas e coxas grossas, quadris largos de contornos suaves, a pele branca e sedosa... o ventre liso, e dois seios, nem grandes, nem pequenos, que pareciam dois mamões rijos, sedutores... Satisfeita, Nanda volta a se deitar. Pega um livro para ler, e sem querer, seu pensamento cai em Miguel.

Logo mais a noite, Nanda vai até a sala, toda produzida. Tom saia do seu quarto, quando encontra a irmã.

- oi, mano... ia te avisar... vou até uma pizzaria...

- com o Miguel, aposto...

- sim... deixei teu jantar pronto...

- legal... mas...

- mano, fica tranquilo... eu me cuido bem... o Miguel é apenas um amigo... vc me conhece...rsrs

- Tudo bem... é que vc tá toda linda, e ninguém é de ferro.. toma cuidado..

- hummm.. que fofo.. obrigada pelo elogio...

Nanda usava um vestido preto, em contraste com a pele branca. Estava de arrasar. E Tom não pode deixar de sentir ciumes da sua belissima irmã.

- bem.. toma cuidado...

- vc não quer vir conmosco? o Miguel é legal...

- não... eu tenho que fazer umas ligações...

- tudo bem... eu não vou me demorar.. tchau...

E se abraçou ternamente ao irmão, beijando-o no queixo.

Tom ficou olhando a irmã sair. Reconhecia o quanto a irmã era atraente, e isso o preocupava, pois sabia como eram os do seu sexo. Nanda tinha uma beleza que atraia o desejo dos homens.. e pior, de todo tipo de homem. Pegou seu celular e fez uma ligação.

- oi, Giovana... então, marcamos para amanhã?

Após a pizza, Miguel e Nanda foram ver a ponte sobre o rio que cortava Vale Verde ao meio.

- que lugar lindo... - extasiou-se Nanda.

- vc é que torna tudo mais lindo aqui...

- hmm.. não sabia que vc era poeta..rsrsrs...

- nem eu...rsrsrs...

A mão de Miguel procura a de Nanda, sobre a amurada.

- pensou no que te disse hoje/

- hmmm.. não...rsrsrs...

- que pena...

- bobo... pensei sim... rsrsrs

Miguel se animou.

- e ai?

- Miguel... eu te acho legal, um gato, mas eu sou noiva!!! rsrsrs...

- e dai?

- e dai? vc é incrivel! rsrsrs

Miguel sente a maciez da pele da mão da moça.

Se aproxima ainda mais, a ponto de sentir o perfume dos cabelos dela. Estão apenas os dois ali, e faz penumbra. O momento é agora, pensa o rapaz.

- Nanda... to gostando demais de vc... - sussurra.

Nanda não tem como ficar indiferente àquilo. Vira seu rosto para o dele e o fita.

- Miguel... não insista, vai... - pede ela, com suavidade. Mas sente que está em perido.

- Nanda... acho que amo vc... desde a primeira vez... - a pressão da sua mão sobre a dela aumenta.

Sem ela esperar, ele toma sua boca e a beija. Nanda fica sem reação. Seu coração acelera.

Ele a traz mais para si, e ela, sem saber porque, corresponde aquele beijo.

Miguel pode sentir então o contorno daquele corpo sedutor. Sua mão desliza por sobre a cintura, acompanhando as curvas perigosissimas.

Nanda, então, sai dele.

- Miguel... vc é doido... não podemos....

- desculpe, eu não pude me segurar...

- tudo bem... mas, por favor, não faça mais isso... - diz ela, o rosto sério.

- ok..ok... me perdoe...

- tá perdoado... agora, por favor, me leve pra casa...

Passava da meia noite quando Mugiel estacionou em frente a casa de Tom. Miguel puxa conversa, mas Nanda se esquiva.

- Miguel, foi uma noite ótima.. obrigada...

- a gente se vê amanhã?

- não sei... preciso ficar mais com meu irmão...

- esse cara sabe muito bem ficar sem a maninha...

- não fale assim... eu gosto de ficar com ele...

- tudo bem... vc me liga?

- te ligo... tchau.

Nanda entrou em casa, e Miguel estava na cozinha, bebendo agua.

- oi... ainda acordado?

- tava te esperando...

Nanda esprava uma bronca, pois Tom estava sério.

Mesmo assim, ela o abraça e o beija.

- Tudo bem com vc?

- Tudo... e com vc?

- Estou ótima. Ah.. e fica tranquilo... eu me cuidei direitinho..

- Esse cara tá pegando muito no teu pé...

- Não está, não.. ele é legal...

- Tudo bem... e ele sabe que vc é noiva?

- claro que sabe... e ele não insiste comigo..

Tom pensou. Miguel era um estrategista. Tava ganhando a confiança dela, para depois...

- Bem, mana, eu sei que vc é super cabeça, e não vai cair na conversa do primeiro que aparecer... e eu passei hoje no shopping, e te comprei alguma coisa...

- não precisava... - disse Nanda, olhando a sacola na mão do irmão.

- Eu achei que vc estava precisando de roupa para vestir dentro de casa... ai, imaginei o seu numero, o seu tamanho, e comprei algumas roupas... se nao servir, me fale que eu troco...

- vou experimetnar agora mesmo... - e abrçando o irmão, o beija mais uma vez. - obrigada...

Ela foi para o seu quarto, enquanto Miguel atendia o celular, que começara a tocar.

Nanda, no quarto, tirou as roupas da sacola. Havia duas blusinhas top, duas camisetas, e três shorts. Experimentou as blusas e as camisetas, que ficaram bem. Tom tinha bom gosto, pelo jeito. Então olhou os shorts, que eram de tecido fino. Verificou, e achou-os um tanto pequenos. Experimentou um diante do espelho, e sorriu. Tom não calculara bem o seu tamanho, pensou. O short, na verdade, um micro short, coube bem nela, mas era demasiado curto... experimentou as outras, e eram do mesmo tamanho... mas gostou de todos. Mas jamais ousaria usar fora de casa.

Em seguida, ligou para o irmão.

- mano... adorei... serviram todas...

- é pra usar... - pediu ele.

- vou usar sim... mas os shortinhos, só dentro de casa mesmo...

- legal.. depois vc me mostra como ficaram em vc...rsrsr.

- claro que vou mostrar.... rsrsrssr...

Nanda, que ainda não tirara o ultimo shortinho, olhou-se no espelho. Ficou de lado, de costas, e achou que seu bumbum ficava meio exposto demais... sorriu. "Se é pra usar só dentro de casa, acho que não tem problema..." Sorriu ao se lembrar do rosto de Miguel, logo após o beijo. Sabia o que ele sentia por ela não era apenas amor, como ele dissera, mas desejo... e isso ela poderia ler nos olhos dele... ela estava acostumada aquele olhar nos homens... Deitou-se, lhando o celular ali ao lado.

Lá perto, dentro de casa, Miguel maquinava. Estudava qual seria o próximo passo pra ganhar aquela deusa chamada Nanda. Ela tornara-se uma obsessão para ele. Imagina abraçando e beijando aquele corpo extremamente desejável... O celular toca. Ele atende. E seu coração salta ao ouvir a voz de Nanda.

No dia seguinte, Tom entrou num consultorio odontológico. Uma bela mulher, nos seus 26 anos, o recebeu.

- Oi, Dra... - disse ele, sorridente.

- Que Dra, Tom... entre... tava te esperando...

Logo ele estava sentado na cadeira, tendo sua boca examinada pela bela mulher.

- Bem... vamos precisar fazer uma pequena limpeza... não há carie, mas pode se formar...

Depois, feito o serviço, sairam juntos.

- Tom... vc me disse que tua irmã está morando com vc?

- Morando, não... mas ela vai ficar uns dias por aqui...

- que legal.. to louca pra conhecer ela...

- Hmmm... quem sabe ela me ajuda com vc...

Subiram no carro de Tom.

- Ajudar comigo...? como?

- a te convencer... a ficar comigo...

- Tom... vc é apenas um cliente... e eu sou casada...

- E isso que torna vc ainda mais.... atraente...rsrsrs.

- Vc é terrivel... vou contar pro meu marido...rsrsrs

O carro parou num local ermo da cidade. Não havia ninguém por perto.

Tom toma Giovanna nos braços e se beijam. O beijo se torna cada vez mais quente. A mão de Tom sobe o vestido da moça, revelando um belo par de coxas. Giovana era uma bela ruiva, e eles haviam se conhecido quando Tom fora fazer um canal. Ela era casa, mas sucumbira ao charme de Tom.

A mão ansiosa da moça abriu o ziper da calça de Tom, e liberou seu membro, já durissimo...

- Nossa, Tom... cada vez parece maior.... - diz ela, entre admirada e excitada. Sua boca sedenta desce em direção aquela tora de carne rija, e Tom geme alto, ao sentir o contato daqueles lábios na sua parte mais sensivel.

Pouco depois, Giovana cavalga Tom. Ela sente-se aberta ao meio ao sentir-se penetrada. Sente o membro latejante dentro de si, justo, apertado, em fogo... Ela geme alto, e entrega-se áquele momento de intenso desejo.

- Tom...oooh... vou gozar... vou gozar...oooh...- geme a bela moça.

Ela experimenta orgasmos avassaladores. Logo ele tb explode dentro dela. Tão intensamente, que Giovana se sente toda preenchida por aquele liquido quente.

- oooh.. - geme a garota, os movimentos já diminuindo. - aah...

Ela sai de Tom, e olha o membro ainda duro. Absurdamente grande e grosso, lubrificado, todo melecado... Sua mão esfrega, arrancando quase um urro do rapaz, que se contorce ante aquele ousado toque. A bela ruiva cola sua boca na dele, e se beijam longa e sensualmente.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Tom chega em casa e não vê sinal de Nanda. Ela saira. Deita-se no sofá e revive os momentos há poucos vividos. Giovana era demais,pensou. Tom ainda não se apaixonara por ela, mas isso era bem possível de acontecer. Ela era linda, inteligente... e casada. Mas isso era um aditivo amais para ele. Ela era proibida. E isso tornava o jogo mais excitante. E ele precisava dela... para esquecer da outra.

Nanda e Miguel estavam na sala da casa deste. E não demorou para que se beijassem. Ela agora não o repeliu, e o beijo já durava uns dois minutos.

- Vc é linda... - sussurra o rapaz. - já te disseram isso?

- poucas vezes...rsrsr.... - disse ela.

- não acredito... - a mão acariciava os cabelos da moça. - teu noivo é um cara com uma sorte absurda...

- vc acha?

- acho... to ligadaço em vc, linda...

- vamos devagar... eu nem sei o que estou fazendo aqui...

- acho que eu sei.... vc gosta de mim...

- pode ser... mas nada vai me fazer mudar de ídéia...

- bem.. eu vou tentar...

Miguel buscou novamente aqueles lábios deliciosos, e se beijaram. Agora sua mão poucou por sobre os joelhos dela, que estava de saia. A mão subiu um tanto. Ele não acreditou no quando aquelas coxas eram macias, deliciosas. Mas ele conseguiu ir somente até a metade, por que ela a deteve.

- hmm hmm... pode parar... rsrsr.. - pediu ela.

- deixa, vai...

- não... e eu preciso ir... meu irmão já deve ter chegado..

Ela se levanta, e se recompõe. Miguel olha, seus olhos passeando por aquele corpo de beleza sem igual.

- Ok, Affrodite... - disse ele.

- Oque? Afrodite? rsrsrs...

- Saiu sem querer.... - disse ele, levantando-se. O dia fora bom,, ele pensou. Ela já estava quase na dele.

Nanda se despediu dele com um beijo. Seu corpo pedia que ela ficasse mais, mas sua consciência mandava que ela fosse embora dali o mais rápido possível.

Encontrou Tom na sala, vendo um filme.

- OI.. - disse ela, feliz em ver o irmão bem..

- Oi, mana... onde andava?

- Dei uma volta... e vc, parece bem a vontade, heim?

Tom estava apenas de calção, e sem camisa.

- É verdade.... tá um calor..

- Muito calor... - diz ela. - e ai, me conta o que tem feito...

- nada demais...

- Bem.. eu vou lá em cima me trocar, e já volto pra gente conversar.... to cheia de saudade..rsrsr

Tom sorriu.

Nanda correu pro quarto, pensando em Miguel e nos beijos que trocaram. Miguel era um problema, admitiu.

Tomou uma ducha, e depois pensou no que vestiria. Viu os shortinhos e sorriu. Tom dissera que gostaria de vê-la com as roupas que ele lhe dera. Escolheu a blusinha top preta, e o shortinho de igual cor, com bolinhas amarelas. Ohou-se no espelho. Pensou em como ficaria Miguel se a visse assim. Sorriu com certa malicia. Então foi até a sala.

Tom estava de costas, e ela se aproximou.

- mano, veja como ficou em mim o que vc me deu..

Tom se voltou, e não pode conter a admiração.

- caramba, Nanda... ficou legal demais em vc...

- vc acha mesmo? disse ela, dando uma volta.

- acho...

- Eu acho que ficou curto demais...rsrsr...

- bem... vc só vai usar dentro de casa... não faz mal...

- é mesmo... que bom que vc gostou...!

Ela senta-se perto dele, e o abraça carinhosamente.

- Mano... fico feliz em te ver mais animado... que bom!

- Por sua causa... vc me trouxe alegria, sabe?

- Não acredito... eu??

- claro... vc é uma irmã e tanto...

- eu vim pra isso... pra te ajudar, querido...

- e vc está ajudando muito...

- gostaria de fazer muito mais... vc sabe que te adoro...

- mana... esse shortinho ficou bem demais em vc...

Ela, feliz, ficou de pé, exibindo-se a ele.

- eu tb achei uma graça... um pouco curto só..rsrsrs..

- bem... é s´´o não sair a rua... senão pode acontecer acidentes...rsrsrs

Ela então senta-se no colo do irmão.

- mano... logo eu vou embora, mas vou sentir tua falta demais, sabia...?

- tb vou sentir tua falta...

- mas até lá, eu vou te encher de carinho, de amor... vc vai ver...rsrsr

- que tal começar agora? - disse ele, deivertido.

E ela então enche seu rosto de beijinhos.

- ah, Nanda...rsrsr... vc é demais...

- gosta? - diz ela, mordendo seu queixo.

- adoro... pena que vc vai embora logo...

- é.. vc já está muito bem...

- sei... e será melhor vc ir, pois o vizinho ai não te dá folga...

- hmm.. lávem vc...

- eu me preocupo... vc é uma garota e tanto... é linda demais... o cara deve estar super a fim de vc..

- eu me cuido...

- ainda mais com essas pernas e essas coxas que vc tem....rsrsrsr...

- hmmm.. gostei do elogio... vc também é um gato...rsrsrs.

A mão de Tom pousou um pouco acima dos joelhos da irmã. Ela lembrou-se de Miguel, que fizera o mesmo.

Ela se aninha no irmão, enquanto sente a mão dele subir suavemente pelas suas grossas e macias coxas, até a parte de cima e descer. Ela adorou aquela caricia, e sentiu que Tom gostou muito de fazer aquilo. Tanto que não saiu do seu colo. Beijou o queixo do irmão mais uma vez, ele fazendo o mesmo. A mão subiu mais uma vez, e Tom pode sentir toda a maciez deliciosa daquela pele.

- mano... vc tá namorando alguém?

- bem.. eu..

- é que um dia uma tal de Giovana ligou várias vezes pra cá...

- é minha dentista... e é casada..rsrsrs...

- hmmm.. vc bem que poderia arranjar uma nova namorada...

- vou pensar nisso...

- Hmmm.. to dorando ficar no teu colo... deixa eu ficar só mais um pouco?

- ele é todo teu... rsrsrs

ELa se aninhou nele, ainda mais. Sentiu a mão do irmão subir novamente por suas coxas, indo até a parte de cima, e subindo o shortinho ainda mais. Ela permitiu aquela caricia. Afinal era seu irmão, e não tinha nada demais.

- adoro vc.. - disse ela, olhando-o nos olhos.

E Tom a beijou na boca.

- Ops... - exclamou Tom - foi sem querer...rsrsr...

Nanda caiu na gargalhada, e aproveitou para tirar uma onda do irmão.

- hmm.. onde vc aprendeu a beijar bem assim? rsrsrsrs...

- acha mesmo? tá zoando comigo....

- nada a ver... vc beija bem... hmm... quem perdeu foi a besta que te largou...

Nanda se deu conta do mico.

- oh, desculpe... esqueci...

Tom sorriu.

- Não se preocupe... eu fui um corno... e nada pode mudar isso...

Ele olhou para ela, e caiu na gargalhada. Nanda riu também. Sinal que Tom estava superando a tal "dor de corno".

Nanda levantou-se, então.

- Mano, tá bom demais ficar com vc aqui, mas vou ter que ir pro meu quarto. Prometi ligar pro Beto.

- diz que mandei um abraço. Nanda sorriu e foi até o seu quarto.

Dia seguinte, bem cedo, Giovana vê o carro de Tom estacionar, e, olhando em volta, rapidamente entra no veículo.

- oi.. - diz ela. - pensei que vc não viria mais...

- liguei pro gerente e avisei que teria que fazer um exame médido...

- essa tá ficando velha... - diz Giovana, rindo.

- e vc, o que vai dizer aos seus clientes?

- vou dizer que estava... tratando de outro cliente... a domicilio...

- Esse cliente tá precisando demais desse tratamento...rsrs... - diz Tom, entre excitado e divertido.

O tal "tratamento" acontece num motel de beira de estrada.

Tom, já de cuecas, não se contém de excitação ao ver a deliciosa odontóloga se despir para ele, lentamente. Ela já não se cabe de tanta excitação.

- hmmm. diz ela. - hoje vc está aceso, heim? rsrsrsrs...

- caramba, vendo um corpo tesudo como o teu... quem resiste?

Giovana está apenas de calcinha... ele olha as pernas, as coxas... e a calcinha inchada... os seios rijos e sedutores...

- a calcinha deixo pra vc tirar...

E Tom tira a calcinha da amante da maneira mais insólita... e mais excitante possível. Ele arranca a pecinha com os dentes, sentindo nas narinas o aroma que exala do meio das coxas, agora entreabertas, daquela vulva ruiva e de pêlos fartos. Giovana geme alto quando sente a lingua lhe tocar seu recanto mais intimo.

- ooooh.. Tom....Tom....

Tom não dá trégua. A beija com maestria, fazendo-a ter orgasmos várias vezes.

Depois, é a vez dela... que se deleita quando tem o imenso membro do rapaz nas mãos. Ela nem consegue abarca-lo, de tão grande que é.

- gosto de ver "ele" assim... crescendo.... crescendo... - diz ela, lambendo a cabaça rubra, arrancando um gemido do rapaz. Ela beija toda a extensão do membro, a mão apalpando o saco, levando o amante a loucura.

Depois, ela esfrega, suavemente, o membro de Tom, ainda admirada pelas dimensões ganhas.

- Tesuda... - sussurra ele, arqueando o corpo de desejo.

Ela, brincalhona, mede quantos palmos ele tem "ali".

- credo!! dois palmos!!

- vem, gostosa... - pede ele.

E ela atende. Como boa amazona, ela monta em Tom. Ajeita a vara pulsante do rapaz na entrada da sua encharcada grutinha, e vai descendo... ela fecha os olhos, aquele é um momento único. Ela se sente toda dele, sente as entranhas queimando como se um grosso ferro em brasas entrasse dentro dela. Ela geme alto quando sente a cabeça do membro de Tom lhe tocar em cheio o útero.

Nanda acorda, e abre a janela. Está de camisola ainda. Pensa que em breve estará indo embora, e se casar com Beto. Deita-se na cama, e Miguel vem a sua cabeça. Os beijos de Miguel. Sabia o que ele queria com ela: sexo. Ela sentia-se um tanto culpada, pois traíra Beto, mesmo não se entregando a Miguel. Ela jamais pensara em trair o namorado. Mas o clima daquela cidade tinha algo de diferente, que mexia com a cabeça dela. Por outro lado, tinha seu irmão Tom. Sorriu ao constatar que ele já estava melhor. Fazia dias que não sentira cheiro de alcool nele. E como gostava do irmão, dos carinhos e dos beijos dele. Sentiria muita falta de se denguear, de se aninhar no colo do irmão. Sabia que ele sentiria também falta dela. Mas sabia que ainda faltavam vários dias para ela, enfim, ir embora dali.

Giovana saltou da cama ao toque do seu celular. Tom ficou ali, o membro ainda apontado par ao alto. Fazia duas horas que eles estavam ali. Sem interrupção.

- é o meu marido...! - exclama ela, preocupada. Ela atende o chamado, diz alguma coisa e desliga.

- vou ter que ir... - diz ela, olhando com pesar para o imenso membro de Tom, durissimo.

Tom almoçou com alguns amigos no clube dos bancários. Só então lembrou-se de avisar Nanda. Ligou, mas ninguém atendeu. Desistiu, enfim.

Naquele momento, Nanda estava no chuveiro. Preparara o almoço, spaghetti, e cantarolava, feliz, sabendo que o irmão logo viria para almoçar com ela. Saiu enrolada na toalha, cheirando deliciosamente a sabonete. Pegou o celular e não perbeceu no visor a chamada perdida.

Mais tarde, Nanda pegou o celular e percebeu a chamada perdida de Tom. Já era mais de 15 horas, e Tom ainda não aparecera. Ficou preocupada. Será que ele bebera e ficara ´jogado em qualquer lugar por ai? Ligou para o celular do irmão, mas este não atendeu. Tentou várias vezes.

Resignada, mas triste, ela foi até o seu quarto. Pensou em procurar Miguel, mas não queria arriscar. Ele era sedutor demais, e ela não poderia resistir mais. Vestiu um shortinho azul que o irmão lhe dera, colocou uma camiseta branca e olhou-se no espelho. Foi até a sala esperar o irmão.

Tom apareceu em casa duas horas depois. Entrou e viu Nanda, adormecida no sofá. Aproximou-se, devagar, sem fazr barulho. Admirou a beleza estonteante da moça, deitada com o corpo estirado no sofá. Tom olhou o belo rosto de Nanda, depois seus olhos dfesceram pela barriga exposta, o micro short, e então, as deliciosas coxas, alvas e grossas, da sua belissima irmã.

- caramba... não é atoa que vivem atrás dela... - sorriu.

Nanda se moveu, mas permaneceu adormecida.

Tom resolveu levá-la até o quarto, e deitá-la na cama. Ergueu-a nos braços e foi em direção ao quarto, e logo a depositou na sua comfortável cama. Admirou as formas sedutoras da moça mais uma vez, e saiu, silenciosamente. Foi ao seu quarto e tomou uma ducha, relembrando o sexo ardente que fizera com Giovana.

Mais tarde, Tom vestiu um calção, e sem camisa, foi a sala, como de costume. Estava passando uma partida de futebol. Estava tão absorvido no jogo, que se assustou quando duas mãos suaves lhe taparam os olhos.

- se adivinhar quem é... ganha um beijo... - disse a voz feminina.

- hmmm.... pelo perfume, é uma garota que eu conheço...

- e quem é ela? rsrsrsrsr

- bem... só sei que ela é linda... muito linda...

- hmmm... e que mais?

- ela.. é toda cheirosa... inteligente, doce, e .. muito....muito...

- diz o nome dela....rsrsrs..

- Fernanda... Nanda.... minha linda irmã....rsrsrs

- Acertou....!!! - diz Nanda, saindo de trás do irmão, rodeando o sofá, e sentando-se ao lado do rapaz.

- Por onde vc andava? quase morri de preocupação...!

- eu liguei..

- eu tb liguei...

-bem.. desencontramos...rsrsr .. almocei no clube com os rapazes...

-ainda bem... pensei que vc...

- não. Não bebi.

Ela o abraça toda feliz.

- oh, ainda bem.. desculpe pensar assim de vc...

- nada a ver... vc é minha irmã... pode pensar... ah, me pague agora...

- o que?

- vc disse se eu adivinhasse... ganharia um beijo...rsrss

- bobo - diz ela. - só se vc me dar seu colo...

- é todo seu, linda... - diz o rapaz, feliz.

Nanda, que ainda estava de shortinho azul, levnata-se, e graciosamente, senta-se bem no colo do irmão. Ela se ajeita, e o abraça.

- Pronto... - diz ela, divertida. - vc quer o beijo onde?

- vc escolhe...

- hmmm... ontem, vc me beijou tão bem...

- vc quer dizer... aquele beijo sem querer na boca?

- é...

- bem... se vc quiser repetir...

- vc quer?

Tom olha incrédulo para sua bela irmã. Olha sua boca, seus olhos, a face rósea.

- Quero... - diz ele. Sabe que Nanda o quer bem, e faz de tudo para que ele se sinta feliz.

Nanda fecha os olhos e espera o beijo do irmão. Tom aproxima seu rosto, e seus lábios se tocam. O beijo é terno, a principio. Depois, lentamente, ganha contornos mais intensos. Nanda entreabre seus labios, e recebe os do seu irmão. O beijo ganha em intensidade, e Nanda gosta demais quando Tom pousa sua mão em suas coxas, iniciando ali uma suave e deliciosa caricia. A mão sobe suave, devagar, até o alto, e depois refaz o caminho de volta. Numa das subidas, os dedos entram sob o shortinho, subindo a peça. Nanda ergue um pouco mais a coxa esquerda, facilitando o transito da mão do irmão. O beijo prossegue, e ganha um pouco mais em intensidade. Nanda então, sai dele, com suavidade.

- oh, mano... como vc beija bem...rsrsrs..

- gostou?

- adorei...

- quer mais? - sussura ele, ´perto do seu ouvido.

Ela sorri. E ofereceu sua gostosa boca para ser novamente beijada pelo irmão. Nisso, a campainha toca, e Nanda salta, assustada.

- Quem será? - pergunta Tom, refazendo-se. Nanda corre para o seu quarto.

Tom vai abrir a porta e se depara com Miguel.

- Oi Tom.. - diz ele. - tudo bem, cara?

- Tudo.. e ai. o que manda?

- cara, queria falar com tua mana... pode ser/

- espere um pouco... vou chamar ela.

Meio aborrecido, Tom vai chamar a irmã.

Nanda vestira uma calça jeans quando Tom a chamou, dizendo que Miguel estava a sua espera, na porta. Ela saiu, apressada, e Tom ficou olhando os dois conversando na porta. Pouco depois, Nanda voltou a entrar.

- Mano, vou dar uma volta... - disse, percebendo o olhar de reprovação do rapaz.

- tudo bem.... - disse ele. Ele voltou a sentar-se no sofá. O jogo estava no intervalo.

XXXXXXXX

Nanda e Miguel passeavam num parque perto de onde Tom morava.

- Acho que teu irmão não vai com minha lata... - diz Miguel.

- bobagem... o Tom é um doce...

Miguel se posta diante dela, encarando-a.

- e nós?

- o que tem nós?- diz ela, fazendo-se de desentendida.

- eu e vc... nós... - e a pegando pelos ombros - eu te amo, Nanda...

Nanda sorriu. Ele era tão persuasivo.

- Miguel... é bom estar com vc, ficar com vc... não force a barra.... eu sou no-i-va...!

- e eu... a-mo-vo-cê...!

Riram bastante. Mas Miguel voltou a carga. Acabaram se beijando perto de uma árvore.

- caramba, Nanda... tua boca é .. deliciosa... - sussurrou o rapaz, beijando-a no pescoço.

- Oh, Miguel... - exclama ela, sentindo a saliência resvalando em sua virilha.

- vamos pra casa... estou sozinho ali... podemos ficar mais a vontade... - o rapaz não se cabe de excitação.

- Miguel... eu não posso... vc não se comporta direito..rsrsrs

- É serio... quero vc... demais...

- Eu sei... tb quero vc... mas...

- mas... vem comigo...

- prometi ao mano voltar logo...

- esquece teu mano... !

Se beijam mais uma vez, intensamente. Nanda sente o quando ele a quer, pois o membro duro do rapaz sob a calça, saliente, comprime-se na altura da sua virilha.

- tudo bem... vou com vc... mas se prometer se comportar...

Logo chegaram na casa de Miguel. Nanda tinha medo que Tom os visse chegar. Entraram na casa, já aos beijos.

- oh, Miguel... - balbucia a bela moça, diante dos intensos beijos que trocavam. Nanda estava excitada. Muito excitada.

Ela resistiu, mas logo Miguel tirou sua blusa. Nanda usava soutien. Miguel, mesmo assim, não se cabia em admiração ao ver a brancura da pele da moça, e o volume do soutien. Beijaram-se com paixão. Miguel sentiu nas mãos a pele macia da cintura e das costas dela. Tentou desprender a peça, mas ela o deteve. Ele teve que desistir diante do olhar firme de Nanda.

Sua mão fez menção de abrir o ziper da calça dela, ela resistindo. Mas os beijos foram ficando mais sensuais, mais intensos. Nanda sentia em cheio sobre sua virilha a ereção do rapaz. Ela não sabia quanto tempo iria resistir.

- quero te ver... - sussurra ele.

- Mi.. guel...

- deixa eu te ver... de calcinha... deixa... - suplica ele.

Ela olha para ele, o coração acelerado. E ela, então, deixa que ele abaixe o ziper da calça...

- só olhar... - pede ela, voz trêmula. E vê o rapaz forçando sua calça para baixo. Ele mal crê no que vê quando a calcinha rosa aparece.

Miguel se agacha, e desce a calça jeans. Seus olhos estão fixos no triângulo a sua frente... a mancha negra sob a calcinha inchada... fiapos de pêlos negros escapando pelos lados da peça... ele solta uma esclamação de pleno extase.

- Nan.. da...

Sua mão sobre pelas coxas, enquanto ele se ergue. Nanda o aguarda, lábios sequiosos de beijos. Se atracam de forma intensa, ela projetando seus quadris ao encontro dele. Sente a mão de Miguel descer por suas costas, até suas nádegas salientes. Ele fica por ali, brincando com o elástico da calcinha, tentando, provocando. Nanda sente a cabeça dar voltas, não sente mais o chão sob os pés.

- nanda... nandinha... quero vc... - susurra o rapaz.

Ele, então, num gesto brusco, desce a calcinha. Nanda se assusta com aquilo. Pensamentos antigos vem a tona. Ato continuo, ela segura a mão do rapaz, e se recompõe...

- Nanda... - exclama ele, vendo a moça erguendo a calça jeans.

- Desculpe... - diz ela. - não posso. Ela veste a blusa rapidamente, e ele nem tem tempo de segupa-la, já que ela sai pela porta rapidamente.

Miguel nem tenta segui-la, apenas ouve o bater do portão. Senta-se no sofá e balança cabeça.

- Merda!! o que deu nela? - esbravejou. - tava quase... cara, e que mulherão... tesudaça....! - lembrou-se da imagem dele descendo a calça e dando de cara com aquela maravilhosa cena... a calcinha de Nanda, rosa, pêlos saindo pelos lados...

- caramba... e ela é toda tesuda, peludinha.... não vou perder essa, não!

Nanda entrou em casa, e foi direto para o seu quarto. Atirou-se na cama e chorou, baixinho. Fora longe demais. Beto não merecia, pensava, entre soluços.

No dia seguinte, no banco, André, amigo de Tom, entrou na sua sala.

- cara... viu a nova funcionária? chegou ontem...

- Mesmo? - interessou-se Tom. - deixa eu ver...

Tom acompanhou André até a copa, onde a tal nova funcionária estava conversando com outros funcionários, enquanto bebiam café.

André se aproximou da moça, uma loira linda.

- Priscila... este é o Tom, vc ainda foi apresentada a ele...

Tom estendeu a mão. A garota era simpática, sorridente. E linda. E que corpo. Tom sentia-se como um lobo em plena caça.

- Tom... Antonio... às suas ordens... - disse, sentindo a mão macia da garota.

- Pri... Priscila...rsrsr.... é um prazer...

Conversaram por ali, e Tom logo foi até a sua sala. Não queria cansar a moça com sua imagem. No transcorrer do dia, cruzaram-se várias vezes, e sorriram um ao outro. Mais tarde, coube a Tom instruir a bela loira.

Aos poucos, Pri e Tom foram entrosando, naquele mesmo dia. A convite de André, todos foram almoçar num restaurante. Pri era falante, e contou toda sua trajetória até ali. Disse que teve que trancar o curso de jornalismo para assumir o cargo naquele banco. Tom a ouvia, e André atento a cada olhar dos dois. Quando Pri se ausentou para ir a toalete, Tom disse a Andre:

- Cara, vc não para de bancar o cupido...

- Pô, eu não estava mais aguentando aquela tua cara de sofredor... vc deve estar no maior atraso, cara... e ela é linda, gente da melhor qualidade, e gostosa....!

Tom pensou em Giovana. André não sabia sobre os dois. Sorriu.

- Concordo... e ela é inteligente. Fala um pouco além da conta, mas é gostosinha, sim...

- Vc viu? imagine ela de saia... deve ter umas pernas, umas coxas... ela veio do Paraná, cara... já estive por lá, tem umas gringas de pernas e coxas grossas, tesudas pra caramba...!

- vc é um tarado... cuidado com a Elzinha...!

Elzinha era a esposa de André.

- Vc sabe que não pulo a cerca, cara. Só banco o cupido pra vc...rsrsrs

- Tá fazendo um bom trabalho...

Os dois riram. André sempre fora o grande amigo de Tom. Fora ele que avisara Tom sobre a traição da sua ex-namorada.

Priscila se aproxima, e os dois param de conversar. O celular de Tom toca.

- Oi... mana...! desculpe, esqueci de avisar... estou almoçando com amigos... estou bem, não se preocupe.. mais tarde falamos... bjs, mana...

Tom desliga, sob o olhar atento de Priscila.

- É minha irmã... - explica Tom. - esqueci de avisar que não iria almoçar em casa...

- Mora com sua irmã: - pergunta Priscila.

- Bem, ela está apenas de visita... ficará por alguns dias... ela se casa daqui um mês...

- Que legal... eu sinto saudades da minha familia tb... mas logo os verei..

- Bem - diz Andre´, sério - enquanto vc não os vê, nós somos a tua familia aqui em Vale Verde.

Priscila riu, divertida. Tom percebeu que ela ficava mais linda quando sorria.

No expediente da tarde, Tom se aproximou ainda mais de Pri. Tomaram café juntos na copa, e pareciam mais intimos. Tom não perdia a chance de admirar o fisico da colega. O que mais chamava a atenção em Pri, e era o alvo de todos os colegas do banco, era o seu bumbum... belissimo, por sinal. Arrebitado, o que tornava a loirinha extremamente sensual. Sem querer comparar, Tom lembrou-se de outra que tinha um bumbum parecido: sua irmã Nanda. Eram quase cinco, e logo ele iria estar em casa. Pensou em comprar algo para a irmã no shopping.

Nanda estava em casa, no seu quarto. Miguel ligara várias vezes, mas ela acabou desligando o celular. Sentia falta do irmão, do seu colo, do seu carinho. Sentia-se desprotegida, descoberta, culpada. Ligou para Beto, e conversaram. Nanda chorou, dizendo estar com saudade do noivo. Este, como sempre, disse estar louco para estar a sós com ela, para fazê-la sua mulher. Um tanto frustrada, Nanda desligou, após se despedir dele. Mais tarde, ela ouviu ruidos na casa. Tom acabara de chegar. Ela saiu do seu quarto, e foi ao encontro do irmão. Praticamente jogou-se nos braços deste.

- Oiii... - disse ele. - hmmm ... minha mana pare estar com saudade do maninho - disse, ao receber beijos no rosto da bela moça.

- adivinhou... estava sentindo tua falta...

- desculpe te deixar sozinha... chegou um pessoal novo no banco, e eu tive que bancar o cicerone...

- tudo bem... faz parte do teu trabalho... mas é bom que vc esteja aqui... - disse Nanda, bem mais feliz com a presença do irmão.

- veja.. trouxe para vc... - estendeu a sacola.

- hmm.. vc está me acostumando mal... mais presentes?

- vc merece...! espero que goste...!

- Bem... enquanto vc toma tua ducha, eu vou ver lá npo meu quarto... to louca pra ver o que é...

Nanda foi feliz ao seu quarto. Tom foi ao seu tomar uma ducha.

No seu quarto, Nanda abriu a sacola e retirou seu conteúdo. Haviam três tipos de vestidos, que mais pareciam batas. Ela não soube definir se eram batas ou microssaias. Todas muito lindas e estampadas. Nanda escolheu uma. Despiu-se diante do espelho e experimentou a primeira. Era uma microssaia, realmente.

Sorriu.

- hmmm... belo gosto, maninho... mas bem curto.. rsrsrsr

Realmente, as beças coxas da moça ficaram quase que totalmente expostas.

Ela resolveu ver as outras duas. Do mesmo tamanho, constatou.

Diante do espelho, ela sorria, com certa malicia nos lábios.

- hmmm.. ou to enganada ou o meu maninho gosta de ver minhas coxas? rsrsrss...

Olhou-se de perfil, de costas...

- Credo... ! - esclamou. - minha bunda aparece...rsrsrsr...

Ela voltou a se despir e ficou olhando qual delas vestiria para mostrar ao irmão. Estava indecisa.

- Acho que ele vai querer ver como ficou em mim.... hmmmm....

Totalmente refeita de sua dor de consciência, Nanda, feliz, escolheu o microvestido de cor preta, estampada em tons azuis. Era de tecido fino, e folgado. Nanda sentiu-se bem dentro dele,

XXXXXX

Tom tomou sua ducha e saiu para a sala. Foi até a cozinha beber água. Nem sinal de Nanda. Ela deveria estar dormindo ou falando com o noivo. Bebeu água, e quando saiu a sala, viu Nanda perto do sofá central.

Tom olhou a irmã e não pode esconder sua admiração.

Ela sorriu diante do espanto dele.

- caramba, como ficou bem em vc...!

- acha mesmo? vc acertou em cheio...rsrsrsr

- Bem... como os shortinhos, acho que vc vai querer usar só em casa...

- se não fosse tão curto, eu usaria para sair... mas é curtissimo mesmo...rsrs

- que pena... errei de tamanho...

- ora, mano... não faz mal... gostei assim mesmo... e vc, gostou?

- gostei, sim... vc fica bem linda com ele..

Ela se aproxima dele.

- Eu sabia que vc ia gostar... obrigada pelo presente...

- não há de quê... vc merece...

- vc tá me enchendo de mimos... - diz ela, abraçando-se ao irmão, que está apenas com o seu costumeiro calção.

- vc também... - diz ele. - quero que leve uma boa lembrança daqui...

- vou levar as melhores lembranças... e todas tuas, mano...

- que bom... sabe que gosto de vc... muito...

Ela o fita... um olhar profundo...

- eu também gosto de vc... tanto que nem sei te dizer...

- é só dizer...rsrsrs...

- bem... vou te demonstar de um jeito...rsrsrs

E ela aproxima seus labios dos dele. E então, mais um beijo entre eles acontece. Nanda se abraça toda ao irmão, que a traz para junto de si, abraçando-a pela cintura. Ela abre sua boca e recebe a dele, que se fundem já num intenso e ardente beijo. Ambos não sabem o que está acontecendo, apenas que sentem necessidade fazer aquilo. E o beijo é longo, ininterrupto... Tom invade a boca da irmã, e num instante, suas linguas se tocam. Nanda não pode deixar de sentir arrepio pelo corpo todo. Ela não pode medir a emoção daquele momento. Mas como se fosse trama de alguém, a campainha toca, insistente. Nanda tem um sobressalto. E corre para o seu quarto, a exemplo da outra vez.

Tom vai até a porta. Desta vez não era Miguel, mas André, acompanhado de Elzinha, e dentro do carro, ele viu Priscila, que acenou para ele.

- Cara... vai se vestir... tem uma rodada de pocker na casa do Guto...

Tom olhou para Priscila e se animou.

- vou ver se a Nanda quer ir...

Nanda topara ir. A casa de Guto era bem espaçosa, e havia piscina. Nanda se entrosou com Elzinha, mulher de André. A familia de Guto tb era simpática, e os recebeu alegremente. Havia outros casais por ali. Nanda sentou-se com Elza e mais algumas mulheres. Todas faziam perguntas a ela. Estavam pasmas por Tom ter uma irmã tão linda, simples e simpática. Priscila puxou conversa com ela, depois de algum tempo.

- e ai, Nanda... verdade que vai se casar?

- sim... como sabe?

- sou colega de banco do teu irmão... ele é bem legal...

- é sim... vc é de fora tb?

- sim... vim de Maringá... mas estou gostando daqui.. achei o lugar maravilhoso... esta cidade tem um ar que não sei explicar o que é...

Nanda ouviu aquilo e concordou em pensamento. Aquela cidade tinha um ar estranho... sim, e ele mexia com as emoções das pessoas, pensou.

- vcs estão se dando... bem? - peguintou Nanda.

- vc quer dizer... ficando? não...rsrsrsr

- ah, pensei...

- se bem que eu acho ele um gato... rsrsrsrs

- ele tá solteiro... aproveita...

- sei... gosto dele... mas ele as vezes parece triste...

Aquilo fez o coração de Nanda doer. Não queria ver o irmão triste. Ela queria fazer algo mais por ele, deixá-lo feliz, realizado... Priscila poderia ser a saida. Ela era bem bonita. E ela percebeu os olhares que os dois trocaram. Apesar de sentir ciumes daquilo, Nanda entendeu que os dois fatalmente iriam ficar juntos.

A noite trancorreu animada. Num certo momento da noite, que fazia calor, as mulheres vestiram seus trajes de banho e cairam na pescina, exceto Nanda, que não levara roupa adequada. Tom viu Priscila de biquini e se aproximou dela.

- se for se afogar, me chame pra te salvar... - disse.

-ah, chamo sim... meu herói...rsrsrs

Ela andou até o pequeno tranpolim, o olhar de Tom nas suas costas. "Caramba... que rabo!" pensou. Logo se reprovou, pois não era dado a pensamentos xulos. Estava virando um lobo. Um lobo faminto.

André, Elzinha e Pri deixaram Tom e Nanda em casa. Era 2 h da madrugada.

Nanda foi ao seu quarto se banhar. Tom fez o mesmo. Fazia muito calor. Nanda abriu a janela e olhou a lua redonda lá, entre as árvores. Vestiu sua camisolinha e ficou ali, a admirar a noite. Estava sem sono. Resolveu sair até o quintal. Descalça, sem faze ruido, ela ficou de pé, junto a amoreira. Respirou o ar puro da noite. Ali estava bem agradável. Nisso, sentiu passos as suas costas. Era Tom.

- Tom..! vc me assustou...!

- desculpe... vi vc aqui fora, do meu quarto, e vim te fazer companhia...

- oh, que bom...

- gostou da noitada...?

- foi legal... ah, a Pri é bem legal tb..

- hmmm...conversaram?

- um pouco... ela parece te admirar...rsrsr

- sério? o que vcs andaram falando, heim?

- nada demais... acho que ela está a fim de vc...

- ela é legal... mas eu não sei se...

- Mano... eu até fiquei com ciume na hora, mas acho que ela gosta de vc...

- vc ficou com ciume, é?

- fiquei, ora... não posso?

- pode... eu tb fico com ciume de vc com o Miugel..

- fica mesmo? não acredito...!

- fico muito...

- ei fiquei quando ela disse te achar um gato...

- não precisa ficar...

Ele se aproxima dela. O luar se esconde por trás da copa da árvore. Escurece momentaneamente.

- Quando eu for embora, vc vai ficar bem... com a Pri...

- Vou ficar é morrendo de saudade de vc...

- Ela vai te fazer companhia...

Ela toca os cabelos do irmão, acariciando-os.

- Inclusive - diz. - vc vai ter os beijos dela...rsrsr

- vou sentir falta dos teus..- diz ele, acariciando o rosto dela.

- e eu vou sentir falta das tuas caricias, do teu abraço, do teu beijo...

- se vc quiser, vc vai ter minhas caricias e os meus beijos... a hora que vc quiser, mana...

- oh, Tom... adoro vc.... nem sabe quanto...

- tb te adoro...

Ela o abraça, tomada pela emoção. Seus corpos se juntam, e Nanda oferece sua deliciosa boca ao irmão, que a toma com intensidade. Ela sente seu quadril roçar no dele, e pode perceber a enorme saliência. Suas linguas se tocam, e Nanda pode experimentar aquela sensação deliciosa, que faz seu belo corpo se arrepiar todo.

- mana... quer entrar? lá a gente fica melhor... - consegue falar Tom. Ela, afogueada, concorda.

De mãos dadas, entram na casa. Só então Tom vê como a irmã está vestida. A camisolinha curta, o formato do corpo exposto. Ela percebe seu olhar, sua admiração, e seu coração bate mais forte. Ela senta-se no sofá, e o traz junto. Nem bem ele senta, suas bocas já se juntam em outro beijo ardente. Ela mesmo guia a mão do irmão até sua coxa, que esté quase todea de fora. E Tom se delicia alisando aquela pele macia e gostosa, indo até a parte de cima, e descendo. Ao subir, expõe a calcinha creme da irmã, que permite aquela ousadia.

- oh, Tom... gosto de vc me beijando assim... - diz ela.

- mana... adoro tua boca... ela é deliciosa....

Ela não se contém e cola seus lábios nos dele, novamente. A mão de Tom já brinca com o elástico da calcinha dela, esticando e soltando, suavemente. Ela desce sua mão pela lateral do corpo do irmão, e sem querer, resvala na saliência enorme que atravessa a virilha do rapaz. Ela retira a mão, como que assustada. Tom quase geme ante aquele toque inusitado.

- Tom... a gente precisa ir dormir...rrsrsrs - diz ela, o peito arfante.

- oh.. sim...claro... desculpe...

- é que vc precisa acordar cedo amanhã...

Ela se levanta, ante o olhar do irmão.

Ela se agacha, e lhe dá novo beijo.

- amei ficar com vc... - diz ela, e se afasta.
Doce Nanda - Parte II
Autor: Tom
Categoria: Heterossexual
Data: 2010-05-13 10:28
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Assuntos: Heterossexual, irmã, namorada, Incesto
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Share | No dia seguinte, Tom e Pri foram almoçar juntos. Resolveram comer apenas um sanduiche com refrigerante. Pri falou mais de si. Depois Tom falou um pouco sobre sua mudança para Vale Verde, sua cidade natal, e a conversa foi rolando, bem agradável.

- Tom, que história é essa de Tom Bengala? - perguntou ela curiosa.

- Onde vc ouviu isso? - perguntou Tom, um tanto perturbado.

- Lá no banco... ontem eu ouvi os caixas falando sobre um tal de Tom Bengala... é vc?

"Aqueles babacas me pgam...!" pensou Tom.

- Ah, é um episódio recente... eu levei um tombo, e precisei usar uma espécie de bengala... então, ficou o apelido... sabe como eles são gozadores. - explicou ele.

- ah, bom... - sorriu ela. - machucou-se muito?

- é... torci o joelho... doeu pra caramba...! - mentiu ele. Só falta ele querer se certificar disso, pensou ele.

Na verdade, no clube, o chuveiro é coletivo. Após as partidas de futsal, os rapazes iam tomar banho juntos. E a fama de Tom surgiu dai, ao constatarem que ele tinha um membro pra lá de avantajado.

- e vc... tem namorado? - perguntou ele, de sopetão.

- euu??? hmmm... bem, tive... mas ficou lá.. a gente se fala as vezes..

- o cara deve ser louco pra te deixar vir sozinha...

- se fosse vc, viria junto...

- com certeza...

- rsrsrs... eu acho que vc viria...

- como sabe?

- vc parece decidido... gosto do seu jeito.. - diz ela, chupando o canudo, olhos fixos nos dele.

- gosto do seu...

- tua irmã é legal... gostei dela... - desconversa.

- Ela é sim... ela gostou de vc tb...

Pri sorri. O olhar de Tom é penetrante. Ela sente seu coração bater mais forte.

- e eu também gostei... de vc...

Ela sorri, e seu rosto se enrubesce. Tom alcança sua mão. Ela não a retira.

- quer sair comigo hoje a noite?

Ela olha para ele.

- a que horas?

A mão de Tom acaricia a dela, suavemente.

XXXXXx

Nanda olhou o relógio na parede, e largou o livro que estava lendo, na cama. Abriu a cômoda e escolheu um dos shortinhos. Escolheu o azul. Colocou uma blusinha curta, folgada, que a deixava nem a vontade. Tom devia estar chegando. Trocou-se rapidamente, penteou-se cuidadosamente, e saiu para a sala, justamente na hora que Tom chegava em casa. Este sorriu ao vê-la vir ao seu encontro.

- oi, mana... - ele reparou no shortinho - caramba, vc está cada vez mais linda... - elogiou.

- ah, vc está me acostumando mal...rsrsr. - disse ela, abraçando-se ao irmão, e ficando assim.

- tava cheio de saudades tuas... - diz ele, sendo beijado por ela na face e no queixo. Ele retribuiu carinhosamente.

- eu também... tava te esperando... - diz ela, perto do seu ouvido.

- mana, tem alguém ai fora... querendo falar com vc... disse que ia te chamar...

- O MIguel??? - diz ela, espantada.

- Sim... ele disse que queria falar contigo, rapidinho...

- Mano... eu não vou falar com ele... - diz ela, segura.

- Tem certeza? - pergunta ele, satisfeito com a atitude dela.

- tenho... eu quero ficar com vc... - diz ela, sorrindo encantadoramente.

- sério?

- eu tava te esperando... pra ficar com vc... se vc quiser, claro... - diz ela, suavemente.

- Vou avisar ele... - diz, saindo pela porta.

Tom se aproxima de Miguel, que estava na calçada, esperando.

- Miguel... ela pede desculpas, mas está com uma dor de cabeça horrível... amanhã vcs se falam, ok?

Miguel concorda, contrariado. Tom entra em cas. Miguel fica ali parado, pensando.

"Assustei ela... como sou idiota!! e agora, como recuperar a confiança dela?" - culpou-se. Foi andando pela calçada, pensando em alguma estratégia.

Dentro de casa, na cozinha, Tom e Nanda estavam encostados no balcão, e se beijavam intensamente. Tom trazia o corpo delicioso da irmã para mais junto de si, e esta projetava suavemten seus quadris, encaixando-se nos dele, sentindo aquela saliência enorme se comprimir em suas coxas e virilhas. Ela abria sua boca o mais que podia, e o beijo já era faminto, molhado, mascado. As mãos do rapaz desciam pelas costas, e se fixaram, ambas, nas duas nádegas salientes da moça, o dedo tateando e achando a barra do micro short, puxando para cima, expondo de vez aquelas duas bandas de carnes macias e tentadoras.

Eles dão uma pausa para respirarem. Já fazia 5 minutos de beijo ininterrupto. Nanda mordeu o queixo do irmão e este beijou-a no pescoço. Nanda sentia a mão ansiosa em suas nádegas. Deliciava-se com aquelas caricias do irmão...

- oh, mano... me beija cada vez mais... adoro vc fazendo isso comigo... - sussurrou ela.

- Nanda... vc é toda linda, maninha... sou louco por essa tua boca...

- ela é toda tua... - diz ela, tendo a boca tomada pelo rapaz. Suas linguas se chocam, se entrelaçam, e Nanda sente seu corpo se arrepiar todo. Um calor hiperdelicioso lhe sobe dos pés a cabeça, suas pernas bambeiam... o beijo é avassalador... Tom ousadamente apalpa as nádegas da irmã. O shortinho já estava todo introduzido naquela vão delicioso, e Tom o forçava cada vez mais para cima... parecia mais uma tanguinha.

- Nanda... adoro tua pele... tuas coxas...

- eu percebi... - sorri ela. - vc gosta de tocar nelas... e eu adoro...

- vamos... para o meu quarto...? - pede ele, quase balbuciando, tamanha é a ansiedade.

Ela olha para ele, sente sua mão lhe alisando as nádegas, a enorme protuberância da calça roçando lascivamente sobre sua virilha.

- vamos... - aceita ela.

Se beijam mais uma vez. E ele a leva pelas mãos, ela tentando recompor o shortinho, que estava todo enfiado.

XXXX

Na casa onde estava hospedada, Priscila escolhia a roupa que iria usar para sair com Tom. Despiu-se na frente do espelho, admirando o próprio corpo.

- ah, Tom... - suspira ela. O rosto do rapaz não saia da sua mente. Estava gostando dele. E aquela noite, se ele nao se decidisse a beijá-la, ela o faria. Sorriu ao pensar nisso. Seu corpo de curvas sinuosas era extremamente sedutor. Tivera dois namorados anteriormente. Fizera sexo com o ultimo. Ela se frustrara, pois imaginara ver estrelas, o que não aconteceu. Ficou de costas, sorrindo ao ver o bumbum arrebitado, incrivelmente sexy. Sabia que os homens cobiçavam aquilo. O que será que Tom achou dela? - pensou.

Sorriu maliciosamente. Sabia que, mesmo sem querer, seu corpo enlouquecia os homens de desejo.

Fernanda empurrou a porta do quarto de Tom, que estava atrás dela. Ele a abraça por trás, sentindo as nádegas salientes da irmã. Esta sentiu em cheio a protuberância rigida. Tom alisava a barriguinha da irmã, enquanto entravam. Ela vê a cama de casal, bem arrumada (ela mesmo arrumara para o irmão). Tom senta-se ali, e ela sorri para ele.

- me dá o seu colo? - pergunta.

Ele sorri, como se falasse: precisa perguntar?

Ela, com a graça de sempre, senta-se e se ajeita no colo do irmão. Ela se abraça a ele, e sua boca já busca o dele, sequiosa de beijos.

Não dizem nada, apenas se olham e se beijam... Tom não espera mais, e começa a alisar aquelas coxas brancas grossas, se deliciando ante a maciez daquela pele de seda... Novamente, ele força o shortinho para cima, levando junto a calcinha, ambas as peças ficndo enfiadas naquele rego perfumado. Nanda permite aquela ousadia, permite que o irmão passe a mão a vontade naquelas coxas, nas nádegas. Ela se aperta toda nele, quando suas linguas se tocam novamente. Ela sente deliciosos arrepios nos seus recantos mais intimos. No seu intimo, ela se pergunda o que está fazendo alí, o que a leva a ficar aos beijos com o irmão. A mão do rapaz agora sobe pela cintura, e entra sob a blusinha folgada. A pele de Nanda é tão macia que Tom nem acredita. O polegar resvala na base dos seios da moça. Ela está sem soutien. É o bastante para que ela arqueie o corpo. Tom repete a caricia, e Nanda morde o lábio inferior do irmão, sem feri-lo. Aquele jogo está bom demais, e Tom volta a tocar aquela região, agora demorando-se mais ali, sentindo a rigidez daquele seio... Nanda permite ser tocada ali, e corresponde, movendo o corpo de forma sensual. Ela sente nas nádegas, mais do que nunca, o membro do irmão se mover. Um calor imenso invade seu corpo, e ela sente como se a cabeça girasse, por alguns segundos.

- oh, Tom... loucura... que loucura.. - balbucia.

Ele a beija no pescoço, no lóbulo da orelha.

- caramba, mana... vc tá cada vez.. mas linda...

Nanda geme quando Tom toca em cheio o seu seio direito... ela não o repele, e isso é um convite para ele prosseguir. A blusinha sobe, e ela entende que ele quer livra-la daquele incomodo. Ela permite que ele arranque a blusinha pela cabeça. Ele não ´contém uma exclamação ao ver os dois seios médios, rijos, apontando para ele, bicos eretos... Ela sente no olhar do irmão algo que ela nunca vira... era como se ele estivesse diante da 8ª maravilha do mundo... Ele fixa o olhar naquele torso nu, alvo, com aqueles dois mamões trêmulos de viço...

Enfim, Nanda deita-se na cama., Tom continua olhando os seios da moça, e ela chega a se embevecer ante tanta admiração. Tom deita-se sobre ela, sentindo o cutucar dos seios de Nanda no tórax.

- Nanda... como vc é linda... nunca pensei que fosse tanto...

- vc me deixa sem jeito assim...rsrsrs..

- o Beto... que cara de sorte...

- hmmm... vc também é de sorte... tem a Pri...

- ela não é mais linda que vc...

- vc acha... eu vi ela de biquini... todos vcs babavam...

- se vc ficasse de biquini, babariam por vc...rsrs

- hmmm.. até vc?

- até eu... o que vc acha?

- sei lá... rsrsrsr...

- o dia que vc ficar de biquini, me avisa...

- olha que te aviso... só que não tenho biquini...

- na falta de ....

- o que vc quer dizer?

- na falta de biquini, calcinha serve...

- olha só, como vc é sabidinho..rsrsrs.... vc, heim?

- o que é que tem...?

- bem... não sei... vou pensar...

- então.. da proxima vez que vc ficar só de calcinha.... sozinha no seu quarto... me chama...

- rsrsrs... danado, vc...rsrsrs...

- vai me chamar?

- acho que... sim... não sei... se der vontade, te chamo...

- eu quero que vc com muita vontade.... muita...

- muita vontade eu tenho .. agora... é dos teus beijos, das tuas caricias....

Tom não deu tempo, e beija a irmã com paixão. Rolam pela cama, e ela fica sobre ele. Ela levanta o rosto e o fita.

- já pensou se a Pri nos vê assim? rsrsrssr...

- eo Beto? rsrsrs..

- nem quero imaginar...

Tom vê os seios bem perto da sua boca. O biquinho pede pra ser mordido. E ele morde, suave, arrncando um gemido de Nanda. Sua pele fica toda arrepiada.

- ooh... não faaz assim...! - suplica ela.

Ele faz, e num mamilo de cada vez, que ficam mais tesos e rijos. Chegam a ficar trêmulos. Nanda fecha os olhos, e se deixa aquela boca faminta explorar seus dois seios. A mão de Tom se enfia parcialmente sob o shortinho, por trás, o dedo tateia, e ele sente os pêlos da moça que se projetam daquele vão perfumado e cobiçado. Nanda se move suavemente sobre o membro duro do irmão, resvalando seu púbis ousadamente. Ao longe, ela parece ouvir uma campainha. Duas, três vezes. Ela tem um sobressalto.

- Mano... tem alguém tocando a campainha...

Ele se recobra, chateado.

- quem será?

- vc vai ter que ir ver...pode ser importante...

Tom se levanta, olhando a irmã seminua na cama. Ela, rapidamente, veste a blusinha. Ele sai pela porta.

Tom vai ver quem é. Ao abrir a porta, tem uma surpresa. Era Giovana.

- olá, diz ela, sorridente. - vc sumiu.

- eu? não.. entre... - pediu ele. Ela estava sozinha.

- vim ver como vc está... não me ligou mais....

- eu tava dando um tempo... vc sabe, é arriscado.

Nisso, Nanda aparece na sala. Havia trocado o short por uma calça jeans.

- olá .. - diz ela. - vc deve ser a...

- Dra. Giovana - diz a ondontóloga. - e vc deve ser a Fernanda, não?

- sim... prazer...

- prazer... vc é muito bonita...

- vc também... rsrsr... bem, vou deixar vcs a sós. E Nanda olhou para o irmão, e foi até o seu quarto.

Tom levou Giovana para um motel, e transou com ela durante 3 horas ininterruptas. A dentista teve orgasmos múltiplos, e Tom se acabou naquele corpo apetitoso.

Voltou tarde para casa. Não viu Nanda. Devia ter saido. Realmente, viu o bilhete dela, avisando que saira com André e a esposa. Logo, o celular de Tom tocou. Era Priscila, que o esperava. Tom correu pra lá, após um banho.

Priscila o esperava em frente de casa, linda. Tom a levou a um barzinho, onde ficaram por horas. Depois deram uma esticada numa boate. Logo ele a tirou pra dançar uma musica lenta. Tom ficou inebriado pelo perfume da moça, e pelo contato daquele corpo delicioso.

- vc dança bem.. - disse ela.

- musica lenta.. só..rsrsrs

- e ai... o que tem feito?

Tom lebrou-se dos momentos com Nanda, os dois se beijando na cama, e depois com Giovana, transando num motel.

- tenho lido bastante... e pensado bastante...

- pensado em que? - quiz saber ela.

- em vc... - diz ele.

Pri sorri.

- tb tenho pensado em vc...

- coisa boa?

- só coisa boa...rsrsrs...

- eu tb.. tenho pensado... quer saber o que..?

- quero..

- tenho pensando em como deve ser...

Ela ficou na expectativa.

- em como deve ser... beijar vc....

Ela sentiu o coração acelerar, e Tom não perdeu tempo. Se beijaram. E foi assim durante a musica toda.

Depois, ele a convidou para darem uma volta. Ela topou. Sairam de carro, e tomaram a estrada. Pararam num local ermo. E Tom tomou a garota nos braços, no banco de trás do veículo. Suas bocas não se desgrudavam. Logo Pri estava sem a blusa, e seus seis já espetavam o peito de Tom.

Momentos depois, Tom fazia o que já tinha em mente desde que vira Priscila de biquini. Pediu que ela ficasse de quatro para ele. Ela fez o que ele queria. Ela ainda estava de calcinha. O vestido já jazia no asoalho do carro. Lentamente, Tom abaixa a calcinha da bela loira, e vê as nádegas e o delicioso rego aparecerem. Tom não cr~e naquela maravilha alí, a sua frente. Ele então desce a calça, e Pri se assusta.

- Tomm..!! exclama ela...

- fique calma.. - pede ele.

- Vai devagar... por favor... - Pri sabia o que ele queria.

E logo Tom está penetrando profundamente Pri, que geme alto.

- ooh.. Tom... ooooh, Tom.....aaai...

Tom mete devagar, apreciando cada centimetro daquele orificio apertado que o seu membro devassa.

- ah, Pri... vc é gostosa demais...

- ooh, Tom.... vem... ooh... te amoooo....Tom...!

- tesuda... bunda tesuda... aaaahh...

Tom enfia tudo. São 28 cm de carne e musculos rijos que arregaçam a moça. Pri sente o seu reto arder em brasas. Tom é implacável.

- Pri... eu precisava te comer ai...aaah... vc é boa demais...aaah...

- ooh, Tom... come... come....me come...aaah...

Tom não se contém, e extrapola ao gozar. Goza freneticamente, e o impeto é tão grande que jorra sêmen para fora daquele buraco devassado pelo seu potente membro.

- ooohh... - Priscila quase grita.

- ooh, tesuda...osh, gostosa... parece a bunda da minha ir... - quase que ele se entra.

- ooh.. o que vc disse... ? -- oooh

- nada... disse que vc é ... tesuda demais... boazuda demais....aah..

Pri quase desfalece, pois apesar da dor, goza demais. Ela desaba no banco do carrro, e Tom sobre suas costas, e ficam assim, durante minutos, até se recomporem.

Mais tarde, Tom a deixa em frente a casa.

- Quer entrar? - quase suplica ela.

- quero...

- vamos entrar em silêncio, pois tem outros hóspedes...

- Vamos...

E logo os dois estão alojados no quarto. Ambos já nus, Tom enlouque Pri beijando seu corpo todo, detendo-se uma eternidade entre as coxas da bela loira, para depois penetra-la profundamente. Pri sente-se totalmente preenchida... Tom, incansável, transa com ela até amanhecer.

Como era sábado, os dois dormem até perto do meio dia do dia seguinte. Tom toma um banho, e Pri o aconpanha no chuveiro, onde transam mais de uma vez. Tom não se sacia. Priscila é deliciosa demais.

Em casa, Nanda estava preocupada, pois Tom não aparecera naquela manha. Havia dormido fora. Com quem? perguntava-se. A tal dentista? A Priscila? Ela pensou no encontro com ele no dia anterior, e seu corpo se arrepiou ao se lembrar dos beijos. E da vontade dele de vê-la de biquini... ou melhor, de calcinha. Ela dissera que o chamaria quando tivesse muita vontade. Bem, pensa ela, "se ele estivesse aqui, agora, eu o chamaria..rsrsr".

Ela almoça sozinha. Tom chega em casa as duas da tarde. Nanda estava no seu quarto. Tom liga para o celular dela.

- Oi, Mana... como foi a noite ontem?

- oi, sumido... foi otima... o André e sua esposa são do outro mundo..rsrs...

- que bom..

- e a sua?

- ah, fomos com uma turma num show fora da cidade... acabamos a noite num bar... mas eu só bebi refrigerante...

- tudo bem... acredito em vc...

- bem.. vou tomar um banho agora... e depois, vou descansar um pouco... a gente se fala mais tarde..

- ok... descanse..rsrsrs...

- vc também.. beijos...

- beijos, meu amor... - diz Nanda, sussurrando.

Tom desliga. Ela o chamara de meu amor. Ele sorri. Parecia que algo de muito bom iria acontecer.

xxxxxxxx

Lá pelas 5 horas, Tom acorda. Toma um banho, e veste um calção. Nisso, seu celular toca. É nanda.

- oi, mano.. acordou?

- faz tempo...

- bem... eu estava pensando naquele nosso papo..

- sim.. da calcinha...rsrsrs.

- vc não esquece, heim?

- como poderia...? só penso nisso o dia inteiro...

- nossa! é tanto assim vontade de me ver?

- sim...

- então... que bom pra vc ... pois agora eu estou só de...

- calcinha.. - completa ele.

- é...

- e está com muita vontade de mostrar pra mim...

- sim - responde ela. - muita...

- e eu... estou louco pra te ver .. só de calcinha, mana...

- e eu... louca de vontade... de mostrar pra vc...

- eu vou até ai...

- vem...

Tom quase corre pela casa. Chega até a porta do quarto de Nanda, e empurra a porta. Ela está de costas, encostada na comoda.

Tom fica parado, como que petrificado diante de tanta formosura.

Nanda ouviu a porta se abrir e sorriu. Voltou-se lentamente. Ela usava uma batinha transparente, e na parte inferior, só uma calcinha... branca, minúscula, de rendinhas... Tom, estático, apenas olha, embriagado de admiração. Nanda está ali a sua frente.

- oi.. - diz ela, sorridente. - dá pra vc babar? rsrsrsrs...

Ele mal consegue articular as palavras. Nanda ri do seu embaraço.

- d..á..sim... - gagueja.

Tom a olha dos pés a cabeça. A bata meio que cobre a calcinha. Ela percebe e diz.

- bem... vc diz que gostaria de me ver só de calcinha...rsrrs... - e ela ergue a bata, revelando totalmente a calcinha minúscula.

Tom engole em seco. Seus olhos se fizam na pequena peça, que mal esconde a parte mais íntima e cobiçada da bela moça. Nanda se mostra a ele, e Tom percebe os muitos fios de negros pêlos, sedosos e rebeldes, que saem debaixo da calcinha, enchendo os olhos do rapaz. As coxas alvas e grossas estão juntas, sedutoramente juntas, que oferece a ele uma das cenas mais eróticas que ele tem presenciado.

- E ai...? - volta a perguntar ela. - tá dando pra babar..? rsrsrs

- e como...!! - consegue balbuciar o felizardo rapaz. Quantos não pagariam para ter aquela deusa ali, na sua frente, em trajes sumaríssimos?

Ela dá dois passos graciosos em sua direção. Tom não tira os olhos dela...

- mano, eu tinha combinado com vc, lembra? eu te chamaria quando tivesse vontade de mostrar pra vc...

- sim..

- é que agorinha... me deu uma vontade enorme de mostrar... vc queria tanto, não?

- muito..,

- então.. o que achou?

- mil vezes melhor que a Pri...rsrsrs...

- fala isso só pra me agradar...rsrsrs.

- falo sério... caramba.... vc é linda demais...

- hmmm... obrigada...rsrrs..

- nunca vi mulher mais linda que vc... juro..

- será que não? gato do jeito que vc é...

- juro que não...

- aquela dentista mesmo... ela é bem bonita...

- perde pra vc... de longe...

- vc tá quase me convencendo...

- o que quer que eu faça pra te convencer?

- não sei... quem sabe... - ela coloca um dedo na boca... - quem sabe... me beijando...

Aquilo é demais pra ele. Ele se aproxima dela, e ela obraça. Encosta seu corpo todo nele. Sedutora demais, provocante demais. Tom já estava em ereção desde que saira do seu quarto. O calção estava com um volume anormal. Nanda sente encostar na altura da sua calcinha. Ela parece não se importar. Oferece sua boca, sem pudor, sem receio. E tom a traz mais para, quando seus lábios se unem, um beijo já intenso e ardente. O tecido da bata é finissimo, e os bicos dos seios de Nanda se comprimem no peito do irmão. Aquilo parece ser extremamente prazeroso para ambos, para ela em especial, pois ela se aperta toda nele.

Tom enfia suas mãos sob a bata, e percorre suavemente as costas da irmã, descendo depois pela curvatura das nádegas... alí ele permanece, percorrendo com o dedo a linha superior da calcinha, brincando com as rendinhas... sente a pele da irmã se arrepiar toda, pois suas linguas se enroscavam naquele momento, num beijo hipersensual, molhado, mordido... A Tom enchia de prazer a forma com que sua mana se entregava nos beijos... era uma entrega sem reservas, sem fronteiras... e ela se deixava acariciar a vontade... se Tom ousasse um pouco mais, o que aconteceria?

- Mano... dá vontade de ficar assim com vc... o tempo todo...

- então fica...

- vc trabalha...rsrsr... e tem as gatas...rsrs.

- por vc, eu fico direto aqui....

- jura?

- juro... fico com vc o tempo todo...

- de dia e de noite? rsrsrs...

- de dia... e de noite.... sem dormir...rsrsrs

- nossa...! olha que acredito...rsrsrs

- não dá pra perceber?

Ela para um pouco, e sorri, ao mesmo tempo em que sente a ereção dele na altura da sua calcinha.

- dá... dá sim... rssr... e como!!!

- o que vc acha?

Ela não sabia o que responder. Colou sua boca na dele. Sabia que ele tinha fome de seus beijos, como ela tinha dos dele.

- me dá o teu colo? - pede ela, com docura.

Ele senta-se na cama. Ela se posta diante dele, exibindo seu apetitoso corpo.... Ela senta-se, devagar, e Tom sente nas coxas o contato da pele suave das coxas da sua irmã. A calcinha está a mostra. Nanda se move sobre o volume do calção do irmão. Tom coloca suas mãos naquelas carnes deliciosas... ela se arrepia ante aquele toque.

- ah, adoro te colo.... - diz ela, procurando a boca do rapaz. Se beijam sofregamente. Ela se aperta ainda mais a ele. Parece querer senti-lo por completo. Ela ergue uam das coxas, permitindo que a mão de Tom entre por baixo. Tom sente os pêlos que escapam da sua calcinha... sente sua maciez nos dedos, chega até a dar puxadinhas de leve... Nanda sai dele, e sorri.

- hmmm... como vc é danado... o que está fazendo? rsrsrs

- não tá sentindo? - diz ele, continuando a tocar os pelos...

- hmmm.... claro qu estou...

- fico com vergonha de vc.... deve pensar que não me depilo..rsrsr...

- eu acho maravilhoso...

- vc viu, é?

- só um pouco...

- ainda bem ...rsrs...

- que inveja do Beto... ele vai ver tudo...

- bobo...rsrsr...

- o Beto vai babar pra valer... quando ele ver... rsrs

- rsrsr... e vc... babaria?

- demais....

- será? não sei não...rsrsrs..

- quer provar?

- acho que vc babaria pela Pri... não por mim...

- não mesmo...

Ele continuava brincando com os fios de pêlos...

- não sei, não... sei lá..rsrsrs... vc tem cada uma...rsrsrs

- faz o seguinte: quando vc .... ficar... sem calcinha, me chama...

- Tom!!! que abusado!! rsrsrs...

- pra ver se eu babo....rsrsrs

- não sei... rsrsrs... vou pensar...

- pensa agora...

- deixa eu ver... bem... vai ser como da outra vez...

- sim...

- eu te chamo... só quando eu estiver sem... sem ...ah, credo..rsrs... sem calcinha...

- e...

- ai.. eu te chamo... tá bem?

- vc acha que vai sentir vontade?

- não sei... depende...rsrsrs.... acho que .... sim...

- caramba...

- não se anime muito...rsrsrs...

- como não...?

- cala essa boca.... e me beija...

Tom a deitou na cama e fez a vontade dela... e dele.

- ah - diz ela. - tomara que essa campainha não toque...

- não vai tocar... não é possível...

A mão de Tom entrou sob a bata, e tocou-a nos seios. Ela chega a gemer.

Tom levanta de vez a bata. Logo acaba retirando, deixando Nanda só com aquela minúscula calcinha. Tom ergue o torso e olha a irmã, dos pés a cabeça. Nanda obsersa, lânguida, o desejo no olhar dele. O olhar percorre as coxas grossas e sedosas, e se fixam na calcinha inchada e transparente. Tom vê o vulto negro sob o fino tecido da peça, e os pêlos que sobram na parte de cima. Sedução a toda prova. Como alguém resistiria a Nanda? pensou. Nem ele. Ela acaricia a mão do irmão, suavemente.

- o que vc olha tanto... ? - pergunta ela.

- você...

- gota de me olhar?

- demais.... queria ficar te olhando... o tempo todo... assim..

- oh, mano.. vc é tão.. carinhoso...

A mão sobe pelas coxas. Nanda cerra os olhos, e se deleita com aquela caricia. Sente a mão do irmão subir, se detendo perto da calcinha. Ele volta a se mover, desta vez percorrendo o elástico da peça, detendo-se agora no tufo de pêlos que fica de fora... ele a acaricia ali, ela se arrepia ante aquela ousadia...

- Tom...rsrs... vc é ... ousado...

- vc acha?

- acho....

Ele encosta a boca no seu ouvido.

- vc .. é gostosa demais...

Ela ri.

- Oh, Tom... respeite tua irmã...rsrsrsr...

- eu te acho...

A mão puxa de leve os pêlos. Ela puxa a cabeça do irmão e cola sua boca na dele, mais uma vez. Rolam na cama, e ela fica sobre ele.

Ela olha o rapaz, lânguida. Seu corpo está encaixado no dele. Côncavo e convexo. Excitação a flor da pele.

- to adorando ficar com vc... assim...

- carmba.. que coxas macias vc tem...

Ela, como para certifica-lo ainda mais disso, começa a esfregar suas coxas nas dele. Sua mão desce pela lateral do corpo do rapaz, e, como da outra vez, resvala no membro atravessado, que parecia louco para saltar daquele calção. Ela sorri para ele. E o beija.

Agora Tom desce suas mãos até as nádegas da irmã. E começa a puxar a calcinha para cima, enfiando tudo naquele vão delicioso. Nanda sente arrepios incríveis no corpo todo.

- oh, Tom.. - suspira ela.

Tom puxa a calcinha, com suavidade, esfregando a pela por toda a extensão da intimidade daquela formosa garota. Ele sente na virilha os fartos pêlos que agora saiam de vez da calcinha...

- Nanda... linda... - diz. Se beijam sofregamente. As mãos do rapaz apalpam aquela bunda saliente, de carnes firmes e macias. Tom puxa de leve os pêlos que saem por trás... ela volta a gemer. Tom a cala com um beijo que faz Nanda amolecer toda.

- Fica... fica de bruços pra mim... - pede ele.

- de.. bruços..?

- sim..

Ela atende seu pedido. Sai de cima dele, e fica de bruços. Tom solta uma exclamação. A bunda de Nanda se projera pa cima, num espetáculo sensual. Parecia uma potranca. Uma potranca no cio, deliciosamente no cio. Tom, então, abaixa seu calção, ficando de cuecas. Nanda olha para ele, e emite uma exclamação. Vê o volume anormal da cueca do irmão. Ela não acredita no que vê... A cueca mal retém aquela enormidade dentro dela. Nanda chega parte da cabeça vermelha saindo pela parte de cima da cueca. Tom se deita sobre ela. Nanda arqueia o corpo. Tom se acomoda, e sente o delicioso contado daquele bumbum maravilhoso sobre o seu membro durissimo.

- oh, Tom... meu amor... - sussurra Nanda.

- repete... - pede ele.

- meu amor... meu irmão querido...oh..

- gosta... diz...

- gosto... demais...oh...

- Nanda... vc... me deixa louco...

- oh, Tom... Oh, meu irmão...oh

- Nanda... minhairmã... tesuda...

- diz.. diz de novo....ooh

- minha irmã... tesuda... tesuda e gostosa...

- oH, Tom... meu amor... ooh..

Tom pressiona seu membro (ainda sob a cueca) naquela bunda.

- Mana... arrebita teu bumbum...

Ela obedece. E ergue a bundinha um pouco mais...

Tom se abraça a ela, e fica naquele esfrega esfrega... Nanda morde o lençol da cama.

Mas.. como por desgraça, a bendita campainha se pôe a tocar...

- ah... não! - diz ele.

- não atende... - pede ela.

- ah, naõ... m...! - exclama ele.

- Mano... é melhor ver quem é...

Ele sai de cima dela. Nanda senta-se na cama. Olha a cueca do irmão. E parece não crer no que vê. Algo anormal é o tamanho daquele volume. Nanda disfarça o espanto, procurando sua bata.

Tom anda até aporta, incoformado. Veste, então, o calção, e sai pela porta.

Tom abriu a porta e deu de cara com Miguel. Disfarçou o quanto pode a irritação.

- O que foi? - perguntou.

- Oi, Tom, tua irmã está...? - perguntou o rapaz, na maior cara de pau.

- A Nanda está.... - quando ia dizer que não, Nanda aparece por trás de Tom.

- Pode deixar, mano, eu falo com ele... Oi, Miguel... - diz Nanda, passando pelo irmão.

Tom ficou frustrado, e entrou para dentro da casa. Nanda foi até o portão com Miguel.

Tom arrumou-se e saiu, passando pelos dois, que conversavam no portão.

-Vai sair, mano? - pergunta Nanda.

- Sim... não sei se volto cedo... - entrou no carro e saiu cantando pneu.

- ihh.. - diz Miguel - ele parece irritado... será comigo? rsrsrs

Nanda olhou o rapaz com raiva.

Tom foi até a casa de Pri. Bateu a porte. Pri solta uma exclamação de felicidade ao abrir a porta de dar de cara com Tom.

- oii...eu estava pensando em vc... não acredito!!

-oi, gata... tava louco pra te ver...

Ela mandou entrar, e se atracaram num ardente beijo ali mesmo.

Pouco depois, Tom estava sentado na cama, e olhava Pri. Ela estava de quadro, no centro da cama, o rosto afundado nos lençois... Tom pedia algo pra ela.

- abaixa... devagar... - dizia ele. Pri abaixava sua calcinha, Tom se deliciando com as nádegas brancas da bela moça irem surgindo... os pêlos loiros... fartos.

- caramba... vc é tudo de bom...

- assim? - diz a garota, toda sumissa.

- descea calcinha... assim... - ele vê a calcinha deslizar até dobra dos joelhos. Tom se aproxima, e encosta seu rosto naquela formosa e apetitosa bunda. Pri começa a rir diante do que ele faz.

- está me fazendo cócegas...rsrsrs...

Tom a beija por ali, e então, pede pra ela:

- abra pra mim... bra gostoso... - seu membro salta dentro da cueca inchada.

- Oh, Tom.. - suspira ela. Ela sabe o que ele quer. E ela mostra, abrindo suas nádegas... Tom aspira o aroma que vem de lá, e sua lingua percorre aquela valetinha, detendo-se no orificio que pisca.

- oooh, Tom... - geme Priscila, excitadissima, sabendo o que logo viria. Tom ficara louco pelo seu bumbum, e a possuira muito ali, no seu primeiro encontro.

Tom enlouqueceu a menina com seus beijos.

- Ooh, Tom, meu amor...

Pouco depois, Pri emitia um quase grito. Tom entrou nela com vontade, dilacelarando seu reto, penetrando fundo.

- ooooh... - ele gemeu, dando vazão a um desejo quase animal.

= aaaaaah... Toooom...!! - gemia Priscila.

- tesuda.... oh, que rabo tesudo vc tem.....oooh...

- teu ... todo teu... - dizia ela, tendo o corpo sacudido pelo vai e vem vigoroso de Tom, que entrava todo dentro dela.

Tom mal conteve, e logo se derramou dentro daquele buraco apertadissimo e quente.

Minutos depois, Pri recostou seu explendido corpo nu no rapaz.

= Amor, vc é o primeiro que faz comigo assim...

- Eu senti... - disse ele, beijando os lábios da loira.

- Vc me mata assim...rsrs... estou toda ardida.

- Nem começamos ainda...

- Eu sei... vc é um tarado...rsrsrssr...

- Por vc... vc é tesuda demais...

- hmmm... me deixa louca de tesão quando fala assim... !

- e essa tua bundinha... me deixa doido de vontade...

- ela é tua.... toda tua...

Nanda quase grita quando Tom a agarra e a coloca de bruços. Ela já conhecia seu jeito.

- empina esse rabo tesudo...vai... - diz ele, suavemente.

Ela obedece. O sexo entre eles estava apenas começando.

Nanda estava em casa naquele momento. Sabia que Tom estava furioso com Miguel. Ela ri do azar dos dois, que sempre aparecia alguém para atrapalhar a brincadeira deles. Pensou nos beijos de Miguel, no olhar do irmão ao vê-la com aquela calcinha, do brilho dos olhos dele ao ver os seus pêlos pubianos, mesmo que parcialmente...

- e ele nem viu tudo..rsrsrs.... - diz ela, reprovando-se. De onde vinha aquela malicia? pensou. Ela jamais fora assim.

Pensou do jeito que ficaram antes de serem interrompidos pela campainha. Ela de bruços, e ele em cima dela, apertando-se a ela. Ela sente o corpo se arrepiar ao pensar naquele momento. As mãos dele nos seus seios.... Fez um esforço e tentou afastar aqueles pensamentos pecaminosos.

- hmm.. tenho que parar de pensar nisso...rsrsr... é pecado pensar em irmão dessa forma...

Tom chegou tarde em casa, e Nanda já dormia.

No dia seguinte, Tom foi trabalhar cedo. Horas depois, Pri entrou na sala dele, sorridente.

- oi, meu amor, como está hoje?

- bem... e vc?

Ela se aproxima, e sussurra no ouvido dele.

= ardidinha....rsrsrsrs..

Nisso a porta se abre e André aparece.

- Oi, pombinhos... Tom, tem visita pra vc.... uma bela moça... cara de sorte, heim?

Tom se surpreendeu ao ver Nanda aparecer atrás do amigo. Pri suspirou aliviada, pois pensava tratar=se de outra mulher.

- Oi - disse Nanda, beijando Pri na face, e em seguida, a Tom.

- Bem, vou deixar os maninhos a vontade... tchau, Pri. ´- e ela saiu junto com Andre.

Tom olhou para a irmã, que vestia um vestido preto, umpouco acima dos joelhos. Linda.

- Mano... passei só pra te dar um ôi... vou fazer umas compras...

- bom te ver, Mana... vc está linda...

- pelo que vi, vc estava em boa companhia...rsrsr

- trabalhando.... - mentiu ele, olhando para ela profundamente.

- Bem.. eu vou indo, então... ah, ontem eu mandei o Miguel embora cedo...rsrsrs

Ele se levanta.

- que bom... eu tava morrendo de ciumes... - disse ele, se aproximando dela, bem de perto.

- não precisava...rsrs.. - disse ela.

- mas eu fiquei...

- eu vi... rsrsrs.... bobo...

Ela fica de costas, e ele a abraça por trás.

- Mano... alguém pode entrar...! Doido! rsrsrs

- deixp vc ir... se me der um beijo... - diz ele, já em plena ereção.Nanda sente sobre ela todo o impeto do irmão.

- isso é chantagem...rsrsrs... é covardia.... sabe que sou louca pra te beijar...rsrs

Ela vira o rosto como pode. Naquela posição mesmo, seus lábios se juntam... Ela de costas, ele bem junto a ela, e um beijo ardente e mascado acontecendo...

- Ah, Nanda... sou louco por vc....!

- Tom... a porta.... alguem pode entrar.... que vergonha.. - diz ela.

Ela se vira e se atraca a ele num pra lá de intenso. A sensação de perigo parecia um ingrediente poderoso naquele momento. A mão dele sobe a abarra do vestido, e ela geme quando ele desluza a mão gostosamente pela sua grossa coxa, indo até a calcinha. Alguém bate a porta. Ela sai dele.

- parece nosso destino... - diz ele, ela se recompondo.

Ele abre a porta, e diz algo ao funcionário que batera.

- Mano... vou indo... - diz ela, pegando a bolsa.

- o que vai comprar...?

- algumas peças intimas...rsrsr... segredos de mulher...rsrs

- hmmm.... calcinha?

- hmmm.... não sei ... pode ser...

- Vou contigo...

- vc é louco... rsrs... - mas ela vibra ao ouvir aquilo.

Tom foi com ela até uma loja. Naquela hora, estava quase vazia. Ela buscou o que queria, mas não achou. Ela escolheu uma calça jeans pra ela e outra pra ela.

- tem provador aqui? -,perguntou ela pra atendente. Tinha. E ficava nos fundos da loja.

- Vou com vc... preciso experimentar o meu tb.. - disse ele.

Eram várias cabines. Nanda entrou em um, e Tom olhou para os lados, e como não havia ninguém, entrou atrás de Nanda.

- ToM....!! vc só pode estar ficando doido!!!!

Nanda não teve tempo de falar mais nada.Logo osdois se beijavam ardentemente.

- Mano... vc precisa experimentar tua calça.. e eu a minha...

- Tudo bem...

Tom ficou olhando ela tirar o vestido a sua frente. Um espetáculo maravilhoso.

Ela ficou de calcinha e soutien. Era um calca creme, não pequena como a outra... mas Tom a peça inchada, e imaginou o quanto de PÊLO ela teria sob aquela peça...

Tom também tirou a calça, e Nanda virou o rosto, cheia de pudor.

Tom vestiu a calça jeans, olhando as nádegas da irmã. A calcinha dela era do tipo que ia até a cintura, diferente daquela que ela vestira naquele dia para mostrar a ele. Mesmo assim, ela estava sexy demais.

- Mana, vê se ficou bom. - A cabine era apertada, e eles estavam muito próximos.

Ela se vira, e olha.

- Ficou bem em vc...

- Acha mesmo? - disse ele, olhando sua boca, seus seios sob o soutien, a calcinha, as coxas.... Nanda nota o imenso desejo que ele sente. E seu coração bate mais forte.

- Acho... ficou mesmo...rsrsrs

- Acho que ficou um pouco apertado aqui... - disse ele, colocando a mão sobre o volume enorme naquele "lugar". Tom foi cruel, queria ver a reação da irmã.

- olha - diz ela, olhando de relance o local - é so mandar ajustar depois...

Nanda vira o volume enorme formado sob a cueca. Seu coração batia forte. Sentiu a mão do irmão no seu queixo, suavemente levantando seu rosto até ficar olhos nos olhos.

- gosto de ficar sozinho com vc ... assim... - diz ele.

- eu tb.. - diz ela. - mas pode aparecer alguém... vc é muito doido... rsrsrs

- to louco pra te beijar essa boca gostosa que vc tem....

Seus rostos estão quase colados. Seus lábios se roçam. Suas mãos lá embaixo estão juntas, dedos entrelaçados. Suas coxas igualmente se roçam, provocando arrepios em ambos. O que era aquilo que estava acontecendo? poderia ser a pergunta que vagava pela cabeça de ambos. Tom sente o respirar da irmã, sente seu coração bater. Ela abre sua boca tentadora... ele olha a lingua cheia de saliva, e é ali que ele se perde em um delirio na forma de um beijo avassalador. Suas bocas se fundem, se afundam, se comprimem.... as mãos se apertam até doer. Ela liberta suas mãos e o abraça como se quisesse fundir seu corpo no dele. O beijo é pura paixão, puro desejo, puro tesão... beijo de novela do horário nobre, beijo proboido para menores... Nanda se entrega naquele beijo, como se fosse o ultimo... Sente o irmao puxas seus quadris para encontro dos deles, e ela ajuda, projetando-se o mais que pode... fica na ponta dos pés, e encaixa sua vulva inchada na saliência da cueca do irmão... permanece "engatada" minutos, para depois soltar seu corpo, e emitir um gemido gutural quando aquele membro duro resvala forte na sua calcinha... Arrepios tomam conta de todo o seu corpo, e o calor invade seu recanto mais intimo...

- ooh, Tom... ooh, meu irmão... - diz ela.

- Nanda... vc me deixa louco... de tesão...

- não... não fale desse jeito... louco...!

Voltam a se beijar ardentemente. Suas linguas se digladiam, se enroscam, e seus corpos se movem como se para sentirem o máximo de contato físico.

- Mano... - diz ela, enfim, peito arfante. - vc tem que voltar ao trabalho... e eu pra casa...

Ele quer insistir, mas vê que ela está decidida. Ela sai dele, delicamente, e então, experimenta sua calça. Tom volta a vestir a antiga calça.

Saem da Loja, e Nanda o acompanha até o banco. De lá se despedem com um beijo (na face), e ela vai-se pela calçada, arrancando suspiros e assivios por onde passa.

Tom aceita almoçar na casa de André. Pri vai junto. Após o almoço, os dois saem juntos e resolvem dar uma volta. Tom leva a moça para um lugar afastado da cidade. Entra com o caro num matagal, onde ficam escondido.

- Credo, Tom... onde viemos parar? rsrsrs - divertia-se ela.

- Longe dos olhares indiscretos...

- Hmmm... eu tava louca pra ficar sozinha com vc...

Ele fica olhando a garota, que se encosta perto do capô, e começa a arrancar a camisa branca (uniforme do banco), o soutien... os seios saltam para fora. Em seguida, ela fica de costas, e começa a provocação a Tom, cujo membro salta dentro da cueca, louco para sair. Ela ameaça descer a calça, sorri para ele, e a suspende novamente. Ele fica doido. El enfim arranca a calça, ficando apenas de calcinha. Uma calcinha azul, média... Ela fica de costas novamente... e puxa um pouco a calcinha para baixo...mostrando parte da espetacular bunda. Ele chega a gemer, mas fica parado ali, esfregando o membro sobre a calça.

- hmmm. aposto que nunca viu uma bunda assim...rsrsrs... - provoca ela.

- hmnn... gostosa assim.... bem...

- já viu? de quem..rsrsr... - ela desce mais um pouco, até a metade...

- bem... meio parecida com a sua... a da Nanda....

- o que??? sua irmã? ouvi direito?? - ela parou, ficando de frente pra ele.

- É... vi ela uma vez de biquini...rsrsr.. só isso...

- mas ficou olhando a bunda da tua irmã? rsrsr.... esquisito isso...

- vai... continua ...

Ela voltou a ficar de costas, meio cismada. Ele então se livou das calças, e abraçou por trás.

- Gostosa como a tua... não existe... - ela geme quando ele a pega, pelas costas, nos dois seios.

- Oh, Tom... quero vc.... demais...

- e eum vc... to louco pra... te comer.... muito..

- me come... - suplica ela.

Tom abre suas coxas, e ajeita o membro assombrosamente grande, pincelando os grandes lábios daquela grutinha em fogo. Pri está ensopada de tesão.

- Enfia... enfia tudo...oooh...

Tom atende aquele pedido. E entra, deslizando deliciosamente seu membro para dentro daquela gruta quente e apertada. Pri geme alto, pois sabe que ninguém está por perto.

Na volta, dentro do carro, Pri fica olhando Tom.

- O que foi? - pergunta ele.

- To apaixonada... por vc.. - diz ela.

- E eu... por vc... - diz ele. Ela sorri.

- mas essa história de vc elogiar o bumbum da tua irmã.... não sei, não...

= Ei..rsrsr.. vc tá pensando o que?

- nada... A Nanda é muito linda, tem um corpo de parar o trânsito..

- e é minha irmã, e vai se casar... e ela é legal pra caramba... e vc tá imaginando bobagem...

- td bem... desculpe.... desculpe...

Tom trabalhou aquela tarde, e depois foi com amigos a um bar, jogar sinuca. Foi para casa a tardinha. O sol ainda brilhava, e ele foi direto pro seu quarto. Não viu Nanda. Será que saiu com o Miguel de novo?

Em seu quarto, Nanda ouviu quando Tom chegou, mas ficou no seu quarto. As lembranças daquela manhã ainda vinham a sua mente. Ela ainda ria da ousadia deles no provador da loja, mas seu corpo arrepiou-se quando lembrou-se do amasso dos dois dentro do apertado provador, do calor dos seus corpos, e das palavras de Tom sussurrando para ela coisas que ela jamais imaginara ouvir do seu irmão. Ela rola na cama. Fica de pé. Volta a deitar-se. Está inquieta. Lembra-se dos encontros anteriores, dos beijos, das caricias ousadas, da mão boba do irmão... os bicos dos seus seios estão rijos, tesos... e ela lembra-se que eles já estiveram na boca de Tom... ela deita-se, fica de bruços... está usando um shortinho azul, que Tom gostara tanto. Fica de pé, e vai até o espelho. Lá ela se olha, e retira a blusinha. Está sem soutien. Admira os próprios seios. Depois, desce o shortinho, e em seguida a calcinha. Nanda está nua e olha-se sob todos os angulos. Ela jamais fizera isso em sua cidade. Agora, via uma necessidade estranha de se olhar, de se admirar... algo como reconhecer o seu próprio potencial... Ela olha o celular, pega-o nas mãos, e em seguida, envia um torpedo. Ela termina de fazer aquilo e se deita, nua, na cama. Seus olhos olham o teto.. vira-se, de bruços, e seus olhos continuam inquietos. Seu coração bate forte, e um calor vai tomando conta do seu delicioso e formoso corpo.

Tom está no chuveiro. Pensa na deliciosa tarde com Priscila. Seu membro teso, se move para cima ante a mais insignificante lembrança da moça.

- Calma, amigo... - diz ele. Mas momentos daquela tarde lhe vem a mente. Pri cavalgava Tom, deitado sobre um colchonete fino que sempre carregava para as emergências.

- Oh, Tom... delicia...

- Pri... tesuda...

- te amo... te amo, cara....aaah...

- PRI... quero te comer... de quatro... vai...

- sim... sim... eu fico....

Pri ergue-se lentamente, saindo aos poucos daquel tronco na qual sentara. Ela geme quando sente o membro latejante deslizar fora do seu apertado ânus.

- ooooh....!

Ela fica de quatro, e Tom fica por trás, olhando o rombo no traseiro da bela moça.

- vou comer... teu rabo... até cansar....aah...

- come... come, meu amor....ooh..

Ela empina o mais que pode.

E Tom enfia tudo, num movimento só.

- ooooh... - grita Pri.

- ooh... que cú delicioso...ooh....

Tom se pega masturbando-se, sem perceber. As lembranças daquelas cenas fortes era impressionante.

Nanda levantou-se da cama de um sobressalto. "O que foi que eu fiz?" - disse ela. Vestiu-se rapidamente, recolocando o short e a blusinha. Abriu a porta e correu em direção ao quarto de Tom.

"Tomara que ele ainda não tenha visto..." torceu. Abriu a porta, no instante em que Tom saia do banheiro.

- ooh.. - exclamou ela.

Tom estava nú, e Nanda viu o enorme membro do irmão entre as pernas. Ela vira o rosto.

- Oi, mana.... desculpe... pronto, já me cobri.

- eu.. volto outra hora... - diz ela.

- não... já coloquei a toalha... pronto... pode ficar... - riu ele.

Ela voltou-se e procurou em algum celular o celular do irmão.

- vc queria alguma coisa? - perguntou ele. O celular estava na mesa, ao lado dele.

- não... nada... só queria... dizer oi...rsrs. - ela estava vermelhinha.

- então...rsrsr... oi... rsrsrs

- Oi... - ela sorriu sem jeito. "Credo" pensou ela, ao se lembrar da cena do irmão nú.

Tom, então, olhou para o celular e viu a luz acesa.

- parece que tem recado pra mim... - diz ele, pegando o aparelho na mão.

Nanda não sabia o que fazer... suas pernas falsearam. Ela queria sumir dali. Seu coração parecia querer sair do peito.

- Deixa eu ver... - dizia ele, verificando a caixa postal. - é um recado teu... - ele olhou apra ela, sorridente. - vou ler..

- não...! - quase grita a moça.

- Ei... vc está bem? - disse ele, e continuou o que estava fazendo.

Ele leu o recado, devagar. Nanda estava olhando para o outro lado. Não viu a toalha mover-se de forma brusca, como se uma alavanca tivesse sido desarmada lá dentro.

- Nanda... - disse Tom, suavemente.

Ela virou-se para ele. Parecia mais calma.

- é verdade isto..?

- bem... eu queria apagar antes que vc lesse...rsrsrs
Doce Nanda - Parte Final
Autor: Tom
Categoria: Heterossexual
Data: 2010-05-13 10:40
Nota dos visitantes identificados: 9.83
Assuntos: Heterossexual, irmã, namorada, Incesto
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Share | - caramba... por que?

- por que... não sei... me deu vontade, mas depois, tive receio...

Tom voltou a ler a mensagem. Dizia assim: 'Mano lindo... lembra-se do nosso papo daqele dia? eu estou no quarto agora... e estou sem calcinha... to com muita vontade de mostrar pra vc... vem, to te esperando".

- Nanda...

- Tom... to com vergonha...rsrsr

- vc disse que tava com vontade...

Ela estava bem proxima, e Tom a beijou. Aquele beijo trouxe calma a Nanda. Calma, e vontade de repetir a dose. E ela se abraçou a ele, e se beijaram intensamente.

- Bem... nem preciso ir até o teu quarto... vc ´já está aqui...

- É mesmo...rsrsrrs.. - disse ela.

- Nem acredito...

- Nem eu... - disse ela.

Ela se deita na cama. E Tom a olha, naquel shortinho azul curtissimo. Nanda era delicia em carne e osso.

- Posso tirar... ? - pergunta ele, olhando o shortinho.

Ela sorri, assentindo com a cabeça.

Ele então puxa o shor para baixo, revelando uma calcinha branca, média, mas insuficiente para esconder os pêlos sob ela. Tom ñão cabe em si de excitação e ansiedade. Suas mãos tremem, e Nanda percebe, sorrindo discretamente. Ela fica deitada, olhando o irmão se mover por ali. Ele olha a blusinha, e ela entende. Senta-se, e a tira pela cabeça. Os dois mamões saltam para fora, trêmulos e com os bicos pontudos. Tom a olha, enquanto ela volta a se deitar. Ele fica algum tempo olhando, admirando, as mãos acariciando suavemente as coxas da moça. Ele olha para a calcinha, e em seguida para ela. Ela dá aquele sorriso discreto, e move a cabeça positivamente. Em seguida, tapa os olhos, como se disesse. "nem quero ver...".

Tom, mãos trêmulas, pega a calcinha pelas laterais, e a puxa suavemente para baixo... um tufo de pêlos negros e reluzentes salta para fora.... a vulva negra está alí, a poucos centimetros do seu rosro, e Tom pode sentir-lhe o doce aroma. Ele termina de descer a calcinha pelas grossas coxas, indo até o fim. Nanda continua tapando seus próprios olhos. Tom olha a beleza nua da irmã ali, pertinho dele. É inacrevitavelmente fabuloso aquele corpo ali, bem ao alcance de suas mãos... P triângulo negro, e Tom imagina-se perdendo-se nele, é algo tentador demais... a junção das duas coxas, deliciosamente brancas e grossas, e logo acima, o triângulo da perdição...

- Nanda.... vc é ... linda demais... - balbucia ele.

Ela sorri, e destapa um dos olhos.

Tom olha do joelho para cima, e depois o olhar desce, pleno de admiração e excitação.

Ele então se deita ao lado da irmã. Esta o olha profundamente.

- fiz o que vc tanto queria... rsrsrs - diz ela.

- e vc... não queria?

- eu disse que faria... só se sentisse muita vontade...

Tom desce sua boca até o dela. Ela o abraça. Os bicos dos seus seios roçam no tórax nu do rapaz, e seu corpo se arrepia todo. Tom desce sua mão, e alisa suas coxas. A mão sobe até a parte de cima, e agora não há calcinha para dete-lo. A mão sobe livre até os seios, e desce até a virilha... Tom sente os pêlos fartos por ali, e desce mais um pouco. Nanda olha os olhos do irmão, parecendo saber o que ele vai fazer. A mão se enfia entre os pêlos; Tom se delicia, os dedos abrindo caminho... Tom então, desce o rosto pelo corpo da irmã, e se aproxima daquele local proibido. Ele desce mais um pouco, e Nanda levanta a cabeça para ver Tom ali embaixo, bem próximo a sua vulva peluda.

- Tom... o que...

- ppsst... - pede ele.

Ela fecha os olhos. Toma está olhando na sua parte mais intima. Mas era isso que ele queria, pensa ela. Seu coração acelera os batimentos.

- Mana... abra as coxas para mim... - pede ele, docemente.

Nanda cerra as coxas, voltando a tapar o rosto.

- mano... vc já olhou..rsrsrsr

Ele sorriu. Ela destapa os olhos e vê aquele olhar suplicante dele.

"Sem vergonha..rsrsrs" - pensa. Ela flexiona as pernas, ainda cerradas. Tom olha para baixo, e vê os pêlos se projetarem para fora, fartos e rebeldes, por entre as coxas alvas. Vislumbra a flor rubra, palpitante, discreta entre aquela selva negra. Ele enfia mão por ali, acariciando a parte inferior das coxas, roçando os pêlos. Nanda fecha os olhos. Aquela mão boba a perturba demais. Seu corpo se arrepia a cada toque do irmão.

- caramba... que coxas tesudas vc tem...

- gosta? - pergunta ela.

- demais...são macias... gostoso passar a mão...

Ela estende a mão e acaricia os cabelos do irmão.

- já pensou... nos verem fazendo isso? rsrsrs...

Ele sorriu.

- nem quero pensar... rsrs - voltou ela a dizer, voltando a estender as maravilhosas pernas e coxas. Tom desce até os seus pés da irmã, e começa a beijar os dedos. Ela começa a rir.

- hmmm... que gostoso... rsrs...

Ele sobe pelas pernas, sem pressa. Nanda se arrepia toda, novamente. Logo, ela sente a boca do irmão acima do joelho, subindo, lentamente, suavemente, arrancando-lhe suspiros.

Tom vê a pele das coxas toda pipocada, arrepiada... sabe que aquela caricia provoca um prazer imenso na irmã. Na metadedas coxas ele se detém um pouco. Carne farta, macia, cheirosa... Tom praticamente a lambe por ali, deliciando-se o mais que pode. Nanda fecha os olhos, inebriada de prazer.

- ooh, Tom... que delicia.... - exclama.

Tom sobe mais... os pêlos de Nanda já roçam seu nariz. Ele beija o alto das coxas, Nanda movendo o corpo. Geme quando Tom endia o rosto no meio daquela vasta pelagem negra. Ela meio que entreabre as coxas, e Tom vê a gruinha rubra da irmã, em meio aos pêlos. Tom mal contém uma exclamação de prazer. Nanda de olhos fechados, mordendo o lábio inferior, propiciando ao irmão aquela deliciosa cena... tom enfia o rosto por alí, e sua lingua alcança o inicio da grutinha... Nanda geme alto.

- oooh, Tom...

E então, ela se abre um tanto mais. Agora Tom já pode vislumbrar toda a extensão daquele paraíso proibido. Sua mão mão força um pouco mais, e separa as gostosas coxas da irmã, e ela está toda exposta para ele.

Tom não acredita quando vê os labios daquela grutinha se desprenderem, abrindo-se tal qual uma rosa vermelha em plena primavera. A delicia das delicias está ali, a sua frente. Tom encosta o nariz e aspira o mais que pode daquele aroma... seu membro, pressionado no colchão, se move, indomável. Nanda sente agora nos pés o contato quente daquela tora de carne e musculos em chamas. Seu coração bate ainda mais forte.

Tom então, beija aquela flor. Como se fosse um beijo de lingua, do mais alto teor érotico. Tom deposita ali toda sua paixão, todo seu tesão. Sente o gosto meio salgado nos lábios, e se delicia com ele. O gosto de Nanda, a bela Nanda, a suave Nanda, a doce Nanda..

Nanda não pode descrever a sensação que sente a seguir. Éra como se uma descarga elétrica de proporções incalculáveis recaisse sobre ela. Seu corpo se retesa todo, os bicos dos seus seios.

-ooooh.. Toooom...! oo ooooohh...!

Tom repete o que fez, agora com mais intensidade. O corpo de Nanda parece entrar em convulsão. Cerra deliciosamente suas coxas sobre o rosto do irmão, que permanece ali, beijando a sua parte mais deliciosamente proibida ... para ele.

Priscila estava no seu quarto, e como sempre pensando em Tom. Estava com a calcinha arriada até a metade das coxas. Havia se masturbado compulsivamente ante as lembranças do sexo delicioso que fizera com o namorado.

- oh, Tom... se vc estivesse aqui... agora... - e sua mão ainda sobre sua vulva. - deixaria vc me comer... me comer sem parar...aah... delicioso....ooh..

Ela enfia dois dedos, e inicia aum entra e sai, e logo depois, sente o orgasmo vir, violento.

- oooh, Tom meu amor....meu amoooor....oooh..... tesudo...!

Ela se recompõe, e o que ele falara sobre a irmã lhe vem a mente de novo.

- Estranho... - pensa ela. - se ele falou da bunda da irmã, ´e porque achou a achou gostosa...

Será que Tom sentia tesão pela irmã sem ela saber? Esse pensamento martelava a cabeça dela fazia horas. Uma lembrança antiga lhe veio a cabeça. Na sua antiga cidade, na casa dos pais, Pri tinha dois irmãos. Um casado, e outro que morava junto com eles. Ela tinha 17 anos, e ele 19. Bruno era seu nome. Lembrou-se de como Bruno pegava no seu pé, vivia encoxando-a pelos cantos, mas ela achava que era apenas encheção de saco dele. Ela costuma andar de shortinho pela casa, e era quando ele mais se assanhava.

- para, Bruno, senão conto pra mamãe... - ameaçava ela. Mas ele nem dava bola. Sabia que ela não falaria.

Várias vezes ele a pegara por trás, e tentara beijá-la. Ela sentia na bunda arrebitada o membro duro do irmão. Ela saia dele, xingava-o, e ele então dava um tempo. Ela continuou a usar seus shortinhos curtos, suas minissaias curtinhas dentro de casa, e as vezes passava por ele e tirava a lingua, sentindo o olhar do irmão sobre suas coxas e bunda. Um dia estavam sozinhos, e ele a pegou na coxinha. Ela queria gritar, mas não quiz fazer escandalo. Bruno levantou sua saia, e abaixou sua calcinha.

- fica quieta...

- pára, Bruno... vc está louco...

Ele tirara seu membro para fora, e enfiara no meio das coxas dela... e ficou esfregando, indo e vindo..

- Bruno, seu viado...! vc me paga...

- Pri... deixa eu comer tua bucetinha... vai... deixa...!

Ela lhe dera uma cotovelada, quando ele explodia em gozo. O sêmen se espalhou pela cozinha, e ele caira no chão.

- bem feito, seu desgraçado... não mexa mais comigo...seu p...! - xingara ela, ajeitando-se e saindo da cozinha.

Bruno nunca mais tentara nada com ela. Logo ele se alistou no exército, e raramente se viam. Priscila se culpou, achando que fora dura demais com ele.

Agora, na sua cama, Pri sorria daquilo. Pobre Bruno. Aquela cotovelada deve ter doido pra caramba! pénsou.

Quarenta e cinco minutos haviam se passado, e Tom ainda estava com o rosto enfiado entre as coxas da irmã. Nanda acabara de ter o décimo orgasmo.

- ooh, Tom.... beija mais.... oh, meu amor.... meu amor... - gemia a bela rapariga.

Ela apertava suavemente o rosto de Tom com as coxas. Tom mordiscava-lhe os grandes labios, as vezes roçando os lábios no grelo saliente...

- ooh, beija minha.... beija minha b.....ooooh! -

A voz de Nanda excitava ainda mais Tom. Ele sai do meio das coxas da irmã, que olha para ele, com o rosto crispado de prazer.

Livra-se da toalha, está todo nú. Nanda olha o membro em riste, e ela emite uma débil exclamação, ante a visão daquele colosso de dimensões anormais. Paira no ar uma insuportável sensação de pecado, de erotismo, de luxúria... Tom fica ao lado dela, e ela busca seus lábios, onde sente seu próprio gosto. Tom ainda tem uns fiapos de pêlos na boca, tamanha a intensidade com que a chupara... Nanda sorri levemente, tirando os fios da boca do amado.

- gostosa... - sussurra Tom, olhando a irmã limpando seus lábios.

- mais que a Pri? - pergunta ela, um toque de malicia.

- muito mais... infinitamente mais....

- vc fica com ela assim...?

- não como fico com vc...

- vc está quase me convencendo... rsrsrs...

- caramba, essa tua boca... teu corpo...

A mão dele desce pelo ventre macio, e lhe toca os pêlos. Ela sorri para ele, de forma encantadora, como se gostasse do fato dele estar explorando seu corpo daquele jeito lascivo...

Ela morde os lábios quando o dedo lhe toca sua carne trêmula, palpitante...

- gostoso pegar em vc... sentir vc... - diz ele, olhando o belissimo rosto da moça.

- to sentindo falta dos teus beijos... rsrsrs... - diz ela.

Ele não espera outro pedido. Cola sua boca na dela. Nanda sente Tom enfiar o dedo fundo na sua grutinha apertadissima. Ela morde o lábio inferior do irmão, em pleno beijo, como num impulso. Ela fecha suas coxas na mão intrusa, como se quisesse prendê-lo para sempre ali. O dedo "obsceno" entra e sai, entra e sai, num vaivém que faz Nanda arquear o corpo o tempo todo, tamanho o tesão provocado por aquela bolinação.

- ooooh, Tom.... meu amor... - geme ela, olhos suplicantes de paixão. Tom olha seu corpo, e eleva o seu um pouco mais, erguendo o torso. Nanda vê diante de si o enorme membro pulsante. Ela não tem como não olhar agora. Ela não tem como fugir daquela cena. Tom exibe toda sua virilidade à irmã. Pega a delicada mão da garota e a guia até o seu membro. Ela resiste debilmente, mas está como que enfeitiçada por aquela tora de carne que lateja diante de si. Ela tenta envolve-lo com a mão, mas em vão. Não consegue abarcá-lo, de tão grande que é. Magnetizada por aquela cena, Nanda inicia uma caricia, percebendo seu irmão retezar o corpo ante o delicado toque. Aos poucos, ela vai se envolvendo naquilo, já olhando diretamente para o que faz. Tem a impressão de que ele cresce em sua mão, a medida que ela vai esfregando... com suavidade, ela prossegue, Tom quase não conseguindo mais se conter de tanto tesão.

- gata... vc me mata assim.... oooh..

- tá.. tá gostosinho..? - pergunta ela, sentindo-se um tanto dona da situação.

- de... mais..... aaah...

- vc fez o mesmo comigo..rsrsr....lembra?

- sim... e achou... gostoso...?

- sim... delicioso.... sentir tua boca me beijando.... me lambendo...

- quer beijar ... ele?

Ela não responde. Olha a enorme cabeça rubra. Ela esfrega, suave, subindo e descendo a pele que envolve aquela enormidade... Então desce o rosto... e o toca, com a ponta da lingua...

- aaah.... Nanda...! delicia... oooh!

- hmmm.. gostou? rsrsrr

- demais.... faz de novo...

Ela desce o rosto, e agora deposita um "selinho" na cabeça, e roçando seu rosto sobre toda a extensão daquele mastro.

- nossa!... ele é grande demais...! - diz, extasiada.

Tom desce a mão, e a toca novamente. Ela abre as coxas e permite. Ela aperta o pau do irmão, gostosamente. Ele enfia o dedo fundo na sua gruta, e ela solta um quase gritinho.

- uui! ... hmmm....

Ela então morde a cabeça, de leve. Tom não consegue resistir. É muita provocação. Sente o calor subie pelo seu corpo, e mal consegue reter o gozo. Mesmo assim, o membro jorra semem, lambuzando a mão da irmã.

- Tom...! - exclama ela.

- Não deu pra segurar... vc é ... tesuda demais...

Ele a puxa para si e se beijam, ajoelhados um diante do outro. Seus corpos se colam, mas Nanda não larga o pau duro do irmão.

- Oh, Tom... Tom, meu amor....ooh... - sussurra ela, esfregando o pau durissimo.

- fica de quattro pra mim... vai...mostra pra mim....gostosa... - pede ele, enlouquecido de tesão,

Ela obedece. Gira o corpo, e se coloca de quatro.

- empina tua bundinha, tesuda... - pede ela.

Ela obedece. Empina o mais que pode.

Tom a toca por trás, em toda aquela área... Nanda geme quando ele bolina seu grelinho... a mão passeia pelo vão das nádegas...

- Ooooh...! - geme Nanda.

Ele encosta mais nela, por trás. Manuseia seu pau, e o esfrega nas coxas, nas nádegas, e naquele vão.. Tom sente os pêlos pubianos da moça roçarem deliciosamente na cabeça do pau.

Ele se encosta toda nela, Nanda sente o membro quente pulsar no seu traseiro.

- Mana... vou meter... vou meter gostoso na tua boceta...!

Ao ouvir aquilo, ela se arrepia toda. Um calor insuportável a invade, percorrendo cada reentrância do seu delicioso corpo. Tom a quer tomar para si. Tom vai enfiar tudo nela... Tom vai comer sua ... boceta! essas palavras ecoam na sua mente... e ela parece viver um sonho. Sente a cabeça roçar sua gruta... pincelar e resvalar seu clitóris erétil, latejante... Tom força, e ela geme... Tom a abraça e entra nela, enfim, devagar... Nanda sente ser aberta, suas entranhas pegando fogo.. mas um fogo delicioso, que a enlouquece.... Tom a traz para si, e seu membro abre caminho naquela gruta jamais penetrada antes por outro membro... Tom -para, e olha seu membro, enterrado até a metade naquela deliciosa gruta.

- Oh, Nandinha... - diz ele, abraçando-a pelas ancas novamente

Suavemente, a traz mais para si, e um ppouco mais.

- oooh... - geme Nanda, mordendo o lençol. - Tooom....!

Tom empurra tudo, indo até o fim. Sente as paredes uterinas de Nanda em cheio. Pára, e então, devagar, retira seu membro, para voltar a enfiar novamente, até o fim... Tom a alarga cada vez mais, e começa a se movimentar... Nanda não retém mais os gemidos.

- aaah...aaaah... Tooom....oooh..

Tom aumenta o ritmo, cadenciando-o porém. E aproximando seu rosto da nuca da irmã, começa a falar:

- nanda.. gostoso de comer... gostoso demais...

- Oh, Tom... oooh...

- Tava louco pra te foder, maninha... tesuda....aaah...

- Oh, Tom... faz... faz... mais....maaaaissss....! aaaah

- gostosa... buceta gostosa vc tem....aaah.... tesão....aaah..

- vem... vem... pôe tudo...aah.... maninho lindo..aaahh.

- aah, Nanda... linda.... gostosa demais...aah...

- ah, meu amor... teamo.... aah....te amo....

- repete, tesuda...

- te amo.... te amo demais...aaah.... sou louca por vc... louca por vc, meu amor....

- repete, gostosa... tesuda, boazuda...aaah...

- sou .. louca por vc, Tom... pedidamente apaixonada... por vc....aaah...

- eu tb.. te amo... como louco...aaah...

- quero vc pra mim, meu amor... meu homem, meu tesão...aaaahh...

- ah, Nanda... vou gozar.... vou esporrar...aaaah...

- vem... vem, meu amor...aaah....

Tom não sabe dimensionar a intensidade daquele momento. Apenas sente como se esvaziasse naquele gozo, tamanho é o ímpeto. O pau de Tom começa a expelir jatos violentos de porra dentro daquela buceta apertada e deliciosa. Nanda geme alto, sentindo o liquido quente do irmão inundar suas entranhas. É tamanha a aintensidade, que o sêmes esguicha para fora, melecando lençóis e corpos.

- oooh... ooooh....Maninha....aaah.... - urra Tom, dizendo frases desconexas e entrecortadas por gemidos.

Nanda desaba sobre o colchão, trazendo consigo, engatado, o irmão.

Ele fica assim, sobre ela, relaxando, por vários minutos, até que sai de lado, seu pau saindo de dentro daquela gruta, Tom observando o enorme rombo provocado nela. Acaricia o bumbum da irmã, que se aninha nele, quase que desfalecida.

Noutro lugar, Priscila se arruma. Quer fazer uma visita surpresa para o namorado. Na verdade, ela ardia de desejo, louca pra fazer amor com ele.

Nanda estava deitada de lado, e Tom estava atrás dela. Nanda estava com a perna esquerda meio flexionda, deixando Tom a vontade para penetrá-la profundamente naquela posição..

- ooh, Tom.. - gemia a bela. - vc acaba ... comigo....aah..

- vc que acaba comigo... gostosa do jeito.. qúe é...rsrsrs

Tom metia fundo, e naquela posição, ele podia ver o seu membro sentar com tudo em meio aquela selva de pêlos negros e fartos... Nanda se abre toda pra ele.

= eu te quero..aah... te quero demais, meu amor....aah...

Tom a vira de bruços, e ela instintivamente, empina a bunda... Tom mete fundo, quase urrando de tesão... Nanda é deliciosa demais, tesuda demais... Tom não tem como descrever aquele momento de pura luxúria e desejo... sua irmã, ali, toda nua, submetendo-se aos seus instintos sexuais....

- ooh, Tom... o que fazemos... é incesto...oooh...

- gostoso demais.... com vc.....oooh... - geme o rapaz.

Tom se excita ainda mais quando ela revela ter consciência do ato proibido que fazem.

Ela empína ainda mais e sente penetrar ainda mais fundo... parece que ele está metendo toda a sua pica naquela bucetinha ardente e insaciável.

- ooh, mete mais fundo,meu amor... mais fundo....ooohh..

Ele atende seu pedido e mete com mais força. Acelera seus movimentos de tal forma que os gemidos de Nanda também se intensificam.

- Oooh, Nanda... não consigo segurar... vou esporrar....aah, vou esporrar....aaah...

Nanda sente os jatos de porra inundando-a... já era a segunda vez que ele gozava dentro dela...

Tom cai sobre ela novamente... Nanda se move, com o membro ainda dentro de si.

Priscila encontra alguns colegas do banco durante o caminho, e ela tem que parar para bater um papo com eles. Mas ela tem urgência de ir junto de Tom. Alguma coisa lhe diz que Nanda representa perigo...

No quarto, Nanda acaricia o membro semiduro de Tom, deitado ao seu lado.

- Sabia que vc foi o primeiro? - confidencia ele.

- Senti .... sente-se culpada?

- Não sei... talvez por feito incesto com vc... sabe que é errado, não?

- sei... mas não deu pra resistir a vc..

- nem eu a vc... rsrsrrs

- vc é deliciosa, Nanda... muito...

- vc também... vc me enlouquece de amor...

- e agora? fica comigo, vai...

- mas como? somos irmãos... e eu tenho um noivo...

- termina com ele... vc me ama, eu sei...

- eu disse isso no calor do sexo....

- então vc não me ama...

- não é isso... nós, mulhres, somos complicadas...

- td bem... pense no que te falei... fica comigo aqui, como minha mulher... ninguém precisa saber..

- Tom!! vc é louco mesmo!! credO!! rsrsrsrsrs

- louco por vc ... louco pra comer vc todinha...

- hmmm... adoro vc falando assim..... taradinho...rsrsrs

Nanda vê o membro de Tom todinho de pé, ereto, latejante.... ela se arrepia toda, pois sabe que logo Tom a estará penetrando profundamente.

Priscila toca a campainha da casa de Tom, mas não ouve o som (Tom desligara). Então rodeia a casa, vendo o carro de Tom na garagem. Entra pelo portão lateral, e encontra a porta da cozinha aberta, entrando. Torcepara que Tom esteja sozinho em casa. Entra na sala, e fica por ali, pensando no que fazer.

Nanda ajeita o membro teso do irmão na entrada da buceta, que está deitado. Então ela solta o corpo, e deixa-se penetrar bem devagar. A medida que é penetrada, Nanda experimenta orgasmo atrás de orgamo... seu corpo parece em convulsão continua...

- aaaaaah.. Toooom..... to .... to gozando... gozando....aaaah....!!

Ela então desce toda, deixando que o pau do irmão entre todinho... ela geme alto, e pára de mover o corpo por um momento... então, começa a subir e a descer lentamente...

Nisso, Nanda ouve alguém chamando Tom. Uma voz feminina.

Ela pára.

- Tom.... estão ... te chamando lá fora... - sussurra ela.

- ah, não... !!!

Ela sai dele, devagar, vendo o membro grosso e melecado retesar-se, ereto. Nanda sai dele, muito a contragosto... Ela vai até a porta e a entreabre. Gela ao ver Priscila na sala, e vindo em direção ao quarto do irmão, onde estavam.

Nanda pega o shortinho e tenta vest-i-lo, quase caindo ao chão.

- Ela.. está vindo pra cá...

- Ela quem ?

- veste tua roupa... eu vou sair pela janela... - diz ela, assustadissima.

Nanda nem veste a calcinha. Coloca a blusa e abre a janela. Com dificuldade, ela salta para o quintal, sem medir o risco de ser vista fazendo aquilo.

Tom se veste rápido, e chuta a calcinha de Nanda para baixo da cama. Naquele momento, ouve dois toques na porta.

Nanda rodeia a casa, entra e vai em direção ao seu quarto. Escondida, vê Priscila entrar no quarto do irmão.

Ela joga-se na cama, tentando organizar os pensamentos.

- o que eu fiz? - diz ela. - que loucura....!!!

Mas as cenas ardentes de há pouco vêm a sua mente. Ela rola na cama, um sorriso cheio de malicia nos lábios.

- Ele... me ama...! - sorri. - e eu fui todda dele... que delicioso foi, nossa...! não sabia que fazer com irmão era tão gostoso...rsrsrsrs

Ela fica de pé, e entra no banheiro. Percebe que esquecera a calcinha no quarto do irmão. Ela sorri, sabe que Tom a esconderia. Olha os pêlos da sua deliciosa buceta toda melecada de porra, e sente o grelinho intumescer.

- oh, não vejo a hora de ficar sozinha com ele novamente.... ah, to louca pra dar a noite toda pro meu maninho...rsrs

O ar de Vale Verde era estranho, muito estranho. Mexia com as emoções... femininas.

No dia seguinte, Tom acordou, sentindo o corpo nú da irmã ao seu lado, ainda dormindo. Pôs de pé, e admirou aquelas curvas maravilhosas. Ficou olhando o púbis peludo e seu membro ficou ainda mais rigido. Virou o corpo dairmã, de modo que ela ficou de lado. Levantou uma das coxas, e, todo afobado de tesão, penetrou-a fundo. Nanda dormia pesado. Tom ficou ali, metendo por vários minutos, até gozar forte. Nanda mesmo assim não despertou. Então ele foi tomar uma ducha, e na saída, deixou um bilhete na cômoda.

Quando os raios de sol adentraram no quarto por entre as cortinas, Nanda despertou. Abrindo os olhos, descobriu-se nua, naquela cama. Sua mente voltou-se a noite anterior, e dos seus lábios brotou um sorriso. Espreguiçou-se, flexionando os joelhos, colocando o feliz travesseiro entre as formosas coxas, coxas grossas e sedosas que Tom beijara quase a noite toda, antes de fazê-la sua nas muitas vezes que fizeram amor naquela deliciosa noite. Sorriu ao lembrar-se do dia anterior, quando tivera que pular a janela, tal qual uma ladra. Ficara no seu quarto por horas, até Priscila ir embora. Depois Tom a procurara no seu quarto, onde se amaram até a madrugada. Olhou para a cômoda e viu o bilhetinho. Pegou e leu: "Vc é a irmã mais linda do mundo.... te amo... quer namorar comigo?". Seu coração encheu-se de felicidade. Na parte de baixo do papel, dizia assim: "ps.: me espere com aquele teu shortinho azul.... tesudinha....". Ela roçou o bilhete nos belos seios, e ficou ali, sonhando com o momento de estarem novamente juntos. Nisso, o celular chama. Era Beto.

Tom trabalhou naquela manhã, mas com a cabeça voltada para os momentos passados com Nanda. Tivera aquele percalço com a Pri. Ele tivera que transar com ela, até ela ir embora. Depois fora ao quarto da irmã, onde esta o esperava, e esta se entregou a ele com toda a paixão. Fizeram amor a noite toda, até a exaustão, até que dormiram profundamente. Como foi gostoso acordar ao lado daquele corpo macio e delicioso, roçando no seu... pensou.

Pri apareceu, sorridente.

- oi, amor... qual é o plano para hoje? - disse ela, animada.

- oi, princesa... olha, hoje tenho aquele encontro com os caras... clube do bolinha... rsrsrs....

- ah, eu sei... que pena... tava pensando em nós...

Ele se levanta e abraça a garota.

- caramba, ontem foi demais...não esperava tua visita...rsrs

- hmmm... adorei... - e sussurrando no ouvido dele - te dei o que vc mais gosta...rsrsrs

- to louco pra comer teu rabinho, gostosa... de novo...

- sabe que ele é teu.... só teu....

Pri acariciou o membro duro do rapaz sob a calça. Beijaram-se, mas tiveram que separar-se, pois passos se ouviam do lado de fora da sala.

Tom chegou em casa para o almoço. Não viu Nanda. Foi até o seu quarto, entrou, e ouviu um ruido. Vinha do banheiro. Ele, sorriso maroto nos lábios, aproxima-se da porta. O ruido caractéristico de... era Nanda fazendo xixi. Um tesão enorme se apodera dele, e ele abre a porta.

Nanda é pega de surpresa.

- Tommm!!!! - que é isso? - assusta-se a moça, a calcinha arriada na metade das coxas.

- hmmm... legal ver minha maninha mijando...rsrsrs..

- seu louco!!! rsrsrrs.... sai daqui...rsrsrs... vamos.....oh, não....!

Tom entra e Nanda tenta recolocar a calcinha. Esquecera até de secar-se.

- caramba, Nanda... como vc é gostosa... - diz ele, esfregando o membro saliente sob a calça.

- Tom... !!! iso não se faz, seu doido....!

Ela estava com o shortinho nos pés e a calcinha no meio das coxas. Tom a olha com extremo desejo. Agacha-se sobre ela, o rosto ficanto rente a vulva peluda e úmida da sua bela irmã.

- mana... senta... - pede ele.

Ela, ainda surpresa, abaixa o tampo do vaso, e senta-se sobre ele. Ele a puxa um pouco para si, pelas pernas, de modo que ela fique um tanto inclinada para trás. Tom retira sua calcinha de vez. Ela entende o que ele quer. E o acha louco varrido. Tom aspira o odor de urina que vem da sua vulva, e vê que o interior de suas coxas tb está umida... ele não se contém e a lambe, literalmente.

- oooh.. Tom....!!!! - exlama ela.

- vc é deliciosa... - diz ele, começando a chupá-la afogueadamente, sentindo nos lábios o gosto salgada daquela gruta de sonhos.

Ela aperta sua cabeça no meio de suas coxas, querendo afundá-lo ali.

- Oh, Tom... meu amor....!! ...oooh.... louco....louco....ooooh...

Tom pede...

- Fica de bruços...

Ela obedece, e ajoelha-se, apoiando-se no vaso. Empina a bunda, pois sabe que ele quer assim.. e ela se excita barbaramente fazendo isso pra ele.

Tom volta a beijála, Nanda gemendo convulsivamente. Sua lingua percorre a buceta da bela garota, e abrindo suas nádegas, introduz a lingua por ali, cutucando levemente aquele orificio que pisca...Nanda vai a loucura.

- oooh... faz.... oooh, tesão...tesão....aaah... - solta-se ela.

Pouco depois, Tom a faz senta-se novamente sobre o tampo do vaso. Ela abre as coxas para ele. E Tom libera o enorme membro, durissimo, comprido e latejante. Nanda estende a mão e o esfrega, totalmente tomada pelo tesão de ter nas mãos aquela mastro de carne pulsante. Ela dirige a cabeça até a sua bucetinha, e sussurra para o irmão:

- me come.... me come muito.... fode tua maninha, meu amor... fode muito tua maninha....

E Tom enfia fundo, enquanto se beijam ardentemente.

Pouco antes do meio dia, Tom vai trabalhar. Deixara a moça nua na cama. Fora um "almoço" e tanto. Nanda acordou lá pelas 3 horas, a campainha tocando. Foi atender. Para sua surpresa, era Priscila.

- Oi, Nanda.... dei uma fugida do banco, e vim falar com vc... tudo bem?

- Claro, Pri... entra.... - Nanda ainda estava com os cabelos desgrenhados. Pediu que Pri aguardasse na sala, e foi se arrumar. Logo voltou.

- Nanda... vou ser ápida, pois não tenho muito tempo... sabe, eu... nem sei como começar...rsrs

- pode falar, amiga... rsrs - diz Nanda, temendo ser o pior.

- É que eu gosto... não, eu amo teu irmão... amo demais... sou louca por ele. A gente se dá bem... ou eu penso que era assim até há pouco... mas ele anda estranho... ele era louco pra ficar comigo antes, agora sempre há uma coisa a fazer... eu to sentindo que há algo errado... e eu... eu...

Pri começa a chorar.

- Pode falar, Pri... fique calma... - pede Nanda.

- eu acho que estou ... grávida do seu irmão...

Nanda fica corada, seu coração bate forte. Mil coisas lhe vem a cabeça.

- tem certeza?

- sim... - e ela conta que sua menstrução não viera, etc... Enfim, ela tem certeza de que está naquela situação.

- Pri, o Tom é um cara legal. Eu tenho certeza.... de que ele não vai te deixar na mão...

- Oh, eu sabia que podia contar com vc... - diz a loira, enxugando os olhos.

Logo mais, Pri vai embora, e Nanda senta-se no sofá. Ela precisa pensar.

Tom chega a tardinha, e Nanda o espera na sala. Se beijam bastante, e logo estão no carpete, ela de calcinha, ele de cueca. Nanda tem nas mãos o membro do irmão, e ela o chupa por um longo tempo.

- hmmm.. vc aprendeu rápido...rsrsrs... que delicia... - gemia ele.

Ela olha para o irmão, enquando enfia a cabeça dentro da boca, que mal cabe ali. Depois, ela fica de pé, e abaixa sua calcinha, sob o olhar enlouquecido de desejo do rapaz.

Logo, Nanda cavalga o irmão. Gozam quase juntos, intensamente. Tom a pega nos braços e a carrega para o quarto. Quer comer Nanda naquele colchão macio da cama dela... quer desfrutar daquele corpo tesudo o mais que pode... quer amar sua irmã como se fosse o ultimo dia da sua vida... Nanda se arrepia toda, pois ve todo esse desejo nos olhos do seu amado irmão.

Lá pela meia noite, Nanda conversa com Tom, a mão desta alisando o membro em repouso.

- E a Pri.? como anda com ela...?

- Mana... eu não posso continuar com ela...

- Mas ela parece gostar muito de vc...

- Eu quero ficar com vc.. só com vc...

- Mas... como vamos ficar juntos?

- Ninguém precisa saber o que eu e vc fazemos... será nosso segredo...

- E o tempo? quando a gente envelhecer?

- Eu quero viver com vc, sem pensar no futuro... um dia após o outro... te amando...

- Oh, Tom.... eu te amo... te amo muito... eu quero ser tua mulher.... pra sempre...

- vc já é minha mulher.... vc já dorme comigo... rsrsrs

- Danado...!! vc me enlouquece... com esta tua... pica gostosa...

- Mana... vc tem... a buceta mais gostosa .... que já comi...

- grosso!!! rsrsrsr... isso é jeito de falar? rsrsrsrs

Ele fica sério.

- Te amo, Nanda... - diz, trazendo-a para si.

- Eu.. tb te amo, mano.... te amo demais....!!

A noite seria pouca, a vida seria pouca pra tanto desejo.

Tom acordou. E não sentiu Nanda ao seu lado. "Deve estar preprando o café... " pensa ele. Fica esperando algum tempo, mas ela não aparece. Vai até a cozinha, a sala, o quintal... seu coração bate forte. Uma sensação terrivel toma conta dele. Vai até a sala novamente, e vê um envelope. Já meio que adivinha o que é. Tira o papel de dentro e lê.

Nanda olha pela janela as montanhas passarem por ela. Tira o lenço e enxuga as lágrimas que escorrem abundante dos seus belos olhos. Tenta imaginar se naquele momento Tom já lera sua carta de despedida. Quando pára na proxima cidade, seu deseje é o de comprar uma passagem de volta para Vale Verde, mas ela segue em frente. Precisava se livrar daquele ar estranho de Vale Verde. Ela mexia com as emoções de forma... avassaladora!

Quatro anos se passaram. Tom estava na sua sala, quando André entra. esbaforido.

- Cara... já viu a nova estagiária? um espetáculo...vem ver....

Tom sorriu. André não tinha jeito. Fazia 3 meses que Priscila fora transferida para outra cidade, ganhando uma promoção. Mas a relação dos dois já estava morna. Priscila na verdade não estivera grávida, fora um alarme falso. Aquela promoção e transferência viera a calhar para os dois.

Tom levantou-se e foi verificar a tal nova estagiária.

Três meses depois, Tom viajou até a cidade dos seus pais, para o aniversário da sua mãe. Chegou e foi recebido pelos velhos e sua irmã mais nova, Kelly, de 20 anos. Conversaram bastante, pois fazia anos que Tom não visitava os pais, e estes se ressentiam muito disso. Tom não podia contar do porque, claro. Ficou sabendo através deles que Nanda se casara com Beto, e que se mudaram para um outro estado. Tom achou melhor assim, cada um para o seu lado.

- Ela me disse que viria com o marido... devem chegar a qualquer momento. - disse a mãe. A festa estava prevista para aquela noite. E seria num clube que fora alugado para o evento, com muitos convidados. Tom estremeceu. Como seria ficar frente a frente com Nanda, depois de anos, e de tudo que fizeram juntos?

A tardinha, Tom estava sentado no quintal da casa, quando um carro estacionou em frente. Era o casal. Tom foi para o seu quarto. Seu coração batia forte.

Os velhos foram receber Nanda. Esta estava mais linda do que nunca. Parecia um pouco mais cheia, mas aquilo só contribuia para deixá-la ainda mais deliciosa.

- Oi, mãe, pai... que saudades... - disse ela, abraçando-se aos velhos. Beto carregava as malas, sorridente. Logo estavam na sala conversando animadamente, Nanda contando para eles sobre a viagem.

- Filha... adivinha quem veio para a festa? - perguntou sua mãe.

Nanda piscou os olhos.

- Quem, mãe?

- O Tom...!!!

A pele branca do rosto de Nanda enrubesceu. Mas ela sorriu.

- O.. Tom? .. fazia tempo que ele não vinha, né? rsrs.... que bom, mãe...

- Ele me disse que tá namorando sério, agora... e que pensa em se casar....

- É mesmo? pois já está na hora dele sossegar, né?- diz Nanda.

- Ele parece bem animado com a tal moça... diz que ela é funcionária do mesmo banco, e que é do Paraná... tenho até uma foto dela... vou te mostrar...

A senhora volta com uma foto nas mãos. E Nanda vê que não era Priscila. O que acontecera com Priscila? Tivera o filho? Ela teve curiosidade de saber, pois sentira pena da garota...

- Mãe, ela é muito linda... o Tom parece que gosta de mulhere com a pele bem branca, né, rsrs.. - ela volta a enrubescer, lembrando-se que ela mesma era branca.

- Ah, eu gostei dela...rsrsr.. - diz a senhora. - ah, e o Tom não sei onde se enfiou... deve estar visitando seus velhos amigos.

Na verdade, Tom estava no seu quarto, e deu pra ouvir tudo o que diziam.

Bem mais tarde, Nanda saiu até o quintal, deleitando-se com aquele lugar onde passara quase toda sua vida. Pegou uma flor e a cheirou. Sentiu alguém se aproximar atrás de si. Voltou-se. Tom estava ali, parado, olhando para ela.

- Oi, Nanda...

Nanda ficou estática. Seu coração bateu forte. A emoção tomou conta do seu ser.

- Oi, Tom... td bem?

- Tudo... e com vc?

- Muito bem... ue bom te ver...

- bom te ver tb... e o Beto?

- tá dormindo... ele dirigiu o trajeto todo... está exausto...

- vi vc olhando o quintal... onde a gente brincava, se lembra?

- sim... vc puxava meu cabelo e subia no pe de goiaba para eu não te bater.. rsrsr

- É, mas um dia vc me acertou com sua sandália...

- e depois, eu me arrependi de ter feito aquilo com vc.... - diz ela, aquelas imagens passando por sua mente.

- é... vc sempre foi legal....

- vc tambem... malandrinho, mas sempre foi super legal comigo... morri de saudades de vc quando vc passou naquele concurso e foi embora daqui...

- e eu de vc... vc sabe...

- agente sempre se arrepende do que faz.... - diz ela, contendo um choro.

- as vezes é preciso fazer...

Ela se aproxima dele. Estão num lugar isolado, sem ninguém vê-los.

- Tom... me perdoe por ter ido embora de Vale Verde...

- Não precisa pedir perdão... são águas passadas...rsrsrs

- Eu sei... eu me casei, vc vai se casar.... pensa que já não fiquei sabendo?rsrsrs

- a mãe contou... é, pretendemos logo...

- que bom...

Nisso, ela ouve a mãe chamando-os.

- Tom... a gente conversa mais a noite, na festa... certo? foi maravilho te ver de novo....!

Ela saiu andando em direção a casa.

A noite, a festa estava animada. Nanda estava simplesmente insuportavelmente bela.Tom e sua irmã Kelly estavam numa mesa, e esta enchia seu irmão de perguntas.

- Mano, a Nanda me disse que tua cidade é ótima... tem muito gatinho por lá?

- gatinho? ... e eu lá entendo de gatinho?

- rsrsrs.. bobo... vc não vê que estou me convidando para passar alguns dias na tua casa?

- hmmm... nem pensar.... vc precisa estudar, passar nesse vestibular... já tem vinte anos e nada até agora... só pensa em ficar....rsrs

- bobão... mas seria legal eu passar uns dias com vc lá... isso seria...

Tom mudou de assunto. Kelly era muito bonita, e assanhada. Resumindo, problema.

Tempo depois, Nanda procura Tom na sua mesa.

- oi... só falta vc me convidar para dançar... - disse ela.

Tom sorriu e levantou-se, sob os risos de Kelly.

Os dois foram até o meio do salão. Ela se abraça ao irmão. Tom estremece. Fazia anos que não a tinha nos braços. A musica que toca não é estranha. E suave, e era uma faixa de um CD que tom sempre tocava no seu carro. Nanda parece se lembrar tb.

- hmm. adoro essa musica... - diz ela. - me lembra alguma coisa que não consigo saber o que é...rsrsr

Ele a olha. O corpo de Nanda está mais delicioso do que nunca. Seu perfume é algo perturbador.

- eu tinha essa musica... no meu carro...

- oh, é mesmo... eu sabia ... ela é linda...

Nanda então é obrigada a reviver velhas lembranças, através daquela musica. Ela aninha seu rosto do lado do seu irmão, como para que ele não visse o seu semblante.

- Faz.... anos... - sussurra ele.

- Tom... não...

- Desculpe... eu não consigo...

- Tom... vamos sair daqui... - diz ela. - vai na frente.

Ele sai pelos fundos, e ela o segue, olhando para que ninguém os visse.

Ela entra numa sala e fecha a porta. Tom deveria estar ali. E está. Uma mão a agarra e a puxa...

- Tom... - exclama ela. Sua boca é tomada pelo dele, e ela se abraça ao irmão. Toda a emoção contida durante anos é liberada naquele beijo desesperado, sugado, mordido.

- ooh, Tom... - exclama ela. - Ela sente o irmão levantar seu vestido, e, desajeitamente, tirar sua calcinha de lado. Os mesmos pêlos fartos.... e Tom se extasia. Libera seu membro teso, e tenta penetrá-la, a cabeça resvalando no clitóris rigido da moça. Esta emite um gemido alto, contendo-se porém. Enfim, Tom enfia seu membro todinho, e Nanda emite uma imprecação. Tom entra e sai, com força, com desespero.

- ooh, Tom... meu amor.... meu amoor....

- Nan.. da...!...

-Oh, Tom...! mete ;;; - sussurra ela, gemidos contidos. - mete... com força... meu amor...ooh, meu amor....

- te amo... te amo demais, maninha....aaaah...

- tb te amo.... te amo como louca....oooh.... sou tua...

- repete....

- sou tua... tua mulher... tua mulher.....oooh...

O gozo vem forte, irrefreável... os dois, simultaneamente. Desabam no chão, peitos arfantes.

Ela olha para ele. Ambos tem que voltar a realidade. Sabem que é a ultima vez. O destino propiciou aquele encontro. Não haveria nova chance. Se levantam e se recompoem. Antes de sair, Nanda se abraça a ele, o beija, e chora.

A festa prosseguiu, e Tom e Nanda se portaram normalmente até o amanhecer. Apenas olhares furtivos. Nanda percebe o quanto ele a quer...

Tom resolveu ir embora ao meio dia. Se despediu de todos, e foi em direção ao seu carro. Nanda o esperava no portão.

Eles se abraçaram forte, e se beijaram nas faces. Olharam-se profundamente. Era um adeus. A partir daquele momento, seriam apenas irmão e irmã. Como deveria ser.

- Boa sorte... - diz ela. - e .. lembre-se sempre de mim, mano...

- vou lembrar... nunca vou te esquecer... e tudo que houve entre nós..

Nanda chora muito. E Tom segura para não fazer o mesmo, entrando no seu carro. Arranca, olhando a figura da sua bela e amada irmã pelo retrovisor, acenando para ele. Tom liga o CD do carro, e dispara, veloz, pela estrada de volta.

FIM.

Foto 1 do Conto erotico: Doce Nanda

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Comentários


foto perfil usuario apeduardo

apeduardo Comentou em 18/12/2015

conto delicioso, insinuante, parabens

foto perfil usuario pabloneru

pabloneru Comentou em 22/11/2015

Boa história

foto perfil usuario pabloneru

pabloneru Comentou em 22/11/2015

Boa história

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jorgesorocaba Comentou em 01/10/2013

Delícia de conto.....gozei gostoso lendo teu relato




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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Doce Nanda

Codigo do conto:
36152

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/09/2013

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
3


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