Internação Hospital - Aquele Técnico


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Estou descobrindo que escrever esses contos traz prazer inexplicável. É excitante esperar a satisfação de quem lê seus comentários, quando existem. E não são nem um pouco exigidos, pois quem é autor sabe QUANTOS leram. Felizmente, NÃO quem leu. A democracia dá liberdade ao voto. Afinal, o que seria do AMARELO se todos gostassem do VERDE? Patriótico, não?
Por acaso. Ou mensagem corpora 2?
Não saía de minha lembrança aquele garoto moreno. Mais que tudo, o seu sorriso irradiante e iluminado. Não tinha certeza que tínhamos nos entendido. Afinal que mensagem do corpo fora aquela.
A rotina da hospital continuou por mais dois dias. Chegava o ansioso momento da alta e da ansiosa surpresa. Dez dias internado para uma cirurgia simples e as seguidas sessões de fisioterapia, deveriam valer alguma coisa. Na visita médica daquele dia fiquei sabendo que a dita seria “AMANHÔ. E que eu estaria mobilizado apenas com uma tipoia ergométrica, não uma faixa. Estava liberado a dirigir desde que mantivesse o maior tempo possível a tipoia. No mesmo dia liguei, cedo, ao meu irmão e pedi que trouxesse o carro. Com uma desculpa frágil disse a ele que poderia ir embora e deixasse o carro. Ele entendeu, mesmo porque havia comentado com ele sobre o tal VOCÊ É MARAVILHOSO. Eu não tenho segredos para minha família, mas o que tinha preço era o custo dele vir a São Paulo e voltar de ônibus. “Sem problema algum. Ou você acha que uma viagem de metrô não é uma experiência agradável para um praiano”. No meio da tarde recebo o carro e, urgentemente, peço ao mano para ir, fugindo do ‘rush’. Tudo preparado para receber a inesquecível surpresa da alta, que realmente excitava, a noite foi simples. Apenas uma excitação gostosa e palpitante no coração. E em outros lugares mais. Afinal sou de carne e osso.
Confiante e alegre tomei meu banho, me servi do café, arrumei minha mala – com ajuda de Flávio o não menos delicioso enfermeiro – viado é foda – e me dividi entre ler o jornal do dia, ver TV, aguardar a visita médica e esperar os trâmites burocráticos da alta. Eu sabia que, despachada a alta, seria chamado ao Caixa para regularizar pagamentos de custos de AP, estacionamento, etc. As horas se arrastavam lentamente, escorregando pelo caminhar moroso do ponteiro de segundos do relógio. Raras as vezes percebi tal morosidade.
Um TOC TOC característico na porta chamou minha atenção. Já com mobilidade plena fui abri-la e, por que não, sou agraciado pelo sorriso brilhante, ex-orelha de abano. Aquela calça preta volumosa entrou, por convite, no AP.
- Seu Mario, cientes de sua dificuldade de locomoção o hospital achou melhor que o encerramento da conta fosse feito aqui no seu quarto.
Não contive um sorriso malicioso, seguido do mesmo sorriso armazenado: iluminado. Passei a assinar os papéis e ele a registrar na maquininha do cartão de crédito as despesas devidas. Aquele olhar castanho não se afastava de meus olhos e, agora, do volume que aparecia em minha calça jeans. Naqueles instantes, sorrateiramente, disse-me que tinha pedido o resto do dia de folga. Precisaríamos apenas combinar o ponto de encontro no estacionamento.
- Mas alguém terá que me ajudar com minha bagagem até o carro.
Prontamente se dirigiu ao telefone do quarto e informou que essa tarefa de acompanhar o paciente ao carro poderia ficar a cargo dele.
- Algum problema? Falou em tom firme. A resposta foi o que ele pretendia ouvir. Ao final saímos do quarto, sérios e concentrados, em direção aos elevadores e, presumi, à caminho da liberdade. Né não?
Bagagem no porta-malas me falou para aguardá-lo no posto de abastecimento do outro lado da rua. Lá chegando pedi completar tanque e aguardei tomando um café, deixando o carro já conhecido num espaço de parada no estacionamento do posto. O cara pensou nos mínimos detalhes, refleti eu. Passados alguns longos vinte minutos surge o delicioso moreno em roupa esporte, um jeans normal, calça preta esquecida em um lugar qualquer dentro do hospital. Diferente? Nada! Melhor impossível (adoro jeans que formatam o corpo como nenhum outro). E que volume! Sentado no banco do motorista abri a porta do acompanhante que, num movimento mais que natural, trouxe antes a bunda – que bundinha! – e depois se sentou. Com uma naturalidade que refletia anos de convívio, me disse para seguir aquela rua à frente e, no momento oportuno, daria a direção. Em dúvida por não saber para onde iríamos, encarei os olhos castanhos!
- Fique frio, olho claro. Vamos para minha casa. Meus pais estão no trabalho e meu irmão me espera para pegá-lo no colégio mais tarde, disse sorrindo como uma criança em direção ao parque de diversões.
Não muito distante dali, em se considerando São Paulo e o trânsito, depois de pequenos e discretos sinais de cumplicidade – mãos enlaçadas, carinho nas coxas mútuas – chegamos. Pediu que estacionasse num local pouco distante, perguntou se precisava de algo de minha mala, resposta que só ele sabia(camisinha), fomos em direção a uma casa simples, baixa e com garagem. Disse-me que não haveria problema em deixar o carro ali, visto a hora do dia. Queria evitar fofocas daqueles vizinhos com calos nos cotovelos. Ri muito. Ele estava feliz e dizia isso pelos olhos e aquele filho da puta de sorriso sempre presente e eloquente.
A casa era normal, sem luxos, simples, arrumada e cheirosa. Ofereceu-me o sofá, foi à cozinha e de lá voltou com uma jarra de água gelada e dois copos. Começava ali um despertar: água gelada para matar a sede. Sua mão se dirigiu a mim, sugerindo a uma espécie de cumplicidade, prontamente respondido. Com mãos enlaçadas, naturalmente me ofereceu seu lábios e um beijo de carinho gostoso e desejo. O andar de cima era dividido em duas suítes, um quarto e um banheiro coletivo. Me encaminhou para a suíte mais aos fundos. Senti-me em casa: escrivaninha, calma larga, sofá duplo namoradeira e uma poltrona seguidos de uma porta que levava a um banheiro econômico – box, pia e sanitário. Me querendo à vontade, agia como se não fosse minha primeira vez. Retirou sapos, meias e calça, ficou apenas de camisa polo e cueca branca, convidando-me a fazer o mesmo, tão seguro ele estava. Quanta delícia meus olhos viam. Demonstrando segurança me deu um beijo molhado cheio de sabor. Me pôs literalmente, dentro do seu quarto como se fosse meu. Tirei toda a roupa exceto a cueca tamanha era a liberdade oferecida. Abracei-o como um amigo, ainda receoso com uma resposta inesperada: beijou minha boca como se não fosse a primeira vez. A liberdade invadia aquele quarto a partir de seus poros e não tinha outra coisa a fazer: entrei na dele.
Seus lábios carnudos desceram de minha boca aos mamilos, já sinalizados, percorreu minha saliente barriguinha de coroa com uma naturalidade tão espontânea e gostosa que me restou apenas acariciar aqueles cabelos curtos, com gel, mas cheios de personalidade. Sem limites, chegou à cabeça do meu pau, sobre a cueca e a beijou como se fosse sua. Um arrepio involuntário percorreu todo o meu corpo, sem se ocultar.
- Seu corpo fala comigo, Mário. É tão gostoso isso! E continuou a dar vazão a sua libido super natural. Beijando a cabeça do meu pau, descendo em linguadas ritmadas, cueca de lado, levando ao um êxtase jamais vivido por mim. Não era a primeira vez com ele, pensei.
- Não me surpreende esse volume. Eu já o conhecia antes dos fatos do quarto de hospital. Percebo que é grande, mas o quero. Tinha essa ideia desde vez que nos vimos naquela tarde de sua dúvida.
Já apenas de camisa, sem cueca, eu era convidado a luxuria por aquela boca gostosa percorrendo todo o espaço livre que havia por ali. Era surpreendente a maciez e a volúpia que era cpremiado: pau inteiro, bolas do saco, beiradinhas do cu, virilhas, umbigo. Uma ‘fubeca’ da porra. Meu corpo estremecia de paixão e êxtase. Sua cabeça servia de anteparo a mim, segurando-a levemente, sem esforço para indicar caminhos, já decididos por ele. Me sentindo tão a vontade naquele sofá não me surpreendeu seu beijo carinhoso e ardente, com os corpos nus colados. Já era esperado. Me levou para a cama coberta com uma colcha lisa. Após um beijo macho e ardente afirmou:
- Essa linguagem do seu corpo comigo é única. Nada igual querido. Gostaria de ir adiante. Posso? Que resposta eu haveria de dar tendo a me agitar o objeto de meus desejos dos últimos dias.
- Por que LINGUAGEM DO MEU CORPO? Num espasmo de impaciência inesperado respondeu:
- Ainda pergunta? E continuou suas linguadas. Senti que não havia o que fazer a não ser esperar. Num ímpeto, segurei e levantei sua cabeça à altura da minha e falei:
- O que você faz é me consumir de prazer e tesão!
- Ainda estamos só na metade. Deitou seu corpo sobre o meu, igualmente nu, beijou minha nuca provocando arrepios, desceu aos meus mamilos entumecidos, sentou sobre minha rola super dura e dirigiu a cabeça do meu cacete para a entradinha do seu cuzinho. Forçou a entrada e desistiu.
- Quero essa rola grossa dando prazer dentro de mim.
Sei lá de onde surgiu um tubo de gel espalhando seu conteúdo em todo meu pau e no centro de seu cu. Dirigiu a entrada e sentou com tudo, sem espaço de tempo, me cavalgando, soltando um gemido gostos de prazer, se deixando cair sobre meu peito.
- Agora sim o fato está consumado.
Subia até quase deixar sair a cabeça e descia suavemente até o talo, lançando um prolongado gemido de prazer.Aaaahhhhh! Quanto tesão! Um sonho realizado; comendo um magrinho, ainda por cima moreninho. Repetiu esse movimento até que eu não aguentei mais e disse:
- Já quer que eu goze? Continue assim e é isso que está acontecendo. Essa bunda magrinha é muito gostosa. Quero te atravessar até a barriga, gostoso.
- É isso que quero. Mas não agora.
Eliminou o peso me enchendo de beijos molhados.
- Você ainda não está no ponto.
E desceu a língua lambendo tudo a provocar prazer, arrepio e ‘fubeca’, TESÃO.A canalha subia e descia no meu corpo todo, e sumia na minha bunda. Aquela língua só queria me invadir provocando sensações deliciosas de excitação no corpo: bunda, mamilos, braços, nuca, coxas, barriga, no corpo todo. Eu estremecia sem controle. Uma delícia deliciosa. O corpo dele, envolvente e ativo. Me deu um beijo prolongado, molhado e profundamente doce – sabor canela e açúcar - indo de novo para colocar meu cacete no seu cuzinho gostoso e, a estas alturas, piscando todo. Desceu sem dó, intercalando ‘mordida’ de cu para pau. Nossa tudo isso era demais. Já não aguentava mais. Trouxe-o para um abraço contra mim, beijei sua orelha, sua nuca, seus lábios molhados, senti seu corpo estremecer, seu cuzinho morder, e disse:
- Vou gozar.
- Agora é a hora, respondeu. E esparramou um monte de porra grossa e cheirando a sexo sobre minha barriga. E eu enchia de gala quente e grossa aquele cu saboroso. Muito gostoso. Muito sacana e canalha. Demais sexo. DEMAIS. Estávamos acabados, esgotados.
Deitou-se sobre o meu peito beijando minha boca. As duas línguas com aquela sensação de gelado depois do gozo. Segurou minha cabeça forçando fixar seus olhos castanhos de prazer:
- Você nunca vai esquecer de mim. Sua marca fica em mim. Você me encheu de seu leite. Você é meu para sempre.
Em silêncio respeitoso dei-lhe um beijo que jamais vou esquecer.
-Te desejei dessa forma. Desde quando te vi, no hospital a primeira vez. Dentro de mim, cheio de tesão. A mensagem foi passada.
- Porra! E como.
- Pois é santista. Tem meus endereços. Sabe onde me encontrar.
- Eu sei. Mas melhor você que tem todos os meus telefones no cadastro do hospital, sacana.
- Vantagem minha. Vamos nos encontrar de novo. Você sabe que sim. Afinal, agora, depois que se ofereceu a mim naquela cama do hospital, confiei em você e nossos corpos falaram por nós.
Sorriso largo sedutor e os olhos brilhantes para sempre.

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Ficha do conto

Foto Perfil coroaaventura
coroa.simpatico.aventura

Nome do conto:
Internação Hospital - Aquele Técnico

Codigo do conto:
26510

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/02/2013

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0


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