Vampiro Parte 1


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Ando no meio das pessoas mais não sou mais humano há muito tempo. Apesar de aparentar ter uns quinze anos eu não envelheço mais e também não posso morrer como os humanos. Tenho cabelos compridos castanhos claros. Mais meus olhos chamam a atenção por onde passo por serem de um vermelho intenso. Minha pele é muito branca por causa da doença que carrego. Também não posso me expor a raios solares. Porque meu corpo queima. E meus olhos são muito sensíveis. Vivo durante a noite a caça de alimento. Sim vocês já devem ter percebido que sou um amaldiçoado de um vampiro! Ao contrario do que as pessoas pensam sobre os vampiros não eu não estou morto não. E durante o dia eu durmo numa galeria do esgoto. Mais quando eu acho um prédio abandonado durmo no porão. Meu coração bate sim e tenho muita fome de sangue. Que pode ser de qualquer tipo de pessoas e de animais. O que eu carrego em meu sangue na verdade é um tipo muito raro de vírus que infelizmente pode ser contagioso se alguém ingerir uma grande quantidade dele. Foi assim que de um dia para outro eu adquiri essa doença muito rara. Mais não quer dizer que não existam outros com o mesmo problema que eu. Eu nunca em sã consciência vou transmitir essa doença para um humano normal. Pois é penoso ter essa sede noite pós noite. Claro que tem seu lado bom em não poder morrer tenho uma força imensa e uma cicatrização muito alta. E também poderes telepáticos que são muito úteis para poder se alimentar sem que a vítima lembre-se do ocorrido no outro dia. No começo eu não conseguia controlar a sede e infelizmente acabei matando muitas pessoas inocentes. Mais hoje em dia eu só bebo o necessário para continuar a viver. Já tentei no desespero no começo de minha vida noturna me alimentar de comida humana mais parece que é muito venenosa para mim. Pois quase morri nessa tentativa. Felizmente para mim a pessoa que me transformou a força em uma criatura da noite já esta morto há muitos séculos. A inquisição o pegou numa noite e foi crucificado no pé de uma montanha guando o sol nasceu ele foi totalmente incinerado. Ficando assim livre de sua possessão. Pois os vampiros são pessoas muito solitárias. As vezes se apaixonam por suas vitimas. Foi assim que ele me transformou. Ele dizia que me amava mais me judiou por muitos anos por ter um amor destorcido e ciumento eu que pagava com suas torturas. Hoje graças a Deus estou livre não tive o privilegio de me apaixonar por ninguém. Mais quem sabe um dia pode acontecer. Para me disfarçar uso roupas negras causa de couro com botas de couro pretas e um casaco com capuz tudo preto é claro ando perto das danceterias. A procura de bêbados que saem para ir para casa. Uso meu poder mental e induzo telepaticamente para que a vítima rume para becos escuros para eu poder me alimentar. Tomo somente o suficiente de cada vítima e antes de eu ir embora uso minha saliva cicatrizante para curar os ferimentos da mordida e apago a memória. Apesar de que a mordida de um vampiro ao contrário do que os humanos pensam é prazerosa para a pessoa que é mordida. Pois solta na corrente sanguínea hormônios sexuais. Não é raro a vítima ter um orgasmo durante a mordida. Às vezes os mais asanhadinhos tentam me tomar à força. Ainda bem que tenho força sobre humana senão seria estuprado cada vez que me alimentasse! Agora chega de lenga, lenga porque eu estou com fome. Estou perto de um beco onde tem uma danceteria são perto das duas da manhã e já tem muitos humanos bêbados por ai. Claro que o gosto do sangue de uma pessoa embriagada não é muito bom me deixando meio tonto. Mais é mais fácil entrar na mente de um bêbado do que uma pessoa sã. Pois geralmente este tem pensamentos confusos sendo fácil de eu controlar induzindo novos pensamentos que a vítimas acreditam serem seus.

Nisso vejo a vítima perfeita se aproximando de mim. No beco induzo que ele siga até o fim do beco que furtivamente sigo atrás era um homem moreno e bem alto induzo que ele encoste-se à parede e sente-se no chão. Pois era muito alto para eu morder sento-me em seu colo e induzo que ache normal um garoto sentar em seu colo ele pensa que saiu comigo da danceteria para dar uns amassos deixo ele me beijar na boca e passear suas mãos por meu corpo apesar de bêbedo era um homem muito bonito. Deixo que me agarre mais forte ele passeia sua língua macia em minha boca. E suas mãos atrevidas já estão dentro de minhas calças. Agarrava com vontade minha bunda e apertava, desvio de seus lábios e vou direto para sua jugular penetro minhas presas na carne tenra do pescoço do homem que geme de prazer. Minha saliva descarrega hormônios sexuais em sua corrente sanguínea lhe dando muito prazer físico. E ele não sentia dor alguma. Ele me aperta mais em seu corpo e geme alto, esfrega sua ereção na minha que aperto mais minhas pernas em volta da cintura dele. Fazendo com que eu gemesse no meio de minha mordida. Continuo a sugar o sangue que desse por minha garganta quente pois minha temperatura era muito baixa por isso o mito de que vampiros são mortos vivos é por causa da baixa temperatura de nossos corpos. Ele continua a se esfregar em meu corpo e geme bem alto gozando nas próprias calças. Termino de tomar a quantia de sangue que me manterá até a outra noite sem sentir tanta fome. E lambo a ferida exposta do pescoço do homem e induzo que ele tire uma soneca. Fazendo com que ele esquece-se o encontro no beco. Levanto-me e me dirijo para a mesma danceteria que ele tinha saído porque apesar de ter me alimentado eu continuei muito excitado. Precisava achar alguém um pouco mais sóbrio para minhas necessidades sexuais. As vezes quando o humano era bonito eu me excitava.
Chegando à danceteria eu passo pelo segurança induzindo que era maior de idade. E me dirijo para o meio da pista tiro meu casaco e começo a dançar no ritmo da dança sabem que apesar de aparentar ter uns quinze anos eu era muito sensual. Todo vampiro era muito atrativo para os humanos tínhamos uma beleza exótica e nosso cheiro atraia os sentidos humanos e eu usava uma camisa preta bem apertada juntamente com a calça bem justa mostrando as formas de meu corpo andrógino. Sim eu era quando humano muito feminino e com a imortalidade da doença do vampirismo me tornei mais sensual e atrativo para os machos humanos. Eu tinha um rostinho de menina bem sensual com os lábios carnudos e apesar de minha baixa estatura eu tinha o corpo com curvas bem femininas com as cochas roliças e bumbum durinho e empinadinho. Entusiasmo-me porque desde que entrei na pista os homens não tiram seus olhos de mim. Um rapaz me chamou a atenção tinha o cabelo louro prateado. E uns olhos verdes bem claros. Deveria ter uns vinte anos um metro e oitenta, pele bronzeada e corpo malhado me encarava com olhar de puro desejo. Eu era bem baixinho perto dele com meu um metro e meio. Me aproximei dele dançando e rebolado ele parecia querer me comer com os olhos. Ele se aproxima dançando comigo. Ele se abaixa para falar em meu ouvido meio gritando por causa da música eletrônica muito alta.
__ Nunca o vi por aqui! Como se chama?
Eu mostro um sorriso para ele é claro que não mostro as presas que são retrateis. E grito a resposta em seu ouvido.
__ Eu estou a passeio. Chamo-me Andrew.
Ele se anima com meu sorriso e passa os braços em volta de minha cintura me dando um apertão em seu corpo malhado e grita em meu ouvido novamente.
__Prazer em conhecê-lo Andrew. Chamo-me Roberto.
Sinto o desejo que ele sentia por mim e resolvo já ir para os finalmentes.
Gritando em seu ouvido.
__ Tem um lugar para a gente ir? Aqui está muito barulhento!
Ele sorri com um sorriso sacana e me pega pela mão me levando para a saída. Vou com prazer seguindo ele que caminhava apresado. Saímos da danceteria e ele me leva para traz da mesma onde tinha um caro preto com os vidros também pretos. Ele me senta no capo do caro e me beija com muito desejo. Passeando as mãos por meu corpo me deixando muito excitado ele era muito quente estranhei um pouco parecia ter febre bem alta. Sua boca me devorava e seu corpo colado ao meu de tão quente me esquentava. Nossas línguas brigavam uma com a outra. Meu coração disparava em meu peito. Ele não parecia nem um pouco doente apesar de ter uma temperatura acima dos quarenta grãos. Eu estava tão excitando que resolvi nem ligar para aquela temperatura alta. Não era meu problema ele estar doente. Cochicho em seu ouvido.
__ Vamos eu não aquento mais esperar me possua logo!
Ele me encara em meus olhos e fala.
__ Tem certeza Andrew você é de menor não é?
Reviro meus olhos ele nem tinha idéia dos séculos que eu tinha. E respondo.
__ Você também ta excitado! Quando me trouxe aqui pra fora não era só pra me dar uns amassos não era? O que importa a minha idade! Dizendo assim me agarro com as pernas na cintura dele esfregando nossas ereções uma na outra. Ele larga um gemido alto de prazer com o contato de nossos corpos. E volta a me beijar com muito desejo ele me deita no capo do caro ergue minha blusa e passeia suas mãos pelo meu peito. Beliscando de leve meus mamilos deixando eles durinhos puxo a blusa e jogo no chão do asfalto ele desse seus beijos pelo meu pescoço sua boca era incrivelmente quente ele desse para abocanhar um mamilo chupando me deixando louco de desejo sua boca quente era muito bom em minha pele fria. Ele aperta minha bunda por cima de minhas calças me deixando muito louco de desejo ele abre minha braguilha e puxa minha calça que cai no chão ele olha com cara de safado porque não uso roupa de baixo. Desse seus beijos por minha pele pálida e abocanha minha ereção quase que por completo. Eu tinha um falo bem pequeno por ter um corpo de adolescente. Ele me chupa com força o prazer que sinto é muito grande com aquela boca quente, quase que gozo, puxo ele por seus cabelos que me olha espantado. Eu não queria gozar antes de ter ele dentro de mim!
__ Vamos logo me possua por completo!
Ele ri um pouco e coloca seus dedos em minha boca que chupo e lambo deixando bem molhados. Então ele força a minha entrada com eles. Eu gemo de dor mais rebolo os quadris para incentivar ele. Ele começa a me massagear e a me alargar com seus dedos. Apesar do desconforto sinto prazer no ato e gemo alto. Ele logo tira os dedos de dentro de mim resmungo porque estava muito gostoso. Então começa a me penetrar lentamente. Apesar de ele ir com calma ele é muito grande para mim e largo um gemido de dor e as lagrimas escorem por meu rosto. Roberto ficou preocupado comigo e sussurra.
__ Quer que eu pare você é muito estreito! Podemos tentar outra hora.
A não ele não ia me deixar na mão aperto ele contra mim com as pernas enterrando seu membro profundamente dentro de mim. Gemo alto de dor ele fica imóvel. E beija minhas lagrimas que escoriam pelo meu rosto. Como eu cicatrizava rapidamente em instantes não sentia mais dor então rebolo meus quadris para que ele continua-se. Ele vê que me sinto melhor e começou com movimentos lentos eu continuo rebolando em seu membro. Para que ele aumentasse o ritmo. Gemo alto e aranho as costas dele por cima do casaco que ele usava. Ele se descontrola com isso e começa a me estocar com força. Gemo mais alto, ele me olha com mais desejo me vendo eu delirar de tanto prazer comecei a me masturbar no mesmo ritmo das estocadas de Roberto. Desfazendo-me em meus dedos todo meu gozo, apertando com meu interior o falo dele que num urro de prazer goza dentro de mim. Ele desaba sobre meu corpo cansado. Eu to tão cansado que fecho os olhos para que minha respiração voltasse ao normal. Quase que pego no sono fazia muitos anos que não gozava com tamanha intensidade ele era muito bom! Ele retira seu falo com cuidado de meu interior e com um lenço do bolso de seu casaco ele me limpa. Eu me sento um pouco recuperado e ele me beija ternamente. Foi a melhor transa que tive em anos. Roberto se abaixa e pega minhas roupas no chão que trato de por rapidamente. Ele olha para seu relógio e diz.
__É tarde vem passar o resto da noite comigo. Olho também à hora e me espanto já eram 5 da manhã! Eu tinha que procurar um lugar para dormir durante o dia! Eu sempre toda noite dormia em lugares diferentes. Para não correr o risco de ser pego. Porque se eu for exposto ao sol eu queimaria! Durante o dia eu ficava muito fraco. E sentia muito sono ficaria totalmente desprotegido caso alguém me achasse. Saio do abraço dele e falo.
__Desculpe tenho que ir pra casa. Outro dia tá bom?
Ele me olha com um olhar esquisito.
__Então me da o teu telefone.
Olho pra ele com um sorriso na boca porque eu não gostava destas coisas modernas.
__Eu não tenho nenhum. Mas fazemos o seguinte. Amanhã à noite lá pelas duas eu venho de novo nesta danceteria ok?
Ele me olha com um olhar meio estranho de novo e acena que sim. Roberto se abaixa e me beija de novo. Um beijo possessivo que me tira o fôlego. Do um thauzinho para ele e saio correndo pela noite uma quadra dali entro num bueiro e me dirijo rapidamente para as antigas galerias de esgoto que estavam desativadas. Acho algumas caixas de papelão que os antigos funcionários tinham deixado por ali e ajeito no chão sujo para não sujar minhas roupas. E me deito tentando dormir, tive uma noite agitada!


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Ficha do conto

Foto Perfil marcos gatinho
marcosgattinho

Nome do conto:
Vampiro Parte 1

Codigo do conto:
16078

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/03/2012

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0


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