Fiz de minha escrava, uma caloteira - Parte 2


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Eu, Esetla, cheguei a conclusão passados alguns dias e arquitetar e xexcutar a minha vingança, como toda "marinheira de primeira viagem", houve falhas gritantes que deixei passar desapercebido, e que me causou uma inquietante frustração, por não sentir o gostinho de uma vingança plena, sem duvidas meus castigos impostos poderiam ter sido mais convicentes e marcantes. Meu proprio marido, me aconselhou a eu tentar repetir o "castigo" a minha ex-amiga Silvia, só que dessa vez, caprichando, no trato que eu daria nela. Com o aval do meu parceiro, restava-me, armar a "arapuca" e pegar a caloteira novamente. Como o trato era me prestar serviços até quitar o que me devia, fiz várias tentativas de falar com Silvia,por telefone, sem sucesso, estava, claro me evitando, então teria de lançar mão de outro recurso. Sabedora que ela ia todos os dias bem cedinho levar o seu neto a escola, um dia parei com meu carro nas imediações, e não deu outra, lá vinha ela caminhando após deixar o guri, a alcancei e mandei que entrasse no carro, senão eu faria um escandalo, ali mesmo e revelaria seus mais intimos segredos, e os irmãoes da igreja certamente a condenariam ao "eterno fogo do inferno". Silvia a principio se recusou em entrar, mas com resceio que eu cumprisse as ameaças, voltou atras e seguimos para minha casa, onde iriamos ter uma conversa definitiva. Sem dizer uma só palavra por todo caminho, entramos em casa, e pedi q u e se sentasse e aguardasse ums minutos. Muito nervosa e tremula, Silvia pediu pressa, pois tinha muitos afazeres em casa, além de buscar o neto na escolinha. Rapidamente busquei no quarto, um gel, vesti minha cinta com pênis e um oleo massageador, e retornei a sala onde estava minha escrava, que me pediu um copo de água, pois o nervoso, acho, lhe secou a boca. Gentilmente fui até a cozinha e trouxe a agua, quando me deparei com Silvia tentando abrir uma das portas, para fugir, mas portas essas estrategicamente trancadas a chave. Depois de beber sua agua, Silvia me implorou perdão e que a deixasse ir embora, que iria dar um jeito de me devolver o dinheiro. Puxei-a para o sofá e seugurando-a bem firme, tasquei-lhe um beijo em sua boca, que não fazia de tudo para não corresponder, tentando a todo custo se desvincilhar, e pedindo por socorro, pela policia. Silvia lutava bravamente, tambem para retirar minha mão que estava por dentro se sua calcinha, massageando sua xoxotinha, com movimentos rápidos, mas a certa altura o tesão deu lugar ao medo e ao nojo e finalmente abriu seus vermelhos carnudos lábios e deixou minha lingua roçar dentro se sua boca, e nos beijamos alucinadas ao mesmo tempo que nos despiamos, ordenei que Silvia chupasse meu pênis de silicone de joelhos e com carinho. Já sabendo que não teria escolha, de pronto se ajoelhou diante de mim e começou a chupar, enquanto eu a segurava pelos cabelos, excitada, mandei que se deitasse e me espalhei por cima dela, ordenei que arreganhasse sua xoxota para fodê-la bem gostoso. Silvia pediu para não fazer isso, mas não atendi seus apelos e com todo jeito fui introduzindo meu pênis em sua xaninha quntinha e bem lubrificada, simultaneamente chupava seus seios durinhos e a beijava a boca. Aumentava o ritimo das estocadas de meu pênis dentro dela, que louca de tesão, gemia de prazer e agora me pedia para comê-la, sem parar, estava delicioso demais. e tambem se vingando das traições de seu marido. Minha caloteira/escrava, gozou gostoso no meu pau de silicone, que em seguida foi parar dentro de sua boca, sentir o sabor de seu proprio "mel" Agora Silvia ficaria "de quatro", de bumbum impinado para que eu fudesse sua xana por tras e montada nela, me abraçando em seus seios, ao mesmo tempo que os massageio e beijo e dou suaves lambidas em asuas costas, e aos grito de "me fode, me fode gostoso minha dona" tambem adorando meter meu cacete(mesmo que pustiço) numa xoxota, que excitante e prazeiroso era aquilo! Deveria ter experimentado muito antes, era o maximo, viver o papel de um homem, comendo uma mulher, ainda mais fogosa, linda e barulhenta com era a minha manicure/escrava, que se retorcia e gemia pedindo socar meu pau em sua xoxota. Muito tesão e prazer se seguiu, em alternadas chupadas, lambidas, amassos agarros, puxões de cabelos, tapinhas no bumbum e multiplos orgasmos, por quase uma manhã inteira, que sóterminou quando o cansaço nos venceu e o horário do neto da Silvia sair da escola se aproximava. Só ai, ela me confessou que não esqueceu, embora quisesse, nossa primeira transa, mesmo que forçada por mim, um dia desses em sua casa se masturbou, remomerando nossa trepada. Antes de deixá-la em frente ao colegio, nos despedimos com um longo e profundo beijo e combinamos que iriamos para cama, até que a caloteira, quitasse sua divida para comigo. Ainda tem mais...aguarde.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico marcerótico

Nome do conto:
Fiz de minha escrava, uma caloteira - Parte 2

Codigo do conto:
14509

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
04/12/2011

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0


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