Sedutoras e Marrentas - Três


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Mais tarde, Tom ouviu toques na porta do seu quarto. Abriu a porta, e deu com Silvia.

- Oi, esquecido... !

- Si... caramba, acabei esquecendo de vc... trouxe o material?

- Tava fazendo algo excepcional para esquecer de mim? – sorriu ela.

- nada de mais... – disse ele. Só então reparou nos trajes da irmã. Silvia usava uma camisolinha rosa, tecido fino, e curto. Tom engoliu em seco, era muita emoção só praquele dia.

Silvia sentou-se na cama, cruzando as pernas. As coxas ficaram mais expostas ainda. Tom disfarçou, olhando para os lados, ela percebendo seu constrangimento. Colocou a mão nos lábios, sorrindo.

Tom, atendeu a irmã, folheando o material que ela levara. Esta fez várias anotações, mas sempre percebendo que o olhar do irmão as vezes si fixava nas suas tentadoras coxas. Enquanto ele falava, ela tomou uma atitude carinhosa com ele: acariciou os cabelos negros do rapaz que lhe caiam a testa. Por várias vezes, ela mudava a posição das pernas, reparando que o irmão olhava com admiração cada movimento seu.

Uma hora depois, Silvia levantou-se, fazendo menção de ir para o seu quarto.

- Mano... obrigada... vc me quebrou um galho....

- bem... sempre que precisar...

- vou precisar sim...

- olha ... não estude tanto... vc precisa sair mais...

- ah, lá vem vc com aquele papo que tenho que namorar...

- bem... até concordo com vc... e o Beto?

= é uma graça... até penso em dar uma chance pra ele...

- ele é legal... mas acho que... bem, é mauricinho demais...

- tá... e quem eu deveria namorar então?

- bem, alguém mais... mais...

- alguém tipo ... tipo vc? Rsrsrs - sugere ela.

- eu? Bem... e por que não? O que vc tem contra tipos como eu?

- nada.... só que tipos como vc são... galinhas demais... rsrsrsrs

- nada a ver... intriga da oposição... rsrsrs

- ah, Tom.. pra cima de mim...!!!???

Tom olhou-a de cima para baixo. Silvia sentiu-se um tanto incomodada com aquele olhar.

- Bem, já vi que alguém como eu não teria chances com vc...

- bem... – diz a bela moça – quem sabe tenha... rsrsr

- é? – os olhos de Tom viam alguma possibilidade por ali, que nem ele tinha noção do que era.

- de repente, se o carinha se comporta direito, for sincero... até teria chances...

- mesmo?

- vc por exemplo, se quisesse uma garota parecida comigo, teria que... parar de tirar fotos por ai...

- ah... como vc ficou sabendo?

- a Bebel é linguaruda... ela mesma me ligou dizendo...

- foram apenas algumas fotos..

- eu sei... de biquíni... que lindo!!

- vcs precisam parar de brigar entre si... vcs são irmãs...

- tudo bem... eu nem ligo mais pra ela... rsrsrs

- que bom...

- mano.. preciso ir dormir... tchau...

Ela saiu pela porta, sentindo o olhar do rapaz nas suas costas. Já no seu quarto, Silvia deitou-se na cama, ligando para Paula em seguida.

- Paulinha... fiz o que vc mandou...

- e então? – perguntou a amiga do ouitro lado da linha.

- olha... vc tinha razão.. ele ficou olhando para mim, meio disfarçado... ele deu entrada e eu toquei sobre o assunto de namoro... sutilmente sugeri que ele teria que se comportar mais, parar de tirar fotos... rsrsrsr... ele ficou todo atrapalhado... mas tudo ficou meio subjetivo, entende? Como vc queria...

7 horas da manhã. O relógio marcava esse horário quando Tom acordou com as leves batidas na sua porta. Ele dormia como sempre com um calção, e nem se preocupou em abrir a porta. Alí estava Isabel, sorriso encantador nos lábios.

- Bel.. – exclamou o rapaz.

- eu não te disse que vinha? – ela olhou em volta, e entrou no quarto.

Ela olhou por todo o quarto.

- mano... que bagunça... qualquer dia eu venho arrumar isto aqui...

- espere um pouco só... vou até o banheiro. – pediu o rapaz.

Logo ele voltou. Ela estava sentada na cama, olhando uma revista em quadrinhos.

- Ninguém está em casa, mano?

- nesta hora, todo mundo sai... – confirmou ele.

- ainda assustado por ontem?

- não... mas foi por pouco...rsrs

- que hora do Osmar chegar... fiquei com tanta raiva...

- imagino...

- vai... me mostra as fotos... to louca de vontade de ver...

Tom ligou o notebook e logo começou a repassar o arquivo com as fotos. A medida que ia vendo as fotos, Bel se entusiasmava...

- Tom... vc acha que fiquei legal?

- acho... ficou bom demais...

- hmmm... fala porque é meu mano...rsrsrs

- juro que é verdade...

Bel então chegou nas ultimas fotos, onde ela aparecia nua.

- hmmm... estas fotos... – ela olhou para ele com malicia.

Tom sorriu.

- esta aqui... vc estava com a mão tremendo...rsrsrssr ...ah, Tom...!

Era a foto de um close.... da sua vulva.

- esta não estava no script - provocou ela.

- pena que saiu tremida.. – disse Tom.

- é mesmo? – ela olhou pra ele.

- sim.. ficaria ótima.

= ah... fico com dó de vc...

- tudo bem...

Ela se levanta. Olha o relógio.

- mano, papai e mamãe costumam demorar?

- sim... – diz Tom, percebendo algo no olhar da moça.

- vc está com tua câmera ai?

Ele apontou sobre a mesa.

Ela então sentou-se na cama, e levantou o vestido, para extrema surpresa do rapaz.

Ela não usava soutien, ficando só de calcinha.

- Tom... quer continuar de onde paramos ontem? – convidou ela.

Ele pegou a câmara. Sua mão começou a suar. Seu membro saltou dentro do calção, não passando despercebido da sua irmã, que notou o enorme intumescimento. Ela sorriu, marota.

- onde paramos mesmo? – perguntou ela. – ah... me lembrei... rsrsrs

Ato continuo, ela começou a descer a calcinha creme, ali, a sua frente. Tom abriu os olhos, não crendo no que via. Ficou parado, sem ação, apenas olhando. Ela desceu a peça pelas pernas, com graça, em movimentos provocantes. Ela então deita-se sobre a cama, exibindo-se para o irmão.

- Tom...! vai me fotografar ou não? Rsrsrsr

Tom levantou a camara. E começou a fotografar a irmã.

A exemplo do dia anterior, ela fez várias poses. Depois, ela sentou-se na beira da cama. As pernas, flexionadas, segura pelos braços, juntas.

- hoje... o Osmar não vai nos interromper.. – diz ela, com a voz embargada.

E então ela, apoiada nos cotovelos, se recosta, as pernas ainda flexionadas. E, lentamente, vai abrindo... Tom posiciona a camara. Clica pausadamente. Cada clique é algo mais que ela vai revelando ao afortunado rapaz. Tom vê a penugem negra, farta, rebelde, surgir na sua lente. Ela continua aquele abrir despudorado, o sorriso malicioso no canto dos lábios... Bel fixa o olhar na virilha do rapaz, como para ver aonde ocorre a maior reação. Bel se abre mais, e já oferece uma visão absurdamente total da sua vulva ao irmão.

- Tom... tá bom assim? – pergunta ela, a voz adocicada.

- tá.. tá... – gagueja o rapaz, a voz quase sumindo de emoção.

Bebel abre as coxas até onde dá.

Tom olha a flor rubra da irmã se abrir diante dos seus estupefatos olhos. Os lábios vaginais, antes colados, se descolam, revelando a gruta vermelha em meio aquela selva negra de pêlos.

- Tom... quer ver mais de perto? Chega mais perto... rsrsrsr – convida ela.

Tom se aproxima. Parece hipnotizado. A flor do pecado extreme se abrindo pra ele, como se o convidasse.

Bebel ri do nervosismo do irmão.

- Tom... veja como vc está... nossa!! – diz ela, olhando para o calção inchado. – deixa eu ver...

Ela estende a mão, tocando o membro duríssimo sob o calção.

- Credo, Tom...! ficou assim por minha causa? Rsrsrsrs....

- Eu...

- Nossa...! parece enorme... queria ver.... posso?

Ela abaixa o calção do irmão e ela se assusta quando um pênis enorme salta para fora, retesando-se.

- Tom..!!! Credooo!!! Rsrsr... O QUE É ISSO? – exclama a bela, realmente surpresa.

Ela começa a alisar o membro do rapaz, que sente-se nas nuvens.

- hmmm... todo duro por minha causa.... ooh...

Tom não tira os olhos do meio das coxas da irmã... percebe os pêlos lustrosos, úmidos... Bel está intensamente excitada. Como ele.

- Oh, Tom... sinto que vc gosta de mim... muito...ooh...

- Sim.. gosto... muito...

- vc quer tua mana, quer? Diz... diz...

- quero... quero demais...

- quer fazer com tua irmã? Quer fazer gostoso com tua mana, quer?

- quero.... muito..

- ooh, Tom... eu deixo... eu deixo...

Bel solta ele, se arrasta até o meio da cama, e se abre para ele. Tom não espera mais. Vai até ela, e ela o recebe. Se abre toda para aquele membro gigantesco que parece ter vida própria. Tom quase urra quando penetra fundo em Bebel. Entra rasgando, dilacerando a carne daquela gruta deliciosa e apertadíssima.

- oooh, Tooomm.... oooh... – geme Bel, sentindo-se totalmente preenchida por aquela tora de carne, nervos e músculos.

Silvia estava com Paula naquele momento.

- então.. vc acha que ele vai querer...? - perguntava Paula.

- olha, eu senti que ele insinuou algo... e eu provoquei, claro. Mas menina, só depois fiquei pensando nessa loucura toda... é muita piração...

- tem razão... mas vc vai em frente, não? lógico que tem um limite...

- claro que sei... mas tenho tanta raiva da Bel que eu vou em frente... não vou desistir...

- sabe o que mais? esse jogo tá um barato! tá divertido demais...rsrsrsr

- claro, não é vc que tem se insinuar pra o próprio irmão....besta!!

- ah ah ah.... acho que isso vai dar muita coisa ainda... rsrsr

- bem... eu continuar com nosso plano... o que vou fazer hoje?

- bem... - disse Paula, parando de rir. - hoje vc vai..... etc.. etc...

Bebel estava sobre Tom naquele momento. Movia seu corpo suavemente, arqueando o corpo de modo que o membro ficasse metade de fora. Depois, olhos fixos nos dele, boca lascivamente entreaberta, descia as ancas devagar, deixando-se penetrar aos poucos, ela se deleitando ante a reação do irmão... este estava simplesmente exasperado de tesão.

- safadinho... mano safadinho... fazendo com a mana.... hhhmmmm.... – sussurrava ela, a voz embargada de prazer.

Ela, cruel, extendeu aquele ritual o mais que pode... por vezes, Tom sentia o corpo dela entrar em convulsão. Sabia que ela estava gozando naqueles momentos... gozo que durava mais que o normal. Nessas horas, ela pronunciava o nome dele entredentes, emitindo um sibilo entre os lábios, e seus movimentos se acentuavam mais.

- oooh... Tom....Tooomm...! vem.. vem... ooohhh

Tom não suportava mais. Estava prestes a explodir. Girou o corpo e ficou sobre ela.

- tesuda... – exclamou. – vou te comer... te comer como nunca ninguém te comeu ainda....aaah..

- ooh... faz... faz... meu amor .... meu amor....oooh...!

Os movimentos de vai e vem de Tom eram fortes. Ele entrava e saia dela com força. Bel trava as pernas às suas costas, prendendo-o. Tom sentia o coração da irmã acelerar, já que o trouxe para si. Sentiu os seios da bela espetarem seu tórax. Aquela gruta, sequiosa, parecia sugar seu membro para mais fundo, cada vez mais fundo.

- oohh... Tom... sou tua....aah, sou tua.... toda tua....aaah...

- aaah.. vou ... vou gozar....aaah..

- oooh.. vem.... maninho.....oooh, vem....

- Bel... Bel... vou... esporrar.... ooooohhh...!!

Tom se acaba dentro da irmã. Esta se aperta toda nele, como se quisesse que o rapaz se fundisse no seu delicioso corpo.

Pouco depois, Bel se vestia, sob o olhar do irmão. Este, ainda nu na cama, alisava o próprio membro.

- rsrsrs... pára com isso... – pedia ela. – tá com vontade da mana ainda? Rsrsrs

- muito... – disse ele, olhando ela calçando as sandálias.

- a Si e a mãe devem estar chegando.

- ainda não... – disse ele.

Ela, já vestida, deita-se ao seu lado.

- ah, eu ficaria o dia todo aqui, com vc...

- então fica... – disse ele, deixando ela pegar seu membro, e começar a alisar.

- Tom... como é grande... não sabia que tinha um deste tamanho..rsrsr

- gostou dele...

- hmmm... me deixou toda ardida... rsrsr

- vc é toda gostosa...

- vc também... adorei transar com vc...

- quando a gente se vê de novo...?

- hmmm... antes preciso que vc me prometa uma coisa...

- diga...

- promete nunca dar mole pra Silvia...

- rsrs... lá vem ela...

Ela apertou a cabeça do membro do irmão. De leve, arrancando um quase gemido dele.

- Promete... e eu serei tua... toda tua... a hora que vc quiser...

- hmmm... eu vejo a Silvia... como minha irmã... que ela é... ooh

- Se vc sentiu tesão por mim.... pode sentir por ela...

- ah, assim vc acaba comigo... – disse ele, não suportando mais aquela caricia. –

- promete?

- prometo não dar mole... eu nem penso nela... como penso em vc...

- tudo bem... rsrsrs... gostei... vou ficar mais tranqüila... aquela moleca se acha...

- mana... vcs deviam parar de brigar...

Ela larga o membro do rapaz, e se coloca de pé.

- Ela devia se casar... e ir embora desta cidade...

Ela se dirige a porta. Tom se levanta. A abraça por trás.

- vc me deixa todo aceso... e quer ir embora assim? – diz ele, apertando seus seios.

- oh, Tom... eu preciso...

Tom levanta seu vestido. Abaixa sua calcinha. Bel sente o membro quente do irmão alisar suas coxas.

- Mana.... empina tua bunda... vai... empina pra mim... gostosa

Tom estava alucinado de tesão.

Bel faz o que ele pede. Tom a aperta na parede. Ela arrebita o bumbum o mais que pode. Tom se ajeita por trás, e faz um movimento brusco. Bel quase grita.

- ooohh...!

Tom inicia um vai e vem alucinado. Bel sente sua gruta ser novamente dilacerada pelo potente membro do seu irmão.

Após o almoço naquele dia, Tom foi ao seu quarto, como de costume. Sua cabeça estava povoada das cenas daquela manhã alucinante com Bebel. Ela ligara logo após chegar em casa, e ficara provocando-o pelo celular. Tom teve que se masturbar. Bel sorria ao fone enquanto o rapaz se acabava.

Agora ele estava ali, deitado, a imagem de Bebel se despindo para ele, Bebel se abrindo toda, Bebel sendo possuída por ele... A porta se abre, e Silvia entra. Tom se recompôs rapidamente, ocultando com o travesseiro o calção inchado.

- Oi, Mano.. trouxe a sobremesa.. – disse a garota. Tom olhou para a irmã, que usava uma blusinha clara, e um shortinho. Curto, por sinal. Tom desviou o olhar ainda febril de excitação.

- caramba... obrigado... quanta gentileza... – brincou ele.

- bem, vc me ajudou ontem... to retribuindo...

Ele provou a sobremesa até o final. Silvia sorriu para ele.

- Sabe, mana... tava pensando no nosso papo ontem... vc tem razão... eu não sou muito confiável..

Silvia se enterneceu com aquilo.

- Ah, mano... não seja bobo... eu acho que peguei pesado... vc é legal...

- vc acha mesmo? vc disse que sou ... galinha... rsrsr

- falei por falar... acho que qualquer garota ficaria feliz em namorar vc...

- vc acha mesmo?

- tenho certeza... juro - disse ela, sentando-se perto dele. Ele olhou para aquelas belas coxas.

- e vc... teria coragem de namorar alguém como eu?

Ela olhou para baixo, pensou um pouco.

- bem... acho que teria sim... vc não é tão feio assim... rtsdrsrs

- engraçadinha...

- sério! teria coragem sim... mas e as outras...?

- bem... - diz ele, entrando naquele jogo. - eu deixaria todas por vc...

- não acredito! faria isso mesmo?

- com certeza... faria isso e muito mais...

- ah, mano... ainda bem que é de brincadeira, senão eu ficaria bem tentadinha a aceitar... rsrsrs

Ela se levanta. E Tom a olha de cima para baixo. Silvia sente seu olhar.

- sério? - diz ele, incrédulo. - ficaria tentada?

- sim... mas ....

- vc namoraria comigo?

- com vc... não sei, não... com alguém como vc... quem sabe...

- e se fosse eu?

- bem... esse é um pedido? uma paquera? rsrsrs - criou coragem ela.

- e se for?

- bem... eu precisaria pensar... e bastante... rsrsrs

- eu vou esperar...

Ela abre a porta. E se volta para ele.

- olha que pode ser por muito tempo.... rsrsrs... vc pode se cansar... rsrs

- não vou cansar...

- ah, mano... vc não existe.... techau... rsrsrsrsrs

Ela saiu e fechou a porta. Tom se atirou na cama. Que diálogo louco era aquele? Ele estava perdendo a racionalidade?

No seu quarto, Silvia liga para Paula.

- Paulinhaa!! vc não vai acreditar....!

- A Bebel sofreu um acidente? Foi sequestrada? Os ETs a abduziram?

- Não!! O Tom... ele ... praticamente me pediu... em namoro!!!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tom jones

Nome do conto:
Sedutoras e Marrentas - Três

Codigo do conto:
12441

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/05/2011

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0


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