Os olhos vagos de Maria Rita


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Acordo, três da madrugada, noite clara de sábado. Sinto a respiração de Ana, cabeça em meu peito, morenaça de ca¬belos negros e longos esparramados sobre mim. Não ouço movimento al¬gum. Aninha dorme tranquilamente, boca entreaberta, de onde escapa um delgado filete de saliva, que derrama gostosamente por entre meus pêlos, atravessa o abdômen, fazendo um laguinho cristalino em meu umbigo e se perde na floresta negra de meus genitais. Começo a pensar, memórias desagra¬dáveis inundam meu devaneio.
Instintivamente, estendo meu bra¬ço direito e empalmo um seio de Ana. A garota dá um suspiro mais profundo e abre os olhos em seguida. Calada, obser¬va meu corpo sem se mover. Sinto sua mão deslizar sobre minha barriga e coxas. Debaixo das cobertas, seus dedos prendem meu sexo, suavemente. Envol¬vem meu pau, brincam em volta, agarram as bolas... Mas a carícia é interrom¬pida, Ana percebe a sua rigidez. Como uma pantera de dorso arrepiado, a menina se ergue, olhos penetrantes, as patas dianteiras rasgam-me o tórax. Sorri com malícia e cara de mal, enfia-se nos lençóis, enfia meu pênis na boca, suga, lambe, morde, faz chupetinha e parafu¬so. Rapidamente, muda de posição, aponta meu mastro para sua vulva, nem liga pra mim. Pego a danada pelas ancas e a faço subir e descer com toda violência.
Aninha perde o prumo, arranha, gri¬ta, chicoteia-me com os cabelos. Não satisfeito, coloco a garota de costas para a cama e a castigo ainda mais. Exausta, ela se curva e abocanha a minha pica, milímetro por milímetro. Segurando na base, estende o prepúcio, e pressiona a glande no céu da boca. Estouro de pra¬zer, ela engole tudo, soluços e lágrimas nos olhos.
- Menina, com todo o respeito, você é muito boa nisso.
Com a voz rouca, ela responde:
- Eu faço de tudo na cama. Mas o cuzinho não dou - avisa. - De jeito nenhum! - enfatiza.
Aninha dorme. Rita dança em minhas idéias.
Onde estará Rita? A ferida mais pro¬funda, a menininha brejeira chupando meu dedo debaixo do pé de manga.
Foi em nossa fazenda, interior de Goiás, meu dedo sumindo naquela boquinha macia. Rita tem 5 anos, eu 6, não sei como reagir. Alguém nos chama, termi¬na minha primeira e única experiência sexual com Rita.
Levanto-me da cama, pego uma “loirinha” no minifreezer. Comprei para Ana, que me fez tomar cerveja em suas dobrinhas. Eu odeio cerveja, sempre odiei. Rita adora, desde os 11 anos, deve estar gorda e flácida de tanto entornar.
Foi assim que conheci Ana: estou numa dessas boates badaladas, mulhe¬res e ninfetas por toda a parte. No meio da algazarra, dou de cara com o monu¬mento, 18 aninhos, vestidinho preto e colado, uma gracinha. E a garota sabe dançar... Mas isso não me interessa, já estou quase desistindo quando, por aci¬dente, seus olhos batem em mim — os olhos de Rita. Abordo-a imediatamen¬te: duas horas depois e a menina já está escorregando na minha tora.
Ana tem os olhos de Rita. Isso não me assusta. Eu seria indiferente. A não ser que tivesse a boca de Rita. Ou a voz de Rita. E mesmo que não tivesse o por¬te físico, ou nada que me lembrasse Rita. Então Ana deveria ter o “quê” de Rita? Mas se não tivesse nem mesmo um “quê” de Rita, Ana não estaria aqui, ba¬bando em meu travesseiro.
Mas Ana tem, os olhos de Rita. Isabela, tinha as mãos de Rita. Cláudia, os pezinhos. Catarina, hummm, o chei¬ro de Rita. Fernanda, os bracinhos roli¬ços. Luísa, a boca, Jaqueline, os seios (uau!), Rita... Rita uma das minhas con¬quistas, essa Rita tinha os cabelos da original, aquela que chupou meu dedo na sombra da mangueira.
Largo a cerveja, o ambiente se trans¬forma. Tudo fica cinza, a vida perde o sentido, mergulho de cabeça em meu abismo particular. As imagens vêm jun¬tas, sobrepostas, concorrendo em ve¬locidade e intensidade.
Corro para a cama. Debaixo das co¬bertas, debaixo dos braços de Ana, en¬colho-me como um feto. Sinto-me pe¬queno, os homens se sentem pequenos, as mulheres engolem-nos com suas bucetas gigantes. Enfio a cara entre os seios de Ana, ela me abraça e depois me encara, firme como uma mãe. Tento agradecer, mas sinto-me castrado, o que me revolta. Não devia ter dado essa bandeira. Perdi o controle.
- Do que você está se escondendo?
- Nada - respondo, fitando-a com fal¬sa superioridade.
Ela não titubeia e cra¬va (nos meus) os grandes olhos de Rita. Não fujo. Apenas fico, imerso em suas pupilas castanho-escuras.
Ana sorri. Beija-me rapidamente e se levanta, nua como um bebê. Pega uma cerveja, recosta a perna direita dobra¬da contra a parede. Suas mãos tocam levemente a superfície rugosa do caule da mangueira, não é mais Ana, é Rita, ditando os olhos vagos sobre mim. Ela tinha apenas 14 anos, mas já se comportava como uma mulher.
Andamos pelo pomar, Rita na frente. Algo mudou, ela está distraída. No ca¬minho, avistamos Reinaldo, filho de um empregado da fazenda. Dois anos mais velho que eu, é um negro forte e robus¬to, e vive se engraçando para o lado de Rita. Para minha mais profunda felicidade, ela torce a cara sempre que o vê.
Rita recostada na mangueira, o olhar indefinido. Chegamos, não tento deci¬frar a face enigmática de minha prima. Entro em pânico: Rita está entediada comigo. Cabisbaixo, não consigo mais encará-la. Meu estômago dá um nó, mi¬nhas mãos estão geladas. Existe algo que devo dizer, ou fazer, mas eu simplesmen¬te não consigo. Pelo canto dos olhos eu percebo. Rita não cessa em me analisar. Permanece calada, mas sua nudez mais se assemelha a uma estranha súplica.
Decepcionada, minha prima anuncia que devemos voltar. Passos acelerados, não espera por mim. E eu a sigo minús¬culo e vazio, como um átomo.
- Você tem um olhar muito triste - pergunta Ana, interrompendo minha vi¬agem. Sou pego de surpresa.
- Você é a primeira a me dizer isso - respondo.
- É porque as outras eram mulheres superficiais - frisa.
Madura essa menina. Penso. Era só o que me faltava. Ela se aproxima e senta na cama, as pernas em posição de ioga. Passa a cerveja, eu tomo um gole e faço cara feia, Ana ri.
- Como é que um homem desse ta¬manho não consegue tomar uma cerveja? - ironiza.
Fingindo indignação, salto sobre a ga¬rota, e passo a morder a sua barriguinha. Ela reage com uma risada histérica, seguida de um dolorido puxão em meus cabelos. Prometo não torturá-la mais e nós nos rolamos na cama, a garota ado¬ra se aninhar.
- Hummm, gostosão! Essa sua língua é muito perigosa, sabia?
- Andei queimando algum fusível, menina? - brinco.
Levo um soco no abdômen.
- Você gosta de menininhas, não é, seu coroa sacana, você não tem vergonha?
- Eu tenho vergonha - retruco. - De não comê-las.
Serelepe, alisa meus peitorais e pergunta, baixinho, com quantas eu trepei antes dela. Finjo contar nos dedos:
- Deixa eu ver, Fabrícia, Claudinha, Renata... Ivone, Maurícia, Maura, Maria, Martinha. Ah! Martinha era um tesão...
Ana observa, o brilho dos seus olhos aumentam.
- Joana, Gisele, Gilda, Juliana, Adriana... - continuo.
- Chega, seu tarado mentiroso! - resmunga.
Aninha me dá uma porrada, eu co¬meço a rir. Ela pula da cama, veste a calcinha, abre a porta de vidro, reclina-se sobre o gradil da sacada. Sua pergun¬ta me deixa curioso, tento calcular. Mi¬nha mente é tomada por pernas, seios, bocas e bucetas, muitas delas virgens. Eu poderia ter anotado, ou tirado fo¬tos... Mas isso já seria um excesso de obsessão.
Ana retorna sexy da sacada, umas dessas virtudes hollywoodianas... Os olhos grudados em mim, ela senta na cabeceira da cama e abaixa a calcinha, lentamente. Seu gesto desencava uma terrível lembrança, sinto uma pontada no estômago, o quarto gira. Eu tento manter a calma, mas é tarde demais. Estou de volta à fazenda de nossa famí¬lia. São três da tarde e já se passaram dois dias desde o episódio do pomar.
Agachado entre arbustos, evito os ga¬lhos secos. Meu peito arde, a cena é hor¬ripilante: Rita sobre a folhagem, calcinha arriada, a cabeça de Reinaldo no meio das suas pernas. Eu apenas observo, impotente.Talvez ela não queira, talvez seja um estupro, eu posso salvá-la e ela se apaixonará por mim! Mas não. Não é um estupro, ela quer.
Reinaldo começa a se despir enquan¬to fela minha prima. Com as duas mãos, ele arregaça a sua bucetinha como para se certificar de algo. Em seguida, enfia a língua, e depois suga os minúsculos lábi¬os, que desaparecem dentro de sua bocaça carnuda. Rita solta um gemido agudo, aquilo aumenta meu mal-estar.
Excitado, o negro se posiciona sobre a garota. Chupa e morde o pescoço, mas quando vai beijá-la, Rita desiste. Ele en¬tão a segura pelos cabelos, força a menina, invade a boquinha com aquela áspera língua. Ao mesmo tempo pressiona a en¬trada da vulva. Rita interrompe o beijo.
- Devagar... Devagar... - ela murmura.
Reinaldo passa a pincelá-la, Rita morde os lábios. Os dois se afastam ligeiramen¬te e observam a grutinha dela engolir o pau dele.
Nunca esquecerei aquela cena. Rita soltava gemidos lancinantes de dor, sem tirar os olhos. Eles fodem com desen¬voltura, eu posso ver as manchas ver¬melhas nas virilhas brancas do meu amor: é sangue. O filho da puta roubou o selo que por direito era meu.
Rita gozou. Agoniada, mas gozou... E Reinaldo nem se deu ao trabalho de ti¬rar, gozou dentro. Os dois se abraçam, Reinaldo beija Rita. Ela beija Reinaldo. Arrasado, tudo o que eu quero é aban¬donar aquele lugar.
Preparo-me para sair, quando ouço sussurros. Rita é posta de joelhos, de¬pois de apoiada, fica de quatro. Reinaldo apalpa o venerável, então enfia o dedo mindinho, fazendo chave abrindo fechadura. Percebo uma coragem em Rita, se¬guida de um arrependimento.
- Eu não quero, vai doer - o rosto é puro terror.
- Não, não vai - rosna o negro.
Com o pau úmido de saliva, meu inimigo não perdoa, arromba a portinha dos fundos. E Rita reclama, gemendo a cada porção de rola sumida em suas entranhas. Até que some tudo. No vaivém, a face de Rita muda de cor e o negro mela sua nuca com a porra que cai. A dança de corpos, começa com desajeito, finalmente ganha ritmo, com direito a uma enxurrada de palavrões, vinda de ambos.
Volto, não me lembro de nada. Ana me estuda, está de pé, cerveja na mão. Toma um último gole, joga a latinha por cima do ombro, está embriagada. Num gesto provocante, coloca as mãos na cintura e atiça:
- Me prova que tu é homem! - me de¬safia.
Encaro-a com sarcasmo e a deixo sozinha no quarto. Indignada ela me segue, e é surpreendida na cozinha. Agarro-a brutalmente pelos cabelos e a debruço sobre a mesa. Intuindo o que está para acontecer, ela tenta se desvencilhar.
- Isso eu não faço - protesta.
Finjo-me de surdo, afasto a calcinha para o lado e forço a entrada.
- Eu não quero, vai doer - implora.
- Não, não vai - já entrando no buraquinho rosado, ignorando seus apelos.
Ana começa chorando baixinho. Em se¬guida, respira descompassadamente, tentando me sensibilizar. Os lamentos aumentam e, alguns minutos depois, Aninha está me pedindo para colocar mais fundo. Sem conseguir conter o te¬são, inundo o traseiro da menina.Toda lânguida, ela se solta sobre a mesa, vencida pelo poder do falo.
Ponho a ninfeta pra dormir, pego co¬bertor e tudo. Estou comovido: Ana é realmente linda. Observo a menina-moça, devo estar com cara de palerma. Puxo o cobertor para o lado, admiro novamente a sua bundinha. Nessa mi¬nha longa trajetória sexual, eu jamais perdoei um cuzinho sequer.
Você se orgulharia de mim, Rita.
Murilo Pereira

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Os olhos vagos de Maria Rita

Codigo do conto:
11811

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
12/03/2011

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4

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