A professora submissa - Capítulo 41


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Pouco antes das 20 horas, Lisa apareceu para pegar Mariane. A senhora Blummer assim que viu Lisa se dirigiu a cela que Mariane era mantida trancada.
— Estarei na entrada da residência, leve minha escrava até lá.
Disse Lisa e se retirou.
— Vamos cadela, sua dona veio te pegar. Hora de você ser apresentada ao grupo.
Mariane saiu da cela e logo Blummer colocou a mascara nela, prendendo para que não pudesse ser tirada.
— Será o seu grande dia, sempre que uma escrava é apresentada, dependendo de sua dona, pode até ser vendida, mas só depende de sua dona. Ela pode fazer muito dinheiro neste dia com você escrava.
Mariane com cara de assustada olhava para a senhora Blummer.
— “Será que Lisa pretende fazer isso comigo, mas ela disse que eu faria dinheiro no domingo e não hoje”.
Mariane estava apreensiva, afinal o que aconteceria com ela. Não parava de pensar. A senhora Blummer colocou a guia na coleira de Mariane e a levou até a entrada da residência do grupo e lá a entregou a Lisa.
— Bem, chegou sua hora vadia, espero que esteja lembrada de como deve atuar, você sabe que não haverá dialogo, apenas a encenação, toques e caricias. Os beijos tem que ser como você leu no texto que lhe dei. Teremos apenas uma pessoa narrando a historia e você e sua parceira amorosa realizaram o que for sendo narrado. Alguma duvida cadela? Pode responder.
— Senhorita Lisa, sua escrava fará tudo como estava escrito no texto, não emitirei nenhum som. Mas, por favor, senhorita Lisa, sua propriedade implora, não me venda a outro dono. Não gostaria de pertencer a mais ninguém só a senhorita.
Implorava Mariane com lágrimas nos olhos.
— Mas, quem lhe disse que eu a venderia?
— A senhora Blummer, ela disse que a senhorita poderia me vender e ganhar muito dinheiro com isso.
— Mas, você é uma burra mesmo! Sim, eu poderia vendê-la, se eu desejasse, mas você me dará muito mais grana, me servindo, cadela burra. Agora vamos, ainda tenho que vesti-la.
Lisa saiu puxando Mariane em direção a outra parte da propriedade, onde Mariane ainda não havia sido levada.
Quando chegaram ao lugar, Mariane pode ver que se parecia com um teatro grego, bancos de pedra brancos, colocados em um semicírculo e a frente um palco circular, também em pedra, com conchas de luz direcionadas ao centro do palco. Mariane também pode ver que atrás deste palco, havia um grande arco com cortinas vermelhas e brancas penduradas e nos dois lados deste arco, duas pequenas casa, onde eram os camarins.
Lisa levou sua Mariane para um dos camarins, lá mandou que Mariane tirasse a sua vestimenta de couro e vestisse algo que parecia ser um vestido grego de seda, totalmente transparente. O vestido era longo cobria as pernas de Mariane chegando a arrastar no chão.
(Enquanto Mariane se veste, vamos até a área das celas).
A senhora Blummer preparava uma das escravas gravidas, esperando que seu proprietário aparecesse.
—Olá senhora Blummer, vim pegar a escrava de meu filho, você poderia pega-la para mim, por favor.
— Claro senhora Silvana, só um instante, eu vou prender esta escrava na corrente e já pegarei a escrava de seu filho.
Assim que Blummer prendeu a escrava, foi a ultima cela e trouxe a escrava para a senhora Silvana Simons.
— Olhe para o chão inútil, mantenha sua cabeça abaixada, você não é nada perante os seus donos, agora siga a mãe de seu dono, o senhor Marcos e não abra sua boca, ou eu arrancarei seu couro.
A escrava de cabeça abaixada não ousava olhar para cima e assim que sua guia foi entregue a mãe de seu proprietário a seguiu sem questionar. Ela a seguiu até o anfiteatro que Mariane já estava se aprontando. Foi levada ao outro camarim para que também se preparasse para a grade apresentação.
Sem olhar para cima ela apenas, ouviu a mãe de seu dono, ordenar.
— Tem uma roupa no mancebo, atrás de você, vista, faça sua maquiagem, eu logo voltarei e quero você pronta.
— A escrava nada respondeu apenas obedeceu a ordem dada.
Pouco tempo depois a senhora Silvana retornou para ver se a escrava de seu filho estava pronta.
— Ótimo, agora levante a cabeça e olho para mim.
A escrava olhando para a senhora Silvana, arregalou os olhos, não podia acreditar no que via.
— isso mesmo, sou eu a senhora Silvana, eu sei que não esperava me ver aqui. Mas sim estou aqui e vim para ter certeza que você será humilhada e verá todos os seus sonhos se desfazerem. Quero ver você obedecendo ao meu filho, como uma cadela muito obediente, eu não quero você contrariando ele em nada. Você entendeu? Caso você de uma de rebelde, desobedeça algumas de nossas ordens, sabe bem o que acontecerá a você.
A escrava olhava aterrorizada para a senhora Silvana, ela não acreditava que aquilo fosse real.
— Vou esclarecer bem o que pode acontecer com você caso nos desagrade. Você está me entendendo inútil?
A escrava apenas balançou a cabeça afirmativamente, ela lembrava bem que não deveria falar.
— Primeira coisa que acontecerá no caso de nos desagradar. Você conhece o chicote da senhora Blummer, eu acredito que assim que foi trazida para cá, ela lhe apresentou ao seu chicote. Bem está bem claro que seria severamente punida. Segundo meu filho não iria querer uma escrava, toda marca, então você seria vendida ou como escrava para algum país árabe, ou como prostituta para algum país da Europa, talvez leste europeu. Eles pagam bem por putas como você.
A escrava olhava atentamente para a mãe do senhor Marcos, apavorada com o que estava acontecendo e com as ameaças que já escutara antes e agora estava sendo repetida.
— Será que terei problemas com você puta?
A escrava obedientemente, balançou a cabeça negativamente.
— Certo! Era o que eu queria ouvir. Agora deixe-me ver como você está vestida, quero tudo perfeito para apresenta-la aos nossos amigos.
A escrava vestia uma roupa também estilo grego transparente e que mal cobria sua buceta e bunda, estava descalça e com uma mascara preta, cobrindo seu rosto, apenas os olhos, os furos do nariz, a boca e queixo de fora. Ninguém conseguiria identificá-la.
— Está tudo perfeito, não quero falhas. Está entendendo?
Mais uma vez a escrava confirmou o entendimento da ordem.
— Bem, tudo está entendido, então você aguarde ser chamada.
A senhora Silvana Simons saiu do camarim e foi sentar no primeiro banco da plateia.
(No outro camarim Mariane se preparava).
Lisa retornou.
— Cadela, preste atenção, você fará tudo que leu e foi combinado, seguirá o narrador em tudo que ele falar. Estamos entendidas?
Mariane obedientemente acenou com a cabeça.
— Tudo entendido aguarde ser chamada, pois estão preparando o palco.
Lisa se retirou do camarim e sentou-se ao lado de sua mãe. Logo seu irmão Marcos e seu pai Henry se juntaram a elas.
— Já deixei todas as câmeras ligadas e o pessoal pronto para filmar tudo, depois levarei para casa, para poder fazer a edição do vídeo pornô. Esta filmagem será a primeira profissional delas, a do porão é para nossa recordação.
Dizia o pai de Lisa.
— Esta filmagem de hoje será para venda papai?
Perguntou Lisa.
— Sim filha, a primeira de muitas, você ficará com 50% já que a escrava é sua, os outros 50% ficará para a família. O mesmo para a escrava de seu irmão.
Enquanto eles conversavam o palco era preparado, colocaram um banco de madeira com algumas almofadas, uma pequena mesinha em cima da mesinha uma caixinha e em seguida o apresentador subiu ao palco, o diretor da faculdade onde Mariane dava aulas.
— Boa noite, amigos e amigas, estamos aqui para apresentar as duas novas aquisições da família Simons, espero que gostem desta noite. Então vamos a apresentação.
Dois seguranças foram buscar as escravas que subiram no palco, claramente envergonhadas, pois havia ali mais de 30 pessoas, entre homens e mulheres. Elas mantinham as cabeças abaixadas, mas puderam de relance ver que havia muitos espectadores. Todos ansiosos para saberem quem eram as escravas dos Simons.
— Então escravas, sentem no banco que vamos começar.
Mariane e a jovem escrava ao ouvirem o narrador falar viram quem era. A jovem abaixou rapidamente a cabeça, morta de vergonha, já Mariane o olhou com mais insistência. Ela já sabia que ele sabia de algo, sobre ela e Lisa, mas não imaginou que ele estivesse envolvido, com tudo aqui.
Mariane e a jovem sentaram no banco, elas mal se olhavam de tamanha vergonha, por estarem na frente de tantas pessoas. Mariane pode reconhecer vários moradores da cidade, muitos eram pais de alunos. Ela dava graças por estar de mascara.
Logo o narrador inicia a historia, onde duas escravas que por causa das mascaras não podiam se reconhecer, aguardavam seus donos, sentadas em um banco, mas desobedecendo as ordens, elas começavam a se entreolhar. Mariane e a escrava do senhor Marcos começaram a se olhar e como eram duas putas com muito fogo entre suas pernas logo começaram a se desejar e se tocarem, suas mãos passaram a analisar seus braços e suas pernas.
Mariane olhava para a garota em sua frente era muito parecida com Carol, será que era ela, os mesmos traços, tamanho ela era muito parecida, apenas a cor era mais clara. Carol se parecia muito com sua filha, isso fazia com que Mariane visse a todo o momento sua filha, era como se estivesse perto de transar com sua própria cria. A outra escrava, também olhava para Mariane, mas não conseguia descobrir que era.
A narrativa prosseguia e elas logo começaram a se acariciar. Mariane colocou a mão sobre um dos seios de sua amante e apertava levemente, a outra escrava repetia o gesto e aproximava seu rosto ao rosto de Mariane, ambas estavam excitadas, mas Mariane estava extremamente excitada.
Mariane enquanto beijava sua jovem amante, com uma das mãos esfregava sua própria buceta, mas seguia escutando o narrador, que a direcionou para enfiar os dedos na buceta de sua amante. Mariane queria ter acesso a sua buceta, mas o cadeado impedia, isso estava deixando Mariane muito desesperada, mas sem chance de gozar. Elas se beijavam com volúpia e apaixonadamente, se esfregavam e se alisavam. A jovem escrava apertava os seios de Mariane, apertava a buceta de Mariane, mas só enlouquecia mais Mariane, a jovem começou a baixar as alças do vestido de Mariane, expondo um dos seus seios e logo a professora estava nua da cintura para cima. Mariane repetiu o gesto da sua amante, com sua mão livre, puxou uma das alças dos ombros de sua amante e ficando em pé, puxou a jovem para que também ficasse de pé, e com a mão livre deixou a outra alça cair, fazendo com que o vestido grego, transparente e curtíssimo caísse no chão.
Agora a linda garota estava totalmente nua, a bela professora, podia ver as tatuagens de propriedade do Simons, as outras tatuagens muito vulgares com os escritos, chulos e degradantes.
A jovem seguindo o narrador, ela puxou o vestido longo de Mariane, expondo todo seu pelo corpo. Ela já havia sentido os piercings e o cadeado na buceta da professora, mas só agora estava vendo. A jovem podia imaginar o desespero de sua amante em querer gozar e não conseguir.
Durante isso, dois seguranças da casa filmavam e davam close em seus corpos, mostrando as intimidades entre as duas, closes nas tatuagens e piercings.
Mariane queimava em desejo, queria sexo, mesmo sua cabeça falando que aquilo era errado, uma mulher madura, se relacionar sexualmente com outra mulher, e muito jovem, mas isso não era o mesmo que seu corpo dizia, seu corpo dizia diferente, seu corpo sentia prazer nestes toques, leves e suaves. A buceta de Mariane pingava mesmo completamente fechada.
As duas prosseguiam se alisando e chupando os seios uma da outra, puxavam os piercings com a boca, uma da outra, arrancando pequenos gemidos e aumentado o tesão. Mariane já não se aguentava, precisava de algo em sua buceta, mas o cadeado impedia.
Por fim a jovem amante recebeu ordens de pegar uma chave de cor rosa, que estava dentro da caixa sobre a mesinha.
Dentro da caixa havia além da chave rosa, mais duas chaves, que ela não sabia qual a finalidade, mas logo saberia.
A jovem abriu o cadeado que lacrava a buceta de Mariane e obedecendo as ordens do diretor que narrava os detalhes e cenas que as duas realizavam.
Ela soltou o cadeado e enfiou a boca na buceta da professora que quase gozou, com a jovem chupando sua buceta. Mariane olhou para sua dona, com quem implora para gozar, mas Lisa balançou a cabeça negando este direito. Mariane quase enlouquece com a negativa. Ela pensava em desobedecer, mas tinha certeza o castigo seria cruel.
A jovem obedecia todas as narrativas do diretor da faculdade, tinha que obedecer, por medo de também ser castigada.
Mas, aquilo já estava mais para obedecer a seus desejos, que pelas ordens narradas. As duas já se entregavam de bom grado a luxuria, seguindo a narrativa do diretor, passaram a realizar uma deliciosa inversão. A amante de Mariane que estava ajoelha e sugando sua buceta carnuda, a puxou para baixo, e a deitou de costas, logo estava se virando e novamente se deliciava com a xoxota encharcada da professora. Seguindo a narração a jovem enquanto chupava a buceta de Mariane, esfregava sua vagina também lisinha no rosto da professora que já sem pudor enfiava a língua o mais profundo que podia na gruta quente a garota. Mariane por baixo e a jovem por cima, a professora se controlava para não gozar e sua amante também deveria estar se segurando para não gozar. A jovem amante chupava avidamente, as profundezas da buceta da professora submissa, esta se contorcia em desejo, mas segurava toda o seu tesão, para não gozar.
Mariane já chorava de desejo, olhava para sua dona Lisa Simons, implorando para que a deixasse gozar.
Lisa observava sem demonstrar qualquer emoção, apenas mantinha um sorriso maldoso nos lábios.
Mariane lambia o pequeno grelo, preso por um piercing com uma pedra verde em forma de coração, chupava os lábios da buceta de sua pequena amante, com voracidade e desejo. Mariane arrancava pequenos gritos de prazer e gemidos profundos. A jovem retribuía, dando mordida no grelo de Mariane e com violentas chupadas e mordidas esticava o grelo da professora ao máximo, fazendo Mariane gemer e tremer de tesão.
As duas se aproximavam do orgasmo, mas precisavam de autorização, mas por mais que Mariane olhasse para sua dona, ela se mantinha irredutível. Lisa se mantinha impassível.
Depois de mais de 20 minutos de um sessenta e nove, sem pudores, onde as duas rolavam, uma sobre a outra, Lisa acenou com a cabeça, permitindo que sua escrava gozasse. O mesmo fazia seu irmão, acenou para o narrador, dando a ele o sinal que permitiria em sua narração que a jovem escrava gozasse. Ambas simultaneamente se entregaram a um orgasmo, violento, a muito aguardado e reprimido.
Mariane gemia profundamente, liberando uma grande quantidade de seu gozo vaginal que era sugado, por sua amante desesperadamente, sem perder uma única gota, e o mesmo fazia Mariane, bebendo como se fosse o néctar mais precioso da Terra.
Um orgasmo longo e duradouro, fazendo com que todas as forças das duas, se esvaíssem, até a última grama. Elas mantiveram-se deitadas, sem energia, nem para se separarem.
A jovem mantinha-se deitada sobre Mariane, ainda com seu rosto ligado a buceta da professora, com uma respiração forte, mas tranquila, relaxante, de um esforço necessário e gratificante.
Mariane ainda deitada por baixo, sentia as ultimas gotas do prazer da jovem, escorrerem por seus lábios e se perderem por entre eles e engolia lambendo os lábios.
— Caros amigos, como podem ver as escravas esgotaram suas forças com tamanha demonstração de sem-vergonhice, elas demostram a você o quanto são prostitutas profissionais. Nascidas para serem escravas, para serem abusadas e tratadas como putas, as mais rameiras e vulgares.
Tanto Mariane quanto a jovem escutavam e nada esboçavam, nem mesmo um leve movimento. Mariane já acreditava que isso era verdade sobre ela, já quanto a jovem amante, não podia dizer nada, pois não sabia quem era. Mariane acreditava que poderia ser Carol, com que já havia se relacionado amorosamente. A jovem que se matinha deitada sobre Mariane, deixava rolar lagrimas, enquanto ouvia as palavras degradantes do diretor, sobre elas.
— Meus amigos e amigas, eu acho que as duas já se recuperaram. Não é mesmo?
Olhando para as duas, isso tinha um significado bem claro, era para se levantassem mesmo estando esgotadas.
Mariane e a jovem ainda sob o efeito do violento orgasmo, levantaram obedecendo ao diretor.
— Agora vagabundas, hora de apresenta-las. As duas peguem dentro da caixinha duas chaves.
Mariane ficou desesperada e o mesmo aconteceu com a jovem, elas não desejavam ter suas identidades reveladas, permanecendo olhando para o diretor.
— Andem é para hoje. Ou querem ter uma amostra do chicote da senhora Blummer? O que elas podiam fazer? Apenas se sujeitarem as ordens.
Elas se dirigiram a caixinha e pegaram as chaves e voltaram a ficar de frente para a plateia, aguardando a próxima ordem, que não demorou.
— Vadias, abram os cadeados atrás de suas mascaras.
Mariane e a jovem obedientemente ficaram de frente uma da outra, quase se abraçando, soltaram os cadeados e aguardaram.
O diretor da faculdade ordenou.
— Para encerrar este lindo romance, entre duas putas, um grande e fogoso beijo deve ser dado, não é mesmo vagabundas.
Elas se abraçaram fortemente, obedecendo ao comando, mas não tanto assim, ainda estavam ligadas, um tanto excitadas pelo momento que acabaram de protagonizar. Carinhosamente elas uniram seus lábios e com um grande beijo apaixonado e entre o roçar de lábios, o entrelaçar de línguas, o diretor puxou as mascaras.
Ainda com os lábios colados e suas línguas unidas, elas abriram seus olhos e puderam se ver pela primeira vez.
— Meus amigos e amigas, eu apresento a vocês mãe é filha, as mais putas, as mais vagabundas que nossa cidade já viu.
Mariane assustada se afastou imediatamente, sua filha muito horrorizada também se afastou, vendo que era sua filha, a qual acabara de ter relações, ambas sem forças nas pernas, se ajoelharam sem acreditar no que acabaram de fazer. Estavam horrorizadas muito abaladas, se abraçavam, tentando entender como puderam fazer isso com elas. Ainda nuas, mantiveram-se abraçadas, a emoção do que estava acontecendo com elas, as fazia duvidar de que aquilo era real. Tentavam criar forças para aguentarem o que estava sendo feito com elas.
Sentiam-se totalmente derrotadas, Mariane se sentia muito mais culpada, pois sabia que tudo aquilo fora provocado por ela, mesmo tendo sido sem intenção. Elas estavam sendo punidas, porque Mariane havia reprovado o filho dos Simons.
Elas choraram por vários minutos, enquanto o diretor da escola se referia a elas como se ambas fossem, as piores das mulheres, as mais promiscuam da cidade, as prostitutas bebedoras de esperma.
Mesmo muito abaladas, obedeceram a ordem de se levantarem.
— Como podem ver mãe e filha pertencem a família Simons, mas acredito que caso entrem em negociação podem ser vendidas, ou alugadas.
O senhor Henry olhando para seus filhos, depois para o diretor balançou a cabeça negativamente.
— Que pena meus amigos, mas parece que esta dupla, não está a venda.
Lisa que sempre foi mais atirada, subiu no palco e pedindo o microfone. Disse.
— Senhores e senhoras, estas escravas não serão negociadas, como alguns sabem nossa família prefere investir e negociar de outra forma. Nossos investimentos são contínuos e de longo prazo, alguns aqui sabem o nosso método de negociação. Informamos que estamos abertos e já temos muitos interessados, mas ainda recebemos ofertas.
Amanhã as duas estarão participando da roleta russa e a maior oferta, como sempre será a vencedora. O premio será entregue assim que estiver disponível, lembrando que só levará um premio, se acontecer de ter mais prêmios, serão vendidos separadamente, mas então será vendido por um preço a ser negociados.
Lisa olhando para Mariane, continuou a falar.
— Esta cadela que me pertence, conhecida dos senhores e senhoras, como a professora Clarkson, está ainda sendo adestrada, igualmente como a vagabunda, bebedora de esperma da filha dela filha. Aqui todos a conhecem, do diretor ao faxineiro. Não é mesmo Bubba?
Do fundo do pequeno anfiteatro pode se ouvir uma voz.
— Com toda certeza Lisa, eu a conheço bem profundamente, de frente e de costas e não me importo de conhecê-la mais vezes.
Bubba esfregava sua genitália e ria, olhando para todos em volta que também riram.
Mariane abaixou sua cabeça muito envergonhada, por todos ali, mas principalmente porque sua filha, que agora sabia da sua condição, e também porque ela estava passando pelas mesmas coisas, mas por culpa de algo que ela fizera.
— Bem amigos, apresentações feitas é hora de seguirmos, com nosso trabalho.
Ela se dirigiu a Mariane e a Ana.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: A professora submissa - Capítulo 41

Foto 2 do Conto erotico: A professora submissa - Capítulo 41


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A professora submissa - Capítulo 41

Codigo do conto:
105260

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
25/08/2017

Quant.de Votos:
3

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