ENQUANTO NOSSOS PAIS VIAJAVAM (Verídico)


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By Aventura.ctba

Olá a todos, meu nome é Carlos.
O que vou contar a vocês não é uma fantasia e sim uma história verídica que começou há algumas décadas atrás.
Sou o filho mais velho, tenho uma irmã que é dois anos mais nova que eu. Esse fato aconteceu na nossa adolescência, na época que o desejo sexual começava a aflorar, principalmente em mim!

Minha família é evangélica e na época, morávamos numa cidade no interior do Paraná em um sitio bem afastado da cidade. Nossos vizinhos mais próximos ficavam mais de um quilômetro de distância e não tinha jovens da nossa idade para brincar, trocar ideias, só pessoas mais velhas.

Como meus pais eram daqueles crentes radicais, não tínhamos tevês em casa, por isso íamos pra cama logo após o jantar. Quem já morou no campo sabe que escurece bem cedo, o pessoal do sitio dormem cedo e acorda com o cantar do galo para ir para a lavoura.
A casa de madeira que morávamos não era muito grande, tinha três quartos. O meu era o primeiro, no meio ficava o dos meus pais e o outro era da minha irmã.

Com o tempo, e com os hormônios a flor da pele, comecei a prestar atenção nos gemidos sufocados da minha mãe que vinha do seu quarto quase todas as noites. Era difícil a noite que meu pai não pegava minha mãe e a curiosidade de vê-los transando era maior que o senso de certo e errado que eles ensinavam para eu e para minha irmã. Como conhecia a rotina deles, sabia que mais ou menos uma hora após se deitarem rolava a pegação entre eles.

Meu pai na época estava com uns 40 anos, era um homem alto forte moreno, diria um homem rude pela lida do campo, mas muito bom pra família.
Minha mãe sempre foi linda, cinco anos mais nova que papai, morena clara, olhos verdes, cabelos pretos bem cuidados que iam até a cintura, seios médios pra grande, cintura fina, e um bunda que era um espetáculo. Resumindo, minha mãe quando se livrava daqueles vestidos compridos e aquelas camisas que escondia suas formas perfeitas, era um avião como se dizia naquele tempo.

Mamãe não era muito discreta e às vezes exagerava um pouco nos seus gemidos quando estava fodendo com papai, e esses gemidos me levaram a ter sonhos eróticos com ela e com minha irmã. Eu precisava ver meus pais transando de qualquer jeito, e cada vez que ouvia os gemidos de mamãe corria para a porta do quarto deles par ver se conseguia ver alguma coisa, mas não tinha êxito, pois a chave ficava na fechadura, e os minúsculos buracos que tinham nas paredes só davam pra ver a luz fraca do lampião em um canto do seu quarto.

Em um dia que meus pais não estavam em casa, tirei uns pregos da ripa que dava acabamentos nas junções das tábuas em um ponto estratégico, que quando levantava dava pra ver a cama deles a poucos metros de distância. Aquele dia custou a passar, aguardei ansiosamente a noite chegar para ver papai fodendo mamãe. Só de imaginar ver mamãe sem roupas fazia meu pau doer de tão duro que ficava, e o remédio era tocar punhetas para aliviar a tensão.

A noite chegou e depois de jantarmos e ajudar mamãe e minha irmã lavar as louças, corri para meu quarto e fiquei a espera. Assim que meus pais trancaram a porta do quarto deles, com cuidado levantei um pouquinho à tábua solta e vi mamãe se preparando para deitar, Papai a aguardava só de cueca na cama. Quando ela tirou seu vestido e o sutiã ficando só de calcinha, meu coração bateu descompassadamente ao ver aqueles peitões lindos, e seu corpo escultural quase ao meu alcance. Mamãe se deitou, e ficaram os dois conversando por alguns minutos, logo papai enfiou uma mão por dentro da calcinha dela e ficou fazendo carinho em sua buceta. Mamãe olhou para ele e deu um sorrisinho enquanto levou sua mão no pau do papai e ficou apertando por cima da cueca. Mamãe de vez enquanto dava uns suspiros profundos enquanto meu pai fodia sua buceta com os dedos.
Ouvi papai dizer a ela:
- Acho que as crianças já dormiram! Enquanto tirava os dedos de dentro da buceta da mamãe e levando a boca saboreando seu néctar.

Mamãe de novo deu aquele sorriso encantador, e tirou o pau do papai pra fora da cueca se abaixou e começou a chupar. Da posição que estava só via os movimentos da cabeça de mamãe num sobe e desce. Depois de um tempo dando um trato no pau do papai, mamãe deita de costa e quando meu pai se livrou da cueca, vi o motivo de mamãe gemer tanto! Seu pau era gigantesco, grosso e cheio de veias enormes, sem contar o tamanho do saco dele.

Meu pai foi por cima da mamãe, e beijava seu pescoço e foi descendo até os peitões dela e mamava como um bebê faminto. Ficou algum tempo sugando os mamilos com auréolas rosadas e desceu beijando a barriga de mamãe até chegar à sua virilha. Papai deu uma mordidinha em sua buceta por cima da calcinha e logo puxou a por suas pernas deixando mamãe peladinha. Quase tive um treco quando vi sua bucetona com pelos negros bem aparados e uma racha enorme toda babada.
A buceta da mamãe era bem inchada e grande, também para aguentar o cavalo do meu pai tinha que ser grande mesmo. Eu a essa altura estava subindo pelas paredes, meu pau chegava a doer de tanta porra estocada no meu saco.

Vi meu pai se posicionando no meio das pernas da mamãe, abriu os grandes lábios da sua bucetona e meteu a língua lá dentro. Mamãe suspirava com seus olhos fechados enquanto meu pai sugava sua buceta. Tinha hora que meu pai esfregava a cara na bucetona da mamãe enfiando o nariz na sua racha. Minha mãe quando gozava apertava a cabeça do papai contra sua buceta e esfregava na cara dele enquanto tentava abafar seus gemidos com a cara no travesseiro. O rosto do papai ficava todo melado pelo gozo da mamãe.
Eu já tinha batido duas punhetas e continuava com o pau doendo de tão duro vendo meus pais transando.

Assim que minha mãe gozou, meu pai novamente subiu em cima dela, se ajeitou nos meios das suas pernas e botou a cabeça do seu caralho gigante na entrada da sua bucetona e foi atolando até o fim, mamãe já estava acostumada com o calibre e agarrava nas suas costas enquanto meu pai num ritmo acelerado fodia sua buceta. Depois de alguns minutos nesta posição, papai pôs mamãe de quatro, lambeu sua bucetona toda vermelha e depois de algum tempo, se posicionou novamente atrás dela e enfiou de uma vez seu caralho naquela bucetona e começou a socar como um desesperado.

Papai ficou metendo por um bom tempo, depois tirou seu pau de dentro da mamãe, cuspiu no seu cu, e devagarzinho foi enfiando sua tora até o fim no rabo da mamãe. Quando papai começou o vai e vem, mamãe mordia a fronha do travesseiro para abafar seus gemidos. Era esse o gemido que escutava do meu quarto. Papai tirava seu pau quase todo para fora e atolava até o talo novamente até gozar enchendo o cu da mamãe de porra. Quando papai retirou seu pau de dentro, escorria muita porra pelas coxas roliças da mamãe.
Passei a acompanhar as fodas dos meus pais quase todas as noites e me acabava na punheta, mas depois vinha o arrependimento e o remorso por desejar estar no lugar do papai comendo minha própria mãe.
Transar com mamãe estava fora de cogitação, pois se meus pais soubessem que espionavam eles, além de levar uma tremenda surra, com certeza me expulsariam de casa, então minha única esperança era tentar investir na minha irmã.

Minha irmã Maria Eduarda, a Duda como nós a chamávamos começava a se tornar mulher, inclusive já menstruava. Duda na flor da tenra idade, cada dia ficava mais linda tanto de corpo como de rosto, ela puxou minha mãe na beleza.
Sempre com um sorriso estampado em seu rostinho lindo, desfilava com ar inocente com seus vestidinhos e saias coladas no corpo mostrando toda a sensualidade de uma menina mulher. Com um corpinho maravilhoso, uma pele aveludada, seus peitinhos em formato de peras cujos mamilos apontavam para cima e uma bundinha modelada e arrebitada passou ser a musa das minhas incontáveis punhetas enquanto sondava meus pais fodendo. Duda era e continua sendo até hoje uma delícia de mulher.

Eu vivia louco de tesão por ela! Sempre que podia arranjava umas brincadeiras de ficar agarrado só pra sentir seu calor, seu cheiro de menina moça e apertar sua bundinha contra meu corpo. Ficava sempre torcendo para que meus pais saíssem para ficar sozinho e espiá-la tomando seu banho pelas frestas da parede de tábuas ou pelo buraco da fechadura do seu quarto enquanto trocava de roupas. Duda era linda, ficava tempo olhando aqueles peitinhos medianos durinhos, uma fina camada de pelos lisinhos sobre sua bucetinha saliente e totalmente virgem. Chegava a bater três punhetas seguidas pensando nela. Sonhava acordado com sua bucetinha aveludada sugando meu pau para dentro dela, como a bucetona da mamãe fazia com o pau do papai.

Duda sempre foi receptiva as minhas brincadeiras de agarra, agarra! Eu sentia que ela também gostava. Quando percebi que ela também me espionava no banheiro, deixava para entrar no banho assim que minha irmãzinha saísse do seu, para bater punheta cheirando suas calcinhas. Quando minha mãe não estava em casa, eu deixava a parte da calcinha que esconde sua bucetinha toda esporrada e ficava disfarçadamente observando ela entrar no banheiro e depois de algum tempo saia com um bolo de roupas sujas e levava ao tanque para lavar.

Meu sonho começou a tornar-se realidade em um dia que meus pais foram a um batismo em uma cidade bem distante da nossa e deixaram-nos para cuidarmos dos animais. Eles saíram sexta feira bem à tardinha, viajaria a noite toda e voltaria só na madrugada de segunda feira. Assim que nossos pais saíram, Duda arrumava a casa e preparava o jantar, enquanto eu alimentava os animais do sítio. Quando entrei em casa, Duda foi ao seu quarto pegar roupas para tomar seu banho, pois fazia um calor danado, ela estava muito suada. Eu já cheio de más intenções, me preparava para espiá-la no banho. Quando passou por mim disse a ela só para provocar:

- Posso tomar banho com você?
Minha irmã rio e disse:
- Pare com isso seu bobo!
Eu louco para vê-la peladinha na minha frente insisti:
- Deixa vai! Só estamos nós em casa!
- Pensa que não sei que fica me espionando enquanto tomo banho?
- E você seu tarado, que fica sujando minhas calcinhas de porra! Seu punheteiro.
- Imagina se papai ou mamãe descobre suas safadezas?
Coitada, se ela soubesse que toda a noite expiava nossos pais transando!
Para provocá-la ainda mais, agarrei-a por trás esfregando meu pau duríssimo na sua bundinha enquanto empalmava seus peitinhos.
Duda se desvencilhou de mim rapidamente, e enquanto caminhava para o banheiro, disse a ela:
- Deixa a porta aberta que já entro! Ela deu um sorrisinho safado e disse que tinha vergonha e entrou no banheiro. Eu gritei:
- Não se esqueça de deixar a porta destrancada hein?

Enquanto ia pegar roupa limpa no meu quarto fiquei imaginando; será que ela vai deixar a porta aberta? Cheguei a duvidar que sim.
Cheguei ao banheiro trêmulo de tanta ansiedade e não acreditei que a porta estava destrancada, era o sinal de aprovação de Duda. Só de pensar nela totalmente nua debaixo do chuveiro meu coração veio parar na boca.
Girei a maçaneta da porta e disse:
- Estou entrando!
- Está bem, mas é só para olhar hein?

Meu pau estava duro como um ferro, era muito tesão, estava de short e ela percebeu o volume que fazia, apesar da minha idade já tinha um cacete bem avantajado na época. Ela ainda tapando seus pequenos seios e sua xaninha, disse:
Nossa! O que é isto? Fiquei meio sem saber o que dizer, mas, o tesão falava mais alto então perguntei;
- Quer ver? E ela disse:
- Deixa de bobagem! A gente é irmão, é pecado!
Assim, fui entrando e tirei meu short, ela virou de costas fingindo não querer ver. Meu pau apontava para o teto, a cabeça ficou quase roxa e chegava a brilhar.
Nossa! Que coisa grande!
- Deixe de ser boba, você já o sentiu muitas vezes nas nossas brincadeiras, sem contar que já viu pelo buraco na parede enquanto tomava banho. Ela falou:
- Mas não dava para perceber que era tão grande assim.

Entrei logo debaixo do chuveiro, comecei ensaboar-me encostando meu cacete em suas coxas, aquela bundinha empinada me dava mais tesão ainda. Passei o sabonete no pau e para provocá-la ficava alisando-o lentamente, ela fingindo ignorar também se ensaboou e ficava olhando meu cacete duríssimo enquanto passava a mão na sua xaninha, com muito tesão também. Para quebrar o gelo, pedi o sabonete e disse que seria eu que ia dar banho nela.

Comecei a ensaboá-la, esfregando seus peitinhos, Duda fechou seus olhinhos verdes, passei a mão por trás descendo até sua bundinha, ensaboei seu reguinho tocando de leve em seu cuzinho apertado, até sua grutinha. Ela soltava uns gemidos abafados e seu corpinho tremia não sei se por medo ou tesão.
Não aguentando mais, peguei sua mãozinha e coloquei no meu pau, ela o agarrou com carinho e firmeza começando um vai e vem levemente. Passei a mão para frente e toquei sua xaninha que estava totalmente molhadinha, ela gemeu alto, ela continuava trêmula e eu também.
Não falamos uma só palavra, estávamos os dois em êxtase. Tocava-lhe os lábios da sua xana e ela subia e descia a mão no meu pau. Então, nos beijamos deliciosamente por um longo tempo. Já estava com meu pau em suas coxas e, já não aguentando mais, disse baixinho no seu ouvido:

- Quer que bote meu pau dentro da sua bucetinha maninha? Ela disse:
- Querer eu quero, mas isso que estamos fazendo é pecado, além do mais posso engravidar, imagina se isso acontecer? Nós vamos ser expulsos da igreja, e papai e mamãe vão nos matar!
- Podemos só brincar então!
- Tá bom, mas não pode enfiar seu pau na minha buceta está bem?
- Mamãe disse que tenho que casar virgem para não ser tachada de puta pela família e pelos irmãos da igreja!

Pedi para minha irmãzinha apoiar suas mãozinhas na parede e arrebitar sua bundinha. Com a água quente caindo, me ajeitei no meio das suas perninhas, direcionei meu pau no seu reguinho e fiquei algum tempo esfregando no seu cuzinho, depois direcionei meu pau para sua bucetinha e esfregava a cabeça entre os lábios carnudos da sua grutinha suculenta e totalmente virgem:
Minha irmãzinha dizia:
- Ai que delicia seu tarado!

Encaixei meu pau na entrada da sua bucetinha, minha irmãzinha rebolava lentamente eu ouvia seus suspiros e gemidinhos, parecia que estava gozando mesmo sem ter penetrado sua grutinha, tive certeza que gozou quando senti seu corpinho estremecendo em meus braços.
Enfiei o dedo na sua grutinha e percebi que estava encharcada pelo seu gozo.
Quando forcei a entrada do meu pau senti certa dificuldade de tão apertadinha que era sua bucetinha, ela disse gemendo:
- Ai Carlos põe só um pouquinho, não vai gozar ai tá bom?
Forcei meu pau um pouco mais e a cabeça entrou, ela levou a mão na boca para abafar um gemido mais alto e eu fui metendo até encontrar a resistência do seu hímen, minha irmãzinha reclamou:
- Ai, ai, ai, ai está doendo! Tira, tira tá me machucando!
Quer que pare?
- Não é para enfiar seu pau na minha buceta seu porra, é só para brincar por fora!
Então encaixei meu pau no meio das suas pernas e comecei um vai e vem até explodir de gozo na bundinha dela.

Depois de gozarmos terminamos nosso banho e fomos para a cama dos nossos pais.
Falei pra minha irmã que tinha vistos papai e mamãe metendo, ela também me disse que tinha visto também por um buraco na parede no quarto dela.
Deitei minha irmãzinha de costa na cama, chupei seu pescocinho, depois desci até seus peitinhos e comecei a sugar seus mamilos durinhos, seu corpinho se arrepiou todinho.
Depois desci por sua barriguinha brinquei um pouco no seu umbiguinho e desci para sua virilha até chegar à sua bucetinha que de tão excitada, estava toda saliente e estufadinha pedindo para ser chupada, sugada. Seus pelinhos finos e ralos moldurava aquela rachinha divinal
que tinha de ser poupada por ter prometido a minha irmã que sua virgindade permaneceria intacta, mas isso não impediria que me deleitasse com seu néctar.

Após minha irmãzinha ter gozado na minha boca, pedi que chupasse meu pau, então ela abocanhou meu pau com certa dificuldade e começou a chupar a cabeça e tentava engolir todo, mas não conseguia. A danadinha tinha aprendido vendo minha mãe chupando o pau do papai, e em poucos minutos enchi sua boquinha de porra que engoliu e fez cara de nojo dizendo:
- Esse negócio é gosmento e cheira a água sanitária!

Meu pau nem chegou a amolecer e ficamos deitados de conchinha, enquanto esfregava meu pau na bundinha dela. Minha irmãzinha levou sua mão para trás e segurou firme no meu pau que já estava em ponto de bala novamente e disse:
- Nossa! Como é grande Né? Você puxou ao papai!
- Não sei como mamãe aguenta o pau do papai na sua bunda! Ele é enorme!
- Nós podemos tentar! No cuzinho você não fica grávida e nem perde o cabacinho da buceta!
- Mas deve doer, pois a mamãe geme muito quando da o cu para o papai!
- Deve doer só na primeira vez, pois mamãe adora dar o cu para ele!
- Carlos, nós podemos tentar, mas tem que me prometer que vai devagar ! Se doer tem que parar tá bom? Se não parar quando mandar, nunca mais vou deixar me comer hein!
- Tá bom! Vou por devagarzinho, prometo!

Minha irmãzinha ficou de quatro e arrebitou sua bundinha pra mim.
Fiz como papai fazia com mamãe! Abri sua bundinha e comecei a meter a língua no cuzinho rosado da minha irmã que se arrepiava toda enquanto chupava seu buraquinho virgem e apertadinho.
Tinha aprendido direitinho vendo meu pai preparando mamãe para comer o cu dela. Quando minha irmã estava mais relaxada tirei da gaveta do criado mudo um liquido que papai usava para lubrificar seu pau e o cu da mamãe. (Depois fiquei sabendo que era vaselina) Molhei e enfiei um dedo no seu cuzinho e fazia movimentos para lacear, em pouco tempo já estava com dois dedos dentro e ela só reclamou quando entrou o terceiro, mas logo parou de reclamar, e continuei fodendo seu anelzinho com os dedos.

Quando minha irmã ficou mais a vontade com meus três dedos dentro do seu cuzinho, passei bastante vaselina no meu pau e encostei a cabeça na entrada do seu buraquinho e fui fazendo pressão para entrar.
Quando a cabeça entrou no cuzinho da minha irmãzinha ela deu um grito tão alto que até eu fiquei preocupado.

- Aiiiii!!! Você está me machucando Carlos!!
- Passa mais óleo, assim não consigo!! Está doendo demais!
- Aiiiii Carlos é muito grosso!!!
- Dóóóióóóiiiii... Uuiii!!! Devagar!!!
Eu via a agonia estampada no rosto da minha irmã, então perguntei:
- Quer desistir Duda?
- Nãããõooo!!! Se mamãe consegue eu também quero tentar! Só espera um pouquinho se não, não aguento!
- Aiiii!!! Está doendo muito!
- Quer que eu tire um pouquinho?
- Não só espera mais um pouco!

Enquanto minha irmãzinha se preparava para receber meu cacete, comecei a dedilhar seu grelinho para ela relaxar um pouco mais. Depois de um tempo paradinha, ela arrebitou mais a bundinha e falou:
- Agora Carlos!!! Mete mais um pouquinho!!!
- Aaaiiii...puta que o pariu Carlos! Dói, mas ao mesmo tempo é bom!
- Seu pau é muito grande, você está arregaçando com meu cuzinho.
- Tá gostando de ter seu cuzinho arregaçado né Dudinha?
- Aaaiii!!! Dói mas é bom!!!

Após algum tempo minha irmãzinha começou a mexer sua bundinha lentamente, então já que estava com a metade do pau atolado no seu cuzinho, aproveitei e botei tudo para dentro numa estocada só.
Como não estava esperando, minha irmãzinha deu um grito e começou a chorar baixinho pedindo para eu parar um pouco, mas meu pau já estava todo dentro dela.
- Desculpe-me maninha, não pude resistir! Quer desistir?
- Não!!!! Aiiii!!! Só da mais um tempo para me acostumar.
Peguei na mãozinha dela e levei na sua bundinha pra ela verificar que meu pau estava todo dentro do seu cuzinho, só minhas bolas ficaram do lado de fora.
- Nossa!! Ela exclamou, começando a soltar-se mais, arriscando uma mexidinha e, já bem mais relaxada, fazendo acontecer o vai-e-vem.

Aos poucos fomos aumentando a velocidade e logo estávamos metendo num ritmo acelerado.
Minha irmãzinha enfiava a cabeça no travesseiro e gemia alto mordendo a fronha enquanto castigava seu cuzinho sem dó nem piedade. O tesão era tanto por comer o cuzinho da minha irmãzinha que quando atolava todo o meu pau dentro dela, ainda segurava forte na sua cinturinha e trazia de encontro ao meu corpo quase a levantando da cama.
Ela só gemia e pedia para não parar.

Minha irmãzinha estava descontrolada, gemia, chorava, tremia sem parar. Instintivamente comecei um vai e vem mais lento tirando até a cabeça e enfiando até o talo. Meu pau quando saia de dentro dela vinha acompanhada de micros tecidos com partículas de sangue resultado das preguinhas que tinha se rompido. Perguntei a ela se estava sentindo dor, ela mandou que continuasse, pois agora estava gostoso.
Continuei socando forte em seu cuzinho, até que não aguentando mais o enchi de porra.
Minha irmãzinha quase desfaleceu de tanto levar vara no cu.
Depois de gozar, caímos na cama e ficamos abraçadinhos ainda com meu pau atolado no seu cuzinho. Meu pai foi saindo aos poucos enquanto amolecia, o lençol ficou com uma mancha enorme de porra.

Quando meu pau saiu todinho do seu cuzinho ela saiu correndo para o banheiro sentindo uma vontade enorme de evacuar e fui atrás dela, ela estava com muita porra dentro do seu intestino.
Depois abrimos o chuveiro e sentamos embaixo da ducha de água quente. Minha irmãzinha me abraçou encostando sua cabecinha no meu peito e ficamos observando a água que escorria levando junto à mistura dos nossos gozos para o ralo do banheiro.
Sua bucetinha estava inchada e toda vermelha de tanto ser chupada. Observei que tinha feito um estrago danado no cuzinho da minha irmãzinha, ela estava com certa dificuldade de andar e sentar, mas estava feliz por ter perdido o cabacinho do cuzinho onde poderíamos meter a vontade e continuar com o cabacinho da bucetinha intacta.

Ainda sentados no chão do banheiro embaixo do chuveiro, empalmei sua bucetinha com uma das mãos enquanto chupava seus peitinhos deliciosos. Minha irmãzinha com suas mãozinhas alisava meu cacete lentamente enquanto gemia com minha boca em seus peitinhos. Sem dizer nada, ela se abaixou, pôs meu pau na sua boquinha e começou a sugar lentamente alternando os movimentos até encher sua boquinha de porra novamente. Ela ameaçou uma ânsia de vomito, mas engoliu tudinho com um sorrisinho maroto no seu rostinho lindo.
Naquele final de semana que meus pais viajaram, comi o cuzinho da minha irmã muitas vezes. Depois da terceira vez, minha irmã não reclamava mais de dor e gozava muito enquanto socava meu pau na sua bundinha.

Quando nossos pais chegaram, uma noite que eles começaram a transarem, peguei minha irmãzinha e levei para meu quarto, levantei a tabua solta e meti no seu cuzinho enquanto minha irmãzinha via meu pai fodendo o cu da mamãe, o tesão dela foi tanto que tive que parar nossa foda e tapar sua boquinha quando ela começou a gozar.
Depois correu para seu quarto para nossos pais não desconfiarem da gente.

Mesmo depois que começamos a namorar, quando nossos pais saiam, corríamos para o quarto e arrombava o cuzinho da minha irmã. Às vezes quando estávamos loucos para dar uma metida e nossos pais estavam em casa, íamos até um bosque que ficava perto de casa ou no milharal e arregaçava o cuzinho da minha irmãzinha que ficou viciada no meu pau.

Minha irmã conseguiu casar “Virgem” e foi morar em um sitio vizinho. Minha irmã diz que nunca deu e nem dará o cuzinho para seu marido, uma porque ele nunca se interessou, e outra porque seu cuzinho já tem um dono.

Perdemos a conta de quantas vezes nos embrenhávamos no milharal na hora do almoço quando minha irmã levava comida para meu cunhado na roça. Ela já levava até uma toalhinha higiênica para se limpar depois que fodíamos como loucos no meio da plantação. Consegui comer a bucetinha da minha irmã só depois que ela se engravidou do primeiro filho.
Nunca ninguém desconfiou da gente, pois sempre tomamos cuidado para que isso não acontecesse.

Hoje estamos casados, um casal de filho cada um, moramos em cidades diferentes, vivemos bens com nossas famílias, mas sempre que podemos damos um jeito de se encontrar e matar a saudade da nossa deliciosa adolescência.
Se gostou do conte, vote, deixe seu comentário, esses pequenos gestos fazem que continuamos a narrar a vocês nossas aventuras.
Carlos: Casal aventura.ctba

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Comentários


foto perfil usuario orcar

orcar Comentou em 16/08/2017

Muito bom, bem narrado, super excitante. Votado!

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coqueiro Comentou em 15/08/2017

lindo conto..qie bom que vc aprendeu vendo seus pais foderem..e que iniciação gostosa com a irmã

foto perfil usuario andreadoria77

andreadoria77 Comentou em 15/08/2017

aiiiiiiiiiiiii, eu espero seus contos já molhada!!! Tem meu voto certo!!! Amo seus comentários!!!

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amigofiel37 Comentou em 11/08/2017

Hummmm q tesão, um dia chego lá.. votado e tbm outros. Bj

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casalblumenau Comentou em 11/08/2017

Adoramos

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notório Comentou em 11/08/2017

Parabéns !!! Um conto de incesto delicioso e mega excitante !!! Votado com louvor !!!!

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mateusmaias Comentou em 30/07/2017

muito bom!

foto perfil usuario lucyanfenrrir1980

lucyanfenrrir1980 Comentou em 24/07/2017

Conto maravilhoso. To de pau duro de tanto tesão

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skarlate Comentou em 21/07/2017

colossal

foto perfil usuario forrestgump

forrestgump Comentou em 19/07/2017

DO COMEÇO AO FIM UM CONTO BOM PRA CARALHO. ..VONTADE DE COMER O BOCETÃO DA MÃE E O CUZINHO DA IRMÃ. ..

foto perfil usuario maythe

maythe Comentou em 16/07/2017

Excelente! Votado

foto perfil usuario josimario

josimario Comentou em 13/07/2017

Um dos melhores contos que já li. Excelente.

foto perfil usuario safadaofortaleza

safadaofortaleza Comentou em 13/07/2017

delicia de conto.

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ciumens Comentou em 13/07/2017

Este conto me deixou de barraca armada kkk. Parabéns!

foto perfil usuario gabi7485

gabi7485 Comentou em 13/07/2017

Muito lindo seu conto, amei, bem escrito e excitante adorei e votei.

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fulano Comentou em 13/07/2017

Delicia de conto e fotos

foto perfil usuario garoto-de-ouro

garoto-de-ouro Comentou em 12/07/2017

Demais o conto...que foda gostava.. Votei..

foto perfil usuario reginha.larga

reginha.larga Comentou em 12/07/2017

Abriu o cuzinho da irmã que é fiel até hoje, casada. Votado.

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rcautella Comentou em 12/07/2017

Nossa fiquei de pau duro do início ao fim deste conto Parabéns

foto perfil usuario marcosnegao

marcosnegao Comentou em 12/07/2017

show me deixou muito excitado...




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Ficha do conto

Foto Perfil aventura.ctba
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Nome do conto:
ENQUANTO NOSSOS PAIS VIAJAVAM (Verídico)

Codigo do conto:
103147

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/07/2017

Quant.de Votos:
46

Quant.de Fotos:
5


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