TRAINDO NO RESTAURANTE

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FESTA NO RESTAURANTE

Continuando o último relato:

No dia do meu aniversário, tudo o que eu planejava era passar a noite com ela num bom restaurante, mas a safada me deixou sozinho em casa e foi fuder com o “amigo” Carlão. Ela chegou em casa muito tarde, cansada e com o cu completamente arrombado pelo negão de quase 2 metros de altura. Depois disso, ela se mostrou arrependida, e para compensar, ela me chamou para jantar num restaurante bacana, que fica num bairro distante da nossa casa. Gostei da idéia e fomos. Admito que não gostei nem um pouco do vestido que ela colocou. Muito curto, provocante, transparente, até mesmo indecente para um ambiente de classe como era o restaurante. Mesmo assim, preferi não dizer nada. Assim que chegamos lá, o segurança perguntou nosso nome, e informou que o restaurante estava alugado para uma festa particular. Fiquei chateado e já pretendia ir embora quando Michelle assumiu a conversa e falou nossos nomes. O segurança olhou a lista e permitiu nossa entrada. Foi então que percebi o que ela tinha tramado. Era uma festa de alguns amigos dela. Aqueles amigos jogadores de basquete que já fuderam minha baixinha algumas vezes. Ela foi convidada e pediu para incluir meu nome na lista também. Assim que entendi o que estava acontecendo, fiquei puto da vida. Estava a ponto de explodir de raiva, mas a baixinha pediu que eu ficasse calmo. Ela me convenceu que também não queria vir, mas achou que seria legal curtir a noite comigo num restaurante tão bom, ainda mais sem ter que pagar nada. Se a festa não estivesse boa, nós podíamos ir embora logo. Concordei.
O restaurante estava cheio. Havia algumas poucas famílias (mãe, pai, etc). A maioria, contudo, era de jovens jogadores de basquete. Alguns amadores (novinhos) e outros já profissionais, também alguns poucos veteranos. Eram quase todos gigantes. Eu me sentia um anão no meio daquele povo(e olha que eu tenho 1,85m). Eu não entendi bem o motivo da comemoração. Não sei se era a conquista de um campeonato ou outra coisa. Sei que 2 rapazes haviam assinado contrato com um time grande (talvez estrangeiro) e eles eram parabenizados por todos, mas não sei se era esse o motivo da festa.
Ficamos sentados numa mesa e a todo momento vinha algum “amigo” para cumprimentar Michelle. Ela fez questão de me apresentar a todos, e eles me trataram com muito respeito. Nem parecia que já tinham comido a minha mulher. Mas é importante dizer que a maioria deles (ou todo eles) fuderam Michelle no período em que estávamos separados, em 2016. Depois que voltamos a vida de casados, creio que nenhum daqueles que estavam na festa voltou a fazer sexo com a baixinha de novo. Pelo menos, foi isso que ela me garantiu. Cada vez que vinha algum “gigante” pra falar com ela, assim que ele se afastava, eu perguntava se Michelle já tinha feito sexo com ele. E ela foi respondendo sem a menor vergonha: “Sim, esse sim (...) Não, esse não (...) Dizem que esse é viado (...) Ele é uma delícia, queria fuder com ele toda hora. Pena que a namorada não dá uma folga (...) Você tem que ver o pau do Fulano, parece um jumento (...) O Cicrano é bem dotado, mas não sabe fuder direito (...) O Bertrano é grandão assim mas o pintinho é pequeno. Claro que é maior que o seu. Deve ter uns 17 cm, mas é pouco pra altura dele (...) Esse quase me matou de tanto gozar”. E assim, a minha putinha foi me deixando bem informado. Depois de algumas apresentações, Michelle combinou comigo que me daria um discreto beliscão toda a vez que ela estivesse falando com alguém que já tinha feito sexo. O resultado foi que eu recebi beliscões durante mais de 1 hora. Acho que baixinha já tinha fudido com uns 18 grandalhões (se eu não perdi as contas). Só havia 7 rapazes que ainda não tinham comido a minha mulher.
Depois de umas 2 horas de festa, a baixinha já estava sob o efeito do álcool. Me deixou largado na mesa e foi dançar com outros homens. Dançou com vários. Por causa da diferença de altura, parecia uma anã na frente de um gigante. Era realmente engraçado, quase ridículo. Eles achavam graça e ficavam zoando a situação. Não demorou mais que meia hora até que o primeiro filho-da-puta abusado suspendeu a baixinha no colo. O micro vestido levantou, deixando a bundona perfeita da putinha toda a mostra, a não ser por causa de uma micro calcinha fio dental que deixava tudo ainda mais sensual. Logo, veio outro que também suspendeu a baixinha no ar, dessa vez, segurando com as duas mãos a bunda dela. Depois de algum tempo (cerca de 1 hora), naquele clima de sacanagem, a vadia já estava passando de mão em mão, de colo em colo. Algumas namoradas ficaram com ciúmes e retiraram seus namorados de perto. A baixinha ficou rodeada de 6 homens desacompanhados. Ela parecia uma puta em um puteiro.
Depois de muito tempo, ela voltou pra mesa toda suada e despenteada. Bebeu um pouco e recuperou o fôlego. Tentei convencê-la a irmos embora, mas ela não queria. Ela me deu um beijo e disse que ia voltar a dançar. Eu pedi que ela não fosse, tentei argumentar, mas ela saiu sem nem discutir comigo. A rodinha de homens logo se formou em torno dela. Dessa vez eram 10 rapazes. Alguns ficaram ajoelhados perto dela e a safada rebolava, esfregando a bunda neles. A todo momento ela tinha que abaixar o vestido, que teimava em subir até a altura da cintura. Alguns rapazes sentaram no chão e a putinha rebolou sentada no colo deles. Chegou a esfregar a bunda e a buceta na cara de alguns, com o vestido levantado. Os safados ficaram muito animados. Eu já estava morrendo de vergonha, mas não tinha coragem de ir tirá-la de lá. Olhei ao redor e percebi que algumas pessoas já tinham ido embora. Havia algumas mesas vazias. Aquelas pessoas com aparências de pais e mães já não estavam mais lá. Olhei a hora, era meia noite e meia.
Michelle voltou para a mesa. Insisti para que fôssemos embora, afinal, já era tarde e muitos já tinham ido. Ela olhou em volta e disse: “A velharia já foi?” Graças a Deus! Agora é que a festa vai começar a ficar boa”. Na hora, eu não entendi o verdadeiro significado do que ela disse. Achei que ela estava bêbada. Um “amigo” foi a nossa mesa e perguntou: “Você não vai embora não, né, baixinha? Agora é que vai esquentar. Falta só meus pais e meus tios irem embora e meu primo levar a namorada dele embora também. A não ser que ele queira que ela participe também!”. Pelo jeito que o rapaz disse isso (rindo), deu pra ver que não era coisa boa. Michelle olhou de novo em volta e reclamou: “Porra! Esse pessoal não vai embora! Assim eu não vou agüentar esperar não. Já tá tarde pra caralho. Já tô ficando cansada de tanto dançar. Daqui a pouco, eu não vou agüentar mais nada”. O rapaz se sentou na cadeira ao lado dela e insistiu pra que ela não fosse embora. Michelle começou a conversar com ele. Daqui a pouco, veio outro sujeito e sentou. Um disse pro outro: “Olha só, a baixinha tá querendo ir embora!” E o outro babaca respondeu: “Ô, baixinha, não vai não. Sem você, não vai ter a menor graça”. Então, eles começaram a conversar, lembrando das vezes que fuderam. Michelle olhou pra mim e falou: “Amor, esse safado aqui quase me matou de tanto fuder. O pau dele é do tamanho do meu braço”. Eu não sabia o que dizer. O outro idiota riu e não acreditou. Pegou o braço da minha mulher para conferir o tamanho e continuou duvidando. Michelle, então, convidou os dois para irem no banheiro, só pra provar o quanto o pau do amigo era realmente enorme. Eles foram e me deixaram lá sentado sozinho, com cara de babaca. No banheiro, a baixinha pagou um boquete pra um enquanto o outro assistia e conferia o tamanho da rola. É claro que ela não resistiu e pediu pra ele enfiar aquela rola dentro dela. A putinha fudeu com os dois. Depois de meia hora,a putinha voltou pra perto de mim toda animada. Os 2 rapazes sumiram na festa.
É claro que eu briguei com ela. Não agüentei de ciúmes e de tanta humilhação. Mas ela não deu a menor importância. Ela estava dizendo na minha cara o quanto ela tinha gostado de fuder com aqueles 2 pauzudos, quando outro amigo interrompeu pra dizer que “a festa” estava começando. Olhei em volta e vi, logo na mesa ao lado, uma garota chupando a rola enorme de um garoto, que mal tinha 18 anos. Michelle me largou ali falando sozinho e foi pro meio do salão com o tal “amigo”. Eu vi quando ele, mais outros 2 rapazes começaram a passar a mão no corpo da minha mulher e a tirar-lhe o vestido. Ela começou a chupar as rolas dos 3 (uma maior que a outra). Um deles quis fuder a baixinha ali mesmo de pé, mas a diferença da altura não deixou. Os outros 2 rapazes levantaram a baixinha no ar, com as pernas completamente abertas, enquanto o terceiro enfiou aquela piroca enorme toda dentro dela. A putinha urrou de tanto tesão e prazer. Eles se revezaram, e a safada gozou na piroca de todos eles.
Eu não estava agüentando mais presenciar aquilo, então, fui até uma porta que dá pra um pequeno jardim. Ali, eu acabei vendo uma mulher linda e gostosa (quase tanto quanto a minha mulher, só que mais alta, de estatura mediana), loira, de uns 20 anos, sentando na rola de um negão. O negão estava acabando de gozar, e retirou de dentro dela a maior piroca que eu já vi. Coisa que não se acha nem em filme de sacanagem! Acho que tinha mais de 25 cm! Ela terminou de chupar a cabeça daquela rola até tirar a última gota. Depois, ele saiu do jardim, deixando aquela garota linda sozinha. O negão passou por mim com aquele pau enorme balançando e quase esbarrou em mim. A loira gostosa começou a conversar comigo. Ficamos papeando por uns 10 minutos. Ela me contou que metade daquelas garotas da festa eram prostitutas de um puteiro luxuoso na zona sul. (Bem que eu achei que havia umas 6 ou 7 garotas muito gostosas naquela festa). As outras eram só vadias que queriam fuder de graça com jogadores de basquete só por causa das rolas enormes que eles possuem. Ela não fazia idéia de que estava falando mal da minha mulher. Então, aquela garota maravilhosa (de nome Suelen) veio até mim e começou a alisar meu pau por cima da calça jeans. Depois, ela sacou meu pau e já ia começar a me chupar. Percebi a surpresa dela ao ver o tamanho do meu pau (apenas 13cm). Eu devia ter ficado calado, mas acabei falando: “Não é tão grande quanto o daquele seu amigo”. Ela riu e respondeu: “Com certeza, não é. Mas é até bom, sabia? Essa noite o que vai ter de pau grande... Puta que pariu! Nem sei como vou agüentar! Quem dera se a metade deles tivesse o pau pequeno igual ao seu”. Foi ela acabar de dizer isso, e assim que ela colocou meu pau na boca, senti alguém me puxar pelo braço. Era Michelle, completamente nua e completamente descontrolada de ciúmes. Me xingou de viado, xingou a garota de puta e queria bater em nós dois. Outros 2 rapazes seguraram a baixinha pra evitar uma briga. Suelen saiu logo dali, e Michelle continuou me xingando. Tentei argumentar, afinal, se ela pode, eu também posso. Os outros 2 rapazes também disseram a mesma coisa, mas não adiantou. Ela disse que se eu pensasse em fuder alguém, ela ia fazer o maior barraco e ia acabar com a festa. Os rapazes desistiram de convencê-la e pediram pra que eu não fizesse nenhuma besteira para não acabar com a diversão de todo mundo. Eles voltaram pra orgia e me deixaram ali com a baixinha. Tentei argumentar mais um pouco, mas ela me ameaçou: “Se eu ver você de assanhamento com alguma vagabunda, eu vou mandar eles te darem uma surra. Você já viu o tamanho deles, né? Então, você vai sair daqui todo quebrado”.
Ela acabou de dizer isso e saiu rebolando, passou perto de um negão e alisou o pau dele. O negão, que estava aguardando a vez pra fuder outra garota, desistiu de esperar e foi atrás da baixinha. Ela terminou de endurecer aquela rola monstruosa, e depois sentou em cima do monstro. Ela gritou e gozou em questão de 1 ou 2 minutos. Não saiu de cima. Ficou rebolando naquele poste até fazer o negão gozar. Antes disso, a baixinha gozou mais uma vez. O negão foi embora, mas já tinha um careca esperando a vez dele. Ele colocou a baixinha de quatro em cima da mesa e enfiou o cacete branco e grosso pra caralho. A putinha gemeu e gozou muito com o amigo. Acho que contei um 4 orgasmos dela. Depois dele, a safadinha foi pro balcão do bar beber mais um pouco. Logo apareceu mais outro amigo. Ele deitou no balcão e pediu pra Michelle sentar em cima dele. Antes, a vadia chupou a rola até ficar super dura e enorme. Ela ficou impressionada com o tamanho e me chamou para eu ver. Eu fui, porque não sabia do que se tratava até que ela me disse: “Olha, meu corno, olha o tamanho disso aqui! Filma essa piroca linda. Filma logo, caralho! Filma essa porra! Todo mundo sabe que tu é corno mesmo. Vai ficar de ciuminho agora? Deixa de ser viado e filma logo!” E o pior é que eu obedeci. Testemunhei a felicidade da minha baixinha brincando com aquela piroca de 23 ou 24 cm. E depois, vi aquilo tudo sumir dentro da buceta dela. Depois dele, outros vieram pra comer a baixinha no balcão do bar. E eu fiquei ali assistindo como deve fazer um bom corno manso.
Teve um momento, em que ela tomou um banho de porra de 3 rapazes. Eu assistia tudo. Ela veio em minha direção, com um sorrisinho diabólico. Eu tentei levantar da cadeira, mas ela sentou no meu colo, me agarrou e me beijou a força, com a cara toda melada, cheia de porra. Esfregou a porra toda no meu rosto. Os rapazes começaram a rir da minha cara. Ela voltou pra orgia e continuou a fuder. Ainda vi a vadiazinha fuder com muitos outros. Cada piroca enorme! Nada menos que 20 cm, alguns com 21, 22 e 23 cm. Tinham uns poucos monstruosos com 24, 25 e (até um) com 26 cm! Minha pequena putinha experimentou todas as rolas da festa. Se nossas contas estiverem corretas, ela fudeu com 31 rapazes (a maioria com menos de 22 anos). Ela teve que usar lubrificante íntimo para conseguir enfrentar as últimas 6 pirocas, porque não conseguia mais ficar molhada, depois de mais de 17 orgasmos (na verdade, eu e ela perdemos as contas). No fim da festa, lá pelas 5 da manhã, os rapazes já estavam judiando demais da coitadinha. Eles a tratavam como uma vadia bem ordinária mesmo. Ela recebeu tapa na cara, tapa na bunda, banho de cerveja. Ela deixou que eles judiassem muito dela. Michelle só não permitiu o sexo anal porque eram muitos homens dotados e ela achou que não ia agüentar tantos. Eles quase comeram o cuzinho dela a força, mas ela não deixou.
Teve uma hora que ela foi pegar um ar fresco na porta do restaurante. Estava nua, segurando o vestido na mão. Insisti para ela ir embora comigo, mas ela não quis ir. Estava bêbada. Avisei que ela podia ser presa por estar nua na calçada. Ela não me deu idéia. Disse que ia fuder com qualquer policial que aparecesse. Então eu desisti e fui embora. Um “amigo” que estava ali na portaria disse que ia tomar conta dela. Ela apareceu em casa quase meio-dia, vestindo uma camisa de homem, tão comprida que parecia um vestido. Em algum momento, ela perdeu o vestido e não achou mais. Disse que fudeu com mais 6 rapazes depois que eu fui embora (4 deles já haviam comido ela, só 2 eram novos). Eles acabaram comendo o cuzinho dela, quase a força. No final, ela acabou concordando com o sexo anal porque viu que não tinha mais como resistir, e só tinha 6 rapazes na festa. Todos os outros já tinham ido embora. Os 6 dotadões destruíram o cuzinho da baixinha.

Foto 1 do Conto erotico: TRAINDO NO RESTAURANTE

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Comentários


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adimy Comentou em 10/07/2017

Perdão meu caro isso tudo é fantasia para seu conto ter um pouco de emoção . Por mais corno manso que o homem seja ver a mulher numa orgia com vários homens e não fazer nada . Ai é demais .impossível aceitar.

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jsnaxl Comentou em 09/07/2017

Vc é muito corno! Essa vadia sua merece pica mesmo.

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jsnaxl Comentou em 09/07/2017

Vc é muito corno! Essa vadia sua merece pica mesmo.




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Ficha do conto

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gugaguto

Nome do conto:
TRAINDO NO RESTAURANTE

Codigo do conto:
102983

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
08/07/2017

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
5


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