A Professora Submissa – Capítulo 43


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A Professora Submissa – Capítulo 43


— Informo que começará a terceira fase da vida de vocês, amanhã vocês duas serão levadas a uma roda, está preparada para nossa brincadeira favor, a Roleta Russa. As duas serão preparadas para que estejam limpíssimas por dentro e por fora.
Lisa já deixará agendada, que as duas escravas fossem lavadas e limpas no dia seguinte para que todos os seus buracos estivem aptos a serem usados ao máximo no domingo.

— Sei que não sabiam desta nossa pequena armação, mas precisávamos da colaboração das duas. Então fica assim, vocês continuam a fazer tudo que ordenamos e você podem continuar juntas. Caso não queiram, todas as fotos, vídeos e a historia de sua família vai parar nas redes sociais. E claro ainda podemos vender as duas separadamente, para algum país ou prostíbulo e nunca mais se veriam, outra vez.
Lisa deu uma risada e se afastou delas.

Lisa entregou o microfone ao diretor e desceu do palco.
— Mãe, pai, Marcos temos que conversar e resolver os arranjos para depois da roleta russa.
Lisa, você terá que resolver isso sozinha, sua mãe tem que resolver uma de nossas vendas. Terá que viajar, para entregar a mercadoria.
Eu e marcos, vamos nos concentrar em achar aquela desgraçada, vagabunda da Carol e também em outras cidades, temos alguns interessados estrangeiros querendo escravas americanas e latinas. E como os nossos meios de prendê-las em nossas mãos, são eficientes, vamos caçar mais algumas, isso nos trará muito dinheiro. Você está encarregada de fechar os negócios.
— Marcos, quanto a Ana, sua escrava, o que você fará com ela?
— Maninha, vou deixa-la em suas mãos, sei que vai adorar controlar mãe e filha. E sei que terá ideias ótimas, para punir sua cadela pelo que me fez e fazendo a Aninha, será um castigo sensacional, vai doer e muito na sua escrava Mariane.

Marcos sabia que podia deixar sua mais nova aquisição nas mãos de sua irmã.
— Certo maninho, vou adorar castigar Mariane, como você disse, castigando Ana, minha cadelinha de estimação, vai ser atingida muito mais profundamente. Ela fará tudo e muito mais, para proteger sua cria. Deixe comigo.
Lisa disse isso sorrindo. Ela era muito mais maquiavélica que Marcos. Mariane terá muito que lamentar, pelos próximos tempos. Ela se despediu da família e se dirigiu as duas escravas.
— Vamos cadelas, o evento foi muito bom, agora quero que vocês saibam, eu estarei dando as ordens, por um bom tempo as duas receberam minhas ordens e vão me obedecer imediatamente. Estamos entendidas? Ou será que preciso lembrar a ambas que além da filmagem que fizemos hoje, ainda temos muitas outras. Você senhora C, transando com Carol, transando dentro da van, com seis adolescentes, sem falar da trepada com Bubba e com o nosso amigo do parque, o negro morador de rua, fedido e sujo. E você Ana, chupando três picas, bem grossas dos seus amigos e enchendo a boca de porra, essa filmagem só na primeira vez, ainda temos as filmagens com você e os quatro negões, onde você bebeu uma bela quantidade de esperma deles. Será que eu devo continuar? Acho que não preciso continuar. Isso nas redes sociais acabaria com você duas para sempre, não demoraria para que o amado marido e pai soubesse das duas. Mas isso não faria diferença, já que assim que ele recebe-se fotos das duas, com todas estas tatuagens e piercings, esqueceria que existiram duas putas na vida dele.
Mariane sabia que seu casamento estava perdido, não haveria como esconder as tatuagens e piercings, nem uma explicação funcionaria. Seu casamento já havia acabado e ela sabia disso.

Lisa tinha um repertório de frases depreciadoras, que atingiam o consciente de suas escravas, as diminuindo e as fazendo serem mais e mais submissas.
— Agora as duas, vamos, quero dar um passeio de charrete. Vou mostrar a você que sou eu quem estará no controle e claro, quero me divertir. Alguma reclamação das duas cadelas?
Muito envergonhada, porque sua filha estava ali e ouviria sua submissão, Mariane respondeu.
— Não senhorita Simons, sua cadela de estimação, compreende e continuará a obedecer.
Ana, chorando muito e abraçada a Mariane, também respondeu.
— Eu irei obedecer a senhorita.
Lisa deu uma bofetada em Ana que a fez andar para traz e quase cair. Mariane queria ajudar a sua filha, mas o olhar de Lisa a impediu.
— Vou lhe ensinar apenas, uma vez. Você se tratará na terceira pessoa, aprenda com a vagabunda da sua mãe. Diga sempre, “Esta escrava obedecera. A propriedade do senhor Marcos, fará. Esta inútil cadela, fará o que lhe foi ordenado, senhorita Simons”. Estamos entendidas ou preciso escrever mais isso em seu corpo imundo?
Ana chorando compulsivamente e soluçando respondeu entre muitas lágrimas.
— Sua cadela inútil, entendeu senhorita Simons, ela fará como foi ordenado.
— Bom, mas quero que melhore. Sabem cadelas, está uma linda lua e como ainda é muito cedo para dormir, vou dar uma volta de charrete e desta vez com duas cadelas.

Lisa prendeu as guias em Mariane e Ana e sai puxando as duas, totalmente nuas e descalças em direção ao estábulo. Chegando aos estábulos Lisa chamou a escrava Vagina, que era quem cuidava do lugar e como estava acorrentada pelo pescoço a uma corrente longa, não tinha como se afastar muito.
— Vagina, eu quero saber se tem alguma charrete que possa ser puxada por duas escravas ao mesmo tempo?
— Sim senhorita, nós temos charretes para uma, duas e quatro escravas, as de duas ficam aqui no Box 4. Vou pegar a charrete para a senhorita.
— Vou resolver alguns assuntos, enquanto isso atrele estas vadias.
A escrava Vagina foi pegar os arreios, neste tempo as duas puderam finalmente conversar. Cheias de vergonha, mas precisando saber como acabaram nesta situação.
— Aninha o que aconteceu, como você acabou sendo chantageada pelos Simons, meus donos.
Aninha ainda chorando e muito envergonhada falou.
— Fui convidada para participar de uma festa, onde foram varias meninas e alguns rapazes, antes de ir para casa de minha prima. Eu bebi um pouco, acho que havia algo na bebida, não sei. Eu só sei que no outro dia acordei, havia mais algumas garotas e garotos, todas nos garotas estávamos nuas. Nós as garotas, estávamos sujas de esperma, por todo nosso corpo havia esperma. Minhas partes íntimas, meu ânus doía, minha vagina, até minha garganta. Eu tinha sêmen ressecado pelos meus lábios, rosto cabelo, eu jamais havia feito algo assim. Mamãe, eu não fiz aquilo querendo, mas lembro de tudo, fiz tudo aquilo sabendo que não devia, mas eu desejava fazer. Era algo que não tinha controle, só queria fazer. Acho que alguém colocou êxtase na minha bebida, ou outra droga. Depois que sai de lá e cheguei a nossa casa, estava cheia de vergonha. Como já havia resolvido ir viajar, fui naquele dia mesmo, queria esquecer aquela noite. A senhora chegou bem no momento que estava de saída. Mas, Assim que cheguei à casa de minha prima, recebi um telefonema. Uma voz de mulher, dizia que tinha filmado tudo, que se, não fizesse o que ela queria, entregaria a filmagem para a senhora e papai e colocaria nas redes sociais. Por alguns dias ela me ligou, eu relutei em aceitar, mas quando recebi o vídeo e vi aquelas imagens nojentas, vi que não teria como dizer que fiz aquilo, sem vontade. A pessoa no telefone, dizendo que colocaria nas redes sociais, se eu não voltasse e a obedece. Não tive escolha e acabei me submetendo e fazendo coisas muito piores e me complicando ainda mais.

Era claro que era o mesmo tipo de chantagem que a professora havia sofrido, com alguma diferença. Isso fora coisa montada pela família Simons, Mariane logo entendeu.
— Ana, eu também fui chantageada pelos Simons, mas foi por algo que fiz quando tinha sua idade. Eu precisava de dinheiro para minha faculdade e posei nua para uma revista. Para meu azar, foi para a revista que o senhor Henry era o dono, eu não imaginava que ele viria para nossa cidade um dia e poderia me reconhecer. Lisa apareceu um dia na sala de aula, com uma revista, onde eu fazia as poses degradantes.

Mariane envergonhada, não contou que tudo o que elas estavam passando, era porque, havia reprovado Marcos Simons em sua matéria, impedindo que ele fizesse parte do time de futebol.

— Calem a boca, querem que a dona de vocês as escute? A noite em suas celas, vocês podem conversar, agora fiquem mudas é um aviso que dou a vocês. A senhora Blummer adoraria marcar o corpo das duas.
Avisou a escrava Vagina, se calando em seguida, assim que viu Lisa retornando.
— Senhorita, eu já sei que sua escrava usa os arreios tipo 3, pois ela já usou este, mas a sua outra escrava, ainda não sei qual devo colocar.
— Tudo bem, acho que ela ainda não está preparada para este que você chama de tipo três, então use o menor. Tipo dois seria?
— Sim senhorita, tipo dois, com o tempo acredito que poderá passar para o três, em umas duas semanas.
— Duas semanas, não vou esperar tanto, na próxima vez que eu vier dar um passei, ela usará o tipo três, quero ela bem arregaçada.
Lisa olhava para as duas, com raiva, mas com um sorriso de prazer nos lábios.
— Certo, senhorita, na próxima vez que a senhora vier, eu vou atrela-la como deseja.

Lisa pegou o celular que tocava, e foi atendê-lo um pouco mais afastado de Mariane e Ana.

Vagina atrelou primeiro Mariane colocando o conjunto pênis e plug em sua buceta e cu e aparafusou na charrete, e logo fez o mesmo com Aninha. Foi difícil enfiar o plug no ânus de Aninha que não era tão alargado. Aninha chorou de dor, mas nada podia fazer. Enquanto Vagina enfiava o plug no cu de Ana. Falou baixinho.
— Você duas, procurem manter o mesmo passo, direita com direita, esquerda com esquerda, isso evitará que se machuquem. Depois prendeu as rédeas aos seios das duas.
A escrava terminou de atrelar as duas e se dirigiu a Lisa.
— Senhorita, as duas escravas estão atreladas e a senhorita pode dar seu passeio.
— Muito bem, meu relógio marca 22 horas, eu voltarei as 00:00 duas horas e meia de passeio será muito gratificante, ainda mais que já fechei a roleta russa. Já tenho um cliente interessado no produto das duas cadelas. Meu irmão vai adorar, será muito dinheiro a receber, eu adoro.

Mariane e Aninha se olhavam sem entender que produto seria este. E sem que estivessem esperando Lisa chicoteou Aninha e Mariane, que deram um salto e as duas saíram puxando a charrete, procurando seguir a dica da escrava Vagina.
— Yhaaaa...! Andem cadelas, quero sentir o vento nos meus cabelos.
Lisa voltou a chicotear as duas, elas tinham que correr completamente nuas e descalças. Para sorte delas, o terreno era gramado e depois apenas areia da praia, fizeram muito esforço para puxar a charrete pela praia, mas era melhor que correr descalças na estradinha cheia de pedras.
Aninha começava a sentir um grande tesão com o plug e o pênis todo enterrado em sua buceta, não imaginava que poderia sentir prazer em seu cuzinho, que agora já não era mais virgem. Sua buceta começava a pingar.
Mariane que apesar de ter transado e gozado com sua filha, ainda estava cheia de tesão, o sexo com sua filha foi muito bom, ela ainda pensava nisso e se sentia excitada com este pensamento, mesmo sabendo que era errado.

Lisa usou as duas até a meia noite, quando elas já davam sinal de que não aguentariam mais puxar a charrete. Tanto Mariane quanto Ana, mesmo quando recebiam chicotadas de Lisa, não conseguiam mais correr.
— O que foi cadelas, não conseguem mais correr? Ok, vamos voltar, por hoje já chega, me diverti muito com este passeio, fazer da vida de vocês um inferno me deu muito prazer.
Lisa puxou as redes presas aos seios das duas, com força, arrancando lágrimas, assim deu a direção do estábulo, e arrancando as ultimas forças das duas, Lisa chicoteou a bunda das duas, sem pena e sem dó, queria ver as duas correndo o máximo que podiam.
— Vagina, onde está você.
Gritou Lisa assim que encostava a charrete que Mariane e sua filha Ana puxavam. A professora e sua filha mal tinham fôlego, estavam perto de cair no chão, mas Lisa mostrava que seria melhor não fazerem isso. Ela puxava as rédeas presas aos seios de ambas, com força.
— Estou aqui senhorita, terminando de limpar os estábulos, para poder me recolher a minha cela.
— Depois você termina a limpeza, desatrele as duas vagabundas, hoje me diverti muito. Mantenha-as aqui, vou pedir para algum dos seguranças levá-las ao porão das celas.
Depois vou me deitar que amanhã quero jogar e ganhar na Roleta-russa.
Lisa se afastou a procura de uma dos seguranças.
A escrava Vagina retirou as rédeas e depois soltou os cadeados que prendiam Mariane e Ana a charrete.
— Vejo que sua dona maltrata muito você, devem ter feito algo que a desagradou muito.
Ainda com respiração forte, Mariane olhando para sua filha, preocupada com o estado dela, respondeu a Vagina.
— A senhorita Lisa, tem prazer em maltratar, ela gosta de nos judiar é coisa dela mesmo.
— Mamãe, porque ela é assim, ninguém é desse jeito.
— Aninha, minha filha, Lisa é assim desde o primeiro dia que me escravizou, ela nunca pode ser boa, por mais de um minuto.
Vagina continuava a retirar os arreios e logo, passou a tirar os plugs e os consolos que estavam enterrados nas vaginas e anus das duas escravas da família Simons. As duas estavam com suas vaginas muito vermelhas e inchadas.
— Ela forçou muito vocês, estão com seus buracos bem irritados, vou passar uma pomada que tenho aqui para dar um pouco de alivio.
Assim que a escrava Vagina terminou de passar a pomada em ambas, um dos seguranças da casa chegou.
— Já terminou seu trabalho Vagina?
— Sim, terminei, só estava passando um pouco de pomada na bucetas das escravas.
Mariane agradeceu a escrava Vagina já sendo conduzida pelo segurança para a cela no porão.
— Obrigada pela pomada Vagina, já está dando um bom alivio.
— Eu sei, ela funciona bem com as éguas, quando os cavalos as montam com muita violência e as machucam, logo deve ter um efeito muito bom em você também.
O segurança dando risada puxava as duas, que se entreolhavam e olhavam para o creme em suas bucetas.
— Vocês queriam o que vagabundas? Pomadinha para assadura de bebê! Esqueçam, aqui você são só animais, que pensam e mais nada.
Assim que chegaram ao porão, elas foram colocadas em suas celas, cada uma na cela que ocupavam.
— Cadelas, nas suas vasilhas tem água e os remédios de vocês tomem e vão dormir, amanhã será um dia longo, pois a Roleta-russa é os outros jogos, costumam durar o dia todo.
Mariane tomou sua pílula e ficou pensando, não só ela, mas sua filha Ana, também tomava uma pílula, seria a mesma. Afinal para que servia este remédio? Mariane por mais que pensa, achava que talvez fosse um anticoncepcional, mas Lisa não dizia, talvez para poder tortura-la com essa duvida. Que outra razão teria Lisa? Se ela engravidasse Lisa não poderia usa-la.
Tão cansada e pensativa, Mariane adormeceu.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: A Professora Submissa – Capítulo 43

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Comentários


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alhz Comentou em 05/07/2017

Muito bom.

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ketmarina Comentou em 05/07/2017

Desculpem o equivoco, errei a numeração da sequencia, mas é a continuação.

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vinnyrun Comentou em 04/07/2017

Pulou o 42. Mas só o número. A sequência dos fatos está certa. E a história muito boa.

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skarlate Comentou em 04/07/2017

colossal




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Ficha do conto

Foto Perfil ketmarina
ketmarina

Nome do conto:
A Professora Submissa – Capítulo 43

Codigo do conto:
102806

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
04/07/2017

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
5


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