E Agora Corno?


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Olá queridos(as) leitores(as) do Conto Erótico, venho com muita satisfação trazer-lhes outra de minhas estórias. Esta aconteceu em meados de 2011 e se desenrolou após os acontecimentos do conto: “O Amigo Do Sr. Roberto”. Começo esta parafraseando Judith Sachs: “É preciso estar à vontade no papel sexual escolhido, aceitar a si mesmo sem vergonha, culpa ou medo.". Até o início de 2010 considerava-me heterossexual, depois da minha primeira experiência homossexual estava considerando-me bissexual, mas se me perguntarem hoje, responderia que sou panssexual. Ou seja, desejo todas as formas de expressão sexual, rejeitando todos os termos e rótulos em favor do prazer. Só considerando impraticáveis o sexo contra a vontade, com abusos e uso de violências, físicas ou psicológicas - sem consentimento, bem como descartando com muito repúdio a pedofilia.
Alguns meses antes da data do casamento, minha noiva havia encontrado algumas fotos comprometedoras e cartas com narração erótica das minhas primeiras relações com o “Sr. Roberto”. Não protelei e nem enrolei, abri o jogo com ela e expus toda a verdade. Fui bem intimorato e dei um ultimato a minha futura esposa, que depois de muito pranto e ponderações acabou aceitando tudo. Prosseguimos então como se nada tivesse acontecido ou sido revelado, ela sendo bem específica - não desejava saber das minhas aventuras. Mas depois dos meus últimos casos, relatados nos contos anteriores: “Lua De Mel, Lua De Mel - Vol. 2 e O Amigo Do Sr. Roberto”, minha esposa agora se mostrava interessada de verdade em meus encontros extra-conjugais. Levando isso em consideração, indaguei-me de que era hora de colocá-la no “jogo”, para que também tivesse algumas relações fora do casamento. Fiz a proposta à ela com bastante expressividade e anseio, mas minha amada se mostrou muito crítica, repudiando com veemência minha proposta para ser corno. Depois de tudo esclarecido, de sua aceitação neste relacionamento, ponderei que ela iria desejar algo do tipo, mas tudo indicava que ela desejava mesmo era ser a “boa esposa”, disposta a cuidar da casa, do marido e futuramente dos filhos(as), deixando de lado a afloração de sua sexualidade. Mesmo com todo esse papo de mulher recatada, do lar, puritana, moralista, religiosa e tudo mais, eu poderia ter me dado por vencido, afinal de contas, vinha mantendo um relacionamento agradável e satisfatório para mim. Mas algo me deixava intrigado e com pensamentos diversos a respeito. Pois como disse a personagem “Bree Van De Kamp", interpretada pela atriz Marcia Cross na série “Desperate Housewives": “Não devia dar ouvidos a uma mulher cujo coração acabou de ser partido. Temos tendência a mentir.”. Iria pó-la a prova então e saber se era realmente fiel aos seus princípios e tudo mais. E já tinha algo em mente. Exporia minha esposa em alguma situação, para ser seduzida por um homem e ver até onde se manteria integra em suas convicções e lealdades. E já tinha uma pessoa em mente. Há alguns meses havia feito amizade com um sujeito em um Site de encontros sexuais. Vou chamá-lo de Otávio: caucasiano, 43 anos, 1.90 m, divorciado e possuindo uma “rola” de 20 cm por 8,5 cm. Em seu perfil possuía centenas de fotos transando com mulheres, casais e travestis. Sendo seu maior tesão transar com mulheres casadas, na presença ou não de seus maridos. Toda vez que entrava em seu perfil, ficava alucinado, desejando muito ser penetrado por aquele macho. Sempre trocávamos mensagens e logo trocamos contato de celular. Um dia liguei e disse-lhe que desejava muito encarar aquela “verga”, mas negou-me sem rodeios e disse-me que só penetrava cu de machos casados, depois de transar bastante com suas esposas.
Então combinei um encontro com o Otávio e depois de explicar-lhe os detalhes do que tinha em mente, iniciamos o plano. Minha esposa ainda trabalhava como “Decoradora - Designer de Interiores". Passei o número de celular dela para que ele entrasse em contato como um potencial cliente. Ela iria em seu apartamento no Tatuapé - São Paulo - SP, e lá Otávio teria a missão de seduzi-la com o intuito de coito. Eu ficaria aguardando sua ligação para saber o resultado desta empreitada. Chegado o dia, minha esposa comunicou-me que estava de saída, iria se encontrar com um cliente e não sabia que horas voltaria, mas quando estivesse perto me ligaria para ir buscá-la na estação do Metrô Tucuruvi. Passei o dia todo numa ansiedade tremenda, torcendo para que Otávio conseguisse desempenhar seu papel de conquistador. Não via a hora de ter notícias dele, avisando-me de que tinha me transformado em corno. Próximo das 18 horas ligou-me e atendi com um aperto no coração de tão nervoso. “Então meu querido, conte-me tudo e não esconda nada!”, disse-lhe todo afoito. Mas a resposta dele não foi nada animadora. Contou-me que minha esposa não se mostrou nada favorável às suas investidas e depois da persistência em sua sedução, ela o acusou de assédio sexual e ameaçou ir à polícia para fazer um “B.O.” contra ele. “Confesso que por esta eu não esperava!”. Então veio a pior parte! Com medo das ameaças de minha esposa, Otávio acabou revelando-lhe tudo. Disse-me que ficou com medo e não encontrou outra alternativa. Pediu-me desculpas e que sentia muito mesmo. Ok! Já que ele havia revelado tudo, disse-lhe para ficar tranquilo que ela não iria fazer nada a respeito, pois isto agora implicaria em ter que me envolver na história e pior, de que eu era o articulador e portanto não me preocuparia. Quando estivesse em casa conversaria com ela, costumo ter bons argumentos e ser bem persuasivo. Me despedi dele e disse que logo mais entraria em contato. Mais tarde minha esposa chegou em casa, não havia me ligado para ir buscá-la e também não disse uma palavra sobre o ocorrido com o Otávio. Me mantive na minha e após perguntar sobre o potencial cliente, ela simplesmente disse que não aceitaria o trabalho.
Passado duas semanas, Otávio liga convidando-me para ir até seu apartamento, queria conversar pessoalmente comigo. Como não havia mencionado do que se tratava, fui achando que desejava enfim praticar sexo comigo, já que não tinha conseguido nada com minha esposa. Mas não, fiquei embasbacado com as revelações que me fez ao chegar em sua residência. Começou me dando os parabéns por ser corno, e em seguida disse que tinha transado com minha esposa há dois dias. “Cara, sua mulher é um espetáculo. Passei a tarde toda inundando-a de porra, na boca, na boceta e no cu!". Me mostrou alguns vídeos que fez e fiquei pasmo, mas também feliz e excitado. Não conseguia acreditar no que eu via, comigo ela não praticava sexo oral e muito menos anal. E tinha mais, muito mais! A partir de agora vamos chamar minha esposa de Xantipa e passarei a relatar o encontro dela com Otávio conforme o próprio me relatou.
Um pouco mais de uma semana depois do ocorrido na visita de Xantipa ao apartamento de Otávio pela primeira vez - ela liga para ele pedindo desculpas, se dizendo estar arrependida por tê-lo ameaçado e que a culpa não era dele, e sim do seu marido. Mencionou que averiguou sua página no “Site” e agora queria muito ser sua amante, desde que seu marido não soubesse de nada. Marcaram um novo encontro e ao retornar ao apartamento de Otávio nem bem chegou já foi declarando: “Se meu marido deseja ser corno, ele será, de novo e de novo! Mas será corno sem saber!” e continuou. “Pois ele já é corno!”. Otávio ficou surpreso e concordando disse-lhe que estava combinado. Xantipa não perdeu tempo e foi logo se despindo e mostrando para que veio. Otávio ficou maravilhado com o corpo dela e disse-lhe em tom de elogios: “Minha querida, seu marido tem mais é que ser corno mesmo! Uma mulher igual a você tem quer ser compartilhada.”. Otávio também se despiu e atacou com ferocidade a boca e os seios de Xantipa, mas ela não se mostrava interessada em seus beijos molhados e lascivos e sim em sua “jeba”, que já se encontrava ereta como um poste. Se abaixando e ficando de cócoras, Xantipa abocanhou a “rola” e começou a felação sem muitos rodeios e foi sugando, chupando e procurando mamar como uma “bezerrinha” faminta. Otávio pegou em seus cabelos compridos e encaracolados e passou a socar até o fundo de sua garganta com muita disposição, enquanto Xantipa procurava respirar pelo nariz e se mostrando perita num belo “boquete”. Ficaram alguns minutos assim e então ele tirando seu membro de dentro da boca dela caminhou até a sala. Otávio sentou-se no sofá e Xantipa foi ao seu encontro de quatro, balançando o rabo como uma cadela. Ele amou aquilo e quando ela chegou disse-lhe: “Chupa com vontade puta, pois vou encher sua boca e estômago com muita porra, como nunca foi antes!”. Xantipa deu risada e novamente abocanhou aquela “tora” que cintilava com a lubricidade de sua saliva. Ela babava muito e suspirava com a saliva borbulhando e escorrendo por toda aquela “verga”. Logo não aguentando mais, Otávio se contorceu com espasmos leves e explodiu dentro de sua boca, balançando a pica e apertando a glande conforme Xantipa ia engolindo aquele eflúvio quente e pegajoso. Ela se mostrou muito gulosa e ficou alguns minutos ainda com a “rola” na boca, só largando-a depois de tê-la deixada totalmente isenta de esperma. Otávio elogio-a por isso e disse: “Seu marido tem muita sorte de ter uma boqueteira dessas!”, e ela retrucou na sequência: “Não! Nunca chupei o pênis daquele corno! Eu gosto mesmo é de coisa grande e grossa na boca!”. Em seguida os dois caíram na gargalhada e Otávio afirmou: “Ele merece mesmo ser corno!”.
Ficaram alguns minutos no sofá e então Otávio levantou-se e convidou Xantipa para tomar uma ducha e foram de mãos dadas. No boxe, ensaboavam-se um ao outro, descobrindo os caminhos, as curvas e os segredos de seus corpos nús. Beijaram-se como só os amantes fazem, pois Xantipa agora não fazia recusa e se deleitava com tudo que aquele macho lhe oferecia. Sem mais resistir ela novamente voltou a sugar e chupar seu pau que balançava como uma “cobra rei”. Otávio percebeu que ela era realmente experiente e logo sua serpente estava pronta novamente. Ele não mais aguentando aquela mulher extremamente gostosa de seios médios e bunda grande, colocou-a de pé, virando-a de costas para penetrá-la debaixo da ducha. Xantiga empinou o rabão e ofereceu sua “xana” carnuda de “lábios” rosados para o desfrute de seu novo macho. Otávio não perdeu tempo e introduziu sem pestanejar, acomodando bem devagarzinho a cabeçorra da pica e mantendo-a dentro da “xota”, aos poucos foi empurrando-a, enquanto Xantipa gemia e pedia para enfiar tudo. Obedecendo aos seus pedidos e chamando-a de “puta de corno”, deu uma bela pressão com a pica, enterrando tudo dentro de sua vagina, enquanto ela se oferecia ainda mais e rebolava sentindo a pressão das “bolas”. Sem muita delonga Otávio começou a socar com muita vontade na boceta de Xantipa, enquanto a água caía sobre seus corpos. Ele berrava conforme ia aumentando as socadas naquela “gruta” e se declarava: “Você é uma puta incrível! Obrigado vadia!”, e não parava só com ela não: “Seu marido é o melhor corno do mundo! É o maior corno do mundo!”. Depois de socar bastante naquela posição, Otávio desligou a ducha e saindo de dentro de Xantipa foi até o vaso sanitário, abaixou a tampa do mesmo e chamando-a, pediu que ela ficasse de joelhos em cima do vaso, oferecendo ainda mais sua boceta rosada e vermelha, que agora se mostrava ainda mais carnuda e com os lábios vaginais escancarados. Ela veio, fez como pedido e olhando-o nos olhos disse com ternura: “Você é um homem maravilhoso! Sua pica é muito gostosa!”, e disse-lhe com um olhar de pidona: “Por favor, soca sem dó! Quero ficar com a boceta detonada. Aquele corno merece!”. Otávio passou a penetrá-la com muita fúria, com muita força e muita velocidade. Logo a “chavascona” de Xantiga começou a fazer barulhos constrangedores enquanto ela gritava alucinada: “Amo macho roludo! Eu amo tudo isso!”, e olhava-o com um sorriso muito sacana. Alguns minutos passados e Otávio berrou que iria inundá-la com muito esperma e ela como uma “dama” pediu: “Goza porra, enche meu útero! Eu quero até a última gota!”. E assim ele fez e ficou um tempo dentro dela, sentindo sua “xota” se contraindo e escorrendo o líquido do amor. Xantipa o olhava com muita ternura, afeto e agradecia elogiando-o muito.
Depois dessa descarga de prazer, Xantipa e Otávio ficaram de bobeira na cama, conversando e trocando muitas confidências. Otávio se surpreendeu ainda mais ao saber que ela transava com o melhor amigo de seu marido há aproximadamente seis anos, com quem perderá a virgindade, sendo este seu primeiro macho de verdade. Também disse-lhe que quando descobriu que o marido tomava no cu, passou a liberar o “brioco" para o amante. Otavio aturdido resmungou: “Que otário, já era já era corno e nem sonhava!”, enquanto ela dava muita risada. Após um merecido descanso e percebendo que Otávio se mostrava disposto, Xantipa se posicionou em cima dele oferecendo-lhe sua “buça” avermelhada para ele praticar a cunilíngua enquanto ela procurou iniciar uma felação, faziam a posição sexual conhecida como “69“. Ela engolia sua “verga” lambuzando-a com muita saliva e ele se mostrava muito maleável com sua língua dentro da “xoxota” quente e molhada. Depois de muito se chuparem e se lamberem, Otávio pediu que Xantipa lhe cavalgasse, montando em seu “tronco”. Mas Xantipa recusou-se e disse que desejava ter aquele “vergalhão” dentro de seu reto e, posicionado-se de quatro pediu para não perder tempo e enfiar a “rola” sem piedade no cu. Ele se pondo em pé na cama detrás dela se preparou e aproveitou para estapear aquela bunda branca e grande, ela olhou-o sem censura e disse: “Pode bater macho! Maltrata sua puta!”. Atendendo ao seu pedido ele não teve dúvidas e bateu, bateu e bateu, cada vez mais forte e com força. Vendo que ela começava a choramingar, parou e se apoiou em cima dela, foi indicando o caminho com as mãos até o “olho” daquele cu já usado e começou a forçar a “jibóia” pra dentro. Apesar de já deflorado, o cuzão de Xantipa ofereceu muita resistência devido a cabeçorra da pica de Otávio que era tipo “cogumelo”, mas com paciência e aos poucos, milímetro por milímetro foi entrando e logo o cacete se encontrava quase todo dentro daquele rabo. Otávio começou o “vai-e-vem” bem devagar e conforme o tempo passava ele aumentava a velocidade. Logo Xantipa estava gritando e urrando, com aquele macho de “rola" grande estocando-a no cu sem dó e sem piedade. Conforme ele ia enterrando a pica no “brioco”, ela pedia para não parar dizendo que estava bom demais e que desejava muito ficar com o reto cheio de porra. Minutos se passaram e então Otávio anunciou o prêmio leitoso para aquele cu guloso e sedoso, enchendo-o de esperma, mantendo a rola bem no fundo do reto. Retirou a pica pouco depois, com a pressão do cuzão que a expulsava de dentro. Ele deitou-se na cama, enquanto ela continuou de quatro com rabo empinado, o cu piscava e assoprava fazendo barulho com a porra borbulhando. Tempos depois Otávio pediu autorização para filmar enquanto transavam novamente. Ela aceitou e de novo, e de novo, Xantipa foi massacrada e esporrada por aquele membro grande e grosso. Ao final do dia, após tomar um bela ducha e se sentindo recuperada, Xantipa vestiu-se e despediu-se de seu mais novo amante dizendo-lhe: “Se você desejar, a partir de agora virei uma vez por semana para te dar gostoso? Mas não quero que o corno saiba de nada?”. Otávio enaltecido concordou com ela, que partiu, deixando-o com as lembranças daquele dia maravilhoso.
Fiquei muito agradecido ao Otávio por ter me contado tudo, afinal de contas ele arriscou perder a oportunidade de foder minha esposa novamente. Mas disse-me que acreditar que eu não iria contar nada à ela, já que era isso que eu tinha desejado - ser corno. E que o tesão dele era compartilhar estes momentos com os maridos. Agora que ele era amante de minha esposa e que já tinham transado, não me segurei e propus se desejar me enrabar também. Mas novamente foi categórico e disse-me que sozinho não iria rolar, só se eu convencesse minha amada. E assim eu faria, em breve! Depois de fazer o download do material dele com minha esposa, despedimo-nos com a promessa de nos encontrarmos de novo. E assim se deu o desfecho para minha alegria de um dia de muitas surpresas e descobertas. Então era isso, vinha sendo corno desde 2005 graças ao meu melhor amigo. E até ali continuaria fingindo nada saber, mas não por muito tempo. Reverteria este jogo e as coisas tomariam um rumo que desejava há algum tempo. Logo mais minha esposa e eu estaríamos vivendo sem restrições num relacionamento aberto com muitas aventuras sexuais para ambos. “Até os próximos contos!”.
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Comentários


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eutoaquipraver Comentou em 29/05/2017

que tesão nossa, lindo conto

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bianor Comentou em 29/05/2017

boa tarde bjus na piriquitá dela e um abraço por traz bem demorado nele muito bom mais pública se Otávio te comeu.

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kv_safado Comentou em 29/05/2017

Parabens! Delicia de conto. Corno de puta tem mais é q chupar pau e dar o cu. Quando gosta, é claro! Votado

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baianosafado13 Comentou em 29/05/2017

Que esposa. Tbm quero come-la

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jonasemariane Comentou em 29/05/2017

show de bola o conto... tesao... alem de ver rola... gostar de ser corno... parabens




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Ficha do conto

Foto Perfil libertino178
libertino178

Nome do conto:
E Agora Corno?

Codigo do conto:
101334

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/05/2017

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
5


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